Mais conhecido como professor Julierme, é professor de geografia, autor, pesquisador, fundador do Conselho Cristino Pimentel do Borborema Cangaço, fazendo parte de outras entidades ligadas à Cultura Nordestina como o Instituto Histórico e Geográphico do Cariri Paraibano, Instituto Histórico e Geográphico da Borborema, e outras instituições ligados à pesqsuisa do cangaço e do Nordeste brasileiro.
Principais pontos da trajetória
Ele tem um amplo acervo documental sobre o cangaço e o nordeste brasileiro, os quais pesquisa sobre Antônio Silvino e seu bando, através de reportagens de jornais da época, depoimentos e registros feitos com testemunhas dos cenários onde se desenrolaram os episódios do cangaço.
Começou seu interesse ainda na infância, influenciado por contos sobre Antônio Silvino relatados pelo seu pai e seu avô, os quais têm origem em Pocinhos/PB; essas influências despertaram nele o desejo de registrar as memórias orais e visuais do cangaçeiro Antônio Silvino.
É reconhecido como um dos grandes pesquisadores sobre Manuel Baptista de Moraes, conhecido por Antônio Silvino, O Rifle de Ouro. Vem sendo elogiado por sua sensibilidade, por visitar lugares remotos, ouvir depoimentos raros e dar voz a pessoas pouco ouvidas, valorizando os detalhes históricos e culturais frequentemente deixados à margem.
Ele participa de organizações, eventos e iniciativas culturais relacionadas ao cangaço, como encontros de pesquisadores, carreatas culturais, participações em podcasts e documentários que visam preservar memória e patrimônio cultural, bem como apurar os fatos reais do cangaço silviniano.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua obra solo de estréia chamada: "As Façanhas do Cangaceiro Antônio Silvino, O Rifle de Ouro - I - A Hecatombe da Usina Santa Filonila".
É advogado, autor, pesquisador e escritor com forte atuação no campo da história e cultura do cangaço nordestino. Sua obra concentra-se em recuperar memórias, fatos e personagens relacionados ao cangaço, com trabalhos bem documentados que envolvem pesquisa de arquivos, relatos orais, genealogia, datas e localidades.
Ele é autor de diversos livros relevantes para o estudo desse tema, entre os quais:
Cangaceiros de Lampião de A a Z — uma obra de referência, especialmente por sua riqueza em conteúdos documentais que adicionam precisão e profundidade ao conhecimento sobre os grupos de Lampião e seus integrantes.
O Cangaceirismo no Nordeste — título que aparece como um dos seus trabalhos mais presentes em sebos e livrarias especializadas.
Outros títulos de ensaios e relatos históricos, como Histórias do Cangaço / O Saque de Sousa Paraíba – 27 de Julho de 1924 entre muitos.
Sua produção não é apenas quantitativa, mas também importante para manter viva a memória cultural do Nordeste, especialmente em regiões como a Paraíba, onde muitos dos acontecimentos do cangaço tiveram lugar. Ele contribui para o patrimônio cultural, ajudando pesquisadores, estudantes e o público em geral a conhecerem melhor o passado, suas figuras e desdobramentos.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua recente obra chamada: "Cangaceiros de Antônio Silvino, "O Rifle de Ouro". De A a Z".
É natural de Taperoá/PB, graduada em Jornalismo e Direito pela UEPB.
É autora de diversos livros e trabalhos de pesquisa sobre o cangaço, especialmente focados no Agreste do estado de Pernambuco. Ele pesquisa o percurso de Lampião, de coiteiros, volantes e as relações locais com eventos cangaceiros.
Fabiana Agra é uma escritora comprometida com o estudo da memória histórica do Sertão do Seridó, com ênfase nos personagens, acontecimentos e comunidades que muitas vezes ficam à margem dos relatos tradicionais.
Sua produção inclui:
Trilogia “Picuí do Seridó” — composta por livros como Picuí do Seridó: dos primórdios até 1930 (2011), Picuí do Seridó – Século XX: Volumes I (2014) e II (2016), que fazem um resgate cuidadoso da história local.
A Diáspora no Sertão do Seridó (2021) — que trata da presença de descendentes de cristãos-novos (judeus convertidos forçadamente) na história do Seridó.
Chico Pereira: de Sousa ao Seridó (2024) — revela a trajetória de Francisco Pereira Dantas, personagem que migra do mundo dos fazendeiros para o cangaço.
Sabino Gomes: o Carcará de Lampião (2024), As Andanças de Antônio Silvino pelo Sertão do Seridó e Curimataú (2024) — livros que exploram figuras historicamente importantes ou menos conhecidas do movimento cangaceiro.
Fabiana Agra é vista como uma voz importante para a valorização da história regional, especialmente por dar visibilidade a personagens e episódios do cangaço ou relacionados, que têm implicações culturais e identitárias fortes para a Paraíba e o Nordeste.
Contribui também para a preservação da memória local, turismo cultural e a cultura do Sertão por meio de suas pesquisas, publicações e engajamento comunitário.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua recente obra chamada: "Cangaceiros de Antônio Silvino, "O Rifle de Ouro". De A a Z".
É escritor, cordelista, poeta, documentarista, ator e ativista cultural. Ele transita entre diversas expressões da cultura popular — literatura de cordel, poesia moderna, sonetos, registro de manifestações culturais do Cariri paraibano, música, teatro, documentários, vídeos de memória.
Ele também é conhecido por:
Produzir folhetos de cordel tradicionais (inclusive uma das primeiras edições de cordel em Braile no Brasil)
Idealizar o projeto/documentário "Tesouros do Cariri", onde ele registra valores culturais do interior da Paraíba (artistas, músicos, escritores, manifestações locais pouco documentadas)
Realizar saraus poéticos-musicais, intervenções culturais de base, valorizando o que vem do sertão interno, da oralidade, das raízes populares
Trabalhou em muitos ofícios — bancário, feirante, fotógrafo, locutor, etc. — e foi moldando sua arte a partir dessas experiências de vida.
Sua escrita poesia e de cordel costumam valorizar o regionalismo: imagens do sertão, linguagem popular, oralidade, natureza, religiosidade, elementos culturais do Cariri e de outras regiões nordestinas, memória local.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, seu recente cordel chamado: "ABC dos Cabras de Antônio Silvino.
É escritor, poeta e historiador paraibano, advogado de formação, com forte atuação no estudo da literatura de cordel e na valorização dos poetas populares brasileiros.
É servidor federal, tendo sido aprovado em concurso para o Tribunal Regional do Trabalho (13ª Região) desde 2006.
Sua obra mais recente é Leandro Gomes de Barros e os Primórdios do Cordel Brasileiro, lançado em 2025. É um livro de estudo histórico-literário que trata da vida e obra de Leandro Gomes de Barros, considerado um dos maiores poetas populares do Brasil.
O autor combina em sua escrita rigor de pesquisa com acessibilidade, buscando aproximar estudantes, leitores gerais e admiradores do cordel da rica tradição popular nordestina.
Há parcerias com prefeituras para disponibilização de sua obra em escolas, fortalecendo a difusão da literatura de cordel no sertão. Por exemplo, foi feita parceria entre a Prefeitura de Paulista (PB) e Guttemberg para distribuir seu livro às escolas municipais.
O lançamento de sua obra tem sido destaque em eventos literários e culturais da Paraíba, demonstrando reconhecimento local pela valorização da memória popular.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua recente obra chamada: "Leandro Gomes de Barros e os Primórdios do Cordel Brasileiro".
Alexsandro Acioly é poeta, compositor e historiador/pesquisador no ICQR - (Instituto Cultural Quincas Rafael).
Alinha seus trabalhos sobre história regional, sobre letras, sociabilidade e instituições culturais de Afogados da Ingazeira, como o “Clube Literário da Villa de Afogados” no século XIX.
Alexsandro Acioly dedica-se à pesquisa histórica local, especialmente em Afogados da Ingazeira e região do Pajeú, com interesse em memória cultural, instituições literárias antigas e registros históricos. Ele está vinculado ao ICQR - (Instituto Cultural Quincas Rafael), colaborando com materiais que ajudam a preservar e entender o passado cultural da região.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua recente obra chamada: "Antônio Silvino - O Processo de Itabaiana (PB) 1942.
é engenheiro agrônomo, historiador, escritor e pesquisador natural de Pombal, Paraíba.
Ele se dedica ao resgate da história local e é autor de obras que iluminam episódios e personagens da Paraíba, como o livro “A Odisseia de José Américo de Almeida na Revolta de Princesa”, no qual analisa o papel do escritor e político José Américo durante o levante armado ocorrido em 1930.
Também é autor, junto com outros pesquisadores, de livros como Ulysses Liberato: um cangaceiro a serviço do Major José Inácio do Barro, obra baseada em extensa pesquisa documental, que resgata histórias de grupos ligados ao cangaço na região de Pombal.
Ele contribui regularmente com artigos, colunas e publicações em portais culturais e de imprensa no estado da Paraíba, tratando de temas ligados ao cangaço, à cultura local, à memória histórica e aos conflitos sociais da região.
José Tavares de Araújo Neto tem um papel importante para preservar a memória histórica da Paraíba, especialmente da cidade de Pombal. Seu trabalho ajuda a trazer à luz aspectos pouco conhecidos do passado — revoltas, personagens menos evidenciados, tensões políticas regionais — contribuindo para que a cultura, identidade e história local sejam valorizadas. Ele atua como ponte entre o passado e as gerações futuras, reforçando o entendimento de onde viemos para sabermos para onde podemos ir.
Vai lançar no evento do V Encontro do Borborema Cangaço em Monteiro, sua recente obra chamada: "A Odisseia de José Américo de Almeida Na Revolta de Princesa".