SEGUNDA CIRCULAR
Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo, com a tese Mau gosto e kitsch nas obras de Clarice Lispector e Dalton Trevisan (2000). Realizou Pós-Doutorado na Université Paris 8, França (2009) - Linguagem, diferença e poder em obras de Clarice Lispector e Caio Fernando Abreu; na Universidade Federal de São Carlos (2016) - Narrativa e violência de Estado na Literatura Brasileira Contemporânea 1964–1989; e na Universidade Federal de Santa Maria (2022) - O desaparecimento político na narrativa brasileira contemporânea. É professor do Curso de Letras da Universidade Estadual Paulista – UNESP, campus de São José do Rio Preto (SP), e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível C. Tem diversos artigos e capítulos de livros publicados.
Augusto Rodrigues
Professor Associado III de Literatura Brasileira da Universidade de Brasília. Docente permanente no Programa de Pós-graduação em Literatura - POSLIT/UnB e no Programa de Pós-Graduação em Letras e Artes da Universidade do Estado do Amazonas - PPGLA/UEA. Atualmente realizando Pós-doutorado em Angola - ISCED/SUMBE. Cursou pós-doutorado em Literatura no programa de Pós-Graduação em Língua e Literatura Alemã pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP/2021), com projeto intitulado ''Geopoesia e Literatura de Campo centroestina: etnoflâneries por Goiás e Brasília''. Estágio Pós-Doutoral (Bolsista CAPES/2014-2015) na Universidade do Minho - Departamento de Estudos Portugueses e Lusófonos - Braga/Portugal. Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense (2008). Mestrado e Graduação em Literatura pela Universidade Federal de Goiás (UFG/1996-2002). Desenvolve pesquisa nas áreas de Literatura Comparada; Literatura e Outras Artes; No campo da crítica polifônica, pesquisa: Geopoesia, Narrador da geopoesia Kalunga; Cultura Popular Quilombola (Regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil); Literatura de campo (em diálogo com a educação do campo) Quilombola e Angolana; Teatro de Terreiro, corredor da geopoesia, raizamas, enfronteiramentos (Regiões Centro-este e Norte do país). Pesquisador do NEPED-UFAL (Alagoas).
Daniela Palma
É professora Livre-Docente do Departamento de Linguística Aplicada do Instituto de Estudos da Linguagem (UNICAMP), onde atua como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada, na linha de Linguagens, Transculturalidade e Tradução. Coordena o grupo de pesquisa Nós-Outros: Linguagens, Memória e Direitos Humanos e é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Pesquisa e orienta trabalhos sobre a memória e os direitos humanos nas linguagens, na materialidade dos dispositivos institucionais, dos artefatos culturais e tecnológicos, dos arquivos e das práticas sociais e de ensino. Também se dedica ao estudo de tópicos de culturas contemporâneas com foco em intermidialidades e no estudo das narrativas, com interesse principal de observar a formação de relações de subjetividade e alteridade.
Professor de Composição, Análise e Percepção no Departamento de Música da Unicamp, é atualmente coordenador do Programa de Pós-Graduação em Música da instituição e coordenador associado do Grupo de Estudos do Som e Processos Criativos (IdEA/Unicamp). É doutor em Processos de Criação Musical pela USP (2018), mestre em Processos Criativos em Música pela Unicamp (2013) — tendo sido, em ambos, orientado por Silvio Ferraz Mello Filho— e bacharel em Música-Composição pela Unicamp (2011). No âmbito da pesquisa, tem se dedicado, principalmente, aos limites da tonalidade (por vias tanto composicionais, como analíticas) e à experimentação e elaboração de novos métodos de análise, voltados à música brasileira. Foi professor da Universidade Federal de Rondônia entre 2014 e 2022 e, na Unicamp, coordenador associado do Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural (CIDDIC) entre 2023 e 2024.
Germana Sales
Professora titular da Universidade do Federal do Pará - UFPA, com atividade docente na Graduação e Pós-Graduação e Pesquisadora 1D do CNPq. Possui Graduação em Letras pela Universidade Estadual do Ceará - UECE (1989), Mestrado em Letras: Teoria Literária pela Universidade Federal do Pará- UFPA (1997) e Doutorado em Teoria e História Literária na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (2003). Foi Presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC, gestão 2014-2015) da Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP, gestão 2018-2019). Na CAPES foi Coordenadora da Área de Linguística e Literatura (Gestão 2018-2022) e membro titular do Conselho Técnico Científico da Educação Superior (CTC-ES) no período 2018-2022. Ocupou o cargo de Diretora de Pesquisa, na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP/UFPA) (2015-2024). É a atual Coordenadora da Cátedra João Lúcio de Azevedo, vinculada à Reitoria da Universidade Federal do Pará (Portaria No. 3585/2024) e ao Instituto Camões e é coordenadora científica do acordo marco de cooperação entre UNIVERSITÀ DEGLI STUDI DI PERUGIA (ITALIA) PIAZZA DELL UNIVERSITÀ PERUGIA e UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ/UFPA (BRASIL). Atua na área de Letras e possui experiência em Literatura, com ênfase na História da Literatura, História do Livro e da Leitura, ensino de Literatura e Literatura Portuguesa, com destaque nos seguintes temas: comércio de livros; estudos do romance; crítica ao romance, literatura e direitos humanos e literatura e sociedade.
Mestre em Estudos Linguísticos, sob orientação do Prof. José Olímpio de Magalhães (UFMG); Doutor em Letras, sob orientação da Profa. Leda Bisol (PUCRS), patrocinado pela Tilburg University - Holanda -, sob orientação do Prof. Ben Hermans. Professor Associado III da Universidade Federal de Uberlândia, participante na Graduação em Letras, no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos - orientando no Mestrado e no Doutorado - e no Mestrado Profissional em Letras (ProfLetras). Coordenador a Adjunto da Área de Linguística e Literatura da CAPES, 2018-2022. Delegado da ALFAL (Associação de Linguística e Filologia da América Latina), 2017-2020. Membro do Conselho Deliberativo da ABRALIN (Associação Brasileira de Linguística), 2017-2022. Coordenador do Projeto 19 da ALFAL (Fonologia: teoria e análise). Coordenador nacional da Área de Fonologia, Variação e Ensino do Mestrado Profissional em Letras - ProfLetras. Tutor do Programa de Educação Tutorial dos Cursos de Letras da Universidade Federal de Uberlândia. Esta experiência na área de Teoria e Análise Linguística abrange principalmente nossos principais temas: Fonologia; Variação Fonológica; Morfofonologia, Fonologia e Ensino; Aquisição Escrita e Oral.
É graduado em História pela Universidade Estadual de Campinas e doutor em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, com período sanduíche na École Française d'Athènes. Atualmente é professor de Arte Antiga no Departamento de História da Arte e no Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo e Pesquisador Associado na École Française d'Athènes. Tem experiência na área de História da Arte Antiga, Grega e Romana, atuando principalmente nos seguintes temas: Corpo, gênero e sexualidade nas artes da Antiguidade Clássica e Arte Antiga e Tradição Clássica.
Leila Danziger
LEILA DANZIGER nasceu no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. É artista, poeta, professora do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pesquisadora do CNPq.
Apresentou as mostras individuais Descer da nuvem, no Museu Judaico de São Paulo; e Navio de emigrantes, na Caixa Cultural de Brasília (2018) e de São Paulo (2019). Entre as exposições coletivas, destacam-se Fullgas: Artes Visuais e Anos 80 no Brasil, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo (2024/2025); Lands, Real and Imagined: Women Artists Respond to the Art and Travel Writings of Maria Graham, mostra itinerante apresentada nos EUA, Chile e Índia (2022/2025); Adiar a ordem, Galeria Galatea, São Paulo (2025); e a 22ª Bienal Sesc_Videobrasil – “A memória é uma ilha de edição”, no Sesc 24 de Maio, São Paulo (2023), onde foi contemplada com o Prêmio Sesc de Arte Brasileira.
Em poesia, publicou Cinelândia (2021), Ano novo (2016), C’est loin Bagdad [fotogramas] (2017) e Três ensaios de fala (2012), todos pela editora carioca 7 Letras Em 2021, publicou também o livro de artista Cadernos do Povo Brasileiro, pela
Relicário Edições.
Luciano Morais
Doutor (2014) pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA - USP), mestre em Musicologia pela USP (2007) e bacharel em Violão pela ECA - USP (2001). Realizou pós-doutorado (2018) na USP. Atua como professor de violão da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (UNESP) desde 2024. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música Instrumental, atuando principalmente nos temas: violão solo, interpretação musical, repertório para violão, filosofia da música e música de câmara. Trabalhou como docente no ensino superior em Cruzeiro do Sul (2002 - 2009) e Faculdade Carlos Gomes - UNIESP (2012 - 2016), também no projeto Guri Santa Marcelina (2009-2013) e, desde 2019, participa da Pós-graduação Lato Sensu em Educação Musical da Faculdade Souza Lima. Colaborou no Programa de Pós-Graduação em Música da ECA-USP com o Prof. Dr. Edelton Gloeden (2015 - 2016). Atua também em para instituições e eventos internacionais desde 2011 (Sta. Cruz de La Sierra-Bolívia, Genebra-Suíça, Cidade do México, Universidades de Radford-EUA, e de Aveiro-Portugal). É parecerista regular da revista Opus e dos congressos da ANPPOM. Além disso, faz divulgação científica e artística com vídeos periódicos no canal do Youtube "Conversas de Violonista" com temas sobre música, violão, pedagogia musical, interpretação musical, memória da história do violão e entre outros.
Márcio Seligmann-Silva é professor titular de Teoria Literária na UNICAMP, curador de exposições e pesquisador do CNPq. Possui doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Freie Universität Berlin (1996), pós-doutor pelo Zentrum Für Literaturforschung Berlim (2002) e por Yale (2006). É autor dos livros: Ler o Livro do Mundo. Walter Benjamin: romantismo e crítica poética (Iluminuras/FAPESP, 1999, vencedor do Prêmio Mario de Andrade de Ensaio Literário da Biblioteca Nacional em 2000), Adorno (PubliFolha, 2003), O Local da Diferença. Ensaios sobre memória, arte, literatura e tradução (Editora 34, 2005, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Melhor Livro de Teoria/Crítica Literária 2006; segunda edição 2018), Para uma crítica da compaixão (Lumme Editor, 2009), A atualidade de Walter Benjamin e de Theodor W. Adorno (Editora Civilização Brasileira, 2009), A virada testemunhal e decolonial do saber histórico (Editora da UNICAMP, 2022), Passagem para o outro como tarefa. Tradução, testemunho e pós-colonialidade (Editora da UFRJ, 2022) e de Walter Benjamin e a guerra de imagens (Perspectiva 2023); organizou, entre outros, o volume: História, Memória, Literatura: o Testemunho na Era das Catástrofes (UNICAMP, 2003). Traduziu obras de Walter Benjamin (O conceito de crítica de arte no romantismo alemão, Iluminuras, 1993), G.E. Lessing (Laocoonte. Ou sobre as Fronteiras da Poesia e da Pintura, Iluminuras, 1998, finalista do Prêmio Jabuti na categoria Tradução, 2000), Philippe Lacoue-Labarthe, Jean-Luc Nancy, J. Habermas, entre outros. Possuí vários ensaios publicados em livros e revistas no Brasil e no exterior. Foi professor visitante em Universidades no Brasil, Argentina, Alemanha, Inglaterra e México. Atua principalmente nos seguintes temas: romantismo alemão; teoria e história da tradução; decolonialidade; teoria do testemunho; memória da violência das ditaduras na América Latina; violências socioambientais e seus testemunhos; deslocamentos forçados, diásporas e suas narrativas; literatura e outras artes e a obra de Walter Benjamin.
Doutora (2008) e mestre (2002) em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Literatura Brasileira pela PUC-MG e graduação em Letras pela UNEMAT. Realizou pós-doutorado em Literatura Africana na Universidade de Lisboa (2018–2019). É professora da UNEMAT desde 1997 e atua nas áreas de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, literatura afro-brasileira, literatura comparada e relações entre literatura e sociedade. Integra programas de pós-graduação da UNEMAT e da UFMT, coordena projetos de pesquisa e participa de grupos e associações acadêmicas nacionais e internacionais. Atualmente exerce funções de gestão na pós-graduação da UNEMAT e preside a Associação Internacional de Estudos Literários e Culturais Africanos (AFROLIC)
Paula Andrea Marín Colorado
Doctora en Literatura, magíster en Literatura hispanoamericana y Licenciada en Lingüística y Literatura. Escritora, investigadora y profesora en las áreas de literatura y edición. Actualmente, es profesora Asociada en la Facultad de Comunicaciones y Filología de la Universidad de Antioquia y directora de la revista Estudios de Literatura Colombiana.
Es autora de los libros Acercamiento a la novela colombiana de los setenta; La nueva novela colombiana de Evelio Rosero, Tomás González y Antonio Ungar; Novela, autonomía literaria y profesionalización del escritor en Colombia; Un momento en la historia de la edición y de la lectura en Colombia y del poemario Del amor como viaje. Además, es coautora y coordinadora académica de los libros Lectores, editores y cultura impresa en Colombia, Ellas editan, La edición del cuento en Colombia en el siglo XX, Oficio: libros y Aferrarse al mundo: historias de lectoras, lectores y sus bibliotecas.
Paulo M. Kühl
É professor titular do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas. Seus interesses de pesquisa incluem a história da ópera italiana em Portugal e no Brasil, as relações culturais entre França e Brasil no século XIX, libretos de ópera e as relações entre ópera e caricatura. Recebeu diversos auxílios de pesquisa da CAPES, FAPESP e FAEPEX-UNICAMP e integrou a rede de pesquisa “Re-imagining Italianità: Opera and Musical Culture in Transnational Perspective”, financiada pelo Leverhulme Trust (Reino Unido). Como resultado deste projeto, coeditou com Axel Körner o livro Opera and Italianità in Transnational and Global Perspective (Cambridge University Press, 2022). É membro do comitê científico do Cambridge Opera Journal e do Bollettino del Centro rossiniano di studi.
Sheila Grillo
Possui graduação em Letras Português/Inglês pela Universidade de São Paulo (1989), mestrado em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (1995), doutorado em Linguística pela Universidade de São Paulo (2001) com estágio sanduíche na Université Paris X-Nanterre La Défense. Fez estágios pós-doutorais na Université Paris X Nanterre la Défense (2005-2006) com bolsa Capes e no Instituto das Literaturas do Mundo A. M. Gorki (IMLI) em Moscou com bolsas Fapesp e CNPq (2011, 2013, 2016 e 2018). Durante os estágios na Rússia, trabalhou em arquivos de Valentín Volóchinov em São Petersburgo e de Mikhail Bakhtin em Moscou, com o propósito de conhecer e divulgar informações documentáveis, bem como levantou, leu e analisou fontes bibliográficas desses autores. Realizou concurso de livre-docência com o tema Divulgação científica: linguagens, esferas e gêneros em 2013 e atualmente é professora associada ms-5 (livre-docente) da Universidade de São Paulo. De 2007 a 2015 foi membro, vice-coordenadora e coordenadora da Comissão Coordenadora do Programa (CCP) de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo.É tradutora dos trabalhos do Círculo de Bakhtin em parceria com Ekaterina Vólkova Américo e líder juntamente com Flávia Sílvia Machado do Grupo de Pesquisa Diálogo (USP/CNPq). Em 2017, organizou o I Colóquio Brasileiro-Franco-Russo em Análise de Discurso em parceria com pesquisadores do Clesthia axe sens et discours (Paris III) e Dária Schúkina (Górnyi Universitiét, São Petersburgo), com financiamento da Fapesp e da Universidade de São Paulo.Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: campos/esferas, gêneros do discurso, divulgação científica, discurso, texto, autor, livro didático/língua portuguesa/ensino fundamental, análise comparativa de discursos.
Stephen Bolis
Natural de Campo Grande, a capital do Mato Grosso do Sul, Stephen Bolis iniciou seus estudos do violão clássico com os violonistas Roberto Teixeira e o Maestro Eduardo Martinelli e mantém intensas atividades como pesquisador, intérprete, professor e produtor cultural. É doutor em música pela UNICAMP e professor de violão na Universidade Federal do Amazonas - FAARTES/UFAM.
Como camerística foi integrante da Camerata de Violões de Campinas, grupo que venceu em 2013 o 11º Concurso Internacional de Guitarra de Uruguay Raúl Sanchez Clagett. Com o grupo gravou o CD Mosaicos, lançado em 2019. Foi também integrante do quinteto Madureira Armorial, grupo dedicado à pesquisa e performance de música Armorial. Em julho de 2015 gravaram o CD Um homem vestido de Sol, uma homenagem ao idealizador do Movimento Armorial, Ariano Suassuna; em 2020 lançaram os singles Rebatida, Toada Injicada e Viagem a Cariri nas plataformas digitais; e em 2023 o espetáculo Visões de um brincante no Reino Armorial. Juntamente com o violonista Felipe Macedo, forma o Duo Mangabeira, que tem como principal objetivo explorar a rica sonoridade e a linguagem do violão brasileiro. Em 2019 foram selecionados para participarem do VI FMCB (Festival de Música Brasileira Contemporânea), em homenagem aos compositores Guinga e Ernani Aguiar, onde também ganharam o prêmio destaque/votação popular.
Como solista lançou em 2019 o seu primeiro trabalho intitulado Stephen Bolis interpreta Antonio Madureira, onde celebra a obra de um dos maiores nomes da música brasileira e do Movimento Armorial; e em 2024 lançou o seu segundo álbum solo Milton Nunes por Stephen Bolis, com composições originais e uma transcrição de um dos nomes mais importantes do violão em Campinas na segunda metade do século XX.