Coleção de Bancos
Conheça outros Bancos Sonoros na Cidade de São Paulo
Conheça outros Bancos Sonoros na Cidade de São Paulo
Idealizado por Hugo França e Ana Maria Wilheim, o objetivo deste projeto é contar histórias que se passaram em tempos passados, buscando trazer à tona a dimensão ancestral, social e vegetal da história, valorizando a memória do espaço. O intuito é chamar a atenção para o passado do território, destacando a importância do mesmo no presente. Conforme mencionado pelo filósofo originário Ailton Krenak, "o futuro é ancestral", e é exatamente isso que este projeto busca transmitir. Conheça outros bancos presentes na cidade de São Paulo.
O Banco Sonoro em homenagem a Jorge Wilheim foi inaugurado em setembro de 2019 no Parque Ibirapuera, São Paulo. Criado a partir de um eucalipto que já não estava vivo, o banco foi transformado em uma bela peça de mobiliário urbano pelo artista plástico Hugo França e sua equipe. Além de honrar a memória do renomado arquiteto urbanista, essa notável iniciativa destaca a capacidade de transformar elementos naturais em arte funcional que beneficia a comunidade. Nesse banco escutamos músicas da discoteca do arquiteto além de um profundo debate filosófico sobre o sentido do urbano. O Banco Sonoro se tornou um ponto de encontro no parque, convidando as pessoas a desfrutarem de momentos de descanso e contemplação em meio à natureza. Um verdadeiro símbolo de carinho, respeito e reconhecimento do legado de Jorge Wilheim na cidade de São Paulo.
Especificações técnicas:
2019, Pq Ibirapuera, SP, Jardins da Bienal
Apoio financeiro: Itaú Cultural
Realização: Atelier Hugo França/ Família Wilheim/ AYA Studio
Tema: Debatendo o significado do que é O Urbano.
Quem fala: Jorge Wilheim, Olgaria Matos, Mario Sergio Cortella, Nelson Ascher(mediação)
MADEIRA EUCALIPTO -( 232X840X140cm ) - 3900 Kg
No Parque Ibirapuera, em frente ao Museu Afro Brasil, há um banco sonoro feito de uma raiz de árvore transformada em escultura pelo artista Hugo França. O banco convida o público a se sentar e ouvir histórias de representantes da cultura negra, como Emanoel Araujo, Sueli Carneiro, Neon Cunha e outros. Essas histórias fazem parte da coleção "Vidas Negras" do Museu da Pessoa e estão disponíveis em formato de podcast no Spotify. A raiz usada na obra é de um eucalipto tombado do próprio Parque Ibirapuera, que abriga importantes museus brasileiros, incluindo o Museu Afro Brasil. Para Karen Worcman, diretora e fundadora do Museu da Pessoa, escutar essas histórias é reconhecer o valor histórico e humano das vidas negras, fundamentais para a identidade do Brasil. As narrativas foram integradas à composição musical da Cordel Audio e cuidadosamente editadas pelo Museu da Pessoa, explorando temas como vida, morte, fé, saberes, fazeres, aprendizados e transformações. Esse banco sonoro, chamado de "Raízes Negras", faz parte de uma série de "totens urbanos" que registram histórias de vidas transformadoras, incluindo também as séries "Raízes Indígenas" e "Raízes Femininas".
Especificações técnicas:
2021,Pq Ibirapuera, SP, Jardins Museu Afro-Brasil
MADEIRA EUCALIPTO, (298x480x 160cm) - 2500kg
Apoio financeiro: Emenda Parlamentar Ver. Daniel Annenberg / Secretaria do Verde Meio Ambiente.
Realização:Atelier Hugo França/ Cara de Brasil / Museu da Pessoa/ Cordel Áudio
Tema: Histórias de vida de pessoas negras que fizeram parte significativa na história do Brasil.