Patologia Florestal
Basic Mycology
Patologia Florestal
Acesse este link para entrar no grupo do WhatsApp da disciplina e receber as novidades:
Ementa
Conceitos. A patologia florestal no Brasil. Doenças bióticas e abióticas. Etiologia. Epidemiologia e sintomatologia. Identificação das principais doenças de espécies florestais nativas e exóticas. Estratégias de controle.
Objetivo Geral
Passar para os estudantes os principais aspectos referentes à diagnose, epidemiologia e controle quanto à sua aplicação teórica dentro do contexto do avanço das epidemias de doenças florestais e quanto à sua aplicação prática dentro do contexto do manejo de doenças das principais culturas florestais de importância econômica do Brasil.
Objetivos específicos
Ministrar uma primeira metade referente aos aspectos teóricos sobre a diagnose, epidemiologia, controle e resistência de plantas à doenças e na segunda metade os conceitos aplicados sobre a etiologia, sintomatologia, epidemiologia e controle das principais doenças ocorrentes em espécies florestais de importância econômica do Brasil.
Procedimentos didáticos
Aulas expositivas teóricas empregando projetor multimídia e quadro negro. Atividades práticas e de planejamento ao final de cada aula teórica. Elaboração de trabalho de extensão para ser apresentado para comunidade externa e consulta a bibliografia da disciplina. Trabalho de extensão: Diagnose de doenças de plantas. Vídeos temáticos de reforço em plataforma on-line com exercícios propostos semanalmente.
Distribuição de notas
1VA = P1 (40%) + P2 (40%) + Extensão (20%)
2VA = P3 (40%) + P4 (40%) + Extensão (20%)
Métodos avaliativos
Prova escrita, atividades práticas e de planejamento e trabalho de extensão. Cálculo da Nota Final (NF), será: NF = ((n1 x 2) + (n2 x 3))/5, sendo n1 = nota das avaliações da 1VA e n2 = notas das avaliações da 2VA. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que apresentar, ao final da mesma, NF ≥ 6,0 e frequência ≥ 75%.
Atividades extras
Atividade de 40 minutos ao final de cada dia de aula, abordando práticas de leitura, planejamento do trabalho de extensão, discussão e construção de conhecimento. Os tópicos para tais práticas são abaixo especificados:
Epidemiologia: hospedeiro, patógeno, meio ambiente
Eucalipto: Tombamento de mudas; Podridão de estacas e miniestacas; Murcha bacteriana; Mancha de Cylindrocladium; Ferrugem; Oídio; Cancro de Cryphonectria; Cancro de Botryosphaeria; Murcha de Ceratocystis; Doença rosada.
Seringueira: Mal das Folhas; Cancro, requeima e queda anormal das folhas; Antracnose; Mancha areolada; Oídio; Mofo cinzento; Podridões de raízes; Rubelose.
Coqueiro: Cadang-Cadang; Amarelecimento letal; Resinose; Lixa Pequena e Lixa Grande; Anel Vermelho; Murcha de Phytomonas.
Pinheiro: Tombamento de mudas; Armilariose; Podridão de raízes: Cylindrocladium clavatum; Queima das acículas; Seca de ponteiros; Nematoide da madeira e da murcha dos Pinheiros.
Atividades práticas: 900 minutos totais referentes a 25% da carga horária total da disciplina (3600 minutos).
Plano de extensão (ACE)
1. Carga horária total da ACE: 900 minutos (25% da carga horária total).
2. Conteúdo com os quais se articula: diagnose, etiologia, sintomatologia, epidemiologia e controle das principais culturas de interesse para a região.
3. Objetivos: a ACE tem por objetivo envolver o público externo nas atividades avaliativas da disciplina.
4. Comunidade externa envolvida: Munícipes da cidade de Ipameri.
5. Metodologia: discente realiza planejamento, execução de diagnose de doenças de plantas e, no final, apresenta a comunidade externa no evento "UEG na praça" realizado semestralmente em Ipameri, por onde transita a comunidade acadêmica da UEG.
6. Recursos necessários: material vegetal herbarizado e/ou imagem ilustrativa de doença de importância econômica, levantamento bibliográfico de atualizações sobre a doença e banner.
7. Cronograma: conforme apresentado no ementário da disciplina.
8. Forma de avaliação do discente na ACE: é avaliado o protagonismo do estudante, bem como os resultados obtidos no desenvolvimento da ação, interação como público externo e demais comprovações.
Bibliografia básica
AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. Manual de Fitopatologia: Doenças das plantas cultivadas. 5. ed. v. 2. Piracicaba: Agronômica Ceres, 2016. 772 p.
AMORIN, L.; BERGAMIN FILHO, A.; REZENDE, J.A.M. Manual de Fitopatologia. 5. ed. v. 1. Piracicaba: Agronômica Ceres, 2018. 573 p.
FERRAZ, L.C.C.B.; BROWN, D.J.F. Nematologia de plantas: fundamentos e importância. Manaus: Norma Editora, 2016, 251p. https://nematologia.com.br/files/livros/1.pdf
Bibliografia complementar
CARVALHO, D.D.C. Micologia Básica. 1. Ed. Ipameri: Kindle Direct Publishing, 2025. E-book. 40p. https://doi.org/10.29327/5492994
CARVALHO, D.D.C.; PEIXOTO, G.H.S. Bacteriologia: morfologia, sistemática, fisiologia e ecologia. 1 ed. Ipameri: Universidade Estadual de Goiás, 2018. 13p. https://sites.google.com/view/danieldiegocostacarvalho/bacteriology
FONSECA, E.M.S.; ARAUJO, R.C. Fitossanidade: princípios básicos e métodos de controle de doenças e pragas. 1. ed. São Paulo: Érica, 2015. 136p.
HÖFLING, J.F.; GONÇALVES, R.B. Microscopia de luz em microbiologia: morfologia bacteriana e fúngica. Porto Alegre : Artmed, 2008. 244p.
MICHEREFF, S.J. Epidemiologia de doenças de plantas. Recife. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de agronomia – Fitossanidade. 2001. 13 p. https://sites.google.com/view/danieldiegocostacarvalho/epidemiology
MICHEREFF, S.J. Princípios gerais de controle de doenças de plantas. Recife. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de agronomia – Fitossanidade. 2001. 7 p. https://sites.google.com/view/danieldiegocostacarvalho/control
PIMENTA, C.A.M.; LIMA, J.M. Genética aplicada à biotecnologia. São Paulo: Érica, 2015. 112p.
Questões (Doenças do Eucalipto)
Etiologia
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
2. Podridão de estacas e miniestacas - Botrytis cinerea
3. Murcha bacteriana - Ralstonia solanacearum
4. Mancha de Cylindrocladium - Cylindrocladium candelabrum
5. Ferrugem - Puccinia psidii
6. Oídio - Oidium eucalypti
7. Cancro de Cryphonectria - Cryphonectria cubensis
8. Cancro de Botryosphaeria - Botryosphaeria ribis
9. Murcha de Ceratocystis - Ceratocystis fimbriata
10. Doença rosada - Erythricium salmonicolor
Sintomatologia
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
Ataca tecidos tenros e suculentos das plântulas recém-emergidas. Lesão de aspecto encharcado na região do colo da plântula
2. Podridão de estacas e miniestacas - Botrytis cinérea
Lesão escura que progride da base para o ápice da estaca, morte de gemas, escurecimento da estaca por completo
3. Murcha bacteriana - Ralstonia solanacearum
Coloniza o xilema, clorose foliar, seca e queda das folhas. Xilema escuro. Exsudação de pus bacteriano
4. Mancha de Cylindrocladium - Cylindrocladium candelabrum
Sem sintoma definido, ocorre variação sintomatológica em função do hospedeiro, patógeno e ambiente
5. Ferrugem - Puccinia psidii
Rompimento da epiderme expõem massas pulverulentas de urediniósporos ouro amarelo, coalescimento de lesões
6. Oídio - Oidium eucalypti
Preferência por brotações e gemas. No campo ocorre perda da dominância apical. Folhas exibem crescimento esbranquiçado e pulverulento.
7. Cancro de Cryphonectria - Cryphonectria cubensis
Estrangulamento do colo. Secamento geral da copa. Escurecimento interno do câmbio. Fendilhamento da casca até morte da planta.
8. Cancro de Botryosphaeria - Botryosphaeria ribis
Lesões necróticas no caule. Escurecimento dos tecidos da casca e do lenho. Com o avanço da doença, ocorre quebra do fuste.
9. Murcha de Ceratocystis - Ceratocystis fimbriata
Colonização do tronco ascendentemente e radialmente até atingir o cambio vascular e a casca. Escurecimento do lenho com estrias radiais.
10. Doença rosada - Erythricium salmonicolor
Micélio de coloração rosada sobre a superfície de ramos e tronco. Estrangulamento dos ramos ou do tronco.
Epidemiologia
Em se tratando da epidemiologia das doenças listadas abaixo, explique para cada uma delas as três principais variáveis envolvidas: (a) condições climáticas favoráveis para desenvolvimento de uma epidemia, (b) formas de disseminação/transmissão da doença, (c) como ocorre a sobrevivência do patógeno no ecossistema.
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
2. Podridão de estacas e miniestacas - Botrytis cinérea
3. Murcha bacteriana - Ralstonia solanacearum
4. Mancha de Cylindrocladium - Cylindrocladium candelabrum
5. Ferrugem - Puccinia psidii
6. Oídio - Oidium eucalypti
7. Cancro de Botryosphaeria - Botryosphaeria ribis
8. Murcha de Ceratocystis - Ceratocystis fimbriata
Controle
Em se tratando do controle das doenças listadas abaixo, cite pelo menos uma medida de controle para cada um dos princípios mencionados para o caso de cada doença:
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
(a) Exclusão, (b) Erradicação, (c) Regulação, (d) Proteção
2. Podridão de estacas e miniestacas - Botrytis cinérea
(a) Erradicação, (b) Regulação, (c) Terapia
3. Murcha bacteriana - Ralstonia solanacearum
(a) Exclusão, (b) Erradicação, (c) Imunização.
4. Mancha de Cylindrocladium - Cylindrocladium candelabrum
(a) Regulação, (b) Proteção, (c) Terapia
5. Ferrugem - Puccinia psidii
(a) Evasão, (b) Imunização, (c) Terapia
6. Oídio - Oidium eucalypti
(a) Proteção, (b) Imunização
7. Cancro de Botryosphaeria - Botryosphaeria ribis
(a) Regulação, (b) Imunização.
8. Murcha de Ceratocystis - Ceratocystis fimbriata
(a) Evasão, (b) Imunização.
Questões (Doenças da Seringueira)
Etiologia
1. Mal das Folhas - Microcyclus ulei
2. Cancro e requeima - Phytophthora palmivora
3. Antracnose - Colletotrichum gleosporioides
4. Mancha areolada - Tanatephorus cucumeris
5. Oídio - Oidium heveae
6. Mofo cinzento - Ceratocystis fimbriata
7. Podridões de raízes - Rigidoporus lignosus
8. Rubelose - Erythricium salmonicolor
Sintomatologia
1. Mal das Folhas - Microcyclus ulei
Após ataque inicial e ação da fase assexuada, observa-se em folíolos remanescentes, na face adaxial, estromas enegrecidos (fase sexuada).
2. Cancro e requeima - Phytophthora palmivora
Lesões aquosas com exsudação de látex, na haste, base do pecíolo e folhas. Observa-se enrolamento e necrose dos folíolos
3. Antracnose - Colletotrichum gleosporioides
Coalescimento de lesões marrom-avermelhada em folhas, ramos e pecíolos. Lesões deprimidas em pecíolos, ramos e painel de sangria.
4. Mancha areolada - Tanatephorus cucumeris
Lesões aquosas com exsudação de látex na face abaxial da folha. Ocorre oxidação do látex, originando pontos negros e oleosos na folha.
5. Oídio - Oidium heveae
Micélio branco superficial em ambas as faces dos folíolos, preferencialmente do terço médio inferior, esporulação na face adaxial.
6. Mofo cinzento - Ceratocystis fimbriata
Pontuações marrom clara encharcadas, recobertas por micélio branco, no painel de sangria. Mofo cinza-esbranquiçado sobre o tecido lesionado.
7. Podridões de raízes - Rigidoporus lignosus
Amarelecimento e seca de folíolos e ramos. Rizomorfas junto às raízes e basidiocarpos no tronco.
8. Rubelose - Erythricium salmonicolor
Exsudação de látex nas axilas dos ramos. Rachaduras na casa, por onde exsuda látex. Parte afetada fica revestida de filamentos de cor rosa.
Epidemiologia
Em se tratando da epidemiologia das doenças listadas abaixo, explique para cada uma delas as três principais variáveis envolvidas: (a) condições climáticas favoráveis para desenvolvimento de uma epidemia, (b) formas de disseminação/transmissão da doença, (c) como ocorre a sobrevivência do patógeno no ecossistema.
1. Mal das Folhas - Microcyclus ulei
2. Cancro e requeima - Phytophthora palmivora
3. Antracnose - Colletotrichum gleosporioides
4. Mancha areolada - Tanatephorus cucumeris
5. Oídio - Oidium heveae
6. Mofo cinzento - Ceratocystis fimbriata
7. Podridões de raízes - Rigidoporus lignosus
8. Rubelose - Erythricium salmonicolor
Controle
Em se tratando do controle das doenças listadas abaixo, cite pelo menos uma medida de controle para cada um dos princípios mencionados para o caso de cada doença:
1. Mal das Folhas - Microcyclus ulei
(a) Evasão, (b) Imunização, (c) Terapia
2. Cancro e requeima - Phytophthora palmivora
(a) Evasão, (b) Terapia
3. Antracnose - Colletotrichum gleosporioides
(a) Proteção, (b) Terapia
4. Mancha areolada - Tanatephorus cucumeris
(a) Evasão, (b) Regulação, (c) Proteção
5. Oídio - Oidium heveae
(a) Terapia
6. Mofo cinzento - Ceratocystis fimbriata
(a) Erradicação, (b) Proteção, (c) Terapia
7. Podridões de raízes - Rigidoporus lignosus
(a) Erradicação
8. Rubelose - Erythricium salmonicolor
(a) Erradicação, (b) Proteção, (c) Terapia
Questões (Doenças dos Coqueiros)
Etiologia
1. Cadang-Cadang - Coconut cadang-cadang viroid
2. Amarelecimento letal - Candidatus Phytoplasma palmae
3. Resinose - Ceratocystis paradoxa
4. Lixa Grande - Camarotella acrocomiae
5. Anel Vermelho - Bursaphelenchus cocophilus
6. Murcha de Phytomonas - Phytomonas staheli
Sintomatologia
1. Cadang-Cadang - Coconut cadang-cadang viroid
Frutos mais redondos com escarificações equatoriais, inflorescências enfezadas e estéreis. Redução do tamanho da copa e morte da planta.
2. Amarelecimento letal - Candidatus Phytoplasma palmae
Queda prematura da maioria dos frutos, os quais apresentam extremidade peduncular encharcada de cor marrom. Formação de saia do estipe.
3. Resinose - Ceratocystis paradoxa
Líquido marrom a vermelho escorre pelas rachaduras no estipe. Apodrecimento de tecido interno e afinamento do tronco anterior.
4. Lixa Grande (Camarotella acrocomiae)
Estromas negros, superficiais, facilmente destacáveis, nas folhas (até 2 mm), não causando necrose no tecido foliar.
5. Anel Vermelho - Bursaphelenchus cocophilus
Anel marrom ou vermelho (4 a 6 cm), sendo 2 a 3 cm distante da casca. Amarelecimento e seca dos folíolos, das pontas para a base.
6. Murcha de Phytomonas - Phytomonas staheli
Não há sintoma interno no estipe. Murchamento e quebra da raque. Podridão fétida e destruição do meristema apical. Queda do cacho de frutos.
Epidemiologia
Em se tratando da epidemiologia das doenças listadas abaixo, explique para cada uma delas as três principais variáveis envolvidas: (a) condições climáticas favoráveis para desenvolvimento de uma epidemia, (b) formas de disseminação/transmissão da doença, (c) como ocorre a sobrevivência do patógeno no ecossistema.
1. Cadang-Cadang - Coconut cadang-cadang viroid
2. Amarelecimento letal - Candidatus Phytoplasma palmae
3. Resinose - Ceratocystis paradoxa
4. Lixa Grande (Camarotella acrocomiae)
5. Anel Vermelho - Bursaphelenchus cocophilus
6. Murcha de Phytomonas - Phytomonas staheli
Controle
Em se tratando do controle das doenças listadas abaixo, cite pelo menos uma medida de controle para cada um dos princípios mencionados para o caso de cada doença:
1. Cadang-Cadang - Coconut cadang-cadang viroid
(a) Exclusão, (b) Erradicação, (c) imunização
2. Amarelecimento letal - Candidatus Phytoplasma palmae
(a) Exclusão, (b) Erradicação, (c) Imunização, (d) terapia
3. Resinose - Ceratocystis paradoxa
(a) Erradicação, (b) Proteção
4. Lixa Grande (Camarotella acrocomiae)
(a) Erradicação, (b) Regulação, (c) Terapia
5. Anel Vermelho - Bursaphelenchus cocophilus
(a) Exclusão, (b) Erradicação
6. Murcha de Phytomonas - Phytomonas staheli
(a) Erradicação
Questões (Doenças dos Pinheiros)
Etiologia
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
2. Armilariose - Armillaria sp.
3. Podridão de raízes – Cylindrocladium clavatum
4. Queima das acículas - Cylindrocladium pteridis
5. Seca de ponteiros - Diplodia pinea
6. Nematoide da madeira - Bursaphelenchus xylophilus
Sintomatologia
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
Lesão necrótica no hipocótilo, radículas e gema apical. Apodrecimento de sementes e plântulas. Lesão encharcada no colo da plântula.
2. Armilariose - Armillaria sp.
Amarelecimento das acículas, murchamento, bronzeamento e seca. Placas miceliais esbranquiçadas e rizomorfas na entrecasca.
3. Podridão de raízes – Cylindrocladium clavatum
Lesões escuras na casca da raiz. Estrangulamento da raiz. Destruição de todo sistema radicular podendo ocorrer anelamento do colo.
4. Queima das acículas - Cylindrocladium pteridis
Lesões deprimidas marrom-avermelhadas (2 a 5 mm) nas acículas. Ou lesões centro marrom com halo amarelado nas acículas.
5. Seca de ponteiros - Diplodia pinea
Curvamento do ponteiro. Acículas pardo-avermelhadas. Novas brotações circundam o ponteiro. Resina sobre a lesão.
6. Nematoide da madeira - Bursaphelenchus xylophilus
Oclusão de canais resiníferos. Retenção de acículas secas. Azulamento da madeira. Murcha generalizada e morte da planta.
Epidemiologia
Em se tratando da epidemiologia das doenças listadas abaixo, explique para cada uma delas as três principais variáveis envolvidas: (a) condições climáticas favoráveis para desenvolvimento de uma epidemia, (b) formas de disseminação/transmissão da doença, (c) como ocorre a sobrevivência do patógeno no ecossistema.
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
2. Armilariose - Armillaria sp.
3. Podridão de raízes – Cylindrocladium clavatum
4. Queima das acículas - Cylindrocladium pteridis
5. Seca de ponteiros - Diplodia pinea
6. Nematoide da madeira - Bursaphelenchus xylophilus
Controle
Em se tratando do controle das doenças listadas abaixo, cite pelo menos uma medida de controle para cada um dos princípios mencionados para o caso de cada doença:
1. Tombamento de mudas - Rhizoctonia solani
(a) Evasão, (b) Exclusão, (c) Erradicação
2. Armilariose - Armillaria sp.
(a) Evasão, (b) Erradicação
3. Podridão de raízes – Cylindrocladium clavatum
(a) Erradicação
4. Queima das acículas - Cylindrocladium pteridis
(a) Regulação, (b) Imunização
5. Seca de ponteiros - Diplodia pinea
(a) Evasão, (b) Regulação, (c) Imunização
6. Nematoide da madeira - Bursaphelenchus xylophilus
(a) Exclusão, (b) Erradicação
Imagem: Pestalotiopsis - Eucalyptus - Daniel Diego Costa Carvalho. Available at: https://sites.google.com/view/danieldiegocostacarvalho/ueg/patflo