Autores: Gabriel Paiva, Giovanna Lara, Mariana Sousa, Sofia Alves e Sophia Freitas
O petróleo é uma mistura apolar, que interage com moléculas por meio do modelo dipolo instantâneo-dipolo induzido. É encontrado no subsolo marítimo em profundidades variáveis e é utilizado principalmente na forma de combustíveis automotivos, como a gasolina, e também no funcionamento de usinas termoelétricas.
O petróleo é formado por vários compostos orgânicos, especialmente, hidrocarbonetos, como o metano (CH4), butano (C4H10) e octano (C8H18). Ele é uma substância menos densa que a água e sua cor varia entre marrom e preta. É um recurso esgotável de grande valor, considerado a principal fonte de energia da atualidade.
As aves marinhas são muito afetadas quando atingidas por essa substância. Elas possuem um óleo natural (também apolar), que cobre o corpo e as possibilita de mergulhar no mar sem afundar. Suas penas contém queratina, as quais possuem aminoácidos que fazem com que elas adquiram a propriedade de fixar e arrastar as moléculas de óleo, permitindo separá-las da água.
Ao entrar em contato e se espalhar pela superfície da água, o petróleo forma uma camada superficial que impede a passagem da luz e a troca de gases entre a água e o ar. Nesse contexto, se a ave entra em contato com o petróleo suas penas ficam cobertas dessa mistura, o que impossibilita o voo e a regulação de sua temperatura corporal, podendo sofrer de hipotermia e irritações na pele. Além disso, a ingestão de óleo provoca sérias intoxicações, que vulnerabilizam a saúde desses seres.
Desse modo, conclui-se que os impactos causados pelo petróleo na vida marinha são bem expressivos e negativos para o equilíbrio ambiental, comprometendo a vida dessas aves.
Confira abaixo um vídeo que explica como o petróleo impacta a vida das aves marinhas.