Debater o papel científico, tecnológico e formativo dos telescópios de pequeno porte na era dos grandes levantamentos astronômicos.
Mapear a infraestrutura nacional de telescópios de pequeno porte disponíveis em universidades, institutos e centros de pesquisas.
Estruturar a nível nacional a formação de redes colaborativas de observação fotométrica, espectroscópica e polarimétrica.
Organizar estratégias científicas para o uso desses instrumentos em sinergia com os atuais e novos projetos observacionais de grande porte.
Identificar oportunidades de projetos científicos colaborativos (rede) envolvendo flexibilidade, monitoramento contínuo, longo prazo e follow-up.
Ratificar o papel científico na pesquisa e na formação de recursos humanos qualificados em Astronomia observacional, instrumentação e redução de dados.
Explorar possibilidades de integração com iniciativas internacionais de ciência aberta e compartilhamento de dados.
Promover a articulação com agências de fomento (estaduais e federais) visando instituir linhas de financiamento voltadas a projetos em rede multiusuários, com foco na aquisição de instrumentação de ponta para a realização de observações de alto impacto.