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34ª Semana da Química no IQUSP

Da Alquimia à Ficção

2 a 6 de outubro


O Que é a Semana da Química?

Desde 1981 divulgando conhecimento

A Semana da Química é um evento que ocorre anualmente no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), e tem como objetivo apresentar aos visitantes aplicações concretas da ciência através de palestras, mesas de debate, oficinas em laboratório, minicursos e visitas técnicas. Existe desde 1981 abordando diversos temas de interesse da comunidade científica.

Acreditamos que a Semana seja uma ótima ferramenta de divulgação de inúmeros ramos de pesquisa e mercado de trabalho aos alunos do ensino superior, que sempre têm dúvidas a respeito do assunto, e que também proporcione o intercâmbio de informações entre pessoas de inúmeras áreas.

Programação: http://www.iq.usp.br/semanadaquimica/Programacao.html

Inscrições: http://www.iq.usp.br/semanadaquimica/Inscricoes.html

Fonte: http://www.iq.usp.br/semanadaquimica/index.html


CETESB reformula Manual de Produtos Químicos


Este é o novo Manual de Produtos Químicos da CETESB, elaborado com a finalidade de auxiliar as equipes de resposta às emergências químicas. O manual possui 96 Fichas de Resposta a Emergências Químicas, sendo que cada ficha está estruturada em 6 (seis) campos contendo informações detalhadas sobre:

  • identificação do produto;
  • medidas de segurança;
  • riscos ao fogo;
  • propriedades físicas, químicas e ambientais;
  • informações toxicológicas;
  • observações.

O Manual apresenta novas e importantes informações para as equipes de resposta às emergências químicas, destacando a classificação e identificação do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS), as medidas para o controle de emergências, medidas de prevenção e combate ao fogo, peroxidação de produtos e as concentrações de referência para exposições agudas (AEGL, em inglês).

Para a correta interpretação e utilização das informações disponíveis nas fichas, recomenda-se a leitura do Guia Técnico onde são apresentadas as definições de cada campo da ficha.

Novas fichas de produtos estão sendo elaboradas para inclusão neste Manual.

Caso o produto de seu interesse não esteja disponível nessa nova Base de Dados, acesse o Manual na versão de 2010, conforme orientações fornecidas no processo de pesquisa de produto.

Em caso de dúvidas ou sugestões, por favor, encaminhe seus comentários ao correio eletrônico ceeq_cetesb@sp.gov.br

Para maiores informações, acesse: http://emergenciasquimicas.cetesb.sp.gov.br/manual-de-produtos-quimicos/

Semana da Segurança Química abre inscrições para eventos

Já para participar dos cursos é necessário aguardar até 18 de setembro para se inscrever


A Semana da Segurança Química, que será realizada entre os dias 16 e 20 de outubro em São Paulo/SP, já abriu inscrições para os eventos que a compõem. Para participar, basta se inscrever separadamente nas atividades de seu interesse, entre painéis, palestras e seminários, no site da Fundacentro, em Próximos Eventos. Já para os cursos e minicursos, é preciso aguardar até 18 de setembro, quando serão abertas as inscrições. As orientações se encontram na área de Próximos Cursos do portal institucional.

A íntegra da programação também está disponível, reunindo especialistas renomados, de diferentes instituições. “Queremos atualizar o público sobre os programas internacionais e mostrar como impactam na indústria, no governo e na sociedade em geral. Nesse cenário, o nosso foco principal é o trabalhador”, afirma o coordenador do evento, Fernando Sobrinho.

No auditório, serão realizados dois painéis no dia 16 e um em 18 de outubro. O primeiro tratará de atualidades em segurança química, abordando temas como Sistema Estratégico para Gerenciamento Internacional de Substâncias Químicas – Saicm e o Programa Atuação Responsável. O segundo será focado na intersetorialidade e regulamentação, apresentando as ações da Comissão Nacional de Segurança Química – Conasq, a questão da responsabilidade do profissional de química e um histórico sobre o benzeno.

Já o terceiro relacionará segurança química, saúde e meio ambiente, mostrando parte do Programa Nacional de Prevenção da Silicose – Pnes e o projeto Carex sobre exposição a carcinogênicos. Também serão abordados temas como acidente ambiental com mercúrio, toxicologia ocupacional, convenções internacionais de Estocolmo, Roterdã e Basileia, e prioridades para a segurança química no setor de saúde.

“A segurança química no mundo de hoje é norteada pelos programas e convenções da Organização Internacional do Trabalho – OIT e do Programa das Nações Unidas para o Meio ambiente – Pnuma. Eles impactam em nossa legislação e nas ações do governo, da indústria e dos sindicatos, atingindo a população como um todo e no nosso caso específico, o trabalhador”, explica o engenheiro da Fundacentro, Fernando Sobrinho.

Todos esses temas serão abordados durante a Semana da Segurança Química. O ano de 2020 é referência para a implementação do Saicm, e a Organização das Nações Unidas – ONU já tem uma agenda para 2030 em que relaciona questões de segurança química. “É importante que os órgãos de decisão, entidades não governamentais, conselhos de classe e universidades conheçam esses temas. Hoje se fala muito em desenvolvimento sustentável e química verde, que estão vinculados à segurança química”, completa o coordenador.

Também haverá a realização de dois seminários no auditório da Fundacentro, que contribuirão para essas discussões. O Seminário Segurança Química, Educação e Comunidade ocorre em 19 de outubro e discutirá como a educação pode atuar frente às emergências e aos venenos agrícolas. Outros pontos abordados serão o ensino de segurança química, com apresentações e debates com duas das principais universidades do Brasil - USP e UFRJ, o papel das ONG’s e sindicatos, as ações educativas da Fundacentro e o projeto Educação em Segurança Química da Conasq.

O Seminário sobre Acidentes Químicos, em 20 de outubro, possibilitará a discussão de acidentes químicos que ocorreram. Serão abordadas questões como a gestão de riscos em pequenas e médias empresas, os perigos da amônia, o controle de energias perigosas e descontaminação humana.

A Semana da Segurança Química ainda oferecerá palestras no dia 17 de outubro sobre diversos temas: equipamentos de proteção à pele (roupas, luvas e aventais); transporte de produtos perigosos; Sistema Globalmente Harmonizado para Rotulagem de Substâncias Químicas – GHS; nanotecnologia; Convenção de Minamata sobre banimento e restrição de uso do mercúrio e seus compostos; e Convenção sobre Proibição de Armas Químicas.

Ainda serão realizados três minicursos - trabalho em espaços confinados, ferramentas para avaliação de riscos químicos (tool kit) e nanotoxicologia – e um curso sobre Inflamáveis e a NR 20 (Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis).

Para maiores informações, acesse: http://www.fundacentro.gov.br/noticias/detalhe-da-noticia/2017/8/semana-da-seguranca-quimica-abre-inscricoes-para-eventos

Secretários de Meio Ambiente divulgam carta aberta após acidente com contêineres

Documento divulgado nesta segunda é assinado por oito municípios e cobra providências das autoridades portuárias e marítimas


Secretários de Meio Ambiente da região divulgaram, na tarde desta segunda-feira (14), uma carta aberta criticando as autoridades marítimas e portuárias, após o acidente que derrubou 45 contêineres de um navio no Porto de Santos, na última sexta-feira (11). O documento é assinado por oito municípios. Apenas Peruíbe não está na lista de assinaturas do documento conjunto.

Conforme antecipado por A Tribuna neste domingo (13), as prefeituras cobram das autoridades mais agilidade no fluxo das informações de cargas transportadas em navios. Isso porque os municípios não sabiam se o material que acabou no mar poderia ameaçar a saúde pública.

“A queda de contêineres no mar, é portanto, um novo sinal de alerta, mais uma advertência para toda a sociedade, principalmente quando sabemos que o Porto de Santos recebe, por ano, mais de 3 milhões de contêineres”, ressaltam em parte do documento.

A queda dos contêineres no mar ocorreu durante a madrugada da última sexta-feira, quando a embarcação da Log In Pantanal aguardava para entrar no Porto de Santos. Segundo a armadora, os contêineres se desprenderam devido ao mau tempo.

Alguns contêineres abriram e parte das mercadorias transportadas se espalharam pelo mar. Bicicletas, mochilas, roupas e até aparelhos de ar condicionado estavam entre as cargas armazenadas. Apesar do susto, ninguém se feriu.

Confira a íntegra do documento:

Ao invés de famílias caminhando pela orla e grupos praticando lazer e esporte, o cenário do último final de semana nas praias da região poderia ter sido muito, muito diferente – ecossistema marinho contaminado, vidas afetadas, infraestrutura comprometida, comércio e turismo prejudicados.

A queda de 47 contêineres no mar é, portanto, um novo sinal de alerta, mais uma advertência para toda a sociedade, principalmente quando sabemos que o Porto de Santos recebe, por ano, mais de 3 milhões de contêineres.

Diante disso, que constatações tiramos do acidente com o navio Log in Pantanal?

A mais alarmante é o silêncio com que as autoridades portuárias trataram o tema.

Sob que circunstâncias e por quais motivos agiram assim, não se sabe. O que ficou patente, porém, foi o silêncio, um comportamento que parece se tornar praxe nessas ocasiões, o que gera uma profunda sensação de insegurança.

E isso em um porto que, salientamos, recebe mais de 3 milhões de contêineres por ano, um porto no qual, recentemente, descobriram-se, esquecidos (!), centenas de cilindros de substâncias altamente tóxicas, capazes de provocar uma catástrofe sem precedentes.

Nós, como secretários de Meio Ambiente da Baixada Santista, queremos construir uma relação de reciprocidade. Queremos que haja confiança e parceria em tudo que cerca a relação porto-cidade.

Mas, para isso, precisamos, acima de tudo, de transparência – um princípio basilar em qualquer convívio que conjuga dignidade com profissionalismo.

Nós, como secretários de Meio Ambiente da Baixada Santista, exprimimos aqui, nesta Carta Aberta, não apenas a nossa preocupação, mas também e principalmente o anseio de que tais fatos, dentro desse contexto de desinformação, não se repitam jamais.

Acidentes acontecem. Que todos estejamos preparados, alertas e definitivamente unidos para atuarmos conjuntamente. Essa é a verdadeira forma de demonstrar respeito por todos que aqui vivem e nos visitam.


*No documento, as secretarias falam da queda de 47 contêineres, com base em informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Já a empresa afirma que o acidente envolveu apenas 45 contêineres.

Fonte:http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/secretarios-de-meio-ambiente-divulgam-carta-aberta-apos-acidente-com-conteineres/?cHash=ece7f6a2be5a5d8af0c495ca355887c2

Codesp quer destruir cilindros com gases tóxicos em alto-mar

Docas apresentou plano ao Ministério Público ontem e será debatido com Capitania e Ibama

Em até dez dias, se todo o plano de trabalho for aceito pelas autoridades, os 115 cilindros com gases tóxicos “esquecidos” no Porto de Santos serão destruídos em alto-mar. A proposta foi apresentada na tarde desta segunda-feira (7), pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária), ao Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) do Ministério Público Estadual, na sede do órgão, em Santos.

Nesta terça-feira (8), o plano elaborado para a destruição dos produtos químicos será apresentado ao Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e à Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP).

O aval da Autoridade Marítima é necessário para o andamento de todo o processo. A recomendação da Suatrans, Atendimento Emergencial, empresa contratada pela Docas para monitorar os cilindros, é de que os gases sejam destruídos a, pelo menos, 232 quilômetros da costa – quase seis vezes a distância entre a orla e o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos (que está a 42 quilômetros). A medida visa garantir a segurança da operação. Além disso, o espaço marítimo e também o aéreo deverão ser isolados em um raio de cinco quilômetros.

Sete cilindros contêm gases explosivos e 108, inflamáveis. Por conta disso, a destruição será feita de quatro maneiras, conforme o produto armazenado, pois há um método indicado para cada produto. De acordo com o Gaema, 15 cilindros contém diborano, 41 estão carregados com silano, 34 com fosfina, 16 com cloreto didrogênio, oito com diazometano e um com trifluoreto de boro.

“Para cada produto, há um método de destruição, com alternativas estudadas para eventual falha, sendo as características físicas e químicas distintas. E há um risco maior existente pelo fato da possível degradação química dos produtos, em virtude do tempo de armazenamento, mais de 20 anos”, destacou a promotora de Justiça do Gaema, Almachia Zwarg Acerbi.

O transporte dos produtos será feito por balsas. Também está prevista a presença de uma embarcação de apoio operacional e logístico.

“Com a escolha da forma, em 10 dias, a gente consegue fazer toda a logística e viabilizar. Mas não depende só da gente”, destacou o diretor de Engenharia da Docas, Hilário Gurjão, que participou da reunião na sede do Gaema. “A gente vai depender da anuência dos órgãos: Ibama e Capitania dos Portos. Vamos encaminhar e, tão logo eles respondam, nós já vamos estar preparados para o procedimento”, completou.</CW>

Segundo o Gaema, toda a resposta de emergência na operação foi analisada com o apoio de um software desenvolvido para detectar cenários de terrorismo com armas de destruição química.

De acordo com o plano de trabalho encaminhado pela Docas, a operação para os gases explosivos (diborano e diazometano) será feita à distância, com acionamento remoto. Já para o silano, foi construído um reator, que será usado na destruição. Foi elaborado, ainda, um sistema de lavagem de gás para o cloreto de hidrogênio e trifluoreto de boro. Já a fosfina será destruída mediante pirolise, um fenômeno de destruição térmica.

Opções descartadas

Quatro opções haviam sido cogitadas pela Suatrans para o descarte dos gases tóxicos. A Pedreira Engebritas foi descartada pelo risco de seu acesso e a necessidade de transporte terrestre entre Santos e Cubatão. A Ilha de Bagres, no Canal do Estuário, também foi considerada inviável em virtude de condições de vegetação, da proximidade de um terminal portuário e da presença de pessoas no entorno.

A destruição dos gases na Base Aérea de Santos, em Guarujá, também foi considerada inviável por conta de condições climáticas e da proximidade de populações.

Os últimos detalhes para a destruição dos cilindros serão discutidos na próxima sexta-feira, no Gaema. A ideia é que, nesta ocasião, todos os apontamentos de órgãos anuentes já tenham sido feitos.

Também ontem, a promotora Almachia Acerbi criticou a ausência do prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), em uma reunião para tratar do assunto, na semana passada. “É lamentável a ausência do prefeito diante de uma matéria tão complexa para ser discutida”.

Resposta

Em nota, a Prefeitura de Santos informou que o Secretário de Meio Ambiente, Engenheiro Marcos Libório, foi designado pelo Prefeito para acompanhar o caso representando a Prefeitura. Ressaltaram ainda que ele compareceu a todas as reuniões, contribuindo ativamente para a solução encontrada.

A Prefeitura de Santos permanece à disposição do Ministério Público e todas as instituições, para tratar desta e de qualquer outra questão relevante para a cidade.

Fonte:http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/porto%26mar/codesp-quer-destruir-cilindros-com-gases-toxicos-em-alto-mar/?cHash=308be083844beb8a8d70ff285e4c3d67


Prefeitura do Campus lança campanha “Desacelere”

Velocidade máxima permitida no campus será de 40 km/h, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro

No próximo dia 5 de junho (segunda-feira), data que marca o Dia Mundial do Meio Ambiente, será lançada a campanha “Desacelere”, que tem como objetivo conscientizar os condutores de veículos que circulam na Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira” sobre a necessidade de reduzir a velocidade nas vias do campus.

A iniciativa é da Prefeitura do Campus da Capital e da Superintendência de Gestão Ambiental da Universidade.

A campanha, que será veiculada nos relógios digitais e mobiliários urbanos de comunicação do campus, busca melhorar a segurança de pedestres e ciclistas, estabelecendo a velocidade máxima de 40 km/h para os carros que circulam pelo campus, conforme rege o Código de Trânsito Brasileiro.

A partir do dia 12 de junho, as placas de sinalização de trânsito na Cidade Universitária também serão substituídas com a indicação da velocidade máxima permitida.

Fonte: http://www.puspc.usp.br/2017/06/06/prefeitura-campus-lanca-campanha-desacelere/

Vamos reciclar?