A amizade profissional, e muito possivelmente pessoal dos dois médicos, a Dra. Helena e o Dr. Clóvis, precedem intensamente, o período prévio de fundação e constituição prática da FEG, local onde, desde a chegada de ambos, incidiam dentro e abalizados como referências médica científica em suas áreas exclusivas de ação.
Oficialmente, e de acordo com documentação do remoto Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da Universidade de São Paulo (USP), o fato sucedeu na década de 1990 nesta instituição, onde ambos fizeram a sua primeira de muitas graduações, sendo que, antes de suas formações concluídas e, ao lado de um pequeno e seleto grupo, os dois já compartilhavam do desenvolvimento de pesquisas que começavam de maneira muito prolífera, chamar a atenção de toda comunidade médica científica em larga escala, incluso nisso, a internacional.
A produção conjunta e individual deles seja em anuários e periódicos médicos científicos indexados sempre foram muito grande, seguida da produção de diversos livros na área científica, e de sua ação direta na formação de novos professores.
Participaram ativamente do PGH (Projeto Genoma Humano), que antes da virada do século XX, já havia publicado o primeiro rascunho de sequenciamento e em 2003, anunciaria que o projeto havia sido concluído com sucesso de 99%, vindo ainda a ser aperfeiçoado pouco tempo depois pelo grupo de pesquisa do *Instituto J. Craig Venter.
Vale ressaltar que para a comunidade científica a maior parte do genoma humano parecia não ser codificante e que a sua provável existência fosse por razões estruturais e regulatórias, porém, tanto o Dr. Clóvis quanto a Dra. Satto, divergiam sistematicamente disso e estavam trabalhando de maneira ativa nestas questões, quando por razão da guerra foram interrompidos em seu trabalho.
Durante o período de guerra, foram membros da equipe médica principal da *UEE-AP e de modo triste e lamentável, presenciaram a destruição quase por completo do Instituto de Registro e Histórico do Genoma Humano.
*Nota do Editor: Consultar o Glossário.