Seja parte dessa transformação!
Transformar a educação é transformar o futuro do planeta!
O Ensina Brasil desenvolve lideranças comprometidas com a sustentabilidade, a equidade e o aprendizado nas escolas públicas brasileiras. Acreditamos que a transformação da educação é um dos caminhos mais poderosos para construir um futuro mais justo e sustentável para todos.
Nosso trabalho vai além da sala de aula: buscamos conectar a agenda educacional à agenda climática, investindo na formação de lideranças educacionais que promovem consciência, engajamento e ação local diante dos desafios globais.
Junto ao Teach For All e à nossa rede de parceiros, queremos liderar um movimento de educação climática na América Latina, inspirando novas gerações a aprender, agir e transformar o mundo por meio da educação.
Assim, nós estamos comprometidos com um futuro no qual, um dia, todas as crianças terão uma educação de qualidade!
Uma carta aberta da rede Ensina Brasil para o mundo.
Nós, lideranças da rede Ensina Brasil, acreditamos que transformar a educação é transformar o futuro do planeta.
Diante dos desafios climáticos que marcam nosso tempo, reafirmamos nosso compromisso com a construção de uma educação que forme cidadãos críticos, conscientes e capazes de agir coletivamente pela sustentabilidade e pela justiça socioambiental.
Sabemos que a crise climática é também uma crise de aprendizado, e que é nas escolas, nas salas de aula e nas comunidades que podemos semear as transformações mais duradouras. Por isso, colocamos nossa energia e propósito em fortalecer uma rede de lideranças que atue pela educação climática em todo o Brasil.
Nosso compromisso se sustenta em 4 pilares:
Sensibilizar e engajar novas lideranças comprometidas com a educação climática, ampliando o número de pessoas dedicadas a transformar a educação em resposta aos desafios ambientais do século XXI.
Desenvolver líderes com pensamento crítico, científico e contextualizado, capazes de transformar práticas pedagógicas e promover o protagonismo de estudantes na busca por soluções para desafios climáticos locais e globais.
Criar espaços de diálogo, colaboração e aprendizado mútuo entre ensinas e alumni, fortalecendo a agência coletiva e a atuação em rede para impulsionar a educação climática em diferentes territórios.
Dar visibilidade e fortalecer projetos e iniciativas desenvolvidas por nossos membros, consolidando uma rede de impacto que contribua para a construção de políticas públicas educacionais sustentáveis e perenes ao longo do tempo.
Queremos construir, em conjunto com educadores, gestores públicos, empresas, organizações da sociedade civil e comunidades locais, políticas públicas que garantam continuidade e impacto duradouro, independentemente de conjunturas.
Acreditamos que quando lideranças educacionais se unem em torno de um propósito comum, o futuro se torna mais possível.
Rede Ensina Brasil
Nossas frentes de atuação
Fortalecemos iniciativas que transformam comunidades por meio da educação climática
Desenvolvido por estudantes da Escola Estadual Maria do Carmo Lima (GO), o projeto cria uma solução tecnológica e sustentável para combater o mosquito da dengue. Usando energia solar e materiais acessíveis, o “Capturador Eco Solar” alia inovação e consciência ambiental, transformando alunos em agentes de saúde e sustentabilidade em sua comunidade.
Criado por um estudante do Ensino Médio, o Verdelume é um jogo educativo que une RPG e meio ambiente para ensinar sustentabilidade de forma divertida. O projeto estimula o pensamento crítico e o protagonismo juvenil, levando temas como agricultura familiar, queimadas e descarte de resíduos para o universo dos games e para o cotidiano dos jovens de Águas Lindas (GO).
O ReciclaTec propõe o desenvolvimento de um aplicativo que recompensa atitudes sustentáveis, incentivando a separação e o descarte correto de resíduos recicláveis em Luziânia (GO). A iniciativa combina tecnologia, educação ambiental e inclusão produtiva, fortalecendo cooperativas de catadores e promovendo uma cultura de responsabilidade ambiental e economia circular.
Iniciativa da EMEF Tancredo de Almeida Neves, o simpósio promove a conexão entre estudantes, educadores, famílias e a comunidade da Grande São Pedro a partir da educação socioambiental e da justiça social. Culminando três projetos escolares — Vozes do TAN, Jovens Cientistas em Ação e Esse é o Nosso Manguezal —, o evento valoriza a história e a identidade da comunidade, especialmente das populações negras e periféricas, estimulando o pertencimento e a transformação por meio de práticas sustentáveis e protagonismo juvenil.
O Vozes da EMEF Alberto de Almeida é um projeto de comunicação estudantil que transforma a escola em um laboratório de mídia, cidadania e educação climática. Com produções em podcasts, videocasts, teatro e documentários, os alunos investigam temas como meio ambiente, cultura local e justiça social, dando visibilidade às histórias e desafios do território. Entre as produções estão o documentário “Manguezal Vive”, o podcast “Tá na Roda” e o videocast “Por Trás do Quadro”, que humanizam a escola, inspiram empatia e consolidam a voz dos estudantes como agentes de mudança em suas comunidades.
A Copa reúne estudantes de diferentes escolas em uma competição de robótica focada em desafios ambientais reais, como queimadas, gestão de resíduos e energias renováveis. O projeto integra ciência, tecnologia e sustentabilidade para desenvolver competências técnicas e socioemocionais, formando jovens capazes de criar soluções criativas para os desafios climáticos e sociais do seu território.
Beatriz Morrone é Secretária Adjunta Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Belém. Foi professora de Língua Portuguesa em Mato Grosso.
Ao longo da carreira, liderou políticas educacionais em diversas redes e temas, como educação integral no município do Rio de Janeiro e recomposição de aprendizagens no estado do Pará.
Atuou como consultora de formação docente e gestão no Ministério da Educação. No terceiro setor, assessorou redes de ensino na implementação de políticas pedagógicas. É jornalista e licenciada em Letras.
Cristiano acredita que a força dos professores e das escolas públicas, que seguem ensinando, acolhendo e transformando realidades mesmo diante de tantos desafios, é o que inspira sua atuação pela educação climática.
Defende que a educação climática é também um caminho para construir uma educação resiliente, aquela que prepara estudantes e comunidades para compreender, enfrentar e se adaptar às mudanças do mundo.
Na Nova Escola, acompanha educadores que conectam saberes locais e científicos, promovendo o cuidado com os estudantes e suas comunidades escolares. Eles mostram que a escola pública pode ser um espaço de mobilização social, onde se aprende a agir com empatia, responsabilidade e coragem diante da crise climática. Essa capacidade de transformar desafios em aprendizado coletivo e futuro possível é o que o motiva a seguir atuando por uma educação climática e resiliente.
João Bosco é licenciado em Ciências Biológicas pelo IFCE e possui MBA em Gestão Escolar pela USP/ESALQ. Atualmente, é estudante do Curso de Especialização em Direitos de Crianças e Adolescentes, Interculturalidade e Mudanças Climáticas pela UnB. É Alumni do Ensina Brasil, educador, fundador do Hey Ciência e bolsista do Latin America Youth Climate Scholarship.
Conectar educação com justiça climática é uma forma de resgatar suas origens, já que sua seus pais dependiam do clima para a subsistência na agricultura. Educação climática é ponte para mostrar que parte da solução vem das ações de populações tradicionais e é essencial que professores, alunos e toda comunidade escolar tenham saibam disso de forma crítica. Meu papel é fazer isso chegar nas escolas, de forma que o ensino seja mais do que mostrar o que é educação climática, mas mostrar quem faz parte da solução, quem precisa ter voz e quem são os mais impactados pelos efeitos das mudanças climáticas
Marina Castro é bióloga, mestre em Antropologia Social (UFMT) e especialista em projetos de impacto socioambiental e de cultura. Com atuação em pesquisa, educação e gestão, participou de eventos internacionais sobre educação climática, como a COP28 e o Fórum Global Schools 2030 (UNESCO).
Sua experiência inclui docência, participação em pesquisas junto a comunidades tradicionais, estudos em ecologia, formatação de projetos ESG e voltados à educação climática, além de articulação com redes como o Ensina Brasil e a Teach For All no fortalecimento da agenda climática.
Buscando gerar impacto na intersecção entre educação, cultura e sustentabilidade, Marina conecta saberes e redes para promover a diversidade e o impacto social e ambiental de forma territorializada e coletiva.
Marcela Aguiar é educadora e especialista em implementação de políticas públicas de educação. Atualmente, é gestora de projetos e políticas na Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia de Belém (PA), onde apoia a estruturação de ações voltadas ao fortalecimento das escolas municipais da Amazônia paraense, entre elas, a política de educação ambiental.
Trabalhar com educação pública na Amazônia é, em si, um compromisso com a educação climática, pois envolve promover aprendizagens que conectam território, cultura e sustentabilidade.
Sua trajetória passa pela docência, pela formação de lideranças educacionais e pela gestão de políticas públicas em diferentes contextos e regiões do país. Em cada experiência, busca integrar educação e saberes locais para ampliar a consciência dos estudantes e torná-los cidadãos críticos, engajados em transformar a sociedade, o Brasil e o planeta.
Rodolfo Santos é líder em políticas públicas que unem educação, equidade e ação climática. Assessor de Gabinete e Gestor de Projetos Estratégicos da Secretaria Executiva Pedagógica da SEMEC/Belém — cidade-sede da COP30 — coordena políticas que beneficiam mais de 60 mil estudantes, entre elas, a Política de Recomposição Rios da Aprendizagem.
É cofundador e CEO do ResiliêncIA | Fortalecimento Climático Municipal, negócio de impacto que utiliza inteligência artificial para apoiar prefeituras na elaboração de Planos Locais de Ação Climática, com foco em adaptação e educação climática com justiça social.
Em 2025, foi reconhecido como vencedor da 11ª Brazil Conference at Harvard & MIT, na categoria Impacto Social, pelo protagonismo em soluções que conectam educação, tecnologia e ação climática. Sua trajetória reflete o compromisso com uma transição climática que começa nas escolas e prepara novas gerações para liderar um futuro mais resiliente.a
Rayssa é empreendedora social e cientista social, fundadora e CEO da Manacá Tecnologias Sociais. Atua na criação de soluções baseadas em dados e inteligência artificial para ampliar o impacto positivo de organizações em diferentes contextos e territórios.
Sua trajetória combina experiência em pesquisa, políticas públicas e tecnologia, tendo colaborado com instituições como Unicef, Fundação Lemann, Itaú Social e Banco Mundial.
Alumni do Ensina Brasil e da Motriz (Vetor Brasil), Rayssa é bacharela e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP, bacharela em História pela USP e especialista em Gestão de Projetos pela USP Esalq. Oriunda da escola pública, construiu sua carreira a partir do propósito de transformar dados em ação e democratizar o acesso a tecnologias e ferramentas de impacto.
Hoje, integra redes e comunidades de inovação e lideranças comprometidas com a construção urgente de um futuro mais justo, sustentável e baseado em evidências.
Gabriela Fernández Campos é bioquímica pela PUCV, com diplomas em Normativa e Química Ambiental, Neurociência Educacional e Intervenção Social e Educativa. É Alumni 2023 da Enseña Chile, Conectora Global da Teach For All e integra a equipe de liderança da Rede Latino-Americana de Educação Climática Abya Yala, de onde articula redes internacionais para fortalecer a educação climática.
Cofundadora da Fundação Aprende Verde, liderou iniciativas que promovem a liderança estudantil e a ação ambiental em comunidades educativas. Representou o Chile no Primeiro Acampamento para Docentes da COP29, em Baku (Azerbaijão), no V Congresso Internacional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável e na Cúpula de Ação pela Educação Climática da Teach For All.
É membro da Comunidade de Mudança Climática da Enseña Chile e palestrante nos Seminários de Educação pelo Clima. Atualmente, impulsiona projetos que integram sustentabilidade, inovação pedagógica e justiça climática.
No dia 02 de dezembro, vamos celebrar as iniciativas que vêm fortalecendo a educação climática e a liderança no Ensina Brasil.
O evento “Lideranças pelo Clima: Aprender, Liderar, Transformar o Clima” dá visibilidade para trajetórias e iniciativas que vêm fortalecendo a agenda de educação climática e liderança no Ensina Brasil.
Ao longo do encontro, vamos compartilhar experiências inspiradoras de fellows e alumni que estão transformando suas comunidades, refletir sobre os aprendizados da participação do Ensina Brasil na COP30 e apresentar os próximos passos da frente climática da organização — incluindo o lançamento do ClimaLab e novas oportunidades de engajamento.
Será um espaço para reconhecer conquistas, trocar aprendizados e inspirar novas ações em prol de uma educação pública comprometida com o futuro do planeta.
Quem nos apoia nessa jornada