Contagem tem mais de 300 anos de história iniciada no período colonial. Contagem já foi conhecida por Registro das Abobras, Sam Gonçalo das Abobras, Sam Gonçalo da Contage, Sam Gonçallo da Contage das Abobras, Lugar da Contage, Contage Velha e Contage dos Abóboras (ANASTASIA; CAMPOS, 1991).
“Segundo documento apresentado por Geraldo Fonseca, as primeiras entradas pelo Registro das Abóboras - posto fiscal da Comarca do Rio das Velhas que deu origem à Contage - datam de agosto de 1716” (ANASTASIA; CAMPOS, 1991, p. 30).
Diversos arraiais surgiram a partir da construção de uma capela, uma igreja, que não só deu nome ao lugar como também contribuiu ela própria para o nascimento e crescimento do lugar. Contagem é um exemplo disso pois, o povoado surgiu em torno da capela de Sam Gonçalo (ANASTASIA; CAMPOS, 1991, p. 64).
A história da cidade de Contagem perpassa várias versões, contudo, segundo Bonada (2011, p.13) algumas versões são infundadas por não terem registros históricos que as comprovem. Pode-se afirmar que Contagem, cidade que surgiu na época colonial e que se transformou em cidade industrial, alavancou seu crescimento em 3 (três) períodos marcantes.
Você sabia que o traçado da Cidade Industrial foi inspirado no traçado da cidade de Camberra? Contudo, a atual função urbana das duas regiões são totalmente diferentes: originalmente a Cidade Industrial, em Contagem, apresentou uma função industrial e Camberra, na Austrália, voltou-se para o comércio com equipamentos de cultura e lazer (GREENWELL, 2019).
Nos dias atuais, Contagem se mostra competente tanto no setor industrial quanto no setor de comércio e serviços, além de enfrentar muitos desafios na sua organização espacial e nas condições socioeconômicas da sua população. Assista os vídeos produzidos pela ONG Move Cultura para conhecer mais sobre a história do município.
Move Cultura é uma organização não governamental, constituída em forma de sociedade civil, filantrópica, sem fins lucrativos e de caráter sociocultural.
Quer saber mais sobre a Cidade industrial?
Conheça a pesquisa: O TELEFÉRICO DA FÁBRICA ITAÚ (MG): ENTRE A INDUSTRIALIZAÇÃO E A RESSIGNIFICAÇÃO CULTURAL (CALAÇA et al., 2022).