O sentido da vida pode ter diversas interpretações pois cada um de nós tem algo que o motiva, alguém como referência, pensamentos diferentes. Cada um de nós faz o seu mundo mas há um planeta comum a todos.
Algo que é comum em todas as partes do mundo é a religião, e isso é o que faz o nosso chamado natal diferente. Como é exemplo os ateus não festejam o natal, para eles é como se fosse simplesmente um feriado familiar com fortes influências comerciais, trocando presentes, reunindo a família, realizando uma ceia mas sem orações.
As cores natalícias associadas em todo o mundo são o vermelho, o verde, o branco e o dourado. O vermelho tem como significado a paixão, isto porque sem amor o que é que é feito de nós? O verde é a esperança, a liberdade e a saúde, nós portugueses temos uma expressão deveras interessante “A esperança é a última a morrer!”. O branco é a pureza e a paz pois todos nós somos puros. E por fim o dourado simboliza o sucesso, a realização e o triunfo, aquilo que todos nós trabalhamos para concretizar.
Falando agora de um tema mais profundo e sensível que foi o Holocausto…mais uma vez a religião teve impacto naquilo que é o ser humano e a liberdade foi posta de lado.
A desigualdade continuou firme, mas por outro lado triunfava a esperança de todos aqueles que caminhavam em direção à morte.
Ser humano é poder fazer escolhas, é poder ser livre, é poder sermos nós sem preconceito e sem vergonha. Expormos as nossas ideias, defendermos aquilo que para nós faz sentido e nessa altura a liberdade de expressão não existia.
Alguém deve de ser morto por defender uma religião? Alguém deve de ser morto por ser homossexual? Alguém deve ser distinguido por características físicas? NÃO, somos livres, temos direitos, somos a diferença!
O sentido da vida de cada um é aquilo que cada um decide trazer de diferente ao mundo que por maior que seja, não há mentalidade do mesmo modo.
Ser mulher pesa, ser homossexual pesa, ser homem não. Porquê? Porque continua a existir desigualdade.
“Que nada nos defina,
que nada nos sujeite.
Que a liberdade seja a nossa
própria substância,
já que viver é ser livre.”
Simone de Beauvoir
Realizado por: Nicole Araújo, Nº22, 10ºA