Ao analisar os indicadores educacionais, como a taxa de rendimento por etapa escolar (aprovação, reprovação e abandono) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, refletimos sobre a distância entre nossa realidade e os objetivos traçados em nosso marco filosófico. Esses dados servem como um norte para a reestruturação do diagnóstico do PPP e para a identificação de ações que possam melhorar nossos resultados.
O Programa de Recomposição das Aprendizagens e a análise dos indicadores socioemocionais têm nos permitido refletir sobre o processo educativo de forma mais ampla. As competências socioemocionais são características individuais que surgem da interação entre predisposições biológicas e fatores do ambiente que se expressam em padrões recorrentes de pensamentos, emoções e ações, evoluindo, continuamente, por meio de vivências formais e informais de aprendizagem e impactam resultados socioeconômicos relevantes ao longo da vida do indivíduo (De Fruyt, Wille e John, 2015). A partir de questionários e pesquisas, identificamos desafios e oportunidades para fortalecer as aprendizagens e o desenvolvimento integral dos(as) estudantes. Essas reflexões são essenciais para que possamos, de fato, alinhar nossas práticas aos princípios que defendemos.
Em síntese, nossa escola é um espaço de inspiração, desafios e conquistas. Guiados por nossos marcos filosóficos e pelos princípios da gestão democrática, buscamos, diariamente, oferecer uma educação de qualidade, que prepare nossos(as) estudantes não apenas para os desafios acadêmicos, mas também para a vida em sociedade. Desse modo, acreditamos que, juntos, podemos construir um futuro mais justo e igualitário, começando pela transformação que a educação é capaz de promover.