É meio arriscado falar de religião, futebol, sexualidade, vícios, traições etc.
Aqui encontramos "explicações" para quem concorda e para quem discorda de tais assuntos.
Tire você mesmo as próprias conclusões e analise com cuidado o que cada texto ou mensagem quer verdadeiramente transmitir.
Entenda!
BEBIDA X DIREÇÃO
"Por que sentir-se culpado após o erro cometido? Por que prevenir é mais fácil apenas para quem já sofreu alguma conseqüência? As imagens mostram por si só.
CELULAR X DIREÇÃO
"Todos os dias milhares de pessoas são vítimas de acidente no trânsito. Grande parte desses acidentes poderiam ser evitados se medidas básicas de segurança fosse adotadas.
Não seja mais uma vítima. Celular: DESLIGUE ESSA IDEIA!"
Sempre gostei de histórias de amor.Sempre.Como historiador, a história das histórias de amor me fascina e convida a mergulhos nas profundas águas de seus mistérios.Por vezes em minha vida fiquei atento às expressões que se referem à pessoa amada, e, nesta linha, duas delas merecem consideração: “cara-metade” e “alma gêmea”.Fico perplexo por saber que as pessoas desconhecem a origem de termos presentes em praticamente todas as línguas do ocidente.E nos dois casos há uma mesma origem, nobre, relacionada à fundamentação mítica. Certamente, há de haver outras explicações para tais expressões, mas, dentre tantas, há uma lenda que chega a me comover pela beleza e sofisticação dos detalhes que, por meio da memória popular, atravessou os séculos e se eternizou em páginas atentas aos estudos de mitologias.Tudo teria ocorrido na Grécia do poeta Aristófanes.Segundo o pressuposto lendário relatado, no começo do mundo, todos os seres eram unos e duplos em si. Homens e mulheres ao mesmo tempo, todos tinham duas cabeças, quatro braços e pernas, um sexo de cada lado.
Os estranhos seres então eram chamados “andróginos” e se bastavam porque eram completos em si.
E felizes ao extremo por não precisarem de partes que os completassem. Era assim que Aristófanes explicava a origem do amor que seria um sentimento tão forte e pleno, capaz até de limitar o poder dos deuses do Olimpo.
Ameaçados mediante o esforço dos “andróginos” que, convictos de que com a intensidade do amor poderiam tudo, os deuses construíram uma torre para alcançar e vencer as grandes entidades que, por sua vez, sentindo-se agredidas, resolveram puni-los com uma maldição fatal.
De forma dramática, os “andróginos” foram separados, divididos em duas partes, tornando-se fracos e dependentes uns dos outros.
Então, seres com apenas uma cabeça, dois braços e duas pernas, os andróginos perderam a capacidade de se bastar e sua solidão seria imensa até que, multiplicados na Terra, um só seria feliz se encontrasse a sua perfeita cara-metade.
Ou homens ou mulheres, os seres teriam a maldição da procura de seu outro eu. E seria muito difícil uma parte achar a outra, pois todos estariam misturados e perdidos em multidões.
Mas os grandes deuses deixaram uma possibilidade, pois se os fragmentos estivessem atentos a se encontrar, não significariam grande ameaça aos poderes olímpicos.
De outro jeito, os ex-andróginos só se completariam se fossem perfeitamente ajustados uns aos outros.
Reunidas, cada fração poderia ser novamente forte.
Caso contrário, de acordo com o mito, a maldição divina faria que homens e mulheres fossem sempre infelizes, frustrados e perambulariam pela vida em busca da sua alma gêmea.
Certamente, a lenda, por bonita que seja, não corresponde a mais elementar possibilidade científica.
Mas, seu encanto é incomensurável. E também o é a lição que todos precisamos de nossa cara-metade ou alma gêmea.
E assim vagamos pelo mundo na caçada incessante de seres que nos complementem e nos façam felizes.
Mais do que tudo, resta pensar na sabedoria popular que, mesmo tendo esquecido a origem mitológica das expressões, não deixa de lado o dever individual de buscar o outro, o par, o complemento.
Por: José Carlos Sebe Bom Meihy
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"As pessoas não se precisam, elas se completamNão por serem metades, mas por serem pessoas inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegria e vida.As pessoas não estão nesse mundo pra satisfazer nossas expectativasAssim como não estamos aqui para satisfazer as delas.Temos que nos bastar.Nos bastar sempre e, quando procurarmos estar com alguém, fazermos isso cientes de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem"Concluo com o seguinte:Estar com alguem não é precisar desse alquém e aceitar tudo, e se pra me sentir bem tenho que precisar, chorar, sofrer urghh então eu me basto.Eu sou inteiro não metade de ninguém,e sou muito feliz com que sou, porque me amo muito mais do que qualquer outra pessoa."
EU ME AMO E ISSO BASTA!!
Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas.Mas nem sempre precisamos das coisas certas.Aí é a hora de procurar a pessoa errada.A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor.A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira.A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor.Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você.A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo.
O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo.
Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que a gente encontre a pessoa errada, para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.
Érico Veríssimo
Uma das mais severas críticas dos protestantes aos católicos no Brasil é afirmar que estes são idólatras. Utilizam diversos versículos bíblicos do Antigo Testamento para justificarem sua argumentação insistente e definitivamente insconsistente.A Igreja Católica do século XXI evoluiu, amadureceu, não possui mais práticas da idade medieval como por exemplo um certo exagero na veneração das imagens, coisa que ainda serve de pano de fundo para as críticas das igrejas protestantes.Certa vez visitei a secretaria de uma Igreja protestante, séria, antiga e lá vi na parede, para meu espanto, uma fotografia emoldurada, de um de seus fundadores, um certo pastor. Poxa! Mas, como? Isso não seria idolatria? Usando a lógica de sua críticas poderíamos afirmar que sim.As imagens dos santos presentes na Igreja Católica funcionam como um ícone, algo que faz memória, remete a alguém querido e que contribuiu efetivamente com o crescimento da fé, assim como aquela fotografia do pastor fundador da Igreja que visitei.As críticas são contumazes aos católicos nesse aspecto. Ao que parece, esse é um item primordial na doutrinação dos protestantes o que não quer dizer que seja verdadeiro. Diante do pensamento citado levanto mais uma questão. Os protestantes seriam zoólatras?Explico-me: Nas livrarias evangélicas, há um bom tempo são vendidas uma de suas figuras mais populares, trata-se de uma formiguinha mascote desse grupo. E elas não vem apenas em material gráfico, estão na versão de escultura, ou seja, na mesma forma dos santos católicos.
Ora, dizer a partir desta argumentação que os protestantes são zoólatras é tão ridículo quanto afirmar que os católicos são idólatras.
Postado em 6 de novembro de 2009 por Vanderlúcio em seu blog