Detetives da Galáxia MCTI: Missão 1 Disk Detective é um projeto da NASA onde o cientista cidadão colabora com astrônomos na busca por sistemas planetários em formação (também chamados de sistemas protoplanetários), escondidos entre dados do Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) da agência espacial norte-americana. O projeto já descobriu vários discos ao redor de estrelas e anãs marrons. Um dos objetivos é encontrar um novo objeto e, neste caso, o cientista cidadão será um co-autor de um artigo científico da NASA. Qualquer pessoa pode participar, independentemente de sua formação ou conhecimento prévio.
COMO FUNCIONA?
Os dados recolhidos de diversos telescópios diferentes são disponibilizados em www.zooniverse.org e são observados, analisados e categorizados pelos integrantes do grupo, juntamente com seu respectivo líder, tendo o objetivo de identificar discos de gás, que são essenciais na formação de planetas, além de outros objetos extraterrestres. Todo o processo de validação é feito por cientistas da NASA que utilizam essas imagens catalogadas pelos cientistas cidadãos do mundo todo para avançar as fronteiras da ciência.
Nossa equipe recebe as inscrições dos líderes das equipes, realiza treinamentos que os capacitam para orientar seus liderados e acompanha permanentemente o andamento da campanha, principalmente via aplicativo de mensagens com nossos monitores. No final de cada campanha, as equipes enviam relatórios de suas pesquisas e imagens que irão compor um e-book ao final do projeto.
CONTATOS
e-mail: missao1diskdetective@gmail.com
inscrição: https://www.even3.com.br/missao1diskdetective/
Whatsapp: (65) 99636-3251
Link do youtube: https://www.youtube.com/@Missao1DiskDetective
Proporcionando o uso remoto de telescópios robóticos da rede Las Cumbres Observatory (LCO), o projeto LCO: Imagens do Céu Profundo MCTI é uma iniciativa de ciência cidadã que prevê acesso e treinamentos (seguidos de acompanhamento constante pelos monitores) para análises de imagens de objetos astronômicos, que são obtidos pelos dados coletados por câmeras astronômicas CCD, como nebulosas, galáxias, estrelas, aglomerados estelares, entre outros corpos celestes e fenômenos do nosso Universo.
O programa conta com a colaboração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e International Astronomical Search Collaboration (IASC/NASA Partner), e é coordenado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Observatório Nacional (ON/MCTI) e Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso (SEDUC/MT).
A atividade aproxima os participantes da construção do saber científico, desenvolvendo habilidades de planejamento e análise e estimulando o pensamento crítico através do contato com os aspectos teóricos e experimentais da pesquisa científica e da observação astronômica profissional.
COMO FUNCIONA?
O treinamento, conduzido por astrônomos e especialistas em imagens científicas, capacita os participantes a selecionar objetos astronômicos, planejar rotinas de observação e processar dados observacionais brutos para a produção de imagens coloridas de alta resolução com o uso de ferramentas profissionais de visualização e processamento de dados astronômicos. Realizada através de lives (síncrona), visa treinar os líderes para que sejam capazes de orientar os integrantes de seus grupos, contando sempre com uma equipe de apoio que realiza acompanhamento, principalmente, via aplicativo de mensagens.
RESULTADOS ATÉ O MOMENTO:
Em 2022, tivemos 600 equipes inscritas, cada uma com 5 a 30 estudantes de abrangência nacional.
O Caça-Asteroides MCTI é um projeto de popularização da ciência no Brasil através da astronomia, que pode atuar dentro ou fora do âmbito escolar. Os participantes serão capazes de fazer suas próprias descobertas astronômicas, instigando, assim, um maior interesse pela ciência e ao mesmo tempo auxiliando os pesquisadores do mundo inteiro a catalogar os asteroides não descobertos.
O projeto conta com o apoio do International Astronomical Search Collaboration (IASC), que é o responsável por repassar imagens de alta qualidade obtidas por observatórios localizados no Havaí/Estados Unidos (Pan - STARRS) e no Arizona/Estados Unidos (Catalina Sky Survey). O IASC já atua com projetos que ocorrem em mais de 80 países.
Os dados recebidos são divididos entre as equipes e analisados pelos participantes do projeto com o objetivo de encontrar pequenos corpos celestes em órbita próxima à da Terra e que, eventualmente, possam vir a chocar-se com o nosso planeta.
COMO FUNCIONA?
Com treinamentos semanais (de forma síncrona) e acompanhamento integral dos líderes pela coordenação, os mesmos serão capazes de manusear o software Astrometric e aprenderão como obter as imagens e submeter os dados coletados das análises, sempre instruindo suas equipes. Dados estes que serão incluídos em relatórios finais e enviados ao IASC/NASA, que farão o processo de validação do asteroide.
RESULTADOS ATÉ O MOMENTO:
Desde sua criação em 2020, já houveram 15 campanhas. Em 2020, foram 475 equipes. No ano seguinte, formamos 750 equipes. As campanhas de 2022 alcançaram o marco de 1650 equipes participantes. Em 2023, estamos abrindo vagas para 1750 equipes.
Em número de pessoas, o projeto levou essa experiência a mais de 14 mil crianças, jovens, universitários, pós-doutores, astrônomos amadores e profissionais, famílias, dentre outros. A abrangência é nacional e atinge todos os estados do Brasil. Bem como o envolvimento de mais 12 países.
Portanto, em 3 anos de atividade, o Caça-Asteroides vem proporcionado o desenvolvimento de ciência cidadã com várias edições, de acordo com o cronograma instituído pelo nosso parceiro IASC/NASA Partner.
CONTATOS
Link instagram: https://www.instagram.com/cacaasteroidemcti/
EM BUSCA DE MUNDOS NOS CONFINS DO SISTEMA SOLAR MCTI: Vizinhos Legais
Através deste projeto, esperamos identificar anãs marrons na vizinhança cósmica local do Sol. Ao estudar estes objetos, aprenderemos mais sobre as atmosferas dos exoplanetas gigantes, o processo de formação estelar, quais os compostos predominantes em toda a galáxia e como a composição do material protoestelar molda o desenvolvimento das estrelas na nossa galáxia.
Juntos podemos descobrir novos vizinhos próximos do Sol, conhecidos como anãs marrons . Através do uso de dados telescópicos e da capacidade do cérebro humano de distinguir padrões com relativa facilidade, podemos identificar anãs marrons reais escondidas entre outras estrelas e galáxias.