O Grupo de Pesquisa Educação em Direitos Humanos promove o diálogo interdisciplinar na área de humanidades e artística tendo como eixo pesquisas sobre a contemporaneidade com pesquisadores da UFABC, UFV, UFJF, UFBA, UERJ, USS, UFRPE, UFF, UPF, UFPR. Desenvolvem-se estudos sobre a produção contemporânea cinematográfica, literária, dramatúrgica e de Artes Plásticas e Humanidades. Reúne estudos sobre arquivologia, GED e patrimônio, memória e adensamento de práticas identitárias por meio de narrativas orais, questões de gênero e teoria Queer. Desde 2007, produz duas revistas:
O grupo promoveu e realizou eventos, tais como: o Seminário Nacional Novos Tempos, Novos Territórios (UFV, 2009), o I e II Festival Jornalismo e História (UFV, 2009), África de Ontem, África de Hoje (UFV, 2008), a I Mostra Científica Contemporartes (Enearte-Ouro Preto- MG) e o I Seminário Nacional Lepcon (Juiz de Fora, 2011). Devidamente cadastrado no CNPQ, pode ser consultado aqui.
Associadas ao Grupo de Pesquisa estão as Revistas Contemporâneos - Revista de Artes e Humanidades e Contemporartes – Revista de Difusão Cultural.
Para mais informações, o site do curso pode ser acessado clicando aqui.
O curso de extensão Africanidades é um projeto coordenado pela Prof. Ana Maria Dietrich em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC.
Nosso objetivo é promover a discussão sobre a cultura africana e afro-brasileira e práticas pedagógicas lúdicas e inovadoras com vistas a construir uma Educação em Direitos Humanos. Explorando atividades como contação de histórias, jogos educativos, brincadeiras e folguedos, o Africanidades se destaca por apresentar uma metodologia pedagógica única que mescla teoria e prática em prol do aprendizado. Em nossas diversas ofertas abordamos as temáticas do lúdico, do quilombo, da luta e resistência dos povos negros além dos saberes e das culturas populares.
Seja em rodas de capoeira ou na contação de histórias, seja ancorado no conhecimento acadêmico ou no conhecimento ancestral, o Africanidades visa o desenvolvimento da prática pedagógica anti-racista. Aqui, ancestralidade e academia envolvem-se numa dança e nos levam a novas e encantadoras perspectivas.