HISTÓRICO DA ASSP
Associação Sul de Saúde Popular
Em outubro de 1993 realizou-se o primeiro encontro no Brasil, com um dia de curso ministrado pelo Padre Renato Barth, seguido de mais 12 encontros, para um número de aproximadamente de 700 pessoas. Em vários estados adotou-se, juntos com a Nicarágua o nome de Método Bioenergético.
Em 1994, Cuiabá toma a iniciativa de reunir os grupos do Brasil. Em fevereiro de 1995, reuniram-se 38 pessoas, que projetaram um encontro nacional.
Em maio de 1996, em Cuiabá, realizou-se o primeiro encontro para organizar a Associação Brasileira, retornando após de Cuiabá para realizar um encontro em Guaraciaba com a participação de agentes de saúde popular dos estados do RS, SC e parte do PR, (Regional Sul) despertando a partir desse encontro, o desejo de criar uma Associação Regional.
No dia 28 de julho de 1996, foi fundada a Associação Regional com o nome de Bio-Saúde Popular.
Em 1997, participou-se e ajudou-se a fundar a Associação Nacional em Cuiabá. Nos dias 6 e 7 de março de 1997, aconteceu o primeiro encontro de formadores em Cuiabá. Foram oportunizados encontros regulares de formação e aprofundamento para a Associação Regional. Assim, a cada dois anos acontecem assembleias nacionais e regionais.
Em 1998 realizou-se um congresso em Nicarágua.
Em 2000, foram divididas as microrregiões, sendo: Micro de Tenente Portela, Ijuí, Sobradinho, Porto Alegre, São Miguel do Oeste, Joinville, São Ludgero, São Lourenço do Oeste, Porto União e Joaçaba; estas, foram subdivididas em grupos de base compostos de no mínimo quatro elementos e no máximo 20, para estudos e aprofundamentos mensais.
Em 2000, realizou-se em Quito-Equador, a primeira conferência latina Americana. Na ocasião, oficializou-se uma rede internacional do KaiigaKu-Biosalud.
E maio de 2003, realizou-se a terceira conferência da urino terapia.
No dia 12 de dezembro de 2003, desmembrou-se o estado do RS e criou-se a ACASP (Associação Catarinense de Saúde Popular), compreendendo o estado de Santa Catarina e parte do Paraná.
Em meados de março de 2004, por um questionamento da Vigilância Sanitária, a ACASP sentiu a necessidade da melhoria da formação dos agentes de saúde popular, visando com isso, o aperfeiçoamento de maneira teórica e prática, mas também procurando fornecer-lhes certificados registrados em escolas de formação profissionalizante.
Formou-se, então uma comissão composta pela Irmã Imelda Kemper, Noemia K Medeiros, José Tobias de Moura, Dirce Gabriel, Ivanir Sasso, Noeli Bragagnollo, Verene Inez Ceolin e Sílvio Dill. A comissão se reuniu por diversas vezes buscando a melhor forma possível para fortalecer e solidificar o método bioenergético, sem com isso, perder os princípios básicos, através de um curso de Fitoterapia, amparado pela escola Bio-Centrus, de Erechim – RS. Sentiu-se então, que através dessa escola, poder-se-ia buscar o registro para os cursos do Método Bioenergético ou Bio-saúde. Para tanto, a escola exigiu que se reformulassem as ementas, visto que 4 etapas de curso, teriam uma carga horária insuficiente para uma capacitação profissional. A equipe reformulou o conteúdo do curso transformando-o em 10 módulos, onde seriam enfatizados os seguintes assuntos: Fitoterapia (3 módulos), Bioenergia (2 módulos), Anatomia (2 módulos ), Método Bioenergético ou Bio-saúde (3 módulos ), que seriam ministrados por profissionais devidamente capacitados, cada qual, dentro de sua área específica.
A associação já possuía um elevado número de sócios, estando legalmente constituída em estatuto, de acordo com as normas vigentes e pelos órgãos fiscalizadores. Na equipe que coordenava a associação, haviam diversas micros que possuíam autonomia em suas regiões, respeitando as normas estatutárias da ACASP.
A alteração no nome refletiu no crescimento da organização, que deixou de atuar restritamente em Santa Catarina para abranger outros estados da região Sul e do Brasil. Os principais pontos dessa trajetória incluíam:
Expansão Regional: Com o tempo e a adesão oficial dos Estados do Paraná e Rio Grande do Sul, o termo "Catarinense" tornou-se limitado, já que a associação passou a desenvolver projetos de fitoterapia (plantas medicinais) e terapias naturais em uma escala muito mais ampla. Decidiu-se assim, em Assembleia Geral, mudar o nome da associação de ACASP (Associação Catarinense de Saúde Popular) para ASSP (Associação Sul de Saúde Popular), mantendo o foco da Associação para a Saúde Popular.
A ASSP (Associação Sul de Saúde Popular) mantém assim, sua missão original de promover o conhecimento sobre o uso terapêutico de plantas e os métodos naturais de cura e saúde, frequentemente em parceria com movimentos sociais e pastorais da saúde, além da FENATE (Federação Nacional dos Terapeutas).
Identidade Visual: Com a mudança do nome de ACASP para ASSP, a partir de 11 de março de 2023, subdividiu-se a Associação, em microrregionais de São Miguel do Oeste - SC, Joaçaba - SC, Joinville - SC e Lajeado - RS, sendo sua sede em Iporã do Peste - SC.
Atualmente, a Associação Sul de Saúde Popular – ASSP, é uma referência importante para quem estuda Fitoterapia e Terapias Holísticas, tidas pelos órgãos oficiais da saúde, como “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde”, especialmente no contexto de Santa Catarina, onde mantém-se as suas raízes históricas.