Vieses geralmente são aquelas coisinhas ruins, aqueles sabotadores que fazem parte do nosso dia a dia, então, quando você Ouvir falar sobre esse assunto, saiba que está ligado diretamente a algo não tão muito bom.
Mas é possível sim usar isso ao nosso favor sempre e vamos falar de quatro principrincipais que podem nos ajudar:
Efeito posse: Quando Guardamos dinheiro mensalmente e sabemos o quanto é complicado no começo juntar uma quantia razoável ficamos mais apegados aquele valor guardado. Zelamos por ele e ainda queremos que ele aumente cada vez mais e temos ciência de sua importância.
Aversão a Perdas: Juntar uma quantia significativa e perder em algum momento é algo que nínguem deseja, então quando em determinado momento isso acontece, criamos bloqueios para voltar a investir o nosso dinheiro no mesmo lugar e nesses momentos, devemos estudar o que houve para que não ocorra novamente. Então antes de investir, ESTUDE!!!
Contabilidade Mental:Todo mundo tenta fazer contas de cabeça, mas a contabilidade mental está voltada para fazer conexões sobre o dinheiro que temos e para onde ele deve ir antes de ser gasto. É o momento em que sabemos que temos uma valor "x" em nossa conta e lembramos que daquele valor, "y" deve ser poupado e investido e podemos usar o restante.
Ancoragem: Quando desenvolvemos os três vieses anteriores, a ancoragem nos posiciona a sempre querer guardar mais dinheiro e nunca menos, ou seja, se em um mês guardamos R$100,00 no próximo, queremos investir R$110,00 e no outro R$120,00 mas voltar a guardar os mesmos R$100,00 já não nos satisfaz.
Então, agora que você sabe disso, já está na hora de usar isso ao seu favor certo?
Quem nunca se endividou com o banco ou teve a experiência de já entrar em uma agência financeira com sentimento de culpa, que atire a primeira pedra. Okay! Não vamos generalizar, mas a verdade é que segundo a Agência Brasil, cerca de mais de 4,6 milhões de brasileiros estão endividados e com poucas chances de mudar essa situação devido ao cenário atual da Pandemia do Novo Corona vírus que começou a se agravar no país por volta de Março de 2020.
De acordo com o relatório, o percentual de endividados de risco é crescente com a idade, atingindo 7,8% da população endividada acima de 65 anos, praticamente o dobro do observado nos tomadores com até 34 anos (3,8%). Ou seja, dos 12,4 milhões de tomadores de crédito com idade acima de 65 anos, 1 milhão eram endividados de risco (7,8%). Entre 34 a 54 anos, o percentual é 4,9%, e entre 55 e 65 anos, 7,2%.
Quanto à faixa de renda mensal, a classe dos tomadores com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil é a que apresenta a maior parcela de endividados de risco, 6,5%. Até R$ 1 mil, o percentual é 5,7%, entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, 4,7%, entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, 5,6%, acima de R$ 10 mil, 4,7%.
Então, pensando nisso, a Equipe aqui da Equilibre-se criou um E-book gratuito com algumas dicas de como se livrar do peso das dívidas bancárias.
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