Fonte: G1 em 17/09/2023 - ás 16h04
Desde o mês de abril de 2021, no intervalo de apenas 12 meses, o número de trabalhadores brasileiros com 70 anos de idade ou mais cresceu mais de 20%.
Os esparadrapos da acupuntura são os acordes dissonantes dessa introdução. “Quando a gente vai dedilhar o trompete, a gente fica com esses dedos aqui, e aí começa a doer. Começou aqui atrás, no ombro, e veio irradiando pelo braço todo e complica”, conta o trompetista Hélio Ramiro.
Uma lesão por esforço repetitivo não poderia caracterizar melhor o personagem central dessa reportagem: um profissional aposentado que não parou de trabalhar.
“A gente tem que custear a casa, pagar prestações e todas aquelas coisas do dia a dia que uma família comum tem. O fôlego que eu tinha quando era jovem já caiu bastante, mas dá para tocar ainda”, afirma Hélio.
O número de trabalhadores com mais de 70 anos subiu quase 23% em um ano; bem mais do que a média de todas as faixas etárias, que foi de 9%.
“A população com mais de 70 anos que ainda trabalha foi a principal atingida pela pandemia, até por conta do risco de saúde. Então, é natural que agora também tenha uma recuperação um pouco mais importante. Essas empresas que estão tendo que recolocar essas vagas vão procurar trabalhadores mais experientes, que já passaram por vários treinamentos, que conhecem todo o ciclo dos processos dentro das empresas. Então, essa é uma opção interessante aí para esse momento de recuperação”, explica Renan Pieri, professor de economia da FGV-Eaesp.
A última Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio contou quase 1,2 milhão de trabalhadores com 70 anos ou mais na ativa, e a curva mostra uma volta acelerada desse grupo ao mercado desde 2016.
Caiu, mas já está de volta ao mesmo nível pré-pandemia.
A caminhada até a aposentadoria está cada vez mais longa por causa da alta do custo de vida e da carga do envelhecimento da população que recai sobre o sistema previdenciário dos países. Mas também porque os idosos estão chegando muito bem aos 70, 80 anos, com boa capacidade física e de adaptação ao mercado de trabalho.
O motorista de aplicativo Celso Pongeluppi é um bom exemplo disso. Lidar com os aplicativos nunca assustou o economista aposentado de 71 anos.
“Procuro me atualizar o máximo possível em termos de tecnologia, avanços. Só aposentadoria não dá. Só hoje eu fui na farmácia, eu gastei 200 paus. Só hoje. Não dá! Tem que trabalhar”, afirma.
O geriatra Daniel Apolinário, do HCor, recomenda: “Existem vários estudos mostrando que os idosos que permanecem no mercado de trabalho por mais tempo têm uma qualidade de vida melhor, se mantêm independentes por mais tempo, e acabam tendo até uma saúde melhor”.
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Um dos maiores erros das pessoas que buscam qualquer melhoria de vida - em qualquer área - é achar que o extremismo é um bom conselheiro! Tenho uma notícia não muito animadora para você: Ele não é!
Planejamento tem muito mais haver com análise de cenários do que sair cortando tudo que vê pela frente. Sejamos sinceros, você vai aguentar cortar o lazer, as roupas, sapatos, aquele café ou cerveja com as pessoas queridas por quanto tempo? Um mês? Uma semana? E qual será a sensação que isso lhe trará?
Pense nisso: Seria melhor sentar com suas contas, entradas e saídas e entender o que é possível ser feito para alinhar a sua realidade financeira com seus objetivos e isso não tem haver com cortes, talvez uma redução - que deve ter um prazo para começar e para terminar - isso mesmo, você não tira algo da sua vida para nunca mais, você pode tirar ou reduzir por um período de tempo.
Saber que algo será dimunuido ou retirado do seu orçamento por um período de tempo especifico e que em uma determinada data - Caso alcance seus objetivos previamente estabelecidos - retornará para você, será algo que lhe permitira entender que nada é para sempre e que com disciplina, tudo se é alcançado desde que realmente tenha uma valor para sua vida.
Então vou lhe propor algo: Ao invés de sair cortando tudo, faça um planejamento, crie estratégias para reduzir custos, crie os objetivos pelos quais está em busca e que para isso, fará este alinhamento - não vamos falar sacrificio, porque não é esse o caso uma vez que alcançará algo que almeja - Coloque indicadores e pontos que vão lhe mostrar que está mais perto desses objetivos.
Então volte aqui depois disso e diga quais foram os resultados que encontrou.
__ Você está louco de comprar tudo isso enquanto a bolsa desaba!
__ Você tem certeza que entende sobre isso?
__ Cassino! Conheço uma galera que só perdeu dinheiro com isso! Por isso eu prefiro investir em mim hoje!
Várias e várias falas como essas, e o que você faz após ouvir é o que fará a diferença nos seus investimentos.
Cuidado com quem aconselha, mas não segue os próprios conselhos!
Sabia que o risco muitas vezes está ligado ao prazo?
Isso mesmo! Mas não significa que você deva sair por ai comprando qualquer coisa, deixando para o longo prazo e nunca mais olhe.
Pelo contrário, você deve realmente acompanhar o mercado, estudar sobre seus investimentos, observar seus comportamentos nos longo prazo e se eles continuam entregando aquilo que fez você comprar no inicio.
Mas se você fez uma boa analise, levou em consideração o seu perfil de risco e alinhou esses pontos com o que os ativos oferecem, não tenha medo e receio do longo prazo.
Permita que o tempo alinhado a boas ações, façam a diferença no seu portfólio.
O direito de subscrição garante ao investidor atual a prioridade para comprar novas ações ou cotas antes de outras pessoas, normalmente por um preço pré-definido.
Esse mecanismo existe para evitar a diluição da participação do investidor. Ou seja, permite que ele mantenha a mesma proporção de participação no investimento.