O superintendente de Infraestrutura, Alessandro Mattedi, informou que a gestão da Universidade definiu um plano com diretrizes para que os campi retomem suas atividades em condições sustentáveis. Para isto, um conjunto de ações foi desenvolvido nos últimos dois anos, incluindo as de acessibilidade, como a construção de rampas, calçadas e plataformas.
As intervenções também cumprem as medidas de biossegurança de prevenção à covid-19, além de outras que são necessárias ao desenvolvimento das atividades acadêmicas e administrativas. Para cumprir as recomendações do Comitê Operativo de Emergência para o Coronavírus da Ufes (COE-Ufes), as ações contemplaram aspectos como ventilação das salas e instalação de equipamentos de higienização.
O superintendente de Infraestrutura, Alessandro Mattedi, ressalta que outras obras de reparos de telhados, manutenção de banheiros e pinturas foram realizadas no Centro de Vivência, na Superintendência de Educação a Distância, no Centro de Educação Infantil Criarte, na Biblioteca Central, no Museu de Ciências da Vida, no Espaço Empreendedor, nas pró-reitorias e nos centros de ensino, entre outras unidades. Essas intervenções buscam solucionar problemas crônicos de infiltrações, além de reparos e instalação de redes elétricas, e soluções para a climatização de ambientes..
Os trabalhos na manutenção preventiva da rede elétrica e a reforma da subestação do campus de Goiabeiras ainda estão em curso e há ainda uma intensa programação de limpeza e de jardinagem sendo realizada nos campi.
A Superintendência de Infra estrutura promove ações em todos os campi (Alegre, São MAteus, Maruípe e Goiabeiras) e em unidades, como na Base Oceanográfica de Aracruz, e a unidade de Jerônimo Monteiro, no sul do Estado.
Nos próximos dias será construído mais um muro de arrimo no campus de Alegre. A biblioteca do campus de São Mateus também receberá obras de recuperação. Os processos de licitação foram finalizados e, em breve, começaremos os trabalhos,
Alessandro Mattedi informa que todo o planejamento técnico das ações foi feito a partir de diálogo da equipe da SI com os respectivos responsáveis de cada unidade, e que toda a equipe da superintendência estará mobilizada para receber informações sobre eventuais problemas nas instalações.
“A maior parte das edificações permaneceram fechadas por cerca de dois anos, durante a crise mais acentuada da pandemia, e, evidentemente, com a reabertura de prédios e salas, é provável que venha a ocorrer o surgimento de problemas não-detectados”, apontou. Para isto, ele disse que foi estabelecida uma sintonia entre os responsáveis de cada setor e a SI, para agilizar a solução de situações mais críticas, de modo que elas não comprometam o desenvolvimento das atividades acadêmicas e administrativas.