Como será um mundo visto pelas borboletas? O que podemos aprender com elas? Como entrar em estado de árvore? Faz de conta que… que o mundo pode ser reinventado. Neste canal vamos ouvir as invencionices de Manoel de Barros nas vozes de André Gravatá, Val Rocha e Cia Teatral Artemanha.
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Criada nos anos 2000, a companhia de teatro independente reúne jovens artistas moradores, principalmente do bairro Grajaú, localizado na zona sul de São Paulo, que acreditam na importância de ocupar as ruas, territórios e palcos com arte. Mesclando diferentes linguagens artísticas, além de realizar apresentações teatrais, o grupo também oferece oficinas de teatro para a comunidade em que residem.
Um poeta perplexo e educador que faz da poesia ponte, porta e ponto de encontro. Exímio provocador de encontros entre a palavra e as pessoas e abridor de brechas no tempo e espaço por meio da escrita. Autor dos livros O aniversário da terra, O pulo da carpa, Inadiável e O jogo de ler o mundo. É coautor do livro Volta ao mundo em 13 escolas e um dos fundadores da Virada da Educação. Também é um dos criadores do Sorver Versos, projeto que realiza com Serena Labate por meio de criações como o Mapa de visitação da sua infância.
Com um quintal maior do que o mundo, Manoel de Barros (1916-2014) foi um poeta brasileiro conhecido como poeta das miudezas, que viveu quase cem anos escrevendo palavras “de barriga no chão” para falar sobre as desimportâncias das coisas, reconstruindo através das palavras, as belezas da vida. Com o canto dos passarinhos, as infâncias, as pedras, produziu mais de 28 obras. "Quando as aves falam com as pedras e as rãs com as águas - é de poesia que estão falando."