1 e 2: Diástole: Durante esta fase, o coração relaxa, permitindo que os aurículas se encham de sangue proveniente das veias. A pressão nas aurículas é maior que nos ventrículos, o que faz com que as válvulas auriculoventriculares (mitral e tricúspide) se abram, permitindo o fluxo sanguíneo para os ventrículos. A fase diastólica termina com a contração das aurículas, empurrando o restante do sangue para os ventrículos.
3 e 4: Sístole auricular: Nesta fase, as aurículas contraem-se e forçam o sangue a passar para os ventrículos através das válvulas auriculoventriculares. Este passo é essencial para garantir que os ventrículos fiquem completamente cheios antes da sua contração.
5 e 6: Sístole ventricular: Após o enchimento dos ventrículos, ocorre a sua contração, aumentando a pressão interna. Isso provoca o fecho das válvulas auriculoventriculares, impedindo o refluxo do sangue para as aurículas. Quando a pressão ventricular supera a das artérias, as válvulas semilunares abrem-se, permitindo que o sangue seja bombeado para a aorta e a artéria pulmonar.
Curiosidades sobre o ciclo cardíaco:
Som do coração – O "tum-tum" é causado pelo fecho das válvulas cardíacas.
Velocidade variável – O ciclo acelera no exercício, reduzindo a diástole.
Quantidade de sangue – O coração bombeia até 35 L/min em atletas.
Pico de pressão – A pressão arterial atinge o máximo na sístole e o mínimo na diástole.
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