VLF ESPECTROMETRIA

INSTITUTO DE AERONÁUTICA E ESPAÇO - IAE
CONVÊNIO 2002-2012
PROFESSOR ANGELO ANTONIO LEITHOLD, PROFESSOR ONEIDE JOSÉ PEREIRA

  • FIES - IAE - PLANEJAMENTO DE PESQUISAS
  • Plano Trabalho Progr Cientifico Convenio CRS UNIBEM.pdf - 121 KB  Download
  • CTA PLANO DE TRABALHO nov 2006.pdf - e113 KB  Download

Campus de pesquisas Geofísicas Major Edsel de Freitas Coutinho
Convênio 2006-2012
(c) 2006 Pesquisas realizadas por prof. MSc. Oneide José Pereira e prof. BSc.  Angelo Antônio Leithold

RADIOBSERVAÇÃO EM HF - UMA FERRAMENTA PARA PESQUISAS IONOSFÉRICAS


py5aalQuando se diz VLF (Very Low Frequency - Freqüência Muito Baixa), refere-se a frequências rádio (RF) na faixa de 3 kHz a 30 kHz. Nesta região do espectro de rádio, só os sinais mais simples são usados, por exemplo, rádio navegação. As ondas VLF podem penetrar na água até uma profundidade de cerca de 10 a 40 metros, dependendo da freqüência empregada e da salinidade, por isso são usadas para comunicação com submarinos próximo à superfície (por exemplo, utilizando um transmissor DHO38), navegação rádio balizas (alfa) e sinais horários (beta). No caso do Campus de Pesquisas Geofísicas Major Edsel de Freitas Coutinho, através de um convênio entre o Instituto de Aeronáutica e Espaço e as Faculdades Integradas Espírita, Campus Universitário Bezerra de Menezes (UNIBEM), a atual pesquisa foi iniciada em 2006 e encerrada em 2010. A partir de setembro de 2008, a leitura e recepção passou a ser monitorada via Internet. Tal estudo visou verificar as variações do ruído de fundo na região da AMAS (Anomalia Magnética do Atlântico Sul), monitorar sinais pilotos HF e suas variações, além de observar, a partir de ferramentas computacionais disponíveis, as variações de níveis de eletricidade e descargas atmosféri-cas. 
(c)py5aal A pesquisa tinha o intuito de buscar uma relação entre as descargas atmos-féricas e ruído cachoeira, comparativamente à propa-gação de rádio e atividade solar, na regiâo da AMAS. Ou seja, a partir dos cruzamentos de dados compilados, se poderia criar ferramentas compu-tacionais confiáveis de previsões das atividades elétricas da região, evi-tando assim prejuízos ocasionados por black-out tanto nas comunicações, quanto na distribuição de energia elétrica.
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Angelo Leithold,
Apr 9, 2012, 10:40 AM