30/10/2024 | PESQUISA DA UFPI ANALISA A COBERTURA VACINAL CONTRA A HEPATITE B EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM TERESINA
A Hepatite B, é uma Infecção Sexualmente Transmissível, é considerada um grave problema de Saúde Pública e tem magnitude elevada quando globalmente cerca de 257 milhões de pessoas vivem com infecção. Torna-se motivo de preocupação considerando que a infecção pode ser prevenida pela vacina contra hepatite B, quando a pessoa recebe três doses de vacina contra hepatite B, disponível na rede pública de saúde. Mesmo assim, completar o esquema de três doses da vacina ainda é desafiador em várias populações. Diante disso, um projeto de pesquisa desenvolvido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) intitulado “Avaliação da resposta à vacina contra a hepatite B em profissionais de saúde da atenção primária” busca identificar a cobertura vacinal contra hepatite B entre profissionais da saúde de atenção primária de saúde, executada na cidade de Teresina.
De acordo com a coordenadora do projeto, professora Rosilane de Lima Brito Magalhães, a pesquisa permite dar uma visão ampla sobre a cobertura vacinal contra a hepatite B.
“Esse estudo busca identificar a cobertura vacinal contra hepatite B entre profissionais de saúde da atenção primária à saúde, realizada no município de Teresina. Além disso, estamos verificando a soroconversão da vacina contra hepatite B, através do exame anti-HBs, e já realizamos em mais de 150 profissionais de saúde”, explica a professora.
Ainda de acordo com a professora Rosilane de Lima Brito Magalhães, o estudo acerca da cobertura de vacinação contra a hepatite B em profissionais de saúde da atenção primária, possui uma contribuição importante para a redução de agravos da doença nestes profissionais.
“A pesquisa pode ter impacto no aumento da cobertura vacinal contra hepatite B e reduzir novos agravos, quando diante dos resultados do anti-HBs os profissionais de saúde são orientados a completar o seu esquema vacinal. Isso pode contribuir para prevenção contra a infecção, considerando que estão mais expostos”, explica a coordenadora do projeto.
Para a bolsista de Iniciação Científica/UFPI do projeto e graduanda em Enfermagem, Danielle Nedson, a pesquisa tem um impacto grandioso no incentivo à imunização da população contra a hepatite B.
“Eu acho que quando a gente garante que esses profissionais estejam imunizados, a gente vai proteger não apenas os profissionais, mas também os pacientes que eles estão atendendo ali direto, né? Porque eles também vão servir como exemplo. A gente sabe que os profissionais servem como exemplo. Então, se o profissional está bem informado sobre a vacina, está vacinado, é claro que ele vai incentivar os pacientes também a se vacinarem”, ressalta a graduanda em Enfermagem.
Ainda conforme a bolsista PIBIC/UFPI do projeto, Danielle Nedson, o foco do estudo foi priorizar os profissionais da atenção primária, em razão de já existirem estudos na atenção secundária e terciária.
“O foco dessa pesquisa é na atenção primária justamente porque já tem estudo trazendo a atenção secundária e a atenção terciária. Então, quando a gente traz o estudo com a atenção primária, com a realidade deles, investigando se eles já sofreram um acidente ali durante a atuação e se eles realmente estão vacinados, se eles sabem se estão protegidos, a gente traz um ganho muito grande com a atenção primária, porque a gente vai compreender não só se ele está vacinado, mas também o contexto que ele está inserido na atenção primária”, conclui a bolsista Pibic do Projeto, Danielle Nedson.
A pesquisa, coordenada pela professora Rosilane de Lima Brito, contou ainda com a participação de um mestrando e um doutorando. Essa pesquisa foi elaborada a partir de resultados de outros estudos que mostraram baixa completude vacinal contra hepatite B em outras populações, como pessoas que vivem em situação de rua, realizada pelo Grupo de Estudo Sobre Doenças Infecciosas e Outros Agravos-GEDI.
16/09/2024 | PROFESSORES DA UFPI FORTALECEM PARCERIAS A PARTIR DE MISSÃO EM UNIVERSIDADE DO CHILE
Entre os dias 2 e 11 de setembro, os professores José Cláudio Garcia Lira Neto e Jardeliny Corrêa da Penha, ambos lotados no Curso de Enfermagem do Campus Amílcar Ferreira Sobral (CAFS/UFPI), de Floriano, e professores permanentes do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comunidade (PPGSC/CCS/UFPI), e o professor José Wicto Pereira Borges, do curso de Enfermagem do Campus Ministro Petrônio Portella (CMPP/UFPI), em Teresina, professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comunidade (PPGSC/CCS/UFPI) e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGENF/CCS/UFPI), participaram de uma missão internacional na Universidad de Concepción (UdeC), na cidade de Concepción, Chile.
A missão teve como objetivo o fortalecimento de relações internacionais entre as instituições, por meio da promoção de colaborações em atividades de ensino e pesquisa, além da troca de experiências acadêmicas. Durante a visita, os docentes puderam conhecer de perto a estrutura e o funcionamento da Faculdade de Enfermagem da UdeC e de programas de pós-graduação em áreas estratégicas como Enfermagem, Nutrição, Saúde Sexual e Reprodutiva e Ergonomia, e tiveram a oportunidade de estreitar laços e alinhar interesses de pesquisa com docentes da UdeC, principalmente com aqueles que atuam em áreas correlatas aos Programas de Pós-Graduação em Saúde e Comunidade e em Enfermagem da UFPI, fortalecendo ainda mais o intercâmbio acadêmico entre as instituições.
Durante a missão, o grupo também visitou o Centro de Vida Saudável (Centro de Vida Saludable), além de unidades da Rede de Atenção à Saúde chilena, como o Centro de Salud Familiar (CESFAM) e o Hospital las Higueras, na cidade de Talcahuano. Essas visitas permitiram aos professores uma visão mais ampla do funcionamento do sistema de saúde chileno, especialmente das práticas voltadas à promoção da saúde e ao cuidado de doenças crônicas.
Os professores da UFPI também ministraram aulas aos alunos do Curso de Mestrado em Enfermagem da UdeC. As temáticas abordadas foram o "Contexto epidemiológico e a política intersetorial das doenças crônicas não transmissíveis em adultos no Brasil" e "Promoção da Saúde: ações desenvolvidas no contexto brasileiro".
Os professores da UFPI também ministraram aulas aos alunos do Curso de Mestrado em Enfermagem da UdeC. As temáticas abordadas foram o "Contexto epidemiológico e a política intersetorial das doenças crônicas não transmissíveis em adultos no Brasil" e "Promoção da Saúde: ações desenvolvidas no contexto brasileiro". As aulas promoveram discussões enriquecedoras e permitiram a troca de experiências entre os acadêmicos e os docentes brasileiros.
No último dia de atividades, os professores da UFPI apresentaram os Programas de Pós-Graduação em Saúde e Comunidade e em Enfermagem da UFPI, além de destacar a Revista de Enfermagem da UFPI (REUFPI), para a professora Viviane Eugenia Jofré Aravena, decana da Faculdade de Enfermagem da UdeC, a professora Alide Salazar Molina, diretora do Doutorado em Cuidados de la Salud, e a professora Patricia Roxena Cid Henríquez, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem.
A missão foi concluída com um encontro com Yasna Pereira Reyes, Diretora de Relações Internacionais da Universidad de Concepción, em que foi iniciada a formalização de um convênio de cooperação acadêmica entre a UFPI e a UdeC, reforçando os laços entre as duas instituições e abrindo caminho para futuras colaborações em ensino, pesquisa e extensão.
18/09/2024 | PROFESSORA DA UFPI PROFERE CONFERÊNCIA EM EVENTO NACIONAL SOBRE FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS EM SAÚDE MENTAL
Na tarde da terça-feira, 17 de setembro, a professora Márcia Astrês Fernandes, docente e pesquisadora do Departamento de Graduação e Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (UFPI), participou como conferencista do 7º Encontro Latino-Americano de Enfermagem em Saúde Mental, que acontece de 16 a 19/09, na cidade de Recife-PE, como parte da programação do 26º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem, maior congresso de Enfermagem da América Latina.
A professora tem larga experiência no ensino, pesquisa, extensão e gestão em Saúde Mental, sendo convidada pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) para proferir palestra sobre os ‘’Desafios na formação de enfermeiros em Saúde Mental”. Na oportunidade, discutiu sobre as estratégias para facilitar e melhorar a qualidade da formação do Enfermeiro em Saúde Mental, como o aprimoramento curricular, utilização de Metodologias Ativas de Ensino, educação multiprofissional e interdisciplinar, humanização do ensino e incentivo a pesquisa e extensão, pilares que estruturam a educação superior e, quando integrados, garantem uma formação mais completa, crítica e transformadora para estudantes, profissionais e demais membros da sociedade.
“Prestar cuidados de Enfermagem em Saúde Mental requer conhecimentos específicos para a avaliação, planejamento e implementação de cuidados, além de adotar uma postura respeitosa, cautelosa, humanizada e atenta às necessidades e singularidades de cada indivíduo”, ressalta a professora Márcia Astrês, que destaca, ainda, a Resolução Nº 678/2021 do COFEn , na qual preconiza que para atuar na área o profissional deve, preferencialmente, possuir pós-graduação em Saúde Mental, Enfermagem Psiquiátrica ou Atenção Psicossocial.
Os desafios para a formação são diversos, mas a docente pontua como os principais a necessidade de atualização dos conteúdos curriculares, necessidade de mais experiências práticas, tanto para discentes quanto docentes, além da necessidade de mais apoio e investimentos, visto que os recursos limitados comprometem a integração entre teoria e prática. “A formação desse profissional requer o desenvolvimento de habilidades e competências primordiais para o cuidado em Saúde Mental, incluindo conhecimentos sobre as políticas de saúde, comunicação efetiva, relacionamento terapêutico, trabalho em equipe, respeito a autonomia do cliente e, principalmente, compromisso com a atualização profissional contínua”, frisa a docente.
Ainda seguindo a programação, a professora Márcia Astrês, também ministra hoje (18) curso de capacitação para os congressistas. O evento continua até amanhã, quinta-feira (19) e participam do evento, profissionais de Enfermagem de todas as regiões brasileiras e de outros países.
31/12/2022 | PPGENF/UFPI CONQUISTA, ATRAVÉS DAS REVISTAS REUFPI E REPIS, A CLASSIFICAÇÃO DE EXCELÊNCIA QUALIS B1
A Enfermagem UFPI alcançou mais uma conquista em 2022. No fechamento das comemorações dos 15 anos do PPGEnf as duas Revistas editadas pelo programa: REUFPI e REPIS conquistaram o Qualis B1.
A Revista de Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (REUFPI), ISSN eletrônico: 2238-7234 é um periódico on-line, editado pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem/Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e sua primeira edição foi publicada em 2012, conquistou na ultima classificação e estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação realizada pela CAPES publicada em 29 de dezembro de 2022, o Qualis B1.
Assim, também foi classificada a Revista Prevenção de Infecção e Saúde (REPIS), do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Piauí, periódico editado pelo Núcleo de Pesquisa em Prevenção e Controle de Infecção em Serviços de Saúde, teve sua publicação iniciada em 2015, com ISSN 2446-7901. Agora a REPIS é Qualis B1.
31/10/2024 | PESQUISA EM ENFERMAGEM AVALIA O IMPACTO DE VÍDEO EDUCATIVO PARA PREVENIR CÂNCER DE MAMA EM IDOSAS
A doutoranda Júlia Diana Pereira Gomes do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (PPGEnf/UFPI), orientada pela professora Maria do Livramento Fortes Figueiredo, desenvolve uma tese inovadora que busca avaliar como um vídeo educativo pode contribuir para a prevenção e rastreamento do câncer de mama em mulheres idosas. A pesquisa, intitulada "Construção e evidências de validade de um vídeo educativo sobre prevenção e rastreio do câncer de mama para mulheres idosas", se propõe a ser uma ferramenta de comunicação capaz de orientar este grupo populacional sobre a adoção de medidas preventivas desta patologia que apresenta um dos maiores índices de risco para a doença.
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo. Segundo estimativas, só no Brasil são esperados cerca de 73.610 novos casos entre 2023 e 2025. A pesquisa considera que, com o avanço da idade, as mulheres ficam mais vulneráveis à doença, principalmente após os 50 anos.
Para a doutoranda Júlia Diana, a ideia do vídeo surgiu com o desejo de desenvolver uma abordagem acessível para idosas. “Iniciei os estudos sobre o câncer de mama em 2019, no mestrado em enfermagem. Desde então, a ideia foi trabalhar essa temática com um público que tivesse carência de informações claras, precisas e dinâmicas”, explica Júlia.
A pesquisadora enfatiza que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para atrair a atenção e promover a conscientização. “As ferramentas tecnológicas, como vídeos educativos, são recursos que, quando bem construídos, têm a potencialidade de atrair a atenção das pessoas. É uma estratégia importante de educação e saúde que pode ser empregada em diferentes contextos, como na atenção primária e em grupos de educação e saúde”, completa Júlia.
A orientadora, professora Maria do Livramento Fortes Figueiredo, destaca a importância do trabalho para a saúde pública. “A população brasileira envelhece de forma exponencial, e 55,7% da população idosa é constituída por mulheres. Há necessidade de maior esclarecimento sobre os métodos de prevenção do câncer de mama e incentivo à realização periódica de exames. O vídeo educativo será um recurso valioso para essa orientação, podendo ser usado em entidades de pessoas idosas e na estratégia de saúde da família", afirma.
O processo de produção do vídeo envolve a criação de um storyboard com imagens e linguagem acessível. Esse conteúdo passará pela avaliação de especialistas e pela validação com o público-alvo antes da aplicação no estudo principal. A expectativa é que o uso desse vídeo educativo, baseado na Teoria Cognitiva da Aprendizagem Multimídia, contribua para um aprendizado mais eficaz e incentive práticas preventivas no dia a dia das idosas. O projeto tem potencial para impactar a saúde pública, oferecendo um recurso acessível e replicável em diferentes comunidades.
15/07/2024 | PPGENF/UFPI PROMOVE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL PARA ENFERMEIROS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA
Na quinta-feira, 11 de julho, no Auditório da Fundação Municipal de Saúde (FMS), ocorreu a capacitação em Saúde Mental para enfermeiros da Atenção Primária à Saúde. A iniciativa foi organizada e coordenada pela professora Márcia Astrês Fernandes (PPGENF/UFPI) e pela professora Carla Danielle Araújo Feitosa (CTBJ/UFPI) que, na oportunidade, realizou a validação de aparência da tecnologia educativa desenvolvida em seu doutorado, ainda em curso, no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPI, sob orientação acadêmica da professora Márcia Astrês. O vídeo educativo traz orientações acerca dos principais transtornos psiquiátricos atendidos pelos enfermeiros na APS. Durante a ocasião, foi apresentada também a temática “Cuidados de enfermagem à pessoa em uso de psicofármacos”, pelo Enfermeiro Francisco Gaunié de Sousa Pessoa, mestrando em Ciências da Saúde da UFPI.
A Atenção Primária em Saúde (APS) constitui-se como a porta de entrada, o primeiro nível de assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse sentido, o cuidado em saúde mental, a partir do estabelecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), incluiu os cuidados primários como parte de seus componentes, de modo que possibilita a articulação entre saberes técnicos e populares, e a mobilização de recursos institucionais e comunitários para o enfrentamento dos problemas de saúde mental. Nessa perspectiva, compreende-se que o aprimoramento dos enfermeiros contribui para que permaneçam atualizados com as demandas de saúde mental, cada vez mais presentes em sua prática clínica.
A enfermeira Diana Monteiro de Araújo Borges, Enfermeira no CAPS II Sul e na Unidade Básica de Saúde São Camilo, considerou o evento como muito importante e que deve ser repetido, pois a atenção básica vivencia o adoecimento das pessoas e a UBS é o local mais acessível, é a primeira porta de entrada para que as pessoas restabeleçam a sua saúde. “Quanto mais aperfeiçoamentos e atualizações dos profissionais e do profissional enfermeiro, principalmente sobre a saúde mental, maior será a assistência dada à população de Teresina. A universidade está de parabéns por esse momento”, pontuou.
A apoiadora Institucional da APS da FMS, enfermeira Lorena Uchoa Portela Veloso, também esteve presente no evento e endossou que a iniciativa é muito importante, diante do atual contexto em que se tem uma alta demanda de problemas em saúde mental, não só dentro de serviços específicos, mas também em serviços da atenção primária, sendo valiosa essa capacitação e sensibilização dos profissionais para entenderem que se trata de uma demanda legítima da APS. “ Nesse caso, em questão, o uso de uma tecnologia facilita o entendimento da temática e , especialmente, porque será disponibilizado futuramente em uma plataforma que permitirá aos profissionais ,a qualquer momento, possam acessar o material educativo. É louvável a iniciativa e parabenizo todo o grupo de estudo pelo produto apresentado.”
A doutoranda Carla Feitosa destacou a relevância da tecnologia produzida: “Por meio da primeira fase da minha tese, foi perceptível que ainda se verifica nos trabalhadores, em especial naqueles da saúde, grande dificuldade em lidar com a ocorrência de transtornos mentais na sua área de atuação. Para tanto, o vídeo educativo emergiu do anseio em colaborar com os profissionais da APS, no que tange aos cuidados para com as pessoas com transtornos psiquiátricos, além de produzir uma tecnologia, um resultado material e palpável, que possa estar disponível e seja de fácil acesso aos profissionais enfermeiros”.
A professora Márcia Astrês, orientadora da Tese e atual Vice-Coordenadora do PPPGENF/UFPI, finalizou o evento reforçando que a capacitação e a validação da tecnologia supracitada reiteram a relevância da inserção das Pós-Graduações na comunidade para a mudança da realidade local, bem como demonstra que os estudos produzidos pela Universidade Federal do Piauí podem trazer impactos sociais e contribuições intelectuais para a sociedade.
19/12/2022 | PPGENF RECEBE VISITA TÉCNICA DE PESQUISADORES ANGOLANOS
Em 19 de dezembro de 2022, o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf/UFPI) recebeu um grupo de professores e pesquisadores de Angola que estiveram em visita técnica ao PPGEnf e à UFPI. O encontro contou com a participação e apoio das professoras Márcia Astrês Fernandes, coordenadora em exercício do PPGENF, e da Profa. Maria Eliete Batista Moura, professora e pesquisadora do PPGENF e estudantes angolanos que realizam atividades presenciais no PPGEnf.
A visita foi uma oportunidade para discutir as parcerias com vistas à internacionalização do Programa, além de apoiar a formação dos professores daquele país. A parceria conta com o apoio do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) e da Ordem dos Enfermeiros de Angola (ORDENFA).
O PPGEnf/UFPI alcançou nota 5 na última avaliação quadrienal e tem envidado esforços no sentido de potencializar os pontos positivos elencados no processo avaliativo em questão e suprir as questões frágeis. “Nessa perspectiva, estratégias de internacionalização têm sido trabalhadas pelo PPGEnf/UFPI como uma meta importante a ser incentivada e melhorada, inclusive, atualmente temos três estudantes de Angola cursando as atividades presencialmente conosco“, explica a coordenadora, Profa. Márcia Astrês. Acrescenta ainda que, outros indicadores também estão sendo trabalhados pelo Programa, a citar o estímulo à melhorias das produções científicas e técnicas, incentivo aos grupos de pesquisa, dentre outros.
A Profa. Maria Eliete Batista Moura pontuou também a importância da participação dos professores estrangeiros na composição das bancas examinadoras, bem como o envolvimento nas pesquisas que estão sendo desenvolvidas naquele país, além da manutenção dos vínculos dos egressos com seus orientadores piauienses, para dar continuidade às produções e ao fortalecimento dos grupos de pesquisa.
Por fim, a coordenadora em exercício afirmou que todos estão imbuídos nesse propósito de atender aos critérios da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por meio de estratégias individuais e coletivas.