Segundo goldoverso
Descrição:
Este conto se passa em um outro Goldoverso — um universo totalmente distinto, criado a partir de uma das cinco essências separadas do ser original. Neste plano de existência, a figura central é o Celestial Crowned God (CCG) a essência que representa o Poder
Início do conto
No vasto planeta Terra — agora milhares de vezes maior do que o original — o século MVI se desdobrava em sombras. A fome, a miséria e a morte reinavam. Guerras intermináveis travadas por entidades supremas devastavam as nações, e muitas raças eram condenadas ao extermínio por serem consideradas fracas ou indignas de existir.
Ainda assim, em meio ao desespero, erguia-se um grupo de heróis. Lutavam não por glória, mas por compaixão. Entre eles, destacavam-se três:
Yuki, uma espadachim de habilidade incomparável;
Rum, um shinigami com poderes além da compreensão;
E Celestial Crowned God, um ser aparentemente humano, mas com um poder que desafiava todas as leis da existência.
Juntos, com mais sete companheiros, erguiam-se contra o caos, acreditando que o sangue não era o único caminho. Valorizavam a justiça, a liberdade e cuidavam dos necessitados.
Um dia, ao salvarem uma família de seres capazes de absorver a alma dos justos — foram abordados por um pai em desespero:
Pai da família: Por favor… ajudem-me, heróis!
Yuki: O que aconteceu? Como podemos ajudá-lo?
Pai da família: Levaram minha filha... Esses monstros a capturaram.
Yuki: Levaram? Por quê?
Pai da família: Disseram que ela seria usada para "reconstruir" o povo deles. Chamam-se Rognars.
CCG: Em qual direção eles seguiram?
Pai da família: Não sei… Após a captura, eles invocaram aqueles demônios para nos atacar.
CCG observou o sofrimento do pai e, virando-se para os companheiros, disse com firmeza:
CCG: Levem-nos para um lugar seguro.
Em seguida, invocou uma colossal fênix dourada e partiu pelos céus em busca da jovem.
Horas se passaram até que seus olhos captassem uma fissura no solo — uma passagem para um bunker subterrâneo, protegido por milhares de demônios devoradores de almas. Sem hesitar, CCG desceu da fênix e invocou dois seres: um deus da guerra portador de lâminas que trazem o caos, e um matador de demônios, silencioso e letal.
Um a um, os demônios caíam, engolidos pela fúria de entidades que jamais deveriam ter sido invocadas.
Os corredores daquele bunker esquecido tremiam a cada passo do CCG. O sangue negro dos demônios escorria pelas paredes e gotejava do teto, como se a própria estrutura estivesse chorando o horror ali contido. Mas era o que vinha depois que paralisava a alma.
Pelos vastos salões subterrâneos, jaziam os corpos — dezenas, talvez centenas — de inocentes que nunca tiveram chance de lutar. Mulheres, homens, crianças de raças esquecidas. Todos eles foram trucidados, seus corpos dilacerados e jogados como sacrifícios para um mal sem nome. Os olhos de muitos ainda estavam abertos, congelados no último momento de terror.
A escuridão daquele lugar não era apenas ausência de luz. Era presença de dor, de sofrimento, de ecos que jamais cessavam.
E então, diante da sala 427, a ira do Celestial Crowned God encontrou o seu ápice.
Tomado por uma fúria silenciosa e imensurável, CCG estendeu a mão. De sua alma, convocou um ser impiedoso, um avatar da aniquilação. Em segundos, toda a estrutura tremeu. O bunker, os Rognars, os ecos do sofrimento — tudo foi obliterado…
Após a destruição de tudo e todos no bunker, CCG caminhava entre os escombros, sem rumo, um ser que um dia acreditou que, até mesmo no mal, a bondade poderia existir. Agora, ele acreditava que essa bondade era apenas uma ilusão. Sob seus pés, corpos, ossos, e casas destruídas tomavam o lugar do que antes foi uma terra perfeita, cheia de alegria, crianças com seus pais e animais de estimação. Agora, o que restava era o caos, o desespero e os gritos de agonia e dor. O ser mais puro de todos se corrompeu….
Continua . . .