Experiências exitosas na utilização de mapeamentos e SIGs na sociedade
Experiências exitosas na utilização de mapeamentos e SIGs na sociedade
Nessa aba da página vocês poderão encontrar trabalhos relacionados com a temática do mapeamento participativo envolvendo comunidades, reflexões teóricas e uso de SIGs em mapeamentos.
Ela explica sobre a importância da cartografia social para a vida das pessoas!
Mapeamento Colaborativo de Rede de Ruas
RESUMO DO TRABALHO
A atividade foi realizada no dia 13 de julho de 2019, no turno da manhã, com o auxílio do GPS de navegação para a coleta de pontos. A equipe realizou o mapeamento das ruas Simplício Mendes, Senador Teodoro Pacheco, 24 de Janeiro, Desembargador Freitas, av. Miguel Rosa e av. Campos Sales, dentro dos limites do bairro Centro em Teresina – PI.
Na rua Simplício Mendes foram encontrados: 4 estacionamentos para moto-táxi, 1 estacionamento de carga e descarga, 1 estacionamento para veículos oficiais, 1 estacionamento para idosos, 2 estacionamentos para táxi e 7 faixas de pedestres e totalizaram 13 pontos coletados
Dentre características e outras informações da rua Simplício Mendes, destaca-se: da rua José dos Santos e Silva até o limite sul do bairro que é a av. Joaquim Ribeiro, a rua possui superfície asfaltada, é de mão-dupla e é proibido estacionar do lado direito. Da praça Conselheiro Saraiva até a rua Areolino de Abreu, a rua possui superfície calçada e é de mão única. Possui sentido sul-norte da praça Conselheiro Saraiva até o limite norte do bairro, que é a av. Miguel Rosa e limite de velocidade de 20 km/h.
Na rua Senador Teodoro Pacheco foram encontrados: 2 estacionamentos para idosos, 2 estacionamentos para motos, 3 estacionamentos para moto-táxi, 1 estacionamento para cadeirantes, 2 estacionamentos para táxi, 2 estacionamentos para carga e descarga e 1 faixa de pedestre e totalizaram 11 pontos coletados. Dentre características e outras informações da rua Senador Teodoro Pacheco, destaca-se: tem sentido leste-oeste, possui superfície asfaltada, possui duas faixas e não foi encontrada placa de limite de velocidade.
Na rua 24 de Janeiro foram encontrados: 2 semáforos, 2 estacionamentos para idosos, 4 faixas de pedestres, 2 estacionamentos permitidos e totalizaram 9 pontos coletados. Dentre as características e outras informações da rua 24 de Janeiro, destacam-se: possui duas faixas, tem superfície asfaltada, possui limite de velocidade de 40 km/h e sentido sul-norte (mão-única). Todo o lado esquerdo da via é proibido estacionamento e possui locais com estacionamento proibido nos dois lados.
Na rua Desembargador Freitas foram encontrados: 2 faixas de pedestres, 2 semáforos, 1 estacionamento para táxi, 1 estacionamento para moto-táxi e vaga para estacionamento de idosos e totalizaram 4 pontos. Dentre as características e outras informações da rua Desembargador Freitas, destacam-se: possui sentido leste-oeste, velocidade limite de 40 km/h, possui duas faixas e superfície asfaltada.
Na avenida Miguel Rosa foram encontrados: 19 faixas de pedestres e 17 semáforos e totalizaram 19 pontos coletados. Dentre as características e outras informações da av. Miguel Rosa, destacam-se: como a via é de mão dupla, em todos os locais que foram coletados as faixas e semáforos de um lado, também possuíam as mesmas características no outro, nãos sendo assim, necessário percorrer o outro lado via para coletada de pontos. Em alguns locais, a via possui estacionamento proibido e possui sentidos norte-sul e leste-oeste
Na avenida Campos Sales foram encontrados: 8 faixas de pedestres, 2 semáforos e 1 estacionamento para moto-táxi e totalizaram 9 pontos coletados. Dentre as características e outras informações da av. Miguel Rosa, destacam-se: possui superfície asfaltada, é de mão-dupla, não possui placas de restrição e permissão de estacionamento e tem sentido leste-oeste.
Todas as informações anteriormente descritas das vias foram implementadas na plataforma do Open Street Map e não tivemos dificuldade na implementação.
CARTOGRAFIA SOCIAL INSTRUMENTO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO TERRITORIAL: REFLEXÕES E PROPOSIÇÕES ACERCA DOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DO MAPEAMENTO PARTICIPATIVO
Francisco Otávio Landim Neto
RESUMO
Analisa-se os procedimentos da investigação, ação, participação e propõe-se um conjunto de etapas para construção do conhecimento a partir da Cartografia Social – CS. Para tanto utilizou-se um referencial teórico constituído por um conjunto de estudos que discorrem sobre a temática em questão e percepções empíricas dos trabalhos de mapeamentos participativos realizados. Foi possível inferir que, i) As experiências inerentes a CS no território brasileiro e em âmbito internacional demonstram que a “fagulha” inicial que dá impulso as ações de mapeamento participativo diz respeito aos conflitos existentes nas dimensões territorial, ambiental, social, ii) a CS afigura-se num importante processo de formação tendo em vista que a questão inerente a elaboração do mapa rompe a fronteira da objetividade cartesiana, leva em consideração um conjunto de percepções subjetivas nas ações voltadas a construção do mapa, iii) elencou-se os aspectos metodológicos nos processos de mapeamento participativo mediante a observação de quatro etapas, a saber, diagnóstico; metodológico-organizacional; metodológico-operacional, e, estratégias de uso e iv) a Universidade deve aprimorar suas ações no sentido de continuar a contribuir com a defesa dos territórios tradicionais mediante a integração entre o conhecimento cientifico (sistematizado) e os saberes e conhecimentos populares.
Palavras Chave: Cartografia Social, Procedimentos Metodológicos, Conhecimento e Território.
Ele nos explica seu trabalho com mapeamento participativo!
AUTORA
Jociclea de Sousa MendesEla nos conta sobre o seu trabalho realizado na praia de Xavier em Camocim, Ceará.
Mapeamento colaborativo na chapada do Apodi no Rio Grande do Norte
Autora Brenda Galdino
currículo lattes : http://lattes.cnpq.br/2118212311796530
Resumo do trabalho:
O processo de construção das Cartografias sociais em Apodi – RN foi desenvolvido com compartilhamento dos saberes tradicionais (agricultores e agricultoras locais) auxiliados pelo conhecimento científico (equipe do Laboratório de Geoprocessamento e Cartografia Social -LABOCART do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará).
O processo resultou em mapas sociais regionais, que elencaram um conjunto de conflitos socioambientais vivenciados no território, sobretudo relacionados ao acesso e disputas sobre a água: conflitos com o agronegócio e sua excessiva extração de água dos aquíferos, que secam os poços da população local e deixam-nas em situação de insegurança hídrica, tanto pela disponibilidade quanto pela ameaça à contaminação por agrotóxicos), cobranças desiguais de outorga da água, dentre outros, além de medidas propositivas que também foram apontadas no processo.
A construção das cartografias sociais em Apodi representou às comunidades do campo uma forma de instrumentalização na busca pela busca e garantia de direitos e justiça ambiental.
Imagens do processo de mapeamento :
Ela nos explica sobre o processo de construção das Cartografias sociais em Apodi – RN que foi desenvolvido com compartilhamento dos saberes tradicionais .