Jasmine Soares Ribeiro Malta é docente do curso de Letras Vernáculas da Universidade Federal do Piauí (UFPI), doutora em Bens Culturais e Projetos Sociais pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mestre em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em Literatura Brasileira pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Também possui formação em Artes Visuais e Design de Interiores, desenvolvendo pesquisas nas áreas de literatura piauiense, literatura produzida por mulheres, patrimônio cultural e relações entre literatura e outras artes.
Além do cargo de professora, Jasmine Malta também exerce a função de diretora da Editora da Universidade Federal do Piauí (EDUFPI) e atua como orientadora do GECRIT – Grupo de Estudos em Escrita Criativa, desenvolvendo ações voltadas à pesquisa, à extensão universitária e ao incentivo à produção literária e cultural. Além da atuação acadêmica, é escritora, produtora e ativista cultural, contribuindo para o fortalecimento da literatura e da cultura no estado do Piauí.
Carolina de Aquino Gomes é docente do curso de Letras Vernáculas da Universidade Federal do Piauí (UFPI), doutora e mestre em Letras pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e graduada em Letras – Português e Literaturas de Língua Portuguesa pela mesma instituição. Desenvolve pesquisas nas áreas de Literatura Comparada, Literatura Fantástica e estudos sobre o insólito ficcional, com destaque para a obra de José Saramago.
No GECRIT – Grupo de Estudos em Escrita Criativa,atua como sub-coordenadora, contribuindo para o desenvolvimento de ações voltadas à pesquisa, à extensão e ao incentivo à produção literária e cultural.
Ana Laís, 19 anos, graduanda em Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literatura de Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Sua principal área de interesse e pesquisa é a literatura oral piauiense, com foco na cultura popular e nas manifestações da oralidade.
"Participar da primeira edição do GEcrit foi uma experiência que me acolheu dentro do curso de Letras, ampliou minha percepção sobre escrita criativa e me trouxe repertórios e desafios que eu precisava muito e não sabia! Experimentei diferentes processos de criação em conjunto com outras pessoas, o que me fez perceber a beleza da escrita como um espaço de encontro, de expressão, de inspiração, aprendizado e boas memórias. Retorno nesta segunda edição, agora conduzindo uma nova oficina, e sinto que é uma forma de retribuir tudo o que vivi e de continuar aprendendo com essa troca."
Danilo Portela Felix possui 22 anos e é graduando do curso de Letras — Língua Portuguesa da Universidade Federal do Piauí. Tem interesse na produção audiovisual, com o foco em curta-metragem e cinema marginal brasileiro, na busca de contribuir na valorização cultural brasileira e suas manifestações artísticas, sobretudo o audiovisual.
"No ano anterior (2025) participei do GECRIT como aluno, dentre tantas atividades, a que mais me afetou foi produzir um curta-metragem. Para mim foi uma tarefa muito difícil conciliar com o curso, mas foi justamente essa dificuldade que me fez, acima de tudo, finalizar o meu trabalho e, para isso, precisei de muitos amigos. O poeta diz que a arte afirma tudo o que existe de melhor no homem - a esperança, a fé, a amizade, o amor. Participar do GECRIT e finalizar esta atividade foi uma forma de encontrar meus amigos, aqueles que compartilham conosco os sonhos, esperanças e as ambições que nos formam. Ficará marcado em minha memória as nossas tardes daquele semestre, assim como a felicidade de quando fui convidado a fazer parte da equipe."
Ellis Alanys tem 19 anos e é graduanda do curso de Letras — Língua Portuguesa da Universidade Federal do Piauí. Tem interesse pela literatura de horror e suas manifestações artísticas, dedicando-se à leitura e à apreciação de obras que exploram o gênero em diferentes linguagens.
"No segundo semestre de 2025 me inscrevi para ser participante do GECRIT. Foi uma experiência maravilhosa e recomendo para todos.
Um ponto forte do Grupo de Escrita Criativa é a diversidade de temáticas das oficinas, o que amplia nosso repertório e nos leva a nos aprofundar em diferentes produções artísticas.
Além disso, a culminância da primeira edição foi muito valiosa para mim, enquanto futura professora. Ela consistiu na apresentação de todo o trabalho desenvolvido para uma turma de Ensino Médio. Foi muito gratificante ver o entusiasmo dos alunos com as atividades. Essa experiência me fez ter certeza de que levar o aprendizado adquirido no GECRIT para a sala de aula pode ser muito frutífero para cumprir meu papel como educadora."
Gabriel Nascimento, 19 anos, é graduando em Letras – Português pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Possui interesse nos estudos literários, com foco na análise semiológica, nas relações entre literatura, política e sociedade, e nos estudos culturais, especialmente voltados à literatura marginal.
"Participar do GECRIT foi, para mim, o encontro com um espaço que transformou meus caminhos dentro do curso de Letras. Encontrei no grupo não apenas uma experiência acadêmica, mas também um lugar de pertencimento. Foi nesse espaço que estreitei laços, construí novas amizades e conheci pessoas dispostas a caminhar juntas por um propósito coletivo.
O GECRIT ampliou meus olhares sobre a formação em Letras, mostrando que a literatura também nasce de encontros e das pessoas que se unem para construir algo maior. Mais do que um grupo, tornou-se uma experiência que ressignificou minha trajetória e a forma como enxergo o curso."
Glenda Santos Gomes é aluna do curso de Letras - Lingua Portuguesa na Universidade Federal do Piauí e tem 20 anos. Tem como principal área de interesse a Literatura, com especial apreço pelas tradições populares, pelas cantigas e pela contação de histórias, enquanto expressões da cultura e da formação leitora.
"A experiência no GECRIT tem contribuído significativamente para a minha formação acadêmica e pessoal, ampliando meus conhecimentos, fortalecendo minha capacidade de atuar em projetos de extensão e incentivando o desenvolvimento de competências relacionadas à mediação, à produção criativa e ao trabalho colaborativo."
Juliana Kássia, 21 anos, é graduanda em Letras – Língua Portuguesa e tem como principal área de interesse a Literatura Fantástica, com especial apreço pelas narrativas de horror e suas diferentes formas de expressão na literatura.
"Participei da edição anterior do GECRIT e foi uma experiência bem marcante e divertida. Nas oficinas, conheci novas formas de literatura, como o slam, participei da produção de um audiovisual (algo que eu realmente não imaginava fazer durante a faculdade) e descobri novas maneiras de pensar e produzir literatura. Apesar de já ter estudado sobre fanfics, gostei muito da atividade de fanfics transgressoras, porque nunca tinha lido esse estilo."
Larisa Yasmin Ferreira Rodrigues, tem 20 anos e é graduanda do curso de Letras – Língua Portuguesa da Universidade Federal do Piauí. Possui interesse nas áreas de estudos literários, com ênfase em literatura de cordel, oralidade e cultura popular, buscando contribuir para a valorização da literatura e da formação de leitores.
"Minha experiência no GECRIT foi surreal, pois o grupo leva seus participantes a sair da zona de conforto e explorar áreas que não são tão valorizadas. Escrever fanfic, criar roteiro, filmar um áudio visual e participar de uma batalha de SLAM definitivamente não é algo que fazemos no dia a dia, e essa é a essência do GECRIT, a inovação.
O grupo ampliou minha visão sobre a literatura, a linguagem e as diferentes formas de expressão, floresceu minha criatividade, meu senso crítico e principalmente, minha capacidade de trabalhar em equipe. Também me proporcionou mais confiança no ambiente acadêmico, sendo um espaço de experimentação, construção de conhecimento e desenvolvimento."
Maria Eduarda Braga, 20 anos, é graduanda pela Universidade Federal do Piauí em Letras - Língua Portuguesa. Possui interesse pela literatura, com foco em Teoria Literária, Estudos Culturais e Narrativas Contemporâneas, demonstrando especial interesse pelas discussões que articulam texto, cultura e sociedade.
"Participar do GECRIT foi, para mim, uma verdadeira virada de chave sobre o que posso fazer dentro da universidade. Às vezes, a gente olha para as nossas vivências fora da UFPI e imagina que elas ficam separadas da vida acadêmica. Mas descobrir que eu podia levar o meu dia a dia, minhas experiências e transformá-las em objeto de estudo foi algo marcante.
Quando paro para pensar no impacto do GECRIT, percebo que o mais forte foi justamente esse ambiente em que cada pessoa contribui com o que já traz de si: a oralidade, a escrita e as diferentes formas de enxergar a literatura. Isso cria um espaço de exploração, descoberta e, principalmente, liberdade. Acho que essa é a palavra que melhor resume o projeto. O GECRIT me deu a oportunidade de experimentar, criar e perceber, na prática, como a literatura pode ser vivida e trabalhada de tantas maneiras diferentes