Pode copiar, mas seja ético citando a fonte! ;)
Autor: Lênio Luiz Richa, n. Cantagalo/RJ
A finalidade deste trabalho não é propriamente genealógica e, sim, tentar descobrir, usando também a genealogia, as afinidades ou não, entre os próprios inconfidentes e outras personalidades citadas na história, como amizade, parentesco, compadrio, religião, vizinhança, companheirismo de farda, e assim por diante, para entender melhor o que eventualmente os aproximava ou afastava.
Observação: Esta pesquisa está incompleta, e esteve parada por muitos anos, tendo sido feita antes da chegada da Internet ao Brasil, estou colocando no site para corrigir e completar, juntamente com os amigos genealogistas. Caso você tenha alguma informação para qualquer das páginas e queira enviar, será muito bem vinda.
Lênio Luiz Richa
Nota do autor: O genealogista Mauro Andrade Moura, de Itabira, MG, descendente e pesquisador dos sefarditas da Península Ibérica, diz que estudando as ascendências dos Inconfidentes, notou que grande parte dos mesmos seriam descendentes desse povo. Sendo que, segundo ele, provavelmente esse seria um elo de ligação entre os Inconfidentes, pela fraternidade ancestral, bem como ficou constatado que a Maçonaria seria outro elo.3 - Úrsula Vieira. (A.5.302).
2 - Manuel Abreu. (A.5.302).
ASCENDENTES DELE
1 - Domingos de Abreu Vieira, inconfidente, n. 1724, São João do Concieiro, termo da Vila da Bica, Concelho de Regalados, Comarca de Viana, Arcebispado de Braga, Portugal, Ten. Cel. de Minas Novas, comerciante em Vila Rica, MG, veio cedo para a Bahia, tinha 65 anos à época da Inconfidência, ainda solteiro. Compadre de Tiradentes, já que foi o padrinho de sua filha Joaquina, foi degredado para o interior de Angola, África. (A.2.14, 15, 5.302 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 151, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio de Afonseca Pestana, fazendeiro e Sarg. Mor do Regimento de Cavalaria Auxiliar de São José de El-Rei, MG, Vila onde nasceu em 1743, e onde residia no sítio da Pedra, cc. .... Era amigo de Tiradentes (que nasceu na Fazenda Pombal, perto do seu sítio) e compadre de Inácio José de Alvarenga Peixoto.
A Devassa não o incluiu entre os que deveriam ser ouvidos novamente, mas era um dos “quarenta” da Comarca do Rio das Mortes, sobre os quais o Governo achou mais prudente não aprofundar as investigações. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 248).
Nota: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Hermógenes Francisco de Aguilar Pantojo, inconfidente, n. 1770, Bahia, f. 1821, descendente de espanhóis que vieram no período em que o Brasil era Colônia da Espanha, Maçom, c. em 1797, com (...), com pelo menos: (Ac.2.228, GL.1.41 com alguma descendência, Maç.199/200).
1.1 Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja, n. 1798, Magistrado, Conselheiro e Ministro da Justiça em 1836.
Nota: O livro “A Maçonaria e a Inconfidência Mineira”, de A. Tenório d'Albuquerque, fls. 199, diz de três maçons que teriam participado da Inconfidência: Ten. Hermógenes Francisco de Aguilar Pantojo, Dr. José de Sá Bettencourt e o presbítero Francisco Agostinho Gomes. Entretanto, não está muito claro se quanto ao 1º e o último não estaria se referindo à conjuração baiana de 1798, quando o Ten. Hermógenes foi condenado a um ano de prisão, “que se lhe reduziu a seis meses”, e o seu irmão, Pedro Leão Pantojo, a 10 anos de degredo em Benguela, África.
3 - Clara Maria de Mello, n. Irajá, RJ, f. de Manoel Neto Barreto e Clara Soares de Mello.
2 - João Gomes Martins, n. de São Félix de Gondifelos, Arcebispado de Braga, Portugal, morador nas Marias, Sumidouro, MG, f. de Antonio Gomes e Maria Martins, c. 1725, Rio, RJ, com Clara Maria de Mello. Testemunhas: Salvador Viana da Rocha e sua mulher, Antonia do Amaral, Felipe Soares Louzada, Maria do Amaral, mulher do Cap. André de Souza. (VT.1.134 e registro de casamento, gentilmente enviado pelo Sr. Joaquim dos Santos Neto, de Mogi das Cruzes, SP).
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Cel. José Aires Gomes, inconfidente, n. 1734, em Assunção do Engenho do Mato ou Chapéu D'Uvas, MG, maior fazendeiro de Minas em extensão de terras, f. 1796, Inhambane, Moçambique, “contraparente dos Vidal Barbosa”, cc. Maria Inácia de Oliveira, n. Borda do Campo, meia-irmã do inconfidente Francisco Antonio de Oliveira Lopes, com geração em Velhos Troncos Mineiros”, do Cônego R. Trindade, Vol. I, fls. 134. (A.2.399, 432, 5.469, TC.202 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 163, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Os livros “Uma Cidade à Beira do Caminho Novo”, de Oswaldo Castelo Branco, e “História Antiga de Santos Dumont”, de Luiz Mauro Andrade da Fonseca, dizem que o Cel. José Aires Gomes nasceu em Santos Dumont, MG, pois nasceu no Arraial de João Gomes (nome dado por causa do nome do pai do inconfidente), que era ligado, antigamente, à Freguesia do Engenho do Mato (Chapéu d'Uvas, Comarca de São João Del Rei), mas que, geograficamente, a antiga fazenda é, hoje, um bairro da cidade de Santos Dumont (Bairro João Gomes Velho). (Informação gentilmente enviada pelo Sr. Newton Hermógenes, Embaixador de Turismo da cidade de Santos Dumont, o que muito agradecemos).
Entre os filhos do inconfidente destacamos:
1.1 Maria Antonia de Oliveira, cc. José Rodrigues de Lima, com pelo menos: (Pesquisa do Sr. Joaquim dos Santos Neto, de Mogi das Cruzes, em documentos primários, que mostram haver engano em alguns autores, que confundem as informações da mãe com as da filha).
2.1 Constança Emydia Duarte Lima (ou Constança Emídia de Lima), c. 1826, na Capela da Borda do Campo, filial de Barbacena, com o Comendador Alf. Feliciano Coelho de Oliveira Duarte Badaró (e não com José Rodrigues de Lima, pai dela, acima), f. do Cap. Mor José Coelho Duarte e Francisca Maria de São José, com entre outros: (Velhos Troncos Mineiros, e pesquisa do Sr. Joaquim dos Santos Neto).
3.1 Conselheiro José Rodrigues de Lima Duarte, Visconde de Lima Duarte, f. 1896, Médico, Deputado e Senador do Império, em diversas legislaturas, Ministro da Marinha, casado com Carlota Batista, pais de: (VT.1.138 e Site do Senado).
4.1 Dr. Feliciano Lima Duarte, f. 1919, Médico, Deputado Federal, cc. Hermínia Queiroga, pais de: (VT.1.138).
5.1 Maria José Lima Duarte, cc. Antonio José Monteiro da Silva Júnior. (VT.1.138).
1.2 João Aires Gomes, b. 1777, na Capela de NS da Piedade da Cachoeira, filial da Matriz da Borda do Campo (padrinhos: contratador João Rodrigues de Macedo e D. Hipólita Jacinta, solteira - “da Família Oliveira Lopes”). (Pesquisa do Sr. Joaquim dos Santos Neto).
1.3 Anna Maria Perpétua de Oliveira, c. 1785, na Capela de NS da Piedade da Borda do Campo, filial de Barbacena, com o Cap. Antonio de Miranda Magro, pais de:
Testemunhas: Ten. Cel. José Ayres Gomes e Cap. Francisco de Macedo Cruz. (Pesquisa gentilmente enviada pelo Sr. Joaquim dos Santos Neto, de Mogi das Cruzes, SP, inclusive quanto à geração do casal).
2.1 Francisca de Paula de Miranda, n. Vila Rica, f. 1824, Camanducaia, c. 1802, na Capela de NS da Piedade da Cachoeira de Barbacena, com o Cap. Félix José de Noronha Negreiros (que casou 2ª vez com Maria Custódia Nogueira, f. do Cap. Felisberto José Nogueira e Anna Margarida de Barros, c.ger.), n. e figura histórica desta cidade, b. 1777, na Matriz de NS do Pilar de Vila Rica, f. do Cap. Francisco Xavier Monteiro de Noronha e de Maria Clara de Assis de Castro e Negreiros, np. de Francisco Monteiro de Noronha, n. Santa Maria de Alcáçova, bispado de Lisboa, nm. do Cap. Antonio Alves de Castro, n. e b. São Paulo, Lisboa, e Joana Batista de Negreiros, n. e b. Santa Anna do Sacramento, Bahia, tiveram:
Padrinhos: Pe. Manuel Inácio de Castro e Margarida Luiza Rosa de Castro Negreiros, moradores em Sumidouro, termo de Mariana. Testemunhas: Bento José de Vasconcellos e José Ayres Gomes (filho).
3.1 Cândido de Miranda Noronha, b. 1812, no Registro da Campanha, termo da Vila de Bragança (padrinhos: Sarg. Mor Fernando Dias Paes Leme Cintra e Ten. Salvador José Francisco da Paixão, ambos por procuração).
3.2 Antonio de Noronha Miranda, c. 1833, na Matriz de Camanducaia, com Maria Salomé da Silveira, f. de Theodoro José da Silveira e Anna Francisca Martins. (Testemunhas: Ten. Cel. Antonio Felisberto Nogueira e Cap. João Martins de Carvalho).
3.3 João Evangelista de Noronha, c. 1833, na Matriz de Camanducaia, com Iria Carolina da Silveira, f. de Theodoro José da Silveira e Anna Francisca Martins. (Testemunhas: Ten. Cel. Antonio Felisberto Nogueira e Cap. João Martins de Carvalho).
3.4 Félix José de Miranda Noronha, n. Barbacena, c. 1838, na Matriz de Camanducaia, com Constância Maria da Silveira, f. 1850, Camanducaia, com 30 anos, f. de Theodoro José da Silveira e Anna Francisca Martins. (Testemunhas: Batista Caetano e Aureliano Furquim).
3.5. Maria Clara de Miranda Noronha, citada no batismo de Félix José de Nogueira de Noronha, filho do 2º matrimônio do pai.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cap. Manuel Lopes de Oliveira, n. de Couto de Pedroso, Porto, dono da Fazenda da Borda do Campo, em Minas. (A.2.470, VT.1.134 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 163).
3 - Ana Maria dos Santos, n. Sé, do Rio, RJ (2ª esposa). (A.2.470 e VT.1.134).
Nota: Note que a mãe de José Aires Gomes tem o mesmo nome da mãe da esposa do também inconfidente Francisco Antonio de Oliveira Lopes.
ASCENDENTES DELA
1 - Inácia Gertrudes de Almeida, tia do inconfidente Alvarenga Peixoto, pediu a Domingos Fernandes da Cruz, que permitisse a Tiradentes esconder-se em sua casa, no Rio, onde depois ele foi preso. Era viúva de Francisco da Silva Braga, ex-porteiro da Casa da Moeda, no Rio. (A.5.531, 539, 552 e 8.146).
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. João de Almeida e Souza, da Vila do Príncipe, atual Paracatu, MG, provavelmente não seria inconfidente, já que José Martins Borges, que o acusou, foi preso por ter prestado falso testemunho contra ele, apesar das denúncias também de Fernando José Ribeiro, acima, e o Pe. João Batista de Araujo. (A.2.352, OJ.84 e 107)
7 - Inácia da Cunha Nogueira. (Lourval).
6 - Paulo de Araujo Ferreira, n. Viana do Castelo, Portugal, Familiar do Santo Ofício. (Lourval).
5 - Margarida Rosa da Costa. (Ef.1.140).
4 - João Ferreira Machado. (Ef.1.140).
3 - Ângela Michaela da Cunha Nogueira, brasileira. (A.5.106 e OJ.90).
2 - Simão de Alvarenga Braga, português, de Braga, casou em 1739, na Igreja da Candelária, Rio. (OJ.90 e Lourval).
ASCENDENTES DELE
1 - Desembargador Inácio José de Alvarenga Peixoto, inconfidente, n. 1742, Rio, Coronel Comandante de Rio Verde, cc. Bárbara Eliodora Guilhermina da Silveira, n. 1759, Goiás ou SJ de El-Rei, MG, f. 1819, São Gonçalo do Sapucaí, MG. (A.3.352, Ef.1.158, 2.338, 431, Maç.104 e OJ.93).
Obs.: Ver melhor, a ascendência e descendência da esposa em Portes de El-Rei.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Dr. José da Silveira e Souza, Advogado, n. cerca de 1725, na Vila de Tomar, Portugal, f. 1793, SJ de El-Rei, talvez de ascendência paulista. (A.3.352, 9.420 e Ef.1.157).
3 - Maria Josefa da Cunha Bueno (ou Maria Josefa Bueno da Cunha), f. 1806, SJ de El-Rei, c.ger. em Portes de El-Rei. (A.3.352, Ef.1.157/8 e 2.363).
4 - Pantaleão de Souza.
5 - Maria de Nazaré.
6 - Cap. Mor José Teixeira Chaves. (Ef.1.157).
7 - Mariana Bueno da Cunha, f. 1786, SJ de El-Rei, f. de Amador Bueno da Veiga, comandante dos Paulistas na Guerra dos Emboabas, descendente do aclamado “Rei de São Paulo”, e Marta de Miranda (em Portes de El-Rei). (Ef.1.158 e PT.2.17).
OUTROS PARENTES
Sebastião de Alvarenga Braga, tio do inconfidente, residia em Santos, SP, rico proprietário, pai de pelo menos: (Lourval).
1 - Cap. Manoel de Alvarenga Braga (filho natural), que herdou os bens do pai, e deixou geração em Santos. (Lourval).
Nota: Nesta página tivemos ajuda do amigo, genealogista, Lourval Silva, de Santos, SP.
7 - Inácia Pires de Arruda, prima do marido. (DV.244).
6 - Cel. Maximiano de Oliveira Leite, n. Parnaíba, SP, morador em Vila Rica. (DV.244).
5 - Antonia Maciel, n. Viana do Castelo. (Maç.86).
4 - Francisco Álvares da Cruz, n. Viana do Castelo. (Maç.86).
3 - Juliana de Oliveira Leite, n. Mariana, MG. (Maç.86 e OJ.96).
2 - Cap. José Álvares Maciel, n. Viana do Castelo, Portugal, Guarda-Mor de Vila Rica, MG. (Maç.86 e OJ.96).
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. José Álvares Maciel, inconfidente, n. 1760, Vila Rica, f. 1803, em degredo na África (cunhado do também inconfidente, Tenente Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade), ingressou na Universidade de Coimbra em 1782 e formou-se em Filosofia em 1785 (também é citado como Médico), grande estudioso de química e mineralogia. (DD.124, DP.202, Maç.86, TC.202 e grande colaboração do amigo, genealogista, Claus Rodarte).
Obs.: Veja toda a sua ascendência materna, e irmãos, etc., em Raposos Bocarros.
Nota nº 1: Seus padrinhos de batismo foram os tios: Francisco Paes de Oliveira Leite e Ana Inácia Pires de Oliveira, mulher do Cap. Custódio de Sá Ferreira.
Nota nº 2: Nos seus estudos, em Coimbra, cerca de 1783, foi contemporâneo de Vendek, tido como de ideias muito liberais para a época.
3 - Mariana Domingues. (VT.1.179).
2 - Antonio Francisco Belo. (VT.1.179).
ASCENDENTES DELE
1 - Cel. Luís Alves de Freitas Bello, n. Monte Real, vivia em Vila Rica em 1789, não consta ter-se envolvido na inconfidência, c. Borda do Campo, MG, com Ana Quitéria Joaquina de Oliveira Lopes, n. desta localidade, irmã dos inconfidentes Francisco Antonio de Oliveira Lopes e José Lopes de Oliveira (e prima do Dr. Domingos Vidal de Barbosa, também inconfidente). Foram pais de, entre outros: (A.2.470, 8.151, 9.273, DD.193, 195 e VT.1.179).
1.1 Bernardina Quitéria dos Reis, cc. o delator, Cel. Joaquim Silvério dos Reis, n. Leiria, Portugal, f. do Cap. José Antonio dos Reis Montenegro e Teresa Jerônima de Figueiredo Vidal. (VT.1.179).
1.2 Mariana Cândida de Oliveira Belo, depois de Lima e Silva, cc. o Marechal Francisco de Lima e Silva, pais do Duque de Caxias (vide família Carneiro Viana). (VT.1.180).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cap. José Lopes de Oliveira, n. Olival, Portugal, f. 1778. (A.2.470 e VT.1.178).
3 - Bernardina Caetana do Sacramento Gonçalves Laje, f. 1782. (A.2.470 e VT.1.178).
Nota: Veja mais informações genealógicas sobre estas famílias em VT.1.178/80.
3 - Helena de Andrada Souto-Maior (ou Coutinho).
2 - Manoel Pereira Ramos.
ASCENDENTES DELE
1 - Inácio de Andrada Souto-Maior Rendon, b. 1733, Marapicu, RJ, possível simpatizante da Inconfidência Mineira, Mestre de Campo dos distritos de Sto. Antonio de Jacutinga e Guaratiba, RJ, f. 1815, como Brigadeiro dos Reais Exércitos, proprietário do Engenho Mato Grosso, em Marapicu, antigo Morgadio da família Correia de Sá (da mãe do Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade), onde trabalhava o seu cunhado Manoel José de Miranda, a quem deu uma carta que poderia ajudar Tiradentes a fugir para Minas, o qual deixou, inclusive, a sua mala na casa do Mestre de Campo. Casou em MG, 1780, com sua prima Antonia Joaquina de Almeida Luíza de Ataíde Portugal Pinto Coelho, c.ger. no título Rendons. (2.274, A.5.94/5, 8.146, CR.1.149/50, SI.151 e SL.9.17).
Obs.: Veja toda a ascendência paterna no título Rendons, e materna em Figueiras de Braga.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cel. Luiz José Pinto Coelho da Cunha.
3 - Antonia Joana de Miranda e Costa.
3 - Maria de Moraes Ribeira (vide toda a ascendência em Raposos Tavares).
2 - Antonio de Brito Peixoto. (Casal gentilmente enviado pelo genealogista, Sr. Ary Silva).
ASCENDENTES DELE
1 - José de Andrade Peixoto, sobre o qual não consta ter sido inconfidente (irmão de “José Inácio de Alvarenga Peixoto”. Ou seria Inácio José de Alvarenga Peixoto), cc. Mariana Vitória do Nascimento, n. São João del Rei, MG, f. de João Gonçalves de Mello e Anna Quitéria de Souza, foram pais de pelo menos:
1.1 Inácia Constança de Andrade, c. 1808, com Gabriel Francisco Junqueira, Barão de Alfenas, n. 1782, Deputado Federal de 1834 a 37, f. de João Francisco Junqueira, este tronco da família Junqueira de MG, com entre outros: Anna Junqueira, b. 1820, NS do Monserrate, Baependi, MG, Joaquim Junqueira, b. 1828, São Tomé das Letras, MG, e ainda: (FS).
2.1 Rita de Cácia de Andrade Junqueira, n. 1829, c. 1845, São Tomé das Letras, com José Procópio de Azevedo (viúvo de Rita Maria), f. de Maria Rita e (...), com pelo menos 6 filhos: Francisco de Azevedo, n. e b. 1848, José de Azevedo, n. 1850, b. 1851, Ignacia de Azevedo, n. e b. 1853, Maria de Azevedo, n. e b. 1858, Evaristo de Azevedo, n. e b. 1860, todos em São Tomé das Letras, e Joaquim de Azevedo, b. 1863, São Gonçalo do Sapucaí, MG. (FS).
3.1 José Procópio de Azevedo Junqueira (hipótese), cc. Anna Esméria de Azevedo Junqueira, com pelo menos 6 filhos: Gabriela Junqueira, n. 1879, Christiano Junqueira, n. 1880, ambos em NS de Assunção, São Paulo, SP, batizados nos mesmos anos, Antonio de Azevedo Junqueira, n. e b. 1903, Rita de Azevedo Junqueira, n. e b. 1905, todos os batizados foram em NS do Monserrate, Baependi, MG, e ainda: (FS).
4.1 Octaviano Junqueira, n. 1882, NS de Assunção, São Paulo, b. 1883, São Gonçalo do Sapucaí, MG. (FS).
4.2 Rodolpho Junqueira, n. 1884, NS de Assunção, São Paulo, b. 1884, São Gonçalo do Sapucaí, MG. (FS).
Nota: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Cap. Antônio José de Araújo, n. Vila Nova de Famalicão, arcebispado de Braga, Portugal, tinha 64 anos em 1789. Teve participação discreta no movimento conspiratório, tendo sido aliciado pelo seu colega no Regimento de Cavalaria Regular de Minas Gerais, Alferes Silva Xavier.
Nota: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
2 - Domingos de Araújo e Oliveira, cc. Marina Rodrigues Nogueira, portugueses.
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. João de Araújo e Oliveira, n. 1747, português, morador em SJ de El-Rei, denunciado pelo Ten. Cel. Basílio de Brito Malheiro do Lago. (A.2.250).
ASCENDENTES DELE
1 - Luís Antônio Furtado de Castro do Rio Mendonça e Faro, 6º Visconde de Barbacena, depois 1º Conde de Barbacena, n. 1754, no Campo de Santa Clara, Lisboa, f. 1820, cientista e iluminista, envolvido na inconfidência, não chegou a ser processado. Amigo de José Álvares Maciel, João Rodrigues de Macedo, e outros inconfidentes, teve, como Governador que era, a ingrata tarefa de ordenar a prisão de alguns dos seus amigos, c. 1778 ou 79, Lisboa, com Ana Rosa José de Melo, primogênita do Marquês de Sabugosa, com entre outros: (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 232, Museu de Barbacena Online e outros sites).
1.1 Francisco, primeiro filho, n. 1780.
Nota: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Domingos Barbosa Ribeiro, apelidado Taguá ou Tagoa (Taguá é uma argila aluvional que deixa o minerador “amarelo”), minerador, Cap. do Regimento de Cavalaria Auxiliar de São José de El-Rei, de onde era natural, casado, tinha 55 anos em 1789. Sócio de Luiz Vaz de Toledo Piza, relacionava-se diretamente com o vigário Carlos Correia de Toledo e Melo, de quem era amigo e vizinho, e pelo qual era contado entre os que estavam no partido da revolução. Era um dos “quarenta” da Comarca do Rio das Mortes, que nunca foram interrogados a fundo. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 258, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Pe. João Batista de Araújo, português, delator, não era inconfidente, juntamente com Fernando José Ribeiro e José Martins Borges, denunciaram o Ten. João de Almeida e Souza. (A.2.352).
ASCENDENTES DELE
1 - Luiz Beltrão de Gouveia de Almeida, intendente e fiscal dos diamantes, o mais alto cargo no Distrito Diamantino, que era um “território fechado”, dentro da Capitania de Minas Gerais. Sendo suspeito de participação na inconfidência, foi ajudado pelo Vice-Rei a escapar do processo. (A.8.135, livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 210 e TC.204).
Nota: Nesta página recebemos também informações, gentilmente enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Cel. Basílio de Brito Malheiro do Lago, português, denunciou o Pe. Luiz Vieira da Silva, inconfidente, e o Dr. João de Araújo e Oliveira, em troca da promessa de perdão das suas dívidas com a Real Fazenda. (A.2.250).
ASCENDENTES DELE
1 - Joaquim Pedro Caldas, escrivão da Ouvidoria Geral da Comarca do Rio das Mortes, residia em São João de El-Rei e em sua casa reuniam-se frequentemente os conspiradores Francisco Antônio de Oliveira Lopes, Padre Toledo (“Correia de Toledo e Melo”), Luís Vaz de Toledo Piza, José Aires Gomes e Luiz Ferreira de Araújo e Azevedo (Ouvidor). Apareceu no Processo pela 1ª vez em 08/08/1789, no depoimento de Francisco Antônio de Oliveira Lopes perante o Desembargador Coelho Torres, que viera do Rio de Janeiro para continuar a Devassa em Minas. Francisco Lopes informou as reuniões em casa de Joaquim Caldas, mas disse que este não estava presente. Iria aparecer novamente em denúncia anônima dirigida ao Visconde de Barbacena em 14/09/1789, desta vez citado como partícipe das reuniões. Esse documento de autoria desconhecida não foi juntado pelo Governador ao processo, pois implicava o envolvimento de dezenas de pessoas da Comarca do Rio das Mortes, que ao Visconde de Barbacena, não interessava ouvir, pelo consequente inchamento daquela Devassa que sempre quis minimizar.
Joaquim Pedro Caldas, temeroso, em julho de 1790, fez uma pequena carta-denúncia, dirigida ao escrivão da Devassa, José Caetano César Manitti, apenas para incriminar o Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo (morador de São João e seu inimigo, como se nota pela denúncia anônima citada), atribuindo a ele expressões desairosas sobre os reinóis, em época posterior a abertura do processo contra os inconfidentes. Por este último documento sabe-se que Caldas partira de São João del Rei em 1790 e mudara-se provavelmente para o Rio de Janeiro. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 266, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Domiciliana de Jesus, de Parati, companheira do pai, com a qual casou após enviuvar da sua mulher, Maria Eulina Gomes Braga, n. Angra dos Reis, RJ.
2 - Cap. Salvador de Carvalho Cunha Amaral Gurgel, de Parati, n. 1715, onde f. 1814.
ASCENDENTES DELE
1 - Salvador de Carvalho do Amaral Gurgel, n. 1762, NS dos Remédios de Parati, RJ, inconfidente, Médico ou cirurgião prático recém chegado em Vila Rica, onde morava na casa do Dr. Antônio José soares de Castro, foi procurado por Tiradentes para dar notícias de seu primo, Frei José Mariano da Conceição Veloso, naturalista. Foi degredado para Moçambique, para onde seguiu com Tomás Antonio Gonzaga e José Aires Gomes, casou em Inhambane, onde f. 1813, deixando pelo menos 5 filhos, entre os quais: Aires Joaquim, Felício Gomes e Luís Gomes.
Chegou em Moçambique em 1792, sendo aproveitado como ajudante do Cirurgião-Mor do Regimento de Infantaria, tendo mudado em novembro de 1793, juntamente com Aires Gomes, para Inhambane, onde foi Vereador de 1794 até 1802, Presidente da Câmara em 1803, Almotacé (fiscal de pesos e medidas) em 1804. Retornou para Moçambique em 1807, sendo nomeado Cirurgião-Mor do Regimento de Infantaria.
Tinha um meio-irmão, também Médico, José Antônio Campos do Amaral Gurgel, radicado em Taubaté, SP.
Em 1810 requereu licença para voltar ao Rio de Janeiro, a qual foi negada. (FG.277, “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 177 a 180, este pesquisado pela amiga, genealogista Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Veja a sua ascendência até 1565 (quando chegou Taussaint Grugel ao Rio de Janeiro) e descendência no livro “Na Trilha do Passado (Família Gurgel)”, de Aldysio Gurgel do Amaral. (FG.268).
Nota: Tiradentes lhe pediu também uma carta de apresentação, que se destinava especialmente ao Tenente Francisco Manoel da Silva Melo, do Rio.
3 - Francisca Vieira de Moraes, n. Santa Bárbara, Minas Gerais, Brasil.
2 - Jerônimo de Castro e Souza, n. Melgãs, bispado do Porto, Portugal, provavelmente o do mesmo nome que foi vereador em Ouro Preto, MG, em diversas legislaturas, de 1747 até 1767.
ASCENDENTES DELE
1 - Alferes, depois tenente, Jerônimo de Castro e Souza, n. Vila Rica, MG, f. 1820, Cantagalo, RJ, com 66 anos, morou em Macuco, RJ, onde já estava em 1800, era compadre de Tiradentes, tendo sido suspeito de participação na Inconfidência Mineira, foi também recolhido à prisão na Ilha das Cobras, por muitos meses, até ser despronunciado, já que foi inocentado pelo próprio Tiradentes.
Foi nomeado escrivão em 1815, mas preferiu mudar-se para Amparo, antes da fundação de Nova Friburgo, onde era cafeicultor em sua Fazenda do Amparo, a fim de fugir às perseguições que sofria.
Cc. Clara Maria de Castro Saraiva, n. Candelária, Rio, c.ger. na página da família Castro e Souza, da Região Serrana do RJ. (A.4.55, AL, HP.62, IM.62, NG.112 e Livro Terra de Cantagalo, de Acácio Ferreira Dias, Vol. I, fls. 34 e 37).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cap. José Álvares do Couto Saraiva ou Pereira, n. de Santo Ildefonso, bispado do Porto.
3 - Rita Maria de Jesus, n. Cachoeira, bispado de Mariana, MG.
Nota nº 1: Entretanto, encontramos também: “natural e morador do Rio de Janeiro, 36 anos, conhecido de Tiradentes em Vila Rica, em 1776”. (A.4.56).
Nota nº 2: Estava na casa de Valentim Lopes da Cunha, no Rio, quando Tiradentes teria falado com ele, Valentim e a irmã deste, Mônica Antonia do Sacramento (viúva), sobre revolução. (A.4.55, 57, 5.22).
7 - Maria Pamplona.
6 - Francisco Ferreira.
5 - Maria Correa.
4 - Antonio Francisco.
3 - Francisca Xavier Pamplona.
2 - Manoel Correa de Mello, c. 1ª vez, c. 1710, na Sé de Angra, Açores, Portugal, com Marta Francisca, f. de Francisco Gonçalves e Maria Correia e, enviuvando, c. 2ª vez, 1727, na mesma Sé, com Francisca Xavier Pamplona, acima.
Obs.: Estes dois casamentos (com os pais dos noivos, cujos nomes não constam dos autores pesquisados), foram descobertos pelo amigo, genealogista, William Horst Richter, pesquisando no site Family Search.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Cel. Inácio Correa Pamplona, delator, n. 1731, Angra, Ilha Terceira, Açores, Portugal, f. 1810, vivia em Prados, MG (foi convidado para participar da inconfidência pelo Pe. Carlos Correia de Toledo e Melo), cc. Eugênia Luiza da Silva, já f. 1818, com: (A.8.142, FS e Ef.2.387).
Obs.: Teodósia, Rosa e Inácia, em 1820 estavam internadas no recolhimento em Macaúbas.
1.1 Simplícia e Teodósia Correa Pamplona receberam terras na Freguesia do Arraial da Senhora Santa Ana do Bambuí. (Wellington).
1.2 Rosa. Esta, Timóteo (neto?) e o Ten. Cel. Inácio Correa Pamplona, receberam sesmarias no arraial de Nossa Senhora da Conceição da Conquista do Campo Grande, onde hoje se localiza o município de Prados. (Wellington).
1.3 Teodósia Correa Pamplona, b. 1752, NS da Assunção, Mariana, MG. (FS).
1.4 Ignacia Pamplona, b. 1758, NS da Assunção, Mariana, MG. (FS).
1.5. Bernardina Francisca de Paula Correa Pamplona (ou Bernardina Paim Pamplona), cc. seu irmão adotivo, João José Correa Pamplona. (“A Formação Histórica das Comunidades no Brasil”, Vol. 3, fls. 1042, de José Francisco de Paula Sobrinho).
1.4 Francisca.
1.5 Padre Inácio Correia Pamplona Corte Real, n. NS do Pilar de Ouro Preto, vivia em SJ de El-Rei em 1809, f. 1820, com testamento feito em 1818, onde diz que nunca fora casado, mas que criou: (Ef.1.255 e testamento encontrado no site Family Search, pelo amigo, genealogista, William Richter).
2.1 José Maria Correia, que fora exposto em sua casa.
2.2 José Joaquim Correia.
1.6 ..... (hipótese: provavelmente uma das filhas, com maior possibilidade para Rosa ou Francisca, que receberam sesmarias em Prados, ou uma possível neta), cc. Antonio Alves dos Santos, n. Prados, e tiveram pelo menos:
2.1 Joaquim Alves Pamplona, n. 1851, Prados, MG, tetravô do Sr. Wellington Domingos, que pesquisa os Pamplonas da região do Campo das Vertentes, em MG, mais precisamente em Senhora dos Remédios, que embora ainda não tenha conseguido comprovar, acredita que seu tetravô seria neto do Tenente Coronel.
Obs.: Mas pela data de nascimento parece mais provável ser bisneto.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - ...
3 - Tereza Francisca Santarém, “preta forra”.
Nota nº 1: Vide um Antonio Martins Pamplona Corte Real, c. 1806, com Francisca Antonia Oliveira, b. 1762, Viamão, RS (2º marido), c.ger. em o título Guerras. (FS).
Nota nº 2: Cada nome está escrito conforme encontrado nos autores.
3 - Ana Maria Toledo.
2 - Félix Correia Leme, n. Pindamonhangaba, fazendeiro em SJ de El-Rei. (2.240, SL.5.557 e 6.336).
ASCENDENTES DELE
1 - Félix Correia de Toledo, n. 1769, foi preso por engano, era sobrinho dos inconfidentes Sarg. Mor Luiz Vaz de Toledo Piza e Pe. Carlos Correia de Toledo e Melo. Chegou a ser interrogado no processo da Inconfidência, mas nada ficou provado contra ele. (2.240, A.2.116, 203 e SL.6.337).
Obs.: Veja toda a sua ascendência no título Vieiras Maias.
3 - Úrsula Isabel de Melo, n. Taubaté, onde f. 1752. (OJ.69 e PT.2.239).
2 - Timotheo Correia de Toledo. (OJ.69 e PT.2.239).
ASCENDENTES DELE
1 - Padre Carlos Correia de Toledo e Melo, inconfidente, de São José, MG, n. 1730 ou 31, Taubaté, SP, irmão do também inconfidente Luiz Vaz de Toledo Piza. Foi preso em maio de 1789, no meio do caminho de uma última tentativa de levantar a tropa.
Considerado cabeça de primeira importância e condenado á morte na forca, foi levado a Lisboa, para a decisão final da Rainha sobre o caso específico dos réus eclesiásticos, foi preso na fortaleza de São Julião da Barra, no segundo semestre de 1792, permanecendo preso até 1796, quando saiu para o Convento de São Francisco da Cidade, ali falecendo em 1803, aos 72 anos de idade. (OJ.69, PT.2.239 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 294/295, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Vide as suas ascendências paterna e materna nos títulos Toledos Pizas e Vieiras Maias.
ASCENDENTES DELE
1 - Raimundo Correia Lobo, não constou ter sido inconfidente, n. Serro, tinha 37 anos em 1789, Sarg. Mor do Regimento de Pardos do Tejuco, em cujo Arraial vivia da agricultura. Basílio de Brito Malheiro do Lago, escutou uma conversa sua com Crispiniano da Luz Soares, e denunciou este, mas não consta ter denunciado Raimundo. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 236).
Nota: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Thereza Ribeira da Luz ou de Alvarenga, n. Piranga, MG, “filha de paulistas”, ou de Guarapiranga, SP, prima de Antonio Furquim, e descendente do “Sevilhano”. (DV.2.43 e OJ.72).
2 - João Gonçalves da Costa, n. Areias, Braga, Portugal, dono de grandes lavras de mineração, irmão do Frei Francisco Vieira, que foi professor de Cláudio em Mariana, MG. (OJ.72).
ASCENDENTES DELE
1 - Cláudio Manoel da Costa, inconfidente, n. 1727, em Vargem ou Várzea de Itacolomi (assim como seus irmãos Antônio, José, João, Ana Felícia, Rosa de Volois e Clara Peregrina de Jesus), ou em 1729, em Ribeirão do Carmo, Mariana, MG, f. na prisão, em 1789, Advogado da Ordem 3ª de Vila Rica desde 1771, estudou em Coimbra de 1749 até 1753. Era primo e correspondente do historiador e genealogista Pedro Taques de Almeida Paes Leme. Não casou, mas vivia em regime de concubinato com Francisca Arcângela Cardoso ou de Souza, que seria “escrava de terceiros”, c.ger. e ascendência completa da mãe no título Fernandes. (A.2.124 e OJ.72).
Nota: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Manuel da Costa Capanema, mulato, sapateiro em SJ de El-Rei. (A.3.441 e OJ.111).
Nota: O Dr. José Xavier da Silva Capanema, de SJ de El-Rei, eleito Deputado em 1869, seria seu parente? (Ef.1.153).
ASCENDENTES DELE
1 - João da Costa Rodrigues, n. 1748, Vila Rica, MG, estalajadeiro em Varginha do Lourenço, no atual Município de Conselheiro Lafaiete, a meio caminho entre Ouro Branco e Carijós, casado, talvez cristão novo. Foi degredado para Moçambique. Os Juízes mandaram expor um dos “quartos” do corpo de Tiradentes em frente à sua hospedaria, até que o tempo o consumisse. (A.5.427, IHGB.7.59, livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 194, e OJ.93).
Nota: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Mariana Carvalho de Queiroz.
2 - José Dias Coelho.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Antonio José Dias Coelho, português, de Guimarães, f. 1828, Vila Rica, MG, que foi Sargento-mor de Ordenanças (Auxiliares), em Cachoeira do Campo, MG, contemporâneo de Tiradentes no Regimento dos Dragões de Vila Rica, que foi encarregado de prender alguns dos inconfidentes (inclusive o seu “cunhado”, Alvarenga Peixoto), teve com Maria Inácia Policena da Silveira Bueno, b. 1764, SJ Del Rei, onde f. 1796, irmã de Bárbara Eliodora (em Portes de El-Rei), o filho: (A.1.218, AD.4.127, EA.488 e Ef.1.158).
1.1 Antonio Francisco Teixeira Coelho, n. 1786, b. Prados, MG, 1787, onde f. 1851, Oficial da Rosa e Barão da Ponta do Morro (criado como filho pelo Cel. Francisco Antonio de Oliveira Lopes, inconfidente), cc. Claudina Celestina da Natividade, b. 1804, Queluz, MG, f. 1886, Rio, c.ger. em Portes de El-Rei. (A.1.218, 8.165, 9.12, EA.487, “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 252, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, e árvore de costado do renomado historiador e genealogista, Dario Cardoso Vale).
Obs.: Segundo pesquisas dos amigos, genealogistas, José Roberto de Vasconcelos e Pedro Wilson Carrano de Albuquerque, o título de Barão da Ponta do Morro pode não ter sido oficial e, sim, apenas prometido, ou dado pelo povo, por algum motivo, já que não consta do Arquivo Nobiliárquico Brasileiro.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Dr. José da Silveira e Souza, Advogado formado em Coimbra, npv. 1725, Tomar, Portugal, mas com ascendência paulista, morador SJ de El-Rei, onde entrou para a Irmandade do Santíssimo Sacramento em 1741, foi Ministro da Ordem 3ª de São Francisco, e f. 1793. (A.3.352, 9.420, Ef.1.157/8, 2.363, SG.31 e 137).
3 - Maria Josefa da Cunha Bueno (ou Bueno da Cunha), descendente do Anhanguera, fct. SJ de El-Rei, 1806.
4 - Dr. Pantaleão de Souza.
5 - Maria de Nazaré.
Nota: Aparentemente o nascimento do futuro Barão, sem que antes tivesse havido casamento dos seus pais foi um dos fatos que mais açulou os ânimos dos inconfidentes, em razão da respeitabilidade do Dr. José da Silveira e Souza, e da ascendência paulista da sua esposa, que ia dar em Amador Bueno da Veiga, no Anhanguera e, daí, no Sevilhano, família que nunca aceitou de bom grado o jugo português. Família do Aclamado (vide Silva Leme) e de Domingos Rodrigues do Prado, entre outros.
3 - Antonia Mariana do Sacramento, viúva e testamenteira do marido, em 1792, ano em que vendeu a Fazenda do Engenho do Campo a Manoel Rodrigues de Oliveira e Maria Angélica Rodrigues de Oliveira, depois houve destrato e ela vendeu para José Rodrigues da Costa. (JR.1.55).
2 - Tomás Dias da Mota, mineiro, inventariado em 1767, em São João Del Rei (IPHAN, caixa 534).
ASCENDENTES DELE
1 - João Dias da Mota, inconfidente, Capitão do regimento de Cavalaria Auxiliar de SJ de El-Rei, no lugar denominado Glória, n. 1743 ou 44, Vila Rica, f. 1793, Cabo Verde, assistia em Queluz. Em 1789, com 46 anos, era cc. Maria Angélica Rodrigues de Oliveira, e residiam em sua Fazenda do Engenho do Campo, entre Carijós (atual Lafaiete) e Igreja Nova (atual Barbacena), na beira do caminho antigo para o Rio de Janeiro, perto de Carandaí, a menos de 20 quilômetros de Vila Rica. Foi denunciado por Basílio de Brito Malheiro do Lago, por estar entre os ouvintes das palestras na Estalagem da Varginha, no final de 1788. (A.5.519 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 195).
Obs.: O Sr. Moacyr Villela, que pesquisou os inventários dos pais do inconfidente em São João de El-Rei, e gentilmente também enviou diversas informações para esta página, diz que o nome completo da fazenda seria: Fazenda do Engenho do Caminho Novo do Campo, e que ficaria na Freguesia de Carijós (atual Cidade de Lafaiete), bem distante de Vila Rica, e não a menos de 20 quilômetros, como está acima.
Irmãos do Cap. João Dias da Mota:
(Pesquisa inédita do historiador Joaquim Rodrigues de Almeida, 'Quincas de Almeida', gentilmente enviada pelos amigos, genealogistas, Avelina Maria Noronha de Almeida e Enio Oscar Vieira, ambos de Minas Gerais).
1.1 Tomásia Teresa de Jesus, emancipada ainda solteira em 1775, com (22?) anos, segundo o inventário, já era viúva e 1ª testamenteira do marido em 1792, cc. o Ten. Manoel Francisco Só, pais de pelo menos:
2.1 Antonia Francisca de Paula (2ª testamenteira do pai);
1.2 Joaquina Rosa de Jesus, n. Ouro Preto, tinha 17 anos em 1767 (inventário do pai), fct. 1833, na Fazenda da Rocinha, São Caetano de Paraopeba, MG (inventariante: o filho Martinho Pacheco Lima, citado como “viúvo”), c. 1777, Ouro Preto, com Martinho Pacheco Lima, n. 1730, Porto Judeu, Ilha Terceira, Açores, f. 1798 (inventariante: a esposa), f. de Manuel Pacheco de Faria e Francisca de Castro, com 7 filhos (ou 8?): (JR.1.217, 2.190 e pesquisa gentilmente enviada pelo amigo, genealogista, Luiz Augusto da Silva Júnior, descendente do casal).
Obs.: Ela deixou legado para sua sobrinha, Ana Cecília de Santa Maria, f. de Manoel Rodrigues de Oliveira e Antonia Francisca de Paula. (JR.1.216).
2.1 José Tomás de Lima, falecido demente, em 1836 (e não tenente, como também aparece), sendo inventariante o seu irmão, o Alf. Martinho Pacheco Lima.
2.2 Antonia Francisca de Paula, cc. Joaquim José Vieira.
2.3 Maria Inácia Rodrigues.
2.4 Ana Querubina dos Anjos.
2.5 Maria Joaquina de Lima (ou Maria Joaquina de São José), “a única filha que deixou filhos”, n. São Caetano do Paraopeba, ainda vivia em 1833, onde c. 1798 (testemunhas: Cap. Mor. José Rodrigues Costa e o Cap. João da Costa Pereira), com o Comendador e Cap. Mor José Ignacio Gomes Barbosa, n. Rio de Janeiro (que enviuvando, c. 1823, com Maria Leocádia de São José, viúva de João Bento Salgado), f. de Ignacio Gomes Barbosa e Maria do Rosário de Jesus, com pelo menos: (JR.1.216 e 6.1.12/13).
3.1 Cap. Mor José Ignacio Gomes Barbosa, f. 1869, Barão de Suassuí, já era c. 1833, com Antonia Jesuína Tavares de Melo Barbosa, irmã do Senador Estadual, Dr. José Tavares de Melo, Médico. (AZ e JR.1.216).
Obs.: Ou casou na Fazenda Engenho Grande, freguesia de Prados, MG, com Antonia Jesuína de Melo, filha do Alf. José Tavares de Melo e Joana Marcelina de Magalhães. (Citação no livro do Sr. Quincas de Almeida, gentilmente enviada pela amiga, genealogista, Avelina Maria Noronha de Almeida, de Conselheiro Lafaiete, MG).
2.6 Alf. Martinho Pacheco Lima, n. 1790, f. 1847 ou 48, c. 1810, com Maria Ignacia Rodrigues de Oliveira, f. de Manoel Rodrigues de Oliveira e Antonia Francisca de Paula, com pelo menos:
3.1 Maria Lima, b. 1815, NS da Conceição, Conselheiro Lafaiete, MG. (FS).
3.2 Martinho Souza (o pai deste constou como Martinho Pacheco de Souza), b. 1823, NS da Conceição, Conselheiro Lafaiete. (FS).
2.7 Leocádia Felisberta de São José.
2.8 Ana Cecília de Santa Maria, que em 1800 já era cc. José Rodrigues da Cunha, f. de Francisco da Cunha.
Obs.: No óbito do irmão José Tomás, em 1836, foi citada como casada, na ocasião, com o Cap. José Ignacio Gomes Barbosa (Vide dois do mesmo nome, acima).
1.3 José, com 14 anos em 1767, f. 1773, no seminário de Mariana, onde estudava, conforme inventário do pai.
Nota nº 1: Joana Tereza de Jesus, viúva do Cel. Manuel Rodrigues da Costa, pais do inconfidente, Padre Manuel Rodrigues da Costa, entrou com libelo contra o contido no testamento de Tomás Dias da Mota (note também o nome: “Joana Tereza de Jesus”, como uma das filhas do mesmo). Seria parente?
Nota nº 2: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Padre Silvestre Dias de Sá, juntamente com o Padre José Lopes de Oliveira, participou de “conciliábulos” com o Cel. José Aires Gomes (veja melhor em Siqueira). (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 267, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - André Esteves, provavelmente residente em alguma localidade entre São José e São João de El-Rei, MG, vizinho de José de Rezende Costa e de João Dias da Mota. Se relacionava com diversos inconfidentes, como se depreende das informações desses vizinhos. Totalmente omitido pela Devassa, talvez fosse fazendeiro e uma das pessoas importantes da Comarca do Rio das Mortes e, embora constante de denúncia anônima ao Visconde de Barbacena, nunca foi investigado. Em sua casa reuniram-se Rezende Costa e João Dias da Mota, e conversaram sobre o levante. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 246).
Nota nº 1: Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
Nota nº 2: Um André Esteves, n. Horta (junto a Villarica), cc. Magdalena Pinto, tiveram pelo menos: Sarg. Mor Francisco Xavier Pinto, n. Alfândega da Fé, bispado de Braga, f. com testamento em 1805, em Curitiba, cc. Rita Ferreira Bueno, f. do Sarg. Mor João Ferreira de Oliveira, n. Portugal, importante negociante na praça de Santos, e Maria Bueno, com 8 filhos em SL.1.452 (título Buenos da Ribeira). Não conseguimos confirmar ainda se ele (André) ou algum filho do mesmo nome teria vindo para o Brasil.
5 - Maria do Rosário (hipótese), n. Porto, Portugal. (SL.7.276).
4 - Domingos Fernandes (hipótese), n. Lamego, Portugal. (SL.7.276).
3 - Francisca Correa (ou de Lira Moraes?), f. 1775, Mogi das Cruzes. (A.4.70 e SL.7.276).
2 - Domingos Fernandes da Cruz. (A.4.70).
ASCENDENTES DELE
1 - Domingos Fernandes da Cruz, n. Mogi das Cruzes, SP, relojoeiro e oficial de torneiro no Rio, solteiro, 64 anos. (A.5.531 e HP.63).
Obs.: Tiradentes escondeu-se em sua casa, no Rio, a pedido de D. Inácia Gertrudes de Almeida (tia do inconfidente Alvarenga Peixoto) e do Padre Inácio Nogueira de Lima (27 anos, n. Iguaçu, RJ, sobrinho de D. Inácia, em cuja casa residia). (A.5.539 e 8.146).
3 - Maria Josefa.
2 - Manuel Fernandes da Silva.
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio José Fernandes da Silva, apelidado de “o Coifa” (peruca, cabelo arranjado), n. da Vila de Guimarães, Portugal, morador em São João de El-Rei, solteiro, 27 anos em 1789, caixeiro (balconista e gerente de casa de comércio), estava bem a par do desenvolvimento da conspiração, era, seguramente, um dos elementos da Comarca do Rio das Mortes que nunca foram investigados, mas que se sabia de sua participação na inconfidência. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 252, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Luiz Ferreira de Araújo e Azevedo, Ouvidor Geral da Comarca do Rio das Mortes (São João e São José de El-Rei), em 1780 e 90, substituto de Alvarenga Peixoto, que havia deixado a Magistratura para ser fazendeiro. participava frequentemente das reuniões em casa de Joaquim Pedro Caldas, juntamente com os conspiradores Francisco Antônio de Oliveira Lopes, Padre Toledo, Luís Vaz de Toledo Piza, José Aires Gomes. Embora o seu nome tenha sido citado por Inácio Correa Pamplona, em depoimento como testemunha no dia 30 de Junho de 1789, nunca foi ouvido na Devassa. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 245 e 266, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Cap. Inácio Ferreira dos Santos.
2 - (...), “viúva de São José de El-Rei”.
ASCENDENTES DELE
1 - Joaquim Ferreira dos Santos, Sacristão na Igreja Matriz de São José de El-Rei, onde tinha dois tios padres, morava “ao pé do chafariz”, estava bem a par da conspiração e era estreitamente ligado ao Vigário Carlos Correia de Toledo e Melo. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 264, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Francisco Joaquim, morador em SJ de El-Rei, Ten. Cel. de um Regimento de Cavalaria Auxiliar (o mais alto posto), provavelmente fazendeiro, não se tem notícias dos seus dados pessoais, pois passou inteiramente ao largo das investigações, assim como dezenas de outras personalidades civis de destaque da Comarca do Rio das Mortes. A única referência de sua participação vê-se no depoimento de Inácio Correa Pamplona, de 30.06.1789, como testemunha, na casa do Desembargador Pedro José de Araújo Saldanha, em Vila Rica, nunca tendo sido interrogado. Nunca se soube nem mesmo o seu nome completo. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 261, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Maria do Bom Sucesso Correa de Sá e Benevides, descendente do Visconde de Asseca. (Campos, Séc. XVIII e OJ.87).
2 - Cel. José Antonio Freire de Andrade, 2º Conde de Bobadela, Governador substituto das Minas Gerais. (OJ.87).
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade, n. 1756, Rio, inconfidente, talvez maçom, foi degredado para a África em 1792, cc. Izabel Carolina de Oliveira (Izabel Querubina de Oliveira ou ainda, Alves Maciel), n. Ouro Preto, (irmã do Dr. José Álvares Maciel, também inconfidente). (A.5.178, DFB, DV.1.244, GL.1, Maç.104 e OJ.87).
Obs.: Vide toda a ascendência da esposa e a descendência do casal em o título Raposos Bocarros.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cap. José Álvares Maciel, n. Viana do Castelo, Portugal, Guarda-Mor de Vila Rica, MG. (OJ.98).
3 - Juliana Pires de Oliveira Leite (ou Juliana Francisca de Oliveira Leite), n. Mariana, MG. (DV.244, Maç.86 e OJ.96).
OUTRO CASAMENTO DO INCONFIDENTE
Do General português, José Antonio Freire de Andrade, Governador de Minas Gerais em 1752, no impedimento do seu irmão, o Conde de Bobadella, e de Dona Maria do Bom Sucesso Correia de Sá, da casa dos Benevides e Assecas, procede: (Livro “Algumas Notas Genealógicas”, do Prof. Nelson Coelho de Senna, que pode ser visto no Blog do amigo, genealogista, Valquirio Barbalho).
1.1 Ten. Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade, um dos Inconfidentes de Minas, em 1789, que com Dona Maria Angélica Pereira, f. do Tabelião José Pereira de Souza Cabeça e de sua mulher, Dona Josepha Natália, em Mariana, teve:
2.1 Dona Antonia Francisca Pereira de Carvalho de Andrade, n. Ouro Preto, f. 1877, Mariana, cc. o Sarg. Mor Manoel José de Carvalho, n. 1846, Portugal, pais de:
3.1 Dona Maria Cândida Angélica Pereira de Carvalho Andrade, f. 1849, Rio, c. Mariana, com o Dr. Antonio Gomes Cândido, do Município de Mariana, com entre outros:
4.1 Cel. Antonio Gentil Gomes Cândido, cc. Dona Francisca Elisa Horta Gomes Cândido, pais de:
5.1 Emília Gentil Gomes Cândido de Senna, n. 1873, Mariana, c. 1896, Ouro Preto, com o Prof. Nelson Coelho de Senna, autor do livro “Algumas Notas Genealógicas”, no qual poderão ser vistas mais informações.
ASCENDENTES DELE
1 - Alf. Antônio Gomes de Oliveira Meireles, n. MG (inconfidente?), estabelecido em 1775, era relativamente novo no Regimento de Cavalaria de Minas, pois não consta da relação primitiva de oficiais. (Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 89). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
ASCENDENTES DELE
1 - Capitão Antônio Gonçalves de Figueiredo, morador de São João de El-Rei, e inimigo de Joaquim Pedro Caldas, foi por este denunciado, em julho de 1790, que atribuiu a ele expressões desairosas sobre os reinóis, em época posterior á abertura do processo contra os inconfidentes. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 266, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - ..., escrava.
2 -
ASCENDENTES DELE
1 - Vitoriano Gonçalves Veloso, inconfidente, pardo, casado, n. 1738, São José, f. 1803, Cabaceira Grande, Moçambique, enterrado na Igreja de NS dos Remédios, era alfaiate e Alferes do Regimento de Cavalaria Auxiliar, no distrito de Bichinho ou Gritador, na mesma comarca, comandado pelo Cel. Miguel Ferreira de Carvalho. Foi denunciado por Inácio Correia Pamplona. (A.1.210, Barsa, OJ.126 e livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 191 a 200).
Nota nº 1: Era compadre do inconfidente Francisco Antonio de Oliveira Lopes e de Francisco José de Melo (primo de D. Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, esposa do inconfidente Francisco Antonio), autor do bilhete, para que Vitoriano levasse ao inconfidente Francisco de Paula Freire de Andrade, e a todos os inconfidentes que encontrasse pelo caminho, de que Tiradentes e Joaquim Silvério dos Reis tinham sido presos, e que o levante deveria iniciar-se logo, fosse como fosse, a pedido do mesmo Francisco Antonio. (A.2.187, 194 e 9.436 e livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 191 a 200).
Nota nº 2: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Tomásia Isabel Clark Gonzaga, falecida antes que Tomás completasse um ano. (OJ.117).
2 - Dr. João Bernardo Gonzaga, Desembargador, “carioca e filho de carioca”, nomeado Ouvidor de Recife em 1751. (A.8.123, DD.118, OJ.47 e 117).
ASCENDENTES DELE
1 - Tomás Antonio Gonzaga, inconfidente, n. 1744, na Rua dos Cobertos, Miragaia, Porto, Portugal (embora tenha-se declarado brasileiro, em 1778), criado na Bahia, f. 1810 ou 11, Moçambique, Ouvidor em Vila Rica. Veio para Pernambuco com o pai, em 1751, indo depois para o Colégio dos Jesuítas da Bahia, onde estudou até 1759. Pode ter deixado um filho em Portugal, quando foi Juiz em Beja, dos 35 aos 38 anos, de nome Luís Antônio Gonzaga, professor e preceptor dos filhos do Conde de lavradio, que teria sido criado em Lisboa por uma irmã do poeta. À época da inconfidência era noivo de Maria Dorotéia Joaquina de Seixas Brandão, a “Marília de Dirceu”, n. 1767, Vila Rica, onde f. solteira, em 1853. Tendo sido degredado para a África, casou, em Moçambique, com Juliana de Souza Mascarenhas, filha de Alexandre Roberto Mascarenhas, com pelo menos: (GL.2.293, OJ.117, 119 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 98).
Obs.: Veja mais informações genealógicas desta família em CR.3.145.
1.1 Ana Mascarenhas Gonzaga, que casou em 1828. (TC.196).
ASCENDENTES DA NOIVA
2 - Cap. Balthazar João Mayrink. (CR.3.145 e EPF.1.7).
3 - Maria Dorothéa Joaquina de Seixas. (CR.3.145 e EPF.1.7).
4 - Ten. Gal. Bernardo da Silva Seixas e/ou Ferraz. (EPF.1.7 e PT.3.114).
5 - Francisca de Seixas da Fonseca. (EPF.1.7).
Nota nº 1: O Vice-Rei intercedeu em favor do seu primo Joaquim Antonio Gonzaga. (A.8.134).
Nota nº 2: A noiva era sobrinha do Ajudante de Ordens João Carlos Xavier da Silva Ferrão, de Vila Rica. (A.8.134).
Nota nº 3: José Carlos Mayrink da Silva Ferrão, irmão da noiva, era secretário do Governo de Pernambuco, e foi mantido quando houve a Revolução Pernambucana de 1817, como a revolução fracassou, teve que fugir para a França. Voltando ao Brasil, foi Senador do Império, falecendo em 1846. (GC.25, SI.74 e 142).
Nota nº 4: Tios, pelo lado materno: Ana Maria Clark (casada com um comerciante da cidade do Porto) Isabel (freira), Tereza Raimunda (freira), Tomás Clark (padre) e Raimundo Clark (padre). Sua avó materna tinha também o sobrenome “Jason”, o que aliado ao sobrenome da mãe, parece indicar ascendência inglesa por este ramo, fenômeno não muito raro em Portugal nessa época. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 98).
Nota nº 5: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
2 - Michel Gwerck.
ASCENDENTES DELE
1 - Nicolas George Gwerck, irlandês, nasceu em Waterford, cidade porto do sul da Irlanda em Janeiro de 1757 (em 18 de Fevereiro de 1791 declararia ter 34 anos). Saiu de sua terra com 12 anos, provavelmente com o pai, em direção a Setúbal, Portugal. Em 1785 mudou-se para Lisboa onde encontrou-se com Luiz Beltrão de Gouveia (de Almeida), então nomeado Intendente Geral do Distrito Diamantino, em Minas Gerais, que o trouxe ao Brasil como “professor de inglês”. Era solteiro. (A Inconfidência Mineira, de Márcio Jardim, fls. 210). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
ASCENDENTES DELE
1 - José Mariano Leal da Câmara Rangel de Gusmão, carioca, f. 1835, Lisboa, com 75 anos, estudou em Montpellier, na França, com Domingos Vidal de Barbosa Lage e José Joaquim da Maia e Barbalho, Vendek, “a quem poderia ter ajudado”. (A.8.28 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 207/8).
Participou das conversas revolucionárias em que Maia era enviado de comerciantes do Rio de Janeiro a contatar o embaixador dos Estados Unidos na França, Thomas Jefferson. Em seus depoimentos, Domingos Vidal citara Maia e José Mariano como seus colegas nas deliberações sobre o assunto. Maia nunca foi preso pois faleceu antes de retornar ao Brasil, em Fevereiro de 1788, e José Mariano, por dois motivos: (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 207/8).
1º) não se sabia o seu nome completo.
2º) porque ficou em Montpellier até 1790, quando doutorou-se em Medicina. A Devassa não deixou de tentar pegá-lo, embora lhe faltasse o nome completo e o paradeiro. Com o fim do processo, seu nome foi esquecido, e não procurado nem em Portugal, para onde deve ter voltado no princípio de 1791 ou 1792, depois de ver encerrado o processo.
Nota nº 1: Vidal de Barbosa achava que ele era da família do Conde de Rezende. (A.5.396).
Nota nº 2: Nesta página recebemos grande ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Jerônima Ferreira de Mendonça.
2 - Antonio de Lima e Melo.
ASCENDENTES DELE
1 - Joaquim de Lima e Melo, n. de Vila da Ponte de Lima, Braga, Portugal, solteiro, tinha 58 anos em 1789, Capitão do 1º Regimento de Cavalaria Auxiliar de Vila Rica, exercia também os cargos de Escriturário e Contador da Junta da Real Fazenda. Talvez seja quem trouxe a Vila Rica, em primeira mão, a notícia da prisão de Tiradentes e Joaquim Silvério dos Reis, no Rio de Janeiro, em 17 de maio de 1789.
Foi chamado a depor em 26.06.1789. “Nunca fora preso e passou ao esquecimento” (seria inconfidente?). (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 264, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Thereza da Silva e Ávila de Figueiredo.
2 - João Lobo Leite Pereira.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Antônio Agostinho Lobo Leite Pereira, n. 1741, Cachoeira do Campo, MG, colega de Tiradentes no Regimento de Cavalaria de Minas, segundo depoimento do inconfidente Domingos de Abreu Vieira, em sua carta denúncia de 28 de maio de 1789, Tiradentes teria mencionado o seu nome como já aliciado para a revolta. Poderia ser primo materno do Alf. Matias Sanches Brandão. (Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 60). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
ASCENDENTES DELE
1 - Valentim Lopes da Cunha, n. Rio, onde era morador na Rua do Ouvidor, com o ofício de Lapidário. Não foi provado se seria um dos inconfidentes, entretanto, Tiradentes teria falado com ele (em sua própria casa), sua irmã Mônica Antonia do Sacramento (viúva), e o Alferes Jerônimo de Castro e Souza, sobre revolução. (A.4.55, 57, 5.22).
3 - Bernardina Caetana do Sacramento Gonçalves Lage (1ª esposa), f. 1782, tia do inconfidente Domingos Vidal de Barbosa. (A.2.470 e 9.273).
2 - Ten. Cel. José Lopes de Oliveira, n. Olival, Portugal, f. 1778. (A.2.470, OJ.105, VT.1.178).
ASCENDENTES DELE
1 - Padre José Lopes de Oliveira, de São José, MG, n. 1739/40, em Alberto Dias, perto de Barbacena, MG (ou Borda do Campo), f. “1793”, Lisboa (ou libertado da prisão, em Lisboa, em “1804”), inconfidente, cooptado pelo Padre Toledo (Correia de Toledo e Melo), irmão do também inconfidente Francisco Antonio de Oliveira Lopes, meio-irmão ainda da esposa do inconfidente José Aires Gomes, e primo de Domingos Vidal de Barbosa. Tio de Bernardina Quitéria, que depois da inconfidência cc. o delator Joaquim Silvério dos Reis. (A.9.273, VT.1.134, 178 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 277 a 290, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Veja toda a família em VT.1.178.
Nota nº 1: Dois irmãos, religiosos, viviam no Porto, Portugal: Frei Antonio e Frei Domingos.
Nota nº 2: Outro irmão seu, o Sarg. Mor Manuel Caetano de Oliveira Lopes, teria sido preso juntamente com Joaquim Silvério dos Reis. (A.2.71).
3 - Ana Maria, “parda forra”, já f. 1789.
2 - ...
ASCENDENTES DELE
1 - Crispiniano da Luz Soares, mulato alforriado, n. 1766, no Arraial do Tejuco, Diamantina, Alfaiate, solteiro, Anspaçada de Granadeiros do Regimento dos Pardos do Arraial do Tejuco, foi delatado por Basílio de Brito Malheiro do Lago, que escutou uma conversa sua com Raimundo Correia Lobo. (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
3 - Joana Luiza Xavier, n. Piranga, MG.
2 - Alf. Sebastião Correa Galaz, n. Piranga, MG, morador em Mariana, ou do Cel. Domingos Alves de Oliveira Maciel (irmão do inconfidente José Álvares Maciel), após o falecimento do Alferes.
ASCENDENTES DELE
1 - João Severiano Maciel da Costa, Marquês de Queluz, n. 1769, Piranga, f. 1833, Senador, Desembargador, Ministro e Conselheiro do Império (não consta ter participado da inconfidência), c. 1801, com Bárbara Benedita Tavares, n. Covilhã, Portugal. (DV.1.244, MQ.26 e SL.4.354).
Obs.: Veja melhor, com toda a ascendência no título Raposos Bocarros.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Luiz Antonio Pereira da Costa Lobo.
3 - Josefa Joaquina Osório.
Nota: Sua meia-irmã, Joana Teodora Inácia Xavier, segundo Silva Leme também seria filha do Cel. Domingos Alves de Oliveira Maciel, o que parece engano. (DV.244, MQ.26 e SL.4.354).
3 - Ana Maria da Porciúncula.
2 - José da Maia Brito, f. 1791, mestre de obras e empreiteiro da construção civil, de avultados recursos, no Rio (sócio de Antonio Rodrigues de Paiva, também mestre de obras), irmão terceiro de São Francisco. Em Janeiro de 1771, os sócios adquiriam o “Engenho de Inhumuçu”, em Irajá, RJ. (A.5.346 e 8.27).
ASCENDENTES DELE
1 - José Joaquim da Maia e Barbalho (Vendek), n. 1751 ou 57, Rio, f. Coimbra, Portugal, 1788. Tido como de ideias muito liberais para a época, cursou Coimbra de 1782 até 85, quando foi contemporâneo do inconfidente José Álvares Maciel. Juntamente com Domingos Vidal de Barbosa Lage, teria se encontrado com Thomas Jefferson, segundo declarações de Francisco Antônio de Oliveira Lopes. (A.8.22, DD.101 e pesquisas da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, no livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 272).
Nota: Tomás da Maia e Brito, irmão de seu pai, também foi pedreiro e padre eremita, “administrador das obras do adro onde ficam as capelas da Via Sacra do Santuário do Senhor do Bom Jesus de Matozinhos, de Congonhas do Campo”. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim).
5 - ....
4 - Manoel da Costa Marinho, n. 1686, Barcelos, Portugal. (Pesquisa do amigo, genealogista, Antonio Carlos de Castro, de Campinas, SP, que descobriu também as datas do casamento da filha e do nascimento do genro, abaixo).
3 - Clara Maria Negreiros de Castro (2ª esposa), c. 1750, Ouro Preto, MG.
2 - Manuel Manso da Costa Reis, n. 1711, freguesia de Santo Antônio Além do Carmo, Salvador, Bahia.
ASCENDENTES DELE
1 - Cap. Valeriano Manso da Costa Reis, contemporâneo de Tiradentes no Regimento de Dragões de Vila Rica, sobre o qual não consta ter sido inconfidente, cc. Ana Ricarda Casimira de Seixas (ou Ana Ricarda Marcelina de Seixas), b. 1770, Ouro Preto, irmã de “Marília de Dirceu” (vide Gozaga), pais de entre outros: (CR.3.145).
Obs.: Veja toda a família do Cap. Valeriano e da esposa em CR.3.145, e no texto sobre os “Descendentes de Clara Maria Negreiros de Castro”.
1.1 Francisco de Assis Manso da Costa Reis, n. Minas, cc. sua parenta Francisca, f. de Matheus Herculano Monteiro de Barros e Maria Custódia Nogueira da Gama (veja toda a ascendência da esposa em SL.6.368).
1.2 Bernardo Tolentino Manso da Costa Reis, f. 1859, Recife, PE, Comerciante, Comendador da ordem da Rosa, c. 1827, na mesma cidade, com sua prima paterna, Caetana Maria Joaquina Dorothea de Seixas Ferrão, f. de José Carlos Mayrink da Silva Ferrão, n. 1771, Vila Rica, f. 1846, Recife, irmão de “Marília de Dirceu” (vide Gozaga), Advogado, que foi Governador de Pernambuco, e Joana Maria de Deus Gomes, com geração e ascendência da esposa, no livro “A Mística do Parentesco”, de Edgardo Pires Ferreira, fls. 8.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Cap. Baltazar João Mayrink, f. 1815, Ouro Preto.
3 - Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, npv. 1736.
ASCENDENTES DELE
1 - José Martins Borges, delator, não era inconfidente, foi preso por prestar falso testemunho, de que o Ten. João de Almeida e Souza seria conjurado. Foi pai de pelo menos: (OJ.107).
1.1 (...), que vivia com Fernando José Ribeiro. (A.2.352).
Nota nº 1: Juntamente com Fernando José Ribeiro, acima, e o Pe. João Batista de Araújo, português, denunciaram o Ten. João de Almeida e Souza. (A.2.352).
Nota nº 2: Não conseguimos esclarecer se é o mesmo José Martins Borges, n. Sto. Amaro, f. de Paulo Martins Borges e Ana Moreira Garcia, c. 1757, Itu, com Rosa Leite de Anaia, f. de Antonio de Anaia de Almeida e Maria Leite de Siqueira, que está em o título Raposos Tavares.
ASCENDENTES DELE
1 - Francisco José de Melo, n. 1733, São José de El-Rei, f. 1790, no hospital real, Almotacé (fiscal de pesos e medidas) em São José, e fazendeiro no arraial do Bichinho (atual Vitoriano Veloso), primo de D. Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, esposa do inconfidente Francisco Antonio de Oliveira Lopes, de quem era vizinho, e compadre e também vizinho de Vitoriano Gonçalves Veloso. Escreveu um bilhete, a pedido de Francisco Antonio, para que Vitoriano levasse ao inconfidente Francisco de Paula Freire de Andrade. (A.2.194, 9.436 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 201).
Nota nº 1: As autoridades não encontraram provas suficientes contra ele.
Nota nº 2: Nesta página recebemos colaboração da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. José Antônio de Melo, n. 1750, São João del Rei, colega de Tiradentes no Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, que o considerava como certo na revolta, conforme depoimento do inconfidente Domingos de Abreu Vieira, em denúncias escritas na prisão a 28 de Maio de 1789.
Nota nº 1: Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 60.
Nota nº 2: Informação gentilmente enviada pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Narciso Mendes foi cooptado para o levante pelo vigário Carlos Correia de Toledo e Melo, no início de 1789. O padre dera-lhe detalhes da conspiração, e Narciso, que devia ser um homem pouco letrado, perguntou-lhe se o levante seria bom ou ruim para minas Gerais. Com a resposta do vigário, Narciso aceitou o convite e disse que estaria pronto para a luta.
A participação desse inconfidente, morador em um lugar indefinido “atrás da Serra de Ibituruna”, foi revelada pelo depoimento de Francisco Antônio de Oliveira Lopes em 15/06/1789. No dia 23 de julho a Devassa inquiriu Luiz Vaz de Toledo Piza, irmão do padre Toledo, que confirmou conhecer Narciso Mendes, mas negou ter sabido que fora cooptado por seu irmão. Inquirindo-se o padre Toledo 11/07/1791, este confirmou que conhecia ''muito bem'' a Narciso Mendes, mas negou que tivesse lhe falado sobre levante. Acareados Francisco Lopes e padre Toledo, ambos persistiram no que tinham dito, mas o obtuso Coronel de Milícias, dizendo-se perturbado, admitiu que poderia ter-se enganado. A verdade parece ter estado com Francisco Lopes, pois ele deu até os detalhes da conversa entre o padre Toledo, Narciso Mendes e Francisco José de Mesquita. Lopes era um ingênuo, facilmente manipulável e fora prolixo em seu depoimento, enganado pelo escrivão César Manitti, em troca de uma promessa de proteção. Entretanto, Narciso Mendes nunca foi procurado. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 275, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Francisco José de Mesquita, nascido por volta de 1759 em São José do Rio das Mortes (atual Tiradentes), morador no lugar denominado Curralinho, cooptado pelo Vigário de São José de El-Rei, Carlos Correia de Toledo e Melo no início de 1789, dando-lhe todos os detalhes sobre o levante em preparação, inclusive que José Álvares Maciel estava encarregado de montar as fábricas que iriam ser instaladas, especialmente a de pólvora. No entanto nunca chegou a ser interrogado na Devassa.
Casado em 1779 com Joana Silveira da Cruz, n. de Santo Antônio da Casa Branca, MG. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 262, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Antonia Joana de Miranda e Costa.
2 - Sargento-Mor Manuel dos Santos.
ASCENDENTES DELE
1 - Manoel José de Miranda, n. Vila do Caeté, MG, 34 anos, que trabalhava no Engenho Mato Grosso, em Marapicu, no Estado do Rio, foi preso, mas depois absolvido, por ter dado a Tiradentes uma carta dirigida ao proprietário do engenho, Mestre-de-Campo Inácio de Andrade Souto-Maior Rendon, a fim de facilitar a fuga do inconfidente para Minas. Era casado com ...... (A.5.85, 8.146 e HP.62).
3 - Margarida Maria ou Maria Eufrásia da Cunha Matos. (Ef.2.419, JR.1.2-2 e NG.44).
2 - Manoel José Monteiro de Barros, n. Barcelos, Portugal, já f. 1789, Guarda Mor de Congonhas do Campo. (A.8.148 e SL.7.42).
ASCENDENTES DELE
1 - Lucas Antonio Monteiro de Barros, inconfidente (segundo denúncia de Basílio de Brito Malheiro do Lago, em 1789), n. 1765, Congonhas do Campo, MG, f. 1851, Rio, formado em Coimbra em 1787, amigo íntimo do inconfidente Alvarenga Peixoto, o Vice-Rei lhe deu saída para o Reino para livrá-lo do processo, depois da independência foi Barão e Visconde de Congonhas, Senador e Presidente da Província de São Paulo, cc. sua prima, Maria Tereza Joaquina de Sauvan, f. de Manoel Monteiro de Barros e Maria Joaquina de Sauvan, n. de Marselha. (A.3.441, 8.135, 157, JR.1.2-2, PI.138 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim).
Obs.: Vide mais ascendência e a descendência dele em SL.7.42.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Manoel Monteiro de Barros. (SL.7.42).
3 - Maria Joaquina de Sauvan, filha de André de Sauvan, de origem francesa. (SL.7.42).
Nota: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Manoel Antônio de Morais, n. Mogadouro, Comarca da Torre de Moncorvo, Braga, f. do Dr. Antônio de Morais Pinto e Ana Maria de Aguiar, solteiro e fazendeiro em Serro Frio.
Em 1789 tinha 48 anos e ocupava o cargo de Sarg. Mor de Ordenanças em Minas-Novas e morava em Congonhas de Cima do Serro Frio. Em seu primeiro depoimento admitiu que, na conversa que tivera com o Alferes Silva Xavier (que lhe oferecia umas terras e lavras no Registro de Paraibuna), o militar mostrou-se “desgostoso deste país”, pois “tinha feito muitos serviços a Sua Majestade”, e que nem por isso era premiado”. Vê-se que quem estava mais próximo da verdade sobre o teor da conversa era Basílio de Brito Malheiro do Lago, que em seu depoimento disse que ele se hospedava na casa de José Joaquim da Rocha, onde Tiradentes ia sempre.
Interrogado em 4 de agosto de 1789 pelo Desembargador Pedro Saldanha, Morais negou que tivesse conversado com Tiradentes sobre levante, o assunto fora venda de terras. (A.1.148, 4.178 e A Inconfidência Mineira, de Márcio Jardim, fls. 273, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Nota: Um Manuel Antonio de Morais, foi referido como “natural de Bragança”, casado no Rio, 43 anos, vivia da sua agência. (A.4.72). E também poderia ser referência ao mesmo: Antonio de Morais, “paulista”, que ajudou ao Tiradentes. (A.8.146).
3 - Mariana de Toledo, n. Taubaté. (A.8.149 e Nob.2.240).
2 - Cap. Antonio José da Mota (inconfidente?), n. Sampaio de Favões, Conselho de Benviver (ou n. de Taubaté, “filho de ilustre família, tronco das primeiras raízes de Minas”?), Cap. das Ordenanças de Taubaté e, depois, de Baependi, onde estava na época da inconfidência, não tendo sido identificado pela Devassa. Ele e o filho permaneceram quietos em sua fazenda de Baependi, onde nunca foram encontrados. (A.8.149 e Nob.2.240 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 251, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Claro José da Mota e Toledo, inconfidente, n. Taubaté, tinha cerca de 25 anos em 1789, que fazia a ligação entre os inconfidentes mineiros e paulistas, sobrinho dos também inconfidentes Padre Carlos Correia de Toledo (de Melo), em cuja dependência vivia, e Luiz Vaz de Toledo Piza, nunca foi encontrado pelas autoridades. (A.1.197, 3.441, 4.303, 8.149, AS.2.175, GL.6.53, PT.2.240 e SL.5.548).
Participou da principal reunião entre seus tios e os inconfidentes Padre Luiz Vieira, Alvarenga Peixoto, Tomás Gonzaga, e Tiradentes, em 26.12.1788, tendo sido denunciado por Basílio de Brito Malheiro do Lago. Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 197. (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Veja toda a sua ascendência no título Vieiras Maias.
Nota: Um Claro José de Toledo, n. e b. Taubaté, f. do Guarda Mor Jacinto José de Toledo e Ana de Souza Portela, casou em 1802, em Cunha, SP, com Maria José da Conceição, n. e b. nesta cidade, f. de João José Rodrigues e Margarida Nunes de Siqueira (em o título Nunes Siqueiras). Testemunhas: Antonio José de Oliveira e Francisco José Nogueira. (AS.10.62).
ASCENDENTES DELE
1 - Pe. Inácio Nogueira de Lima, 27 anos, n. Iguaçu, RJ, sobrinho de D. Inácia Gertrudes de Almeida (tia do inconfidente Alvarenga Peixoto), em cuja casa residia, pediu a Domingos Fernandes da Cruz, que permitisse ao Tiradentes esconder-se em sua casa, no Rio, onde depois ele foi preso. (A.5.531, 539 e 8.146).
3 - Escolástica Maria da Silveira.
2 - Sargento-Mor Domingos Nunes Carneiro.
ASCENDENTES DELE
1 - Ajudante João José Nunes Carneiro, n. Caeté, Sabará, MG, do Regimento de Artilharia do Rio de Janeiro, com 44 anos em 1789, solteiro. Considerado suspeito de participação na Inconfidência, foi absolvido após inocentado pelo próprio Tiradentes (A.4.53, livro “Inconfidência Mineira”, de Maria Efigênia Lage de Resende, fls. 62 e HP.62).
Nota nº 1: Foi um dos primeiros povoadores de Cantagalo, RJ, onde recebeu uma sesmaria em 1787, portanto, dois anos antes da inconfidência. No entanto, não encontramos qualquer indício de que tenha realmente assumido as suas terras.
Nota nº 2: Um capitão-mor João José Carneiro, junto a sua esposa Maria Soares, foi padrinho em 1829 em Quatis, então termo de Barra Mansa, de Cândida Formina de Barros (A Família Vidal Leite Ribeiro, Genealogia Reminiscência, de Armando Vidal Leite Ribeiro, fls. 61)
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio João de Oliveira (inconfidente?), n. Congonhas do Campo, MG, morador no Arraial de São Gonçalo do Ibituruna, fazendeiro, com 52 anos de idade em 1789, estava ciente dos planos da Inconfidência. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 250). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
3 - Mariana Dias Paes Leme, f. 1738, Parnaíba, SP.
2 - Cel. Francisco Paes de Oliveira Horta, f. 1701. (3.73, 78, DB.199, DV.1.88 e SL.4.331).
ASCENDENTES DELE
1 - Cap. Maximiano de Oliveira Leite, n. Parnaíba, SP, residente em Vila Rica, MG, c. 1722, com Inácia Pires de Arruda. São os avós maternos do inconfidente Dr. José Álvares Maciel e da esposa do inconfidente Francisco de Paula Freire de Andrade. (DV.244 e RGB.69.320).
Obs.: Veja toda a ascendência e descendência a partir do título Raposos Bocarros.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Francisco Pires Ribeiro.
3 - Maria de Arruda.
Nota: Alguns autores dizem que ele foi um dos incentivadores da inconfidência, porém, não chegou a ser indiciado.
3 - Bernardina Caetana do Sacramento Gonçalves Lage (1ª esposa), f. 1782, tia do inconfidente Domingos Vidal de Barbosa. (A.2.470 e 9.273).
2 - Cap. José Lopes de Oliveira, n. Olival, Portugal, f. 1778. (OJ.105, VT.1.178).
ASCENDENTES DELE
1 - Cel. Francisco Antônio de Oliveira Lopes, inconfidente, n. 1750, Borda do Campo (atual Barbacena), f. 1800, Benguela, África, fazendeiro no Rio das Mortes (vizinho do inconfidente Pe. Toledo e Melo), irmão do também inconfidente Padre José Lopes de Oliveira e primo de Domingos Vidal de Barbosa. Casou, 1781 ou 82, com Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, irmã do Cap. Mor de São João de El-Rei, MG, à época da inconfidência, Gonçalo Teixeira de Carvalho. O casal não teve filho, mas adotou: (A.2.39, 4.231, 9.273 e OJ.84/5).
1.1 Antônio Francisco Teixeira Coelho (ou Antônio Francisco Teixeira de Carvalho), n. 1764, b. Prados, MG, 1787, onde f. 1851, Oficial da Rosa e Barão da Ponta do Morro, filho de Antônio José Dias Coelho, português, de Guimarães, f. 1828, Vila Rica, MG, contemporâneo de Tiradentes no Regimento dos Dragões de Vila Rica, e Maria Inácia Policena da Silveira Bueno, b. 1764, São João Del Rei, onde f. 1796 (esta irmã de Bárbara Eliodora), c.ger. e ascendência completa no título Portes de El-Rei. (A.1.218, 8.165, 9.12, EA.487 e “A Inconfidência Mineira, de Márcio Jardim, fls. 149, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: 1) Veja também “Velhos Troncos Mineiros”, do Cônego R. Trindade, Vol. 1, fls. 178. 2) Segundo pesquisas dos amigos, genealogistas, José Roberto de Vasconcelos e Pedro Wilson Carrano de Albuquerque, o título de Barão da Ponta do Morro pode não ter sido oficial e, sim, apenas prometido, ou dado pelo povo, por algum motivo, já que não consta do Arquivo Nobiliárquico Brasileiro.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Pedro Teixeira de Carvalho, Cap. Mor de SJ de El-Rei, MG. (A.2.39, 9.11, DFB e VT.1.179).
3 - Clara Maria de Melo, inventariada 1792, SJ de El-Rei. (A.2.39, 9.11, DFB e VT.1.179).
Nota nº 1: Em Benguela foi protegido pelo Juiz de Fora brasileiro, Desembargador Antônio da Silva Lisboa. (A.2.39).
Nota nº 2: Note que a mãe da esposa tem o mesmo nome que a mãe do inconfidente José Aires Gomes (que casou com uma meia-irmã sua). Seriam parentes? (VT.1.134). A esposa foi também madrinha de filho de José Aires Gomes, em solteira, em 1777. (Pesquisa do Sr. Joaquim dos Santos Neto, de Mogi das Cruzes).
3 - Thereza de Oliveira, n. Portugal. (SL.6.444).
2 - João Lopes, n. Portugal. (SL.6.444).
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio de Oliveira Lopes, o “Fraca Roupa”, inconfidente, n. 1725, Abrantes, Portugal, residente em Itajubá, com 63 anos em 1789, carpinteiro, f. 1794, África, c. 1763 ou 64, Guaratinguetá, com Francisca Álvares da Silva (ou Francisca Leme da Silva), n. desta cidade, c.ger. em Machados Barros. (AS.10.275, BG.70.27 e SL.6.444).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Domingos Álvares da Silva. (SL.6.444).
3 - Anna Vieira Barros. (SL.6.444).
Nota: Veja toda a ascendência da esposa em o título Machados Barros.
3 - Bernardina Caetana do Sacramento Gonçalves Lage (1ª esposa), f. 1782, tia do inconfidente Domingos Vidal de Barbosa. (A.2.470 e 9.273).
2 - Ten. Cel. José Lopes de Oliveira, n. Olival, Portugal, f. 1778. (A.2.470, OJ.105, VT.1.178).
ASCENDENTES DELE
1 - Sarg. Mor Manuel Caetano do Oliveira Lopes, teria sido preso juntamente com Joaquim Silvério dos Reis. Irmão dos inconfidentes Pe. José Lopes de Oliveira e Francisco Antônio de Oliveira Lopes, logo também meio-irmão da esposa da esposa de José Aires Gomes, e também primo do Dr. Domingos Vidal de Barbosa, entretanto foi omitido em VT.1.178, onde se encontra a família. (A.2.71).
Nota: No site “Espelho de cem faces”, de Álvaro Araújo Antunes, o encontramos citado como filho do inconfidente Francisco Antônio de Oliveira Lopes, mas, pelo menos por enquanto, não temos condições de saber se foi mesmo filho ou irmão, mas, apenas, que foi citado como irmão do Pe. José Lopes de Oliveira, em A.2.71.
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio de Oliveira Pinto (inconfidente?), morador do Rio de Janeiro, Capitão de uma Companhia de Ordenanças (Auxiliares), foi contatado por Tiradentes pouco antes de sua prisão, talvez comerciante e originário de Minas. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 248). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
ASCENDENTES DELE
1 - Manoel Luís Pereira, Furriel de Artilharia da guarnição do Rio de Janeiro. Existem dúvidas sobre o seu envolvimento ou não na inconfidência. (HP.62).
Nota: “Na fazenda das Cebolas (Paraíba do Sul) arranchou-se com um outro viajante, o furriel da guarnição do Rio de Janeiro, Manoel Luís Pereira. Conversou com êle longo tempo, apregoando as vantagens de um levante […]. Êsse furriel adiantou-se no caminho e logo que chegou ao Rio de Janeiro foi contar o encontro dêle com o alferes de Minas, ao vice-rei Luís de Vasconcelos. Ia viajando com Tiradentes o alferes Matias Sanches Brandão”. Lima Jr., Augusto de; Pequena História da Inconfidência de Minas Gerais. Belo Horizonte: 2ª edição do autor, v. I, 1955, fls. 153/4. (Comparação do texto acima com outro psicografado, no site “Obras Psicografadas”).
ASCENDENTES DELE
1 - Cadete José Pereira de Almeida Beltrão, amigo e contemporâneo no mesmo Regimento de Tiradentes, em Vila Rica, que segundo alguns autores teria registrado como seu, João Pereira de Almeida Beltrão, um dos filhos do amigo e de Eugênia Joaquina da Silva, para que não fosse perseguido em razão da inconfidência, o que provavelmente não procede, já que o batismo do mesmo ocorreu em 1787, portanto antes que o movimento fosse descoberto e, também, pelo que foi dito pelo Dr. José Alves de Oliveira, em seu livro sobre a história de Abaeté: “É certo que Tiradentes não teve outros filhos, além de Joaquina ...”. C.ger. em título Oliveiras Leitões.
Obs.: Conforme assento de batismo descoberto pelo historiador Waldemar de Almeida Barbosa, e demais informações gentilmente enviadas pelo historiador Deusdedit Campos, de Belo Horizonte, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - José Pereira Chaves, n. 1749, na Freguesia de Santa Maria do Salto, Termo de Monte Alegre, Bragança, Portugal, próspero fazendeiro do Arraial da Laje e negociante de gado e mercadorias entre diversas vilas de Minas e o Rio de Janeiro, sobre o qual não consta ter sido inconfidente, teria desconfiado através de palavras de José de Resende Costa Filho, bem antes da data que este alegou ter sido convidado pelo Padre Toledo para participar da inconfidência, que havia planos para a instauração da Independência do Brasil, quando este lhe disse que não iria mais estudar em Coimbra porque esperava o resultado de uma obra que tinha em mãos.
Perguntando ao sacristão de São João de El-Rei, Joaquim Ferreira dos Santos, o que significavam essas misteriosas palavras, este revelou que sabia, por intermédio do mesmo Resende, sobre o levante em perspectiva. O negociante Chaves correu a contar o caso ao seu comandante de Auxiliares, o Ten. Cel. Inácio Correia Pamplona. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 174 a 177, 274 e 275). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. José Pereira Freire de Moura. A identidade completa deste inconfidente foi descoberta por Tarquíno J. B. de Oliveira, em anotações à nova edição dos Autos da Devassa. A referência à sua participação apareceu apenas três vezes na Devassa: a primeira, no extenso depoimento prestado em 15.07.1789, por Francisco Antônio de Oliveira Lopes, na Cadeia de Vila Rica; a segunda, na 9ª inquirição feita a Tiradentes, em 4.07.1791, e a terceira no depoimento do Ten. Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade, feito na Cadeia da Relação do Rio de Janeiro, de 6.06.1791. Francisco Lopes disse que o padre Toledo lhe havia “nomeado” um doutor das partes de Minas Novas “com o qual os conspiradores contavam para a revolta”. Tentando descobrir a identidade desse personagem, a Devassa pressionou Tiradentes, que negou ter conhecido qualquer doutor de Minas Novas, e que era falso ter algum participado em reunião na casa do Ten. Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade. Mas Francisco de Paula admitiu que Tiradentes ou o padre Rolim pedira uma carta a Domingos de Abreu Vieira, para o “doutor José Pereira, de Minas Novas”. Era a primeira vez que aparecia o nome do doutor conterrâneo de Domingos de Abreu Vieira.
O mais lógico é que a carta tenha sido solicitada a Domingos de Abreu (comerciante por muitos anos em Minas Novas), pelo padre Oliveira Rolim, que era daquela região, o Serro Frio, e para lá se dirigia; além disso o padre Rolim era concunhado de Moura; ele viria no roldão das forças que convergiriam do Serro Frio para Vila Rica.
A reunião deliberatória, na casa de Francisco de Paula, tinha-se realizado em dezembro de 1788; é provável que o contato tenha sido realmente efetivado. Não se sabe nenhum outro dado deste doutor, que nunca foi interrogado ou sequer procurado. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 270, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Ana Marques.
2 - Gonçalo Pereira.
ASCENDENTES DELE
1 - José Pereira Marques (o “Marquésio”, das Cartas Chilenas), n. 1751, São João de Limões, Cerva, Braga, Portugal, Ten. Cel. do Regimento de Auxiliares (o mais alto posto), rico comerciante aos trinta e poucos anos, morador em Vila Rica, arrematou o contrato das entradas em dois triênios seguidos, de 1785 até 90, favorecido pela proteção arbitrária do Governador Luís da Cunha Meneses (o Fanfarrão Minésio), e era visitado pelas principais personalidades da Capitania. Tinha 38 anos em 1789, solteiro. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 271, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
2 - Major Jacinto Pereira Ribeiro, comerciante em Congonhas do Campo, MG. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 213/214, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes de Carvalho, de Varginha/MG e Internet).
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. José Pereira Ribeiro, n. 1764, Congonhas do Campo, MG, testemunha e também suspeito da inconfidência, que voltou de Lisboa, em 1788, no mesmo navio em que veio o inconfidente Domingos Vidal de Barbosa Lage, trazendo livros de interesse dos inconfidentes, tio do Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos, formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1787.
Foi inquirido duas vezes na Devassa, em 8 e 21 de Julho de 1789:
Na 1ª vez, sobre o conteúdo das declarações de Francisco Antônio de Oliveira Lopes, que revelara o encontro de Thomas Jefferson com José Joaquim da Maia e Domingos Vidal de Barbosa Lage; e,
Na 2ª vez, sobre o caso do embuçado.
Em ambas as ocasiões permaneceu mudo, o que, aliado ao fato de Domingos Vidal não o incluir em sua denúncia, valeu-lhe o esquecimento da Devassa, já apertado por ter de livrar seu sobrinho Diogo Pereira Ribeiro, acima, e abafar a repercussão da morte de Cláudio Manoel da Costa. (A.1.242, 2.92 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 272, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes de Carvalho, de Varginha, MG).
5 - ...
4 - Major Jacinto Pereira Ribeiro (avô paterno ou materno), comerciante em Congonhas do Campo, MG. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 213/214).
3 - Ana Jacinta da Natividade Ribeiro, n. Porto, Portugal. (A.4.173 e Wikipédia).
2 - Cel. Jerônimo Pereira de Vasconcelos, n. Porto. (A.4.173 e Wikipédia).
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos, n. 1758, Santo Ildefonso, Comarca do Porto, Portugal, f. 1812, veio com 9 anos para Congonhas do Campo, MG, para viver com o avô Jacinto. Doutorou-se em Direito em 1782, na Universidade de Coimbra, veio em 1783 para Mariana, MG, foi Vereador em Vila Rica, MG, Juiz do crime no Bairro São José, no Rio, historiador e jurisconsulto, existem dúvidas se teria sido um dos inconfidentes, chegou a ser preso e depois liberado. C. 1785, Mariana, com Maria do Carmo de Souza Barradas, dessa cidade, tendo como padrinhos e testemunhas, Tomás Antônio Gonzaga, Francisco Gregório Pires Monteiro Bandeira e Inácio José de Souza Rabelo. Deixou cerca de 14 filhos, dos quais foram encontrados: (A.4.173, HP.70, Wikipédia e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 213/214, este de pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
1.1 Jerônimo, o mais velho, n. 1787, b. 1788, na Matriz do Pilar de Ouro Preto (padrinhos: José Pereira Ribeiro e Anna Joaquina de São José), seguiu carreira militar em Portugal, tendo sido Ten. Cel. Ministro da Guerra, Par do Reino, Conselheiro de Estado e Visconde da Ponte da Barca.
1.2 Anna, b. 1790, na mesma Matriz (padrinhos: João de Souza Barradas e Francisca de Souza, residentes em Mariana).
1.3 Jacinta, b. 1792, idem (padrinhos: Manoel José de Oliveira e Maria da Assumpção, residente em Mariana).
1.4 João, b. 1794, idem (padrinhos: José da Costa Ferrão e Anna Jacintha, residente em Congonhas).
1.5 Fernando, formado em História Natural, na Holanda, foi o criador do Jardim Botânico de Ouro Preto.
1.6 Bernardo Pereira de Vasconcelos, foi Juiz e Deputado.
1.7 Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos, foi Magistrado, Senador do Império, Ministro e Conselheiro de Estado, c. 1839, NS da Conceição, Ouro Preto, com Bernarda Malvina de Vasconcellos, f. de João Raimundo Alves Galan e Joanna ... Vasconcellos. (FS).
1.8 Maria do Carmo Pereira de Vasconcelos, b. 1787 (padrinhos: Dr. Ouvidor, Tomás Antônio Gonzaga e D. Jacinta Maria da Fonseca e Silva, sua avó materna), f. 1849, “com 50 anos?”, cc. o Alferes de Linha Regular, Filipe Joaquim da Cunha e Castro, f. do Sarg. Mor pago, Felipe José da Cunha, n. Santarém, e sm. D. Joana Helena Ferreira de Sá e Castro, n. da Freguesia de Sumidouro, MG (padrinho do casamento: Cap. General, Conde de Palma, Dom Francisco de Assis Mascarenhas), com pelo menos:
Obs.: Esta filha não consta dos autores, foi encontrada no site Family Search, pelo seu 5º neto, o amigo, genealogista, Rodrigo Figueiredo de Vasconcelos (inclusive o casamento e os dois primeiros filhos abaixo, sendo os demais encontrados pelo amigo, genealogista, Claus Rodarte).
2.1 Cel. Francisco Gabriel da Cunha e Castro (4º avô), b. 1812, no Livro VI, da Matriz de NS da Conceição de Antônio Dias, Ouro Preto, MG (padrinho: Dom Francisco de Assis Mascarenhas, Capitão General, Conde de Palma, e não houve madrinha). (FS).
2.2 Diogo Gabriel da Cunha e Castro, n. e b. 1810, cujo batismo está no mesmo livro e Matriz (padrinhos: Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos e Dona Maria do Carmo Barradas). (FS).
2.3 Diogo (2º do nome), b. 1813, na mesma Matriz (padrinhos: Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcellos e Dona Maria do Carmo Barradas). (FS).
2.4 Manoel, b. 1814, na mesma Matriz (padrinho: Dom Manoel de Portugal e Castro, Capitão General, e não houve madrinha). (FS).
2.5 Maria, b. 1816, na mesma Matriz (padrinhos: Sarg. Mor, José Bento Soares, e Dona Joanna Jacinta de Vasconcellos). (FS).
2.6 Filipe, b. 1817, na mesma Matriz (padrinhos: Ten. Cel. José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, por procuração, e Dona Jacinta Carolina de Vasconcelos). (FS).
2.7 Gabriela, b. 1820, na mesma Matriz (padrinhos: Dr. Bernardo Pereira de Vasconcellos e Dona Izabel Dioguina de Vasconcellos). (FS).
2.8 Carolina, b. 1822, na mesma Matriz (padrinhos: Dr. Cassiano Spiridião de Mello e Mattos e Dona Jacinta Carolina de Vasconcellos), f. 1823. (FS).
2.9 Filipe (2º do nome), b. 1824, na mesma Matriz (padrinhos: Sarg. Mor Antônio Caetano Pinto Coelho da Cunha e Dona Maria do Carmo Barradas (?). (FS).
2.10 Bernardo, b. 1826, na mesma Matriz (padrinhos: Dr. Bernardo Pereira de Vasconcellos e Dona Izabel Dioguina de Vasconcellos). (FS).
2.11 Filipe (3º do nome), b. 1829, na mesma Matriz (padrinhos: Fernando Antônio de Vasconcellos e Dona Jacinta Carolina de Vasconcellos). (FS).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Dr. João de Souza Barradas, de Mariana, MG. (A.4.173).
3 - Jacinta Maria da Fonseca e Silva. (Artigo do amigo, genealogista, José Roberto Nunes de Vasconcelos, no site rootsweb).
......................
Vejamos o que diz o historiador e genealogista Deusdedit Campos, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, em seu livro sobre Dona Joaquina do Pompéu, publicado em 2003, a respeito do Dr. Diogo: (Texto gentilmente enviado pelo autor).
“Por ocasião da prisão dos Inconfidentes, o Dr. Diogo foi também preso, no dia 24 de maio, mas comprovando-se não ter nenhuma culpa, foi libertado a 29 de maio daquele ano. Tiradentes foi enforcado a 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro.
O Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos escreveu “Breve Descrição Histórica, Física e Geográfica da Capitania de Minas Gerais”.
Durante muitos anos foi vítima de críticas de outros historiadores. O motivo da crítica era que no Capítulo de seu livro, dedicado a Pessoas Célebres, não citou o nome do Dr. Cláudio Manoel da Costa, de José Alvares Maciel e de Domingos Vidal, todos Inconfidentes.
Diogo Luiz de Almeida Pereira de Vasconcellos, um seu descendente, explica no livro “História Média das Minas Gerais” que todos aqueles Inconfidentes foram condenados “de Memória Infame”. A Memória Infame correspondia a morte Civil e por isto não poderiam ser lembrados por ninguém sob pena de duros castigos. Como Jurista que era o Dr. Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos sabia que não poderia contrariar a lei então vigente. Além disto, seu pai e seus irmãos viviam em Portugal ocupando importantes cargos no Governo.
Em 1789, o Dr. Diogo havia sido convocado para depor na devassa instaurada pelo Visconde de Barbacena, por ocasião da Inconfidência Mineira, da qual foi acusado de ter tomado parte em conversas relativas ao levante que se premeditava. Em seu depoimento, afirmou desconhecer qualquer tentativa de rebelião e atribuiu a prisão de Tiradentes ao fato deste andar espalhando “umas parvoíces, dizendo que queria fazer uma república”.
Prestou também depoimento na devassa do Rio de Janeiro, instaurada por ordem do então vice-rei D. Luís de Vasconcelos e Sousa, na mesma época.
Politicamente, o Dr. Diogo foi uma figura polêmica. Realista, governista e colonialista, em 22 de maio de 1792, sendo primeiro vereador da Câmara de Vila Rica e como orador oficial da “Solene Festividade” da comemoração de um mês da execução de Tiradentes, em sessão solene, estando presentes, além do governador e capitão-general Visconde de Barbacena, mais o Bispo Diocesano, oficiais militares, magistrados, funcionários régios e negociantes de grosso e pequeno trato, perante os quais proferiu um longo e eloquente discurso a favor de D. Maria I, pelo feliz sucesso de se achar desvanecida a pretendida conjuração nesta capitania; o texto é uma verdadeira apologia ao Despotismo Triunfante. Começou ele, entre outras expressões terríveis de menosprezo à memória dos que haviam tomado parte na conjuração, ao definir-se, declarando que “A tolerância é vício, entre nós abominável”. E por isso, referindo-se a Tiradentes, cuja cabeça descarnada, suspensa ao poste da infâmia, se avistava através das janelas da Casa do Paço Municipal, dizia”:
“Um castigo em si terrível, ainda é pequeno para expiar tão atroz delito. Crime horrendo, cujo efeito mostra no centro daquela praça os restos de um pérfido. Mas, deixemos esse desgraçado servir ao exemplo da futura idade, que dele não se lembrará sem formular a ideia da sua ingratidão, de seu opróbio e suplício”.
Nota nº 1: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
Nota nº 2: Quanto aos filhos do Dr. Diogo, recebemos também grande ajuda do amigo, genealogista, Claus Rodarte, que pesquisou os livros da Matriz de Ouro Preto.
6 - Capitão de Cavalaria dos Auxiliares do Serro, MG, cujo nome não descobrimos.
5 - ...
4 - ...
3 - Francisca Fernandes da Silva Oliveira, n. 1752, Conceição da Praia, BA ou Tejuco, MG, a Chica da Silva, que pertenceu como escrava ao Sargento Mor do Tejuco, José da Silva e Oliveira, pai do padre Rolim, sendo depois de alforriada. (Livro “Genealogia Norte Mineira”, de Valdivino Pereira Ferreira, Vol. I, fls. 121 e 122).
2 - Manoel Pires Sardinha, n. Portugal, Médico no Serro, MG, f. cerca de 1753. (Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 49).
ASCENDENTES DELE
1 - Sarg. Mor Simão Pires Sardinha, inconfidente, n. 1747, Tejuco, cuja meia-irmã Quitéria Rita ou Quitéria Inácia da Silva, era amante do inconfidente Pe. Rolim. O Vice-Rei lhe deu saída para o Reino, para que não fosse processado. (A.3.441, 8.135, 137 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 238).
Nota nº 1: Era irmão do Dr. João Fernandes de Oliveira Grijó.
Nota nº 2: Colaborou nesta página a amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Mariana Pires de Oliveira Leite ou Leme.
2 - Cap. Mor José da Silva Pontes de Carvalho, professo da ordem de Cristo, n. Sto. Amaro, Guarda Mor das Minas do Inficionado e Catas Altas, MG. (SL.4.353, 8.118 e VT.86).
ASCENDENTES DELE
1 - O mais provável é que o “talvez inconfidente” deste nome tenha sido o bacharel Antônio Pires da Silva Pontes Leme, n. Mariana, MG, b. 1749, formado em Matemática em Coimbra, 1776, Cavaleiro Professo de S. Bento de Aviz, Capitão da Real Armada, encarregado de uma Comissão de fronteira em Mato Grosso em 1786, que falava sobre Minas vir a ser a “cabeça de um grande Reino”, e não o seu sobrinho abaixo citado.
Foi denunciado por carta do seu ex-colega de Coimbra, José Lacerda e Almeida, de 24.09.1786, ao Ministro Martinho de Melo e Castro, do Ultramar, que entretanto foi arquivada, não sendo incluída na devassa de 1789, tendo ele vindo a ocupar o cargo de Governador da Capitania do Espírito Santo em 1800, e cujas ascendência e descendência estão no título Raposos Bocarros. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 253, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG e Enciclopédia Barsa.7.130).
Nota: Antônio Pires da Silva Pontes (omitido em SL), f. do Cap. Mor Manuel José Pereira ou Pires Porto de Espínola e Maria Catarina da Silva Pontes, que estava em Minas em 1788, sobrinho materno do acima, “talvez fosse um dos inconfidentes”. “Era Descendente do Cel. Maximiliano de Oliveira Leite e parente do inconfidente José Álvares Maciel”. (DD.102 e DV.243).
3 - Rita do Sacramento.
2 - Antônio Ramos da Silva.
ASCENDENTES DELE
1 - Antônio Ramos da Silva Nogueira, n. 1755, Salvador, BA, tinha 35 anos em 1789, quando entrou na Devassa por indiscrição de José Álvares Maciel, formou-se em Direito em 1781, na Universidade de Coimbra, tendo sido nomeado, cerca de 1787, Juiz de Fora para a Vila de Mariana, MG. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 254, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Ten. Cel. Francisco Antônio Rebelo, n. 1731, Portugal, f. 1805, Lisboa, ligado ao Visconde de Barbacena, não foi referido como inconfidente, entretanto fez vista grossa quanto ao movimento. (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
7 - Margarida de Resende, n. 1621, Açores, Portugal, f. de Jorge de Resende, n. 1600, Portugal, e Catarina de Freitas, n. 1602, Açores, Portugal (estes casados em 1623, Açores).
6 - André da Fonte de Moraes, n. 1625, Alcácer, Portugal, c. 1646, Porto, Portugal.
5 - Ana da Costa, n. 1670, Açores, onde f. 1717.
4 - Manoel de Resende, n. 1649, Portugal, onde f. 1702, c. Vila Nova do Porto, Portugal.
3 - Helena Maria de Jesus, n. 1710, Ilha do Faial, Açores, Portugal, f. 1772, Prados, MG.
2 - João de Resende Costa, n. 1695, Porto, Portugal, f. 1758, Prados, MG, onde c. 1726.
ASCENDENTES DELE
1 - Cap. José de Resende Costa, inconfidente, n. 1728 ou 30, Prados, MG, uma das pessoas mais importantes da Comarca do Rio das mortes, e amigo do padre Toledo, f. 1798, em Bissau ou em Cabo Verde, África, onde cumpria pena de degredo por 10 anos, Capitão do Regimento de Auxiliares da Vila de São José ou São João de El-Rei, residia em sua Fazenda de Campos Gerais da Laje, no Arraial da Aplicação de NS da Penha de França da Laje (atual Resende Costa), em cuja casa, na praça, ainda morava a sua 6ª geração em 1989 (Domingos Sávio Pinto, mulher e duas filhas), foi cooptado pelos irmãos Toledo (vide Vaz Toledo Piza), c. 1766, com Ana Alves Preto (ou Ana Álvares Preto), n. 1732, Açores, Portugal, pais de dois filhos: (A.4.207, 5.437, Barsa OJ.103/4, Revista Manchete de 29.04.1789, TC.203 e livros “A Inconfidência Mineira, de Márcio Cotrim, fls. 174 a 177, e “As Três Ilhoas”, “Helena Maria de Jesus”, folhas 22/3 e 49/50, de José Guimarães, onde se poderá ver mais informações sobre esta família).
Obs.: Vide parente cc. Escolástica de Toledo, filha de Luiz Vaz de Toledo Piza, em Vieiras Maias.
1.1 José de Resende Costa, filho, também inconfidente, n. 1765, Laje, termo da Vila de São José, solteiro, talvez f. 1841, Rio, cooptado pelo Padre Carlos Correia de Toledo (vide Correia Toledo Melo), foi preso juntamente com o seu pai, pelo seu depoimento foram descobertos muitos detalhes da conspiração. Foi degredado para Cabo Verde, tendo voltado para o Brasil em 1809, onde foi eleito Deputado por diversas legislaturas, cc. (...), com pelo menos:
2.1 Antônio.
2.2 José.
2.3 (...), filha.
1.2 Francisca Cândida de Resende, n. e b. NS da Penha de França da Laje, atual Resende Costa, f. na sua Fazenda dos Campos Gerais, cc. o Cap. Gervásio Pereira Alvim, n. Coimbra, c.ger. em AS.4.155.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - João Alves Preto, n. 1707, Portugal, casou em 1731, no Rio das Mortes, MG, com:
3 - Maria Pedrosa de Moraes, n. 1710, Açores, Portugal.
ALGUNS IRMÃOS DO INCONFIDENTE CAP. JOSÉ DE RESENDE COSTA:
1. Maria Helena de Jesus, n. 1729, Lagoa Dourada, Prado, MG, onde c. 1749, com o Cap. José Antônio da Silva, n. 1708, na Aldeia de Ferraria, freguesia de São Cristóvão do Rio Tinto, bispado do Porto, Portugal, f. 1779, Lagoa Dourada, f. de André João e Maria Antônia, com pelo menos: (FS).
1.1 Cap. Joaquim Antônio da Silva Resende, n. 1771, Lagoa Dourada, cc. Antônia de Ávila Lobo Leite Pereira, com pelo menos: (FS).
2.1 Maria Balbina de Resende, c. 1804, Santana do Morro do Chapéu, Queluz, MG, com o Major Joaquim Vieira da Silva Pinto, n. 1783. (FS).
2. Manuel de Resende Costa, n. 1735, Prados, MG, c. 1760, com Anna Felipa Ferreira, f. de Manuel de Carvalho Duarte e Bárbara Ferreira Brandão, com pelo menos:
1.1 Inácio da Costa Resende, n. 1786, Andrelândia, MG, c. 1860, com Rosa Maria de São Sebastião, com pelo menos:
2.1 Rosária da Costa Resende, n. 1820, cc. Antônio de Sousa Lima, n. 1825, Natércia, MG, f. de João de Sousa Lima e Cláudia Claudina Accioli Magalhães.
3. Julião da Costa Resende, c. 1ª vez, com Anna Joaquina de Toledo e, 2ª, com Francisca Teresa de São José, c.ger. (As informações sobre este irmão foram gentilmente enviadas pelo genealogista Marcos Lima, de Minas Gerais).
Nota: A maior parte das informações desta página foram, gentilmente, enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Fernando José Ribeiro, delator, português, agricultor, morador no Serro Frio, MG, vivia com (...). (A.2.352, 3.203 e OJ.24).
ASCENDENTES DA MULHER
2 - José Martins Borges.
Nota: Juntamente com José Martins Borges e o Pe. João Batista de Araújo, português, denunciaram o Ten. João de Almeida e Souza. (A.2.352).
3 - Paula da Cruz.
2 - João Rodrigues.
ASCENDENTES DELE
1 - O Tenente Antônio Ribeiro de Avelar, testemunha, Cavaleiro Professo da Ordem de Cristo, n. por volta de “1750”, Santana de Carnota, Alenquer, Lisboa, Portugal, f. Rio, 1794, “tinha 49 anos em 1789”, abastado comerciante atacadista, estabelecido à Rua dos Pescadores (Visconde de Inhaúma), e Tenente do Regimento de Auxiliares do Rio, Cantagalo e Inhomirim, RJ, proprietário de terras no Brasil e em Portugal, representante de João Rodrigues de Macedo no Rio, tronco dos Ribeiro de Avelar do RJ, deu depoimento no processo de Tiradentes a favor do réu. Com o seu irmão João Rodrigues da Cruz fundou, em 1770, a Fazenda Pau Grande, em Pati do Alferes.
C. 1775 com Antônia Maria da Conceição, n. 1758 no RJ e f. 1828 em Pau Grande, c.ger. em a família Ribeiro de Avelar. (A.2.368, “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 255, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, Dicionário das Famílias Brasileiras e “O Casal Furquim Werneck e Sua Descendência”, de Roberto Menezes de Moraes, fls. 74 e seguintes).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Braz Gonçalves Portugal, n. 1720, Braga, Portugal, sesmeiro em Ribeirão das Lages e Rio Piraí, RJ. (FW.74).
3 - Francisca Antônia Assunção.
4 - João Dias.
5 - Antônia Gonçalves.
6 - João Lopes, n. Certã, Portugal, c. 1717, com:
7 - Brígida de Macedo, n. 1680, Rio, onde faleceu.
8 - Antônio Lopes de Macedo, n. Porto, Portugal, f. Rio, c. 1679, com:
9 - Maria de Alvarenga, n. Rio.
Nota nº 1: No leilão dos bens dos inconfidentes arrematou o escravo Alexandre da Silva, do Padre Rolim (vide Silva Oliveira Rolim), e outros bens. (A.2.368).
Nota nº 2: Foi apenas testemunha, mas o seu perfil era de quem apoiava ou pelo menos tinha simpatia com a causa da inconfidência.
3 - Maria do Plauto ou do Planto. (A.4.115).
2 - Cap. Luiz da Rocha. (A.4.115).
ASCENDENTES DELE
1 - José Joaquim da Rocha, testemunha, n. 1740 ou 49, São Miguel, Souza, Aveiro, Portugal, Sarg. Mor das Ordenanças de Minas Novas, solteiro, “49 anos em 1789”, comerciante em Vila Rica. Cartógrafo, assentou praça aos 35 anos, como Cabo, no Regimento de Cavalaria, recém criado, sob as ordens do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, que começava também a sua carreira militar. (A.4.115 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 268, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Existiram 3 deste nome, um dos quais foi o “Herói do Fico”, que está no título Raposos Bocarros.
5 - Maria Joaquina de Jesus.
4 - Vicente da Costa Oliveira, inventariado em 1853, em Juiz de Fora, MG, provavelmente proprietário de uma Fazenda Pau Grande (não ficou claro se seriam os avós paternos ou maternos).
Obs.: São os pentavós do amigo, genealogista, Francisco Barros.
3 - Joana Tereza de Jesus, moradora no Registro Velho, Barbacena. (OJ.112). Esta talvez irmã do inconfidente Cap. João Dias da Mota.
2 - Ten. Cel. Manuel Rodrigues da Costa, provavelmente o mesmo Cel. Manuel Rodrigues da Costa, comandante do destacamento de Prados, MG, que em 1784 foi incumbido de medir as terras proibidas (Zona da Mata mineira e Região Serrana fluminense), juntamente com Tiradentes e com o então Ten. Gal. São Martinho, dos Dragões de Vila Rica, para assentar as famílias mineiras que regressavam dos garimpos, o que resultou na fundação de diversas cidades, entre as quais: Cataguases, MG, e Cantagalo, RJ. (DP.147 e OJ.112).
ASCENDENTES DELE
1 - Pe. Manuel Rodrigues da Costa, inconfidente, n. 1754, na Conceição de Ibitipoca (atual Lima Duarte), à época capela filial de Carijós, Conselheiro Lafaiete, MG, f. 1844, Barbacena. Foi degredado, mas liberado da prisão em 1802, provavelmente recolheu-se à clausura em Lisboa por 6 anos, tendo voltado para o Brasil em 1808. (A.2.432, OJ.112 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 277 a 290, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
IRMÃ:
1 - Maria, b. 1755, São Caetano, MG. (JR.6.1).
Nota nº 1: O seu pai era compadre de João Rodrigues de Macedo.
Nota nº 2: Mesma família do Barão de Pouso Alegre e do Conselheiro Lafaiete Rodrigues Pereira (Francisco Barros).
ASCENDENTES DELE
1 - João Rodrigues de Macedo, português, de Coimbra, contratador em Vila Rica, MG, irmão terceiro do Carmo, abastado negociante em Minas, para onde foi cerca de 1775, com 30 ou 35 anos, e onde era possuidor de lavras auríferas, cujos negócios se estendiam até à corte do Rio de Janeiro, para o qual trabalhavam, direta ou indiretamente, alguns dos inconfidentes, pediu aos seus contatos no Rio para ajudar ao “amigo Xavier” e outros condenados. Alguns autores acham que pode ter sido um dos incentivadores da inconfidência, porque poderia ser grandemente beneficiado com as pretendidas reduções de impostos, já que acabou se tornando um grande devedor da Real Fazenda.
Homem muito generoso, era muito conceituado e benquisto em Vila Rica, entretanto não se conhece o seu estado civil, já que há autores que o dizem solteiro e outros que casou 2 vezes.
Irmão de Bento Rodrigues de Macedo, negociante em Coimbra e primo de Domingos José Gomes, comerciante no Rio, onde tinha negócios com Antônio Ribeiro de Avelar e Antônio Gonçalves Ledo (este pai de Joaquim Gonçalves Ledo, Maçon e republicano, que foi um dos próceres da Independência em 1822, exilado por Pedro I). (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 165 e 166, e outros autores).
Nota nº 1: Algumas ligações: era compadre do pai do inconfidente Pe. Manuel Rodrigues da Costa; o inconfidente Vicente Vieira da Mota era seu guarda-livros; o Ten. Antônio Ribeiro de Avelar, testemunha, que deu depoimento a favor de Tiradentes, era seu representante no Rio; José Álvares Maciel, Cap. Mor de Vila Rica, pai do inconfidente do mesmo nome, foi seu conselheiro e José Aires Gomes foi seu compadre e fiador.
Nota nº 2: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
7 - Dona Maria Izabel de Bittencourt, lisboeta. (Valdivino).
6 - Capitão de Cavalaria, João Ferreira dos Santos, residente nos Chãos de Ferreira, bispado do Porto, Portugal. (Valdivino).
5 - Luzia Maria de Jesus. (Valdivino).
4 - Domingos Rodrigues dos Santos. (Valdivino).
3 - Dona Francisca Antônia Xavier de Bittencourt e Sá (irmã do Dr. João Ferreira Bittencourt e Sá, Desembargador da Relação e Juiz de Fora, nas décadas de 1750 e 60), casados na aplicação de Santo Antônio de Itacambira (Tocambira), termo de Minas Novas do Fanado. (Colaboração do amigo, genealogista, Valdivino Pereira Ferreira e site “Família, Poder e Mito”, de André Luiz Rosa Ribeiro).
2 - Ten. Bernardino Luiz Cardoso Bittencourt (ou Bernardino Rodrigues Cardoso), residente no Sertão da Bahia. (A.5.557 e Valdivino).
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. José de Sá Bittencourt e Accioli (ou José de Sá Bittencourt e Câmara), bacharel em Ciências Naturais, n. 1755, Caeté, MG, onde residia, f. 1828 (ou 1835), na mesma cidade, Maçom, veio aos 13 anos da vila do Rio das Contas, Bahia, onde moravam os seus pais, para estudar e morar com seu tio, Cap. Cipriano Ferreira da Câmara. Sua tia Maria Isabel de Sá Bittencourt teria comprado a sua não condenação por duas arrobas de ouro, voltou à fazenda de seus pais na Vila do Rio de Contas, e dali passaria a Vitória da Conquista, onde, em 1791, tornou-se fazendeiro. Era amigo do inconfidente José Álvares Maciel, “maçom entusiasta”, iniciado em Montpellier, França, de quem foi colega na Universidade de Coimbra, ambos foram alunos do Professor Domingos Vandelli. Tinha 37 anos e era solteiro, à época da Inconfidência, casou depois, com (...), e deixou 11 filhos, entre os quais: (AS.5.557, 560, DD.157, Maç.203/4, SI.74, Site do Senado, e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 239 a 245, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
2.1 Carlota Augusta, mãe de: (Informação gentilmente enviada pelo seu descendente Iraldo de Sá Silveira, incluindo a geração abaixo).
3.1 Rufina Aurelina, mãe de:
4.1 Hermelina Aurelina (bisavó do genealogista Iraldo, acima, que a conheceu), cc. “seu primo carnal”, Fabrício de Sá Barros, também descendente do inconfidente Dr. José de Sá Bittencourt, acima.
IRMÃOS:
1.1 Dr. Manuel Ferreira da Câmara Bittencourt Aguiar e Sá, n. e b. 1764, na freguesia de Itacambiruçú, f. 1835 (irmão, e não primo ou cunhado, como também aparece em alguns autores), Intendente Geral das Minas de Diamante de 1810 a 1821, Deputado Geral em 1823, depois Senador de 1827 a 1835.
Casou com D. Mathildes de Oliveira Meirelles Ferreira da Câmara, com geração na Bahia, onde residia na Comarca de Ilhéus. (Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 239 a 245, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, site do Senado, e gentil colaboração do amigo, genealogista, Valdivino, acima, que enviou o registro de batismo do Dr. Manoel).
1.2 Inácio Accioly de Sá, “citado por autores baianos”, formou-se na França (talvez em Montpellier), cc. (...). Dois de seus filhos receberam condecorações em 1827, são eles:
2.1 Guilherme Bittencourt de Sá Accioly.
2.2 Carlos Bittencourt de Sá.
1.3 Ana.
1.4 Maria ou Joaquina ...
E MAIS:
Em 1821, em Sabará MG, foi acordado pelo surto das ondas pela Independência do Brasil, escrevendo entusiasmado ao seu antigo colega José Bonifácio da Andrada e Silva, feito condestável do Império que se criava. Em 1821, portanto antes da proclamação oficial da Independência, remeteu ao “pai da unidade nacional”, feito Ministro do Reino e Estrangeiros, pelo intemperado Príncipe Regente, uma “Memória Mineralógica da Comarca de Sabará”, como homenagem ao amigo e último apelo ao incentivo para o desenvolvimento da ciência mineralógica do Brasil.
Vale a pena transcrever a carta introdutória, que, parece-nos, a primeira defesa da Inconfidência Mineira, feita por um inconfidente, antes da separação entre o Brasil e Portugal:
“Ilmo. e Exmo. Senhor:
Nem sempre os acontecimentos filosóficos, neste país, haviam de ser criminosos; nem sempre os amantes da razão e da verdade sufocariam em seu seio sentimentos úteis e liberais. O tirano despotismo que, neste país, oprimiu, devastou e destruiu os primeiros alunos desta útil faculdade, embaraçou por muito tempo o seu exercício aos que escaparam de suas fúrias; fez o retardamento de seu progresso e sufocou no berço planos de melhoramentos bem premeditados. Com que mágoa, Exmo. Senhor, me não recordo do infernal governo do déspota Barbacena; e com que não satisfação não vejo agora a V. Exa., o primeiro filósofo do novo mundo, à testa da direção dos negócios públicos, para dar a este ramo da ciência toda atividade neste continente onde a natureza obrou com mão liberal, prodigalizando tudo quanto há de grande, tanto no reino mineral como no vegetal. É agora, Senhor, que sinto o tempo perdido! V.Exa. sabe que, quando deixei a Universidade abrasado de um ardente desejo de ser útil à minha pátria, comprei livros, todos os vasos de vidro próprio para o estabelecimento de um laboratório, todos os reagentes e máquinas que me eram necessários, para pôr em exercício o meu gênio, fazer escolas aos patrícios que dela quisessem se utilizar; e quando lançava os primeiros alicerces de meu edifício, a ambição de um Joaquim Silvério, devedor de muitas contas á Real Fazenda, este malvado tendo ouvido a alguns patrícios ideias mais liberais, achando o meio fácil de pagar o seu empenho com um relevante serviço, fez denunciar ao Visconde de Barbacena uma próxima sublevação que se tramava pelos mais dignos e eruditos patrícios de Minas Gerais. O Visconde o remete, e manda que faça a mesma denúncia ao sultão Vice Rei Luís de Vasconcelos; o ciúme do despotismo fez dar crédito a esse malvado; e sem mais nenhuma averiguação, se procederam as prisões, as mais cruéis que, até então, se tinham visto em Minas! Efeitos de um governo déspota.
Homens inocentes, nada temiam, mas porque uns diziam que sabiam fundir o ferro; outros, que era da sua arte a manipulação do salitre e o fabrico da pólvora, operações das suas faculdades; foram logo suspeitos de inconfidência. José Álvares Maciel, acabrunhado em cruel degredo, e outros muitos. Eu perseguido até a Bahia, onde por denúncia do Visconde, só porque dele não me despedi quando, depois de fechada a Devassa e por negócios de família me retirei para a Bahia. E por ordem da Alçada, lá fui recolhido 60 dias em um segredo; conduzido, como réu de lesa majestade, para ser sentenciado pelo Tribunal da Alçada, onde a força da inocência e a presença de meu espírito pôde triunfar dos sofismas, sarcasmos e círculos viciosos do presidente que me fazia perguntas. E saindo a salvo, temendo novas perseguições do déspota meu denunciante, voltei para a Bahia, onde residi muitos anos não dando exercício algum à minha faculdade, nem querendo mesmo ser por ela conhecido, uma vez que era crime o apelido de naturalista. Por esta razão, relevará V.Exa. algumas faltas que houverem na Memória, que espero as desculpe, ficando V.Exa. persuadido dos bons desejos que tenho de ser útil nos restos de minha vida à Pátria.
Sou de V. Exa. muito respeitador, um colega amante da verdade.
José de Sá Bittencourt.”
(“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 243/244, por gentileza da amiga Jussara).
Nota nº 1: Morou também na casa da viúva do seu tio, o Cap. Mor Domingos da Rocha, em Caeté?. (A.5.559).
Nota nº 2: Para esta página recebemos muitas e importantes colaborações dos amigos, genealogistas, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, e Valdivino Pereira Ferreira, autor do livro “Genealogia Norte Mineira”, o que muito agradecemos.
3 - Ana Maria Xavier Pinto da Silva.
2 - Dr. Antônio Fortes de Bustamante Sá e Leme.
ASCENDENTES DELE
1 - Manoel Joaquim de Sá Pinto do Rego Fortes, n. São Paulo, 28 anos em 1789, solteiro à época da inconfidência, Capitão do Regimento de Voluntários Reais de São Paulo. Estando no Rio em 1789, deu uma carta a Tiradentes, para facilitar a sua fuga para Minas, foi absolvido, embora já tivesse falecido ainda preso, no Hospital Real dos Militares, no Rio de Janeiro, em 1790. (A.5.93, Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls.59 e Jussara).
Obs.: Veja toda a sua ascendência em título Guerras.
Nota: Sua amizade com Tiradentes vinha de mais de sete anos, desde que se conheceram em Destacamento da Serra, perto do sítio que o Alferes possuía no lugar ali denominado Rocinha da Negra, Registro de Paraibuna, e talvez, de um possível parentesco de suas mães, ainda não provado. No Rio de Janeiro, encontrava-se várias vezes com Tiradentes: em sua casa, na de outro Inconfidente, Simão Pires Sardinha, nascido em 1747, Tejuco, filho de Manoel Pires Sardinha, n. Portugal, e Francisca Fernandes da Silva Oliveira, n. Tejuco. (Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 49). Informação gentilmente enviada pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Maria d'Ávila Silva de Figueiredo.
2 - Cap. de Auxiliares, Francisco Rocha Brandão.
ASCENDENTES DELE
1 - Alf. Matias Sanches Brandão, do Regimento de Cavalaria Paga de Minas, n. 1742, Cachoeira do Campo, 47 anos, solteiro, companheiro de tropa e amigo de Tiradentes, emprestou-lhe um bacamarte, quando ele estava sendo seguido, no Rio. Conhecedor das atividades de Tiradentes, com quem estava quando ele tentou aliciar o Furriel Manoel Luís Pereira, este ato tanto poderia ser entendido como um gesto de amizade, quanto um indício de participação na inconfidência. Talvez fosse primo materno do Ten. Antônio Agostinho Lobo Leite Pereira. (A.4.101 e Livro “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 87).
Obs.: Veja muitos prováveis parentes no título Buenos Anhangueras.
Nota nº 1: Provavelmente parente, também do Sarg. Mor de Vila Rica, Francisco Sanches Brandão, tio de Marília de Dirceu (vide Gonzaga), e do Cap. RCR, Manuel da Silva Brandão. (A.2.184 e 3.441).
Nota nº 2: Nesta página recebemos algumas informações, gentilmente enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DELE
1 - Luís Antônio da Silva, Sargento-mor do Regimento de Ordenanças de São João de El-Rei, Tesoureiro de Ausentes da Comarca do Rio das Mortes, estreitamente ligado ao Ouvidor Geral, Luiz Ferreira de Araújo e Azevedo, não foi inquirido na Devassa, ficando, portanto, no mesmo limbo em que permaneceram as principais figura de São José e São João de El-Rei. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 272, pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
ASCENDENTES DELE
1 - Manuel Inácio da Silva Alvarenga, inconfidente, n. 1749, SJ del Rei, MG, condenado a 3 anos de prisão, foi favorecido pelo Vice-Rei. (A.8.135, Barsa e Maç.104).
ASCENDENTES DELE
1 - Francisco da Silva Braga, ex porteiro da Casa da Moeda, no Rio, cuja viúva, Inácia Gertrudes de Almeida, n. Rio, 57 anos, tia do inconfidente Alvarenga Peixoto, pediu para o seu compadre Domingos Fernandes da Cruz esconder Tiradentes, no que foi ajudada pelo seu sobrinho, o Padre Inácio Nogueira de Lima. (A.5.531, 539, 552 e 8.146).
Nota: A madrinha de batismo de Alvarenga Peixoto, b. 07.03.1742, Rio, Ana Maria de São Joaquim, era cc. Manuel da Silva Braga, o qual era seu tio e tutor. (A.1.218, 5.111 e 9.60).
ASCENDENTES DELE
1 - Cap. RCR Manoel da Silva Brandão, servia no regimento de Vila Rica, comandado por Francisco de Paula Freire de Andrade, portanto colega de Tiradentes, de quem era amigo íntimo. Provavelmente parente do Alf. Matias Sanches Brandão. (A.3.441 e informações gentilmente enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Nota: Provavelmente parente, também, do Sarg. Mor de Vila Rica, Francisco Sanches Brandão, tio de Marília de Dirceu (vide Gonzaga). (A.2.184).
ASCENDENTES DELES
1 - Domingos da Silva Lisboa, mulato, e Baltazar da Silva Lisboa, este n. 1761, Bahia, f. 1840, Rio, ambos suspeitos “do Rio e de Salvador”. (A.9.117, Cg.1.41 e DD.246).
Nota: O Juiz de Fora brasileiro, Desembargador Antônio da Silva Lisboa, que protegeu o inconfidente Francisco Antônio de Oliveira Lopes, no seu degredo em Benguela, seria parente deles? (A.2.39).
7 - Josefa Joaquina de Araújo, n. Sergipe de El-Rei.
6 - Cap. Mor José Bautista Rolim, n. Lisboa.
5 - Domingas da Cruz de Oliveira.
4 - Domingos da Silva, natural e morador (o casal) em São Tiago da Oliveira, Conselho de Lanhoso, Arcebispado de Braga.
3 - Ana Joaquina da Rosa ou Joaquina Rosa de Jesus. (Maç.113).
2 - Sarg. Mor do Tejuco, Diamantina, José da Silva e Oliveira Rolim, n. 1719, 1º caixa do Distrito Diamantífero. (DD.125 e Maç.113).
ASCENDENTES DELE
1 - Padre José da Silva e Oliveira Rolim, inconfidente, n. e b. 1747, na Capela de Santo Antônio do Tejuco, filial de NS da Conceição da Vila do Príncipe, Diamantina, MG (Padrinhos: João Fernandes de Oliveira e sua mulher, D. Izabel Pires Monteiro), Maçom, foi aluno do também inconfidente Padre Luiz Vieira da Silva, em Mariana, MG, foi degredado. Existem duas versões quanto ao seu falecimento: teria falecido na prisão em 1796, ou voltado para Diamantina, onde f. 1835. Era amasiado com Quitéria Rita da Silva (ou Quitéria Inácia da Silva), com 5 filhos, entre os quais: (Maç.113).
1.1 Alferes Domingos da Silva e Oliveira, que em 1835 teria sido testamenteiro do pai.
1.2 Mariana Vicência de Oliveira Rolim.
ASCENDENTES DA AMÁSIA
2 - Desembargador João Fernandes de Oliveira, o abastado contratador dos diamantes, de Diamantina, amasiado com:
3 - Francisca Fernandes da Silva Oliveira, a célebre Chica da Silva, n. Conceição da Praia, BA ou Tejuco, MG, que pertenceu como escrava ao Sargento Mor do Tejuco, José da Silva e Oliveira, acima, pai do padre Rolim, sendo depois alforriada.
4 - ...
5 - ...
6 - Capitão de Cavalaria dos Auxiliares do Serro, MG, cujo nome não descobrimos.
7 - ...
TINHA OS IRMÃOS:
1.1 Padre Dr. Carlos da Silva e Oliveira Rolim, formado em Coimbra em 1774, e ordenado padre em 1782, pelo bispo de Mariana. Em Minas nova batizou, em 1º de Março de 1785, o futuro padre e Bispo de mariana, Carlos Pereira Freire de Moura, n. 1785, f. 1840, filho do Dr. José Pereira Freire de Moura e Maria Pereira de Jesus. (Jussara).
1.2 Sargento Mor Alberto da Silva e Oliveira Rolim, era o proprietário da fazenda Santa Isabel, a sete léguas de Minas Novas, hoje no território de Carbonita. Residiu e faleceu em Diamantina, onde foi Capitão Mor por um triênio. Casou com Isabel Pereira de Jesus, filha do sargento mor Antônio Pereira dos Santos e Maria Pereira de Jesus, fundadores do Arraial de São Domingos, hoje Virgem da Lapa, com: (Jussara).
2.1 Ana Clara Freire, n. 1772, f. 1854, cc. o Ten. José Teodoro de Sá, dono da Fazenda Pé do Morro, em Rio Pardo. Na Inconfidência ela aparece como noiva do Alferes Tiradentes. Não era verdade, o padre Rolim apenas disse isso para disfarçar seu relacionamento com o Dr. José Pereira Freire de Moura, padrinho de Ana Clara, que também era casado com uma irmã da mãe de Ana Clara.
2.2 Capitão Servano Pacheco Rolim, n. 1774, f. 1848, que assinou a Ata de Vereação da Câmara de Minas Novas, de 24/06/1821. Pai de:
3.1 Capitão Maximiano da Cunha Rolim, cc. Maria Gertrudes de Almeida Rolim, residiam em Datas, que naquela época era distrito de Diamantina. Pais de:
4.1 Cônego Francisco Xavier de Almeida Rolim, n. 1855, f. 1943, Vereador em Diamantina, ao tempo da presidência de Mata Machado, 1883/1886, Vereador em Curvelo, de 1892 até 1895, Agente Executivo (Prefeito) da mesma cidade de Curvelo, de 1895 a 1912, Deputado Estadual, de 1899 até 1914, e Senador Estadual de 1915 até 1926, em Minas Gerais. Foi nomeado Cônego da Sé de Diamantina e membro do seu cabido diocesano, além do título de Camareiro Supra Numerário, de Sua Santidade o Papa Bento XV.
1.3 Sargento Mor Plácido da Silva e Oliveira Rolim (fazendeiro em sociedade com seu irmão Carlos), era advogado no Serro Frio, foi amasiado com Maria da Costa de Faria, n. de Minas, com 6 filhos, dos quais pediu a legitimação: (TC.195 e Jussara).
2.1 Carlos da Silva e Oliveira Rolim.
2.2 Maria da Silva e Oliveira Rolim.
2.3 Floriana da Silva e Oliveira Rolim.
2.4 Plácida da Silva e Oliveira Rolim.
2.5 Claudina da Silva e Oliveira Rolim.
2.6 Cândida da Silva e Oliveira Rolim.
Obs.: Informa o prezado Valdivino Pereira Ferreira, autor do livro “Genealogia Norte Mineira”, que o Sarg. Mor foi casado com Isabel Maria das Mercês (irmã de Maria Pereira de Jesus, esposa de José Pereira), e tiveram pelo menos a filha: Ana Clara Freire, da qual Tiradentes disse ser noivo (não era verdade, foi apenas um modo de justificar o seu relacionamento com o pai dela, sem despertar suspeitas).
2.7 Ana Clara Freire, na verdade era noiva e depois casou com o Cap. José Teodoro de Sá, dono da Fazenda Pé do Morro, em Rio Pardo de Minas.
Nota nº 1: Ana da Glória Alves Rolim, comunidade de Mutuca, Coronel Murta, MG, 29.07.1959, carta dando ciência de sua carreira vocacional e sua filiação, sendo o seguinte: Sr. Ambrósio Pacheco Rolim e de Maria Alves Rolim. Parente? (Jussara).
Nota nº 2: Um Cap. Salvador Leonardo Rolim de Oliveira, n. Santo Amaro, SP (f. de Antônio Rodrigues de Moura e Maria Paes de Abreu), c. 1778, SP, com Maria Vieira da Silva (viúva de José Ribeiro de Figueiró), f. de Procópio Pinto Guedes e Anna Vieira da Silva, c.ger. em título Pintos Guedes. Seriam parentes? (SL.1.145, 5.411, 8.205 e 9.70).
Nota nº 3: Para esta página recebemos muitas informações da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG, que pesquisou também os livros “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 49, 238, 277 até 290, e “Genealogia Norte Mineira”, de Valdivino Pereira Ferreira, Vol. I, fls. 121 e 122.
ENCAIXAR:
Informações gentilmente enviadas pelo Dr. Desembargador, Wagner Cinelli de Paula Freitas, do Rio de Janeiro, RJ, que enviou também a certidão de batismo do Pe. Rolim, acima, com os nomes dos avós paternos e maternos do inconfidente, não encontrados nos autores pesquisados, o qual gostaria de encontrar os nomes dos pais da Sra. Ana Rosa:
1.1 Ana Rosa Joaquina Rolim (4ª avó), n. Tejuco, MG, cc. o viúvo, Cap. Domingos de Freitas Sampaio, português, com 12 filhos, entre os quais:
2.1 Dom Cirilo de Paula Freitas, n. 1860, Capelinha da Graça, atual Capelinha, f. 1947, 1º Bispo de Corumbá, MS, eleito em 1906.
2.2 Sabino de Paula Freitas, escritor, n. 1876, f. 1937.
2.3 Francisco de Paula Freitas (trisavô), n. 1807, f. 1893, cc. Luzia Luiza de Carvalho, com pelo menos alguns dos filhos nascidos em Capelinha, MG. Pai de:
3.1 Domingos de Paula Freitas (bisavô), n. 1869, f. 1923, pai de:
4.1 Pedro de Paula Freitas (avô), n. 1899, f. 1988, pai de:
5.1 Volmar de Paula Freitas, n. 1932.
3.2 ....., pai de pelo menos:
4.1 Cirilo de Paula Freitas, “sobrinho do Bispo Dom Cirilo de Paula Freitas, e neto do Cap. Francisco de Paula Freitas”. (Informação gentilmente enviada pelo seu neto, o Dr. Fernando Freitas de Souza, Advogado, residente em Malacacheta, MG).
3 - Antônia da Encarnação Xavier.
2 - Domingos da Silva Santos.
ASCENDENTES DELE
1 - Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Alferes do Regimento de Dragões de Vila Rica, b. 1746, SJ de El-Rei, MG, herói maior e mártir da Inconfidência Mineira, tendo como padrinho Sebastião Ferreira Leitão, teve relacionamentos, em Vila Rica, com Antônia Maria do Espírito Santo, f. de Antônio da Silva Paes e Maria Josefa e, depois, com Eugênia Francisca ou Eugênia Joaquina da Silva, que viveu 121 anos (talvez irmã, por parte de mãe, de Antônia Maria), f. de Manoel da Silva e Maria Josefa da Silva. (Maç.104/113, SG.112, TC.183 e VB.115).
Obs.: Veja toda a sua ascendência e provável descendência no título Oliveiras Leitões.
Nota: Informa o prezado Valdivino Pereira Ferreira, autor do livro “Genealogia Norte Mineira”, que Tiradentes não foi noivo de Ana Clara Freire, f. do Sarg. Mor Plácido da Silva e Oliveira Rolim (irmão do Padre Rolim - vide Silva Oliveira Rolim), a qual era, na verdade, noiva do Cap. José Teodoro de Sá, dono da Fazenda Pé do Morro, em Rio Pardo de Minas, com quem casou. Era apenas um modo de justificar o relacionamento do inconfidente com o pai dela, sem comprometer o Sargento Mor.
3 - Luiza da Silveira, n. da extinta freguesia de São Julião de Passinhos (atualmente um lugar da Vila Caiz, Amarante). (Pesquisa do amigo, genealogista, Decio Martins Medeiros, de São Paulo).
2 - Domingos Fernandes, n. freguesia de Louredo, Amarante, Porto, Portugal.
ASCENDENTES DELE
1 - João da Silveira Fernandes, n. e b. 1724, São João Batista de Louredo, Portugal, declarou em 1789 ter vindo, 35 anos antes, para Carijós, MG. Foi caixeiro, por 29 anos, no Sítio das Bananeiras (ou das Bandeirinhas, em alguns autores), e por 7 anos no córrego chamado Amaro Ribeiro, em terras de João Leite Ribeiro. Recebeu uma carta considerada suspeita, do seu compadre e parente (pela família Vieiras Maias), o Padre Toledo (vide Correia Toledo Melo), inconfidente, e foi delatado por Inácio Correa Pamplona. Cc. Ana Silvéria de Souza Vieira (ou Ana Silveira de Sousa). (AD.2.442 e JR.2.108-2).
Obs.: 1) Veja mais ascendência e a descendência em o título Vieiras Maias. 2) João da Silveira Fernandes também aparece como filho de Domingos Moreira Fernandes, n. Proselo, Cap. Mor em Ouro Branco, MG e Luiza da Silveira de Toledo (ou Luzia da Silveira de Toledo), de Cachoeira do Campo, o que pelas datas conhecidas não parece possível. (AD.2.442 e VT.1.113).
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Gabriel Fernandes de Sousa (ou Gabriel Ferreira de Souza), n. S. Adrião das Canas, Arrifana de Souza, Porto, Portugal, c. 1758, Carijós, MG, com: (AD.2.442, JR.2.108-2, Avelina e Decio).
3 - Isabel de Miranda Vieira Cabral, n. Taubaté, b. Ubatuba, f. após 1789. (Idem).
4 - Domingos Ferreira. (Decio Martins Medeiros, acima).
5 - Maria de Souza. (Idem).
6 - Estevão de Amores Cabral, n. SP. (Pesquisa da amiga, genealogista, Avelina Maria Noronha de Almeida).
7 - Isabel Vaz Sardinha, n. SP, c. por volta de 1718 e tinha mais de 90 anos em 1788. (Avelina e Decio).
8 - Paulo Vieira da Maia, n. 1651, Taubaté, inventariado 1736. (2.65, 239, SL.7.387,547 e 8.7).
9 - Catarina de Almeida de Siqueira (ou Catarina de Almeida de Amores), n. São Paulo. (Idem, Idem).
10- Francisco Vaz Pinto. (Processo de genere et moribus, de 1788, do Padre Antônio Ferreira de Miranda, na estante 3, gaveta 78, nº 2015, pesquisado no Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo, pelo amigo, genealogista, Decio Martins Medeiros).
11- Isabel Correa Sardinha. (Idem, idem).
Nota: Veja muito mais informações sobre esta família, no artigo que os amigos, genealogistas, Decio Martins Medeiros e Claus Rommel Rodarte escreveram, tempos depois, na Revista da ASBRAP nº 21, de 16.08.2014, fls. 580.
ASCENDENTES DELE
1 - José Bernardo da Silveira Frade, Advogado no Rio de Janeiro, frequentava as casas de comerciantes cariocas interessados na mudança liberalizante no Estado do Brasil, tal como a de Antônio de Oliveira PInto, onde foi apanhado conversando sobre assuntos subversivos, pelo Sargento-Mor do Regimento de Cavalaria Regular de Minas Gerais, José de Sousa Lobo (o “Lobésio”, das Cartas Chilenas), em fevereiro ou março de 1789.
José Bernardo era provavelmente um dentre os vário maçons do Rio, frequentou a “Sociedade Literária” fundada por Manoel Inácio da Silva Alvarenga, posteriormente fechada por “jacobinos” (republicanismo e maçonaria). Essa instituição teve entre seus membros também Domingos Vidal de Barbosa Lage e José de Rezende Costa Filho, depois de fechada em 1790, José Bernardo resolveu denunciar seus membros, talvez por atritos com Silva Alvarenga, por mudar de posição influenciado por Frei Raimundo Penaforte, ou simplesmente para salvar a própria pele. Em 1794 os jacobinos foram presos, sendo que Manoel Alvarenga ficou na prisão até 1797. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 266, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Teresa Jerônima de Almeida Figueiredo Vidal, portuguesa, que também veio para Minas. (A.4.43 e OJ.95).
2 - Cap. João Antônio dos Reis Montenegro, português. (OJ.95).
ASCENDENTES DELE
1 - Joaquim Silvério dos Reis Montenegro Leiria Guites, delator, n. 1756, na Freguesia de Montereal, Leiria, Portugal, c. 1791, com Bernardina Quitéria dos Reis, sobrinha do inconfidente Francisco Antônio de Oliveira Lopes. (A.8.151, OJ.95 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 161, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Obs.: Vide mais ascendência e descendência em VT.1.179.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - Luís Alves de Freitas Belo, Coronel de Milícias em Minas.
3 - Ana Quitéria Joaquina de Oliveira Lopes, irmã do inconfidente Francisco Antônio, e prima do também inconfidente Domingos Vidal de Barbosa. (A.8.151).
ASCENDENTES DELE
1 - José Inácio de Siqueira, n. 1745, Ilha do Faial, Professor, vivia de “ensinar meninos a ler e escrever”, no lugar denominado Rio do Peixe, termo da Vila de São João de El-Rei. Contratado pelo Cel. José Aires Gomes para preceptor de seus filhos, morava com este, que era o maior fazendeiro de Minas, em sua Fazenda da Borda do Campo (Arraial da Capela Nova, Barbacena). Ali ou na Fazenda da Mantiqueira assistiu aos conciliábulos entre o seu patrão e os padres José Lopes de Oliveira e Silvestre Dias de Sá. Ouviu quando o Padre José Lopes, andando na varanda, “passeando com as mãos metidas detrás, entre a casaca e as costas”, perguntou a José Aires Gomes pela armada francesa, que se esperava chegasse ao Rio de Janeiro. Presos todos eles, José Inácio de Siqueira aparecia pela 1ª vez no depoimento do Padre José Lopes de Oliveira, em 1789. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 267, pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
2 - Francisco Soares de Araújo, já falecido em 1791. (A.5.503).
ASCENDENTES DELE
1 - Tabelião Faustino Soares de Araújo, n. 1757, Mariana, onde era Contador, Distribuidor e Inquiridor Judicial, 34 anos, solteiro. Foi envolvido na Devassa aos 33 anos, por informações do Cônego Luiz Vieira da Silva, na prisão, em 23.01.1790. (A.3.441, 5.503 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 259, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
Nota: Talvez parente do Dr. José Joaquim Soares de Araújo, morador em SJ de El-Rei em 1804. (Ef.1.25).
3 - Leonor Siqueira Paes, f. 1774. (PT.1.166 e 3.95).
2 - Bartolomeu Paes de Abreu, n. São Sebastião. (PT.3.95).
ASCENDENTES DELE
1 - Pedro Taques de Almeida Paes Leme, ilustre historiador e genealogista, b. SP, 1714, fci. 1777, em 1734 ou 37 foi feito Sarg. Mor do Regimento da Nobreza de SP, em 1750, recebeu a missão de cobrar a real captação nos arraiais do Pilar e Crixás, nas minas de Goiás, em 1763, foi Guarda Mor das minas de ouro da cidade de SP e do seu termo, onde em 1771, com 58 anos, vivia das suas lavouras, mantinha correspondência com seu primo Cláudio Manoel da Costa, um dos futuros inconfidentes. Teriam as suas histórias e genealogias excitado o ânimo do primo? Foi casado 3 vezes, uma delas com Ana Felizarda Xavier e Silva, n. Pilar, Ouro Preto, f. 1762, sem geração desta. (GL.2.60).
Obs.: Veja a geração dos outros dois casamentos, bem como toda a sua ascendência no título Raposos Bocarros.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - André Francisco Xavier de Siqueira, n. Ouro Preto, Escrivão no Rio, tinha fazenda na freguesia de São Gonçalo. (GL.2.60 e PT.1.174).
3 - Rosa Maria de Jesus.
ASCENDENTES DELE
1 - Manuel Francisco de Toledo, n. 1744, Vila de São José del Rei, casado, primo do Vigário Carlos Correia de Toledo e Melo. Aos 45 anos, era feitor das fazendas e lavras do Vigário. Foi denunciado pelo depoimento do inconfidente Francisco Antônio de Oliveira Lopes, feito na Cadeia de Vila Rica em 15 de junho de 1789, que o ratificou em 8 de agosto. Nesse trecho do processo, a Devassa soube que o vigário o considerava um homem de verdade, com quem podia contar para a revolução, ainda que presos Tiradentes, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto e os outros.
Noutro passo, verificou-se que ele chegara a conversar sobre o batizado dos filhos de Alvarenga Peixoto e as expressões subversivas que se fizeram na ocasião, com diversas pessoas na Câmara do Rio das Mortes. Silvestre Gomes Falcão contou o caso a Antônio Manuel de Almeida, soldado da 6ª Companhia de Cavalaria Regular de Vila Rica, e este, também depondo, trouxe novamente Manuel de Toledo para os Autos.
O feitor do padre Toledo foi chamado a depor em 16 de setembro de 1789, em São João del Rei, perante a Devassa carioca, que fazia sua ronda pela Comarca do Rio das Mortes. Disse que era falso o que contara Antônio de Almeida e nada mais. Seu laconismo valeu-lhe o esquecimento pelos devassantes. Houve um erro no interrogatório: faltou o confronto com Silvestre Falcão, além disso, não se confrontaram sobre esse detalhe o Cel. Francisco Antônio de Oliveira Lopes e o Vigário Carlos Correia de Toledo e Melo. (“A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 274). (Pesquisa da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
3 - Úrsula Izabel de Melo, n. Taubaté, f. 1759.
2 - Timóteo Correia de Toledo, n. 1703, Taubaté, morador SJ de El-Rei, que depois de viúvo foi clérigo do hábito de São Pedro e Vigário de Pindamonhangaba. (PT.2.239, SL.5.547 e 7.388).
Obs.: Vide ascendência completa em título Vieiras Maias.
ASCENDENTES DELE
1 - Sarg. Mor Luís Vaz de Toledo Piza, inconfidente, n. 1739, Taubaté, f. “1795, Cambambe?”, 1804, ou ainda 1807, em Luanda, Angola, com 68 anos, irmão do Pe. Carlos Correia de Toledo e Melo, pelo qual foi cooptado, era morador em São José e Sarg. Mor dos Auxiliares de SJ de El-Rei, MG, c. 1761/2, Cotia, SP, com Gertrudes Maria de Camargo (ou Gertrudes Lopes de Camargo), c.ger. no título Vieiras Maias, onde está também a ascendência do Sarg. Mor. (2.239, A.2.104, OJ.107/8, PT.2.239, SL.1.173, 5.547 e VT.1.114).
Obs.: Acrescentamos informações gentilmente enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
ASCENDENTES DA ESPOSA
2 - João Antunes Paes (ascendência completa em título Raposos Bocarros).
3 - Rita Maria de Camargo.
Nota: Seu sobrinho Félix Correia de Toledo foi preso por engano. (A.2.116).
7 - Micaela dos Anjos Coutinho.
6 - Domingos Gonçalves Chaves.
5 - Ana Campos.
4 - Afonso Vidal.
3 - Teresa Maria de Jesus ou Teresa Coutinho Gonçalves Chaves, n. 1722, Simão Pereira, MG, ou “de Irajá”, f. 1788 (que enviuvando cc. o Ten. Antônio Ferreira da Silva). (A.1.202, 5.389, 9.273, Ef.2.475, FS, LR.Q.2, OJ.81 e VT.1.178)
2 - Cap. Antônio Vidal de Barbosa Lage, n. Monterey, b. 1705, Galicia, Espanha, f. 1765, que veio para o Brasil em 1730, da região de Trás-os-Montes, Portugal, e em 1738 comprou a Fazenda Juiz de Fora, perto da atual cidade de Barbacena. (A.9.273).
ASCENDENTES DELE
1 - Dr. Domingos Vidal de Barbosa Lage, inconfidente, n. 1761, NS da Conceição do Mato, Chapéu D'Uvas, MG, Médico, fazendeiro em Juiz de Fora, primo dos também inconfidentes Francisco Antônio de Oliveira Lopes e José Lopes de Oliveira. Juntamente com José Joaquim da Maia e Barbalho, teria se encontrado com Thomas Jefferson, segundo declarações de Francisco Antônio de Oliveira Lopes. (A.5.389, 9.273, DD.102 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 272).
Obs.: Vide toda a ascendência em VT.1.178.
TEVE OS SEGUINTES IRMÃOS:
2 - Padre Francisco Vidal Barbosa Lage, n. 1757, b. na capela de Juiz de Fora, f. na década de 1800, ordenado em Mariana em 1782, também inconfidente, não foi processado. (VT.1.178 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 189/190, inclusive os irmãos adiante).
3 - Alferes Manuel Vidal Lage, n. 1745, f. 1806, do Regimento de Ordenanças, cc. Maria Perpétua do Rosário, f. do Cap. Francisco de Macedo Cruz e Ana Joaquina de Melo (esta irmã de José Aires Gomes), com: (VT.1.134).
3.1 Joaquim Vidal Lage, b. Engenho do Mato, 1786, c. 1816, com Ana Cândida de Lima (que foi casada depois com José Cesário de Miranda Ribeiro, Visconde de Uberaba e Senador do Império), f. do inconfidente José Aires Gomes e Maria Inácia de Oliveira. A esposa teve (não diz se do 1º ou do 2º):
4.1 Maria Cândida de Lima, cc. seu tio, o Comendador Francisco de Paula Lima (que depois foi cc. Francisca Benedita Monteiro de Barros, f. do Visconde de Uberaba), f. de José Aires Gomes e Maria Inácia de Oliveira, c.ger. em VT.1.139. (VT.1.135).
4 - Sarg.-Mor José Vidal de Barbosa Lage, n. 1759, f. 1823, Cavaleiro da Ordem de Cristo, chegou a Brigadeiro do Exército do Império Brasileiro, c. 1788, com Rita Teresa de Jesus, f. de Antônio Gonçalves Silva e Ana Florência do Sacramento.
5 - Antônio Vidal Lage, n. 1740 (ou 1760 - A.9.273), f. 1808, formado em Direito Canônico, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Juiz Ordinário de Barbacena, f. Portugal.
6 - Maria Tereza Quitéria (omitida em VT.1.178).
7 - Rosa Margarida (omitida em VT.1.178). Esta e a irmã, anterior, foram Freiras, internadas no Convento de Corpus Christi, em Vila Nova de Gaia, Porto.
Nota: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Teresa Maria de Jesus ou Teresa Coutinho Gonçalves Chaves, n. Simão Pereira, MG, ou “de Irajá” (que enviuvando cc. Antônio Ferreira da Silva). (A.1.202, 5.389, 9.273, Ef.2.475 e VT.1.178)
2 - Cap. Antônio Vidal Lage, n. Monterey, b. 1705, Galicia, Espanha, f. 1765, que veio para o Brasil em 1730. (A.9.273).
ASCENDENTES DELE
1 - Pe. Francisco Vidal de Barbosa Lage, n. 1757, b. na capela de Juiz de Fora, f. na década de 1800, ordenado em Mariana em 1782, também implicado na inconfidência, não foi processado, era irmão do inconfidente Domingos Vidal de Barbosa, e primo dos também inconfidentes Francisco Antônio de Oliveira Lopes e José Lopes de Oliveira. (A.9.273, VT.1.178 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 189/190).
Obs.: Vide toda a família em VT.1.178.
Nota: Nesta página tivemos ajuda da amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.
3 - Maria da Mota.
2 - Antônio Vieira.
ASCENDENTES DELE
1 - Vicente Vieira da Mota, inconfidente, solteiro, n. 1733 ou 35, Freguesia de São Nicolau, Porto, Portugal, f. 1798, Moçambique, veio jovem para o Brasil, onde era Capitão da Companhia de Ordenanças de Minas Novas e guarda-livros do importante comerciante, João Rodrigues de Macedo, em Vila Rica. Foi denunciado por Basílio de Brito Malheiro do Lago. (OJ.125 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
3 - Josefa Maria do Espírito Santo, n. da freguesia de Santo Ildefonso, Porto, Portugal, já viúva em 1789, morava na Fazenda “do Guido”, em Soledade (ou Passagem de Ouro Branco).
2 - Alf. Luiz Vieira Passos, carpinteiro e lavrador, n. de São Miguel de Vilela, tendo casado em Soledade, viveram sempre na Fazenda do Guido, com pelo menos mais duas filhas vivas em 1780. (OJ.109).
ASCENDENTES DELE
1 - Padre Luiz Vieira da Silva, inconfidente, aos 54 anos, n. e b. 1735, Soledade (atual estação Lobo Leite), Congonhas do Campo, freguesia de Ouro Branco, MG, em 1750 entrou no Seminário de Mariana, MG, onde depois permaneceu como morador, em 1750 foi a São Paulo fazer os cursos de Filosofia e Teologia Moral, no Colégio dos Jesuítas, em 1770 foi eleito Comissário da Ordem Terceira de São Francisco, de Vila Rica.
Como réu eclesiástico, sua sentença, lavrada em 1792, não foi divulgada, mas enviada diretamente à Rainha para decisão final, sendo ele enviado para Lisboa e preso na Fortaleza de São Julião da Barra, onde ficou por 4 anos, depois para a clausura no Convento de São Francisco da Cidade onde ficou 6 anos, embora a sentença original tivesse sido de degredo perpétuo (o processo, guardado pelo Ministro Melo e Castro ficou desaparecido por 155 anos, só sendo encontrado e publicado em 1950, no arquivo de um dos descendentes do Ministro).
Sabe-se que ele voltou ao Brasil, em 1802 ou pouco depois, mas existem muitas dúvidas se foi mesmo viver em Angra dos Reis e Cabo Frio, RJ, onde teria falecido em 1809, ou se ainda teria vivido mais 16 anos, preso ou talvez em Soledade, com a família.
Era cunhado do inconfidente Cláudio Manuel da Costa, e tinha filhas, entre as quais: (A.2.142/3, 5.241, 9.144, DD.118, OJ.48, 111 e “A Inconfidência Mineira”, de Márcio Jardim, fls. 277 a 290, este pesquisado pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG).
1.1 Joaquina Angélica da Silva (cuja mãe ainda não se encontrou o nome), que em 1791 residia na casa de um cunhado em Vila Rica, já que o marido estava em viagem no exterior, cc. Francisco José de Castro, Médico.
Nota: Foi denunciado pelo Ten. Cel. Basílio de Brito Malheiro do Lago.
ASCENDENTES DELE
1 - Porta Estandarte Francisco Xavier Machado, n. 1755, Coimbra, Portugal, amigo e subordinado de Tiradentes, a quem emprestou duas pistolas quando este estava sendo seguido, no Rio. Assim como no caso de Matias Sanches Brandão, este ato tanto poderia ser entendido como um gesto de amizade, quanto um indício de participação na inconfidência.
(Nesta página recebemos também informações gentilmente enviadas pela amiga, genealogista, Jussara Fernandes Carvalho, de Varginha, MG.)
3 - Francisca de Seixas da Fonseca (ou Teresa Francisca da Fonseca), n. 1706, Rio. (A.4.161 e CR.3.145).
2 - Ten. Gal. Bernardo da Silva Seixas Ferrão ou Ferraz, n. Santarém, Portugal, avô de Marília. (A.4.161, EPF.1.7 e PT.3.114).
ASCENDENTES DELE
1 - Ajudante de ordens João Carlos Xavier da Silva Ferrão, npv. 1743, Vila Rica, MG, f. 1820, tio de Marília de Dirceu (vide Gonzaga) que, juntamente com os seus irmãos, viviam todos em sua companhia. Marília ou a sua mãe, já que tinham o mesmo nome, foi sua herdeira e inventariante. (A.4.150/1 e 8.134).
Obs.: Veja toda a ascendência, irmãos e sobrinhos, em CR.3.145.
Nota: Seu irmão, o Dr. Bernardo da Silva Ferrão, de São João de El-Rei, MG, era amigo do inconfidente Luiz Vieira da Silva. (A.5.244).
AGRADECIMENTOS
Às bibliotecas da cidade de Brasília e seus funcionários, em especial às seguintes:
Biblioteca da UNB - Universidade de Brasília;
Biblioteca da Câmara dos Deputados;
Biblioteca do Ministério da Justiça; e,
Biblioteca do Senado Federal.
Ao Colégio Brasileiro de Genealogia, do Rio de Janeiro.
- À ASBRAP - Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia, de São Paulo.