Fonte: https://ponte.org/dia-das-criancas-na-quebrada2/
Autor: Abileni Sandes da Silva
Orientador: Vanisse Simone Alves Corrêa
Coorientador: Chavelli Dominique Luiz Machado
RESUMO:
O presente trabalho consiste em aprofundar o estudo sobre a temática do brincar e de como isso é importante para a criança ser criança pois a partir do brincar, ela pode usufruir os outros direitos. A situação em que maioria das crianças que estão nas escolas públicas inseridas nas comunidades e nas periferias é de que elas brincam muito pouco.Para que o Direitos Universais Humanos sejam de fato acessíveis, é necessário que o brincar aconteça de forma efetiva na escola. A partir dessa reflexão é possível pensar os outros direitos importantes à elas, como o direito à educação.
Palavras-chave: Educação; brincar; direitos humanos.
Autora: Adriana Fernandes da Silva
Orientador: Régia Mabel da Silva Freitas
RESUMO:
Este Projeto de Intervenção tem como objetivo promover a autonomia e empoderamento dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos- EJA para o exercício da formação cidadã em prol dos Direitos Humanos, a estratégia utilizada foi por meio da formação continuada de formadores e professores da Rede Municipal de Educação do São Paulo. A metodologia adotada foi (pesquisa-ação, exploratória, bibliográfica - Ler Gil) a qualitativa e contou com planejamento inicial da equipe pedagógica da Divisão de Educação de Jovens e Adultos -DIEJA (?), por meio de reuniões e levantamento das necessidades formativas do município de São Paulo e no segundo momento foi dialogado com a equipe de formadores das treze diretorias regionais. o projeto de intervenção tem como objetivo promover formação continuada de formadores, coordenadores e professores para a promoção e fortalecimento da cultura em direitos humanos e formação cidadã dos estudantes da EJA, a partir de suas práxis. Espera-se que por meio da formação continuada de formadores eles possam refletir sobre a sua prática em sala de aula para uma educação crítica reflexiva pautada em Direito Humanos possibilitando assim a inserção de pessoas excluídas na sociedade na luta pelos seus direitos.
Palavras-Chave: Formação docente; Direitos Humanos; Educação de Jovens e Adultos.
Fonte: https://santoandre.biz/18078/santo-andre-abre-inscricoes-para-o-eja/
Fonte: http://www.vertentesnoticias.com.br/2016/07/inclusao-escolar-x-escola-inclusiva.html
Autor: Adriano Correa Toledo Costa
Orientador: Evonir Albrecht
Coorientador: Júlia Alice Vila Furgeri
RESUMO:
A Educação Especial Inclusiva fundamenta-se na concepção de Direitos Humanos na escola. Existe a necessidade de combater as práticas discriminatórias e criar meios para superá-las no ambiente escolar e social. Superar a lógica da exclusão e programar mudanças estruturais, físicas, organizativas e pedagógicas com o intuito de atender aos estudantes em suas especificidades e diferenças. Pautado nos pressupostos do Currículo da Cidade, que entende a Inclusão como um direito de todos, independentemente de suas características físicas ou cognitivas. Nesse sentido, acredito que o trabalho do educador deva ser consciente, eficiente e acolhedor, no sentido de combater a submissão do ser humano à normalização e homogeneização. A partir do momento que direcionamos nosso olhar para outro, um olhar atento e sensível, aprendemos. Contudo, o Plano de AEE – Atendimento Educacional Especializado é de suma importância para o acompanhamento e o desenvolvimento de todos os estudantes público-alvo da Educação Especial Inclusiva. Portanto, este instrumento promove a eliminação de barreiras e organiza a prática pedagógica do AEE na promoção do acesso da garantia das aprendizagens, assim como a organização dos diferentes tempos, espaços e apoios necessários, a disposição observada em acolher o outro na sua totalidade e especificidade, tanto nas escolas de ensino regular quanto na sociedade, que submete o ser humano à normalização e homogeneização. O ato de acolher surge quando direcionamos o olhar sensível ao outro, o que nos permite aprender, portanto, o ensino colaborativo propõe divulgar os conhecimentos científicos em uma linguagem mais acessível para os professores, permitindo que revejam suas práticas pedagógicas, com o objetivo de torná-las mais inclusivas.
Palavras-chave: ensino colaborativo; processo de ensino aprendizagem; Educação Especial; Educação Inclusiva.
Autora: Alba Valeria de Almeida
Orientador: Vicente de Paulo Morais Junior
RESUMO:
O presente trabalho que tem como tema “a formação continuada de professores e demais profissionais da educação para a garantia do direito à educação dos alunos com deficiência” é um projeto de intervenção numa escola pública do Município de São Bernardo do Campo -SP. O objetivo é sensibilizar os profissionais da escola sobre o direito à educação em escola regular dos alunos com deficiência, subsidiando professores e demais profissionais nas intervenções pedagógicas individuais e no coletivo, favorecendo o respeito e o desenvolvimento desses alunos. Este projeto de intervenção justifica-se no fato de termos observados comentários e comportamentos de denotam preconceitos e discriminação no ambiente escolar pela presença de alguns alunos com deficiência e pela recorrente queixa dos professores, que se sentem despreparados e inseguros para elaborar estratégias e adaptações curriculares. A metodologia utilizada será a pesquisa qualitativa, de estudo de caso, considerando o pesquisador participante, que fará as formações e intervenções com os grupos de professores e demais funcionários, ao mesmo tempo em que observará e avaliará a as intervenções formativas. Espera-se como resultado deste projeto que os alunos com deficiência sejam acolhidos na escola como crianças em desenvolvimento, tendo respeitado seu direito de estar na escola e que se sintam pertencentes de fato ao grupo de alunos. Espera-se também, que os professores se instrumentalizem de conhecimentos a fim de conseguir identificar as potencialidades dos alunos, elaborando os objetivos pertinentes, valorizando cada conquista e aprendizagem desses alunos.
Palavras-chave: Direito à educação; inclusão escolar; formação continuada de professores.
Fonte:https://www.estadao.com.br/brasil/vencer-limites/escola-que-discrimina-aluno-com-deficiencia-deve-ser-denunciada/
Fonte:https://www.ufpb.br/ufpb/contents/noticias/pesquisadores-da-ufpb-alertam-para-vulnerabilidade-de-criancas-e-adolescentes-nordestinos-na-pandemia/@@slideshow_view
Autora: Aline Cristina Rodrigues Bezerra
Orientador: Camila Perez da Silva
Coorientador: Silmar Leila dos Santos
RESUMO:
Este trabalho possui o objetivo de analisar e discutir as interfaces entre Psicologia e Educação em Direitos Humanos a partir de uma intervenção, na modalidade de oficinas, desenvolvida com adolescentes que estão sob medida de proteção em um acolhimento institucional na região do ABC Paulista. Do ponto de vista da produção e coleta de informações, foram utilizadas duas estratégias: aplicação de questionários antes e depois da realização dos cinco encontros e adoção de diário de campo para o registro das informações coletadas em cada oficina. O conteúdo do diário de campo e dos questionários foram analisados a partir da técnica de análise temática, considerando a importância do trabalho manual (reciclagem de papel), que requer auxílio do próximo, concentração e paciência na confecção de cada etapa, o tempo dos papéis secarem, fazendo um paralelo com a vida, o ser adolescente dentro de uma instituição, na temáticas trabalhar a autoestima, projeção de futuro, sendo relevante para o processo de emancipação, tornando os adolescentes protagonistas de sua história.
Palavras-chave: Psicologia, Adolescentes, Educação em Direitos Humanos, Acolhimento Institucional.
Autora: Aline de Oliveira Silva
Orientadora: Camila Perez da Silva
Coorientadora: Silmar Leila dos Santos
Resumo:
A presente proposta consiste em uma pesquisa-ação no âmbito da Educação em Direitos Humanos (EDH), a ser aplicada a partir de uma perspectiva interdisciplinar, envolvendo as disciplinas de Português e História, tendo como público-alvo estudantes do Ensino Médio de escolas públicas. O objetivo é trabalhar a EDH utilizando a literatura como instrumento. Para isso, foi selecionada a obra De Pernas Pro Ar - A Escola Do Mundo Ao Avesso (1998), do escritor uruguaio Eduardo Galeano, para abordar as violações de Direitos Humanos no contexto da América Latina pós-redemocratização. A pesquisa parte de duas hipóteses centrais: a de que, na América Latina, existe uma distorção acerca da compreensão conceitual e prática dos Direitos Humanos, e a de que a obra mencionada apresenta grande potencial enquanto instrumento para a EDH, tendo em vista a forma humanizada com que aborda as violações de direitos na América Latina. Para testar as hipóteses, a metodologia se divide em duas partes. A primeira, composta por uma pesquisa bibliográfica acerca da evolução dos Direitos Humanos, da EDH e das suas relações com o campo da Literatura. Ainda, pela análise documental da obra citada, com o objetivo de identificar como nela são representadas uma série de exemplos de violações aos Direitos Humanos. Na segunda parte, voltada à ação
propriamente dita, a metodologia será do tipo experimental, consistindo em um projeto de intervenção a partir da proposta de aplicação de uma sequência didática, a qual se iniciará com a desmistificação da noção de Direitos Humanos, visando a superação de estereótipos negativos sobre o tema, para, em seu decorrer, trabalhar com trechos da obra citada, relacionando-os com artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Palavras-Chave: Educação. Direitos Humanos. Literatura. América Latina.
Fonte: https://www.amazon.com.br/Pernas-Pro-Escola-Mundo-Avesso/dp/8525408336
Fonte: https://blog.opencollective.com/conheca-a-casa-hacker/
Autora: Aline Fátima da Silva Costa Magno
Orientadora: Rafael Correia Lima
Coorientadora: Rute Rodrigues dos Reis
Resumo:
Vivemos na era da informação digital, o Metaverso bate à nossa porta prometendo ser o novo ambiente onde (quase) tudo vai acontecer em termos de comércio, relações, artes, lazer, educação, trabalho etc. Diante desse cenário, levando em consideração que as tecnologias digitais estão ocupando cada vez mais espaço em nossos cotidianos, e que o acesso a essas tecnologias pode contribuir para o desenvolvimento humano e econômico de populações despossuídas, pretendo analisar a importância da inclusão e da alfabetização digital como direitos humanos fundamentais e propor um plano de intervenção no âmbito da educação não formal em arte, no qual atuo como artista educadora de audiovisual, a partir de uma experiência piloto realizada em 2021 e que, para 2022, foi revisada e ampliada. Este trabalho pretende contribuir para a reflexão acerca da inserção da agenda de direitos humanos na educação não formal em artes e na democratização do amplo acesso às tecnologias digitais para populações ainda excluídas da cibercultura contemporânea.
Palavras-Chave: Inclusão Digital, Exclusão Digital, Alfabetização Digital, Cibercultura, Direitos Humanos.
Autora: Aline Vieira Martins
Orientadora: Vanessa R. S.Cavalcanti
Coorientadora: Cin Falchi
Resumo:
Este trabalho visa abordar questões relativas ao esporte como transformador social. A desigualdade referida nem sempre levam em conta as severas diferenças que limitam o acesso ao esporte, cultura e lazer. Como pode o esporte ser um potencializador de mudanças sociais? Por que se faz necessário a prática esportiva nas escolas públicas? Qual seria o significado das práticas esportivas na vida das crianças e adolescentes na periferia de São Paulo? Como o esporte pode ser considerado um integrador social com base na transformação e inclusão? Pretendemos aqui responder todas essas questões.
Palavras-chave: Esporte; desigualdade; transformação social; escola pública.
Fonte: Elaborada pela autora
Fonte: https://www.juazeirodonorte.ce.gov.br/informa.php?id=27825
Autora: Allane Damiao Moreira
Orientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
A presente proposta de pesquisa-ação consiste em um projeto formativo, na área da Educação em Direitos Humanos, com foco na Mediação de Conflitos, destinado a professores. A ideia do projeto surge mediante queixas da comunidade escolar acerca do aumento de situações de indisciplina e violência, concomitante com a percepção da queda do rendimento escolar dos discentes. O objetivo é promover ações reflexivas e formativas na Unidade Escolar com os docentes sobre mediação de conflito para ajudar a pacificar a escola e melhorar a convivência entre os membros da comunidade escolar, promovendo uma cultura de paz e resgatando valores como respeito, empatia, cooperação e harmonia. Para isso, este trabalho é dividido em duas partes. A primeira é uma pesquisa bibliográfica acerca da relação entre Direitos Humanos, Educação, Mediação de Conflitos e Cultura de Paz. A segunda parte é voltada para a ação, a partir do desenvolvimento de uma proposta de intervenção no âmbito da Educação em Direitos Humanos voltada à formação de professores para mediação de conflitos.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos; Mediação de conflitos; Diálogo; Cultura de paz.
Autor: Almir de Souza Moreira Junior
Orientadora: Vanisse Simone Alves Correa
Coorientadora: Luiz Celso de Mattos
Resumo:
Esta pesquisa visa evidenciar uma construção de luta popular da região noroeste da cidade de São Paulo, em especial para a comunidade do bairro de Perus. Verificaremos uma tecnologia inovadora, o instrumento urbanístico presente no Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo denominado Território de Interesse da Cultura e da Paisagem (TICP). Examinaremos a proposta do Museu Territorial Tekoa Jopo’i que mantém viva a história do bairro de Perus e da sua comunidade. Uma inspiração movida pela arte, cultura e o conhecimento. Compreenderemos o território em suas questões, potencialidades e conflitos, a fim de encontrarmos formas dinâmicas, inovadoras e participativas, um conjunto de operações colaborativas e solidárias de problemas, como o enfrentamento ao desafio da geração de renda através da educação, do conhecimento e do empenho com o espaço público e a questão ambiental. Caracterizaremos elementos significativos para a memória e identidade da cidade. O Museu Tekoa Jopo’i inspirado por uma Nova Museologia se esforça em aglutinar novas experiências museológicas. Nesse interim, o projeto prevê a realização de uma vivência. Algo como um encontro, oficina e aula. Um “encontroficinaula”, como muitas vezes expressou o educador popular José Soró. Pela valorização da educação em direitos humanos supomos com este projeto de intervenção cruzar diferentes modos de viver. Na convivência com a necessidade e com o outro, um olhar em torno da troca, do que o fazer juntos pode nos proporcionar.
Palavras-Chave: TICP Perus Jaraguá; Museu Territorial Tekoa Jopo’i; Encontroficinaula.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte:https://farelosjuridicos.com.br/colunistas/noticias/supremo-nega-pris%C3%A3o-domiciliar-m%C3%A3e-de-beb%C3%AA-que-vive-na-creche-do-pres%C3%ADdio
Autora: Amanda Barbosa Loiola
Orientadora: Vinicius Ruiz Albino de Freitas
Coorientadora: Carla Regina Françoia
Resumo:
O Presente trabalho apresenta a organização do Curso de Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC (UFABC), busca aplicar de maneira gradual o projeto de intervenção, “Inserção de Leitura no Sistema Penitenciário”, que carrega como motivo principal diante da ineficiência do Estado e das inúmeras lacunas acerca da realidade do sistema penitenciário. Com um recorte de gênero, para a aplicação apenas nas unidades prisionais femininas, tendo em vista que a realidade de uma mulher privada de liberdade é triplamente mais perversa, desde o fato de estarmos inseridos em uma sociedade extremamente “machista”, onde uma mulher não pode errar nunca, muito menos, estar em conflito com a lei, a punição para a mulher ocorre desde o estigma até mesmo em um contexto bem mais solitário, no comparativo com homens privados de liberdade, a prova mais concreta é possível notar na visita intima. Diante da percepção da ineficiência do Estado que não priva as mulheres apenas do direito da liberdade, o projeto de intervenção carrega como principal objetivo o acolhimento, o fortalecimento de vínculo, o acesso à leitura e conhecimento e até mesmo o “alivio” em um contexto tão perverso e solitário como o do Sistema Penitenciário. “Por fim o projeto de intervenção carrega como característica principal, uma educação libertadora, pois como nos afirma Paulo Freire que a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.”
Palavra Chave: Leitura, Reinserção, Educação, Vínculo, Punição
Autora: Ana Caroline Mendes Xavier
Orientadora: Romilda Costa Motta
Coorientadora: Daniela Alves de Lima Barbosa
Resumo:
O presente trabalho de intervenção teve por objetivo promover o desenvolvimento da identidade, a melhora da autoestima, a valorização de si e do outro, o sentimento de pertença e principalmente a geração de renda para os jovens participantes do projeto por intermédio de profissionalização em barbearia. Buscou-se responder a problemática: de que maneira o Projeto de barbearias comunitárias e rodas de conversas envolvendo relações positivas com a imagem e geração de renda poderiam contribuir para o resgate da identidade, autonomia, melhora da autoestima, valorização de si e do outro e o sentimento de pertença de jovens que cumprem medidas socioeducativas? O projeto aconteceu no território de Sapopemba, no espaço do CEDECA. Os participantes contaram com ciclos formativos voltados para a estética da periferia e ancestralidade. Os autores utilizados para embasamento teórico foram, MIZUKAMI (1986), FREIRE e MACEDO (2001), CARVALHO (2006)
Palavras-chave: Geração de renda; juventude periférica; educação não-formal; estética na periferia; Direitos Humanos.
Fonte:https://drive.google.com/file/d/1QWahO1NOgDL_DsFZCkDU9i3KzoayMQ1K/view?usp=sharing
Fonte:https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/intercambio-cultural-promove-troca-de-conhecimentos-entre-alunos-e-indios-tiriyo.ghtml
Autora: Ana Cristina Lopes Jorge
Orientadora: Perla Cristina da Costa Santos do Carmo
Resumo:
O presente projeto apresenta a proposta de intercâmbio cultural entre indígenas da TI do Jaraguá, SP, e estudantes não indígenas, mediados pelas Escolas Vivas Indígenas, como uma estratégia para a fomentação da Educação em Direitos Humanos. Propomos o desdobramento de uma intervenção realizada em 2021 na PEI Cásper Líbero de Bragança, Paulista, SP, agora a ser realizado na PEI Ministro Alcindo Bueno de Assis, localizada na mesma cidade. Trazer o debate das relações étnicorraciais para dentro da escola é uma forma de ressignificar a história de nossos povos e descolonizar nossa cultura, desconstruir estereótipos e preconceitos que ainda hoje permanecem de forma arraigada e geram violências simbólicas e estruturais. O intercâmbio cultural pode favorecer a aproximação de realidades diferentes entre estudantes indígenas e não indígenas e criar relações de colaboração e novas perspectivas de mundo. Além disso, aprender sobre os povos indígenas a partir de suas próprias narrativas também possibilita a ressignificação de olhares colonizados e preconceituosos. A temática indígena na escola é necessária para desconstruir estereótipos, resgatar a história dos povos originários do Brasil na perspectiva decolonial a fim de escutar suas vozes, reconhecendo as diferenças a partir da diversidade étnico-cultural e da alteridade.
Palavras-chave: Direitos Fundamentais do Trabalho, Emprego Decente Rural, ODS 8
Autora: Ana Cristina Nobre da Silva
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Resumo:
O projeto de intervenção proposto é a produção de material instrucional voltado para a promoção dos direitos fundamentais do trabalho e do conceito de emprego rural decente no Brasil. Estes materiais poderão ser utilizados por consultores, extensionistas rurais, professores, dirigentes sindicais, enfim, todos os profissionais que tenham como desafio ensinar e sensibilizar outras pessoas sobre temas relacionados aos direitos humanos do trabalho no meio rural. Para tanto, serão criados mapas conceituais, através de figuras/imagens que auxiliem a sistematizar os principais conceitos relacionados com os direitos fundamentais do trabalho e com o conceito de emprego rural decente. Além disso, será elaborado material de apoio para o instrutor e aluno, com a explicação e detalhamento sobre os conceitos presentes na imagem, onde encontrar mais informações e etc. Os materiais a serem elaborados abordarão seis grandes temas assim divididos: abolição do trabalho forçado; abolição do trabalho infantil; liberdade sindical e negociação coletiva; discriminação em matéria de emprego e ocupação; saúde e segurança no trabalho rural e; emprego rural decente. A divulgação e distribuição dos materiais produzidos ocorrerão através de webinar e através de redes sociais (Instagram, LinkedIn e grupos de WhatsApp), podendo ser utilizadas por todos que tiverem interesse. Como resultados desse projeto espera-se que o ensino sobre direitos humanos no trabalho rural seja facilitado, permitindo que temas aparentemente complexos sejam melhor compreendidos e; que a identificação e a correção de situações de violações de direitos humanos do trabalho no meio rural sejam facilitadas.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/2103/como-integrar-alunos-brasileiros-e-estrangeiros
Autora: Ana Katy Lazare Gabriel
Orientadora: Graciela de Souza Oliver
Resumo:
O crescente número de estudantes matriculados na Rede Pública de ensino da cidade de São Paulo impulsa um redesenho de didática de ensino específica. Esta didática tem por objetivos ampliar o acesso, fomentar a permanência e garantir a conclusão dos estudantes migrantes na Educação Básica. Estas etapas apresentam resultados satisfatórios se estiverem embasadas em legislação específica e no envolvimento de todos das unidades escolares. Assim, uma agenda de trabalho do coordenador pedagógico direcionada à formação de professores em contexto multicultural e plurilíngue pode ser o primeiro passo para a mudança na prática do professor. Tal agenda tem objetivo promover didática pautada na Educação em Direitos Humanos e na interculturalidade a fim de garantir a permanência e conclusão de estudantes migrantes internacionais nas escolas. Nesse panorama, este estudo apresenta a proposta de intervenção e excertos de encontros formativos entre professoras do Ciclo de Alfabetização e a coordenadora pedagógica, por mim representada, em uma escola de Ensino Fundamental.
Palavras-chave: formação de professores; educação em direitos humanos; estudantes migrantes
Autora: Ana Lúcia de Souza
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
O espaço escolar tem como função social, o oferecimento da educação formal e de qualidade além de possibilitar um dos maiores encontros das diversidades, estas que trazem consigo suas vivências e as expectativas no seu viver em sociedade. O Projeto de Intervenção, aqui apresentado, teve como objetivo geral observar , por meio de um questionário, oferecido aos educandos do Ensino Fundamental II e Integrantes do Grêmio Estudantil, como estes conhecem e compreendem Direitos Humanos a partir de temas como : racismo (Estrutural e Institucional), violência contra mulheres, identidade de gênero e população LGBTQIA+ e as garantias destes dentro de leis específicas que contemplam o bem estar no ambiente da escola e como o princípio do respeitar os diferentes é primordial para sua construção humana enquanto participante da educação formal. Verificou-se, por meio das respostas do questionário, que eles, em sua maioria, conhecem direitos humanos, as leis de proteção e garantias destas e a importância do respeitar as diversidades, entretanto hesitaram ao pensar a escola como um ambiente seguro para todos enquanto diversos. Projetos de intervenção, seja em qual momento for, é acreditado pelos educandos como ações positivas de se engajar toda a comunidade escolar para construção da convivência social e democrática entre seus pares e para uma vida em comunidade. Ao final, por meio de debates e escutas em sala de aula com os alunos participantes do questionário, reconheceram o respeitar a diversidade para o fortalecimento das relações dentro do espaço escolar; direitos humanos é inerente a qualquer indivíduo e educação como construção social e humana.
Palavra-chave: Educação; Respeitar; Convivência.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=12331-direitoshumanos-pdf&Itemid=30192
Fonte: https://www.blogdolauriberto.com/2019/12/educacao-transforma-presidios-em.html
Autora: Ana Paula Mendes Perejaslov Guedes
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
Meu projeto tem o objetivo de apresentar uma intervenção para o acolhimento e convivência com os alunos que ingressarão na escola durante o ano, após fazerem a matrícula, como aluno em liberdade assistida. Proponho a criação de comissões com toda a comunidade escolar para elaboração de ações para acolher esses alunos que são tão rotulados como adolescentes infratores. Essas comissões também terão o papel fundamental de fomentar em toda a escola o tema proposto, promovendo a cultura de paz para a inserção desses alunos no ambiente escolar.
Entendemos que a boa convivência com os colegas e com toda a comunidade escolar é de suma importância para uma ressocialização e para o desenvolvimento do estudante em liberdade assistida.
PALAVRAS-CHAVE: Direitos Humanos - Liberdade Assistida – Cultura de Paz –
Acolhimento
Autora: Analice Nogueira Santos Cunha
Orientadora: Cristina Miyuki Hashizume
Coorientadora: Marisa Fefferman
Resumo:
O presente trabalho consiste numa proposta de intervenção que propõe a elaboração de uma cartilha destinada às pessoas negras que desejem se candidatar às cotas raciais nos concursos públicos federais, contendo orientações para fiscalização e impugnação (se necessário) de editais de concursos públicos federais com vistas ao fiel cumprimento da aplicação do percentual de reserva de vagas. A depeito da previsão legal, são persistentes as dificuldades de implementação das políticas afirmativas como essa no Brasil. Assim, o tema escolhido é de grande importância social, pois reflete criticamente a respeito do racismo estrutural e sobre suas formas de superação, uma delas é justamente a implementação efetiva das cotas raciais. Trata-se de um empreendimento investigativo e interventivo, pois levanta os conceitos, aspectos e exigências legais quanto às cotas raciais nos concursos públicos federais, bem como realiza comparações entre as legislações e a prática atual da Administração Pública. É também uma iniciativa exploratória, pois dirige-se a compreender não apenas a normativa vigente, mas também o modo de implementação das cotas na atualidade. Portanto, representa um esforço exploratório para conferir mais acuidade na formulação de uma cartilha que atenda ao propósito aqui delineado. A proposta de intervenção por meio da cartilha visa promover o direito à igualdade material e o direito de acesso ao mercado de trabalho e aos cargos públicos pelas pessoas negras, por meio da educação em direitos humanos, orientando sobre a aplicação e fiscalização desses direitos.
PALAVRAS-CHAVE: cotas raciais; concursos públicos; universidades federais; ensino superior; educação em direitos humanos.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte:https://www.magaluempresas.com.br/educacao-em-direitos-humanos-gokursos/p/ee94jf806d/cr/cudi
Autor: Anderson Maciel Cristino
Orientador: Cleyton Antônio da Costa
Coorientadora: Selma Cristina Tacacima
Resumo:
O presente trabalho discute a autoformação em direitos humanos de educadoras e educadores em contexto não escolar, tendo como objetivo identificar as contribuições do processo autoformativo para a Educação em Direitos Humanos destes profissionais. As oficinas que compõem a proposta metodológica deste trabalho estão fundamentadas em Candau (1995) e divididas em quatro eixos temáticos. A relevância do trabalho, mesmo que com resultados esperados, encontra-se na possibilidade das educadoras e educadores reconhecerem a importância e urgência dos direitos humanos em suas dimensões pessoais e profissionais.
Palavras-Chave: Autoformação; Formação de educadores; Educação em Direitos Humanos; Educação não escolar.
Autora: Andrea Guerra Pedroso
Orientadora: Cristina Miyuki Hashizume
Coorientadora: Marisa Fefferman
Resumo:
Esta intervenção tem como objetivo discutir como vem se dando os processos de ensino e aprendizagem na etapa de alfabetização durante a permanência destes jovens que precisam ficar privados de liberdade, e que sofreram inúmeras desigualdades sociais, sendo afetados diretamente pela defasagem escolar, buscando identificar suas realidades e os principais desafios vivenciados pelos professores alfabetizadores. Realizou-se a intervenção apoiando-se em artigos científicos, BNCC, plano estratégico da escola investigada, caderno da PNA e sites educacionais e diversos pesquisadores. Com a análise dos dados coletados pode-se concluir que o acompanhamento do corpo multiprofissional é fundamental no auxílio da aprendizagem dos alunos, sendo demonstrada pela integração entre educando e educado e suas vivências.
Palavras-chaves: Direitos Humanos; Processo pedagógico, Alfabetização.
Fonte:https://www.sumarequalifica.com.br/cursos-de-extensao/203-alfabetizacao-e-letramento.html
Fonte:https://jornal.usp.br/ciencias/escolas-nao-deveriam-abrir-com-os-altos-indices-da-covid-19-dizem-pesquisadores/
Autora: Andreza Aparecida Gomes de Andrade
Orientadora: Vanice Aparecida Alves
Resumo:
Trataremos neste projeto sobre o papel da escola numa comunidade pobre da zona leste de São Paulo, enquanto equipamento social do governo municipal. De que forma esses equipamentos foram essenciais durante a Pandemia, num contexto de perda de emprego, renda e benefícios sociais, através da qual, muitas famílias ficaram em situação de vulnerabilidade social. A escola se viu na obrigação de apoiar e orientar essas famílias, e coordenar as ações pretendidas/impostas pela Prefeitura, com o objetivo claramente deficitário de assistir famílias vulneráveis e em situação de insegurança alimentar. E como os profissionais da gestão das escolas, trabalharam a Pandemia inteira sem direito a isolamento social.
Palavras-chave: Pandemia, equipamento, vulnerabilidade social, escola.
Autor: Arnaldo de Santana Silva
Orientadora: Cleyton Antônio da Costa
Coorientadora: Selma Cristina Tacacima
Resumo:
Educar em Direitos Humanos pressupõe a construção de uma pedagogia que compreende os espaços e confecciona uma base antipreconceituosa, desenvolvendo espaços interativos e acolhedores para aqueles que sofrem com violências institucionais. Ao se considerar que a cidade de Salvador, no estado da Bahia, é a capital mais perigosa para quem integra a comunidade LGBTQIAP+, com base em relatórios do Grupo Gay da Bahia, visualiza-se um espaço de intervenção necessário para compreender a atuação de órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil em sua estrutura seccional da Bahia, assim como da Defensoria Pública do Estado da Bahia no contexto de fomentar o debate e construção acerca desses direitos e dessa população que vem sendo reiteradamente violada. A partir da teoria queer, propõe-se a construção de um ambiente plural e afastado da normatividade sexual binária proposta nas bases da educação, além de integrar as vozes daquelas pessoas violadas como base para a construção de uma atuação mais acolhedora. O projeto de intervenção neste ato apresentado parte da compreensão de que a comunidade LGBTQIAP+ no Brasil tem sofrido violações tamanhas, sendo compreendido que a atuação dos órgãos judicantes tem como base propor e instruir normas sociais que implicam na constituição de bases importantes para a transformação cultural, que busca ser diversa e acolhedora, por meio de oficinas que aproximem os órgãos da defesa dos direitos dessa comunidade, abarcando tanto seus funcionários como aplicadores do direito. Ao fim, espera-se desenvolver um material que apresente a construção dessa base educativa de forma mais ampla, visando facilitar a compreensão dos direitos da comunidade LGBTQIAP+ e sua aplicação.
PALAVRAS-CHAVE: Direitos Humanos; Educação; Minorias Sexuais e Reprodutivas; Políticas Públicas;
Fonte: https://www.ipemed.com.br/blog/identidade-de-genero-como-manter-uma-conduta-respeitosa-no-consultorio?utm_source=google&utm_medium=organic
Fonte:https://www.amazon.com.br/Di%C3%A1rio-bitita-Carolina-Maria-Jesus/dp/8582054823
Autora: Beatriz Batista de Almeida
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
O presente projeto de intervenção visa analisar e compreender, a partir das narrativas das obras de Carolina Maria de Jesus, o Estado enquanto organizador da convivência social e responsável por assegurar e garantir o cumprimento dos direitos humanos e sociais. A partir disso, evidenciar que é possível extrair da obra O Diário de Bitita fatos historiográficos que comprovem a estruturação do racismo no Brasil, mais especificamente no sudeste entre Minas Gerais e São Paulo e, também, traçar um paralelo a fim que se observe e estimule a reflexão para questionar se desde o período narrado na obra até os dias atuais, houveram mudança para reversão de tais estruturas.
Palavra-chave: Racismo; Carolina Maria de Jesus; Direitos Humanos, Historiografia; Diário de Bitita
Autora: Camila Felix Araujo
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
Este projeto de intervenção tem como objetivo fortalecer a Política de Educação em Direitos Humanos no estado de Minas Gerais com a proposição de diretrizes para o Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos de Minas Gerais – Comeedh-MG pensar a criação de um Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos. Para alcançar esse objetivo propõe-se a realização de uma pesquisa-ação qualitativa e descritiva, estudo de documentos, bibliografias de referência e estudo de caso. O primeiro passo será analisar as políticas públicas existentes no estado de Minas Gerais (tais como educação, saúde, segurança, cultura, entre outras) de forma a verificar o que essas políticas já realizam em termos de ações de Educação em Direitos Humanos em sua normatização, legislações e/ou práticas cotidianas. Posteriormente, cabe analisar também o cenário político, institucional e de gestão em que o Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos será elaborado e implementado com o objetivo de identificar quais os espaços estratégicos existentes, quais espaços podem ser fomentadores de agenda e qual é o melhor local para dar início ao processo de construção desse plano. Por fim, será analisado, ainda, alguns processos de elaboração de Planos Estaduais de Educação em Direitos Humanos realizados em outros estados do Brasil de forma a aprender com os erros, acertos e boas práticas adotadas por esses estados. Feitas essas análises, buscar-se-á propor algumas diretrizes fundamentais que devem ser incorporadas no processo de elaboração do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de Minas Gerais de forma a evidenciar as complexidades, os desafios e as possibilidades colocados ao Comeedh-MG para criação desse plano e garantir êxito em sua criação e posterior implementação.
Palavras-chave: Direitos Humanos, Educação em Direitos Humanos, Política Estadual de Educação em Direitos Humanos.
Fonte: https://social.mg.gov.br/noticias-artigos/1311-sedese-seleciona-organizacoes-da-sociedade-civil-para-implementar-quatro-centros-de-referencia-em-direitos-humanos
Fonte:https://expresso.estadao.com.br/naperifa/colunas-na-perifa/coluna-nos-mulheres-da-periferia/precisamos-levar-as-urnas-o-combate-a-violencia-contra-as-mulheres/
Autora: Camila Marques Barroso
Orientadora: Criselli Maria Montipó
Resumo:
O presente trabalho pretende ampliar o acesso à justiça a grupos de mulheres que são historicamente marginalizadas em razão da posição social e cultural que ocupam. Com relação aos questionamentos que objetiva trazer respostas, o projeto irá indagar quais são os obstáculos que estes grupos de mulheres vivenciam para acessar a justiça. Qual a dinâmica de violação de direitos que vivenciam cotidianamente? Como o sistema de justiça poderia aprimorar o atendimento e atividade jurisdicional que é prestada a essas mulheres? De um lado, o país possui índices expressivos com relação à desigualdade de gênero, segundo o IBGE (2021), as mulheres ainda ganham 20,5% a menos que os homens, sendo que as mulheres brancas ganham 70% a mais que as mulheres negras. O Atlas da Violência evidenciou que a taxa de assassinatos desse grupo cresceu 29,9% de 2007 a 2017. Já o Conselho Nacional de Justiça aponta que existem quase 900 mil
processos judiciais relativos a casos de violência contra a mulher a serem julgados. De outro lado, a FGV aponta que a confiança no Judiciário gira em torno de 40%, índice que demonstra que parte da população possui expressiva dificuldade de acessar a justiça e visualizar o Sistema de Justiça como instituições públicas que devem ser permeáveis à população. Dessa forma, as oficinas de empoderamento legal possuem a missão de promover um intercâmbio de saberes entre grupos de mulheres historicamente vulnerabilizadas sobre o acesso à justiça e também visa resultar na construção de uma cartilha contendo protocolo de aprimoramento de atendimento e prestação jurisdicional pelo sistema de justiça a estas mulheres.
PALAVRAS-CHAVE: Mulheres em situação de violência; Acesso à justiça; Lugar de
fala; Empoderamento Legal; Desigualdade de Gênero.
Autora: Camila Silvino Santos
Orientadora: Tatiana Lima de Almeida
Coorientador: Flavio Medeiros da Silva
Resumo:
Este trabalho tem por objetivo geral propiciar a formação continuada de professores de uma escola de ensino fundamental do município de São Paulo e como objetivo específico objetivos específicos a elaboração de um Projeto Especial de Ação (PEA) em prol da formação docente intensificando a formação na perspectiva dos direitos humanos diante do desafio de identificar e superar as violações de direitos humanos que ocorrem no cotidiano escolar em tempos de pandemia. Aborda as dificuldades da garantia do direito à educação e acesso ao currículo durante a pandemia do Covid-19. Apresenta a educação em direitos humanos de maneira transversal e interdisciplinar. Reconhece a importância da formação continuada de professores para a educação em direitos humanos na escola pública de ensino fundamental do município de São Paulo, visando à garantia do direito à educação dos estudantes no período pandêmico.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/alta-de-casos-de-covid-faz-escolas-de-sp-suspenderem-aulas-e-exigirem-mascara/
Fonte:https://informasus.ufscar.br/conheca-o-suas-sistema-unico-de-assistencia-social-saiba-como-ele-tem-trabalhado-em-sao-carlos-durante-a-pandemia-e-como-pedir-e-fornecer-auxilio/
Autora: Carla Regina Borges Campos
Orientador: Wilson Roberto Batista
Coorientadora: Adriana Ferreira Serafim de Oliveira
Resumo:
Tratar do exercício do Controle Social acerca da Política de Assistência Social, considerando uma política de direito concretizada com o Sistema Único de Assistência Social – SUAS, perpassa compreender as relações com os espaços participativos, como os Conselhos de Assistência Social, e de como essa instância garante a participação social e democrática. Este Projeto de Intervenção buscou disseminar as dimensões do Controle Social no âmbito do Sistema Único de Assistência Social e estimular a participação social.
Palavras-chave: política pública de assistência social, controle social, cidadania, participação social, democracia.
Autora: Cássia Marques dos Anjos
Orientador: Alexandre de Almeida
Coorientadora: Patrícia Peixoto Custódio
Resumo:
O presente trabalho apresenta a descrição de um projeto de intervenção realizado com mulheres em um movimento popular de luta por moradia na zona leste de São Paulo. Diante dessa constante violação de direitos sofrida pelas mulheres abordamos as consequências dessas violações perante a temática moradia.
Palavras-chave: Moradia; Mulheres; Déficit habitacional.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Cecilia Aquino de Almeida
Orientador: Vicente de Paulo Morais Junior
Resumo:
Esta pesquisa trata-se de um projeto de intervenção com ênfase na Educação em Direitos Humanos no espaço escolar. O projeto surge da necessidade de implementar ações sistematizadas e conhecidas pelo coletivo da escola, no que se refere ao conceito de Educação em Direitos Humanos e a sua relevância na construção de uma formação cidadã, tendo o Projeto Político Pedagógico como instrumento potencializador. Embora o Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar esteja alicerçado em legislações que garantem direitos, apresenta fragilidades no que concerne a compreensão dessa temática, suscitando a necessidade de um trabalho de intervenção que vise mudanças significativas no sentido de construir uma escola comprometida com a garantia dos Direitos Humanos. A pesquisa terá como base metodológica, a análise e interpretação de dados coletados através da leitura documental e da observação de fatos e fenômenos do cotidiano escolar, subsidiada por fundamentação teórica que auxiliará na compreensão e intervenção do problema.
Palavras-chaves: Projeto Político Pedagógico; Educação em Direitos Humanos; Construção Coletiva; Garantia de Direitos.
Autor: Claudemir Gonçalves de Oliveira
Orientador: Pedro Paulo Araujo Maneschy
Coorientadora: Valquiria Alves da Silva
Resumo:
Os ecopontos da prefeitura de Cidade Tiradentes - São Paulo/SP são locais para o descarte de pequenos volumes de entulho, grandes objetos e resíduos recicláveis. Onde os munícipes podem levar pequenos volumes de entulho (até 1 m3 equivale a uma caixa d'água de mil litros) como restos de construções e reformas, móveis velhos, restos de poda de árvore, pedaços de madeira e materiais recicláveis. Em Cidade Tiradentes - São Paulo existe um hábito inadequado de descarte de materiais, práticas que podem provocar contaminação de rios, assoreamento, enchentes, proliferação de vetores transmissores de doenças, poluição visual, mau cheiro e contaminação do meio ambiente. Esse projeto se utilizará de um cronograma para construção um plano de ação, que será fundamental, pois, será a forma de enfrentar os problemas de maneira mais sistematizada, menos improvisada, e com mais chances de sucesso. Esta intervenção tem como iniciativa estimular o aumento da quantidade de entulhos recebidos nos ecopontos, a fim de reduzir a poluição na comunidade e possibilitar o destino correto de materiais danosos, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, evitando seu abandono em locais impróprios. O objetivo, é uma melhor conscientização, pois, através de produção e distribuição de panfletos em obras, residenciais, próprios municipais e comércios, com dicas e informações sobre os ecopontos, fará notório a importância e a necessidade de uso dos mesmos, abordando principalmente a ideia de cidadania do usuário para melhoria do meio ambiente, incluindo a reciclagem e descarte correto e colaborará com a melhoria na qualidade de vida da comunidade e alcançar um ambiente sustentável para atual e futura geração.
Palavras chave: Ecoponto; Descarte irregular; Conscientização; Meio-ambiente; Sustentabilidade sócio-ambiental.
Fonte: https://www.ecoevida.org/post/respeito-ao-meio-ambiente-%C3%A9-garantia-de-qualidade
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Claudia Aparecida Cesar Rezende
Orientador: Rafael Correia Lima
Coorientadora: Rute Rodrigues dos Reis
Resumo:
O trabalho enfoca como a compreensão sobre Direitos Humanos, o acesso à recursos básicos e a construção de redes de apoio colaborativas são fundamentais não apenas para resolução de problemas urgentes como a fome, mas também para promover uma tomada de consciência acerca de direitos, o vislumbramento da construção de uma nova cidadania e a decisão de rumos e metas sobre as próprias vidas. Mesmo pretendendo falar sobre as condições das mulheres de forma geral foi impossível não perceber o recorte promovido pela interseccionalidade de opressões que geram condições de vulnerabilidade de forma mais significativa entre mulheres trabalhadoras negras. A ação interventiva tratada aqui traz como o contexto da pandemia penalizou cruelmente essas mulheres e como a partir de ações de escuta pudemos promover não só um alívio da questão urgente da alimentação, mas promover um canal de diálogo em que todas as envolvidas colaboraram com o que tinham de potencial, construindo uma rede de cuidado ativa e permanente capaz de articular informações e ações garantidoras de relativa segurança econômica, social e emocional além de ser caminho para construção da cidadania participativa que almejamos.
Palavras-chave: Direitos Humanos, Mulheres, Interseccionalidade, Vulnerabilidade,
Cidadania.
Autora: Claudia Barreto Fernandes Ortuno
Orientador: Vinicius Ruiz Albino de Freitas
Coorientadora: Carla Regina Françoia
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo desenvolver um projeto de intervenção, fundamentado em estudos e pesquisa, para a criação de um vídeo institucional, com a finalidade de combater os problemas relacionados ao preconceito no ambiente corporativo, mais especificamente no setor aéreo. Referidos problemas encontram-se ligados à identificação de ausência de uma Educação em Direitos Humanos, onde vislumbra-se a falta de iguais oportunidades de emprego ou crescimento profissional para mulheres, pessoas negras e transexuais. Referidas condições de tratamento diferenciado entre os profissionais ou candidatos às vagas de emprego por vezes é silenciosa, fazendo com que a situação de preconceito e discriminação se apresente de maneira subjetiva, dificultando a sua identificação. Espera-se que com este projeto, possa haver uma maior conscientização de lideranças e funcionários do setor aéreo para a redução de diferenças e exclusão de condições discriminatórias no ambiente profissional.
PALAVRAS-CHAVE: Aviação; Educação em Direitos Humanos; Igualdade; Preconceito.
Fonte: https://destinomexico.mx/top-156-imagenes-de-discriminacion-social/
Fonte:https://www.agepen.ms.gov.br/no-dia-mundial-do-livro-leitura-e-sinonimo-de-liberdade-para-quem-esta-na-prisao/
Autor: Cláudio Andrade de Oliveira
Orientador: Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes
Resumo:
Considerando a teoria dialética unificadora de Claus Roxin, as penas possuem duas finalidades retributiva e preventiva. No aspecto preventivo, verifica-se que a pena tem um caráter de prevenção geral e prevenção especial, no tocante a prevenção geral, essa é voltada aos membros de toda a coletividade que através das leis o Estado intimida os indivíduos para não cometam crimes (prevenção geral negativa) e demonstra também que o Estado é o garantidor da ordem e da segurança (prevenção gerral positiva), no tocante a prevenção especial, essa é voltada ao indivíduo, primeiramente com a finalidade de retirar o infrator da sociedade para que esse não cometa novos crimes (prevenção especial negativa) e, para que os infratores possam ser ressocializados (prevenção especial positiva), nessa perspectiva, assevera-se que tais finalidades devem ser reservadas a momentos distintos na aplicação da pena. Tratando-se especificamente da execução penal, ou seja, do cumprimento da pena, para essa fase é reservada a prevenção especial positiva, ou seja, a ressocialização do indivíduo. Neste sentido propomos através da remição de pena pela leitura a interação das pessoas privadas de liberdade com as três dimensões dos direitos humanos, trata-se um instrumento importante para auxiliar na reinserção social dos presos, pessoas que em média estão inseridas em contexto de maior vulnerabilidade.
Palavra-Chave: reintegração social, remição de pena, ressocialização, educação, vulneráveis.
Autora: Daniela Aparecida Santos Oliveira
Orientadora: Régia Mabel da Silva Freitas
Resumo:
O presente Projeto de Intervenção tem como objetivo principal implementar a formação continuada dos docentes para consolidar a educação em direitos humanos, pautadas no respeito a igualdade racial focada no mérito da Lei no 10.639/03. A metodologia qualitativa e revisão bibliográfica, foi desenvolvida após pesquisa e com os resultados constatar que pouco se conhece e aplica-se a lei em prol da cultura afro brasileira. A perspectiva é de que após propor formação continuada para antirracista para os docentes, eles ressignifica-se suas crenças, práticas e teorias e permitam a formação com igualdade racial impactando de maneira os educandos aspectos cognitiva, social e emocional dos docentes.
Palavras-chave: Lei 10.639/03, formação continuada para docentes, direitos
humanos, igualdade racial
Fonte:https://www.cenpec.org.br/tematicas/cinco-dicas-para-a-escola-trabalhar-a-lei-10-639-03
Fonte: https://pt.vecteezy.com/arte-vetorial/12665881-mulher-fugindo-de-uma-gaiola-mulher-sai-da-prisao-garota-saindo-de-um-espaco-apertado-conceito-de-liberdade-transtornos-de-saude-mental-reabilitacao-novas-oportunidades-e-desafios
Autora: Daniela Rocha de Sá
Orientador: José Fernando Saroba Monteiro
Coorientador: Flávio Medeiros da Silva
Resumo:
O presente projeto de intervenção consiste em criar um projeto social que promova e acompanhe a re/inserção no mercado formal de trabalho das mulheres egressas do sistema prisional maranhense, que leve em consideração os critérios de gênero, raça e classe social. Este projeto será desenvolvido no Centro de Reeducação e Inserção de Mulheres Apenadas –CRISMA, e fará a intermediação entre empresas empregadoras e as egressas. Objetiva-se proporcionar um acolhimento social que vai além das egressas, abrangendo seus dependentes e/ou familiares, fortalecendo seus laços sociais e afetivos, formando uma rede de apoio capaz de proporcionar segurança e estabilidade econômica, familiar e social a essas mulheres. Para
aferição dos resultados esperados com a implantação do projeto, serão aplicados questionários e entrevistas, individuais e em grupo, com periodicidade trimestral, às integrantes do programa, cujo objetivo será avaliar se os objetos do projeto estão sendo alcançados e ouvir sugestões para melhoramento do programa. Espera-se que o projeto de intervenção possa contribuir para a melhora na qualidade de vida das mulheres egressas do sistema penitenciário feminino de São Luís.
Palavras-Chave: Mercado de trabalho. Inclusão social. Egressas. Identidade.
Autora: Danielle Pallini Morais
Orientadora: Silmar Leila dos Santos
Coorientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
O presente trabalho corresponde à descrição de minha atuação como assistente social, no atendimento de crianças e adolescentes em situação de rua, na cidade de São Paulo. Inserida há cinco anos na Fundação Projeto Travessia, que busca atender a esse público, em parceria com outros órgãos e instituições públicas (integrantes do Sistema de Garantia de Direitos SGD), um dos registros mais comuns em meu cotidiano é o da violência institucional. Violência essa que já tem motivado a oferta de formação, por parte da fundação, há alguns desses atores sociais que, ao invés de proteger às crianças e adolescentes em situação de rua, tende a ofertar um tratamento desumanizado e que reflete inúmeras violações dos Direitos Humanos. Considera-se que, a este processo, caiba a sistematização de uma formação continuada, pautada na Educação em Direitos Humanos, a partir da elaboração coletiva de um Projeto Político-Pedagógico (PPP) que preveja uma formação continuada, visando a superação de estereótipos negativos sobre o tema Direitos Humanos pois, de um modo geral, percebe-se que os profissionais envolvidos no SGD, ainda trazem consigo algumas expectativas ou julgamentos que vão contra as situações em que as famílias em situação de rua se encontram.
PALAVRAS-CHAVE: Educação em Direitos Humanos; Crianças e Adolescentes em
situação de rua; Sistema de Garantia de Direitos; Projeto Político-Pedagógico Institucional; Violência institucional.
Fonte: https://www.uninter.com/noticias/violencia-institucional-contra-criancas-e-adolescentes-passa-a-ser-criminalizada
Fonte: https://betsaida.org.br/saica-betsaida/
Autora: Débora Maria Barberis de Sousa
Orientador: Lúcia Helena da Silva Joviano
Resumo:
A articulação da Rede Protetiva possui grande relevância para a garantia dos direitos de aprendizagens dos bebês, crianças, adolescentes e jovens matriculados nas unidades educacionais da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé. O estabelecimento da parceira e integração do atendimento para a efetivação do acesso e permanência de qualidade na escola é possível por intermédio da integração e articulação entre os equipamentos sociais e a rede protetiva, como os serviços de Medida Socioeducativa em meio aberto (MSE), o Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICA) e as unidades educacionais que atendem esses estudantes.
Palavras-chave: Rede Protetiva; Direitos de Aprendizagens; Medida Socioeducativa; Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes; Integração.
Autora: Deborah Bittencourt Malheiros
Orientadora: Silmar Leila dos Santos
Coorientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
O presente trabalho apresenta uma alternativa para a formação continuada dos profissionais da segurança pública que lidam diariamente com a população do estado de São Paulo, em especial com vistas a atender com maior dignidade a população LGBTI+. Acredita-se que a atuação dos profissionais da Segurança Pública deve ser pautada no cumprimento do que é previsto na Constituição Federal, ou seja, o de proteger e respeitar todos os cidadãos e cidadãs de nosso país. Sabemos que os cursos de formação de policiais contam com a disciplina de Direitos Humanos, no entanto, defendemos que o tema diversidade sexual e de gênero necessita de formações continuadas, diante das alterações constantes de conteúdo dos direitos e da promoção e cidadania da população LGBTI+, bem como a precisão de espaços de reflexão. Torna-se necessária a desconstrução de preconceitos para possibilitar que o respeito à dignidade dessas pessoas seja garantido. Apresenta-se uma proposta de intervenção que buscou aproximação da Educação em Direitos Humanos com o objetivo de instrumentalizar os policiais para que o desempenho de suas atividades esteja comprometido com o enfrentamento a toda forma de violência e discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero. Propõe-se que todos os policiais participem de processos formativos na temática, no entanto, inicialmente recomenda-se a aplicação do projeto de intervenção em policiais que atuem em territórios com maior vulnerabilidade social.
PALAVRAS-CHAVE: Educação em Direitos Humanos; Segurança Pública; Diversidade Sexual e Gênero; Ações Educativas para policiais.
Fonte:https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/09/04/df-lanca-cartilha-sobre-abordagem-de-lgbts-por-agentes-de-seguranca-publica.ghtml
Fonte:https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/arte-fora-dos-centros/2020/11/26/quando-se-nasce-pobre-a-maior-rebeldia-e-ser-estudioso.htm
Autor: Denilto Carlos de Carvalho
Orientadora: Simone Pedersen
Resumo:
A escola pública no Brasil é o espaço privilegiado para milhões de crianças e jovens das grandes cidades, especialmente daqueles que vivem em suas periferias onde há escassez na oferta de serviços públicos essenciais. O contexto das regiões mais empobrecidas na cidade de Várzea Paulista no estado de São Paulo evidência uma ausência significativa de ações que promovam a construção permanente e a defesa dos Direitos Humanos. A escola é um dos poucos inatrumentos públicos que assiste a comunidade, trazendo o poder público para o interior da periferia. Dessa forma a escola também tem o papel de fazer ecoar as demandas sociais provenientes de uma parcela da popúlação há muito marginalizada socialmente e territorialmente. Por meio de relatos escritos jovens e crianças contam suas histórias de violação sendo esta uma oportunidade impar de ser ouvidos pelo poder público, nesse caso específico a escola. Os relatos curtos são analisados e preservando a identidade dos depoentes são publicados no intuito de fazer conhecido os direitos violados e então gerar uma conscientização crítica na escola e nos demais atores envoltos nela.
Palavras-chave: escola; direitos humanos; periferia; cidadania; protagonismo.
Autor: Denis da Silva Eustaquio
Orientador: Vinicius Ruiz Albino de Freitas
Coorientadora: Carla Regina Françoia
Resumo:
A maior conquista do ser humano foi a de poder ter a voz de expressar a sua opinião e isso enriqueceu os povos e destronou diversas monarquias. Na França, a luta por liberdade trouxe a ideologia da Fraternidade, Liberdade e Igualdade. Essa Liberdade tem poder de traçar novos caminhos para que a mente e o ideário libertário conduzisse o Povo a uma nova forma de ver a sociedade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem importantes considerações acerca da liberdade de expressão, em que o Brasil foi signatário, como bem destacado na Constituição Federal do Brasil de 1988. Essa liberdade possibilitou com que os grilhões da ditadura militar não permanecesse nos dias atuais. No entanto, tudo o que pode ser utilizado para o bem comum, pode ser utilizado para o mal, como, por exemplo, através daqueles que tentam se utilizar das fakes news, por meio da liberdade de expressão, para reverberar mentiras que tomam roupa da verdade, a fim de manipular a grande massa. As fake news - notícias falsas, são atribuídas a uma série de notícias, através da internet, que servem para espalhar mentiras sobre um determinado tema. Dentro da liberdade de expressão, devem ser combatidas, usando tanto a punição pelo Direito Penal, quanto pelo Direito Civil. As fake news podem se dar de duas formas: ou pela existência de grupos extremistas que, através de robôs, espalham notícias falsas para manipular, com determinado objetivo, uma sociedade; ou pela própria desinformação da população mundial, devido ao número grandioso de informações propagadas pelas mídias. Outra forma de combater a cultura da mentira é através da educação em direitos humanos, com a criação de um aplicativo que, por busca, mostra quais notícias são verdadeiras e quais são falsas, chamado de: “Em terra de fake news, quem sabe a verdade é rei!" Espera-se, com isso, combater, de forma lúdica e informativa, a propagação de mentiras.
PALAVRAS-CHAVE: fake news; liberdade de expressão, democracia e direitos humanos.
Fonte: https://www.tre-df.jus.br/comunicacao/noticias/2019/Abril/tribunais-aproveitam-data-pra-conscientizar-sobre-fake-news
Fonte: https://www.congonhas.mg.gov.br/index.php/semana-da-educacao-infantil-promove-valorizacao-do-ensino-e-integracao-da-comunidade-escolar/
Autora: Dinorá Moraes de Freitas Cruz
Orientador: Artur Zimerman
Coorientadora: Chavelli Dominique Luiz Machado
Resumo:
A preocupação com a proteção das crianças na América Latina é um fenômeno verificável ao longo de todo o século XX (Romero, 2007). A ratificação da Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) de 1989 deu novo impulso ao tema, tornando-se um marco legislativo de referência obrigatória. A Convenção defende uma combinação única de virtudes: destaca e defende o papel da família na vida das crianças, a obrigação dos Estados e a responsabilidade dos pais de cuidar de seus filhos; promove o respeito pelas crianças; apoia o princípio da não discriminação e, finalmente, estabelece obrigações claras para os Estados Partes (Nações Unidas, 1989). O reconhecimento da Convenção é praticamente universal. Partimos da premissa de que o primeiro passo para alcançar ou direcionar a educação para todos os meninos e meninas entre o nascimento e os 8 anos de idade é ou é plenamente reconhecido na legislação e sua efetividade por meio de meios públicos, institucionalizados e com recursos suficientes para garantir todas as especificidades dessa etapa, bem como a existência de mecanismos legais e judiciais que permitem a proteção de interesses, direitos e reparação em casos de violação.
Autora: Dinorá Tavares de Souza
Orientador: Angelo Aparecido Sastre
Resumo:
Desde o início de sua vida escolar, as crianças da educação infantil trazem de casa muitas visões de mundo pré-concebidas a respeito de tudo o que está ao seu alcance. Uma dessas visões refere-se aos papéis de gênero, normalizando estereótipos que influenciam fortemente em todas as suas vivências dentro e fora da escola, com frequência segregando as crianças ou até mesmo as impedindo de vivenciar novas experiências. Muitas vezes a própria abordagem do trabalho realizado na Educação Infantil é carregada de estereótipos, acabando por reproduzir e reforçar a desigualdade de gênero. Tais conceitos necessitam ser diariamente colocados em pauta para reflexão de forma transversal, para que sejam desconstruídos e ressignificados na prática pedagógica.
Palavras-chave: Estereótipos de gênero, Educação em Direitos Humanos, Feminismo
Fonte: https://direcionalescolas.com.br/especial-dia-das-criancas-por-que-a-criacao-das-criancas-ainda-e-carregada-de-estereotipos-de-genero/
Fonte: UNFPA, 2018
Autor: Diogo Cavazotti Aires
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
A atual “pesquisa-intervenção” apresenta questões sociais, econômicas, de saúde e políticas que envolvem a prática da Educação Sexual na escola, com dados de desenvolvimento divulgados por organizações internacionais de Direitos Humanos. Ademais, o trabalho foca nos tratados, pactos e convenções que abordam a importância da Educação em Sexualidade na infância e adolescência, os quais foram ratificados pelo Brasil, e busca estabelecer uma relação com as leis e os programas educacionais existentes no citado país, em especial no Ensino Médio, para avaliar se os mesmos estão em acordo, ou em desacordo, com os documentos mencionados. A investigação parte de um número chave no Brasil e na América Latina: o alto número de adolescentes gravidas na região, gerando problemas sociais em diversos segmentos.
Palavras-chave: Educação Sexual; Brasil; Direitos Humanos; Educação em Sexualidade; Gravidez Adolescente.
Autora: Dulcinéia de Lourdes dos Santos
Orientadora: Maria Helena Bertolini Bezerra
Coorientadora: Patrícia Peixoto Custódio
Resumo:
Este estudo tem por objetivo desenvolver oficinas socioeducativas com crianças, adolescentes e suas famílias visando criar estratégias de conscientização, prevenção e enfrentamento de violência doméstica contra crianças e adolescentes. Participarão deste estudo crianças e adolescentes do sexo feminino, de 06 a 15 anos e seus responsáveis, beneficiários de uma Instituição que executa o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Como estratégia para coleta de dados será utilizado entrevista semiestruturada, dinâmicas e Rodas de conversas. As perguntas do roteiro de entrevista serão construídas através dos objetivos específicos, na busca de se conseguir respostas para as principais questões deste trabalho. Espera-se com este estudo compreender a origem social da violência e seu processo de naturalização, os impactos que ela traz no cotidiano, o rompimento do ciclo de violência, o resgate da função protetiva da família e o fortalecimento dos vínculos afetivos familiares. Este trabalho apresenta as limitações de um estudo qualitativo e não propõe generalizar os resultados e sim aprofundar na compreensão sobre a temática estudada com um grupo delimitado, trazendo subsídios as crianças, adolescentes, responsáveis e a outros interessados no assunto, possibilitando novos olhares sobre o assunto e estratégias de conscientização, prevenção e enfrentamento. E também para o aprofundamento teórico do campo e desenvolvimento de novas pesquisas acerca do assunto.
Palavras-chave: Violência Doméstica; Criança e Adolescente; Prevenção; Lei Menino Bernardo; Estatuto da Criança e Adolescente; Fortalecimento de Vínculos.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Edilania Medeiros de Souza
Orientadora: Criselli Maria Montipó
Resumo:
A Educação em Direitos Humanos é um meio indispensável para a formação do sujeito de direito. O projeto “Grandes direitos de pequenas crianças” foi construído com os estudantes do 2o ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prestes Maia, da Prefeitura Municipal de São Paulo, que perpassou durante o ano de 2021 pelo ensino remoto, híbrido e presencial. O objetivo geral foi fomentar a consciência cidadã dos estudantes a partir da apreensão dos conhecimentos historicamente construídos de forma a afirmar valores e atitudes. Assim, os objetivos específicos do projeto possibilitaram a aprendizagem sobre os Direitos Humanos, com o estudo da Declaração Universal dos Direitos das Crianças, e promoveu práticas de defesa desses direitos, principalmente de combate à desigualdade de gênero e étnico-racial. Os estudos biográficos partiram das representações femininas, considerando as interseccionalidades de opressões com mulheres negras, indígenas, com deficiências e LGBTQIA+. As selecionadas para os estudos foram: Malala Yousafzai, Maya Angelou, Elza Soares, Jugoa, Helen Keller, Kasha Jaqueline, Ruby Bridges, Frida Kahlo, Evilania Medeiros e Margetu, por terem sido asseguradas ou violadas em pelo menos um dos princípios da Declaração Universal dos Direitos das Crianças durante sua infância ou adolescência. O projeto se desenvolveu com o estudo biográfico em consonância com diferentes objetivos curriculares e recursos tecnológicos. Os estudantes, mesmo que em diferentes tempos de acesso às aulas, perceberam as violências, as associaram às suas vivências, se classificaram como sujeitos e nomearam seus direitos.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos; Biografia; Educação étnico-racial;
Educação de gênero; Educação inclusiva.
Autora: Ediliz Aparecida Ferreira da Silva
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
Este trabalho é fruto de plano de ação em uma classe de 1° ano do Ensino Fundamental, onde com a pandemia de Sars-Cov-2 (popular: COVID 19) foram observados a necessidade de se promover a Cultura de Paz, por meio da ludicidade. A utilização de ferramentas que objetivem mediar os conflitos notados é de simples manuseio e de interesse coletivo, pois, utiliza o celular como ferramenta de descoberta. Os desafios que se configuram em torno desta particularidade são: como conviver em sociedade, respeitar o colega e ao espaço escolar. E por meio deste trabalho a ser desenvolvido, objetiva-se que os recursos tecnológicos podem ampliar o conhecimento sobre Direitos Humanos e a promover uma Cultura de Paz.
PALAVRAS-CHAVE: Cultura de Paz; Direitos Humanos; Diversidade Cultural; Jogos
Educativos; Tecnologias.
Fonte: https://conexaoeduca.saosebastiao.sp.gov.br/no-dia-mundial-da-educacao-prefeitura-intensifica-convivencia-diga-sim-para-a-paz-nas-escolas-da-rede-municipal-de-ensino/
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Edineia Maria dos Santos
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
Este trabalho teve por objetivo uma intervenção nos ambientes educacionais para abrir uma porta ao diálogo entre docentes e discentes nas escolas públicas do município de São Bernardo do Campo e trazer à tona uma reflexão sobre os conflitos que geram a discriminação sobre a população lgbtqia+ e discutir os impactos na vida social e na aprendizagem acadêmica dos jovens educandos, buscando a solução de conflitos que rotineiramente têm sido compartilhado nas escolas em relação à orientação sexual dos adolescentes. Resultado também de uma educação de ensino superior elitista e descomprometida com a educação em direitos humanos, que cada vez mais se distancia do perfil de formadores em valores humanos. Também tentou-se aqui trazer para a escola o lugar de fala desses alunos, tirando-os da invisibilidade e desconstruir estereótipos percebidos nas falas docentes nos ambientes escolares, tornando a escola, um espaço protetivo de segurança, de pluralidade e de inclusão abrindo espaço para uma convivência pacífica e respeitosa.
Palavras Chave: LGBTQIA+fobia, intolerância docente, discriminação
Autor: Edson dos Santos
Orientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
Este trabalho tem por objetivo compreender a violência praticada no espaço escolar, em relação às pessoas LGBTQIA+, vista como um dos fenômenos perversos que afetam diretamente a vida das pessoas causando marcas profundas. São situações de preconceito, homofobia, racismo que atrapalham o acesso e a permanência na escola. Estes atos de violência que os estudantes sofrem em virtude das suas orientações sexuais, são para essas pessoas, experiências que provocam traumas irreparáveis e que contribuem para o aumento do abandono escolar e representa perdas no processo educacional das alunas e dos alunos LGBTQIA+, causando significativo prejuízo ao desenvolvimento intelectual. Uma parte significativa dessas ações violentas são causadas pelas orientações de cunho religioso professada pelos os gestores, professores, funcionários e também por alguns estudantes.
Compreendendo que a escola é um dos espaços mais importantes para a transformação da sociedade, por poder agregar todo e qualquer tipo de diversidade, esperamos que este ambiente desenvolva práticas em desfavor da desigualdade de gênero e de qualquer tipo de preconceito. Isso passa necessariamente pela inclusão da educação em direitos humanos nos seus planos de ensino e na formação continuada dos professores e gestores, oferecendo um novo olhar para a compreensão das mudanças ocorridas no ambiente escolar nos últimos tempos a partir do acesso de novos grupos sociais. Nosso objetivo é o de identificar as causas da violência vivida pelas pessoas da comunidade LGBTQIA+ no ambiente escolar, mas, sobretudo, mostrar que a partir de intervenções pedagógicas com sequência didática voltada para o fortalecimento dos vínculos sociais, é possível oferecer educação que valorize os seres humanos, sem distinção de raça, cor, gênero, etnia, entre outros.
Palavras Chaves: Educação em Direitos Humanos, Violência, LGBTQIA+.
Fonte: https://gamarevista.uol.com.br/sociedade/debate-lgbtqia-escolas/
Fonte: https://casadaconsultoria.com.br/administracao-de-conflitos/
Autor: Edson Mundenguela José Henriques
Orientador: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
Há uma evidente contradição quando se fala de cooperação entre os homens, porque ao mesmo tempo que ela é necessária para o progresso da humanidade ela também tem sido motivos de muitos conflitos por conta heterogeneidade entre os grupos, sendo assim é necessário encontrar mecanismos de mediação para a mitigação de eventuais conflitos sociais nas relações interpessoais e intergrupais. Todos os períodos da humanidade que se tem registro foram marcados por conflitos, desde Estado de natureza até a criação do Estado moderno sempre existiram conflitos, paradoxalmente a medida que as sociedades avançam os conflitos sociais também tendem a aumentar. Feita essa afirmação, podemos inferir que os conflitos fazem parte da natureza humana e no dia a dia das instituições de ensino não é diferente. O presente projeto procurou analisar a forma como os gestores escolares da instituição 27 de Março têm mitigado os conflitos decorrentes entre alunos e propor uma capacitação dos mesmos na referida questão.
Palavras chaves: Conflitos; Mediação; Escolares.
Autor: Eduardo Henrique Moraes Santos
Orientadora: Clarissa De Franco
Coorientadora: Márcia Duarte Carvalho
Resumo:
O presente projeto visa uma intervenção em escolas selecionadas do município de Osasco/SP, por meio de rodas de conversas, formações e reuniões, objetivando conscientizar o corpo docente e equipe diretiva dessas instituições sobre a contribuição de equipes interdisciplinares composta por assistentes sociais e outros profissionais. Com isso, espera-se mobilizar a política de educação para a implementação da lei nacional de número 13.935 de 2019 que prevê a inserção das citadas equipes nas políticas municipais no prazo de um ano da data de promulgação da lei, mas até agora isso não foi feito. A premissa é que as/os assistentes sociais na política de educação básica possam contribuir para a ampliação dos direitos da população atendida, reduzindo a evasão, retenção e potencializando a articulação entre a comunidade e as escolas.
Palavras Chaves: Serviço Social; Educação Básica; Direitos Humanos.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte:https://www.brasildefatorj.com.br/2019/11/06/agentes-da-seguranca-organizam-2degree-congresso-nacional-policiais-antifascismo-no-rio
Autor: Eduardo Nicomedio dos Santos
Orientador: Artur Zimerman
Coorientadora: Chavelli Dominique Luiz Machado
Resumo:
O presente trabalho apresenta um projeto de intervenção voltado ao ensino dos direitos humanos aos profissionais atuantes na segurança pública do estado de São Paulo, a fim de melhor instrução e reflexão destes agentes sobre as possíveis origens de paradigmas relacionados ao perfilamento criminal e ao preconceito estrutural que alicerça determinados comportamentos policiais, em especial durante a abordagem policial, onde, tal conduta não apenas violam direitos e até mesmo a dignidade do cidadão, como também, favorece para a construção de uma imagem negativa do órgão de segurança pública por percepção de parte da sociedade.
Palavras-chave: Ensino; Direitos Humanos; Segurança Pública; Preconceito Estrutural;Perfilhamento Criminal.
Autora: Elaine Cristina Ferreira da Conceição
Orientador: Artur Zimerman
Resumo:
Este trabalho apresenta um projeto de intervenção que reflete sobre a formação continuada de educadoras(es) e importância de garantir uma abordagem de educação para as relações étnico-raciais e antirracista na educação infantil. Possibilitando que bebês e crianças negros, indígenas, brancos e imigrantes sintam-se respeitados, possam se ver representados nos tempos, espaços e materiais e construam uma auto-imagem positiva e fortaleçam suas identidades, que haja o reconhecimento da diversidade, respeito a diferença e pluralidade nos
documentos institucionais e projetos de formação, que as práticas educacionais sejam repensadas para que efetivamente possam ser para todos e todas, assegurando-lhes a dignidade e a proteção contra quaisquer violações, discriminações e racismo, por mais pueris, que possam se manifestar.
Palavras-Chave: educação infantil; étnico-racial; racismo; antirracismo; infâncias
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/unicef-reativa-campanha-de-prevencao-ao-racismo-com-foco-em-criancas-e-adolescentes
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Elaine Regina Chagas Santos
Orientadora: José Fernando Saroba Monteiro
Coorientador: Vinícius Canhoto
Resumo:
A presente pesquisa se fundamenta nos pressupostos, onde possamos identificar que os sujeitos ao pesquisarem sua própria prática produzem novos conhecimentos e, assim, nesta busca, apropriam e ressignificam sua prática, de forma a produzir novos compromissos, numa visão crítica de acordo com a realidade em que atuam. Dessa forma, a construção e elaboração de uma pesquisa-ação, a qual pretendemos desenvolver na Escola Municipal de Ensino Fundamental, Professor Antônio Prudente, baseia-se em um projeto em processo de maturação tendo como proposta trazer o diálogo com professores, gestores e toda a comunidade escolar, formas de debater sobre o Letramento Racial como uma alternativa de melhorar a nossa práxis, tendo em vista, o conhecimento acerca das relações étnico-raciais, mais especificamente abordaremos a princípio a problemática do racismo e suas facetas e como ele afeta as relações no ambiente escolar e para além dele as subjetividades nas diversas instituições que violentam física, moral, cultural, social e psicologicamente a população negra. Para que de fato, possamos implementar a Lei nº 10.639/03, de maneira efetiva em ações pautadas e pontuais, que possam diminuir as múltiplas ocorrências de violências e violações ocorridas no ambiente escolar, assim, urge a necessidade de uma formação que paute a Educação em Direitos Humanos com ênfase no Racismo estrutural, surgida da necessidade da comunidade escolar de uma formação antirracista, pautada no Letramento Racial, com vista a minimizar essas desigualdades no âmbito escolar.
Palavras-chave: Letramento Racial; Educação em Direitos Humanos; Lei nº 10.639/03; Formação Antirracista; Formação de Professor.
Autora: ELENIR DA COSTA RODRIGUES
Orientadora: Maria Helena Bertolini Bezerra
Coorientadora: Patrícia Peixoto Custodio
Resumo:
A pesquisa-ação permeia a educação como direito a partir do diagnóstico da educação no contexto da pandemia do covid-19 e as diversas violações de direitos que acarretaram na vida dos estudantes. No retorno presencial, após isolamento social, a preocupação se concentrava em recuperar os anos em que as escolas estavam de portas fechadas, porém uma preocupação bem maior tem sido desafio para professores, gestores e famílias que acompanham a rotina dos estudantes. Eles se mostram agressivos, intolerantes e indisciplinados e parecem não se encaixar mais na escola. As relações interpessoais têm se tornado um problema, o que consequentemente, tem gerado diversos conflitos. Essa lacuna gigante que a escola enfrenta se transformou em rodas de conversa nas minhas aulas de redação. Com o processo de escuta, encontros de afetos, os jovens passam a dizer o que sentem. A escola que eles desejam está distante da atual realidade.
Palavras-Chave: Educação. Pandemia. Tecnologia. Juventude. Direitos Humanos.
Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2020/11/4889940-instituto-unibanco-lanca-serie-sobre-a-realidade-das-escolas-publicas.html
Fonte:https://projetocolabora.com.br/ods10/coronavirus-e-quando-para-100-mil-pessoas-ficar-em-casa-significa-ficar-nas-ruas/
Autora: Eliane Josimara de Jesus Sampaio
Orientador: Rodrigo Rosa da Silva
Coorientadora: Márcia Regina da Silva Ramos Carneiro
Resumo:
Tem-se notado diversas mudanças no seio da nossa sociedade mundial devido a pandemia da COVID-19, como por exemplo um crescimento de pessoas em situação de rua. Observamos famílias inteiras nessa condição e um aumento de 50% de pessoas com ensino superior, bem como aqueles que estavam a menos de 12 meses nessa condição. Os efeitos desta crise sanitária e financeira tem implicado numa condição preocupante e alarmante de violações de direitos básicos dessas pessoas. O objetivo do presente Projeto de Intervenção é de facilitar o acesso à informação de forma clara para esse público e pretende através da construção coletiva de um guia informativo chamado “Tudo é Seu”, contendo os principais serviços de saúde, alimentação, higiene e cultura contidos na região central do município de Campinas, ser uma ação prática de educação em Direitos Humanos e um apoio ao acesso aos bens e serviços dos quais a população de rua encontra-se constantemente excluída.
Palavras-Chave: População em Situação de Rua; Pandemia da COVID-19; Educação em Direitos Humanos.
Autora: Eliane Talpo Gomes
Orientador: Cleyton Antonio da Costa
Resumo:
O presente trabalho apresenta uma proposta de intervenção com foco na literatura infantil realizada no CEU EMEI Professor Roque Spencer Maciel de Barros, escola municipal de educação infantil da cidade de São Paulo – SP inserida no complexo educacional unificado CEU São Rafael, durante o Dia da Família na Escola, data prevista em calendário escolar. Este trabalho surgiu com a intenção de promover uma aproximação das famílias ao currículo da Educação Infantil e às ações desenvolvidas e previstas no Projeto Político Pedagógico da escola no que se refere aos projetos de leitura e ao uso social do espaço público da Biblioteca do CEU São Rafael pela comunidade escolar. Por participar de um projeto da Secretaria Municipal de Educação da cidade de São Paulo como Polo de Educação em Direitos Humanos, o CEU São Rafael tem em sua Biblioteca um espaço com bibliografias destinadas ao estudo da EDH, acervo esse que foi apresentado às famílias durante o evento. A aplicação da proposta de intervenção buscou refletir sobre a prática pedagógica através da apresentação para as famílias de ações e projetos que são desenvolvidos na rotina escolar, como a Sessão Simultânea de Leitura, o Projeto Ler em família e o Projeto Minha Biblioteca. A escolha dos títulos dos livros passou por princípios de representatividade, buscando demonstrar a importância da relação entre família e escola na cooperação para mediar leitores conscientes da diversidade e sua função social e cultural na formação da criança.
Palavras-chave: educação infantil; gestão participativa; formação de professores;sujeito de direitos; literatura infantil; participação das famílias; educação em direitos humanos.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2009/12/imperio-mali.html
Autor: Elias Bernardo de Brito Junior
Orientadora: Clarissa De Franco
Resumo:
O presente projeto de intervenção intitulado Primavera Mandinga em sua segunda fase,inspira-se em um antigo código de ética (séc. XIII) firmado entre os antigos guerreiros e habitantes do Império do Mali localizado no noroeste do continente africano que demonstrava noções do que o mundo ocidental denominou séculos mais tarde de direitos humanos. Objetivamos com este trabalho fomentar práticas pedagógicas que promovam a defesa dos Direitos Humanos e que contribuam para o combate ao racismo nas unidades educacionais que integram a Diretoria Regional de Educação de Itaquera da Rede Municipal de Educação de São Paulo, potencializando a formação continuada dos educadores em Educação em Direitos Humanos e em Educação das Relações Étnico –Raciais.
Autor: Eliézer Alves Vilela
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Coorientadora: Soraia Oliveira Costa
Resumo:
Quando se fala em Direitos Humanos, vem à mente a figura do Estado como promotor e garantidor destes. O presente trabalho acadêmico tem o objetivo demonstrar a necessidade de capacitação nos cursos de formação e nos de atualização de conhecimentos destinados aos profissionais de Segurança Pública no que tange aos procedimentos de abordagem policial a grupos vulneráveis e minorias, elencando os principais problemas que ocorrem em relação as abordagens policiais a pessoas pertencentes a população LGBTQIA+, bem como, sugerir meios para que sejam evitados problemas em consequência de abordagens policiais ao público LGBTQIA+, além de propor sugestões para a resolução de problemas advindo de abordagens realizadas sem observância aos direitos dos cidadãos. O desenvolvimento deste estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica qualitativa exploratória, por meio de exames em escritos sobre o tema, em busca do entendimento acerca da questão da abordagem policial, com vistas a identificação dos principais problemas encontrados tanto pelos abordados quanto pelos encarregados pela aplicação da lei. Como resultados alcançados, compreendemos a necessidade de uma reformulação na grade curricular dos cursos de formação dos profissionais de segurança pública concernente ao tema, acrescentando conteúdos, além da submissão a constante atualização de conhecimento daqueles agentes que já se encontram a disposição do serviço ativo em todas as forças de segurança do país, falando de modo particular sobre a Guarnição Policial da cidade de Monte Belo, localizada no Sul do Estado de Minas Gerais, objetivando maximizar o desempenho das suas ações com vistas a uma melhor qualidade dos serviços prestados à população.
Palavras-chave: Segurança Pública, Abordagem Policial, Grupos Vulneráveis.
Fonte: https://emporiododireito.com.br/leitura/dano-moral-estado-e-condenado-por-excesso-em-abordagem-policial
Fonte: https://abori.com.br/direito/acesso-a-justica-foi-prejudicado-na-pandemia-segundo-maioria-dos-profissionais-de-defensorias-publicas/
Autora: Elisa Cristina Garcia Barbosa
Orientadora: Rafael Correia Lima
Coorientadora: Rute Rodrigues dos Reis
Resumo:
Este projeto de intervenção foi desenvolvido durante a pós-graduação em educação em direitos humanos da UFABC. A formação em direitos humanos dos profissionais da justiça, no Brasil, é muito aquém da ideal para um profissional que lida, diariamente, com tais direitos. Não se conhecem, de fato, tais direitos, e isso influencia, diretamente, na forma como esses profissionais trabalham, na justiça e na sociedade. Propõe-se que o espaço da OAB Araraquara/SP seja utilizado como local de formação continuada para profissionais da justiça, de modo a promover a cultura de direitos humanos e o pensamento crítico neste viés. Isso porque a OAB é entidade que tem como dever a defesa da justiça social, da cidadania e dos próprios direitos humanos e seu espaço democrático já é utilizado em outras subseções, como a cidade de São Paulo, como palco de importantes debates e formações quando se trata de direitos humanos, tratando-se tal projeto, no entanto, de uma exceção. Optou-se pela aplicação de um questionário inicial, para observação do conhecimento dos conceitos básicos sobre direitos humanos dos profissionais da justiça, com posterior formação continuada em serviço por meio de palestras, minicursos e debates sobre o tema, com posterior aplicação de novo questionário para comparação e verificação de absorção do conteúdo discutido. Preliminarmente, os temas principais a serem abordados são o histórico dos direitos humanos, a formação social moderna e os direitos humanos, e os princípios orientadores e cultura dos direitos humanos no Brasil, contribuindo-se, assim, para a humanização do indivíduo e da justiça.
Palavras-chave: Direitos Humanos; Formação continuada em serviço; Humanização; Profissionais da Justiça; OAB.
Autora: Elisabete de Lima Ikeda
Orientador: Alexandre de Almeida
Coorientadora: Patrícia Marques de Souza
Resumo:
O presente trabalho tem por objetivo criação de um plano de intervenção sobre Educação em Direitos Humanos para ser aplicado em uma escola pública na periferia da cidade de São Paulo. Tem como público-alvo os professores e estudantes do Ensino Fundamental I e II e da Educação Jovens e Adultos desta EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental). Por meio de observação atenta de ambiente de trabalho, constatou-se que não havia referência aos princípios dos Direitos Humanos nem o reconhecimento da Educação em Direitos Humanos como norteadores e necessários a formação de um cidadão empático, justo e defensor dos próprios direitos humanos. Este projeto propõe, então, a revisitação ao Projeto Político Pedagógico da unidade escolar e a realização de atividades que ajudem a construir na comunidade escolar a cultura de Educação em Direitos Humanos no ambiente escolar de maneira qualitativa. Para isso, será necessário que as várias áreas do conhecimento trabalhem interdisciplinarmente os vários conteúdos e conceitos para obter como produto a mudança de valores e atitudes de todas as pessoas envolvidas na busca da construção da cultura em Educação em Direitos Humanos para contribuir com uma sociedade mais justa, solidária e humana.
Palavras-chave: escola; interdisciplinaridade; cultura; formação; educação em direitos humanos;
Fonte:https://www.folhape.com.br/noticias/professores-envolvem-jovens-da-periferia-com-projetos-inspiradores/243592/
Fonte: https://policiadireitoshumanos.wordpress.com/2016/01/05/a-utopia-da-ressocializacao-do-preso/
Autora: Elisangela Cristina Arantes Tomasela
Vinicius Ruiz Albino de Freitas
Carla Regina Françoia
Resumo:
O presente trabalho propõe entre as faltas de alternativas de políticas públicas
específicas e a importância do atendimento humanizado dos Centros de Referência da Assistência Social, enquanto apoio a garantia de direitos, encaminhamento para trabalho, garantia de atendimento à saúde e à obtenção de documentos gratuítos: Capacitar em educação de direitos humanos os atendimentos oferecidos pelos Centros de Referência da Assistência Social, abrindo caminho à discussão de alternativas de atendimento bem como no fomento ao surgimento de novas políticas públicas específicas aos egressos (as), que possam contribuir para ressocialização e ampliar espaço para discussão e pesquisa científica nesta área de atuação, voltada para o desenvolvimento de ações educativas em direitos humanos. Com esta iniciativa, pretende-se aplicar os conteúdos de educação em direitos humanos em forma de capacitação em 05 reuniões temáticas a respeito da ressocialização de
egressos (as) do sistema prisional e como a educação em direitos humanos torna possível o acesso deste público aos direitos básicos, de forma a abranger o conhecimento de quem é esta população, de como ela pode ter acesso aos seus documentos pessoais, como pode frequentar as várias formas de capacitação profissional e ter acesso ao mercado de trabalho. Oferecer pequenas ações que abram espaço para a escuta humanizada e permita a construção de novas histórias, frente às violações de direitos sofridas ao longo da situação de aprisionamento, e por meio da articulação de rede a essa população, dar apoio de proteção social e orientações que contribuam para a efetivação de seus direitos.
Palavras-chave: Ressocialização; Vulnerabilidade Social; Educação em Direitos Humanos; Rede de Apoio; Encaminhamento.
Autora: Elisangela Di Fabio
Orientadora: Maria Helena Bertolini Bezerra
Coorientdora: Patrícia Peixoto Custodio
Resumo:
Este trabalho tem o objetivo de proporcionar uma intervenção de acolhida a uma família boliviana proporcionando pautas de discussão e momentos de interação entre família, unidade escolar e comunidade.com a inserção dessa família em horários de trabalho pedagógico coletivo ( HTPC), favorecer a iniciação de um trabalho para que os próximos eventos em calendário escolar sejam beneficiados com a participação de uma cultura admirável e com características que podem favorecer toda comunidade escolar. Com um olhar as mulheres bolivianas para identificar quais necessidades as mesmas procuram para ter os seus direitos colocados em prática. Inserir e valorizar a cultura boliviana com embasamento teórico, vivências e participação ativa de todos da comunidade escolar.
PALAVRAS-CHAVE: Bolivianos. Mulheres. Cultura. Vivência
Fonte: https://www.intereloconsultoria.com.br/blog/interculturalismo-voce-sabe-lidar-com-ele
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Elisangela Melo da Silva
Orientador: Ademir Henrique Manfre
Coorientadora: Mirna Busse Pereira
Resumo:
O bullying no ambiente escolar é uma manifestação grave de violência entre os discentes que traz danos ao desenvolvimento dos mesmos. Ele refere-se a comportamentos agressivos de intimidação que apresentam um conjunto de características comuns, entre as quais se identificam várias estratégias de intimidação do outro que resulta em práticas violentas exercidas por um indivíduo ou por pequenos grupos, com caráter regular e frequente. No conceito de bullying está contida a agressão e os estudantes podem estar envolvidos nas manifestações de bulliyng como vitimas, autores, autores-vitimas ou testemunhas. (OLWEUS, 2013 ; RETTEW; PAWLOWSKI, 2016). Este trabalho procurou analisar a existência da prática de bullying dentro do ambiente escolar, em especial os casos sofridos por adolescentes autistas, além de tentar uma intervenção para a solução de tal problema. A escola utilizada como base de estudo para este projeto foi a E.E Francisco Brasiliense Fusco, mais precisamente os alunos da 3a série do ensino médio. Utilizando métodos como observações e aplicação de questionários aos alunos, procurou-se verificar se existia o bullying dentro do ambiente escolar e e quais grupos mais afetados por ele. E a partir desse levantamento foi elaborada uma intervenção para desmistificar esse problema e fomentar a importância dessa discussão e da valorização da diversidade e do respeito dentro da escola.
Palavras-chaves: Bullying, Autismo, Escola, Direitos Humanos.
Autora: Elisangela Ribeiro Coelho
Orientador: Alexandre Almeida
Coorienteador: Patricia Marques de Souza
Resumo:
Este projeto de intervenção Diversidade Étnico-Racial na Educação Infantil têm os objetivos de: identificar as relações interpessoais entre os educandos, promover práticas pedagógicas que garantam a formação da cidadania de crianças de 0 a 3 anos, contribuir com pesquisas para a formação continuada do professor, tendo em vista as dificuldades que o professor enfrenta para sanar assuntos relacionados à etnia. Sendo assim, este projeto procura pesquisar a valorização das diferenças humanas, considerando as diversidades étnica, sociais, culturais, intelectuais, físicas, sensoriais, de gênero e de identidade dos seres humanos, sem exceções.
Palavras-chave: Diversidade, raça, preconceito, antirracismo.
Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/1545/diversidade-etnico-racial-por-um-ensino-de-varias-cores
Autora: Elisângela Soares da Silva
Orientadora: Romilda Costa Motta
Resumo:
Esta pesquisa expressa o objetivo de valorizar e fortalecer os direitos de adolescentes garantindo os estudos após a maternidade, contribuindo no desenvolvimento de um processo de ensino aprendizagem e uma educação com qualidade.As ações procuraram às alunas gestantes ou mães em idade escolar quais são seus direitos e os meios de proteção legal, de acordo com à Constituição Federal de 1988 e o Estatuto de Criança e Adolescente. No desenvolvimento buscou-se oferecer possibilidades e condições, dentro da legislação para que possam dar continuidade aos estudos.Constatou-se que parte dessa evasão escolar de adolescentes-mães ensino médio noturno deve-se ao fato de desconhecerem seus direitos legais. Alguns desses, o direito a licença maternidade, também ausência do incentivo (ou ausência de condições para o apoio) por parte da família. Foram promovidas palestras no decorrer do projeto sobre planejamento familiar para as alunas e seus familiares para evitar futura gravidez não planejada. e como resultado principal foi obtido a finalização do ensino médio para algumas das meninas e consequentemente a conclusão da educação básica.
Palavras-Chave: Direitos Humanos; Educação; Evasão escolar; Gravidez na Adolescência.
Autora: Elizabete Teixeira de Souza
Orientadora: Ademir Henrique Manfré
Coorientadora: Mirna Busse Pereira
Resumo:
Este trabalho propõe fomentar o encantamento da contação de histórias para a aprendizagem de Direitos Humanos, focando em uma visão afrodiaspórica, contrapondo-se à eurocêntrica que ainda é muito utilizada na unidade escolar. Partimos da premissa de que não existe a Educação Integral quando não se abordam temas relevantes aos estudantes, considerando que muitos destes são negros, moram na periferia e são sujeitos de direitos que não sabem sobre o que é ser de fato um sujeito de direito. Eles devem ser tratados como lutadores, protagonistas e escritores da própria vida. Trazer biografia de pessoas pretas que resistiram e lutaram por Direitos Humanos básicos é uma das formas de conectá-los e fazê-los refletir sobre a própria realidade, onde contrariando todas as estatísticas, podem também fazer sua própria voz ecoar. Mandela ao declarar que a luta seria a sua vida, inspirou muitos, no mundo todo, a lutar por seus direitos, objetos e sonhos, por isso foi escolhido para inspirar os estudantes. O objetivo geral dessa pesquisa, realizado com adolescentes da faixa etária de 13 a 15 anos, é mostrar que ideais como os de Madiba são atuais e necessários para que atuem como sujeitos no mundo, seja na periferia ou fora dela.
Palavras-chave: Contação de histórias; Direitos Humanos; Afrodiaspórica; Mandela;
Apartheid.
Fonte: https://leiturinha.com.br/blog/dia-da-crianca-africana-a-contacao-de-historias-e-a-cultura/
Fonte: https://maringapost.com.br/cidade/2022/02/11/dia-internacional-de-mulheres-e-meninas-na-ciencia-e-comemorado-hoje/
Autora: Elizabeth Alves Pereira
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
Neste trabalho buscarei refletir como se dão as relações de gênero nos cursos do ensino médio integrado ao técnico em mecatrônica do campus Guarulhos, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, com o objetivo de compreender como tem se dado a representatividade feminina no curso, que são considerados historicamente de predominância masculina. Além disso, proponho uma intervenção com alunos e alunas em que seja possível refletir sobre a Educação em Direitos Humanos para promoção da equidade de gênero nos cursos relacionados à ciência e tecnologia. Utilizarei como aporte teórico a bibliografia referente à Educação em Direitos Humanos. O procedimento de intervenção será o levantamento bibliográfico e a realização de grupos com jovens entre 15 e 18 anos, que cursam o ensino médio integrado ao técnico, no campus Guarulhos da Rede Federal no Estado de São Paulo.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos, Gênero, IFSP, Meninas na Ciência.
Autora: Eloisa Feliciana da Fonseca Pestana
Orientadora: Maria Helena Bertolini Bezerra
Resumo:
O presente trabalho apresenta o projeto de intervenção obrigatório para conclusão do curso de Pós Graduação Lato Sensu Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC (UFABC). O projeto foi realizado na EMEF Professora Marili Dias, situada na cidade de São Paulo com estudantes do quinto ano do Ensino Fundamental e teve como objetivo desenvolver atividades que propiciassem ao grupo de estudantes envolvidos conhecimentos em relação aos Direitos Humanos enfatizando a importância de se conhecer os direitos que são de todos, reconhecer situações de violação e desrespeito a esses direitos, bem como identificar onde buscar auxílio e orientação ao sentir-se desrespeitado. Os estudantes tiveram a oportunidade de, através das atividades vivenciadas, reconhecerem-se como sujeitos de direito e de forma lúdica e colaborativa, construir jogos de trilhas utilizados para expandir estes conhecimentos para outras turmas da escola como parte de um grande projeto de formação de uma Cultura de Direitos Humanos na escola.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos, Escola, Violação de Direitos,
Conhecimento.
Fonte: https://www.sponte.com.br/como-trabalhar-as-diferencas-na-escola-e-promover-o-respeito-entre-os-alunos/
Autora: Elza Andrea dos Santos
Orientadora: Maria Helena Bertolini Bezerra
Coorientadora: Patrícia Peixoto Custódio
Resumo:
O presente trabalho apresenta o projeto de intervenção obrigatório para conclusão do curso de Pós Graduação Lato Sensu Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do ABC (UFABC). O projeto foi realizado na EMEF Professora Marili Dias, situada na cidade de São Paulo com estudantes do quinto ano do Ensino Fundamental e teve como objetivo desenvolver atividades que propiciassem ao grupo de estudantes envolvidos conhecimentos em relação aos Direitos Humanos enfatizando a importância de se conhecer os direitos que são de todos, reconhecer situações de violação e desrespeito a esses direitos, bem como identificar onde buscar auxílio e orientação ao sentir-se desrespeitado. Os estudantes tiveram a oportunidade de, através das atividades vivenciadas, reconhecerem-se como sujeitos de direito e de forma lúdica e colaborativa, construir jogos de trilhas utilizados para expandir estes conhecimentos para outras turmas da escola como parte de um grande projeto de formação de uma Cultura de Direitos Humanos na escola.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos, Escola, Violação de Direitos,
Conhecimento.
Autor: Emerson Moreira de Lima
Orientador: Evonir Albrecht
Coorientadora: Julia Alice Vila Furgeri
Resumo:
Os direitos humanos é um assunto que tem ocupado várias camadas da sociedade, trazendo a tona pautas relevantes e de interesse púbico que nos faz constantemente refletir sobre as nossas ações do cotidiano, tanto um para com os outros, sobre os direitos básicos que nem sempre nos é garantido, e também como as minorias sempre ocupam o lugar daqueles que têm os direitos humanos violados. E dentre as inúmeras áreas na qual os direitos humanos estão pautados, o mundo do trabalho é um meio sensível a estas questões, tanto na relação empregador e empregado, como do empregado para com a sociedade. E nisso surge um momento na qual o mundo do trabalho busca por profissionais que estejam atrelados a estes valores, pois já não se torna apenas uma questão ideológica ou de direitos, mas também uma posição que vai maximizar a lucratividade destas corporações. E pensando neste momento, falaremos sobre a importância dos direitos humanos na formação para o trabalho, e como a educação em direitos humanos torna-se essencial, não apenas na formação social e política, mas também profissional. Neste trabalho apresentaremos uma forma de introduzir os direitos humanos pedagogicamente para uma turma de capacitação para o mercado de trabalho, através do jogo pedagógico virtual “Diário de Amanhã”.
Palavras-chave: Direitos Humanos. Educação. Jogo Pedagógico. Mundo do Trabalho.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autor: Emilio Rodrigues Pereira Junior
Orientador: Evonir Albrecht
Coorientadora: Julia Alice Vila Furgeri
Resumo:
É necessário entender o comportamento humano e a sua relação com meio ambiente e como as diferentes sociedades percebem esse ambiente e agem sobre ele. Conhecer o que motiva a mudança de comportamento, que tanto pode degradar, proteger ou conservar a natureza, implica entender a percepção do indivíduo a partir da sua inserção e interpretação do ambiente onde está inserido. Este trabalho de pesquisa tem como objetivo avaliar a percepção ambiental da comunidade que vivem no entorno do córrego Lajeado em Cidade Tiradentes. Em seu âmago, a percepção ambiental reúne aspectos sensoriais, cognitivos e emocionais, que agem sobre a realidade ambiental na qual os indivíduos se encontram inseridos. O objetivo desta pesquisa foi estudar as percepções dos moradores das margens do córrego da Lajeado, localizado em Cidade Tiradentes, São Paulo, em relação a determinadas questões ambientais, de modo a apresentar uma proposta de intervenção educativa, vinculada ao direito a um ambiente limpo e saudável. A abordagem metodológica utilizada na pesquisa foi a qualitativa. O trabalho foi realizado com base na entrevista e nas informações fornecidas por 10 moradores que residem às margens do córrego. Os resultados obtidos permitiram elaborar propostas de intervenção educativa, tendo como base as percepções dos moradores, por meio da Educação Ambiental através de intervenções transformadoras no território, em prol de melhores condições de vida para as comunidades que vivem no seu entorno.
Palavras-chave: Ambiente; Intervenção; Educação; Futuro; Vida.
Autor: Enio Taniguti
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Coorientadora: Soraia Oliveira Costa
Resumo:
O presente trabalho é sobre curso on-line gratuito para divulgação e promoção dos direitos humanos e as pessoas idosas, com objetivo de combater o etarismo, através de formação qualificada para público formador de opinião que lida com o mundo do envelhecimento, como jornalistas especializados, influenciadores on-line, servidores públicos e conselheiros municipais. O recorte é no município de Santo André.
Palavras-chave: Direitos Humanos, Envelhecimento, Formação, Preconceito, Pessoas Idosas, Idadismo.
Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2022/06/5012509-geriatras-alertam-contra-o-ageismo-o-preconceito-contra-a-pessoa-idosa.html
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Erica Cristiana da Silva dos Santos
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
Este projeto de pesquisa tem como objetivo mostrar como uma escola de Ensino Fundamental da periferia de São Paulo vem trabalhando para discutir com seus alunos, funcionários e a comunidade escolar um tema muito importante, o racismo. Durante a pesquisa conhecemos um pouco da rotina da escola, e algumas das situações de preconceito que ocorrem no dia a dia e como foram traçadas as estratégias para a resolução destas situações. Pautado na Lei 10.639/2003 que modificou a legislação educacional brasileira e tornou obrigatório a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, a escola criou um coletivo antirracista, proporcionou formação continuada para os professores e funcionários, palestras, rodas de conversa e atividades relacionadas aos temas para os alunos, com a intenção de formar e informar, de trazer conhecimento, esclarecimento, e também um espaço para a escuta e o debate.
Palavra-chave: Racismo; Formação dos jovens; Lei 10.639/2003.
Autora: Erica de Oliveira Silva
Orientadora: Vanisse Simone Alves Corrêa
Resumo:
O Racismo está enraizado e normalizado culturalmente em nosso país, através de comentários, atitudes, comportamentos preconceituosos e estereótipos historicamente construídos ao longo de mais de 350 anos de escravidão negra. O presente trabalho tem como finalidade fundamentar e subsidiar a atuação profissional antirracista dos Agentes de Segurança Penitenciária garantindo, através da formação técnica profissional, no âmbito sociocultural do sistema prisional, a prática da manutenção da ordem no cumprimento da pena, orientada pelos Direitos Humanos, que evite a dupla penalização do cidadão encarcerado.
Palavras-chave: Racismo, educação, prática profissional.
Fonte: https://www.seculodiario.com.br/seguranca/agentes-penitenciarios-podem-deflagrar-greve-de-48-horas-a-partir-desta-sexta
Fonte: https://outraspalavras.net/outrasmidias/rio-livre-da-violencia-policial-periferia-respira/
Autor: Erico de Jesus Santos
Orientadora: Artur Zimerman
Coorientadora: Chavelli Dominique Luiz Machado
Resumo:
O Projeto de Intervenção Infâncias Periféricas: Direito ao brincar livre, dialoga e traz como principal caminho o brincar livre nas Infâncias Periféricas, principalmente sobre o acesso do brincar nas instituições nos extremos da cidade, que em sua maioria dedica-se principalmente as atividades determinadas de antemão e não às vivências sensoriais, cognitivas e de descobertas livres. Diante disso esse projeto pretende levar experiencias do brincar para a EMEI Jardim Novo Parelheiros, localizada no território de Parelheiros, um dos maiores bairros da zona sul, atentando a comunidade escolar sobre a importância das descobertas que o brincar livre proporciona.
Palavras-chave: Infâncias; Brincar, Periféricas, Direito, Crianças.
Autora: Erika Alves Bueno
Orientadora: Valquíria Alves da Silva
Resumo:
O presente trabalho visa responder aos seguintes questionamentos como a educação em direitos humanos pode ser trabalhada em meio a um grupo de mulheres (cisgênero e transgênero) vítimas de violência? Como o conhecimento sobre seus direitos podem auxiliar no resgate da autoestima e da cidadania destas mulheres?. O fenômeno da violência de gênero constitui uma das principais violações de direitos humanos no mundo, mas é o menos reconhecido. No Brasil os números são preocupantes conforme os dados apontados no “Atlas da Violência” de 2018, em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no país. Trabalhando em um Centro de Defesa da Mulher é muito comum ouvir nos atendimentos que a mulher não rompe com o relacionamento abusivo, pois acredita que pode ser acusada de “abandono de lar” ou que ela possa vir a “perder a guarda dos filhos”. Por isso, penso que precisamos conversar com mais mulheres, de todas as idades e informar sobre seus direitos e que ninguém é obrigado a viver num ambiente violento e abusivo. Assim a proposta do sarau vem por reconhecer este espaço como espaço político de socialização e que esta atividade tem o condão de poder influenciar na construção do pensamento político do indivíduo, a proposta de intervenção é chamar as mulheres que frequentam o espaço do Centro de Defesa da Mulher para encarar o enfrentamento a violência celebrando a vida e que elas tragam suas histórias em contos, poesias e músicas com o objetivo de fazer com que elas olhem para si como sujeitas detentoras de direito e reconheçam suas potencialidades.
PALAVRAS-CHAVE: Gênero, Violência de Gênero, Diversidade, Dignidade da Pessoa Humana, Linguagens artísticas
Fonte: https://br.freepik.com/vetores-gratis/violencia-de-genero-que-zomba-do-conceito-de-discriminacao_8846350.htm
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Erika Renata de Freitas Najjar
Orientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
O presente trabalho apresenta um recorte de situações cotidianas da escola pública de um bairro paulistano da zona sudeste da cidade de São Paulo, em Heliópolis. Trata-se de uma EMEF que acolhe cerca de 950 estudantes de 06 a 16 anos, onde a maior parte das crianças e adolescentes vivem em condição de extrema vulnerabilidade provenientes do contexto de desigualdade em que se insere as periferias da cidade. Aqui pretendemos descrever analisar e propor ações pedagógicas que façam suscitar reflexões acerca de um currículo cidadão e pensando, sobretudo, na garantia dos Direitos Humanos no cotidiano escolar de crianças e adolescentes. Uma gestão que promove um contexto reflexivo e libertador para a formação cidadã de crianças e adolescentes, pois os estudantes participam dos coletivos de gestão democrática e podem ser protagonistas das decisões vigentes na escola. Iniciamos com uma experiência que considerou os espaços oferecidos nas atividades educativas da escola, sob o olhar de que estes precisam ser pensados com cuidado, carinho e esmero para que meninos e meninas, tenham a corresponsabilidade sobre o cuidado, preservação e modificações possíveis para qualificar a permanência na escola, considerando a autoimagem das crianças e adolescentes, o autocuidado e as ações com a própria saúde, a necessidade de cuidado, manutenção e preservação dos diversos espaços da escola sentindo- se pertencentes destes. Destacamos neste contexto, a função social da escola, que pode e deve transformar positivamente o futuro de seus estudantes, sendo este também um lugar de formação para a vida dos estudantes e da comunidade a qual pertencem, buscando estabelecer parcerias e interlocuções com a Rede de Proteção Social local, ampliando e fortalecendo as ações já existentes no território que estamos inseridos, como educadores e integrantes do Movimento Sol da Paz, além de gestores da escola pública municipal, pois lutamos por uma educação emancipadora de fato.
Palavras-chave: Currículo Cidadão, Educação em Direitos Humanos, Coletivos de Gestão Democrática, Protagonismo Infanto-juvenil e Rede de Proteção.
Autora: Érika Vieira dos Santos
Orientador: Francisco Guilherme Leon de Oliveira Scaquetti
Resumo:
Pretende-se com este trabalho fornecer aos alunos um microambiente de sala temática, através das diversas mídias físicas e digitais, em relação a Memória e Verdade no passado brasileiro. Sendo o ponto de contato dos estudantes para compreensão do macroambiente Educação em Direitos Humanos. O novo ensino médio será implantado em 2022 para alunos paulistas, com grandes mudanças no horário escolar para alunos paulistas do segundo ano. Os novos cursos são preenchidos por disciplinas da BNCC e 40% por vias de formação. formativo. Esses itinerários podem ter três partes para os alunos escolherem. Linguagem e suas tecnologias; Matemática e suas tecnologias; Ciências naturais e suas tecnologias; Ciências humanas e sociais aplicadas. Cultura em Movimento em um Itinerário Formativo: Diferentes Formas de Narrar a Experiência Humana, Aplicando as Ciências Humanas e Sociais e a Linguagem e suas Tecnologias - Parte 3 Reintroduz a Formação do Povo Brasileiro, Pode Fazer Memória e Trabalho de Resgate no Ensino Médio.
Palavras-chave: Ensino Médio, Memoria e Verdade, Direitos Humanos.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/educacao/novo-ensino-medio-entenda-reforma.htm
Autor: Ernandes Ribeiro Justino
Orientador: Cleyton Antonio da Costa
Coorientadora: Selma Cristina Tacacima
Resumo:
Desenvolver práticas educativas em direitos humanos atualmente se faz necessário antes de tudo romper com padrões estruturais geradores de violações de direitos. No campo das discussões sobre deficiência nos deparamos com um cenário onde as garantias de direito são privados, gerando atos excludentes. O objetivo desse projeto parte do desejo em articular um trabalho de intervenção voltado para autodefensoria em direitos humanos com adultos com deficiência intelectual na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais- APAE de Tatuí, visando formar um grupo de protagonistas militantes na instituição. Pessoas com deficiência geralmente com deficiência intelectual são vítimas de medidas capacitantes e limitantes durante seu desenvolvimento social e cultural. Os espaços formadores precisam rever a política de tomar um diagnóstico com determinante na constituição e formação humana desses sujeitos. O meio formador necessita de práticas voltadas para oportunizar às pessoas com deficiência o direito de fala pertencimento pelo viés da garantia de direitos. A metodologia partirá na intervenção de práticas em educação em direitos humanos e autodefensoria.
Palavras-chave: Direitos Humanos; Deficiência Intelectual, Autodefensoria.
Autor: Ester de Oliveira Barreto
Orientadora: Perla Cristina da Costa Santos do Carmo
Resumo:
O presente projeto propõe a capacitação em Educação em Direitos Humanos para os profissionais atuantes em Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vinculos da Política Pública de Assitência Social no território de Grajaú. Articulando os principios Políticos Pedagógicos da Educação Permanente do SUAS (interdisciplinaridade, aprendizagem significativa e historicidade) com a da prespectiva intersecional entre classe, raça, gênero e território com desejo de promover o pensamento crítico conforme proposto por Paulo Freire, onde o sujeito toma consiência de sua realidade e a transforma garantindo assim a emancipação e o desenvolvimento de cidadania para superação das vulnerabilidades que as crianças, adolescentes e famílias estão sujeitos.
Palavras-chaves: Direitos Humanos; Capacitação profissional; Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; Garantia de direitos.
Fonte: https://cresersp.org.br/cca-centro-para-crianca-e-adolescente-grajau/
Autora: Evelyn Cristina Daniel
Orientador: Vicente de Paulo Morais Junior
Resumo:
Este Projeto de Intervenção pretende fomentar a discussão étnico-racial com foco no letramento racial na perspectiva da educação popular e integral. Este trabalho será realizado com educadores sociais do Programa Adolescente Aprendiz da cidade de Diadema e eles serão os multiplicadores das atividades para setecentos adolescentes que frequentam o programa em 16 núcleos descentralizados. O objetivo central é fornecer subsídios para que haja inicialmente um reconhecimento de pertencimento étnico-racial e posteriormente reflexões sobre racismo, identidade, branquitude, lugar de fala e transformação da estrutura social vigente. Por meio de uma forma dialógica, ação-reflexão-ação, os desdobramentos das reflexões obtidas pelo processo de formação continuada serão transformados em projetos comunitários realizados pelos adolescentes nas suas comunidades.
Palavras-chave: Letramento Racial; Identidade; Programa Adolescente Aprendiz, Diadema, Educação Popular.
Autora: Evelyn Gitti Hanna Secco
Orientador: Thiago Lauriti
Coorientadora: Rafaela Marchetti
Resumo:
Esta pesquisa intervenção refletiu sobre a Educação em Direitos Humanos, prevista nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e as ponderações descrita no Projeto Político Pedagógica de uma escola pública que atende crianas de 1 a 5 anos de idade em período integral. Este projeto abordou as relações estabelecidas nesta unidade escolar. Por se tratar de um Programa iniciado em 2017 são inúmeros os equívocos e desafios que as equipes das unidades escolares que atendem tal programa estão enfrentando.Observou-se no cotidiano da unidade escolar pesquisada acerca das posturas inclusivas e excludentes como tais posturas podem empoderar as comunidades escolares ou mantê-las à margem das decisões e que o exercício dos direitos humanos se dá nas relações estabelecidas no cotidiano.
Palavra-chave: Educação; Direitos Humanos; Formação.
Fonte: https://www.educacao.sp.gov.br/a2sitebox/arquivos/documentos/342.pdf
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Fabia Cristina da Silva Alcantara
Orientador: Angelo Sastre
Coorientadora: Antonio Wilson Junior Ramalho Lacerda
Resumo:
A inserção de conteúdos da Educação em Direitos Humanos no curso de formação para o mundo do trabalho: “Fazendo e Acontecendo” de acordo com os (as) os profissionais alunos(as) que estão envolvidos, estão pautados fortemente em atitudes e no papel transformador da realidade dos alunos, e configura-se como o autor principal do processo de aprendizagem dentro do curso a partir dos valores que remetem à experiência já vivida por estes alunos. No entanto, o conhecimento e a vivência em Direitos Humanos e todo conteúdo do curso não acontecem de maneira espontânea. Mas sim na dimensão dos Direitos Humanos dentro da educação com intuito de formar os jovens mostrando os direitos e deveres e as violações existentes dentro de uma sociedade, possibilita aos alunos que ali estão inseridos uma clareza em relação aos conteúdo a serem aplicados , o curso em si não pode ser visto apenas como instrumento para ter uma colocação no mundo do trabalho na condição de jovem aprendiz pela lei n° 10.097/2000, mas sim uma inserção de conteúdos no que diz respeito a educação em direitos humanos, deve-se haver toda uma reflexão acerca do indivíduo, sua relação com o ambiente
escolar que foi inserido, comunidade e familiar. Suas experiências ao longo da vida e suas convicções, ações e projetos, que alcançam e estabeleçam a relação com as particularidades e especificidades relativas às temáticas trabalhadas, contribuindo para o desenvolvimento do jovem, valorizando a memória histórica e práticas sociais e culturais como um transformador ativo em todos os âmbitos social. O presente trabalho tem como principal objetivo realizar a aplicação dos documentos oficiais que permeiam a inserção de conteúdos de educação em Direitos Humanos e determinando as ações dentro do curso de formação para jovens de 18 a 22 anos. Posteriormente será analisada a implicância desses resultados na formação para esses jovens, indicando o seu desenvolvimento que é pouco discutido em curso de formação, que por sua vez evidencia a necessidade de maiores instruções discussões acerca dos Direitos na educação não formal.
PALAVRAS CHAVES: Direitos Humanos, Direitos e Deveres, Educação não formal,
Formação, Jovem, Violações de direitos,
Autora: Fabiana Christe Muzzo
orientador: Pedro Paulo Araujo Maneschy
Coorientadora: Valquíria Alves da Silva
Resumo:
O presente trabalho apresenta a iniciativa de um projeto de intervenção, que tem como objetivo a ofertar informação e foi vivenciado entre o ano de 2020 até a presente data, ocorre em meio a uma pandemia, pandemia que agravou a situação de vulnerabilidade de nosso país, situação essa que por muitas vezes chega a extrema de vulnerabilidade social, famílias que viviam em uma situação agradável, se viram enfrentando necessidades jamais vistas antes. Pensando nisso, o presente projeto busca trabalhar as dificuldades das famílias na busca de benefícios sociais, benefícios que por muitos eram desconhecidos, inicialmente com nosso Mural de serviços, depois com auxílio ao acesso às informações importantes e apoio na busca dos benefícios e finalizando, mas sempre mantendo em prática, a utilização do nosso link de serviços, que é um facilitador de acesso aos principais benefícios disponíveis pelo governo local. Nós da equipe escolar começamos a trabalhar uma rede integrada de apoio com a comunidade escolar, que fica localizada na região do extremo sul de São Paulo, em Parelheiros, comunidade carente. Nosso trabalho Realiza o compartilhamento das informações de acesso aos benefícios sociais, em alguns momentos com agendamento presencial ou virtualmente, ofertando o que sempre foi das famílias por direito, enfrentamos dificuldades, buscamos alternativas e agora apresentamos nosso trabalho, lembrando que o mesmo ainda se encontra em processo, e será contínuo.
Palavras-chave: Vulnerabilidade social; CRAS; Benefícios; Serviço Social.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: https://escoladossonhosclaudia.blogspot.com/2021/09/plano-de-aula-dia-das-criancas-com.html
Autora: Fabiana Del Bianco
Orientadora: Raquel Brum Fernandes
Resumo:
O presente trabalho apresenta um projeto de ação que será desenvolvido com crianças de 4 a 5 anos na educação infantil da rede pública da cidade de São Paulo sobre os 10 princípios dos Direitos Universais das Crianças enfocando estratégias para apresentar de forma lúdica e reflexiva e que envolvam a cooperação, respeito mútuo, refletindo sobre a cultura de paz. As crianças possuem direitos em si mesmas e objetivo que o projeto de intervenção auxilie na luta por esses direitos e pelo respeito a todos, atuando de forma crítica na sociedade.
Palavras Chaves: Cooperação; Educação em Direitos Humanos; Participação; Respeito; Aprendizagem; Direito das Crianças.
Autora: Fabiana Dos Santos Souza
Orientadora: Clarissa De Franco
Coorientadora: Márcia Duarte Carvalho
Resumo:
A violência contra mulher é muitas vezes imperceptível por estar naturalizada pela sociedade e sempre haver uma justificativa daquele que a comete culpabilizando a vítima, tornando-se um problema social impossibilitando o cumprimento efetivo dos direitos humanos. A cultura patriarcal e o machismo, impregnados na sociedade, dificultam o combate à violência contra a mulher. Assim, o objetivo do presente projeto de intervenção é promover debates e reflexões entre as educadoras da Casa Abrigo, sobre falas preconceituosas e machistas que estão enraizadas em nossa sociedade, quebrando com estereótipos, que são conjuntos de crenças e opiniões que adquirimos durante o nosso processo de socialização e reproduzimos em nosso dia a dia impactando diretamente no processe de acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica. Espera-se com esse projeto de intervenção, promover conscientização das educadoras refletindo como os estereótipos de gênero moldam as nossas definições de masculino e feminino, contribuindo para um acolhimento humanizado, dialogando sobre o papel das profissionais, tendo em vista a garantia de direitos humanos através de uma atividade lúdica (jogo).
Palavras chave: Violência doméstica, Estereótipos, Machismo, Educadoras.
Fonte: https://www.agenciamural.org.br/denuncias-de-violencia-domestica-crescem-durante-a-quarentena-em-sao-paulo/
Fonte: Direitos Humanos em Educação, MEC
Autora: Fabiana Mansão dos Santos
Orientador: Alfredo Oscar Salum
Coorientador: Francisco Guilherme Leon de Oliveira Scaquetti
Resumo:
O presente trabalho apresenta uma proposta de intervenção de Educação em Direitos Humanos a ser realizada e implantada na E.E. Professor Jorge Rahme, escola da rede estadual de São Paulo, localizada na cidade de São Bernardo do Campo, divisa com São Paulo e Diadema, e que atende cerca de 1800 estudantes do ensino fundamental II, ensino médio e EJA. Foi identificado na volta às aulas presenciais no período pós pandêmico, que o ensino totalmente à distância trouxe além de prejuízos pedagógicos, problemas de convivência, tolerância e empatia tanto entre os estudantes quanto na relação professor-aluno. Episódios de brigas, insultos com certo grau de violência tornaram-se diários, o que levou docentes e gestores a identificarem que o isolamento social tornou o estudante intolerante a diferenças e indiferente com o próximo. A ideia da Comissão dos Direitos Humanos, composta por estudantes, professores e gestores, vem com a proposta de monitorar juntamente com o Grêmio Estudantil, projetos que tenham em sua essência os Direitos Humanos, envolvendo saúde, solidariedade, empatia, combate ao racismo, à violência, à intolerância e respeito à diversidade. O intuito é de manter a Educação em Direitos Humanos de forma constante e viva em todo o ano e que se torne uma identidade da escola, e não apenas um projeto que se finda.
PALAVRAS-CHAVE: Educação em Direitos Humanos, Protagonismo juvenil, Convivência,Diversidade
Autor: Fausto Menezes de Castro
Orientador: Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes
Coorientador: Marcos Almeida Costa Pereira
Resumo:
O presente trabalho apresenta uma proposta de Projeto de Intervenção que consiste na criação de uma Resolução para implementação de uma política de cotas para pessoas trans de maneira que esse público possa acessar de forma isonômica às vagas disponibilizadas pelas Instituições Federais de Ensino Superior – IFES, no caso a UFOP, e ingressar no ensino superior público do país buscando ter acesso ao direito à visibilidade, ao reconhecimento, à equidade, à isonomia, bem como acesso ao mercado de trabalho.
Palavras-chave: Cota para pessoas trans. Visibilidade trans. Direitos das pessoas trans.
Fonte: https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2021/02/argentina-regulamenta-cotas-para-pessoas-trans-no-setor-publico.html
Fonte: https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2021/02/argentina-regulamenta-cotas-para-pessoas-trans-no-setor-publico.html
Autor: Felipe Maciel de São Cirilo
Orientador: Alexandre de Almeida
Coorientadora: Patrícia Marques de Souza
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo apresentar uma proposta metodológica para o estudo de Direitos Humanos com educandos do ensino fundamental e médio. Para esta proposta metodológica foi escolhido o RPG, jogo de improvisação que consiste na criação de papéis e tomada de decisões em situações problemas. O projeto envolve pesquisa sobre a temática Direitos Humanos, bem como pesquisa em torno de personalidades que irão compor o jogo.
Todas as ações tomadas durante o jogo deverão transmitir a consciência sobre a importância dos Direitos Humanos e deverão apontar para uma sociedade justa e igualitária,transformada em um jogo.
Palavras-chave: Ludicidade, Direitos Humanos, Teatro, Improvisação, Homofobia, Violência contra a mulher, Racismo, Intolerância Religiosa, Machismo, Feminismo, Cultura da Paz, Jogos, RPG e Jogos Cooperativos.
Autor: Felipe Teodoro Rodrigues
Orientadora: Silmar Leila dos Santos
Resumo:
O objetivo de trazer à discussão a importância de refletirmos sobre os processos de inclusão do público LGBTQIA+ nas atividades esportivas, sobretudo a partir do voleibol. Nesse contexto, conhecer o que a escola, enquanto instituição, que tem por dever promover a pessoa humana em todas as suas potencialidades, tem feito para concretizar as propostas de ensino inclusivo, e se concretize como um espaço feito para acolher a todos sem distinção de sexo, cor, raça e etnia ao mesmo tempo propiciar a discussão das questões de gênero no cotidiano das escolas. É inegável que a sociedade brasileira precisa avançar no processo transgêneros em todas as esferas da sociedade, sobretudo no esporte. Desse modo, é oportuno trazermos essa temática para as rodas de conversa, e que se concretize a apropriação e uso dos espaços públicos sobretudo, das escolas, para que ninguém precise se sentir inferior ou mesmo rejeitado socialmente, afinal, escola, precisa se ser vista como espaço por excelência da democratização do saber, do uso coletivo e do exercício do direito de ir e vir.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/10/19/prefeitura-de-sao-paulo-anuncia-1a-edicao-dos-jogos-lgbtqiap-com-futebol-futsal-e-volei.ghtml
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Fernanda Alexandrina dos Santos
Orientador: Angelo Aparecido Sastre
Coorientadora: Ana Claudia Mattos
Resumo:
O presente projeto de intervenção coloca em pauta o que os estudantes da periferia da cidade de São Paulo conhecem sobre o local que moram. Além de que tipos de espaços públicos culturais e de lazer são oferecidos nas periferias. Nesse sentido, este projeto de intervenção a partir da vivência escolar é trabalhar com os espaços que São Paulo nos oferece. Levar os estudantes a conhecerem os locais históricos da cidade, levantar questões de acesso aos espaços públicos oferecidos e que são pouco utilizados pela comunidade periférica. Também levantar questões sobre os meios de lazer oferecidos na periferia, a implementação e criação de parques, cinemas, museus e áreas de convivência nos bairros mais pobres, bem como desenvolver a cultura de frequência a esses locais.
Palavras-chave: Espaços urbanos, cidade de São Paulo, repertório sociocultural, direito à cidade.
Autora: Fernanda Caroline Pauloso Lima
Orientador: Angelo Aparecido Sastre
Resumo:
O presente projeto de intervenção busca ampliar a compreensão e possibilitar um olhar diferenciado no que se refere às relações étnico-raciais no âmbito escolar, resgatando a verdadeira história ancestral do povo preto escravizado no Brasil, a fim de fortalecer a auto estima das crianças pretas e cortar o laço progressivo do racismo estrutural, de maneira a se concretizar uma educação antirracista. Para tal, será realizada uma sequência de atividades baseada numa história autoral que propiciará aos educandos a reflexão e o autoconhecimento sobre as questões históricas, sociais e culturais da Àfrica e de seus descendentes que outrora foram escravizados no Brasil, com o objetivo primordial de desconstruir o estereótipo racista que foi apresentado ao longo da história brasileira, até mesmo através dos livros didáticos, favorecendo a disseminação do preconceito racial e o estabelecimento de padrões de beleza nos quais as crianças pretas não possuem representatividade. A história: Preta pode ser princesa, sim! apresentará aos alunos um olhar diferenciado sobre questões complexas como a beleza, aceitação e empoderamento, possibilitando a construção de identidades positivas e fortalecimento da autoestima.
PALAVRAS-CHAVE: educação – racismo – direitos humanos - antirracista
Fonte: https://www.hypeness.com.br/2020/01/12-rainhas-e-princesas-negras-para-a-crianca-que-ouviu-de-racista-que-nao-existe-princesa-preta/
Fonte: https://vejasp.abril.com.br/cidades/com-novos-terreiros-umbanda-ganha-publico-diverso-em-sao-paulo
Autora: Fernanda Fernandes dos Santos
Orientadora: Simone Alves Pedersen
Coorientador: Rafael de Oliveira Costa
Resumo:
O presente projeto-ação tem como problema a ser observado, a construção de saberes a respeito da Educação em Direitos Humanos em membros das comunidades de Terreiro, ou seja, pessoas que seguem religiões de matriz africana. Historicamente, as expressões vindas de povos africanos e de afrodescendentes são pouco reconhecidas ou mesmo invisibilizadas e desconsideradas. Este ocultamento, por aí só, carrega profunda violação dos Direitos Humanos e acontece veladamente. Nos dias atuais, assim como por toda a História do Brasil, o que advém dos pretos foi colocado em condição subalternizada e, assim, compreendida como passível de ser atacada, de ser vilipendiada, de ser adulterada e descartada. O presente projeto é necessário para que o praticante da religião de matriz africana construa saberes sobre os mecanismos para que possa se defender e reagir sem ser ainda mais insultado e colocado como criminoso, quando na verdade é vítima.
Palavras chave: Educação; Direitos Humanos; candomblé; saberes; Terreiro.
Autora: Fernanda Ferreira Furtado
Orientador: Antonio Salvador Coelho
Coorientadora: Viviane Soares
Resumo:
O presente projeto pretende incluir a discussão sobre os Direitos Humanos na escola onde atuo como professora de Educação Infantil, propondo a Educação em Diretos Humanos como ferramenta de desconstrução das violências presentes no contexto escolar e desenvolvimento de uma cultura em Direitos Humanos. Este projeto tem como ponto de partida a observação de como as crianças reproduzem desde muito cedo diversas violências em suas interações, a partir daquilo que elas também vivenciam, tornando-se um ciclo que precisa ser rompido. Por isso,pretendo envolver toda a comunidade escolar nesse projeto, visando ampliar as reflexões e promover momentos significativos tanto para a equipe escolar, quanto para as crianças e suas famílias, tornando o Projeto Político-Pedagógico da unidade escolar o fio condutor da Educação em Direitos Humanos.
Palavras-chave: Educação Infantil, violências, Direitos Humanos, Projeto Político-
Pedagógico.
Fonte: https://oconvergente.com.br/2023/04/06/violencia-nas-escolas-e-crescente-mas-precisa-de-um-basta/
Autora: Fernanda Jardim de Melo
Orientadora: Vanisse Simone Alves Correa
Resumo:
Este trabalho apresenta reflexões e resultados de intervenção realizada junto a adolescente em cumprimento de medidas socioeducativas, buscou-se colocar especial atenção nos momentos de conflito entre adolescentes/adolescência e o Estado e o quanto a questão racial atravessa essas situações conflituosas. Seu objetivo foi de identificar situações de preconceito racial vivenciadas por adolescentes e incentivar o posicionamento desses sujeitos na luta contra o racismo. Para isso, na primeira parte do trabalho é apresentada a metodologia utilizada, a saber: as oficinas e a pesquisa cartográfica-interventiva, das linhas de pensamento de Afonso(2002), Nascimento (1999) e Hashizume (2020). Em seguida, é apresentado o referencial teórico que guia o trabalho e que passa pela forma como se estruturam as medidas socioeducativas, suas aplicações e os marcos legais que as regem. Posteriormente, situam-se as questões raciais, o genocídio da juventude negra, a luta por reconhecimento e empoderamento do Movimento Negro, além da necessidade de levar tais discussões para as universidades e locais de grande visibilidade a partir das discussões elaboradas por Gomes e Laborne (2018), Cerqueira, Lima e Bueno et. al (2017) e Veiga (2019). Dando continuidade ao trabalho é apresentado o planejamento inicial das intervenções realizadas junto aos adolescentes, propondo-se a atuar sobre o sofrimento e interseccionalidades inerentes à condição do adolescente que cumpre medidas socioeducativas. As vivências da prática de ato infracional e cumprimento de medida socioeducativa são entendidas como ponto que facilitaria a identificação entre os componentes do grupo. Por fim, é apresentado o relato da intervenção realizada com um adolescente em cumprimento de medida socioeducativa de Liberdade Assistida e uma técnica de referência que o acompanha no município. Esta intervenção se mostrou como potente espaço para que o adolescente pudesse pensar e verbalizar sobre as vivências que teve no contexto do cumprimento da medida socioeducativa de privação de liberdade. A técnica de referência entrevistada apresentou postura crítica sobre o seu trabalho, e foi possível percebermos que a intervenção mostrou-se importante espaço para compartilhamento de uma realidade por vezes tão desgastante de trabalho. Após o desenvolvimento dessa intervenção propôs-se o retorno de ações coletivas junto aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas acompanhados no município, reafirmando a importância desses espaços que foram impactados pelo isolamento social forçado pela pandemia de Covid-19.
PALAVRAS-CHAVE: Educação em Direitos Humanos. Sistema Socioeducativo. Racismo. Juventude.
Autora: Fernanda Lima de Brito
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
O presente trabalho apresenta um projeto de intervenção que consiste em divulgar a
escola como rede de proteção, levando informação e acolhimento nas questões de vulnerabilidade e contra toda forma de violência dentro e ao redor da escola. Com a
pandemia de Coronavírus (COVID-19), observou-se na sociedade em geral, um crescimento nos números de casos de vulnerabilidade e em todos os tipos de violência. A pandemia não atingiu apenas o físico das pessoas, mas o emocional, psicológico e desencadeou também o agravamento das crises financeiras em todo o país. Com isso, muitas famílias hoje, se encontram com sérios problemas de vulnerabilidade em todos os sentidos. Percebemos uma mudança no comportamento das crianças na escola, e os atendimentos pedagógicos estão cada vez mais frequentes e tratando de assuntos delicados como violência doméstica, abuso infantil, e outras violações dos direitos humanos. Diante deste cenário, este projeto de intervenção visa acolher a comunidade, ouvir, e ajudar, formando grupos de apoio para a divulgação da escola e outras redes de proteção, onde as pessoas podem procurar ajuda em casos de vulnerabilidade social ou qualquer situação de violência, pois a escola sendo um espaço social democrático que atinge diretamente as famílias e a sociedade, tem o papel fundamental de amparar os estudantes e suas famílias na promoção de uma educação integral, plena, digna e de qualidade para todos.
PALAVRAS-CHAVE: Acolhimento na escola, vulnerabilidade infantil, combate à violência.
Fonte: https://ceschini.com.br/2019/08/31/trabalhar-em-rede-beneficios-para-todos/
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autor: Franciclei Lima da Costa
Orientador: Rodrigo Rosa da Silva
Coorientadora: Márcia Regina da Silva Ramos Carneiro
Resumo:
O projeto: O Banheiro nas Versões Eles e Elas é um espetáculo teatral com temática LGBTQIA+. Na proposta diagnosticamos as dificuldades enfrentadas pelos jovens brasileiros por serem homossexuais e por assumir publicamente à sua orientação sexual, são colocadas as dificuldades enfrentadas no mercado de trabalho, educação e no convívio social. Esta intervenção cênica promove uma homenagem aos LGBTQIA+ que foram brutalmente assassinados por homofobia no Brasil nas últimas décadas, ressaltando os fatos marcantes na luta dessa população e a discussão sobre a utilização do nome social e direito do uso ao banheiro público por travestis e transexuais no Brasil. O espetáculo promove uma reflexão sobre os direitos dessa população, expondo as negligências sociais, educacionais, políticas e jurídicas com o objetivo de fomentar ações de mudança e assim permitir a ampliação do diálogo sobre direitos humanos, homossexualidade e diversidade sexual.
Palavras-chaves: Igualdade, Diversidade, Identidade, Gênero, LGBTQIA+
Autor: Francislei Sousa Cerqueira
Orientador: Antonio Salvador Coelho
Coorientadora: Viviane Soares
Resumo:
A presente pesquisa visa identificar a cidadania através das ações socioeducativas em um serviço socioassistencial denominado Centro para Crianças e Adolescentes (CCA). Buscamos apresentar a importância dos direitos humanos na vida das pessoas, definição do termo criança, descrição de um CCA e suas propostas, além de apresentar os efeitos das ações socioeducativas voltadas aos direitos humanos na vida de crianças em situação de vulnerabilidade social.
Palavras-chave: direitos humanos; crianças; práticas socioeducativas; CCA (Centro para Crianças e Adolescentes).
Fonte: https://nucleocoracaomaterno.org.br/galeria/dia-a-dia-cca-centro-para-criancas-e-adolescentes/
Autora: Gabriela Alexandre Antero dos Santos
Orientadora: Clarissa De Franco
Resumo:
O sarau “Pretagonistas” é um evento cultural onde artistas das linguagens música, dança e artes visuais terão a oportunidade de se expressar. O sarau será em formato de show e roda de conversa aberta ao público com o intuito de agregar conhecimento e oferecer oportunidades educativas para a comunidade local. O Sarau é de artistas negras/os/es, indígenas, LGBTQIAP+ e periféricas/os/es. “Pretagonistas” busca o fortalecimento de artistas cis e trans no cenário cultural. Utilizando a premissa luckasiana de que a arte possui efeito catártico e eleva o indivíduo para além de sua cotidianidade. É essencial promover cada vez mais oportunidades e representatividade cultural para essas pessoas. O intuito é promover a visibilidade para mulheres cis, trans, pessoas não binárias, LGBTQIAP+ negras e dos povos originários que são silenciadas diariamente. Essas pessoas precisam contar sua história de sua própria perspectiva e não de um viés colonizador, branco, machista e heteronormativo, por isso o nome “Pretagonistas”.
Palavras-chave: Visibilidade LBTQIAP+; Sarau; Identidade Negra e Indígena; Educação em Direitos Humanos.
Autor: Geilson de Jesus Arruda Sampaio
Orientadora: Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti
Coorientadora: Cin Falchi
Resumo:
Urbanidades, sociabilidades e contextos de transformações em São Paulo nos inícios dos anos 90. Esse é o cenário de experiências sociais vividas e narradas, cuja abordagem teórica traz a criticidade, sujeitos conscientes e lutas em prol de direitos humanos. O projeto em questão tem como eixo central agendas vinculadas aos direitos humanos e à cidadania, destacando-se a pauta da moradia e a importância dos movimentos sociais nesse contexto. Objetiva de forma estratégica mapear as diversas produções, registros e memórias (coletivas e individuais com base em Maurice Halbsawchs, Ecléa Bosi, Conceição Evaristo), da região da Água Espraiada a fim de permitir aos/as moradores/as, instituições locais, pesquisadores/as, poder público, o acesso sistematizado as memórias do território. A respectiva pesquisa-ação terá uma abordagem qualitativa, recorrendo-se a métodos da história oral, estudos etnográficos e observação participante no intuito de intervir estrategicamente no território. Traz, desse modo, argumentos de Paulo Freire e Maria Lúcia Martinelli, contará também com o trabalho de campo no sentido de contactar e mapear pessoas e/ou instituições locais, apresentar e entender a receptividade do projeto, levantar materiais documentais, histórias, narrativas entre outros, cujos quais serão aproveitados nas possíveis atividades socioeducativas programadas, promoção de espaços comuns de troca com o objetivo de pautar a discussão nas escolas, espaços de cultura, serviços socioassistenciais. Por fim, sistematizar e analisar todos os dados colhidos e lançar em uma plataforma de acesso público, circulando saberes e memórias através de vivências pelo território, oficinas e publicações.
Palavras-chave: Direitos Humanos, Moradia, Movimentos Sociais, Memória, Água Espraiada, São Paulo.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Fonte: https://www.cenpec.org.br/noticias/educacao-em-direitos-humanos-praticas-educativas-nas-escolas
Autor: Gervasio Braz Bezerra Filho
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Resumo:
O presente trabalho contempla apresentar as potencialidades e a valorização do serviço dos educadores não formais que atuam dentro de um Centro da Criança e do Adolescente (CCA). Apresentar como é a o trabalho diário na relação entre educadores não formais e crianças e adolescentes. Quais experiências de comportamentos necessitam de soluções, intervenções para possíveis conflitos, que desestabilizam a construção de uma cultura de Educação em Direitos Humanos. Como solução apresentar um projeto de intervenção que contemple está demanda.
Palavras-Chave: Educação em Direitos Humanos; Capacitação profissional; Organizações de Sociedade Civil; Centros da Criança e do Adolescente.
Autor: Gilberto Silva de Borba
Orientadora: Vanessa Ribeiro Simon Cavalcanti
Coorientadora: Cin Falchi
Resumo:
O artigo versa sobre práticas educativas de encontro, realizadas no espaço ocupado por uma mistura da população oriunda de pessoas escravizadas, que se organizaram no que hoje está reconhecido como território quilombola e seus novos moradores, vindo de áreas urbanas adensadas. O direito à sua história, memória e dignidade será discutido nesse espaço, apresentado na perspectiva jus naturalis e quanto no positivismo jurídico, normas e garantias inclusive constitucionais. Os Direitos Humanos assim definidos pela ONU são um dever ético dos Estados para garantia do exercício da cidadania e como área de estudos sempre em constante aprofundamento e evolução, atualizando-se de acordo com seu tempo histórico.
Nosso campo de análise (a partir de Bourdieu) é o Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB),no bairro de Vargem Grande, cidade do Rio de Janeiro. A localidade específica é o quilombo Vargem Grande, e a perspectiva que irei buscar é um olhar com os sujeitos locais para seu modo de reprodução metabólica de vida, relacionamento com o ambiente (aqui incluindo a área do PEPB e o entorno urbanizado), isso incluindo o contato para com os recém chegados, os novos moradores que procuram visitar para contemplação e se sentem compelidos a adquirir residência, e que acabam por encontrar um espaço de significados além do material –uma área que possui identidade e relação com o sagrado, com o trabalho, com o dia a dia das pessoas por estar vinculado à construção da identidade local. Iremos considerar como referenciais teóricos autores como Clóvis Moura e os modelos de formações dos quilombos brasileiros, Paulo Freire com a relação dialética na construção da identidade dos sujeitos e seus saberes a partir das suas experiências de vida, para além do academicismo e com Boaventura Santos, sobre a epistemologia do Sul e essa disputa pela hierarquia do que é ciência e o que é ciência “válida” (aspas nossas), incluindo outras pesquisas acadêmicas realizadas no campo de disputa chamado quilombo Vargem Grande. Realizaremos uma proposta de intervenção através da pesquisa ação, buscando fomentar o debate e a análise crítica por parte dos convidados, quilombolas e não quilombolas, moradores históricos e recém chegados. Esses encontros serão realizados na escola quilombola Cafundá Astrogilda, espaço comunitário não formal de educação, em que a mediação se dará por parte desse pesquisador e as falas, a partir dos moradores nativos contando suas narrativas, suas histórias de vida e conquistas das famílias em relação a territorialidade, trabalho, gestão da vida. Esperamos com esse artigo apoiar de forma conciliatória esse ambiente, que é dinâmico, incentivando o diálogo e a construção de algo novo a partir do que existe.
Palavras- chaves: Quilombo – Educação – Trabalho – Memória - Identidades
Fonte: https://www.odiariodeumaviajante.com.br/cachoeira-de-vargem-grande-como-chegar-e-aproveitar-o-local/
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autor: Gildezio Ribeiro Rocha
Orientador: Alfredo Oscar Salum
Coorientador: Francisco Guilherme Leon de Oliveira Scaquetti
Resumo:
O presente projeto de intervenção objetiva a humanização do atendimento policial, tendo a educação em direitos humanos como ferramenta de capacitação do policial nos centros de formação e a padronização das suas atividades no âmbito das Delegacias de Polícia, passando do mero atendimento de vítimas para um atendimento acolhedor, que oriente, encaminhe a centros de assistência, integre com outros centros de apoio, acolhendo especialmente pessoas em vulnerabilidade social.
PALAVRAS-CHAVE: Humanização; polícia; acolhimento; assistência; capacitação.
Autora: Giovanna Milhã Vieira da Silva
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Coorientadora: Soraia Oliveira Costa
Resumo:
O presente trabalho está firmado na premissa de que é preciso narrar para entender a que se destina existir em sociedade e sob quais bases são necessários criar vínculos formadores de subjetividade e pertencimento. Buscando entender o corpo, a língua e o território como constitutivos de uma manifestação física e subjetiva do sujeito, a pesquisa aborda a escola enquanto um ponto de resistência e empoderamento quando alinhada a um projeto democrático, plural e diverso. Por meio da contação de estórias, a comunidade escolar refaz o arco identitário apagado historicamente e resgata a ancestralidade e a dignidade da pessoa humana.
Palavras-chave: Narrar, estórias, dignidade, empoderamento, resistência.
Fonte: https://noticiapreta.com.br/empoderamento-negro-criancas-negras-reconhecerem-potencia-mais-cedo/
Fonte: https://educacao.imaginie.com.br/cinema-na-escola-pode-melhorar-o-desempenho-dos-alunos/
Autora: Gisele Braz do Nascimento
Orientador: Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes
Resumo:
A escola é um espaço riquíssimo de promoção de discussão e transformação de pensamentos e até mesmo do respeito pelo outro. O cinema na escola passa ser uma ferramenta que proporciona novos olhares para o outro, pois promove a nossa cultura e muitas formas de reflexão sobre a nossa realidade. Esse espaço de discussão e mudanças de paradigmas por meio do cinema tem o potencial de promover novas visões de mundo. O cinema promove a cultura e proporciona aos alunos o papel ativo de discussão e não apenas de um mero telespectador. Através do cinema novos olhares e discussões do contexto histórico para uma educação e formação crítica podem surgir ao receber uma informação e poder entender a mensagem transmitida e, ser crítico com o que acabou de assistir na tela. A sala de aula torna-se a sala do cinema, as temáticas dos filmes são discutidas previamente das atividades após a exibição dos filmes estimulam o debate e aprofundam a discussão e trocas relacionados aos Direitos Humanos no formato de cinema.
Palavras- chaves: Educação em Direitos Humanos; Educação; Cinema.
Autora: Glabia Soraia Andrade Silva
Orientadora: Régia Mabel da Silva Freitas
Resumo:
Este Projeto de Intervenção teve por objetivo possibilitar ressignificação de aprendizados antirracistas, consciência de si e do outro na escola, acreditando na concepção da Tradição Oral Africana como propulsora de pertencimento histórico-cultural de pessoas pretas. A metodologia utilizada se deu por meio da pesquisa-ação junto à estudantes do Ensino Médio e educadores da Rede Pública em sua formação, desde 2020 até os dias atuais, visando possibilitar que a comunidade escolar reflita sobre suas práticas, em prol de uma Educação para as Relações Étnico-Raciais. A pesquisa é exploratória e qualitativa, visando aprimorar a percepção e o entendimento dos partícipes acerca da relevância de se elaborar ações antirracistas, permeadas pela Contação de Histórias e as vivências da Pedagogia Griô, na celebração de si e de sua Ancestralidade como um marco identitário. A bibliografia estudada pretende favorecer a pesquisa sobre a Tradição Oral Africana, a construção e elaboração de
aulas significativas e de um currículo que permeie histórias de vida, embasadas na Educação em Direitos Humanos, para que haja maior conscientização do público atendido frente seu papel no combate ao Racismo Institucional presente na escola. Espera-se que por meio deste Projeto se criem propostas de trabalho centrados nos saberes ancestrais, tão importantes para a constituição de sujeitos e de suas identidades.
Palavras-chave: Contação de Histórias, Pedagogia Griô, Relações Étnico-Raciais,
Saberes Ancestrais, Educação em Direitos Humanos.
Fonte: https://portal.aprendiz.uol.com.br/arquivo/2012/07/24/lei-grio-e-a-valorizacao-da-cultura-oral/
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autor: Glauco Odilon Queiroz
Orientadora: Camila Perez da Silva
Coorientadora: Silmar Leila dos Santos
Resumo:
A ideia de realizar esse projeto de intervenção dentro da unidade educacional onde atuoe o seu entorno geográfico, dentro da Rede Municipal de Educação de São Paulo, surgiu sob a perspectiva que esta cidade, com tantas diversidades e riquezas culturais, é palco para nossa ampliação de visão de mundo e dialoga com várias perspectivas no processo de ensino-aprendizagem, e com isso a necessidade de incentivar e despertar nossos alunos, alunas e alunes a conhecerem e se apropriarem dos diversos territórios que a cidade de São Paulo e sua região metropolitana oferece. Soma-se a essa inciativa, o fato histórico que a desigualdade racial e social é latente pelos endereços, onde não só na cidade de São Paulo,mas em toda sua Região Metropolitana as pessoas negras vivem principalmente em territórios periféricos, com menor infraestrutura, oferta de serviços, empregos, lazer, e os territórios com melhor infraestrutura são cheios de prédios e habitadas, em grande maioria, por pessoas brancas. Definimos território aqui como o espaço como resultado da dinâmica social onde tencionam diversos sujeitos sociais, e a apropriação no sentido simbólico, trazendo a perspectiva que somos parte integrante dessa grande metrópole, desconstruindo a ideia de que a parte que nos cabe são as regiões periféricas desta. E com isso abarcar sentimentos, significados, conhecimentos e apropriações de todos os territórios, principalmente os centrais, antes desconhecidos, para que esses estudantes se sintam participantes desta cidade e motivados a intervir em suas próprias realidades.
Palavras-chave: Educação em Diretos Humanos; Apropriação; Territórios Negros.
Autora: Graziela Pelegri
Orientadora: Graciela de Souza Oliver
Resumo:
Ao longo dos anos, principalmente após trabalhar na medida socioeducativa, convivo constantemente com questões pertinentes ao feminismo. A centralização dos cuidados, à figura da mulher conecta a relação de poder e dominação construída em nossa sociedade. Tal estrutura contribui diretamente com o sistema machocrata capitalista em que vivemos. A exaustão dos cuidados maternos, alimentam e potencializam uma relação de poder e dependência psíquica patriarcal, enraizado em nossa cultura social. Viver e presenciar tais situações movimentam minhas ações a curto, médio e longo prazo, a buscar e implementar transformações humanizadas e legalistas para o gênero em questão.
Palavras chave: misoginia, família, socioeducação, monoparentalidade.
Fonte: https://clinicadh.direito.ufmg.br/index.php/2021/05/20/a-atuacao-do-conselho-tutelar-diante-da-precarizacao-das-politicas-sociais-e-da-influencia-do-modelo-ideal-de-familia/
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/01/os-desafios-de-pessoas-trans-para-ter-acesso-a-saude-no-brasil.ghtml
Autor: Guilherme Caetano da Silva
Orientador: Antonio Salvador Coelho
Coorientadora: Viviane Soares
Resumo:
A transfobia não se restringe apenas à rejeição irracional ou ódio em relação aos travestis e pessoas trans, expressa também uma manifestação totalitária que qualifica o outro como contrário, inferior ou atípico. Devido à sua diferença, esse outro é afastado de sua humanidade e dignidade. Entende-se que a transfobia, portanto, consiste em forma de preconceito ou discriminação (e demais violências decorrentes) contra pessoas em função de sua identidade de gênero. No Brasil, os dados hemerográficos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), apontam que travestis e pessoas trans seguem sendo as maiores vítimas de violência LGBTfóbica, sendo também alvo das violências de maior gravidade, como homicídios e lesões corporais (BRASIL, 2012). Tal cenário não deixa dúvida sobre a necessidade de que as diferentes esferas governamentais aprimorem e apliquem políticas públicas eficazes e articuladas, voltadas especificamente a esse segmento da população, para o enfrentamento da violência, desenvolvendo mecanismos de apoio às vítimas, amparando-as. É visível a alarmante reação presente em diferentes segmentos sociais cuja pretensão é a de continuar silenciando esses sujeitos. Há processos de estigmatização e discriminação à sua identidade de gênero, produzindo a negação de seus direitos enquanto cidadãos e cidadãs, inclusive o direito à saúde integral. Diante desse quadro, a proposta escolhida visa apresentar aos profissionais de saúde a vivência de pessoas Trans através de um espaço psicoeducacional, despertando um olhar que saia dessa negação que mascaram violências institucionais que esse público enfrenta no acesso à saúde, visando um atendimento de qualidade, redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação de saúde.
Palavras-chave: Transfobia; Direitos Humanos; Saúde Pública; Sistema Único de Saúde;
LGBTQIA+.
Autora: Hedna Lady Ribeiro Figueredo Benjamim
Orientadora: Simone Alves Pedersen
Coorientador: Rafael de Oliveira Costa
Resumo:
A Educação Infantil é de acordo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o primeiro espaço de educação formal, sendo assim, espaço de aprendizagem e formação de laços e ampliação de conceitos. Nesse contexto, a Educação Infantil tem sido o tema de diversas reflexões e estudos sobre suas contribuições na formação deste indivíduo em sua integralidade na idade de 0 a 5 anos. Assim, além de ser a primeira etapa da educação básica, é importante destacar a necessidade de que a educação infantil promova o desenvolvimento do indivíduo em todos os seus aspectos, de forma integral e integrada, constituindo-se o alicerce para o pleno desenvolvimento do educando. Sendo a ação da educação infantil complementar à da família e à da comunidade, deve estar com essas articuladas, o que envolve a busca constante do diálogo, mas também implica um papel específico das instituições de educação infantil no sentido de ampliação das experiências, dos conhecimentos da criança, seu interesse pelo ser humano, pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade. Os projetos são ferramentas poderosas e valiosas para o empoderamento e transformação de realidades e por meio deles é possível ir além do processo educativo das letras e dos cálculos das ciências e das artes, permeando esses conteúdos com a Educação em, para e pelos Direitos Humanos.
Palavras-chave: Relações étnico-raciais, Educação Infantil, Educação em Direitos Humanos.
Fonte: https://lunetas.com.br/o-professor-na-educacao-infantil-muito-alem-da-fralda-e-do-banho/
Fonte: https://www.vozdascomunidades.com.br/destaques/biblioteca-marginow-deu-espaco-aos-livros-e-a-cultura-em-local-que-por-anos-foi-marcado-por-armas/
Autora: Irlani Gonsalves da Silva Carvalho
Orientador: Angelo Aparecido Sastre
Coorientadora: Ana Claudia Mattos
Resumo:
Com frequência o direito à literatura é entendido apenas pela via da defesa do acesso universal às obras de prestígio social, deixando uma lacuna acerca do direito e das possibilidades de que os grupos às margens também possam ser produtores de literatura. É, portanto, necessário entender o preconceito linguístico e cultural contra os materialmente empobrecidos, que está no pano de fundo desse entendimento, para criar práticas que possam promover o direito à literatura em sua integralidade, e propor ações formativas que instrumentalize os sujeitos para publicar suas histórias de vida em uma perspectiva engajada nos direitos humanos. O presente Trabalho de Conclusão de Curso, na modalidade de Pesquisa-ação, propõe como Projeto de Intervenção a disseminação de práticas de publicação autoral de livros com objetivo de democratizar a cultura do livro, da leitura e da produção poético-literário, promovendo, desse modo, o direito à literatura enquanto um direito humano fundamental para aqueles que estão às margens dessas produções artísticas.
Palavras-chave: Direito à literatura, democratização do livro, publicação autoral.
Autora: Ivone Dias Gomes
Orientadora: Régia Mabel da Silva Freitas
Coorientador: Vinícius Canhoto Machado
Resumo:
O presente trabalho pretende analisar o projeto: PRETINHA ADORMECIDA- PUBLICAÇÃO DO LIVRO E CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO, como objeto capaz de trazer e/ou levar para dentro das escolas e periferias o debate sobre direitos humanos,negritude e arte educação usando o teatro e a literatura infantil como forma de diálogo com o público alvo das intervenções, serão oferecidas 30 apresentações/intervenções para pessoas de periferia mais a distribuição gratuita de 3000 (três mil) exemplares do livro ilustrado em formato infantil. Busca essa pesquisa analisar os conflitos, impactos e resultados do teatro como objeto de debate sobre os temas abordados em Direitos Humanos em especial as temáticas: Direito à educação, Gênero e sexualidade, LGBTQIA+.
PALAVRAS-CHAVE: ARTE, TEATRO, LGBTQIA, EDUCAÇÃO, DIREITO.
Autora: Izabelle Moreira Mundim
Orientadora: Maria Isabel de Abreu Souza
Resumo:
O presente projeto de intervenção pretende reafirmar a importância da educação em direitos humanos e propor uma ferramenta pedagógica formativa com o objetivo de desconstruir mitos ligados aos direitos humanos e sistema de justiça cuja existência no imaginário popular defende a violação de direitos. O mais clássico deles é “bandido bom é bandido morto”, mas existem muitos outros. Neste breve artigo foram exploradas algumas das hipóteses para que essas concepções distorcidas dos direitos humanos sejam tão entranhadas na sociedade e também foram apresentadas alternativas por meio de conteúdos já produzidos para reconstruir uma visão mais humana desses conceitos. A metodologia deste projeto tem caráter exploratório e consiste na revisão bibliográfica do tema com ênfase no que já foi produzido sobre esses sensos comuns e sua desconstrução– reconstrução. Pretende-se que este material chegue a jovens e adultos e seja usado por professores em diálogo com alunos, pais e comunidade escolar ou por qualquer organização, movimento social, comunicadores ou grupo que queira intervir na realidade a fim de promover o pensamento crítico e a educação sobre direitos humanos.
Palavras-chave: Direitos humanos; justiça; segurança pública; mitos; desinformação
Autora: Jacqueline Taveira Szabo
Orientadora: Régia Mabel da Silva Freitas
Resumo:
A escola, como instituição social responsável pela formação ética e instrução das novas gerações, precisa assumir seu papel na construção de uma sociedade mais justa, equânime e solidária. Educar sob uma perspectiva de igualdade envolvendo opressões como gênero, raça e classe, nunca foi uma tarefa fácil. Atualmente se faz urgente e necessário debater essas questões uma vez que geram várias violações de direito, e implicações em especial na vida das estudantes negras. Este projeto de intervenção tem por objetivo debater as relações de desigualdade entre gênero e raça, de forma que fortaleça a identidade negra das estudantes do 7° ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Desembargador Manoel Carlos de Figueiredo Ferraz. A metodologia desta investigação é qualitativa, uma pesquisa-ação a partir de revisão bibliográfica acerca das identidades e das relações de gênero e raça nos espaços escolares. Para tal, são realizados cinco encontros formativos com estudantes do 7° ano do Ensino Fundamental desta unidade escolar com duração de duas horas-aula.Os resultados apontam para a real importância do trabalho de resgate e valorização da cultura afro para a auto estima das adolescentes, de forma que ela se reconheça como adolescentes negra com seus prazeres e mazelas.
Palavras-chave: Interseccionalidade entre genero e raça, empoderamento de adolescentes, feminismo negro, escola.
Fonte: https://br.pinterest.com/natyhutz/ilustra%C3%A7ao-turbante/
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Janis Helena Stefani Barauna
Orientador: Cleyton Antonio da Costa
Coorientadora: Selma Cristina Tacacima
Resumo:
O presente trabalho aborda a Ação da Supervisão Escolar na implementação da Educação em Direitos Humanos no território do extremo sul da Zona Sul de São Paulo, em Campo Limpo. Pretende-se apresentar como essa Ação pode relacionar a análise crítica dos documentos basiladores da unidade educacional como o Projeto Político Pedagógico, o Calendário de Atividades e o Projeto Especial de Ação (formação continuada) e suas respectivas devolutivas institucional com a visita técnica in loco, estabelecendo e ponderando as constatações do dia da visita com a “ação-reflexão-ação” das práticas pedagógicas e os registros da unidade. A Ação Supervisora na implementação da Educação em Direitos Humanos encontra-se na perspectiva de ampliar o “olhar” atento às responsabilidades funcionais e de cidadãos quanto ao acesso e garantia dos Direitos Humanos, tanto por parte da Equipe Gestora, quanto por parte dos demais profissionais de Educação e comunidade escolar.
PALAVRAS CHAVES: Educação em Direitos Humanos, Ação da Supervisão Escolar,Práticas Pedagógicas e Projeto Político Pedagógico.
Autora: Jaqueline Ferreira de Macedo
Orientadora: Criselli Maria Montipó
Resumo:
Esse projeto de intervenção consiste em fazer uma breve análise sobre a importância do papel da mulher na sociedade visando o combate à desigualdade de gênero por meio das narrativas orais e principalmente escritas produzidas pelas famílias das crianças da EMEI prof. Henrique Ricchetti sobre a trajetória de mulheres comuns que fazem parte da nossa coexistência, como nossas mães, avós, tias, irmãs, amigas, líderes comunitárias, colegas de trabalho, professoras etc. A sistematização das narrativas construídas pelas famílias e replicadas pelas crianças pode ser um importante instrumento para dar voz às mulheres que tem suas histórias invisibilizadas, mas que tem muito a contar e a nos ensinar sobre como é viver e sobreviver numa sociedade machista e patriarcal. O projeto teve início em 2019 e contou com a participação de 35 alunos na faixa etária de 5 e 6 anos e suas famílias. Foram escritas 15 narrativas que contavam a história de mulheres que desempenharam papel fundamental na vida dessas pessoas. A partir dessas narrativas foi possível refletir acerca de algumas situações que podem contribuir para o preconceito relacionado as questões de gênero além de oportunizar que as crianças pudessem conhecer e entrar em contato com sua própria história através de memórias afetivas relacionadas a figuras femininas inspiradoras. Todas as narrativas produzidas foram reunidas em um livro resultando num documento de memória daquele grupo com o qual todos tiveram a oportunidade de interagir. No ano letivo de 2022 o projeto mulheres incríveis da nossa história foi retomado sob a perspectiva dos novos contextos sociais, novas narrativas estão sendo construídas e compartilhadas com outras crianças da mesma faixa etária.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos, criança, narrativas, mulheres.
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Jaqueline Gomes de Souza
Orientador: Vicente de Paulo Morais Junior
Resumo:
O presente trabalho tem como objetivo apresentar um relato de experiência a respeito dos resultados parciais de uma sequência didática dentro de uma proposta interdisciplinar (disciplinas de Ciências, História e Geografia), compartilhada com alunos de 5o Ano do Ensino Fundamental I, no ano de 2022, a fim de refletir sobre a importância dos Direitos Humanos na vida cotidiana, após o período de isolamento social forçado pela situação pandêmica de Covid-19 (2020-2021). As atividades analisadas figuram em um projeto macro, proposto no Plano Anual docente, inspirado na cartilha “Direitos Humanos” (BRASIL, 2008), da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), ilustrada por Ziraldo Pinto. O interesse pela temática fundamentou-se nas demandas profissionais cotidianas de uma professora de educação pública, pós-graduanda em Direitos Humanos e Educação e doutoranda na área de Educação e Saúde na Infância e na Adolescência e suas inquietações sobre a volta às aulas presenciais, depois de um longo período de atendimento
remoto. Os resultados das ações realizadas até o momento apontam que o Projeto em Direitos Humanos foi capaz de promover debates, reflexões críticas, escutas ativas, além de pequenas ressignificações atitudinais nas pessoas envolvidas, de forma a tornar o retorno às aulas presenciais em um evento marcado pelo fortalecimento de vínculos de confiança e afetividade.
Palavras-chave: Direito à educação; Direitos Humanos ; Sequência Didática.
Autor: Jefferson Brito Ramos
Orientadora: Simone Alves Pedersen
Coorientador: Rafael de Oliveira Costa
Resumo:
O trabalho traz à evidencia, mecanismos de discussão para um olhar provocativo nas questões dos direitos humanos, mais especificamente, nas discussões de raça, direitos sociais e representatividade dos corpos pretos a partir do ato performativo construido através da pluralidade das vozes dos moradores que estão inseridos na comunidade localizada na Rua Nova, em Sapopemba.
PALAVRAS-CHAVE: Direitos Humanos, Comunidade, Racismo, Performance.
Fonte: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-da-cultura/noticias/lei-aldir-blanc-mostra-usa-teatro-para-fortalecer-direitos-humanos
Autor: Jefferson Mendes do Nascimento
Orientadora: Criselli Maria Montipó
Resumo:
O presente trabalho de conclusão de curso faz uma análise da prática de racismo no trânsito sofrida por diversos usuários da via pública, dando destaque para os transportes privados de passageiros tais como Uber e Táxi, em contrapartida proponho, um projeto de intervenção como uma das alternativas para a conscientização e a não aceitação deste problema. Abordando o surgimento dos diretos humanos, fazemos um estudo sobre as práticas racistas e investigamos esse tipo de comportamento no trânsito de forma a analisar a prática de racismo cometida por motoristas de aplicativo contra os passageiros deste tipo de transporte, e também cometida pelos usuários, por meio de discriminação aos motoristas quer trabalham com aplicativo. Finalizando com a aplicabilidade de uma intervenção, que se iniciou com a aplicação de um questionário, contendo algumas perguntas, sobre o assunto, de forma a identificar as possíveis práticas de racismo sofridas ou praticadas pelos participantes. Após a leitura das respostas realizamos, uma roda de conversa com uma atividade para conscientização e intervenção nesse comportamento.
Palavras-chave: Racismo, Trânsito, Intervenção, Transporte, Direitos Humanos.
Autor: João Roberto Roque Junior
Orientador: Artur Zimerman
Coorientadora: Chavelli Dominique Luiz Machado
Resumo:
O presente trabalho apresenta um projeto de intervenção pedagógico denominado Envolvidos na Rede, que tem como objetivo uma rede de proteção de direitos de crianças e adolescentes que vivem em situações de fragilidade. Os impactos advindos da pandemia de Covid-19, bem como o isolamento social potencializaram de forma significativa o aumento da violência em suas diversas formas no ambiente escolar. Tal fato sugere a discussão e partilhas da comissão de mediação de conflitos com a rede de proteção do território, na qual a escola está inserida, com o intuito de propor estratégias e encaminhamentos que minimizem a violência na escola.
Palavras-chave: mediação, escola, violência.
Fonte: https://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/rede-de-apoio
Fonte: https://www.tjma.jus.br/midia/cgj/noticia/509890/justica-determina-que-sao-francisco-do-brejao-crie-programa-de-acolhimento-institucional
Autor: Joelsom da Rosa
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
O presente trabalho, pesquisa e intervenção se propõe a contextualizar o caráter excepcional do afastamento de crianças e adolescentes do convívio familiar como medida protetiva. O afastamento do convívio familiar tem grande impacto na vida de pessoas em desenvolvimento, tanto à culpabilização e criminalização de suas famílias de origem por parte da sociedade, quanto à ausência do Estado na proteção social desses sujeitos. Enfatizo neste trabalho a condição de pobreza vivenciada cotidianamente por esses sujeitos que se agravam diante de demandas reprimidas e que ocasionam as possíveis causas do afastamento excepcional de crianças e adolescentes. Através da pesquisa bibliográfica espera-se esclarecer o que diz a lei sobre o caráter breve e excepcional do acolhimento e dos motivos pelos quais podem ou não levarem crianças e adolescentes serem afastados do convívio familiar. Busco contribuir com a promoção e fortalecimento de sua autonomia social enquanto sujeitos de direitos realizando o seminário: Brevidade e Excepcionalidade no Acolhimento Institucional-Um debate necessário.
Palavras-chave: Acolhimento. Criança. Adolescente. Brevidade. Excepcionalidade.
Autora: Jonelza da Saúde Gonzaga Ribeiro
Orientadora: Simone Alves Pedersen
Coorientador: Rafael de Oliveira Costa
Resumo:
Mesmo que inconcebível, o ambiente educacional continua sendo lugar de disseminação do preconceito racial. O presente trabalho analisa o racismo estrutural, buscando entender por meio dessa análise o porquê de as situações de vulnerabilidade estarem ligadas às pessoas negras e assim poder propor ações afirmativas, interventivas em prol dessas pessoas. Metodologicamente, de forma indutiva, a pesquisa exploratória-explicativa perpassou pela etapa de leitura e reflexão de autores sobre o tema específico, coleta de dados das vivências no ambiente ocupacional de trabalho, buscando identificar o porquê de haver segregação e discriminação, ou seja, um tratamento desigual à essas pessoas. Constados os fatos, propôs-se ações interventivas da qual toda equipe do Centro Educacional participe e que se estenda à toda comunidade escolar. Para realização, faz-se necessário agrupar tanto os alunos, quanto a equipe escolar, desta, faz-se agrupamento por setores. Serão realizadas atividade com jogos temáticos, música, história, poemas, palestras, tudo voltado para a importância da diversidade, da igualdade e do combate ao preconceito racial. Serão promovidas ações sociais e de generosidade às famílias afrodescendentes e em situação de vulnerabilidade, a fim de que se sintam valorizados e se reconheçam como sujeitos de direitos e reestruture a própria história. Depreende-se serem as ações afirmativas de Direitos Humanos no chão da escola, com um trabalho interdisciplinar e multicultural, essenciais para a construção de uma sociedade empática e passível de coexistência.
Palavras-chave: Racismo; Preconceito racial; Desigualdade; Educação; Empatia.
Fonte: https://bancariosabc.org.br/5783-20-de-novembro-%C3%A9-preciso-falar-sobre-racismo-estrutural-no-brasil.html
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=dJq2v-rWh6U
Autor: José Carlos de Alencar Junior
Orientador: Ademir Henrique Manfré
Coorientadora: Mirna Busse Pereira
Resumo:
O presente trabalho discorre sobre uma ação desenvolvida ao longo do ano de 2021 intitulada “Geografias Afetivas - Vozes das Juventudes do Vale do Ribeira: uma experiência de comunicação popular como Direito Humano”. Tendo como premissa a afirmação da comunicação como um direito humano, o seu principal objetivo foi produzir conteúdos de comunicação, no formato de podcast, com e sobre as juventudes das comunidades tradicionais do Vale do Ribeira, bem como fortalecer as redes de jovens comunicadores existentes na região. Como resultado preliminar, até o presente momento, realizamos a edição de três episódios de podcast nos quais entrevistamos, respectivamente, uma jovem da liderança Guarani, uma jovem Quilombola e uma jovem Caiçara, priorizando, como recorte de gênero, jovens lideranças mulheres. Como desdobramento, seguimos alinhando uma ação de capacitação, com o objetivo de potencializar a ação de dois coletivos de jovens comunicadores da região.
Palavras-chave: Direito à comunicação. Comunicação Popular. Juventudes. Comunidades Tradicionais.
Autor: José Roberto de Lima Candido
Orientadora: Vanessa R. S. Cavalcanti
Coorientadora: Cin Falchi
Resumo:
O Objetivo central é analisar quais os diálogos possíveis entre Africanidades, capoeira e educação em direitos humanos no projeto da Lei. 17.566/2021. Já os objetivos específicos nos seguintes aspectos: Compreender como o caráter formativo e educacional da capoeira pode contribuir para minimização do racismo estrutural na escola pública, registrar de que forma o presente projeto de lei, potencializa o direito à memória e história dos povos originários e afro-brasileiros; Analisar quais aspectos da educação dos direitos humanos perpassa na narrativa da Lei 17.566/2021.
Fonte:https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/copy_of_iphan-e-uft-lancam-1o-volume-de-livro-sobre-a-capoeira-em-tocantins
Fonte: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Parana-comemora-o-Dia-do-Agente-Penitenciario
Autor: José Rocha de Souza
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Coorientadora: Soraia Oliveira Costa
Resumo:
O presente trabalho aborda Educação em Direitos Humanos para os agentes do sistema prisional paulista, considerando os seguintes aspectos: conhecer, respeitar e aplicar no desempenho das suas funções e atribuições diárias. Tem como objetivo estimular a educação continuada dos policiais penais (agentes prisionais) quando do ingresso e depois de forma continuada. Para a elaboração deste trabalho foram utilizados o levantamento bibliográfico por meio de pesquisa além das legislações vigentes relacionadas ao tema. A problemática consiste no desconhecimento e desatualização das várias temáticas que envolvem a educação em direitos humanos nas funções dos agentes prisionais. Diante disso, verificou-se a necessidade de atualizações constantes em direitos humanos para os agentes prisionais, visando atender temáticas atuais decorrentes da vida em sociedade e suas reais demandas.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos. Formação Continuada. Agente Prisional. São Paulo.
Autor: José Rodrigues de Oliveira
Orientadora: Lúcia Helena da Silva Joviano
Coorientadora: Soraia Oliveira Costa
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo apresentar uma proposta de mudança na matriz curricular do curso de formação inicial da Guarda Civil Metropolitana da cidade de São Paulo, pois se parte da hipótese que o número maior de horas-aulas, da matéria de direitos humanos, na grade do curso de formação inicial e continuada dos guardas metropolitanos, trará um aprendizado mais adequado à realidade em que os agentes públicos atuarão, especialmente a partir das premissas do conceito de policiamento comunitário e preventivo e em razão das transformações advindas dos diferentes contextos, históricos, sociais e políticos. Dessa maneira, ao agregar conhecimento, vislumbra-se na possibilidade de formar profissionais comprometidos e responsáveis em construir e solidificar o processo de direitos humanos a fim de alcançar a proteção integral, a promoção a defesa, bem como trazer na prática para o dia a dia de sua vida cotidiana.
Palavras-chave: Curso de formação; grade curricular; Guarda Civil Metropolitana; Direitos humanos.
Fonte: Elaborado pelo pŕoprio autor
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Josefa Copertino da Silva
Orientadora: Pedro Paulo Araujo Maneschy
Coorientadora: Valquíria Alves da Silva
Resumo:
O presente projeto de intervenção apresenta em sua fase inicial de desenvolvimento como valorizar e potencializar a Educação em Direitos Humanos no chão da escola expandindo para a comunidade local, através da aprendizagem e do conhecimento adquirido nas aulas de Eletivas Futebol um novo Olhar. Esse projeto de intervenção está em fase de desenvolvimento nas aulas da disciplina de eletiva. Com estudantes 6° e do 7° Ano do ensino fundamental II da Escola Estadual Clarice Seiko Ikeda Chagas de forma interdisciplinar e interventiva da disciplina de Educação Física, Projeto de Vida, História e Eletiva. Partindo da observação durante as aulas de Educação física onde os meninos não respeitavam as meninas por questões de gênero através da prática esportiva principalmente na prática do futebol, a partir desse levantamento de observação nas atitudes dos meninos me levou a querer explorar a Educação em Direitos Humanos através da aceitação das diferenças nas aulas de eletiva engajando ao Projeto de Vida do estudante. Utilizando uma pesquisa bibliográfica apoiando-se em artigos científicos, PPP (Projeto Político Pedagógico) da escola em questão, Constituição Federal de 1988, PCN da Educação Física, e diversos pesquisadores sobre o assunto. Com a análise dos dados coletados até o presente momento pode-se concluir que o acompanhamento e aplicabilidade da interdisciplinaridade é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes em sua integralidade e para implantação da Educação em Direitos Humanos e sua multiplicabilidade na comunidade escolar.
Palavra-Chave: Escola, Educação em Direitos Humanos, Protagonismo Juvenil, Gênero, Futebol.
Autora: Joselaine Aparecida Felício
Orientador: Antonio Salvador Coelho
Resumo:
Este projeto tem por objetivo acarretar uma pequena contribuição com a discussão acerca do currículo escolar e a necessidade de uma educação mais inclusiva, reflexiva e humanizadora, uma educação pautada por práticas e vivências que reflitam e promovam a valorização e respeito aos direitos humanos dentro e a partir do ambiente escolar. Pensando nisso, o projeto de intervenção tem como proposta primordial a elaboração de um currículo escolar mais democrático, que possibilite não apenas aos profissionais da educação, mas também às famílias e aos discentes protagonizar cada etapa de sua construção. Com isso espera-se dar vida a um documento que seja capaz de tornar a educação em direitos humanos algo intrínseco e indissociável ao currículo escolar. Neste sentido, serão promovidos eventos do tipo: reuniões, palestras, debates, grupos de estudos, assembleias, pesquisas bibliográficas e possivelmente a formação de uma comissão de educação em direitos humanos na escola (composta por estudantes, professores, familiares, gestores etc).
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos; Currículo escolar; Formação docente; Comissão de Direitos humanos na escola.
Fonte: https://movplan.com.br/blog/como-criar-um-ambiente-escolar-acolhedor-seguro-e-que-favoreca-a-aprendizagem/
Autor: Josenildo Luiz Gonzaga
Orientador: Jose Fernando Saroba Monteiro
Resumo:
O presente pojeto propõe uma intervenção formaiva destinadoa educadores e educadoras social que atuam , preferencialmnete, nas organizações que orfetam atendimento socioassistenciais, com base na SUAS. A proposta consistem em encontros com grupos de trabalho, tendo como temas geradores conteúdos inerentes a educação em direitos humanos. Em consonância com o que estabelece o plano nacional de educação em direitos humanos esta proposta de intervenção tem por objetivos ppromover um processo de encontros formativos destinados a profissionais de educação social, popular e comunitária que atuem na rede socioassistencial, a partir dos conceitos e princípios de educação em direitos humanos. E ainda, promover a socialização dos conceitos e práticas de educação em direitos humanos, sensibilizar os profissionais quanto as temáticas e abordagens de educação em direitos humanos e estimular a promoção de ação educativas em educação em direitos humanos em espaços de educação social, popular e comunitária (não escolares).
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos; Pedagogia Social; Educação Social;Formação Continuada.
Fonte: https://sintibref-ba.org.br/posts/educador-social-sensibilidade-e-pedagogia-pela-integracao-de-desassistidos
Fonte: https://simaigualdaderacial.com.br/site/onde-esta-a-representatividade-negra-e-lgbtqia/
Autor: Josimar Monteiro Sebastião
Orientador: Perla Cristina da Costa Santos do Carmo
Resumo:
O presente trabalho propõe aintervençãosobreaformaçãodoprofissionaldaeducação sob o prisma de gênero, raça e classe. A educação não é alienada do sujeito e ela não é cercada pela individualidade estéril proposta pela ética neoliberal. Para pensar a Educação em Direitos Humanos e utilizar a identidade docente como fator potencializador e motivador de jovens do Ensino Médio, inicialmente, o docente deverá identificar dentro de sua prática docente fatores identitários e raciais que influenciam na sua identidade como docente e na sua maneira de dividir o conhecimento. Aos docentes que não estão imersos na identidade LGBTQIA+, a formação docente proporá, sob o mesmo aspecto, se ainda algumas questões identitárias e posicionamentos não influenciam em possível instauração de um machismo cego e supremacista ou obriga os estudantes a ver a formação educaciona apenas por um aspecto.Seguindo os documentos oficiais listados na biliografia, essa formação foi autorizada pelo então Ministério da Educação e Cultura, onde oportunamente serão colocadas legislações que ajudarão no embasamento dessas ações efetivas.
Palavras-chave: Educação em Direitos Humanos; LGBTQIA+; Formação docente.
Autora: Joyce Xavier Salustiano
Orientadora: Camila Perez da Silva
Resumo:
Este trabalho tem o objetivo de relatar uma intervenção relacionada à Educação em Direitos Humanos sobre o eixo do direito à democracia e a formação continuada dos educadores em Direitos Humanos. Intervenção esta, que não tinha um objetivo específico quando foi colocada em prática, mas que, a partir da investigação de uma ação que estava acontecendo na época, as educadoras em questão, puderam refletir sobre conceitos variados e construir com as crianças um jeito novo de se relacionar com o objeto de estudo. Com este registro dos acontecimentos durante e após a experiência educativa, o trabalho em questão, se debruça em questionamentos sobre o vínculo afetivo e as incertezas que permeiam o trabalho docente, quando nos colocamos dentro do processo também como aprendizes e sujeitos de uma educação transformadora. De todas as perguntas evocadas em continuidade com a construção coletiva que se deu a partir de uma atividade, este artigo, é mais um material que discute e tenta avançar o debate sobre o papel do educador em Direitos Humanos, sua formação e as diretrizes que precisamos considerar para uma educação efetivamente democrática.
Palavras-chave: Democracia, Experiência, Processo educativo, Investigação.
Fonte: https://oregional.net/direitos-humanos-da-crianca-e-tema-de-palestra-para-educadores-79519
Fonte: Elaborado pelo próprio autor
Autora: Julia Aparecida Souza de Oliveira
Orientador: Marcos de Almeida Costa Pereira
Resumo:
O presente Projeto de Intervenção apresentado teve como objetivo central promover práticas de Educação em Direitos Humanos (EDH), com recorte específico para as relações étnico-raciais, pautada na literatura infantil direcionada para as temáticas da: justiça, equidade e respeito aos Direitos Humanos à luz da lei 10. 639/2003. Para isso, as intervenções foram construídas na perspectiva da pesquisa-ação (GIL, 2002). Os caminhos percorridos foram pautados em cinco encontros de formação e sensibilização em torno das questões étnico-raciais para os docentes do EMEI Doraci dos Santos Ramos. Nesses encontros foram realizada rodas de conversas, mediadas por leituras analíticas, articulada com elementos civilizatórios brasileiros como: circularidade, musicalidade, oralidade, tendo por base a produção literária das seguintes obras e autoras: Menino Nito de Sonia Rosa (2002), Princesas Negras de Edileusa Penha de Souza e Ariane Celestino Meireles (2009) e o Mundo Black Power de Tayo, de Kiusam Oliveira (2013). Os resultados parciais apontaram a comprovação da hipótese que na infância a literatura negra,pode funcionar como uma porta de entrada para o autoconhecimento nas diversas e amplas margens, levando a criança negra a ressignificar sua própria identidade. E o professor por meio da literatura infantil preta, inclui nos seus planos de aula. personagens e escritores pretos rompendo o círculo vicioso do racismo enraizado na prática literária pautado em uma formação direcionada a implementação da Lei. 10.639/2003.
PALAVRAS-CHAVE: Literatura étnico-racial; educação infantil; formação docente antirracista
Autora: Julia Bezerra Evangelista
Orientador: Alfredo Oscar Salum
Coorientador: Francisco Guilherme Leon de Oliveira Scaquetti
Resumo:
A proposta inicial desse projeto de pesquisa é trabalhar com as questões de gênero e diversidade na educação infantil, por meio de um projeto lúdico de oficinas e rodas de conversa, que terão como base no livro de literatura infantil “Coisa de Menina ou Coisa de Menino”. A escolha dessa temática se deu, pois ao analisar o meu campo de atuação, pude notar que os estereótipos de gênero ainda são muito perpetuados nas instituições de educação infantil, tanto pela comunidade escolar, quanto pelas crianças, que tendem a reproduzir os preconceitos que observam na sociedade.
Palavras chave: Estereótipo; Gênero; Educação infantil
Fonte:https://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2019/01/azul-e-rosa-por-que-cores-sao-significadoras-de-genero.html
Fonte: https://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2019/01/azul-e-rosa-por-que-cores-sao-significadoras-de-genero.html
Autora: Juliana Beserra
Orientadora: Raquel Brum Fernandes da Silveira
Resumo:
Em 2020 o mundo foi transformado pela pandemia do vírus da Covid – 19, um vírus mortal de alcance mundial, que trouxe diversas mudanças, isolamento e distanciamento, mortes em grande escala, fechamento de postos de trabalho, órgãos públicos e fronteiras. Diante dessas medidas para conter a contaminação, as escolas brasileiras, em março de 2020, suspenderam as aulas presenciais e com isso diversas políticas públicas foram implantadas através de medidas emergenciais. Essas políticas, entretanto, não foram suficientes para atingir o desenvolvimento das aprendizagens de parcela significativa da população que já viviam em condição de vulnerabilidade social. O projeto de intervenção elaborado tem como objetivo acolher alunos em situação de vulnerabilidade social que passaram pelo período da pandemia sem oportunidades qualitativas para continuar o processo de alfabetização em seus lares. A metodologia e os resultados previstos/esperados foram elaborados de acordo com os estudos desenvolvidos ao longo do curso de especialização na Educação em Direitos Humanos, noções de direitos constitucionais e de aprendizagens previstos na Base Nacional Comum Curricular, além de teorias da alfabetização. Busco conquistar avanços nas aprendizagens individuais e familiares, inclusão e acolhimento social, conhecimento e cidadania dos atores envolvidos,fortalecendo as relações sociais de escola, famílias, comunidade e direitos humanos.
Palavras-chave: pandemia, escolas e vulnerabilidade social.