FICARAM NO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APÓS A DIVISÃO OS SEGUINTES PROFESSORES
O Professor Artur Darezzo desempenhou um papel fundamental na consolidação do Departamento de Matemática da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde atuou de 24 de julho de 1972 até sua aposentadoria em 2001. Sua trajetória acadêmica e profissional foi marcada pelo compromisso com o ensino, a pesquisa e a gestão acadêmica, contribuindo significativamente para o desenvolvimento da Matemática Aplicada e dos Métodos Numéricos no Brasil.
Graduado em Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) em 1971, Artur Darezzo aprofundou seus estudos com o Mestrado em Ciências da Computação e Estatística pela Universidade de São Paulo (USP) em 1978, com uma dissertação sobre métodos numéricos para solução de equações diferenciais parciais, orientado pelo Professor Dr. Maximilian Emil Hell. Posteriormente, obteve seu Doutorado em Engenharia Civil também pela USP, em 1996, sob a orientação do Professor Dr. Antonio Marozzi Righeto, desenvolvendo um modelo matemático bidimensional para simular a infiltração e percolação de água em solos parcialmente saturados.
Ao longo de quase três décadas na UFSCar, lecionou disciplinas fundamentais para a formação de matemáticos e engenheiros, como Cálculo Numérico, Análise Numérica, Programação Matemática e Iniciação à Matemática Aplicada. Seu interesse em pesquisa resultou em diversas orientações de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso. Sua produção acadêmica está centrada em modelagem matemática, simulação computacional e desenvolvimento de software matemático, com especial atenção às aplicações em escoamento em meios porosos parcialmente saturados.
Na gestão acadêmica, exerceu diversas funções administrativas. Foi coordenador do curso de Matemática da UFSCar entre 1997 e 2000, representou o departamento em conselhos institucionais e integrou comissões estratégicas, como a Comissão de Análise de Processos da Pró-Reitoria de Graduação e a Câmara de Graduação do Conselho de Ensino e Pesquisa.
Seu trabalho acadêmico também incluiu a produção de materiais didáticos, com destaque para o livro "Cálculo Numérico – Aprendizagem com Apoio de Software" (2008).
O Professor Brasil Terra Leme começou seu apreço pela Matemática no colégio, quando escolheu cursar o "científico" no Segundo Grau. Aos atingir a maioridade, decidiu fazer curso de Piloto Civil, onde considerou ir para a Força Aérea, pois gostou muito da disciplina de "Navegação Aérea". Decidiu enfim prestar vestibular para Física e Matemática.
Diante da aprovação para o curso de Matemática na Faculdade de Filosofia de Rio Claro (na atual Universidade Estadual Paulista - UNESP), se formou em 1967. Durante a graduação fez Iniciação Científica em Topologia Algébrica.
Em 1968 foi contratado na Universidade de Brasília (UNB), onde era encarregado de corrigir exercícios e iniciou sua pós-graduação. Por conta do período de Ditadura Militar e os consequências na UNB, em 1970 o Professor Brasil foi trabalhar na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e continuar o mestrado no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC).
Entretanto, terminou seu mestrado em 1972 na Universidade Paulista (USP) - Campus de São Carlos, orientado pelo Professor Macos Teixeira, na área de Lógica. Na mesma universidade iniciou (1973) e concluiu (1976) seu doutorado na área de Singularidades.
No dia 1º de março de 1973 foi contrarado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e trabalhou no Departamento de Ciências Físicas e Matemáticas. Posteriormente, diante da separação dos departamentos, virou professor do Departamento de Matemática da UFSCar, onde ja ocupous as posições de chefe de departamento, representante docente e coordenador do curso. Ressaltou que costumava lecionar qualquer uma das disciplinas da graduação, com exceção de Cálculo Numérico, disciplina geralemente lecionada por outros colegas.
Embora não tenha lecionado discplinas da pós-graduação na UFSCar, orientou apenas uma mestranda, e julgou a experiência come "média". De acordo com o professor, "a experiência de orientar mestrado não me causou nem grandes prazeres, nem desabores". Entretando, ministrou algumas disciplinas de pós-graduação na USP. Também foi orientador de alunos da graduação na Universidade Federal.
O Professor Brasil Terra Leme se aposentou na UFSCar no dia 15 de abril de 1996. Entretando, lecionou algumas disciplinas como Professor Colaborador após a aposentadoria. Além disso, nos contou que entre 2001 e 2002, ajudou na criação do curríuclo do curso de Licenciatura em Matemática em uma Universidade de Formigas.
Uma curiosidade sobre o professor Brasil é que el deu aula para a professora Yuriko durante seu período na UNICAMP, e foi ele quem alertou a professora e o professor Nélio Baldin sobre vagas na UFSCar.
Além disso, nos contou também que ministrou uma disciplina sobre lógica matemática para alunos do curso de Filosofia, e o convidaram para trocar de departamento, mas o professor não quis.
O Professor Dorival tomou gosto pela Matemática quando deu aulas particulares de Matemática na sua casa, na adolescência. Também nos contou uma história muito interessante sobre o seu gosto pela disciplina, disponível no áudio a seguir.
COMO FOI A ESCOLHA PELA MATEMÁTICA
Ingressou na UNESP de Rio Claro em 1966 e se graduou em 1970 em Matemática e em 1971 em Computação e Informática. Em 1973 foi contratado na Universidade Federal de São Carlos, onde ajudou na formulação da grade do curso de Computação e lecionava principalmente disciplinas como Cálculo Numérico e relacionadas à matemática aplicada.
Ainda, em 1971 o professor concluiu uma graduação em Direito na Faculdade de Direito de São Carlos, mas não obteve o diploma porque a faculdade perdeu os documentos relacionados ao seu Trabalho de Conclusão de Curso.
Além disso, se formou mestre em Ciências da Computação pela USP, em 1977, orientado pelo Professor Maxilian Emil Hehl (iniciou em 75). Em 1992 se tornou doutor em Engenharia Hidráulica, também na USP, orientado pelo Professor Antonio Marosi Righetto. Se aposentou na Federal em 1993.
Um dos grandes feitos da carreira do Professor Dorival, justamente com outros 6 pesquisadores, foi a criação da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional. Além disso, nos contou que, em conjunto com o reitor da Universidade, teve a ideia da Nota Fiscal Paulista, e foi até São Paulo apresentar a ideia e um estudo sobre as projeções dessa ideia ao governador da época.
Hoje em dia o professor segue trabalhando, aso seus 82 anos, com Consultoria de Inovação, além de atuar como advogado. Algumas das suas formações complementares são: gastronomia, diversos cursos sobre vinho, sommelier e inovação no agronegócio.
"Eu sempre fui uma pessoa que busquei inovar em tudo que eu fiz"
FORAM CONTRATADOS EM 1976 - Ano da separação
Um causo interessante contado pelo Professor Pedro Pergher é que antigamente os professores precisavam escrever seus artigos a mão, e as secretárias do departamento passavam meses "batendo" os arquivos em máquinas de escrever.
Posteriormente, uma das antigas secretárias nos contou que os professores as remuneravam por esse trabalho.
As máquinas utilizadas eram máquinas IBM elétricas, e algumas peças ("esferas") eram feitas com caracteres da linguagem matemática.
Nascido em Corumbataí, o Professor Pedro Pergher foi contratado em agosto de 1976, logo após à separação do Departamento de Matemática.
Nos contou que não foi encantado pela matemática desde semproe. Tentou entrar no vestibular em Engenharia, em São Paulo, mas não foi aprovado. Diante disso, entrou em Matemática na UNESP de Rio Claro em 1970 e se formou em 1975. Depois do primeiro ano de graduação, diante de algumas reprovas, o Professor Pedro passou 1 ano dando aula para crianças em fazendas. O Professor nos contou como foi essa experiência no áudio a seguir.
EXPERIÊNCIA DE DAR AULA PARA CRIANÇAS
Ao final desse ano, voltou para Rio Claro e se formou com excelência. Durante a graduação fez Iniciação Científica com bolsa FAPESP. Fez mestrado posteriomente na USP de São Carlos, como bolsista CAPES, orientado pelo professor Mario Rameh Saab, entre 1976 e 1978. Posteriomente, fez doutorado na UFSCar, orientado pelo professor Janey Daccash, entre 1979 e 1983. O primeiro artigo do Professor Pedro foi publicado em 1986.
O Professor Pedro nos contou que o período em que foi contratado foi um período de extensão muito grande do departamento, e muitas pessoas entratam, e quase todos ainda sem mestrado. Nos contou também sobre uma regra que dizia que todos os professores precisavam ter algum cargo no departamento pelo menos alguma vez na vida.
Gostava de sempre lecionar disciplinas diferentes, pois acreditava aprender sem parar dessa forma. Nos disse também que entre 1976 e 2000, quase todos os professores ministravam apenas uma disciplina e "dobravam" quando necessário.
O Professor Pedro Pergher dedicou 48 anos e 6 meses de sua vida ao Departamento de Matemática, onde cumpriu papel de chefe a coordenador da Pós-Graduação, e se aposentou em agosto de 2023.
O Professor João Sampaio, também conhecido pelos colegas como Joãozinho, se formou licenciado em Matemática em 1976, na UNESP de São José do Rio Preto.
O Professor Sampaio nos contou que durante esse período, seu desejo era ser professor de ensino médio. Durante esse período, deu aulas em cursinhos pré-vestibular para ter uma renda extra. Nos contou que essa experiência foi muito valiosa para sua docência.
Em janeiro de 1976, o professor João fez a disciplica de "Análise na reta" no Curso de Verão no IMPA, no Rio de Janeiro. Ao final desse ano, o professor se formou e precisou entre o mestrado em São Carlos e no Rio de Janeiro, e preferiu vir para São Carlos.
Além disso, também durante a graduação, o Professor João foi aluno do Professor Antônio Espada Filho, quem o indicou ao Professor Luiz Antônio Fávaro, do ICMC (Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP de São Carlos). O áudio a seguir é a história de como essa indicação aconteceu.
INDICAÇÃO DO PROFESSOR JOÃO SAMPAIO
Depois dessa indicação, o Professor Sampaio foi aceito no Programa de Pós-Graduação do ICMC e veio a São Carlos para fazer sua inscrição e Outubro, tendo conseguido uma bolsa FAPESP para tal. Ao fazer a inscrição, foi apresentado a seu orientador Janey Daccach, que o pediu para estar em São Carlos desde Janeiro de 1977 para participar de Seminários. Entretando, o Professor João não teria condição financeira para se mudar antes do início na bolsa. Diante dessa dificuldade, o professor Janey indicou o Professor João Sampaio para ser Auxiliar de Ensino na UFSCar, e a indicação foi aceita.
O professor nos contou que ministrava as disciplinas iniciais (Cálculo 1 e Geometria Analítica) ao mesmo tempo do mestrado, e as turmas eram muito grandes, com cerca de 200 pessoas. Nessa época, o Professor Sampaio tinha 23 anos. Ele nos contou que acabou sendo professor de muitos colegas. Em agosto de 1982, o Professor João Sampaio embarcou para os Estados Unidos com uma filha recém nascida, para fazer doutorado na Rutgers University, onde ficou até agosto de 1986, como bolsista CAPES. Durante este período, o Professor Sampaio passou no exame de qualificação da instituição.
Uma história curiosa sobre o Professor Sampaio é que houve uma conversa sobre unificação na forma de avaliar os alunos nas disciplinas do Departamento de Matemática e tiveram uma discussão sobre quais seriam os pessoas para provas e trabalhos. Alguns professores queriam que o peso das avaliações fosse 8, enquanto os trabalhos seriam 2. Outros queriam que o peso fosse 7 e 3. Entretando, o Professor Sampaio achava essa discussão sem sentido, e acreditava que cada professor deveria ter o trabalho de avaliar como quiser a disciplina que está ministrando. Por isso, sugeriu de maneira cômica que os pesos fossem π e o número de Euler (e). Como nos contou o Professor Sampaio, "Um colega professor, o Adalberto Bergamasco (que hoje leciona no ICMC) ficou revoltado com minha proposta, dizendo que eu estava brincando com coisa séria. Dias depois, num gesto de paz, ele confeccionou uma camiseta com a minha "fórmula"". Segue em anexo uma foto da estampa da camiseta.
FORAM CONTRATADOS EM 1977
A professora Yuriko Badin iniciou sua carreira na Matemática na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde se formou como Bacharel em Matemática em 1973. Ao descobrirem que não poderiam ser professores com o diploma de bacharelado, a professora e seus colegas formaram um movimento estudantil pela Licenciatura na Universidade. Como a Faculdade de Educação ainda estava em expasão e ainda não tinha cadeiras suficientes para oferecerem as disciplinas necessárias, a UNICAMP fez uma parceiria com a Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. Assim, em 1974 a professora Yuriko também se formou licenciada em Matemática.
Durante a graduação, a professora fez Iniciação Científica na área de Análise Funcinal, como bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologico (CNPq). Além disso, a professora nos contou que foi aluna do professor Brasil Terra Leme durante sua graduação.
Um fato curioso contado pela professora é que na década de 70 ainda não existia o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Para conseguir uma bolsa, o professor orientador deveria enviar um projeto diretamente ao CNPq e, caso aprovado, a bolsa seria enviada ao pesquisador (orientador).
Iniciou seu mestrado, ainda na UNICAMP concomitantemente ao curso de Licenciatura em 1974, como bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Durante o primeiro ano, a professora se dedicou ao estudo de Topologia. Entretanto, foi surpreendida ao ficar sem orientação ao final do primeiro ano, quando seu orientador deixou o país para fazer Pós-Doutorado. Diante disso, a professora Yuriko pediu extensão de bolsa à FAPESP e continou estudando Geometria Diferencial com o professor Francesco Mercuri. Concluiu o Mestrado em dezembro de 1976. Posteriormente, ainda fez Doutorado na UNICAMP, com o mesmo orientador.
Durante o período de Mestrado, a professora frequentou a cidade de São Carlos para estudar com os livros que, na época, só estavam disponíveis na biblioteca da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos. Posteriormente, o professor Brasil Terra Leme a indicou para um cargo na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
A professora Yuriko foi contratada como Professora Assistente na UFSCar em março de 1977, por um Departamento de Matemática que havia recém sido separado e estava contratando muitos professores. Mesmo assim, a professora Yuriko foi a primeira contratada que já era Mestre em Matemática, e a única contratada na área de Geometria Diferencial. Por isso, em conjunto com o professor Brasil, ajudou a formular o currículo de Geometria dos cursos de Matemática.
FORAM CONTRATADOS EM 1979
O professor Sérgio se formou em licenciatura em Matemática na UNESP de Rio Claro em 1968. Durante nossa conversa, o professor nos contou como se encontou pela matemática, e decidiu trocar a engenharia.
PROFESSOR SÉRGIO E SUA ESCOLHA PELA MATEMÁTICA
Após a graduação, o professor Sérgio trabalhou como professor concomitantemente à realização do seu mestrado (1969), na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.
Posteriormente, fez o doutorado no IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), no Rio de Janeiro, entre 1976 e 1980, onde foi orientado pelo Professor César Camacho.
Em 1979, ao final do doutorado, o professor Sérgio deciciu se mudar com a família e decidiu procurar uma vaga na Universidade Federal de São Carlos, onde foi muito bem recebido no Departamento de Matemática, que ainda estava em seu início e em uma época de muitas contratações.
Além disso, o Professor fez pós-doutorado em California, nos Estados Unidos, em 1985.
O Professor Sérgio nos contou que, durante o período que lecionou na Universidade Federal de São Carlos, fez muitos projetos, financiados por diversas instituições, que contribuíram para o crescimento do Departamento de Matemática. Um dos projetos citados foi para a compra de livros para a biblioteca, outros para trazer palestrantes de fora para cá. Em outro projeto, compraram a primeira impressora a laser da Universidade, com finalidade de imprimir os trabalhos escritos em TeX. Também foram comprados computadores e a linguagem TeX foi difundida.
O professor Sérgio também nos contou que ensinou as secretárias do Departamento a digitarem em TeX, e, na época, eram responsáveis pela digitação de trabalhos de professores.
A aposentadoria do Professor Sérgio aconteceu em 1998 na UFSCar. Depois disso, foi coordenador do curso de Matemática em uma Universidade particular no estado do Paraná e lecionou na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) até completar 75 anos.
O Professor Sérgio Rodrigues é pai do Professor Sávio Rodrigues, que é professor atual no Departamento de Matemática.
O Professor Ivo Machado, previamente ao seu período na Universidade Federal de São Carlos, foi professor da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" em Presidente Venceslau e Presidente Prudente, cronologicamente. Seu vínculo com a UNESP acabou no mesmo dia em que entrou na UFSCar, o dia 2 de julho de 1979. O Professor Ivo nos contou que quando foi contratado, o Departamento de Matemática contava com cerca de 30 professores, e o prédio onde era localizado era onde hoje reside o Departamento de Química.
Ainda, ao ser contrato, o professora Ivo já havia obtido título de mestre (1978) pela Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos. Posteriormente, o professor se tornou doutor pela mesma Universidade, orientado pelo professor Orlando Francisco Lopes (1988).
O professor nos contou que, quando ocupando o cargo da chefia (durabte a década de 90), enfrentou diversas dificuldades diante da Universidade Federal, e citou como principal, o grande volume de reprovações de alunos. Além este cargo, o professor Ivo ocupou outros cargos importantes no departamento, como de coordenador de curso. Durante seu período de coordenador, a primeira sala física foi concedida à coordenação no prédio do departamento.
Durante a sua carreira, o professor Ivo lecionou disciplinas na graduação e pós-graduação nas UNESPs de Presidente Prudente, Presidente Venceslau e Araraquara, além da Universidade Feral de São Carlos.
História da profa. Arenales e parte da entrevista disponível em breve.