No dia de ir ao restaurante eu estava nervosa, as planos começaram a mudar logo antes de sair de casa, era um lugar distante e eu não conheço nada em São paulo, como o restaurante é distante de onde eu moro, fui acompanhada do meu namorado. Nosso caminho foi despreocupado e divertido.
Ao chegarmos ao restaurante tiramos fotos e comentamos sobre a diversidade e decoração do ambiente, conseguimos perceber logo de início que o Al janiah é muito mais do que comida, é política e resistência. Além de servir uma ótima comida tradicional, o ambiente é aconchegante e acolhedor, as pessoas são prestativas e bem humoradas. Estávamos em 13 pessoas, assim que sentamos começamos a conversar e o tempo passou bem rápido.
Mudamos de última hora a rota que faríamos, a princípio nos encontraríamos todos na Estação Santo André, porém de última hora meu sogro nos ofereceu carona até a Estação Jabaquara, aproveitamos que parte do pessoal se encontraria na Estação da Luz e seguimos para lá.
O caminho da ida foi calmo e uma nova experiência, pela primeira vez eu estava andando de metrô, me assustei um pouco com os vendedores e me irritei bastante com os músicos falando enquanto anunciavam a próxima estação. Ao chegar na estação da luz me encontrei nervosa mais uma vez, não conseguíamos encontrar o pessoal, mas no fim tudo ficou bem. Nos encontramos e fomos até a CCSP, pois havíamos chegado cedo demais, de lá andamos até o restaurante.
Para voltar fizemos um percurso parecido, eu, meu namorado, Rafaela e Gustavo caminhamos até a estação São Joaquim, onde nos separamos. Leandro e eu pegamos o metrô até a estação jabaquara e de lá pedimos um uber até a nossa casa.
A disciplina de Identidade e Cultura proporcionou diversos elementos que permitiram o desenvolvimento do meu senso crítico por meio de análises e experiências. Quando nosso grupo optou por realizar o trabalho no Al Janiah, fiquei extremamente entusiasmada, pois já conhecia o estabelecimento e compreendia a profundidade de sua representatividade cultural e gastronômica. Hoje, posso afirmar que o Al Janiah transcende a mera definição de restaurante, pois, de maneira singular, ele se empenha em preservar a cultura palestina e também se destaca como um ambiente político e recreativo através de seus eventos.
O percurso foi tranquilo. Embarcamos no trem no Piqueri e encontramos o restante do grupo na Luz. Já estava familiarizada com o trajeto, portanto não enfrentamos dificuldades. Apesar de termos que desviar o caminho por algumas horas, foi uma oportunidade para explorarmos o centro de São Paulo.
Na volta, caminhamos até a estação e, ao chegar ao Piqueri, peguei uma carona com meus pais. Por ser sábado, o trajeto foi calmo e agradável.
A entrada do restaurante é um pouco escondida, parece mais um estabelecimento normal, mas quando entrei, fiquei impressionada. Havia muitas fotos e espaços preenchidos por símbolos e mensagens pró-Palestina, coladas nas paredes. Eu não sabia que a melancia representava um sinal de apoio à luta, o que me chocou porque eu nunca soube disso, apesar de estar ciente da história e do conflito envolvendo os árabes. Eu e a Giovanna ficamos na porta um tempo, e acabamos ouvindo um moço que tem uma venda na calçada conversando com o gerente, em inglês! Achei muito curioso e fiquei pensando em como a barreira linguística foi contornada, mesmo que o moço falasse pouco árabe e o gerente pouco português, ainda assim encontraram um meio de se entender. Também, o vendedor tinha um filhote de cachorro extremamente fofo que só tinha 60 dias de nascido!!! Ele estava dentro da bolsa do moço de tão pequeno que era.
O lugar definitivamente não é acessível, contendo apenas escadas para locomoção por dentro e na entrada. Também, não havia banheiro para PCD.
Sentei na mesa e demorei um tempo para pedir, os preços estavam diferentes das fotos do cardápio na internet. Acabei optando por uma limonada árabe (R$14 - frozzen de limão, água de rosa, água de laranjeira e groselha) e um shawarma de frango (R$27 - fatias finas de frango servidas com pasta de alho, batata e pickles no pão árabe). Considero um rolê relativamente mediano em relação à preço, considerando que o mínimo de gasto seria em torno de R$40-50, sem contar o custo do transporte de ida e volta. Gostei muito do cardápio de bebidas porque são vários nomes referentes à luta palestina pela liberdade, como “Retorno à Haifa”, “Palestina Libre”, “Free Yarmouk”. Infelizmente, meu pedido do shawarma demorou MUITO para chegar, enquanto quase todos na mesa já haviam comido e pedido outras opções. Me contentei com minha limonada e uma porção de batata que rachei com a Lívia. Fiquei bem chateada porque estava ansiosa para experimentar vários itens do cardápio, mas entendi que de domingo é um dia com alta demanda no restaurante. A limonada estava muito boa, apesar de tudo
As paredes dos banheiros eram marcadas por símbolos de apoio à vários tipos de luta, LGBTQIA+, negros, indígenas, mulheres. Me senti como uma turista lá dentro, conhecendo e entendendo um pouco mais do mundo árabe. Quando fui à cozinha falar da demora do meu pedido, vi que todos os funcionários de lá eram árabes. Senti bastante seriedade vinda dos funcionários enquanto estive lá, todos sempre bem respeitosos, mas frios de certo modo. Apenas quando estava pagando a conta no caixa e havia acabado de pedir para o meu shawarma ser cancelado, o garçom me entrega uma embalagem com meu lanche para viagem... Demorou tanto que achei que me dariam de cortesia devido à demora, mas fui muito sonhadora. Guardei para dividir com meus pais em casa.
Acordei cedo no dia da visita ao restaurante, corri no parque e já comecei a me arrumar logo que voltei. Comi pouco antes de ir para sobrar espaço para o esperado banquete no restaurante, minhas expectativas estavam altíssimas devido às várias conversas planejando o que pedir com meu grupo. Escolhi roupas confortáveis e quentes, já sabia que o clima em São Paulo de noite estaria bem frio porque olhei o clima.
Saí de casa e fui caminhando até o ponto de ônibus próximo à minha casa, no máximo 3 minutos a pé. O clima estava gostoso, ensolarado, mas com uma brisa fria o suficiente para manter qualquer um de casaco. Me sentei em um banco, esperando o ônibus chegar, e de repente fui abordada por dois cachorros que costumam ficar na praça atrás do ponto. Eu já conhecia um deles, então foi tranquilo para fazer carinho no outro. Eles me mantiveram entretida e em segurança até meu ônibus T-27 chegar. Seria o primeiro transporte público do dia.
Foi estranho não descer no Tamanduateí, visto que é parte do meu trajeto até o trabalho todos os dias da semana. Enquanto esperava o trem parar na Luz, ouvi duas meninas do meu lado conversando sobre como tirar foto dentro do trem era coisa de pobre... Me irritei com o comentário, mas deixei para lá porque não iria arrumar briga por isso. Uma delas comentou sobre como ela já viu um MC (infelizmente não lembro o nome) dentro do carro enquanto estava de viagem pelo Rodoanel, e que ele estava com um carro super-rápido e algo sobre a quantidade de carros que ele tinha. Fiquei bem chateada por ter caído num golpe ao comprar um fone que não funcionava mês passado, porque eu daria de tudo para não ouvir aquela conversa.
Enquanto a minha parada não chegava, combinei com a Giovanna de ela me encontrar em frente à porta do trem, porque eu estava com medo de me perder do ponto de encontro dentro da estação e já ouvi várias pessoas dizendo que se perderam na Luz... Depois que sai do trem, demorei um tempo, mas encontrei a Gi, e fiquei bem aliviada. Fomos caminhando até o ponto de encontro de parte do grupo, a escadaria que dá para o metrô linha amarela sentido Jabaquara. Esperamos o restante do grupo chegar e pegamos o metrô, quando no meio do caminho, o gerente Belal manda mensagem avisando que estava com um torcicolo e não poderia dar a entrevista. Fiquei bem chateada porque fomos mais cedo justamente para fazer a entrevista sem atrapalhar o horário do restaurante. Mas acabamos ficando na parada do CCSP (Centro Cultural de São Paulo) e esperamos até um horário próximo da abertura do restaurante para irmos até lá. Eu nunca havia visitado essa parte de São Paulo, e foi muito interessante! Vi várias pessoas dançando, em grupos, duplas, ou individualmente, dança de rua, tango, K-pop e vários outros ritmos. Ficamos no terraço apreciando a vista e tiramos várias fotos por lá, até que o tempo passou e fomos caminhando até o restaurante.
Na saída, enquanto eu esperava o Uber com a Giovanna, vimos o funcionário que prepara o menu do restaurante saindo, e recebendo um abraço dos seus dois filhos pequenos que o esperavam na porta. Achei um amor, principalmente porque eles usaram alguns termos em árabe que eu conhecia! Me senti incluída e deu vontade de aprender essa língua tão bonita. Me lembrou da música tema do casal principal da novela “Orfãos da Terra” que passou na Globo.
Depois que o Uber parou na estação, fiquei com medo de novo de me perder, porque sabia que só iria com a Giovanna até certo ponto lá dentro. Graças a Deus deu tudo certo, mas espero nunca mais colocar meus pés na Luz, a estação é grande demais... Peguei o trem sentido Rio Grande da Serra e desci no Prefeito Celso Daniel, que fica ao lado do terminal de ônibus. Estava andando com pressa porque já era tarde e só queria chegar em casa em segurança, e consegui pegar o ônibus T-29 rapidamente. Desci no ponto próximo à minha casa, e logo que cheguei, já esquentei o shawarma no microondas e dividi com meus pais que estavam ansiosos para saber do restaurante. Gostei muito do shawarma, achei uma porção bem generosa e suficiente para encher uma pessoa. Quero voltar lá com meus pais! Eu estava com dor de cabeça e cansada do dia corrido, mas muito animada para dormir, e contei toda a minha experiência para os meus pais. Minha mãe gostou muito da comida, e isso me fez muito feliz.
No dia da visita ao restaurante senti grande ansiedade, como não consegui ir junto dos demais tive que fazer um percurso diferente para um lugar que eu nunca tinha ido na minha vida sozinha, então as emoções estavam à flor da pele. Como era um dia da semana, tive aula de Interpretações do Brasil e fui direto da faculdade.
Entrando no restaurante, senti como se estivesse entrando na casa da minha vó, o ambiente era surreal, confortável e aconchegante e a recepção foi muito atenciosa. Durante a entrevista eu só conseguia pensar em como ela estava indo tão bem, o gerente, Belal, respondia às perguntas da entrevista de forma tão fluida e expressiva que a cada resposta dada eu me sentia mais próxima da cultura e da luta de cada pessoa que trabalha no restaurante. A entrevista terminou tão rápido que até fiquei em choque. O gerente estava muito preparado e aberto para nos contar sobre a história de tudo, o que facilitou bastante a dinâmica da entrevista já que eu estava bastante ansiosa. Com certeza foi uma experiência única e incrível.
Paola começou o trajeto pelo campus em São Bernardo do Campo, seguindo para o campus de Santo André e então pegou o trem na Estação Prefeito Celso Daniel. O Google dizia uma coisa, as placas diziam outra e o guardinha ia cada vez mais longe, ou seja, ela acabou se perdendo.
Conseguiu pegar o trem certo, graças a uma amiga que apareceu, e seguiu até a estação Tamanduateí onde fez a baldeação para a linha verde do metrô. Seguindo até a estação Brigadeiro onde desceu e pegou o ônibus 967A que só passa de 30 em 30 minutos, morrendo de medo de perder, mas conseguiu pegar e chegar a tempo para a entrevista.
No dia 25 a entrevista terminou por volta das 17:45.
Paola pegou o ônibus 475M até a estação Ana Rosa – quase perdendo o ponto para descer – na linha verde do metrô sentido Vila Prudente para pegar o monotrilho. Chegou em casa por volta das 20:00.
Na quinta-feira (18) eu tinha comido uma marmita duvidosa, o que fez com que eu passasse mal na sexta-feira(19) e ainda estivesse um pouco mal no sábao (20) no dia da visita. No dia, eu acordei na casa do meu namorado em SCS, ele me levou até minha casa na Zona Leste onde fui fazer minhas unhas.
Eu tava muito ansiosa, porque minhas unhas acabaram atrasando e eu acabei saindo um pouco atrasada e acabei me arrumando correndo. No fim acabou dando certo e encontrei as meninas na estção Luz no horário combinado.
No caminho indo até o restaurante recebemos a notícia que o dono do restaurante não poderia nos receber porque estava com torcicolo, ficamos bastante frustrados. Como a gente já estava no caminho e o restaurante só abria as 18h30 dei a ideia de ficar no CCSP que é um lugar já na linha azul do metro e ficaria fácil para voltamos para o restaurante.
Ficamos lá algumas horas conversando e tirando algumas fotos, quando deu a hora de irmos parte do grupo queria ir de uber e parte ir a pé. O trajeto a pé demoraria cerca de 30 minutos. Como eu sou sedentária e tinha outro rolê depois não queria ficar suada rs. Então fui de uber com a Isabella e seu namoradoo.
Ao chegar no local já fiquei encantada, toda a construção do lugar, a ambientação, a música, as luzes e a decoração me remetiam a ideias de luta e resistência.
Já na fila tinha um moço muito simpático com uma cachorrinho filhotinho na bolsinha dele, ele vendia coisas de tabaco e vestia um lenço listrado (que já sabiamos que simbolizava apoio a palestina). De cara eu já amei o lugar e já sabia que iria voltar mais vezes.
Eu pedi uma limonada árabe (R$14), uma porção de batata frita (R$25) com especiarias e um Fahita (R$27), um prato feito com peito de frango picado em cubos, cozidos com pimentão verde amarelo e vermelho, queijo e pasta de alho, com pão baguete.
Infelizmente, o fahita acabou não chegando a tempo e acabei não experimentando, mas a limoda é maravilhosa e a batata é muito crocante, as especiarias e o creme de alho dá um plus a mais para o sabor.
Todos os garçons utilizavam também o lenço, alguns listrados alguns pretos ou brancos.
No geral, eu gostei muito do restaurante, quero ir de novo para ver as performances artísticas e experimentar outros pratos.
Sai da minha casa por volta das 14h20 para encontrar as meninas na luz as 16h. Como estava na casa da minha mãe na Zona Leste, peguei um ônibus de 40 min até o Carrão, chegando lá percorri um trajeto de aproximadamente 30 min até a Sé, onde fiz a baldiação para a linha Azul.
Na linha azul peguei sentido Jabaquara para ir até a luz, que cheguei aproximadamente as 15h40.
Para a volta eu pedi um uber até o Butantã para um outro rolê com meu namorado e alguns amigos.
Estava muito feliz com a experiência que tivemos, eu amei muito o resturante e estava feliz que pude conhecer melhor as meninas do grupo, a UFABC é uma faculdade que te isola bastante e senti que esse trabalho me ajudou a me integrar melhor com outras pessoas de lá.
A viagem durou cerca de 30 minutos até o local e aproveitei para ir vendo as fotos que tiramos.
No dia da visita ao restaurante fiquei um pouco ansiosa porque tenho uma grande dificuldade com horários, então tive medo de me atrasar. Comecei a me arrumar com antecedência porque queria escolher uma roupa que parecesse árabe, no fim consegui encontrar algo parecido entre as roupas que já tinha e levei também um lenço, pois não sabia se seria mais adequado para a cultura do local. Acabei me atrasando um pouco, mas consegui chegar a tempo. Também tive receio de não encontrar meus colegas de grupo, pois ainda não havia os encontrado pessoalmente.
Quando cheguei ao ponto do encontro, me senti meio tímida no início, mas depois fui conseguindo conversar melhor com meus colegas, achei todos muito legais.
Ao entrar no restaurante, fiquei muito encantada com a decoração do local. Meu primeiro pensamento foi que aquele era um local extremamente político. O lugar tem aspecto intimista e os cartazes me fizeram ter uma visão completamente diferente do movimento de resistência árabe. Sempre tive uma visão ocidentalizada de que a cultura árabe era muito machista, mas os cartazes daquele lugar mostram que há um grande apoio a luta das mulheres dentro do movimento de resistência.
Foi bastante divertido ir conhecer o restaurante como um trabalho de uma disciplina, porque fez com que eu prestasse atenção em detalhes que eu provavelmente não observaria em uma visita comum. Os cartazes eram muito marcantes. No mais, o restante da visita foi bastante divertida e a comida estava ótima.
Resido próximo à estação primavera-interlagos da linha esmeralda de trem. Então, fui caminhando até lá. O trajeto dura em torno de 5 minutos. Depois de pegar o trem, segui até a estação Santo Amaro, onde fiz a baldeação para a linha lilás. De lá, segui até a estação Santa Cruz, onde fiz a baldeação para a linha azul. Peguei a linha azul até a estação vergueiro, onde me encontrei com meus colegas. Por fim, caminhamos por volta de 20 minutos até o local do restaurante.
Na volta, como não iria para um aniversário, fiz um trajeto diferente. Dividi o uber com um dos meus colegas até a estação joaquim. De lá, segui até a estação Jabaquara, de onde peguei um uber até o local do aniversário e assim, conclui o trajeto.
No dia da visita, eu havia consolidado todas as minhas anotações sobre o restaurante e a cultura muçulmana para um melhor entendimento do tema. Após me arrumar, me desloquei até a estação Eucaliptos, na linha lilás, e de lá fui até a estação São Joaquim. Ao chegar, encontrei as colegas do grupo no Centro Cultural de São Paulo, onde assistimos a várias apresentações de dança, um local que nunca tinha visitado antes.
Próximo ao horário de abertura do restaurante, nos deslocamos juntos até o local. Ao chegar, notei um ambiente extremamente diferente, que refletia fortemente a cultura muçulmana. Muitos dos funcionários não falavam português, e já na entrada, até as anotações dos nossos nomes eram feitas em árabe. Provamos alguns pratos típicos e conseguimos agendar uma reunião com o gerente para a semana seguinte, onde planejamos uma lista de perguntas para abordar de maneira completa as características do restaurante.
Percebi também o caráter político do restaurante, com um viés mais à esquerda, onde o apoio a candidatos de esquerda era nítido.
Mudamos de última hora a rota que faríamos. A princípio, nos encontraríamos todos na Estação São Joaquim, mas as meninas alteraram o ponto de encontro para o Centro Cultural. O caminho da ida foi calmo e familiar para mim, visto que já havia morado na região anteriormente.
Nos encontramos no Centro Cultural e, de lá, seguimos juntos para o restaurante. Fomos contando histórias e elaborando algumas ideias de acordo com as expectativas. Pude conhecer mais a fundo algumas colegas também, com realidades diferentes e boas experiências, onde pude aprender muito.
pipipopo
Toda a ideia do trabalho foi diferente para mim, de todas as matérias que eu fiz na ufabc eu ainda não tinha tido a oportunidade de uma imersão tão completa no que aprendo dentro da sala de aula, para mim tanto a troca que fizemos com o restaurante e a troca que fizemos um com o outro dentro no grupo foi muito rica, nós estamos tão acostumadas com a solidão de estudar na ufabc, não ter uma classe fixa e dificuldade de nos aproximar dos colegas que o projeto inicialmente me causou uma certa estranheza e desconforto mas acabou por ser muito mais divertido do que eu esperava.
Sobre o restaurante em si, o Al Janiah é um espaço único em São Paulo, ele é localizado no Bixiga, que é um bairro notório pela concentração de imigrantes e super acolhedor, e o restaurante com sua atmosfera familiar reflete as características do bairro, se tornando também um espaço de acolhimento, suporte e solidariedade para imigrantes e refugiados, e não é somente um restaurante e sim também um centro cultural, com eventos, exposições, apresentações e espaço para debates e manifestações políticas e artísticas, toda a decoração é rica em símbolos da resistência palestina e árabe.
A comida é simplesmente incrível e autentica, desde o hommus, esfihas, falafel e shawarmas, eles oferecem diversos pratos tradicionais da culinária árabe extremamente saborosos e com ingredientes frescos.
Eu sai de Osasco, peguei um Uber até a estação de Osasco e de lá segui na linha 8 diamante sentido Júlio Prestes e desci na Barra Funda, depois chegando na Barra Funda eu peguei outro trem sentido Rio Grande da Serra e desci na Estação Luz onde me encontrei com minhas colegas.
Na volta fui para Santo André, peguei um Uber do restaurante Al Janiah até minha casa que fica perto da UFABC Santo André
Esse foi meu pedido um Shawarma de carne e uma limonada árabe. Nunca tinha provado nenhum dos dois, e foi uma experiência gastronômica, eu sou muito chata para provar comidas “diferentes” por que eu não gosto de quase nada, mas aprovado, eu adorei os dois.
Após comer e conversamos, fomos embora.
No dia da visita ao restaurante eu acordei bem cedo para dar tempo de me organizar e não me atrasar, combinamos de nos encontrar na Estação da Luz às 16hrs da tarde, na plataforma do metrô sentido Jabaquara, já que todos sairiam de um canto diferente de São Paulo e ficaria meio inviável que todos se encontrassem na Estação de Santo André, por exemplo.
Esse foi meu trajeto até o ponto de encontro, saí de Itaquera por volta das 14:40 da tarde, peguei o ônibus para a Estação Dom Bosco e depois o Trem até a Estação Luz, eu estava bem ansiosa por que era a primeira vez que eu estava indo sozinha para a luz, mas ao mesmo tempo eu estava me sentindo realizada de ter entrado na faculdade e estar fazendo um trabalho tão legal que foi esse que realizamos, estar em um grupo em que eu me sentisse confortável de expor minhas ideias e opiniões também colaborou com a sensação, adoro os dengos como a vitória chama a gente.
Fui a primeira a chegar na Estação da Luz, foi a ansiedade, e fui para a plataforma de embarque conforme o combinado.
Alguns minutos depois, me encontrei com o resto do grupo e pegamos o metrô, mas assim que entramos o gerente do restaurante mandou mensagem pra Vitória que o dono não poderia conceder a entrevista naquele dia por causa de um torcicolo, a sensação foi de frustração mas nós resolvemos seguir e deixar a entrevista para outro dia naquela mesma semana. Descemos na
Estação Vergueiro para matar o tempo já que estávamos muito adiantados do horário em que o restaurante abria, fomos esperar o tempo passar e tirar umas fotos no Centro Cultura São Paulo.
Após passar o tempo, decidimos ir andando do Centro Cultura São Paulo até o Restaurante Al janiah.
Foi super engraçado ir andando porque tinha gente com medo de ser assaltado ou de tirar o celular do bolso para tirar uma foto. Logo chegamos no restaurante e fizemos nossa comanda e nossos pedidos, o restaurante é um ambiente bem aconchegante e confortável de estar, lembro de que quando chegamos eu fiquei surpresa com o lugar, por que não era algo q eu estava esperando, não tinha visto nenhum spoiler.
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