As oficinas acontecerão no dia 23/10, quarta-feira, das 10:30 às 12:30, no Pavilhão de Aulas (PA)
As oficinas acontecerão no dia 23/10, quarta-feira, das 10:30 às 12:30, no Pavilhão de Aulas (PA)
Oficina 1: O ato de contar histórias na formação do professor, por Luisa Gomes Portugal
Olhar para o trabalho do narrador (ancestralidade e presença) e as tessituras que podem ser feitas ao processo formativo do professor. Do cuidado e uso com a voz, escolha e oferta literária até ao olhar das narrativas pessoais e como elas se entrelaçam à outra história e constituem o educador a ser quem ele é.
Oficina 2: Os usos de imagens e sons ‘vistosouvidoscriados’ na educação e a potência do falso, por Noale Toja
Conversas e práticas em torno dos usos (Certeau, 2014) que fazemos das imagens e sons na ideia da “potência do falso” (Deleuze, 2005), que nos ajudam a ‘sentirpensar’ questões sociais urgentes nos ‘dentrofora’ das escolas, transformando-se em artefatos curriculares.
Oficina 3: Tipos/Abordagens de Avaliação da Aprendizagem, por Robert Paixão de Cerqueira Soares, Cleidiane Almeida Bezerra, Juliana Oliveira Santos e Giselle Santos de Jesus
Visando fomentar reflexões sobre as perspectivas de avaliações do ensino e aprendizagem que aparecem no sistema escolar brasileiro da contemporaneidade, essa oficina, tendo como influência as ideias do intelectual Cipriano Carlos Luckesi, busca dissociar a avaliação da aprendizagem do paradigma tradicional, em que esta se resume ao processo classificatório, ficando apenas restrito aos exames escolares. Dessa forma, a questão avaliativa é pensada aqui como uma construção mútua processual, em que os aprendizados são mais importantes do que meros baremas de notas. Nesse sentido, para fortalecer esse pressuposto de avaliação inclusivo e não seletivo, essa oficina divide-se em quatro momentos, sendo que: sensibilização, reflexão teórica, produção coletiva/vivência prática, conclusão/avaliação.
Oficina 4: Formação Continuada de Professores(as) para Ensino da Astronomia Cultural, por João Fabio Peixinho Costa
Oficina temática sobre Astronomia Cultural, voltada para a relação entre céu e terra dos povos originários das terras que viriam a ser chamadas de Brasil. Tem por base uma perspectiva intercultural, objetivando discussões sobre esse tema como potencializador de um ensino pautado nas vozes silenciadas pelo processo de colonização e pela colonialidade que ainda vivemos. Também iremos sugerir um material didático para o ensino da Astronomia Cultural na Educação Básica.
Oficina 5: Colando o Sertão Futurista, por Matheus Guimarães e Igor Aquino
Ensinar a técnica de criação de colagem analógica; gerar reflexões a respeito dos imaginários em torno do sujeito sertanejo no campo das artes visuais; produção de uma colagem analógica que dialogue com a cultura local
Oficina 6: Educação antirracista: implicações para o ensino superior, por Danilo Carvalho, Larissa Santos e Fernanda Pereira
Apresenta dispositivos para analisar a implementação das Diretrizes Nacionais para a Educação das Relações Raciais na Escola e do Plano Nacional para a Implementação das Diretrizes para a Educação das Relações Raciais na Escola, no currículo das licenciaturas; toma as situações de racismo na relação entre docentes e discentes, como referência para contextualizar propostas de educação antirracista; provoca docentes do ensino superior a refletirem sobre suas condutas, diante de desafios contemporâneos para a superação do racismo na docência do ensino superior.
Oficina 7: Educação Inclusiva e a constituição do ser professor(a), por Suzana Alves Nogueira Souza
O professor e o olhar sensível para a inclusão. Adaptações na organização do trabalho pedagógico.
Oficina 8: Poética da paisagem: o sertão no cinema de Olney São Paulo, por Geovana Paim e Francisco Gabriel Rêgo
Análise da paisagem na obra do cineasta baiano Olney São Paulo. A partir da problematização do conceito de paisagem e sua aplicação no campo da geografia, a oficina busca articular esse conceito com as artes, a representação, a sociedade e a cultura popular, relacionando-os a aspectos subjetivos inerentes aos sujeitos e suas comunidades. Para tanto, será utilizada uma abordagem analítica do documentário Sob o Ditame do Rude Amagesto: Sinais de Chuva (1971), propondo uma articulação com conceitos e categorias importantes para um sentido de paisagem vinculado à experiência subjetiva dos participantes, seus espaços, práticas e histórias.
Oficina 9: A metodologia Lesson Study e a formação de professores, por Flavia Oliveira Barreto
O Lesson Study (ou Estudo de Aula), é uma metodologia de planejamento de aulas originada no Japão e que nas últimas três décadas, ultrapassou as suas fronteiras e tem formado comunidades de estudo nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Austrália, na América do Sul, na África do Sul, em Portugal, na Indonésia, na Malásia, bem como no Brasil. Na nossa oficina conheceremos sobre essa metodologia e a experiência que vem sendo desenvolvida no Grupo de Sábado (GdS), na UNICAMP.
Oficina 10: Descomplicando o Currículo Lattes, por Dee Mercês
Apresentar o currículo Lattes como ferramenta essencial para a gestão das produções acadêmicas. Demonstrar a importância do currículo Lattes para a obtenção de bolsas, ingressos em programas de pós-graduação e reconhecimento profissional. Ensinar o preenchimento correto e completo de cada tópico do currículo Lattes. Oferecer dicas para otimizar a busca e a visualização do currículo na Plataforma Lattes.
Oficina 11: Escrevivências de mulheres negras inspiradas em Conceição Evaristo, por Gleice Melo e Juliana Soares
Com inspiração na intelectual e escritora Conceição Evaristo, ao cunhar as escrevivências – uma escrita que nasce das nossas vivências –, apresentamos como objetivo da oficina compartilhar saberes, provocar reflexões e práticas de escrita que resistem e rompem o apagamento histórico conferido ao povo negro, sobretudo, as mulheres.