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No Descomplica Suri de hoje, que tal recapitularmos o que conversamos nas últimas semanas sobre precificação? Vamos revisar os principais conceitos e reunir links importantes para você começar outubro dominando o novo cenário da Meta. Vamos lá?
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O que muda na cobrança do WhatsApp em outubro?
Mensagens de serviço enviadas pela empresa passam a integrar a nova lógica de cobrança da Meta. No exemplo abaixo, note como ocorrerá a tarifação:
Antes:
Janela de 24h aberta: o cliente chamou, a empresa responde à vontade
— mensagens de serviço sem custo.
A partir do dia primeiro de outubro:
Passa a ser cobrada por mensagem de serviço enviada pela empresa.
A cobrança começa a valer para todas as plataformas oficiais do mercado, ao mesmo tempo.
Em mensagens de serviço entram: respostas de atendentes, automações ou IA durante uma conversa.
As primeiras 1.000 mensagens de serviço do mês são gratuitas por número de WhatsApp. A franquia é renovada mensalmente e a cobrança começa na 1.001ª mensagem. Lembrando que o bônus é exclusivo para MENSAGENS DE SERVIÇO e não para templates.
A Meta confirmou o valor oficial das mensagens de serviço de R$0,0350 por mensagem sem impostos. As simulações desta página consideram R$0,0430 com impostos.
Por que a Meta alterou o modelo?
O WhatsApp se consolidou como o principal canal entre marcas e clientes, mas trouxe um efeito colateral: disparos em massa, mensagens irrelevantes e uma péssima experiência para o usuário. Com o novo modelo da Meta, o custo passa a ser atrelado ao valor.
Se cada mensagem tem um preço, toda interação precisa ser relevante. O jogo mudou: a plataforma agora premia quem cria boas conversas, não quem envia mais volume. Conversar bem nunca valeu tanto.
Como reduzir o impacto da nova cobrança?
Existem várias estratégias práticas que você pode aplicar na sua operação. Confira as principais:
- Redesenhar fluxos: Avalie quais mensagens podem ser otimizadas, elimine interações desnecessárias e foque apenas nas perguntas estratégicas.
- Otimizar a IA: Ajuste os prompts para que a inteligência artificial consolide mais informações em uma única mensagem ou faça múltiplas perguntas de uma vez, reduzindo o volume de respostas.
- Combinar canais: Utilize o Instagram, o Facebook e o Webchat como aliados para auxiliar na conversão de leads sem depender exclusivamente do WhatsApp.
- Reformular templates e mensagens rápidas: Garanta que o seu time utilize comunicações mais assertivas e diretas no atendimento.
E não se preocupe, você não está sozinho nessa missão! Veja o depoimento do nosso cliente Suri Shop, a Animale:
Co a Animale otimizou sua estratégia?Quero apoio da Suri para otimizar minha estratégia
→ Site exclusivo com todas as informações sobre as mudanças
→ Guia da Eficiência Conversacional 2026
→ Live | O Suri Shop evoluiu para o novo cenário do WhatsApp
→ Live | Marketing no WhatsApp: como reduzir custos e continuar gerando resultado
→ Live | Atendimento no WhatsApp: como reduzir custos sem prejudicar a experiência:
→ Live | Como vender mais no WhatsApp trocando menos mensagens
→ O que muda com a Nova Precificação da Meta
Que legal que você acompanhou a gente até o final. Muito obrigada pela leitura e pela ótima companhia de sempre. A gente se encontra na próxima edição com mais novidades quentinhas para você.
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Pegue sua xícara, porque temos novidades: a partir de hoje, nossos boletins de vendas ganham uma coluna exclusiva para manter você um passo à frente de todas as atualizações da Meta.
Para o nosso bate-papo de estreia, o tema não poderia ser outro: vamos desbravar as recentes mudanças no WhatsApp Business. Quer entender como isso impacta o seu negócio? Vem com a gente!
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O que é o Meta One?
O Meta One é uma assinatura opcional que reúne vantagens e recursos adicionais nos principais aplicativos da Meta: WhatsApp, Instagram, Facebook, Messenger e Meta AI. Os planos custam entre R$ 32 e R$ 2.000 por mês e variam conforme o nível de ferramentas que a sua conta exige.
Atualmente, o programa passa por testes limitados. Por esse motivo, a disponibilidade dos recursos pode mudar de acordo com a sua região e a categoria do seu perfil.
Para empresas, o ecossistema oferece o Plano Business, estruturado em quatro categorias principais para facilitar a escolha:
Plano Meta One Essencial
Plano Meta One Avançado
Plano Meta One Expert
Plano Meta One Max
Para exemplificar os benefícios das assinaturas, o plano Avançado oferece recursos como:
Suporte Premium: Assistência especializada para resolução de problemas (limite de um chamado por mês).
Listas de transmissão: Créditos para campanhas comerciais.
Meta Business Agent: Atendimento via IA no WhatsApp.
A disponibilidade destas ferramentas pode variar. Para conferir se o seu perfil já tem acesso, abra o WhatsApp Business e vá em configurações > assinaturas.
Limites de uso do Meta Business Agent: O WhatsApp Business oferece uma cota gratuita e limitada de uso do agente de IA. Ao atingir esse limite, você pode aguardar a renovação do ciclo gratuito ou assinar um plano Meta One para obter mais capacidade de resposta 24 horas por dia, garantindo que seu atendimento automático não seja interrompido.
Observação da Meta: As conversas com IA são utilizadas de acordo com a política de privacidade da empresa. Algumas respostas geradas podem ser imprecisas ou inadequadas. A ferramenta é regida pelos Termos de Serviço dos Meta Business Agents.
A assinatura foi criada para adicionar valor extra aos usuários, o que significa que não substitui as versões gratuitas das redes da Meta, que seguem operando normalmente. Vale destacar também que o objetivo dos planos é oferecer benefícios de uso, e nenhum deles remove a exibição de anúncios nas plataformas.
WhatsApp com nome de usuário: como reservar o seu?
O aplicativo da Meta iniciou a disponibilização gradual de identificadores exclusivos destinados aos perfis corporativos e privados dentro do território nacional. Representada pelo caractere do arroba (@), a ferramenta atua como um nível extra de reconhecimento, viabilizando que o público alcance os negócios sem a exigência de possuir os dígitos telefônicos antecipadamente.
Nos perfis de trabalho, o contato original continua exposto na página da companhia, mas a credencial inédita surge como um método alternativo e pesquisável de localização. Toda linha corporativa demandará um registro individualizado, ainda que o título de exibição da organização seja idêntico entre os variados ramais da instituição.
O agendamento destas chaves já encontra-se operante no país, com a ativação avançando progressivamente. Visto que essas nomenclaturas não admitem duplicidade, instituições focadas em proteger a sua padronização digital devem garantir previamente o termo ideal correspondente a cada canal de atendimento.
Fonte: Terra
Leia mais em: É hora de reservar seu nome de usuário do WhatsApp
E para finalizar, brasilidades no ar:
O Instagram convidou o artista visual e designer gráfico brasileiro Filipe Grimaldi para levar sua expertise em letrismo ao aplicativo Edits. Diretor do Atelier Sinlogo, uma das maiores referências em pintura de letras populares no país, Grimaldi transformou sua arte física em uma ferramenta digital.
O resultado dessa parceria é a BOTECO, uma tipografia exclusiva inspirada nos tradicionais letreiros pintados à mão que dão cor e vida à paisagem urbana do Brasil e da América Latina. Agora, criadores de conteúdo do mundo inteiro podem aplicar essa estética autêntica e nostálgica diretamente em seus Reels.
E por hoje é só, mas não fique com saudades! Preparamos materiais que combinam com essa temática, caso queira estudar mais um pouquinho com a gente.
O WhatsApp ficou mais caro? Venha ouvir esse episódio do Papo Suri
Ainda em dúvida sobre os modelos de conexão do WhatsApp? Leia aqui
Tudo que você precisa saber sobre templates em um webinar exclusivo
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Bom dia, comunidade Suri Shop!
O cardápio da nossa newsletter de hoje está especial.
Vamos abrir a caixa preta da nova precificação da Meta, mas pode respirar fundo, pois estamos aqui justamente para te preparar para essa mudança. Você também vai descobrir exatamente o que o seu cliente exige na hora de ser atendido por uma IA e, para fechar com chave de ouro, temos uma oportunidade incrível de um evento totalmente gratuito em parceria com a Meta.
Já prepare a sua xícara de café e uma ótima leitura.
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Prepara a estratégia, porque a nova precificação do WhatsApp está chegando.
A partir do dia 1º de outubro, a Meta vai começar a cobrar pelas mensagens de serviço, ou seja, aquelas respostas que a sua empresa dá ao cliente dentro da janela de 24 horas.
Todo mundo está correndo para arrumar a casa e os números explicam o motivo. O Chat Commerce Report 2026 revelou que uma conversa com inteligência artificial custa quatro vezes menos que o atendimento humano. E tem mais: a IA recupera 25% dos carrinhos abandonados, enquanto o atendimento tradicional fica na casa dos 20%.
O que isso significa na prática? Que é o momento exato para você limpar a poeira da sua base de conhecimento, revisar seus comandos e ajustar tudo para fazer a economia acontecer.
Uma dica de ouro é treinar a sua IA para fazer um combo logo no início, pedindo todas as informações necessárias em uma única mensagem antes de seguir com o atendimento.
Outra saída inteligente é limitar o número máximo de interações. O truque de mestre não é virar uma máquina de respostas curtas, mas sim entregar exatamente o que o cliente precisa com o menor número de mensagens possível.
Todo mundo sai ganhando, porque não existe nada melhor do que um atendimento rápido, direto e que resolve o problema.
Precisa de ajuda para otimizar? Fala com a Suri
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RECORTE
Sou completamente viciada nessa música.
Livros que todo mundo deveria ler pelo menos uma vez na vida.
Esse jogo é o puro suco da rivalidade. Começa inocente e termina com amizades sendo colocadas à prova.
Se veio a música, é claro que o filme não podia ficar de fora.
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Adoção de IA pelo consumidor brasileiro está crescendo
Segundo o Consumer Pulse 2026, da Bain & Company a inteligência artificial já é a nova parceira de compras de 77% dos brasileiros. E se você quiser visualizar o rosto desse consumidor, os números entregam o perfil exato.
Quem lidera esse movimento é o público de alta renda, batendo a marca de 88%.
A galera da Geração Z vem colada com 82% e as mulheres marcam forte presença com 77%.
Diante de todos esses dados, fica a grande pergunta: como você está usando a IA para facilitar de verdade a vida do seu cliente?
Pare e pense um pouco se você já deixou alguma venda escapar simplesmente por não oferecer as facilidades que acabamos de ver. Colocar isso na balança não é mais um luxo, é uma necessidade absoluta para quem quer acompanhar o ritmo e as exigências desse novo perfil de consumidor.
Bom dia, Comunidade Suri Shop! 💙
Se você acompanha nossas news, já sabe que o modelo de consumo do Suri Shop está mudando.
E, com essa mudança, uma coisa fica ainda mais importante: entender o que você está consumindo.
A partir do novo modelo, o valor da operação passa a considerar dois componentes principais:
Plano Suri Shop → relacionado à utilização da plataforma e à quantidade de clientes atendidos prevista no plano.
Mensagens Meta → relacionadas às mensagens enviadas pelo WhatsApp e tarifadas de acordo com as categorias, regras e valores definidos pela Meta.
Parece simples.
Mas existe um detalhe importante: cliente atendido e mensagem enviada não são a mesma coisa.
É considerado cliente atendido qualquer contato que troque mensagens com a empresa pelo WhatsApp em algum momento do período de cobrança.
E aqui está o ponto: a quantidade de mensagens trocadas não altera a quantidade de clientes atendidos.
Imagine que uma pessoa converse com sua empresa e troque 15 mensagens durante o atendimento.
Para a franquia do plano, ela continua sendo 1 cliente atendido.
As mensagens, por outro lado, são contabilizadas separadamente no consumo de mensageria Meta.
Ou seja: 1 cliente pode gerar várias mensagens.
E é justamente essa separação que ajuda a entender melhor a composição do consumo.
Imagine que seu plano tenha uma franquia de 5.000 clientes atendidos.
Ao atingir esse limite, os novos clientes passam a ser contabilizados como clientes atendidos excedentes, conforme as condições comerciais aplicáveis.
Mas atenção: ultrapassar a franquia não altera automaticamente o seu plano.
O excedente é contabilizado separadamente.
Por isso, acompanhar o consumo ao longo do período é tão importante quanto conhecer a franquia contratada.
Além dos clientes atendidos, existe o consumo de mensageria.
Na tela de consumo, as mensagens são apresentadas por categoria:
Marketing
Utilidade
Autenticação
Service Message
Cada categoria possui suas próprias regras de utilização e tarifação definidas pela Meta.
Isso significa que uma operação pode ter poucos clientes atendidos e, ainda assim, apresentar um volume maior de mensagens.
Por isso, olhar somente para a quantidade de clientes não conta toda a história.
Aqui existe outro ponto que merece atenção.
Quando o cliente envia uma mensagem para a empresa, uma janela de atendimento de 24 horas é aberta ou renovada.
Durante essa janela, a empresa pode responder sem precisar utilizar um template.
Mas existe uma diferença importante:
a janela de 24 horas não significa necessariamente que a mensagem será gratuita.
A partir de 1º de outubro de 2026, as Service Messages enviadas durante a janela padrão passam a ser tarifadas pela Meta.
Existe ainda uma condição especial para conversas iniciadas a partir de anúncios Click-to-WhatsApp da Meta.
Nesse caso, pode ser aberta uma janela especial de 72 horas, durante a qual as Service Messages permanecem sem cobrança, conforme as condições da Meta.
É aí que entra a trava de gastos. Ela permite definir quanto você está disposto a consumir além do valor do plano.
Por exemplo:
Plano Suri Shop: R$ 1.350
Limite adicional: R$ 1.600
Teto adicional configurado: R$ 1.600
Mas existe uma diferença importante: configurar R$1.600 não significa que você será cobrado automaticamente por R$1.600.
A cobrança considera o consumo efetivamente realizado. O valor configurado representa apenas o teto adicional.
E a plataforma ainda permite acompanhar o percentual utilizado, com alertas em 50%, 75% e 90% do limite.
Não basta saber quanto custa o plano.
É preciso entender:
Quantos clientes estão sendo atendidos?
Quantos estão excedendo a franquia?
Quantas mensagens estão sendo enviadas?
Em quais categorias?
Quanto do limite adicional já foi consumido?
Porque quando você entende o que está consumindo, fica muito mais fácil entender o que está pagando.
E esse é o primeiro passo para tomar decisões melhores sobre a operação.
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
Imagine abrir sua fatura e perceber que o valor está maior do que o preço do seu plano.
A primeira reação provavelmente seria:
“Tem alguma coisa errada aqui?”
Nem sempre.
Com o novo modelo de consumo do Suri Shop, o valor final pode ser formado pelo valor fixo do plano + consumos de mensagem meta.
E é justamente por isso que entender a tela de consumo ficou tão importante.
Hoje, vamos descomplicar esse processo.
O plano Suri Shop está relacionado à utilização da plataforma e à franquia de clientes atendidos.
Já alguns consumos variáveis estão relacionados ao uso efetivo da operação, como:
Clientes atendidos excedentes
Mensagens de Marketing
Mensagens de Utilidade
Mensagens de Autenticação
Service Messages
Ou seja: plano e consumo adicional são coisas diferentes.
Por isso, uma fatura maior que o valor do plano não significa, automaticamente, uma cobrança incorreta.
Tudo bem.
Isso não significa que não exista consumo de mensageria.
Lembra da diferença?
Cliente atendido = utilização da plataforma.
Mensagem Meta = utilização do canal WhatsApp.
Uma única pessoa pode trocar várias mensagens com sua empresa.
Nesse caso, ela continua representando um cliente atendido para a franquia, mas as mensagens geradas durante a interação entram separadamente no consumo de mensageria Meta.
Por isso, é importante analisar os dois indicadores.
Essa é uma das dúvidas mais importantes.
A janela padrão de 24 horas define quando a empresa pode responder sem utilizar um template.
Ela não significa necessariamente que todas as mensagens enviadas nesse período serão gratuitas.
A partir de 1º de outubro de 2026, as Service Messages enviadas durante essa janela passam a ser tarifadas pela Meta.
Existe uma exceção destacada no novo modelo: quando a conversa é originada por um anúncio Click-to-WhatsApp, pode existir uma janela especial de 72 horas, na qual as Service Messages permanecem sem cobrança durante o período elegível.
Ou seja: janela de atendimento e gratuidade não são sinônimos.
Aqui a resposta pode estar na própria tela de consumo.
A trava funciona como um limite adicional de gasto.
Quando ela está ativa, você define quanto está disposto a consumir além do valor do plano.
Se o consumo chegar a 100% desse limite, novos envios pelo WhatsApp são bloqueados.
Antes de pensar em erro, vale conferir:
A trava está ativa?
Qual limite foi configurado?
Quanto desse limite já foi consumido?
Se os 100% foram atingidos, o bloqueio é o comportamento esperado.
Aqui também existe uma confusão comum.
Desativar a trava não significa desativar a cobrança.
Significa apenas que não existe um teto adicional configurado para interromper os envios.
Nesse cenário, as mensagens continuam sendo enviadas normalmente e os custos adicionais continuam sendo contabilizados conforme o consumo realizado.
Então, se a intenção é ter mais controle sobre os gastos variáveis, a trava pode ser uma ferramenta importante de acompanhamento.
É: O que gerou esse valor?
Porque, quando você separa plano, clientes atendidos, excedentes e mensageria Meta, a cobrança deixa de parecer uma caixa-preta.
Você passa a enxergar:
o que é plataforma,
o que é WhatsApp,
o que é consumo,
e onde está o seu limite.
E entender isso é o primeiro passo para ter uma operação mais previsível.
Bom dia, Comunidade Suri Shop! ☀️
Tem uma coisa que o varejo já entendeu: não basta mais colocar o produto na prateleira e esperar o consumidor chegar. É preciso entender o que está acontecendo com ele e transformar esse comportamento em estratégia.
Duas movimentações recentes mostram isso muito bem.
De um lado, categorias que antes pareciam pertencer a nichos específicos estão encontrando novos espaços dentro do supermercado. De outro, fatores externos, como o clima, estão mudando a demanda de um dia para o outro.
E o recado para o varejo é o mesmo: quem entende o contexto, vende melhor.
Um estudo da Scanntech mostra que, a cada aumento de 1°C na temperatura, o volume de vendas de bebidas sensíveis ao clima cresce, em média, 4,1%.
Água lidera esse movimento, com alta de 5,7% no volume a cada grau adicional. Isotônicos crescem 5,4%, cervejas 5%, gelo 4,9% e energéticos 3,8%.
E não é só uma questão de vender mais. É uma questão de planejamento.
Uma semana mais quente pode mudar a demanda, o estoque e até a forma como os produtos precisam ser expostos na loja. Com a expectativa de um El Niño mais intenso nos próximos meses, o clima tende a ganhar ainda mais peso nas decisões de abastecimento e operação.
Ou seja: se o termômetro muda, o mix também precisa mudar.
A história da DUX mostra outro movimento interessante.
Produtos como proteínas, creatinas, barras e vitaminas, antes muito associados às lojas especializadas em nutrição esportiva, estão conquistando espaço nos supermercados.
A estratégia da marca passou por entender que existe um consumidor interessado em saúde e bem-estar no cotidiano, e não necessariamente alguém que se identifica como consumidor de suplementos.
Para entrar nesse novo contexto, a DUX adaptou formatos e gramaturas, apostando em versões menores e produtos de consumo rápido para facilitar o primeiro contato e estimular a experimentação.
E aqui está talvez a parte mais interessante para o varejista: não basta abrir espaço na gôndola. É preciso criar contexto.
A recomendação da empresa passa por exposição estratégica, cross-merchandising, premiumização do mix e comunicação educativa no ponto de venda. A ideia é fazer com que suplementos deixem de ser percebidos apenas como produtos esportivos e passem a fazer parte de uma rotina de bem-estar.
O varejo está deixando de trabalhar apenas com categorias e começando a trabalhar com ocasiões de consumo.
Está quente? O consumidor quer se hidratar.
Está buscando mais saúde? Talvez a proteína faça sentido na compra do supermercado.
É uma compra rápida? Uma embalagem menor pode ser mais interessante.
O consumidor não necessariamente pensa em “categoria”. Ele pensa em necessidade.
E é justamente aí que existe uma oportunidade para o varejo: usar dados, comportamento e contexto para decidir o que oferecer, onde colocar, como comunicar e quando ativar.
No fim, a pergunta não é apenas:
“O que o meu consumidor está comprando?”
Mas também:
“O que está acontecendo com o meu consumidor que pode mudar a próxima compra?”
Porque, no varejo de hoje, entender o momento pode ser tão importante quanto entender o produto.
A IA que não quer mais só responder
Já imaginou pedir para uma IA organizar sua viagem, fazer compras, preencher formulários e resolver tarefas por você sem precisar ficar acompanhando cada etapa?
É exatamente nessa direção que a Meta está indo com o Muse, seu novo agente pessoal de IA.
E a diferença aqui está em uma palavra: ação.
Durante muito tempo, a lógica dos assistentes de IA foi relativamente simples: você pergunta, a IA responde. Quer escrever um e-mail? Ela escreve. Quer pesquisar alguma coisa? Ela pesquisa. Quer uma sugestão? Ela sugere.
O Muse quer ir além.
A proposta é que você diga o que precisa, e a IA cuide do caminho para chegar até lá.
O Muse foi desenvolvido para planejar e realizar tarefas na internet. Ele pode navegar por sites, preencher formulários, organizar informações e até fazer compras.
Em determinadas situações, quando a ação exige uma decisão mais sensível, a IA pode parar e pedir autorização antes de continuar.
É uma mudança importante na relação entre pessoas e inteligência artificial.
Porque, até aqui, a IA funcionava muito mais como uma espécie de copiloto.
Agora, começa a ganhar características de agente.
E existe uma diferença enorme entre os dois.
Um copiloto espera você dirigir. Um agente pode receber o destino e começar a trabalhar para chegar lá.
Uma das características mais interessantes do Muse é que algumas tarefas podem continuar sendo executadas mesmo depois que o usuário fecha o aplicativo.
A Meta também está trabalhando com memória para que o agente consiga utilizar informações e preferências que já aprendeu sobre aquela pessoa.
Na prática, isso significa sair do:
“Me dê uma ideia de jantar.”
Para algo mais próximo de:
“Vou receber algumas pessoas em casa. Considera minhas preferências, vê o que posso preparar, monta a lista de compras e organiza tudo.”
A IA deixa de entregar apenas uma resposta e começa a orquestrar uma tarefa inteira.
No lugar onde muita gente já passa boa parte do dia: o WhatsApp.
O Muse foi pensado para funcionar também por meio do aplicativo, transformando uma conversa em uma interface para solicitar e acompanhar tarefas.
Isso é especialmente relevante porque reduz uma das maiores barreiras para a adoção de IA: aprender a usar uma nova ferramenta.
Se a pessoa já sabe conversar no WhatsApp, ela já sabe, em grande parte, como interagir com um agente.
Quanto mais uma IA consegue fazer sozinha, mais importante fica decidir o que ela pode fazer sozinha.
Uma IA que responde errado gera um problema.
Uma IA que age errado pode gerar um problema muito maior.
Por isso, a Meta está criando mecanismos de segurança para controlar o acesso do agente à internet, aos dados e às ações que ele pode executar. A empresa também estabelece momentos em que a aprovação do usuário é necessária antes de determinadas ações.
E talvez esse seja o verdadeiro próximo capítulo da inteligência artificial.
Não estamos mais discutindo apenas se a IA consegue escrever melhor, pesquisar mais rápido ou criar imagens.
Estamos começando a discutir quanto da nossa rotina estamos dispostos a delegar para ela.
A mudança também vale para o atendimento.
Se os consumidores começarem a se acostumar com agentes capazes de resolver tarefas, a expectativa sobre as empresas pode mudar.
Não basta mais ter um chatbot que responde:
“Olá! Como posso ajudar?”
O próximo passo é construir experiências em que a IA consiga entender o objetivo do cliente, reunir as informações necessárias, tomar decisões dentro de regras estabelecidas e conduzir a jornada até a resolução.
É a diferença entre uma IA que conversa sobre o problema e uma IA que trabalha para resolver o problema.
E talvez seja justamente aí que esteja a próxima grande disputa da IA:
quem vai construir os melhores agentes e quem vai confiar neles o suficiente para deixá-los agir?
📚 Para continuar pensando
The Coming Wave, de Mustafa Suleyman, é uma boa leitura para entender como a inteligência artificial está saindo do campo dos modelos que apenas respondem e entrando em uma fase de sistemas cada vez mais autônomos.
🎬 Recorte
Ela (2013) continua sendo uma referência interessante para essa conversa: um filme que imaginava uma IA cada vez mais presente na rotina humana — antes mesmo de termos agentes capazes de fazer parte dela de forma tão concreta.
Bom dia, Comunidade Suri! 💙
Se você acompanhou nossas últimas news, já sabe que o WhatsApp está mudando a forma como algumas mensagens são cobradas a partir de outubro.
Mas tem dois termos que aparecem bastante quando falamos sobre operação de WhatsApp e que podem gerar confusão:
excedente e template.
E entender a diferença entre eles é importante para não olhar para a sua operação apenas pelo valor da mensagem.
Template é um modelo de mensagem previamente criado e aprovado pelo WhatsApp para que uma empresa possa iniciar ou retomar uma comunicação com um cliente em situações que exigem esse formato.
Pense em uma empresa que precisa avisar:
“Seu pedido foi enviado.”
“Seu pagamento foi aprovado.”
“Seu boleto vence amanhã.”
Ou até:
“Sentimos sua falta. Confira as novidades da nossa loja.”
Essas mensagens podem utilizar templates, desde que estejam dentro das regras e categorias definidas pela Meta.
Na prática, o template funciona como uma mensagem estruturada, com conteúdo previamente aprovado e, quando necessário, variáveis que permitem personalização.
E aqui vem um ponto importante: template não significa necessariamente mensagem de marketing.
Existem diferentes categorias de templates, como Marketing, Utilidade e Autenticação, e cada uma segue regras específicas de cobrança.
Aqui precisamos separar duas coisas.
Quando falamos em excedente dentro de uma operação, estamos falando, de forma geral, de um volume que ultrapassa aquilo que foi contratado ou disponibilizado em determinada franquia.
Por exemplo:
Imagine que sua operação tenha uma franquia mensal de mensagens.
Se ela utiliza todo o volume previsto e continua enviando mensagens, o que ultrapassar essa quantidade pode ser considerado excedente, conforme as condições do serviço contratado.
Mas atenção:
excedente da plataforma e tarifa da Meta não são necessariamente a mesma coisa.
A Meta possui sua própria lógica de cobrança por mensagem e categoria.
A partir de 1º de outubro de 2026, a Meta passa a cobrar também pelas mensagens de serviço enviadas pela API Oficial.
Hoje, uma resposta enviada pela empresa dentro da janela de atendimento de 24 horas é gratuita.
A partir de outubro, ela passa a entrar na cobrança.
Ou seja:
a operação precisa começar a olhar para o volume de mensagens com mais atenção.
Não basta saber quantas conversas existem.
É preciso entender:
Quantas mensagens são necessárias para resolver uma demanda?
Quantas são enviadas automaticamente?
Quantas são realmente relevantes?
Quantas poderiam ser eliminadas com um fluxo melhor?
Mesma necessidade. Menos trocas. Mais eficiência.
É justamente esse tipo de detalhe que começa a ganhar importância com a nova lógica de cobrança.
A nova precificação não significa que sua empresa precisa parar de conversar com os clientes.
Pelo contrário.
O WhatsApp continua sendo um dos canais mais importantes para relacionamento e vendas.
O que muda é a necessidade de entender o custo por interação e eliminar mensagens que não ajudam o cliente a avançar.
Automação, segmentação, contexto e inteligência artificial entram justamente aí.
No Suri Shop, os agentes de IA podem atuar na jornada de venda e atendimento, ajudando a responder dúvidas, consultar informações, recomendar produtos e conduzir o cliente sem depender de uma sequência enorme de mensagens.
No novo cenário, eficiência conversacional deixa de ser apenas uma boa prática.
Ela passa a fazer parte da conta.
1. Quantas mensagens são realmente necessárias para resolver uma conversa?
Porque entender a cobrança é importante.
Mas entender a própria operação é ainda mais.
Bom dia, Comunidade Suri!
Nas últimas semanas, falamos bastante sobre a nova precificação do WhatsApp.
Mas talvez exista uma pergunta ainda mais importante:
E se minha empresa não fizer nada?
A mudança da Meta não significa que o WhatsApp deixou de ser um canal rentável.
Mas continuar operando exatamente da mesma forma pode trazer alguns riscos, principalmente para empresas que têm alto volume de mensagens, muitos processos manuais ou conversas longas.
Hoje, vamos colocar esses riscos na mesa.
Esse é o risco mais óbvio.
A partir de 1º de outubro de 2026, mensagens de serviço passam a ser cobradas por mensagem.
Para uma operação que troca poucas mensagens, o impacto pode ser pequeno.
Mas imagine uma empresa com milhares de atendimentos e várias interações por cliente.
Uma mensagem adicional parece pouco. Milhares delas já contam outra história.
Por isso, o primeiro risco é financeiro: continuar tratando mensageria como se cada mensagem não tivesse impacto no custo.
Imagine que um cliente precise falar com três pessoas diferentes para resolver o mesmo problema.
Ele explica novamente.
Espera.
Recebe uma resposta.
Faz outra pergunta.
É transferido.
Explica tudo de novo.
Mais mensagens.
Mais tempo.
Mais esforço.
E, com a nova cobrança, mais consumo de mensageria.
O próprio Suri Shop destaca que operações com transferências, retrabalho e baixa resolução tendem a sentir mais o impacto da mudança.
Por isso, resolver no primeiro contato deixa de ser apenas uma métrica de atendimento.
Passa a ser também uma questão de eficiência financeira.
Automatizar não significa simplesmente colocar um robô para enviar mais mensagens.
Uma automação que manda:
“Olá!”
“Tudo bem?”
“Estamos verificando.”
“Só mais um momento.”
“Obrigada por aguardar.”
“Agora vamos continuar.”
pode até parecer organizada.
Mas se nenhuma dessas mensagens resolve o problema do cliente, elas apenas aumentam a quantidade de interações.
Automação ruim escala desperdício.
Automação boa escala eficiência.
Outro risco está no marketing.
Enviar a mesma campanha para toda a base pode parecer mais simples.
Mas nem todo cliente está no mesmo momento.
Quem acabou de comprar não precisa receber a mesma comunicação de quem está há seis meses sem comprar.
Quem abandonou um carrinho tem uma necessidade diferente de quem nunca demonstrou interesse naquele produto.
Por isso, segmentação passa a ser ainda mais importante.
Mensagem relevante tem mais chance de gerar resposta, conversão e retorno.
E mensagem enviada sem contexto pode virar apenas custo.
Esse talvez seja o risco mais perigoso.
Porque uma operação pode continuar vendendo e, ainda assim, ficar menos eficiente.
Imagine:
Antes:
R$ 10 mil investidos → R$ 50 mil em receita
Depois da mudança:
R$ 15 mil investidos → R$ 50 mil em receita
A receita não caiu.
Mas o retorno piorou.
Por isso, olhar apenas para vendas não será suficiente.
Sua empresa precisa acompanhar também:
custo por mensagem, quantidade de mensagens por atendimento, resolução no primeiro contato, tempo de atendimento, conversão e receita gerada pelo canal.
Existe ainda um risco que não aparece imediatamente na planilha: a experiência.
Se a empresa tentar reduzir custos simplesmente cortando mensagens, pode acabar dificultando o atendimento.
O objetivo não deve ser:
❌ “Vamos mandar menos mensagens.”
Deve ser:
✅ “Vamos eliminar as mensagens que não precisam existir.”
Essa diferença parece pequena.
Mas muda completamente a estratégia.
Não é a cobrança.
É não saber onde sua operação desperdiça mensagens.
Porque, se você não sabe quantas mensagens são necessárias para vender, atender ou resolver uma solicitação, fica muito mais difícil entender o impacto da nova precificação.
E é justamente por isso que este é o momento de começar a olhar para a operação antes de outubro.
Mapear fluxos.
Revisar automações.
Analisar templates.
Segmentar campanhas.
Medir recorrência.
Identificar retrabalho.
E entender quantas mensagens são necessárias para chegar ao resultado.
Para algumas empresas, ela vai representar simplesmente um novo custo.
Para outras, pode ser o empurrão que faltava para profissionalizar a operação.
Porque, no final, a pergunta não deveria ser:
“Como faço para enviar menos mensagens?”
E sim:
“Como faço para precisar de menos mensagens para entregar mais resultado?”
É aí que entram automação, inteligência artificial, integração e uma operação estruturada.
Descomplicou?
Então fique de olho nas próximas atualizações da Suri.
Até outubro, vamos continuar acompanhando as mudanças da Meta e traduzindo tudo para o que realmente importa: o impacto no seu negócio.
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
Tem uma mudança acontecendo no varejo que vai muito além de vender pela internet.
Os marketplaces asiáticos entenderam algo importante sobre o consumidor brasileiro: a compra não precisa começar com uma necessidade. Ela pode começar com uma descoberta.
Em 2025, os brasileiros gastaram cerca de R$130 bilhões em marketplaces e plataformas asiáticas de e-commerce: uma média de R$356 milhões por dia. Entre o primeiro e o último trimestre do ano, a participação dessas plataformas entre os varejistas analisados passou de 32% para 41,5%.
O segredo não está apenas em oferecer produtos baratos.
Plataformas como Shopee, Shein, AliExpress, Temu e TikTok Shop transformaram a jornada: o consumidor entra para navegar, encontra uma recomendação, descobre um produto, compra algo de menor valor e pode voltar pouco tempo depois.
É o “entrar primeiro, descobrir depois”.
E aqui está o ponto que merece atenção do varejo brasileiro: durante muito tempo, a grande preocupação foi aumentar a conversão. Agora, talvez seja preciso pensar também em algo que acontece antes dela: Como fazer o consumidor querer entrar?
Conteúdo, entretenimento, personalização, recomendações e experiências mais fluidas estão diminuindo a distância entre descobrir e comprar. A jornada ficou fragmentada e pode começar em um marketplace, uma rede social, um vídeo, um creator ou até em uma recomendação feita por IA.
Mas existe um segundo lado dessa transformação que não pode ser ignorado.
Enquanto o varejo acelera sua transformação digital, a segurança nem sempre acompanha o mesmo ritmo.
Segundo dados citados pela CNDL, 24% dos ciberataques têm o varejo como alvo. E o problema não está apenas nos sistemas: um ataque pode afetar logística, pedidos, entregas, pagamentos e, principalmente, a confiança do consumidor.
E confiança virou parte da experiência de compra.
De acordo com os mesmos dados, 62% dos consumidores não se sentem confiantes quanto à segurança de seus dados. Isso significa que uma experiência digital pode até ser rápida e conveniente, mas, se o cliente não se sentir seguro, a relação com a marca fica comprometida.
As duas histórias parecem diferentes, mas apontam para a mesma direção: não basta digitalizar. É preciso amadurecer a experiência.
O consumidor quer descobrir produtos com facilidade, receber ofertas relevantes, comprar sem atrito e confiar que seus dados estão protegidos.
Ou seja, o varejo do futuro não será definido apenas por quem vende mais barato ou quem tem mais tecnologia, mas por quem consegue combinar:
descoberta + personalização + conveniência + confiança.
E talvez essa seja a grande provocação da semana: Sua empresa está usando tecnologia apenas para vender mais ou está usando tecnologia para construir uma experiência que faça o consumidor querer voltar?
📚 PARA IR ALÉM
Livro: A Experiência do Cliente, de Robert Dewar — para refletir sobre como cada ponto de contato influencia a percepção de valor da marca.
🎬 Filme: Fome de Poder (2016) — uma boa provocação sobre escala, experiência, modelo de negócio e o que acontece quando uma operação deixa de enxergar apenas o produto e começa a enxergar o sistema por trás dele.
Bom dia, Comunidade Suri! 💜
Até pouco tempo, quando falávamos sobre inteligência artificial, era comum pensar em uma ferramenta que respondia perguntas, criava textos ou ajudava a executar uma tarefa.
Mas e se a IA pudesse receber um objetivo, dividir o trabalho e colocar diferentes agentes para executá-lo ao mesmo tempo?
É essa ideia que ganha força com o OpenClaw 2.0.
A nova versão do agente de IA traz recursos que permitem distribuir tarefas entre diferentes agentes, acompanhar as execuções e reunir os resultados em uma entrega final.
Na prática, imagine que você precisa analisar dezenas de documentos.
Em vez de um único agente fazer tudo sozinho, diferentes agentes podem assumir partes do trabalho simultaneamente. Depois, um agente principal reúne as informações e entrega o resultado.
Parece um detalhe técnico, mas representa uma mudança importante na forma como pensamos sobre IA.
Durante muito tempo, a pergunta era:
“Qual ferramenta de IA pode me ajudar a fazer essa tarefa?”
Agora, começamos a caminhar para outra pergunta:
“Como posso organizar agentes para resolver esse problema?”
E essa mudança pode ser especialmente interessante para empresas.
Porque talvez o próximo passo da automação não seja simplesmente colocar IA em uma tarefa isolada, mas desenhar processos inteiros em que diferentes agentes assumem diferentes etapas da operação.
Um agente pesquisa.
Outro analisa.
Outro executa.
E outro consolida tudo.
No fim, temos algo que se parece menos com uma ferramenta e mais com uma equipe digital trabalhando em conjunto.
Pense em uma operação de atendimento.
Um agente poderia identificar a intenção do cliente. Outro poderia consultar informações do pedido. Um terceiro poderia analisar o histórico da conversa. E outro poderia ajudar a definir o próximo passo.
A tecnologia começa, então, a sair do lugar de “assistente que responde” para ocupar o espaço de “agente que participa da operação”.
É claro que autonomia também traz novos desafios: supervisão, segurança, permissões, qualidade das respostas e definição clara do que cada agente pode ou não fazer.
Mas uma coisa já fica evidente: a próxima geração da IA não será apenas sobre conversar com máquinas. Será sobre fazer máquinas trabalharem juntas.
Livro da semana: A Quinta Disciplina, de Peter Senge.
Uma boa provocação para quem está pensando em IA não apenas como ferramenta, mas como parte de sistemas maiores de trabalho: quando diferentes partes conseguem atuar de forma coordenada, o resultado pode ser muito maior do que a soma das tarefas individuais.
Estrelas Além do Tempo
Uma história sobre diferentes pessoas, habilidades e conhecimentos trabalhando juntas para resolver um problema que parecia grande demais para uma só pessoa.
Talvez seja uma boa metáfora para essa nova fase da IA: não se trata apenas de ter uma tecnologia poderosa, mas de saber como diferentes capacidades podem trabalhar juntas.
A Meta anunciou uma atualização importante no modelo de cobrança da API Oficial do WhatsApp. A partir de outubro de 2026, algumas categorias de mensagens passam a seguir uma nova lógica de tarifação.
E isso traz uma mudança importante para quem vende e atende pelo WhatsApp: cada conversa precisa gerar mais valor.
Com a nova precificação, as mensagens de serviço passam a ser cobradas por envio, enquanto as mensagens classificadas como utilidade deixam de ser gratuitas dentro da janela de atendimento de 24 horas.
Na prática, o WhatsApp continua sendo um canal extremamente relevante para vendas e relacionamento. O que muda é a necessidade de olhar para a operação com mais estratégia.
Porque o problema não é conversar com o cliente.
É conversar sem propósito.
O crescimento do WhatsApp como canal de relacionamento também trouxe alguns desafios: disparos excessivos, mensagens pouco relevantes, processos manuais e experiências que podem gerar frustração para o consumidor.
Com a nova lógica de cobrança, operações pouco estruturadas podem sentir ainda mais esse impacto.
Por outro lado, quem trabalha com segmentação, automação e eficiência no atendimento pode transformar essa mudança em uma oportunidade para otimizar a operação.
Segundo dados divulgados pela Meta, cerca de 98% das mensagens no WhatsApp são abertas, enquanto a taxa média de conversão gira em torno de 12%.
Ou seja: o canal continua tendo um enorme potencial de resultado.
A questão passa a ser:
Estamos usando cada mensagem para aproximar o cliente daquilo que ele realmente precisa?
A nova precificação coloca alguns pontos no radar:
Atendimento: quanto mais vezes o cliente precisa entrar em contato para resolver a mesma questão, maior pode ser o impacto no custo.
Automação: fluxos precisam ser objetivos, bem estruturados e capazes de conduzir o cliente até a solução.
Primeira interação: resolver a necessidade do cliente logo no primeiro contato deixa de ser apenas uma questão de experiência, também pode representar eficiência financeira.
Campanhas: segmentar melhor significa enviar mensagens mais relevantes para as pessoas certas, evitando desperdícios.
Indicadores: tempo de atendimento, recorrência, volume de mensagens e resolução na primeira interação passam a ser métricas ainda mais importantes.
Reputação: a qualidade da operação e a reputação do número continuam sendo fatores fundamentais para uma estratégia saudável no WhatsApp.
É justamente aqui que uma operação estruturada faz diferença.
O WhatsApp não precisa ser um canal de “quanto mais mensagens, melhor”.
Ele pode ser um canal de “cada mensagem tem um objetivo”.
Com automações, fluxos estruturados, segmentação e inteligência aplicada ao atendimento, sua operação consegue reduzir etapas desnecessárias, tornar as conversas mais eficientes e aproveitar melhor cada interação com o cliente.
A nova cobrança não muda o potencial do WhatsApp.
Ela muda a forma como precisamos pensar a operação.
Se antes a pergunta era:
“Quantas mensagens estamos enviando?”
Agora vale perguntar:
“Quanto resultado cada mensagem está gerando?”
Porque, no novo cenário do WhatsApp, vender mais não depende de conversar mais. Depende de conversar melhor.
Afinal, como funciona a cobrança do WhatsApp?
A Meta anunciou mudanças na forma como algumas mensagens são cobradas na API Oficial do WhatsApp. E, junto com a novidade, vieram várias perguntas.
Minha empresa será afetada?
O Suri Shop usa API Oficial?
Vou pagar por cada mensagem?
E como saber se o WhatsApp continua dando retorno?
Respira. 😮💨
Hoje o Descomplica Suri responde às principais dúvidas sobre o assunto, sem transformar isso numa aula de tarifação.
O Suri Shop utiliza a API Oficial do WhatsApp?
Sim.
O Suri Shop opera utilizando a API Oficial do WhatsApp, o que permite trabalhar com mais segurança, escalabilidade, automações, integrações e recursos voltados para vendas e atendimento.
Ou seja: quando falamos sobre as mudanças de cobrança da Meta, elas fazem parte do cenário em que o Suri Shop já opera.
A cobrança da Meta vale para qualquer empresa que usa a API Oficial?
Sim.
A nova política de cobrança da Meta se aplica às empresas que utilizam a API Oficial do WhatsApp Business, seguindo as regras e categorias definidas pela própria Meta.
Por isso, mais importante do que pensar apenas em “quanto custa uma mensagem” é entender como sua operação utiliza o WhatsApp.
Uma operação bem estruturada pode continuar tendo um ótimo retorno mesmo com mudanças na precificação.
Então, quanto custa uma mensagem enviada pela API Oficial?
No Brasil, o valor cobrado pela Meta varia de acordo com a categoria da mensagem e o volume enviado.
Hoje, mensagens de Marketing ficam em torno de R$ 0,31 a R$ 0,35 por mensagem, enquanto mensagens de Utilidade e Autenticação podem variar aproximadamente entre R$ 0,03 e R$ 0,21, conforme o volume da operação.
Mas tem uma mudança importante chegando: a partir de 1º de outubro de 2026, a Meta também passará a cobrar pelas mensagens de serviço, incluindo respostas enviadas dentro da janela de 24 horas.
Ou seja: não existe um único preço para todas as mensagens. O valor depende do tipo de mensagem e das regras de cobrança da Meta para cada categoria.
O que realmente importa é entender:
quanto sua operação investe → quanto ela gera → e onde existem desperdícios.
E é aí que entra o próximo ponto.
Como saber se o WhatsApp ainda dá ROI?
A conta começa de um jeito simples:
Receita gerada pelo WhatsApp ÷ custo da operação = retorno do canal
Mas o custo não é apenas a tarifa da Meta.
É preciso considerar também plataforma, equipe, processos, automações e outros investimentos envolvidos na operação.
Por exemplo:
Se uma operação investe R$ 10 mil no canal e gera R$ 50 mil em receita, existe um retorno de 5x sobre o investimento.
O objetivo não é simplesmente mandar menos mensagens. É fazer com que cada mensagem tenha mais propósito e gere mais resultado.
E por que usar uma API Oficial?
Porque uma operação profissional no WhatsApp vai muito além de simplesmente enviar mensagens.
A API Oficial permite trabalhar com:
Automação + integração + múltiplos atendentes + escala + segurança + recursos para vendas e atendimento.
Na prática, isso significa criar uma operação mais preparada para crescer sem depender exclusivamente de processos manuais.
O verdadeiro desafio não é a cobrança. É a eficiência.
Mudanças de preço podem assustar, mas também podem ser uma oportunidade para olhar para a operação com mais atenção.
Quantas mensagens estão sendo enviadas sem necessidade?
Quantas conversas realmente geram oportunidade?
Quanto o WhatsApp gera de receita para o negócio?
Porque, no fim, não é sobre quanto custa enviar uma mensagem.
Descomplicou?
Se você ainda tem dúvidas sobre as mudanças da Meta, fique de olho nos próximos conteúdos da Suri.
Vamos acompanhar as atualizações, explicar o que realmente muda e, principalmente, mostrar como transformar informação em decisão para a sua operação.
Bom dia, Comunidade Suri! ☀️
“As pessoas não compram apenas produtos. Compram experiências, soluções e histórias que fazem sentido para elas.”
E se a loja física não começasse mais na porta do supermercado?
Ela pode começar no Instagram, continuar no WhatsApp, ganhar força em uma recomendação de influenciador local e terminar no ponto de venda. É justamente esse movimento que o varejo supermercadista vem acelerando.
Uma análise publicada pela SuperVarejo mostra como supermercados estão usando Instagram, TikTok, WhatsApp e atendimento por direct para muito mais do que divulgar ofertas. A estratégia agora é criar uma ponte entre o digital e a experiência física.
Conteúdo sobre produtos, novidades, experiências gastronômicas, bastidores e até informações simples, como onde encontrar determinado item podem funcionar como um convite para visitar a loja.
E tem um detalhe importante: não basta gerar visualização.
O verdadeiro desafio é transformar atenção em ação.
Responder rapidamente, solucionar dúvidas e criar uma comunicação próxima também fazem parte da experiência de compra. A matéria destaca ainda o uso de influenciadores locais, justamente porque a proximidade com a comunidade pode fazer a comunicação parecer mais uma recomendação do que uma publicidade tradicional.
Ou seja: o consumidor pode descobrir a marca no digital, conversar com ela por mensagem e só depois entrar na loja.
Outro movimento interessante aparece na categoria de bebidas sem álcool.
Segundo artigo da SuperVarejo, o mercado de zero álcool já deixou de ser apenas uma tendência de consumo e passou a exigir uma estratégia de execução no ponto de venda.
A lógica é simples: diferentes consumidores compram bebidas sem álcool por diferentes motivos.
Quem busca uma opção depois do treino pode responder a uma ativação próxima de produtos de bem-estar. Quem alterna entre bebidas alcoólicas e sem álcool pode ser impactado pela exposição das duas opções lado a lado. E quem procura uma bebida para uma ocasião social pode responder melhor a uma combinação com snacks ou outros produtos.
Isso muda a pergunta do varejo.
Não é mais apenas:
“Onde colocar esse produto?”
Mas:
“Em qual momento e contexto o consumidor vai querer esse produto?”
As duas movimentações parecem diferentes, mas apontam para a mesma direção.
De um lado, as redes sociais deixam de ser apenas canais de divulgação e passam a participar da jornada de compra.
Do outro, o ponto de venda deixa de organizar produtos apenas por categoria e começa a considerar ocasiões, necessidades e comportamentos.
No fim, a estratégia é a mesma: entender melhor o consumidor para criar mais oportunidades de conexão e compra.
A loja física continua importante. Mas ela já não é o único lugar onde a experiência acontece.
O varejo começa muito antes da gôndola.
E talvez a pergunta para o próximo planejamento seja: em quantos pontos da jornada o seu cliente encontra a sua marca antes de chegar até a loja?
Bom dia, comunidade Suri Shop!
“A inovação distingue um líder de um seguidor.” — Steve Jobs
Quando falamos em inteligência artificial, é fácil imaginar que inovar significa criar algo completamente novo. Mas duas histórias recentes mostram justamente o contrário: às vezes, a maior inovação está em pegar algo que já funciona e adicionar uma nova camada de inteligência.
E a LEGO entendeu isso muito bem.
Enquanto o mercado tradicional de brinquedos cresce lentamente, cerca de 1,7% ao ano, a LEGO decidiu olhar para onde estava indo a atenção das crianças: as telas.
Em uma cidade dinamarquesa com menos de 7 mil habitantes, a empresa triplicou seu time de engenharia de software. O objetivo? Não era transformar a LEGO em uma empresa de tecnologia.
Era vender mais LEGO.
E funcionou: a companhia registrou crescimento de 22% na receita, alcançando cerca de US$ 6,5 bilhões no primeiro semestre, com lucro líquido de aproximadamente US$ 1,4 bilhão.
A estratégia foi simples de entender, mas difícil de executar:
se o digital oferece interatividade, resposta imediata e feedback, o brinquedo físico também pode oferecer.
É daí que entram os chamados Smart Bricks: peças capazes de reagir a movimentos, emitir sons, acender luzes e se conectar a uma plataforma interativa.
O tijolinho continua sendo um tijolinho.
A diferença está na inteligência que foi colocada ao redor dele.
E a LEGO foi além: investiu em propriedades como Star Wars e Pokémon, além de jogos eletrônicos que também colocam a marca dentro do universo digital.
Ou seja, em vez de tentar tirar a criança da tela, a LEGO decidiu usar a tela a favor do brinquedo.
Você não precisa abandonar o que já funciona para inovar. Pode adicionar inteligência ao que já funciona.
Agora saímos dos brinquedos e vamos para a biotecnologia.
Talvez você conheça Lady Gaga pela música, pelos filmes ou pela moda.
Mas existe uma versão menos conhecida da artista: cofundadora de uma startup de tecnologia.
A empresa é a Outer Bio, uma healthtech que acaba de sair do modo stealth após levantar US$ 23 milhões.
O projeto parece coisa de ficção científica: a startup criou a Yuna, uma plataforma que combina hardware + IA para testar novos compostos em pele humana mantida viva fora do corpo.
E aqui está o problema que a empresa quer resolver:
Para descobrir um novo ingrediente para cosméticos ou medicamentos, é preciso testar muitas possibilidades.
Só que a pele humana retirada do corpo normalmente não permanece viva por tempo suficiente para que esses testes sejam feitos da maneira ideal.
A Yuna tenta mudar isso.
A plataforma utiliza uma estrutura impressa em 3D que mantém o tecido nutrido e remove resíduos — funcionando, de certa forma, como um sistema circulatório artificial.
Com isso, a pele pode permanecer viável por até um mês.
Cada experimento realizado gera dados.
Esses dados alimentam a inteligência artificial, que aprende quais compostos têm maior potencial para o próximo teste.
O resultado volta para o sistema.
A IA aprende novamente.
E o ciclo continua.
Teste → dado → previsão → novo teste → aprendizado.
Segundo a empresa, o processo pode reduzir drasticamente o tempo de descoberta: de cerca de dois candidatos a princípio ativo a cada 18 meses para um novo candidato a cada 1,5 mês.
LEGO e Outer Bio parecem estar em mundos completamente diferentes.
Uma vende brinquedos.
A outra pesquisa novos ingredientes para farmacêuticas e empresas de cosméticos.
Mas as duas estão fazendo algo parecido:
pegando um produto ou processo que já existe e adicionando inteligência para torná-lo mais poderoso.
A LEGO não abandonou seus tijolos.
A Outer Bio não abandonou os testes físicos.
A IA entra como uma camada de inteligência, não necessariamente como substituta do que já existe.
E talvez essa seja uma das maiores lições para empresas que estão começando a explorar IA:
A pergunta não precisa ser “o que a IA pode fazer no lugar da minha empresa?”
Pode ser: “o que meu produto conseguiria fazer melhor se tivesse inteligência por trás?”
Antes de pensar em criar algo completamente novo com IA, olhe para o que sua empresa já faz.
Onde existe:
muito trabalho manual?
→ talvez a IA possa automatizar.
muitas decisões repetitivas?
→ talvez a IA possa apoiar.
muitos dados que não são aproveitados?
→ talvez a IA possa encontrar padrões.
uma experiência boa que poderia ficar ainda mais personalizada?
→ talvez a IA possa adicionar essa camada.
A inovação pode não estar em criar um novo produto.
Pode estar em tornar o produto que você já tem muito mais inteligente.
Filme: Ex Machina — porque, além de discutir inteligência artificial, o filme provoca uma pergunta importante: quando uma tecnologia começa a tomar decisões e aprender, onde termina a ferramenta e começa a inteligência?
Livro: A Era da IA, de Henry Kissinger, Eric Schmidt e Daniel Huttenlocher — uma boa leitura para pensar sobre como a inteligência artificial está mudando não apenas ferramentas, mas a própria forma como tomamos decisões.
“As pessoas não compram produtos, elas compram versões de si mesmas.” — Seth Godin
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
Tem uma coisa curiosa no varejo:
A gente costuma pensar que vender mais é colocar um desconto na frente do cliente.
Mas, antes do desconto, existe uma pergunta muito mais importante:
o cliente encontrou aquilo que realmente queria?
No Suri Shop, três recursos trabalham juntos para transformar o catálogo em uma experiência de compra mais organizada: produtos, coleções e descontos.
E talvez esteja aí uma oportunidade que muita loja ainda não está aproveitando.
O produto é o ponto de partida.
Mas cadastrar produtos não deveria ser apenas uma tarefa operacional. É a construção da sua vitrine.
Quanto mais bem estruturado estiver o catálogo, mais fácil fica para o cliente encontrar aquilo que procura e mais simples fica para a operação apresentar seus produtos durante a jornada de compra.
E aqui entra uma mudança de olhar:
seu catálogo não é um estoque digital. É uma ferramenta de venda.
É aí que entram as coleções.
Em vez de apresentar produtos como uma lista infinita, você pode organizá-los de uma maneira que faça sentido para quem compra.
Uma coleção pode reunir produtos por categoria, ocasião, campanha ou estratégia comercial.
Pense, por exemplo:
“Os queridinhos da semana.”
“Volta às aulas.”
“Presentes até R$ 100.”
“Mais vendidos.”
“Para o seu home office.”
Percebe a diferença?
Você deixa de perguntar:
“O que eu tenho para vender?”
E começa a pensar:
“O que faz sentido mostrar para esse cliente agora?”
Porque desconto sem estratégia pode simplesmente diminuir sua margem.
Mas desconto inserido em uma boa experiência pode ajudar a criar movimento.
Uma coleção pode direcionar a atenção.
Um produto pode despertar o interesse.
E um desconto pode ser o empurrão final para a decisão.
É por isso que esses recursos precisam conversar entre si.
Produto mostra.
Coleção organiza.
Desconto incentiva.
E quando os três estão bem pensados, seu catálogo deixa de ser apenas uma vitrine e começa a funcionar como parte da estratégia comercial.
Abra seu catálogo e olhe para ele como se você fosse um cliente que nunca entrou na sua loja.
Pergunte:
Eu sei rapidamente o que essa loja vende?
Consigo encontrar produtos sem precisar procurar demais?
As coleções me ajudam a decidir ou só organizam produtos?
Os descontos estão sendo usados para criar uma estratégia ou apenas para “baratear” produtos?
Se alguma dessas respostas for “não”, talvez o problema não esteja no produto.
Talvez esteja na forma como ele está sendo apresentado.
Porque, no varejo, ter bons produtos é só metade do trabalho. Fazer o cliente perceber que aquele produto é para ele é a outra metade.
E é justamente aí que uma boa experiência de catálogo começa.
Se você ainda não explorou produtos, coleções e descontos dentro do Suri Shop, vale revisitar essa parte da sua operação. A Central de Ajuda da Suri reúne a jornada de configuração do catálogo, incluindo o cadastro de produtos, criação de coleções e cadastro de descontos.
Quem organiza melhor a vitrine, facilita a decisão.
E quem facilita a decisão, vende melhor.
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
“O futuro pertence àqueles que se preparam hoje.” — Malcolm X
Por muito tempo, o número de telefone foi quase uma identidade dentro do WhatsApp.
Era por ele que a empresa reconhecia o cliente, recuperava uma conversa, encontrava um histórico e mantinha aquela relação viva.
Mas o WhatsApp está mudando essa lógica.
E talvez a principal mudança não seja aquilo que o cliente vai enxergar na tela. É aquilo que acontece por trás dela.
O WhatsApp está introduzindo os usernames, aqueles identificadores começando com @, que permitem que uma pessoa seja encontrada sem precisar expor seu número de telefone.
A adoção será opcional. Quem não escolher um username continua usando o número normalmente.
Mas, para quem adotar, o telefone deixa de aparecer por padrão nas conversas.
E aqui começa a parte interessante para quem vende pelo WhatsApp: como continuar reconhecendo esse cliente se o número não estiver mais disponível?
É aí que entra o BSUID.
O BSUID (Business-Scoped User ID) é um identificador técnico gerado pela Meta.
Pense nele como uma espécie de “chave” que permite que o sistema reconheça a relação entre uma empresa e determinado cliente mesmo quando o telefone não está mais disponível para exibição.
E tem um detalhe importante: ele não é um novo número de telefone, nem um username.
É uma identificação técnica usada pelo sistema.
Cada empresa enxerga um BSUID próprio para aquele usuário, justamente porque ele é vinculado ao portfólio de negócios. Isso ajuda a preservar a privacidade do consumidor e evita que o identificador funcione como uma identidade global dentro do WhatsApp.
Imagine que a Ana já conversa com uma loja pelo WhatsApp.
Hoje, o número dela pode ser parte importante dessa identificação.
Amanhã, Ana pode escolher usar @ana e deixar de exibir o telefone.
Para quem olha a conversa, mudou. Para a operação bem estruturada, não precisa mudar quem é aquele cliente.
O sistema continua tendo uma referência para manter a continuidade daquela relação.
Essa mudança mostra uma coisa importante: o futuro do relacionamento com o cliente não pode depender apenas do telefone.
Porque o número é dado; Relacionamento é contexto.
É saber que aquela pessoa já comprou; É reconhecer uma conversa anterior; É entender seu histórico; É conseguir continuar uma jornada sem fazer o cliente começar tudo de novo.
É justamente para preencher essa lacuna que o BSUID existe: manter a operação capaz de reconhecer “quem é quem” mesmo quando o número deixa de estar disponível.
E isso muda a forma como devemos pensar o WhatsApp.
Não como uma agenda cheia de números.
Mas como uma infraestrutura de relacionamento.
Aqui vem uma boa notícia para quem usa a Suri.
A Suri já implementou a captura do BSUID via webhook, no campo user_id, preparando os sistemas para essa nova camada de identificação. O projeto foi desenvolvido com financiamento do Product Development Fund da Meta, e o Proof of Completion foi submetido em 13 de agosto de 2026.
Ou seja: você não precisa sair correndo para mudar sua operação.
A adaptação está acontecendo nos bastidores.
E isso é importante porque a previsão mais recente apresentada no material é de que a adoção de usernames chegue ao Brasil a partir de setembro de 2026.
O cliente pode mudar a forma como é identificado.
Sua empresa não pode mudar a forma como cuida dele.
E talvez esse seja o verdadeiro papel da tecnologia: não impedir a mudança, mas fazer com que ela não interrompa a relação.
“As pessoas não compram produtos; elas compram soluções para problemas.”
— Theodore Levitt
Bom dia, Comunidade Suri! ☀️
Tem uma mudança silenciosa acontecendo no varejo: o consumidor está comprando menos pelo produto isoladamente e mais pela facilidade que aquele produto oferece para entrar na rotina.
Um sachê que cabe na bolsa. Um gel que pode ser consumido durante o treino. Uma refeição que chega em poucos minutos. Uma peça de roupa descoberta enquanto a pessoa navega pelo celular.
No fim, existe algo em comum entre todos eles: quanto menor o esforço para comprar, maior a chance de a compra acontecer.
A Probiótica é um bom exemplo desse movimento. A marca vem apostando em proteínas em sachês, géis energéticos, bebidas em pó e produtos voltados à reposição de eletrólitos. A proposta não é apenas oferecer suplementação, mas adaptar o produto a uma rotina cada vez mais móvel e prática.
E essa lógica vai além do varejo saudável.
Uma pesquisa da CNDL e do SPC Brasil mostra que 62% dos consumidores admitem fazer compras não planejadas pela internet. Moda, beleza e delivery aparecem entre as categorias que mais entram nesse comportamento: roupas, sapatos e acessórios representam 44% das compras por impulso; cosméticos, perfumes e produtos de beleza, 32%; e comidas e bebidas por delivery, 28%.
Mas existe um detalhe importante: o impulso não acontece sozinho.
Promoção é o principal gatilho, citada por 54% dos consumidores, seguida pelo frete grátis, com 45%. Lançamentos aparecem com 25% e descontos com tempo limitado, com 22%.
Ou seja: o varejo tem duas oportunidades diferentes e elas podem trabalhar juntas.
Facilitar a compra e criar um motivo para comprar agora.
Durante muito tempo, a conveniência foi tratada como uma questão logística: entregar mais rápido, facilitar o pagamento e diminuir etapas.
Hoje, ela também está no próprio produto.
Se o consumidor passar o dia fora de casa, uma embalagem individual pode fazer mais sentido do que uma embalagem maior.
Se ele compra pelo celular, uma jornada com poucos cliques pode ser mais importante do que uma página cheia de informações.
Se ele está diante de uma oferta, um benefício claro pode ser suficiente para transformar “vou pensar” em “vou comprar”.
Conveniência deixou de ser um diferencial. Em muitas categorias, ela já faz parte do produto.
E é aí que o varejo pode começar a olhar para uma pergunta diferente:
“Como eu torno essa compra mais fácil de acontecer?”
Não precisa lançar um novo produto ou criar uma superpromoção.
Às vezes, pequenas mudanças na jornada já criam esse efeito.
Em vez de apresentar somente:
“Veja nossos produtos.”
Experimente organizar a oferta por momentos:
Para levar na bolsa.
Para resolver o jantar.
Para quem trabalha fora.
Para presentear.
Para treinar.
Você deixa de vender apenas o produto e começa a vender a solução para uma situação específica.
Produtos menores, complementares ou de entrada podem reduzir a barreira para uma primeira compra.
Um sachê, um acessório, um item complementar, uma amostra, um tamanho menor.
A lógica é simples:
quanto menor o esforço percebido, menor a resistência à compra.
Promoção não precisa significar “queima de estoque”.
Você pode trabalhar com:
tempo limitado + novidade + conveniência.
Por exemplo:
“Chegou hoje. Frete grátis até meia-noite.”
Ou:
“Na compra do produto X, leve Y com condição especial.”
O objetivo não é pressionar o consumidor a qualquer custo. É dar contexto para ele decidir agora.
Se alguém comprou um item, pense:
“O que provavelmente faria sentido para essa pessoa agora?”
É aí que entram recomendações, combos e produtos complementares.
Não é simplesmente aumentar o ticket.
É fazer o consumidor pensar:
“Nossa, eu precisava disso também.”
O WhatsApp pode ser muito mais do que um canal de atendimento.
Você pode transformar a conversa em uma vitrine contextual:
“Você está procurando algo para uso diário ou para uma ocasião específica?”
A partir da resposta, a empresa pode apresentar poucas opções, explicar a diferença entre elas e facilitar a decisão.
Menos catálogo. Mais curadoria.
As duas pesquisas mostram lados diferentes do mesmo comportamento.
De um lado, temos um consumidor que valoriza produtos que se encaixam melhor na rotina.
Do outro, temos um consumidor que pode ser estimulado a comprar algo que nem estava procurando, especialmente quando encontra uma oferta, uma novidade ou uma condição conveniente.
Por isso, talvez a pergunta mais interessante para o varejo não seja:
“Como faço meu cliente comprar mais?”
Mas:
“Como faço para comprar de mim ser a escolha mais fácil?”
Porque quando conveniência encontra relevância, a venda deixa de parecer uma interrupção.
Ela passa a parecer a solução certa na hora certa.
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
“A tecnologia é melhor quando aproxima as pessoas.” — Matt Mullenweg
Imagine se a primeira conversa de uma entrevista de emprego não acontecesse com uma pessoa do RH, mas com uma inteligência artificial.
Isso já está acontecendo.
A Amazon Web Services lançou o Amazon Connect Talent, uma solução que utiliza agentes de IA para conduzir entrevistas, avaliar competências e entregar aos recrutadores transcrições, anotações, pontuações e explicações sobre os resultados. A ferramenta pode aplicar os mesmos critérios aos candidatos e ainda permite que eles façam a entrevista no horário que preferirem.
Parece futurista, mas existe uma questão ainda mais interessante por trás disso:
Se a IA começa a assumir a execução, quais habilidades passam a diferenciar as pessoas?
E é justamente aí que entra a segunda notícia.
Um levantamento citado pela Fast Company Brasil, com dados da Microsoft e do LinkedIn, aponta a inteligência emocional como uma habilidade cada vez mais valiosa na era da IA. Enquanto algoritmos assumem tarefas técnicas e operacionais, competências como empatia, conexão e capacidade de relacionamento ganham espaço.
Ou seja: quanto mais tecnologia temos para fazer, mais importante fica saber por que fazer, como fazer e com quem fazer.
O nível de estresse dentro das empresas vem crescendo, não somente por conta do medo da IA em “tomar” o seu trabalho, mas pelo curioso caso de solidão dentro do ambiente.
Nesse momento delicado em que o ambiente corporativo está passando, o maior diferencial é o cuidado com os colaboradores, onde você pensa em reuniões voltadas para interação e desenvolvimento, não aplicando técnicas de IA no momento em que está ocorrendo a descompressão.
Esse movimento pode mudar muito mais do que o processo de recrutamento.
A IA pode assumir tarefas repetitivas, organizar informações, analisar dados, gerar relatórios e até apoiar decisões. Isso libera as pessoas para atividades que exigem algo que ainda não pode ser reduzido a uma planilha: contexto, criatividade, negociação, liderança, empatia e julgamento.
Na prática, uma empresa pode usar IA para:
→ Automatizar o operacional: deixar tarefas repetitivas com agentes e ferramentas inteligentes.
→ Acelerar decisões: transformar grandes volumes de informação em insights para as equipes.
→ Melhorar processos: identificar gargalos e sugerir caminhos de otimização.
→ Desenvolver pessoas: personalizar treinamentos e identificar lacunas de conhecimento.
→ Dar mais tempo ao time: trocar horas gastas em tarefas manuais por tempo dedicado a clientes, estratégia, inovação do PDI.
Mas existe uma condição: não adianta colocar IA na empresa se as pessoas continuarem trabalhando exatamente como antes e se desgastando mais psicologicamente por conta do medo da IA substituir.
A tecnologia precisa vir acompanhada de novas habilidades.
Comunicação. Pensamento crítico. Inteligência emocional. Capacidade de adaptação. Visão de negócio.
A própria análise sobre as competências mais valorizadas no mercado aponta que, além do domínio de IA, empresas estão buscando profissionais capazes de conectar tecnologia à estratégia, melhorar operações e liderar pessoas.
Talvez a pergunta não seja mais:
“A IA vai substituir meu trabalho?”
Mas sim:
“O que eu consigo fazer melhor agora que não preciso gastar meu tempo fazendo tudo manualmente?”
Porque o verdadeiro ganho da IA não está apenas em fazer mais rápido.
Está em utilizar o tempo economizado para fazer algo que realmente precisa de você.
E você: o que gostaria de deixar de fazer manualmente para ter mais tempo para fazer melhor?
🎥 O Homem Bicentenário (1999)
Pode parecer uma escolha distante do mundo corporativo, mas o filme conversa diretamente com uma questão cada vez mais atual: o que nos torna humanos quando a tecnologia consegue reproduzir cada vez mais aquilo que fazemos?
É uma boa provocação para pensar sobre tecnologia, identidade, relações e os limites entre capacidade técnica e experiência humana.
“Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman
Se a tecnologia consegue executar cada vez mais tarefas técnicas, entender emoções, relações e comportamentos se torna ainda mais relevante.
O livro ajuda a olhar para uma habilidade que muitas vezes fica em segundo plano no ambiente corporativo, mas que influencia diretamente liderança, comunicação, colaboração e tomada de decisão.
"A simplicidade é a sofisticação máxima." — Leonardo da Vinci
Já entrou em uma loja onde tudo parecia estar fora do lugar?
Produtos misturados, categorias confusas e dificuldade para encontrar exatamente o que você procura.
No ambiente físico, essa experiência faz qualquer cliente desistir da compra. No digital, acontece exatamente a mesma coisa.
Quando falamos sobre vender pelo WhatsApp, é comum pensar primeiro na conversa, na IA ou nas campanhas. Mas existe uma etapa anterior a tudo isso: a organização do catálogo.
É ela que determina se o cliente encontra rapidamente o produto desejado ou abandona a jornada antes mesmo de iniciar uma conversa.
Um catálogo bem estruturado não organiza apenas produtos. Ele organiza a experiência de compra.
O primeiro passo é configurar corretamente as informações da sua loja.
Nome, descrição, identidade visual e demais informações ajudam a transmitir confiança desde o primeiro contato.
Quando esses dados estão completos, o cliente percebe profissionalismo antes mesmo de visualizar o primeiro produto.
Categorias não servem apenas para "separar produtos".
Elas ajudam o cliente a navegar com mais facilidade e encontrar exatamente o que procura.
Imagine uma loja de cosméticos.
Em vez de listar centenas de itens em uma única página, o cliente encontra caminhos claros como:
Skincare
Maquiagem
Cabelos
Perfumes
Quanto menos tempo ele gasta procurando, mais tempo ele dedica à compra.
Uma estrutura organizada reduz dúvidas, melhora a navegação e torna a experiência muito mais intuitiva.
Depois da estrutura, vem o conteúdo.
Cada produto deve contar sua própria história.
Fotos de qualidade, descrições claras, preços atualizados e informações completas ajudam o cliente a tomar decisões com mais segurança.
No WhatsApp, onde a compra acontece de forma rápida e conversacional, essas informações fazem toda a diferença para reduzir perguntas repetidas e acelerar o fechamento da venda.
Quando loja, categorias e produtos trabalham juntos, a IA consegue compreender melhor o catálogo, recomendar itens com mais precisão e conduzir o cliente durante toda a jornada de compra.
O resultado não é apenas uma loja mais bonita.
É uma operação mais inteligente, com menos atritos, atendimentos mais rápidos e uma experiência que incentiva o cliente a comprar novamente.
Antes de investir em novas campanhas ou automações, faça uma pergunta simples:
Se eu fosse um cliente chegando hoje à minha loja, encontraria meu produto em menos de um minuto?
Se a resposta for "não", talvez o próximo passo para vender mais não seja anunciar mais, mas organizar melhor o caminho até a compra.
“Marketing é contar uma história sobre as coisas que as pessoas querem ouvir.” — Seth Godin
Tem uma diferença importante entre mandar mensagens para muitos clientes e construir uma campanha que realmente faça sentido para quem está do outro lado da tela.
No WhatsApp, essa diferença fica ainda mais evidente.
A funcionalidade de Campanhas da Suri permite organizar uma base de contatos em uma planilha, personalizar as mensagens a partir de variáveis e realizar envios utilizando templates previamente aprovados pelo WhatsApp. Depois, ainda é possível acompanhar entregas, leituras e respostas.
Mas talvez o mais interessante não esteja no disparo em si.
Está no que você faz antes e depois dele.
Imagine, por exemplo, uma loja que quer recuperar clientes que não compram há algum tempo. Em vez de mandar a mesma oferta para toda a base, ela pode organizar os contatos, personalizar a comunicação e criar uma campanha pensada para aquele momento específico da jornada.
E quando o cliente responde?
A conversa não precisa terminar no disparo. Na Suri, a resposta pode ser direcionada para um departamento ou conectada a um fluxo específico, criando uma continuidade entre campanha, atendimento e venda.
A campanha termina quando a mensagem é enviada?
Não deveria.
Uma campanha bem pensada começa na escolha de quem precisa receber aquela mensagem, passa por o que essa pessoa precisa ouvir e continua em como a empresa vai reagir quando ela responder.
É aí que o disparo deixa de ser apenas marketing e passa a fazer parte da jornada do cliente.
A própria Suri trabalha as campanhas como uma ferramenta para ações de marketing, ofertas, lembretes e relacionamento, conectando comunicação e conversas dentro do WhatsApp.
Antes de criar sua próxima campanha, tente responder:
Quem vai receber?
Por que essa pessoa deveria receber?
O que eu quero que ela faça depois?
E o que acontece quando ela responder?
Se essas quatro respostas estiverem claras, você já não está apenas planejando um disparo.
Está desenhando uma jornada.
👉 Quer colocar isso em prática? Confira o passo a passo de Campanhas na Central de Ajuda da Suri. Central de Ajuda — Campanhas
“As marcas mais fortes não são construídas sobre produtos, mas sobre significados.” - David Aaker
Três produtos por segundo.
Foi essa a velocidade de vendas da Rhode, marca de beleza de Hailey Bieber, durante seu lançamento na Sephora da América do Norte. O resultado ajudou a transformar a chegada da marca às lojas físicas em um dos maiores lançamentos da história da varejista.
Mas talvez o número mais interessante não seja esse.
É o que aconteceu antes dele.
A Rhode nasceu digital, construiu desejo nas redes sociais, criou produtos com uma identidade muito clara e só depois levou essa comunidade para o varejo físico. Quando chegou à Sephora, a marca já tinha algo que muitas empresas passaram anos tentando construir: gente esperando para comprar.
Antes mesmo do lançamento, a Sephora registrou cerca de 2 milhões de buscas por Rhode em seu site. A procura foi tão forte que a varejista optou por colocar a marca imediatamente em todas as suas lojas físicas nos Estados Unidos e Canadá, em vez de fazer um lançamento gradual.
E aí está uma provocação importante para o varejo:
o ponto de venda não precisa ser o lugar onde o desejo começa.
Ele pode ser o lugar onde o desejo, construído em outros canais, finalmente vira experiência e compra.
A Rhode entendeu isso muito bem. Sua estética minimalista, criada e reconhecida nas redes, foi transportada para as lojas com displays próprios, espelhos e espaços pensados também para gerar conteúdo. Ou seja: a experiência física não interrompeu a estratégia digital, ela virou parte dela.
Talvez a grande lição da Rhode não seja “tenha uma celebridade por trás da sua marca”.
É outra:
construa uma marca que as pessoas reconheçam antes mesmo de entrar na loja.
O consumidor de hoje pode descobrir seu produto no TikTok, pesquisar no Instagram, conversar com alguém pelo WhatsApp, visitar a loja e só então comprar.
Esses pontos de contato não competem entre si.
Eles constroem a mesma jornada.
E, quando existe consistência entre eles, o varejo deixa de ser apenas um lugar de transação e passa a ser uma extensão da marca.
A Rhode começou com apenas três produtos em 2022 e, depois de construir sua comunidade no digital e em pop-ups, chegou à Sephora. Em 2025, a marca foi adquirida pela e.l.f. Beauty por US$ 1 bilhão.
No fim, vender rápido é consequência. O verdadeiro trabalho está em fazer o cliente chegar querendo comprar.
📚 PARA LER: A Experiência Disney, de Bruce Jones e The Disney Institute.
🎬 PARA ASSISTIR: Air: A História por Trás do Logo — uma ótima história sobre como produto, cultural, comunidade e narrativa podem transformar uma marca em algo muito maior do que aquilo que ela vende.
Bom dia, Comunidade Suri Shop!
“O futuro já chegou — só não está distribuído igualmente.”
— William Gibson
Durante muito tempo, falar sobre inteligência artificial era falar sobre telas, prompts e ferramentas que respondiam às nossas perguntas.
Mas a IA está começando a ocupar outros espaços.
E talvez esse seja um dos sinais mais interessantes de que ela deixou de ser apenas software.
No primeiro semestre de 2026, as vendas globais de robôs humanoides cresceram 272% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de aproximadamente 5,1 mil para 19,1 mil unidades. E existe um detalhe ainda mais impressionante: empresas chinesas responderam por mais de 97% dos embarques globais.
Ou seja: a corrida pela IA não está acontecendo apenas dentro dos computadores. Ela está chegando às fábricas, aos armazéns e, cada vez mais, ao mundo físico.
Mas enquanto alguns modelos estão aprendendo a andar, carregar objetos e executar tarefas, outros estão começando a deixar uma espécie de assinatura invisível no que produzem.
A Anthropic anunciou que novos modelos do Claude passarão a incorporar marcas d’água invisíveis e identificáveis por máquina em textos gerados por IA. A iniciativa está relacionada às exigências de transparência do AI Act europeu e busca facilitar a identificação e a rastreabilidade de conteúdos produzidos por inteligência artificial.
E aqui está a parte que mais nos interessa:
a IA está ficando mais presente e, ao mesmo tempo, mais identificável.
Ela pode estar no corpo de um robô trabalhando ao nosso lado ou em um texto que parece ter sido escrito por uma pessoa. Por isso, a discussão começa a mudar.
Já não é apenas:
“O que a IA consegue fazer?”
Agora também precisamos perguntar:
“Onde ela está entrando?”
“Quem está usando?”
“Como sabemos que aquilo foi produzido por ela?”
Para empresas, isso abre uma conversa importante sobre produtividade, automação e, principalmente, responsabilidade.
Ela está ocupando espaço, executando tarefas e deixando rastros.
Porque quanto mais a IA participa da operação, do atendimento, da criação e da tomada de decisão, mais importante fica saber diferenciar eficiência de dependência e automação de ausência de critério humano.
A tecnologia está avançando rápido.
Talvez o nosso trabalho não seja correr atrás dela.
É aprender a decidir onde vale a pena deixá-la correr por nós.
Depois de Yang (2021)
Um filme delicado sobre tecnologia, memória e relações humanas. Sem grandes explosões ou robôs dominando o mundo, ele faz uma pergunta muito mais interessante: o que acontece quando uma tecnologia passa a fazer parte da nossa vida de um jeito que só percebemos quando ela deixa de estar ali?
Klara e o Sol — Kazuo Ishiguro
Uma inteligência artificial observa o mundo, as pessoas e suas relações tentando compreender o que significa ser humano. Uma leitura perfeita para pensar sobre os limites entre tecnologia, emoção e experiência.
Uma venda pode durar poucos minutos. Um relacionamento pode durar anos.
No varejo, conquistar um novo cliente costuma ser muito mais caro do que vender novamente para quem já conhece a sua marca. Por isso, cada compra é uma oportunidade de criar conexões e transformar consumidores em clientes recorrentes.
É exatamente nesse momento que o Campo Customizado da Suri Shop faz a diferença.
Com essa funcionalidade, você pode solicitar informações extras durante a jornada de compra ou na venda assistida, como data de aniversário, preferências, tamanho, estilo ou até mesmo um cadastro para participar do programa de fidelidade da loja. Você define quais informações deseja coletar e escolhe se o preenchimento será obrigatório ou opcional.
Mas o maior valor não está apenas em preencher um formulário. Está no que você faz com esses dados depois.
Em vez de oferecer apenas um cartão fidelidade tradicional, pense em formas de criar experiências personalizadas:
Envie uma mensagem de aniversário com um benefício exclusivo.
Avise quando um produto que combina com compras anteriores voltar ao estoque.
Crie campanhas segmentadas para clientes que compram uma determinada categoria.
Convide clientes frequentes para lançamentos, pré-vendas ou condições especiais.
Ofereça recomendações de produtos com base no histórico de compras.
Faça um pós-venda perguntando como foi a experiência e mostrando que a relação não terminou no pagamento.
Quando o cliente percebe que a marca o conhece e se comunica de forma relevante, a chance de uma nova compra aumenta significativamente.
A tecnologia facilita a venda, mas é a personalização que fortalece a confiança.
💡 Dica Suri: ao solicitar informações adicionais, explique sempre o benefício para o cliente. Em vez de apenas pedir um cadastro, mostre o que ele ganha: acesso antecipado a promoções, benefícios exclusivos, ofertas personalizadas ou uma experiência de compra mais prática. Quanto mais claro for o valor dessa troca, maior será a taxa de adesão.
Porque vender pelo WhatsApp é importante. Construir um relacionamento que faz o cliente voltar é ainda melhor.
"A reclamação mais perigosa é aquela que nunca chega até você." — Adaptado de Bill Gates
Existe um momento no atendimento que costuma passar despercebido por muitas empresas: o instante em que a conversa termina.
O cliente recebeu a resposta, o pedido foi concluído e a equipe segue para o próximo atendimento. Parece o fim da jornada, mas, na verdade, pode ser o início do aprendizado mais valioso para o negócio.
Toda interação deixa uma impressão. Algumas viram elogios espontâneos, outras se transformam em novas compras. Mas também existem aquelas experiências que nunca são compartilhadas e, silenciosamente, afastam clientes.
É justamente para dar voz a essas percepções que existe a Pesquisa de Satisfação da Suri.
Mais do que perguntar "Como foi o atendimento?", essa funcionalidade cria um canal direto para entender como a experiência foi percebida por quem realmente importa: o cliente.
E o mais interessante é que o valor da pesquisa não está apenas na nota recebida.
Uma avaliação positiva confirma que o caminho está certo. Já uma avaliação negativa revela exatamente onde existe espaço para evoluir. Em ambos os casos, a empresa ganha informação — e informação é uma das ferramentas mais poderosas para crescer.
Empresas que criam o hábito de acompanhar esses indicadores deixam de tomar decisões baseadas em suposições. Elas entendem quais atendimentos encantam, quais processos precisam de ajustes e onde a experiência pode ser mais simples, rápida e humana.
No dia a dia, isso significa reconhecer colaboradores que fazem um atendimento excepcional, identificar gargalos antes que se tornem reclamações e construir uma operação que melhora continuamente.
A Pesquisa de Satisfação disponível nas Habilidades da Suri automatiza esse processo, enviando a solicitação de avaliação ao final do atendimento e centralizando os resultados para acompanhamento da equipe. Assim, o feedback deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da estratégia da empresa.
Nem todo cliente insatisfeito reclama.
Muitos simplesmente deixam de comprar.
Por isso, perguntar como foi a experiência não deve ser visto como uma formalidade, mas como uma oportunidade de preservar relacionamentos, fortalecer a confiança e descobrir melhorias que dificilmente apareceriam em um relatório de vendas.
Ouvir o cliente não muda apenas o atendimento.
Muda a forma como a empresa evolui.
"As pessoas não compram o que você faz; elas compram o porquê você faz."
— Comece pelo Porquê
Durante anos, parecia inevitável que o digital engolisse o varejo físico. Afinal, quem conseguiria competir com a conveniência de comprar qualquer produto em poucos cliques?
Mas uma notícia recente mostra que a lógica não é tão simples assim.
Nos Estados Unidos, as livrarias independentes estão vivendo um renascimento surpreendente. Desde 2020, o número de estabelecimentos cresceu cerca de 70%, contrariando todas as previsões de que esse modelo de negócio desapareceria diante dos grandes marketplaces.
E a pergunta mais interessante não é como elas sobreviveram.
É por que as pessoas voltaram.
As novas livrarias entenderam uma coisa que vale para qualquer segmento: competir por preço ou variedade contra gigantes é uma batalha difícil.
Então elas mudaram o jogo.
Em vez de vender apenas livros, passaram a criar experiências. Cafés, clubes de leitura, eventos, recomendações personalizadas, encontros entre clientes e espaços onde as pessoas simplesmente gostam de permanecer. O livro continua sendo vendido, mas ele deixou de ser o único motivo da visita.
No fim das contas, elas não disputam apenas atenção.
Elas disputam pertencimento.
Não importa se você vende roupas, cosméticos, alimentos ou eletrônicos.
Hoje, clientes procuram mais do que um bom produto. Eles querem sentir que compraram no lugar certo.
É por isso que pequenos detalhes fazem tanta diferença:
lembrar o nome do cliente;
recomendar um produto pensando no histórico dele;
criar uma comunidade em torno da marca;
manter um relacionamento depois da compra;
transformar o WhatsApp em um canal de conversa, e não apenas de ofertas.
Quando a experiência é memorável, o preço deixa de ser o único fator da decisão.
A inteligência artificial consegue responder mais rápido, organizar processos e tornar o atendimento muito mais eficiente.
Mas ela também abre espaço para algo ainda mais importante: o atendimento humano acontecer nos momentos que realmente importam.
Enquanto a tecnologia cuida da operação, sua equipe pode cuidar daquilo que nenhuma automação substitui completamente: criar conexões.
Talvez essa seja a maior tendência do varejo para os próximos anos.
Em um mundo cada vez mais digital, vence quem consegue ser mais humano.
O sucesso das livrarias independentes mostra que conveniência sozinha não constrói fidelidade. Clientes continuam escolhendo marcas que oferecem boas experiências, criam comunidade e fazem cada interação parecer única. A tecnologia acelera esse processo, mas é o relacionamento que faz as pessoas voltarem.
You've Got Mail
Uma pequena livraria de bairro enfrenta a concorrência de uma grande rede, enquanto explora o valor do atendimento próximo, da curadoria e do vínculo com os clientes.
A Economia da Experiência — B. Joseph Pine II e James H. Gilmore
Um clássico que explica por que empresas que criam experiências memoráveis conseguem gerar mais valor do que aquelas que vendem apenas produtos.
"O melhor jeito de prever o futuro é criá-lo."
— Alan Kay
A inteligência artificial está entrando em uma nova fase. Não basta mais ser inteligente: ela também precisa ser sustentável como negócio.
Nesta semana, a OpenAI iniciou no Brasil o projeto piloto que leva anúncios ao ChatGPT. A publicidade será exibida apenas para usuários dos planos Free e Go, sempre identificada como conteúdo patrocinado e separada das respostas da IA. Segundo a empresa, os anunciantes não terão acesso às conversas nem às memórias dos usuários, e será possível controlar a personalização dos anúncios nas configurações da plataforma.
Para quem acompanha o mercado de tecnologia, a novidade era esperada. Manter modelos de inteligência artificial custa bilhões de dólares em infraestrutura, processamento e treinamento. A publicidade surge como um novo modelo para financiar esse crescimento.
Mas existe uma mudança ainda maior acontecendo.
Estamos entrando na era em que as decisões de compra deixam de começar em um mecanismo de busca e passam a acontecer dentro de uma conversa com uma IA.
O consumidor já pergunta qual notebook comprar, qual restaurante escolher, qual software contratar ou qual destino visitar. Se antes as empresas disputavam espaço no Google, agora começam a disputar relevância dentro dos próprios assistentes inteligentes.
E isso muda completamente a lógica do marketing digital.
Enquanto algumas empresas transformam a IA em plataforma de mídia, outras a transformam em produto.
A OPPO lançou oficialmente a linha Reno16 no Brasil apostando justamente nesse caminho. O destaque não está apenas no design holográfico inspirado em galáxias, mas no conjunto de recursos de inteligência artificial embarcados no aparelho.
Entre as novidades estão ferramentas para edição inteligente de imagens, criação automática de colagens, efeitos criativos para fotos, organização de conteúdos e experiências personalizadas dentro do sistema operacional. A proposta é simples: permitir que qualquer pessoa produza conteúdo com qualidade profissional diretamente pelo celular.
Essa estratégia mostra um movimento importante do mercado.
A IA deixou de ser um aplicativo separado e passou a fazer parte da experiência do usuário. Ela edita fotos, organiza arquivos, escreve textos, resume conteúdos e automatiza tarefas sem que a pessoa precise procurar uma ferramenta específica.
No futuro, provavelmente nem diremos mais que um produto "tem IA". Ela será tão comum quanto ter câmera ou conexão com a internet.
Essas duas notícias contam a mesma história.
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma tecnologia inovadora e passou a ser uma infraestrutura de negócios.
De um lado, ela cria novos espaços para comunicação entre marcas e consumidores.
Do outro, torna-se um recurso invisível que melhora produtos, automatiza processos e simplifica experiências.
Para empresas, o desafio não é apenas usar IA.
É descobrir como gerar valor antes que a tecnologia vire apenas mais uma commodity.
Quem conseguir oferecer experiências realmente úteis continuará sendo lembrado — independentemente da ferramenta utilizada.
"A automação não substitui um bom atendimento. Ela apenas revela a qualidade do processo que já existe."
A inteligência artificial se tornou uma das maiores apostas para quem vende pelo WhatsApp. Mas existe um erro que continua sendo comum: acreditar que basta ativar uma IA para melhorar o atendimento.
Não basta.
Uma IA sem contexto responde. Uma IA bem configurada resolve.
A diferença parece pequena, mas é ela que determina se o cliente terá uma experiência fluida ou ficará preso em respostas genéricas, informações desencontradas e conversas que não chegam a lugar nenhum.
É por isso que a configuração do assistente merece tanto cuidado quanto a criação do seu fluxo de atendimento. A IA precisa entender qual é o seu papel, quais informações pode utilizar e, principalmente, quais limites deve respeitar.
Muitas empresas concentram seus esforços em escolher o tom de voz do assistente, mas esquecem do que realmente alimenta suas respostas: a base de conhecimento.
Quanto mais organizada, atualizada e estruturada estiver essa base, maior será a capacidade da IA de orientar o cliente com segurança. O contrário também é verdadeiro: documentos desatualizados ou instruções confusas aumentam as chances de respostas imprecisas.
No fim das contas, a IA não "sabe" mais do que aquilo que você ensina.
Outro ponto interessante é que nem toda conversa deve começar com a IA.
Quando o cliente primeiro escolhe um assunto — como Suporte ou Dúvidas Frequentes — e só então conversa com o assistente, a experiência tende a ser muito mais eficiente. O contexto já está definido e a IA consegue direcionar a conversa sem competir com menus, botões ou fluxos automáticos.
É uma mudança simples, mas que melhora significativamente a qualidade do atendimento.
Quando pensamos em IA, normalmente discutimos modelos, prompts e tecnologia.
Mas, na prática, o resultado depende muito mais da organização da empresa do que da inteligência da ferramenta.
Uma boa IA começa com um bom processo.
Na Central de Ajuda você encontra as boas práticas para configurar a Suri Assistant, estruturar a base de conhecimento e definir o comportamento ideal da IA para o seu atendimento.
"Os detalhes não são detalhes. Eles fazem o design." — Charles Eames
Quando pensamos em feriados, a primeira preocupação costuma ser a equipe: quem vai trabalhar, quais lojas estarão abertas ou como ficará a operação.
Mas existe outra pergunta importante: o seu atendimento está preparado para esses dias?
A verdade é que muitos clientes não deixam de comprar porque é feriado. Pelo contrário. Eles continuam enviando mensagens, tirando dúvidas e esperando uma resposta — muitas vezes em horários diferentes da rotina da empresa.
É nesse momento que pequenas configurações fazem uma grande diferença na experiência.
Configurar corretamente os feriados na plataforma não é apenas uma questão operacional. É uma forma de alinhar a expectativa do cliente com a disponibilidade do seu time. Afinal, ninguém gosta de esperar uma resposta sem saber quando ela vai chegar.
Empresas que oferecem um bom atendimento não pensam apenas no que acontece durante o expediente.
Elas também se preocupam com os dias em que a operação funciona de forma diferente.
Ao cadastrar os feriados na Suri, você garante que a plataforma reconheça essas datas e adapte o comportamento das automações de acordo com a realidade da sua empresa. Assim, é possível evitar respostas fora de contexto e manter uma comunicação mais transparente com quem entra em contato.
Antes de cada feriado prolongado, vale fazer uma revisão rápida:
Os feriados do ano já estão cadastrados?
Existem datas municipais ou estaduais que precisam ser adicionadas?
As mensagens automáticas refletem a disponibilidade da sua equipe?
São ajustes simples, mas que ajudam a manter uma experiência consistente, mesmo quando a rotina muda.
Um bom atendimento não depende apenas da velocidade das respostas.
Ele também depende de preparar a operação para os momentos em que ela não estará funcionando como de costume.
Planejar os feriados hoje é evitar dúvidas, expectativas frustradas e retrabalho amanhã.
Quer aprender como cadastrar e gerenciar os feriados na plataforma?
Consulte o guia completo na Central de Ajuda da Suri: Habilidades > Feriados.
Bom dia, comunidade Suri Shop!
"A inovação distingue um líder de um seguidor." — Steve Jobs
Entre os dias 28 e 30 de julho, o Fórum E-commerce Brasil reúne milhares de profissionais para discutir o futuro do comércio digital. Todos os anos, o evento revela tendências, novas tecnologias e mudanças no comportamento do consumidor.
Mas existe uma pergunta que vale mais do que qualquer previsão:
Como transformar essas tendências em resultado para quem vende todos os dias?
É justamente essa resposta que a Suri leva para o Fórum deste ano.
Enquanto grande parte do mercado ainda debate o potencial da Inteligência Artificial, a Suri apresenta aplicações práticas que conectam marketing, vendas, atendimento e relacionamento dentro de uma única jornada no WhatsApp. Não como uma promessa para os próximos anos, mas como soluções que já fazem parte da plataforma.
O consumidor não pensa mais em loja física, e-commerce ou WhatsApp.
Ele simplesmente espera que sua compra continue de onde parou.
Se iniciou uma conversa pelo anúncio, quer receber recomendações sem precisar repetir informações. Se encontrou o produto, espera pagar sem trocar de aplicativo. Se comprou, quer acompanhar o pedido na mesma conversa.
É exatamente essa continuidade que a Suri vem construindo.
Durante o Fórum, a empresa apresenta uma visão em que toda a jornada acontece dentro do WhatsApp: da descoberta do produto ao relacionamento pós-venda, eliminando barreiras entre sistemas e aproximando marcas e consumidores.
A IA já deixou de ser apenas uma ferramenta para responder mensagens.
Na Suri, ela assume um papel estratégico.
Os Agentes de IA são capazes de compreender o contexto da conversa, consultar bases de conhecimento, apresentar produtos, conduzir atendimentos e automatizar grande parte da operação comercial. A proposta é permitir que empresas automatizem até 70% dos atendimentos, mantendo qualidade e personalização em escala.
Mais do que responder perguntas, a IA passa a participar da venda.
Outra novidade apresentada no Fórum é a evolução do ecossistema da plataforma.
Integrações com VTEX, login B2B, múltiplas vitrines, gatilhos inteligentes de cupons, novos meios de pagamento, PDV no WhatsApp e melhorias no painel de atendimento mostram um objetivo claro: reduzir a complexidade operacional para que as equipes possam dedicar mais tempo ao que realmente importa: vender e construir relacionamento.
Os resultados já aparecem na prática.
Clientes que utilizam a plataforma registram indicadores como 20% de recuperação de carrinhos, 69% de conversão em vendas e integrações capazes de conectar diferentes operações comerciais em uma única experiência.
O Fórum E-commerce Brasil sempre aponta para onde o mercado está caminhando.
Neste ano, a Suri mostra que esse caminho passa por menos atritos, mais inteligência e jornadas completas dentro do canal em que o consumidor já escolheu estar: o WhatsApp.
O futuro do varejo não será definido por quem possui mais tecnologia.
Será construído por quem consegue fazer essa tecnologia trabalhar a favor da experiência do cliente.
🎬 Jobs (2013)
A trajetória de Steve Jobs mostra que inovação não está apenas na tecnologia, mas na capacidade de reinventar a experiência do cliente.
📚 A Quarta Revolução Industrial, de Klaus Schwab
Uma leitura sobre como IA, automação e novas tecnologias estão redefinindo negócios, consumo e competitividade.
"A tecnologia amplia tanto as oportunidades quanto as responsabilidades de quem a utiliza." — Satya Nadella
Enquanto uma corrida espacial silenciosa ganha força para levar internet a qualquer lugar do planeta, outro movimento acontece bem mais perto das empresas: ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados atravessam fronteiras e mostram que a transformação digital não acontece apenas para quem inova, mas também para quem tenta explorar vulnerabilidades.
Nesta semana, duas notícias reforçam um mesmo ponto: tecnologia em escala exige estratégia em escala.
A Amazon solicitou autorização à agência reguladora dos Estados Unidos para lançar mais de 5 mil satélites como parte do Projeto Kuiper, iniciativa que pretende competir diretamente com a Starlink na oferta de internet via satélite.
Na prática, isso significa mais conectividade para regiões remotas, menor dependência de infraestrutura terrestre e uma nova etapa da disputa entre gigantes da tecnologia pela base que sustentará inteligência artificial, computação em nuvem, dispositivos conectados e novos serviços digitais.
A tendência é clara: quanto maior a conectividade, maior será a quantidade de dados circulando e mais inteligentes precisarão ser as empresas para aproveitá-los.
Ao mesmo tempo, pesquisadores identificaram que um vírus bancário desenvolvido por grupos brasileiros passou a figurar entre as principais ameaças para empresas em Portugal, mostrando como ataques digitais deixaram de respeitar fronteiras geográficas.
Esses malwares utilizam engenharia social, automação e técnicas sofisticadas para roubo de credenciais e informações financeiras corporativas.
O recado é simples: investir em tecnologia sem investir em segurança já não é uma opção. Quanto mais digital uma operação se torna, mais importante passa a ser a cultura de prevenção, treinamento das equipes e processos de proteção de dados.
As duas notícias parecem falar de assuntos diferentes, mas apontam para a mesma direção.
De um lado, empresas disputam quem será responsável por conectar o mundo. Do outro, criminosos aproveitam exatamente essa mesma infraestrutura para ampliar o alcance de seus ataques.
Para o varejo, isso significa que inovação e segurança precisam caminhar juntas. Inteligência artificial, automação e conectividade aceleram negócios, mas também exigem governança, proteção de dados e conscientização das equipes.
No futuro, a vantagem competitiva não será apenas adotar novas tecnologias — será utilizá-las com confiança.
Snowden: Herói ou Traidor (2016) — Um ótimo convite para refletir sobre privacidade, segurança digital e o impacto da tecnologia na sociedade.
A Segunda Era das Máquinas, de Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee — Uma leitura sobre como inteligência artificial, automação e novas tecnologias estão redefinindo empresas, mercados e profissões.
Bom dia, Comunidade Suri 💙
No fim do mês estaremos no Fórum E-commerce Brasil 2026 e, este ano, o Suri Shop não vai mostrar apenas uma loja no WhatsApp.
Vamos apresentar um novo passo da plataforma: jornadas contínuas de marketing, vendas, atendimento e relacionamento acontecendo dentro do próprio WhatsApp. As novidades foram apresentadas no webinar de aquecimento do evento e incluem evoluções em loja, IA, pagamentos e integrações. Página oficial do evento
Segundo o material apresentado no webinar de aquecimento, as principais novidades estão divididas em quatro frentes: integrações VTEX, evoluções na loja, inteligência artificial e pagamentos. Mais detalhes do evento . Fonte: Webinar de aquecimento do Fórum E-commerce Brasil 2026
Imagine vender para públicos diferentes sem precisar criar várias operações.
Com o Multivitrine, será possível organizar vitrines específicas para campanhas, regiões ou segmentos de clientes, deixando a experiência mais personalizada dentro do WhatsApp.
💡 Na prática: uma marca pode ter uma vitrine para atacado, outra para varejo e outra apenas para lançamentos.
Os cupons deixam de ser apenas “desconto” e passam a fazer parte da jornada.
A ideia é criar regras automáticas para incentivar:
recuperação de carrinho;
recompra;
reativação de clientes;
campanhas segmentadas.
💡 Exemplo: o cliente visitou a loja, não comprou e recebe automaticamente um cupom personalizado no WhatsApp.
Uma das novidades mais interessantes é o PDV no WhatsApp.
Isso significa que o vendedor poderá concluir pedidos diretamente na conversa, sem precisar alternar entre vários sistemas.
Para equipes comerciais, isso reduz:
tempo de atendimento;
erros de digitação;
abandono durante o fechamento.
👉 Menos “me chama no outro sistema” e mais “pedido fechado aqui mesmo”.
Aqui está a parte que mais chamou atenção no webinar.
O Suri Shop está evoluindo para trabalhar com agentes de IA em múltiplas jornadas, permitindo configurar:
forma de comunicação;
instruções específicas;
base de conhecimento por texto;
base de conhecimento por arquivos;
base de conhecimento pelo site da empresa.
O objetivo é automatizar grande parte dos atendimentos sem perder o contexto da conversa. A possibilidade de automatizar até 70% dos atendimentos em determinadas operações. Fonte: Webinar de aquecimento do Fórum E-commerce Brasil 2026 .
O mercado passou anos levando o cliente até o site.
Agora, a tendência é levar a operação até o WhatsApp.
As novidades do Suri Shop apontam exatamente para isso:
catálogo;
vendedor;
IA;
pagamento;
pós-venda;
reativação.
Tudo conectado em uma única conversa.
E esse é o grande spoiler que vamos mostrar no Fórum E-commerce Brasil 2026. 🚀
"Os clientes podem esquecer o que você disse, mas nunca esquecem como você os fez sentir." — Maya Angelou
Todos os dias, empresas recebem mensagens fora do horário comercial.
É alguém querendo saber o preço de um produto antes de dormir. Um cliente que lembrou de finalizar a compra durante o almoço de domingo. Ou até uma pessoa que encontrou sua empresa em um anúncio às 22h e decidiu mandar um "Oi".
A pergunta é: o que acontece quando isso acontece?
Se o cliente não recebe nenhuma resposta, a sensação pode ser de abandono. Se recebe uma mensagem confusa, gera mais dúvidas do que soluções. Mas quando existe uma comunicação clara, mesmo fora do expediente, a experiência muda completamente.
É exatamente para isso que existe o Módulo de Horários da Suri.
O Módulo de Horários permite definir exatamente quando sua empresa está disponível para atendimento e como a plataforma deve se comportar quando uma nova conversa chega fora desse período.
Na prática, ele funciona como um organizador da sua operação.
Em vez de deixar clientes esperando sem qualquer contexto, você informa automaticamente quando o atendimento voltará a acontecer e mantém uma comunicação transparente desde o primeiro contato.
Além de transmitir profissionalismo, essa configuração também ajuda a alinhar expectativas e reduz a ansiedade de quem está esperando uma resposta.
Muito além do horário comercial
Uma das maiores vantagens desse módulo é que ele acompanha a realidade de cada empresa.
Nem todo negócio funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Você pode configurar horários diferentes para cada dia da semana, definir períodos de funcionamento específicos e até criar exceções para datas especiais, como:
feriados nacionais;
férias coletivas;
eventos internos;
inventários;
reuniões da equipe;
datas comemorativas em que o horário muda.
Isso significa que sua comunicação continua organizada mesmo quando a rotina muda.
A experiência do cliente começa antes do atendimento
Imagine dois cenários.
O cliente envia uma mensagem às 21h.
Nenhuma resposta.
Na manhã seguinte ele já entrou em contato com um concorrente.
O cliente envia uma mensagem às 21h.
Em poucos segundos recebe uma resposta automática explicando que a empresa está fora do expediente, informando o horário de atendimento e confirmando que sua mensagem foi recebida.
O atendimento ainda acontecerá apenas no dia seguinte.
Mas a percepção da marca já mudou completamente.
Pequenos detalhes como esse fazem parte da experiência que o cliente leva da sua empresa.
Quando vale a pena configurar?
Se sua empresa:
não atende 24 horas;
possui horários diferentes ao longo da semana;
fecha em feriados;
possui equipe reduzida;
quer evitar cobranças por respostas imediatas;
então o Módulo de Horários deveria fazer parte da configuração inicial da operação.
É uma funcionalidade simples, mas que evita ruídos na comunicação e melhora a organização do atendimento.
Configure em poucos minutos
A configuração é rápida e pode ser feita diretamente na plataforma.
Basta acessar o Módulo de Horários, definir os dias e horários de funcionamento da empresa e personalizar as mensagens que serão enviadas quando um cliente entrar em contato fora do expediente.
Depois disso, a Suri passa a cuidar dessa comunicação automaticamente.
Assim, sua equipe ganha mais organização e o cliente sempre sabe o que esperar.
📚 Quer aprender o passo a passo?
A Central de Ajuda possui um guia completo mostrando todas as configurações disponíveis, desde a criação dos horários até a personalização das mensagens automáticas.
👉 Acesse o artigo Módulo de Horários e configure sua operação em poucos minutos.
Atender rápido é importante. Gerenciar expectativas é indispensável. Um cliente pode esperar algumas horas por uma resposta, mas dificilmente espera sem nenhuma informação.
"A inovação não acontece apenas quando se cria algo novo. Ela também acontece quando se melhora o que já existe." — Peter Drucker
Durante semanas, a Copa do Mundo movimentou o comércio brasileiro. Promoções, vitrines temáticas, ações nas redes sociais e campanhas especiais transformaram o torneio em uma das principais datas sazonais do ano.
Agora que os jogos terminaram, começa uma etapa tão importante quanto as vendas: entender o que ficou.
Quais produtos venderam mais? O que encalhou? Como o orçamento dos consumidores foi impactado? E, principalmente, quais aprendizados podem ser levados para as próximas campanhas? Segundo a CNDL, este é o momento em que o varejo deixa de olhar para o placar e passa a analisar sua estratégia.
Diferentemente de datas como Black Friday ou Natal, a Copa do Mundo gera diversos momentos de compra ao longo de semanas: convocação da Seleção, estreia, fase de grupos, mata-mata, eliminação e final.
Cada etapa altera o comportamento do consumidor.
Por isso, o encerramento do torneio representa uma oportunidade para responder perguntas importantes:
Quais campanhas realmente converteram?
Quais categorias tiveram maior saída?
Como ficou o estoque de produtos temáticos?
O consumidor voltou ao padrão de consumo anterior ou reduziu os gastos?
Essas respostas ajudam empresas a planejar melhor as próximas sazonalidades, evitando desperdícios e tornando futuras campanhas mais eficientes.
Enquanto alguns varejistas analisam os resultados da Copa, outro movimento ganha força no setor: investir na transformação das lojas que já existem.
Em vez de abrir novas unidades, muitas redes de supermercados estão apostando em reinaugurações para atualizar layout, melhorar a experiência de compra e adaptar a operação às novas expectativas dos consumidores. A estratégia também surge como resposta ao cenário de juros elevados e custos de expansão mais altos.
Mais do que uma reforma estética, essas mudanças costumam incluir:
corredores mais intuitivos;
melhor exposição dos produtos;
novos serviços;
áreas voltadas para conveniência;
atualização do mix de produtos;
melhorias operacionais que tornam a jornada de compra mais fluida.
O objetivo é simples: fazer com que uma loja consolidada continue competitiva sem a necessidade de começar do zero.
Hoje, o cliente espera muito mais do que encontrar um produto na prateleira.
Ele valoriza praticidade, rapidez, conforto e uma experiência agradável durante toda a compra.
Por isso, investir apenas em promoções já não basta.
Cada vez mais, o diferencial competitivo está na experiência oferecida dentro da loja, seja ela física ou digital.
O mesmo vale para campanhas sazonais. Não basta aproveitar uma data comemorativa: é preciso medir resultados, entender o comportamento do consumidor e transformar esses dados em decisões mais inteligentes para as próximas ações.
A Copa terminou, mas os dados ficaram.
Da mesma forma, uma reinauguração não termina quando as portas são reabertas. Ela inaugura uma nova fase da operação.
Nos dois casos, a lógica é a mesma: empresas que analisam resultados, adaptam seus espaços e evoluem continuamente conseguem responder mais rápido às mudanças do mercado.
No varejo, crescer nem sempre significa abrir novas lojas.
Às vezes, significa fazer melhor com o que você já tem.
As melhores campanhas terminam em vendas. As melhores estratégias terminam em aprendizado.
"A inteligência artificial não substituirá os humanos. Mas os humanos que souberem trabalhar com ela substituirão os que não souberem." — Adaptado de Garry Kasparov
Quando falamos sobre inteligência artificial e mercado de trabalho, a conversa quase sempre gira em torno de uma pergunta: quais profissões vão desaparecer?
Mas talvez estejamos olhando para o problema errado.
Nas últimas semanas, dois movimentos chamaram a atenção: especialistas ligados ao MIT alertaram para o risco de empresas reduzirem vagas de entrada por causa da IA, enquanto a Netflix anunciou um investimento bilionário em uma startup especializada em inteligência artificial para produção audiovisual. Juntas, essas notícias mostram que a IA não está apenas automatizando tarefas, ela está redesenhando a forma como empresas contratam, produzem e inovam.
É tentador pensar que, se uma ferramenta consegue executar tarefas básicas, faz sentido contratar menos profissionais iniciantes.
O problema é que toda empresa precisa formar seus futuros especialistas.
Grande parte dos profissionais seniores de hoje começou realizando atividades operacionais: organizando informações, revisando documentos, acompanhando processos e aprendendo com pessoas mais experientes. Se essas tarefas desaparecerem completamente, o caminho de desenvolvimento também desaparece.
Especialistas alertam que eliminar cargos de entrada pode criar um efeito dominó: menos oportunidades para novos profissionais hoje significam escassez de líderes e especialistas amanhã. Além disso, as empresas passam a exigir experiência de candidatos que sequer tiveram a chance de adquiri-la.
Outro ponto importante é que a IA ainda está longe de substituir o trabalho humano por completo.
Ela acelera pesquisas, organiza informações, produz rascunhos e automatiza tarefas repetitivas, mas continua dependendo de supervisão, contexto e tomada de decisão humana para entregar resultados consistentes.
Na prática, isso significa que as competências mais valorizadas estão mudando.
Mais do que executar tarefas, profissionais precisarão:
interpretar informações;
validar respostas geradas por IA;
tomar decisões estratégicas;
resolver problemas complexos;
trabalhar em colaboração com ferramentas inteligentes.
A pergunta deixa de ser "A IA vai tirar meu emprego?" e passa a ser "Como posso usar a IA para entregar mais valor?".
Se de um lado existe preocupação com o mercado de trabalho, do outro as empresas continuam investindo pesado em inteligência artificial.
A Netflix anunciou a aquisição da InterPositive, startup cofundada pelo ator Ben Affleck, em uma negociação avaliada em aproximadamente US$ 587 milhões. A empresa desenvolve ferramentas capazes de modificar cenas já gravadas, ajustar elementos visuais e tornar processos de pós-produção muito mais rápidos e econômicos.
A movimentação reforça uma tendência que já aparece em diversos setores: a IA está deixando de ser apenas uma ferramenta de apoio e passando a fazer parte da infraestrutura das empresas.
Não significa que roteiristas, diretores ou editores deixarão de existir.
Significa que esses profissionais trabalharão de forma diferente.
Independentemente do segmento, a lógica é a mesma.
A IA é excelente para automatizar tarefas repetitivas, acelerar processos e aumentar produtividade.
Mas criatividade, estratégia, relacionamento com clientes e tomada de decisão continuam sendo diferenciais humanos.
Empresas que enxergarem a IA apenas como uma forma de reduzir custos podem ganhar eficiência no curto prazo, mas correm o risco de comprometer a formação de talentos e sua capacidade de inovar no futuro.
Quem encontrar o equilíbrio entre tecnologia e desenvolvimento de pessoas provavelmente sairá na frente.
A inteligência artificial pode acelerar o trabalho, mas ainda são as pessoas que dão direção, contexto e propósito à inovação.
Se antes o WhatsApp era usado apenas para responder mensagens, hoje ele se tornou um dos principais canais para descobrir produtos, tirar dúvidas, fechar pedidos e acompanhar entregas.
No Playbook das Jornadas Contínuas, esse movimento é chamado de comércio conversacional: uma experiência em que toda a jornada acontece dentro de uma única conversa, sem que o cliente precise alternar entre diferentes canais.
Imagine a seguinte situação:
Um cliente vê um anúncio e inicia uma conversa pelo WhatsApp. Em poucos minutos ele:
conhece os produtos;
recebe recomendações personalizadas;
adiciona itens ao carrinho;
escolhe a forma de pagamento;
acompanha o status do pedido.
Tudo isso acontece no mesmo chat.
Essa é a proposta das Jornadas Contínuas: transformar o WhatsApp em um ambiente completo de compra, reduzindo atritos e tornando a experiência mais simples para o consumidor.
Com a Suri Shop, sua empresa reúne em um único lugar as ferramentas necessárias para vender pelo WhatsApp.
Você pode:
🛍️ Organizar seu catálogo de produtos.
💳 Compartilhar links de pagamento de forma prática.
🤖 Utilizar agentes de IA para responder dúvidas e auxiliar na venda.
📦 Acompanhar o cliente também no pós-venda, mantendo toda a conversa registrada.
Assim, cada interação aproveita o contexto da anterior, tornando o atendimento mais rápido e personalizado.
Antes de divulgar seu WhatsApp, faça este checklist:
✅ Seu catálogo está atualizado?
✅ Os produtos possuem boas fotos e descrições?
✅ As formas de pagamento estão configuradas?
✅ O cliente consegue encontrar rapidamente o que procura?
Pequenos ajustes fazem toda a diferença para transformar uma simples conversa em uma venda.
Quanto mais fácil for comprar, maiores são as chances de o cliente concluir o pedido e voltar a comprar novamente.
Durante muito tempo, as empresas trabalharam com jornadas separadas: o Marketing atraía, Vendas convertia, Atendimento resolvia problemas e Relacionamento tentava trazer o cliente de volta.
Na prática, isso fazia o cliente repetir informações, trocar de canal várias vezes e ter uma experiência fragmentada.
O conceito de Convergência, apresentado no Playbook das Jornadas Contínuas, propõe justamente o contrário: transformar essas áreas em uma única conversa contínua dentro do WhatsApp, conectando toda a experiência do cliente do primeiro contato até a recompra.
Em vez de jornadas isoladas, tudo acontece em uma única conversa:
📢 Marketing atrai o cliente para o WhatsApp.
🛍️ Vendas apresenta produtos, responde dúvidas e conduz a compra.
💬 Atendimento acompanha pedidos e resolve solicitações.
❤️ Relacionamento mantém contato, envia novidades e incentiva novas compras.
O cliente não precisa começar do zero a cada interação. A conversa continua exatamente de onde parou, tornando a experiência muito mais natural.
Com a Suri, você consegue centralizar toda essa jornada em um único ambiente.
Alguns recursos que tornam isso possível:
Atendimento e automações no mesmo canal;
Agentes de IA especializados para diferentes etapas da jornada;
Catálogo e vendas pelo Suri Shop;
Campanhas para atrair e reativar clientes;
Histórico unificado das conversas.
Assim, sua empresa deixa de tratar cada contato como um atendimento isolado e passa a construir um relacionamento contínuo com o cliente.
Quando marketing, vendas, atendimento e relacionamento trabalham juntos, a operação ganha eficiência e o cliente percebe uma experiência mais rápida, personalizada e consistente.
No fim, o objetivo não é apenas vender mais, mas criar uma jornada em que cada nova conversa aproveita o contexto da anterior, fortalecendo o relacionamento ao longo do tempo.
💡 Dica Suri: Antes de criar novos fluxos, analise sua operação atual e pergunte: o cliente precisa trocar de canal ou repetir informações para continuar sendo atendido? Se a resposta for "sim", esse é um bom momento para começar a pensar em uma jornada convergente.
"As marcas que vencem não competem por categoria, competem por significado." — Marty Neumeier
Se alguém dissesse há alguns anos que uma pasta de amendoim poderia disputar espaço com chocolates e sobremesas, provavelmente pareceria exagero.
Mas foi exatamente isso que a Dr. Peanut fez.
A marca deixou de comunicar apenas proteína, alimentação saudável e performance. Em vez disso, passou a vender prazer, desejo e experiência. O resultado? Transformou um produto funcional em um item de consumo por impulso, capaz de atrair públicos muito além do universo fitness.
E essa estratégia traz uma lição importante para qualquer varejista.
Durante muito tempo, produtos funcionais eram vendidos quase como uma obrigação.
A comunicação era focada em calorias, proteínas, ingredientes e benefícios nutricionais.
Hoje, isso mudou.
O consumidor continua valorizando saúde, mas também quer sabor, praticidade e uma experiência agradável.
A Dr. Peanut percebeu isso e aproximou seus produtos do universo das sobremesas, investindo em:
sabores que estão em alta (pistache, caramelo salgado e speculoos);
embalagens com visual premium;
comunicação voltada ao prazer;
diferentes ocasiões de consumo, como café da tarde, sobremesas e lanches rápidos.
Na prática, ela ampliou o mercado que poderia consumir o produto.
Esse movimento não serve apenas para quem vende alimentos.
Ele vale para praticamente qualquer segmento.
A pergunta deixa de ser:
"O que eu vendo?"
E passa a ser:
"Como meu cliente quer consumir isso?"
É exatamente essa mudança que faz produtos comuns parecerem mais valiosos.
Em vez de anunciar:
"Caneca de porcelana."
Experimente:
☕ "A caneca perfeita para começar o dia com um café especial."
Ou, em vez de divulgar apenas uma vela aromática:
🕯️ "Transforme sua casa em um espaço de descanso depois de um dia corrido."
As pessoas compram a sensação antes de comprar o objeto.
A Dr. Peanut acompanhou uma tendência que já estava forte nas confeitarias: o pistache.
Você também pode observar o que está acontecendo no seu mercado.
Pergunte-se:
O que meus clientes estão comentando?
Quais produtos aparecem com frequência nas redes sociais?
Existe alguma tendência que faça sentido adaptar ao meu catálogo?
Nem toda tendência precisa virar produto novo.
Às vezes, basta mudar a forma de apresentar o que você já vende.
Um mesmo produto pode atender diferentes necessidades.
Uma bolsa pode ser:
presente;
item para trabalho;
acessório para viagens;
opção para eventos.
Quanto mais situações você apresentar ao cliente, maiores as chances de venda.
A Dr. Peanut não vende apenas pasta de amendoim.
Ela vende uma experiência.
Isso permite que seus produtos tenham um preço superior ao de alternativas tradicionais.
No seu negócio, a percepção de valor pode ser construída por meio de:
boas fotos;
descrições completas;
embalagem bem apresentada;
atendimento consultivo;
conteúdo explicando como usar o produto.
Valor percebido reduz a comparação por preço.
Quem vende pelo WhatsApp pode usar exatamente essa lógica.
Em vez de apenas enviar um catálogo, experimente apresentar contextos.
Exemplo:
"Esse kit é perfeito para quem quer montar um café da manhã especial no fim de semana."
Ou:
"Esse produto tem sido um dos favoritos para quem procura um presente sem gastar muito."
Pequenas mudanças na forma de comunicar aumentam o interesse e tornam a conversa muito mais consultiva.
A maior inovação da Dr. Peanut não foi criar uma nova pasta de amendoim.
Foi mudar a percepção que as pessoas tinham sobre ela.
Esse é um excelente lembrete para qualquer varejista: muitas vezes, você não precisa lançar um produto novo.
Você precisa apresentar o produto atual de uma forma que faça mais sentido para a vida do seu cliente.
Quando você vende experiências, momentos e soluções e não apenas itens de catálogo, o preço deixa de ser o único fator de decisão.
Marketing 5.0 — Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.
A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
Mais do que um filme sobre doces, ele mostra como experiência, desejo e construção de marca podem transformar um produto comum em algo memorável.
"A inteligência artificial não substituirá as pessoas. Mas as pessoas que sabem trabalhar com IA substituirão aquelas que não sabem." — Garry Kasparov
Durante muito tempo, usar IA significava abrir um chatbot, fazer uma pergunta e esperar uma resposta.
Agora, estamos entrando em uma nova fase.
Enquanto a Anthropic amplia o Claude Cowork, permitindo que o agente trabalhe de forma contínua entre computador, celular e navegador, outra novidade chama atenção por um motivo diferente: o Savi, aplicativo criado para identificar golpes impulsionados por inteligência artificial, como clonagem de voz e mensagens falsas.
À primeira vista, parecem notícias sem relação.
Na prática, elas mostram as duas maiores transformações da IA em 2026: mais autonomia e mais responsabilidade.
O Claude Cowork representa uma mudança importante.
Em vez de apenas gerar textos ou responder dúvidas, ele foi desenvolvido para executar fluxos completos de trabalho: organizar arquivos, pesquisar informações, escrever documentos e acompanhar tarefas em diferentes etapas.
A novidade é que essas atividades agora podem continuar mesmo quando você troca de dispositivo. Você inicia uma tarefa no computador, acompanha pelo celular e recebe o resultado na web, sem precisar reiniciar o processo.
Na prática, isso aproxima a IA do conceito de um verdadeiro colega de trabalho.
Enquanto empresas criam agentes cada vez mais eficientes, criminosos também utilizam IA para tornar fraudes mais convincentes.
Clonagem de voz, mensagens extremamente personalizadas e ligações falsas já fazem parte da realidade.
Foi pensando nesse cenário que surgiu o Savi, aplicativo criado para ajudar usuários a identificar tentativas de golpes gerados por inteligência artificial antes que elas causem prejuízo.
A mesma tecnologia que automatiza processos também aumenta a necessidade de desenvolver uma cultura de segurança digital.
A inteligência artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta operacional.
Ela passa a ocupar um papel semelhante ao de um colaborador.
E isso muda completamente a forma como as empresas precisam utilizá-la.
A pergunta deixa de ser:
"Qual IA eu uso?"
E passa a ser:
"Quais tarefas vale a pena delegar para a IA?"
Em vez de pedir para a IA criar um texto isolado, experimente entregar um objetivo completo.
Por exemplo:
organizar informações de uma reunião;
criar um resumo dos principais aprendizados;
gerar uma proposta comercial;
revisar um documento;
estruturar um plano de ação.
Quanto maior o contexto, maior tende a ser o ganho de produtividade.
A IA acelera o trabalho.
Mas quem protege a reputação da empresa continua sendo você.
Antes de enviar qualquer informação para clientes:
confira dados;
valide valores;
revise datas;
confirme links.
Velocidade nunca deve substituir confiança.
Se a IA está evoluindo, o treinamento também precisa evoluir.
Inclua orientações simples como:
confirmar solicitações financeiras por outro canal;
desconfiar de mensagens urgentes;
validar áudios inesperados;
verificar remetentes antes de compartilhar informações.
Segurança digital deixa de ser responsabilidade apenas da TI.
Ela passa a fazer parte da operação.
A maior vantagem dos agentes de IA não é produzir mais textos.
É devolver tempo.
Sempre que uma atividade for repetitiva, operacional ou burocrática, pergunte:
"Isso realmente precisa ser feito por uma pessoa?"
Se a resposta for "não", talvez seja uma boa candidata para automação.
As empresas que mais vão crescer não serão aquelas que simplesmente adotarem inteligência artificial.
Serão aquelas que aprenderem duas competências ao mesmo tempo:
👉 Delegar melhor.
👉 Validar melhor.
A IA já consegue trabalhar por você durante horas.
Agora, o diferencial competitivo está em saber o que delegar, o que supervisionar e como proteger seu negócio em um mundo onde tanto a produtividade quanto os riscos são potencializados pela mesma tecnologia.
Co-Intelligence: Living and Working with AI — Ethan Mollick.
Os Estagiários (The Internship, 2013)
Uma comédia leve que mostra como adaptação, aprendizado contínuo e abertura às novas tecnologias fazem diferença em um mercado em constante transformação.
Existe uma cena comum em quase todo varejo: o cliente entra na loja com intenção de comprar, mas se perde no caminho.
Na loja física, isso acontece quando os produtos estão espalhados sem lógica. No digital, acontece quando o catálogo parece um grande corredor sem placas.
O curioso é que muitas empresas acreditam que vender mais depende apenas de adicionar novos produtos. Mas, na prática, organização também vende.
Hoje vamos mostrar como configurar a Loja e as Categorias na Suri Shop para deixar seu catálogo mais intuitivo.
No menu da plataforma, acesse:
Shop > Catálogo > Loja
Nesta área, você poderá configurar as principais informações da sua loja, como nome, descrição e demais dados que serão exibidos para os seus clientes durante a navegação.
Agora, acesse:
Shop > Catálogo > Categorias
As categorias permitem agrupar produtos por tipo, coleção, marca ou qualquer estrutura que faça sentido para o seu negócio.
Por exemplo:
👕 Roupas
👟 Calçados
🎒 Acessórios
🏷️ Promoções
Essa organização facilita a busca dos clientes e torna a experiência de compra muito mais prática.
Depois de criar as categorias, basta associar cada produto à categoria correspondente.
Assim, seu catálogo ficará organizado automaticamente, permitindo que os clientes encontrem o que procuram com mais rapidez.
Evite criar categorias em excesso. Um catálogo simples e bem estruturado ajuda o cliente a navegar melhor e aumenta as chances de conversão. Pense sempre na forma como seu cliente procura pelos produtos, e não apenas em como eles estão organizados no estoque.
Quer divulgar uma promoção, lançar um produto ou lembrar seus clientes de uma oferta especial? Com a funcionalidade de Campanhas da Suri, você pode enviar mensagens para vários contatos de forma organizada, personalizada e utilizando a API Oficial do WhatsApp.
Hoje vamos mostrar como criar sua primeira campanha.
No menu principal da plataforma, clique em:
Campanhas > Nova Campanha
Dê um nome para a campanha e escolha se o envio será imediato ou agendado para outra data.
Faça o download da planilha modelo e preencha as informações dos clientes.
Lembre-se de alguns pontos importantes:
Os números devem estar no formato 55 + DDD + número;
Preencha corretamente as variáveis utilizadas na mensagem;
Não utilize fórmulas do Excel na planilha.
Selecione uma mensagem template previamente aprovada pelo WhatsApp.
Se a mensagem possuir botões, você também poderá definir o comportamento de cada um deles, como direcionar o cliente para um fluxo automatizado ou encaminhá-lo para um atendente.
Antes de iniciar a campanha, escolha como a Suri deve agir caso o cliente responda à mensagem.
Você pode, por exemplo:
Encaminhar a conversa para um departamento específico;
Direcionar o cliente para um fluxo automatizado;
Iniciar uma jornada personalizada de atendimento.
Enviar uma campanha é muito mais do que disparar mensagens. Uma boa segmentação, uma mensagem relevante e uma resposta rápida fazem toda a diferença nos resultados.
Depois de iniciar a campanha, acompanhe as entregas e os possíveis erros diretamente pela plataforma para otimizar os próximos envios
"Não podemos controlar o vento, mas podemos ajustar as velas." — Provérbio
A eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo pegou milhões de torcedores de surpresa.
Mas ela também trouxe um efeito imediato para o comércio: o comportamento do consumidor mudou da noite para o dia.
Se antes a expectativa era de estádios lotados, churrascos, decoração verde e amarela e novas compras a cada fase da competição, agora o cenário exige rapidez para adaptar as estratégias de venda.
Uma pesquisa da CNDL e do SPC Brasil estimava que 99,2 milhões de brasileiros fariam compras relacionadas à Copa de 2026.
Com a saída precoce do Brasil, parte desse consumo naturalmente perde força, principalmente para produtos diretamente ligados à Seleção, como camisetas, bandeiras e itens de decoração.
Mas isso não significa que o varejo perdeu sua oportunidade.
Na prática, o consumidor apenas muda o foco.
Quem continua acompanhando a competição passa a valorizar encontros entre amigos, experiências, alimentação, bebidas e o próprio entretenimento esportivo, mesmo sem o Brasil em campo.
Grandes eventos sempre geram picos de demanda, mas também exigem capacidade de adaptação.
Quando o contexto muda, insistir na mesma campanha pode significar perder vendas.
É hora de revisar:
campanhas promocionais;
vitrines e comunicação;
produtos em destaque;
ofertas relacionadas a momentos de consumo, e não apenas à Seleção.
Quem consegue fazer essa mudança rapidamente transforma um cenário desfavorável em novas oportunidades.
A Copa apenas tornou mais visível algo que acontece o ano inteiro:
O comportamento do consumidor muda constantemente.
Uma notícia, uma tendência, uma mudança econômica ou até um resultado esportivo podem alterar prioridades de compra em poucas horas.
No varejo, planejamento continua sendo importante.
Mas a velocidade para ajustar a estratégia passou a ser um diferencial competitivo.
As empresas que crescem não são necessariamente as que acertam tudo desde o início.
São as que conseguem perceber a mudança antes dos concorrentes e agir rapidamente.
Livro: A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim e Renée Mauborgne.
Uma leitura sobre como encontrar oportunidades mesmo quando o cenário muda e a concorrência parece estar olhando para o mesmo lugar.
Moneyball – O Homem que Mudou o Jogo
Baseado em uma história real, o filme mostra como decisões guiadas por dados e capacidade de adaptação podem transformar resultados, mesmo quando todos acreditam que o jogo já está perdido.
"A tecnologia é melhor quando aproxima as pessoas." — Matt Mullenweg
Durante muito tempo, o debate sobre inteligência artificial girou em torno de uma pergunta: "Ela vai substituir empregos?".
Agora, a discussão está ficando mais interessante.
Nesta semana, duas notícias mostram que a IA já deixou de ser apenas uma ferramenta. Ela está começando a ocupar espaços que antes pareciam exclusivamente humanos — na educação e no entretenimento.
Uma escola nos Estados Unidos anunciou que começará a utilizar um robô humanoide equipado com IA para atuar como parceiro de ensino.
A proposta não é substituir professores, mas apoiar atividades em sala, responder dúvidas e personalizar parte da aprendizagem.
Mesmo assim, a novidade dividiu opiniões.
Enquanto alguns enxergam uma oportunidade para oferecer mais suporte aos estudantes, outros questionam até que ponto um robô consegue participar de um processo que depende de empatia, contexto e relacionamento humano.
Talvez a pergunta mais importante não seja "os robôs vão ensinar?", mas sim:
O que nunca deveria deixar de ser humano na educação?
Outra notícia chamou atenção dos fãs de séries.
O TV Time, aplicativo usado há anos para organizar episódios assistidos e acompanhar lançamentos, será encerrado.
O motivo vai além dos custos de manter a plataforma.
A empresa responsável decidiu concentrar seus investimentos em soluções corporativas baseadas em inteligência artificial, deixando produtos voltados ao consumidor em segundo plano.
É mais um exemplo de um movimento que estamos vendo em vários setores: empresas encerrando produtos tradicionais para apostar em IA como principal estratégia de crescimento.
À primeira vista, uma escola e um aplicativo de séries parecem não ter relação.
Mas ambos mostram a mesma mudança.
A IA deixou de ser apenas um recurso adicional.
Ela está influenciando decisões estratégicas, mudando investimentos e redefinindo como empresas criam valor.
Ao mesmo tempo, essas notícias lembram que tecnologia sozinha não resolve tudo.
Em alguns contextos, como educação, o desafio será encontrar o equilíbrio entre eficiência e conexão humana.
Em outros, como entretenimento e negócios, será decidir onde faz sentido investir quando a IA passa a disputar orçamento, equipes e prioridades.
O futuro talvez não seja sobre escolher entre humanos ou inteligência artificial.
Será sobre descobrir quais experiências realmente precisam continuar humanas.
Livro: A Coragem de Não Agradar
Uma leitura sobre autonomia, propósito e relações humanas — um bom contraponto para refletir sobre tudo aquilo que nenhuma tecnologia consegue substituir.
Filme da semana: Estrelas Além do Tempo
Uma história inspiradora sobre inovação, colaboração e o poder do talento humano. Em tempos de IA, vale lembrar que a tecnologia avança mais longe quando potencializa pessoas, e não quando tenta substituí-las.
Como configurar os meios de pagamento da sua loja
Uma das etapas mais importantes para colocar sua operação no ar é garantir que seus clientes consigam finalizar as compras sem dificuldades.
Hoje vamos mostrar como configurar os pagamentos na Suri Shop de forma simples e rápida.
1. Acesse a área de Gateways
No menu da plataforma, siga o caminho:
Shop > Pagamentos > Gateways
É aqui que você fará toda a configuração das formas de pagamento da sua loja.
2. Crie uma nova conta
Clique em "Nova Conta" para iniciar a configuração.
Nesse momento, você poderá escolher qual método de pagamento deseja utilizar.
3. Escolha a forma de pagamento
Neste exemplo, vamos configurar o Pagamento Manual.
Essa opção é ideal para quem deseja receber pagamentos via Pix ou cartão sem integração automática com um gateway.
Caso precise integrar um gateway automático, consulte os materiais disponíveis no CS Hub.
4. Configure o pagamento manual
Agora é hora de preencher as informações da conta:
✅ Defina o nome da conta
✅ Habilite o pagamento via cartão de crédito
✅ Habilite o Pix
✅ Cadastre a chave Pix utilizada pelo cliente
✅ Caso existam várias lojas, configure uma chave Pix específica para cada uma delas
5. Defina as contas padrão
Ainda na área de pagamentos, acesse:
Pagamentos > Por Pagamentos
Aqui você poderá definir quais contas serão utilizadas como padrão para:
💳 Cartão de crédito
📱 Pix
Essa configuração garante que a plataforma utilize corretamente os meios de pagamento escolhidos.
6. Configure por loja
Se o cliente possui mais de uma loja cadastrada, acesse:
Pagamentos > Por Loja
Nessa etapa, você define qual conta ou gateway será utilizado em cada operação.
Isso oferece mais flexibilidade para negócios com múltiplas lojas.
7. Revise as configurações finais
Por último, acesse:
Pagamentos > Configurações
Verifique se as opções desejadas estão habilitadas:
✅ Cartão de crédito
✅ Pix
✅ Pagamento customizado (opcional)
Essa etapa garante que os métodos de pagamento estejam disponíveis para os clientes no momento da compra.
🚀 Resumindo
Configurar corretamente os pagamentos é essencial para evitar bloqueios na jornada de compra e garantir uma experiência mais fluida para seus clientes.
Com poucos passos, você deixa sua loja pronta para receber pedidos via Pix, cartão e até formas de pagamento personalizadas.
Agora é só revisar as configurações e começar a vender!
Muita gente acredita que basta ativar uma Inteligência Artificial e pronto: ela vai atender clientes perfeitamente.
Mas a verdade é outra.
Uma IA sem direcionamento é como contratar alguém para trabalhar na sua empresa sem explicar quem ela é, o que deve fazer ou como deve conversar com os clientes.
Quanto mais clara for a configuração, melhores serão as respostas.
Hoje vamos mostrar os 13 pontos que fazem uma IA funcionar de verdade.
Primeiro de tudo: quem é essa IA?
Ela é uma assistente virtual?
Uma especialista em suporte?
Uma consultora de produtos?
A IA precisa saber exatamente qual papel representa dentro da empresa.
O que ela faz?
Tira dúvidas?
Explica processos?
Auxilia no suporte?
Encaminha para setores?
A Suri recomenda definir claramente quais atividades fazem parte da rotina do assistente. Quanto mais específico, melhor.
Quem ela atende?
Clientes finais?
Revendedores?
Parceiros?
Equipe interna?
A forma de comunicação muda completamente dependendo do público.
Toda IA precisa de um objetivo.
Exemplos:
Resolver dúvidas frequentes
Ajudar clientes a encontrar informações
Explicar processos da empresa
Reduzir o volume de atendimento humano
Sem um objetivo claro, a IA tende a responder de forma genérica.
Aqui está um dos erros mais comuns.
A IA precisa saber:
✅ Sobre o que pode falar
❌ Sobre o que não deve falar
Exemplo:
"Você pode responder dúvidas sobre entregas, produtos e horários de funcionamento."
Isso evita respostas fora de contexto.
A IA responde com base nas informações que você fornece.
Por isso, mantenha materiais atualizados:
FAQ
Políticas da empresa
Manuais
Catálogos
Procedimentos internos
Quanto melhor a base, melhores serão as respostas.
Sua marca é:
Formal?
Amigável?
Técnica?
Descontraída?
A Suri permite configurar diferentes estilos de comunicação para manter a experiência consistente com a identidade da empresa.
Defina comportamentos obrigatórios.
Exemplos:
Sempre ser educada
Nunca discutir com o cliente
Confirmar informações antes de responder
Seguir os processos da empresa
Essas regras funcionam como o "manual de conduta" da IA.
Uma boa IA também sabe dizer:
"Não tenho essa informação."
Limitações bem definidas evitam respostas inventadas ou imprecisas.
Nem tudo deve ficar com a IA.
Defina quando ela deve transferir o atendimento para uma pessoa.
Exemplos:
Reclamações complexas
Casos financeiros
Solicitações específicas
Clientes insatisfeitos
Quais informações a IA deve solicitar?
Exemplos:
Nome
Número do pedido
CPF
Solicite apenas o necessário para resolver o atendimento.
Uma conversa eficiente segue etapas.
Exemplo:
Identificar o motivo do contato
Buscar a informação
Resolver a dúvida
Confirmar se ajudou
Encerrar ou transferir
Fluxos organizados tornam a experiência muito mais natural.
E quando algo sai do esperado?
A IA precisa saber o que fazer quando:
Não entende uma pergunta
Não encontra uma resposta
Recebe informações incompletas
Planejar exceções evita travamentos e experiências ruins.
👤 Cliente:
"Qual o horário de funcionamento da loja?"
🤖 IA:
"Olá! Nossa loja funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h. Posso ajudar com mais alguma informação?"
Simples, objetivo e dentro do escopo definido.
A qualidade da sua IA não depende apenas da tecnologia.
Ela depende da clareza das instruções.
Quanto melhor você definir identidade, objetivos, limites e conhecimento, mais inteligente sua IA parecerá para quem está do outro lado da conversa.
Porque, no fim das contas, uma IA bem configurada não é aquela que fala mais.
É aquela que resolve melhor.
"As pessoas não compram o que você faz; elas compram o porquê você faz."
— Simon Sinek
Existem duas formas de vender.
A primeira é esperar que alguém precise do seu produto.
A segunda é fazer alguém perceber que precisa dele.
Durante décadas, o varejo foi construído sobre a primeira lógica. O consumidor entrava na loja física ou digital, porque já tinha intenção de compra. O trabalho da marca era facilitar a decisão: melhor preço, melhor atendimento, entrega mais rápida.
Mas estamos assistindo ao nascimento de uma nova dinâmica.
Hoje, a venda começa muito antes da intenção.
Ela nasce na atenção.
E duas notícias desta semana mostram exatamente isso.
O TikTok Shop já movimentou R$ 1,2 bilhão no Brasil desde sua chegada, mas muitas empresas continuam cometendo o mesmo erro: tratá-lo como se fosse apenas mais um canal de vendas.
Só que o consumidor não abre o TikTok pensando:
"Vou comprar uma cafeteira hoje."
Ele abre para rir. Para procrastinar. Para aprender uma receita. Para assistir alguém organizando a geladeira.
A compra acontece quase como uma consequência.
Enquanto marketplaces tradicionais capturam intenção, o TikTok cria intenção. Essa diferença muda absolutamente tudo.
O Catálogo deixa de ser protagonista. Storytelling ganha espaço. Criadores passam a ser vendedores.
E entretenimento vira parte da estratégia comercial.
Quem simplesmente copia anúncios, fotos e descrições de outros canais dificilmente conseguirá competir nesse ambiente.
Durante muito tempo acreditou-se que crescer significava parecer igual em qualquer lugar do país.
Mesmas lojas. Mesmas campanhas. Mesmo mix.
Mas algo interessante está acontecendo!
Redes varejistas estão redescobrindo o valor da identidade regional.
Em vez de esconder suas origens, estão usando a cultura local como diferencial competitivo. Não é nostalgia. É estratégia.
Conhecer os hábitos de consumo, adaptar produtos e falar a linguagem da comunidade cria algo que nenhuma grande operação consegue copiar facilmente: proximidade.
Curiosamente, essa lógica lembra muito o que aconteceu na China.
Lá, empresas gigantes cresceram porque entenderam profundamente os comportamentos locais antes de escalar para o restante do mundo.
Talvez o próximo diferencial competitivo do varejo brasileiro não seja parecer global.
Seja parecer próximo.
À primeira vista, TikTok Shop e varejo regional parecem assuntos completamente diferentes.
Mas ambos mostram a mesma transformação. Durante muitos anos, competir significava ter mais:
Mais lojas.
Mais produtos.
Mais mídia.
Hoje, competir significa entender melhor as pessoas.
Uma marca que conhece a cultura do seu bairro. Um vídeo que conversa com quem está do outro lado da tela. Uma loja que sabe quais produtos fazem sentido para aquela região.
Tudo isso gera algo que algoritmos ainda têm dificuldade de copiar:
relevância.
O futuro do varejo talvez não pertença às empresas que conseguem falar com milhões.
Mas às que conseguem fazer milhões sentirem que a conversa é individual.
Esta semana, faça um exercício simples.
Pergunte sobre sua marca:
Nosso conteúdo vende ou apenas informa?
Nossa comunicação parece ter sido feita para qualquer pessoa ou para nossos clientes?
O que existe na nossa região, cultura ou comunidade que poderia virar diferencial de marca?
Porque a tecnologia escala, mas conexão converte.
Contágio
Uma leitura excelente para entender por que algumas ideias, produtos e conteúdos se espalham naturalmente enquanto outros passam despercebidos. Um livro sobre comportamento humano muito mais do que marketing.
Chef (Chef)
Um chef renomado perde o emprego, volta às origens com um food truck e redescobre que conexão com as pessoas vale mais do que status.
"O preço de qualquer coisa é a quantidade de vida que você troca por ela."
— Henry David Thoreau
Toda revolução tecnológica promete economizar tempo.
A máquina a vapor diminuiria o esforço físico. O computador reduziria o trabalho repetitivo. A internet eliminaria distâncias.
Agora, a inteligência artificial promete devolver horas do nosso dia.
Mas existe uma pergunta que ainda fazemos pouco:
O que estamos fazendo com esse tempo que supostamente estamos economizando?
Porque, curiosamente, quanto mais produtivas as ferramentas ficam, mais parece que estamos trabalhando.
E as notícias desta semana ajudam a explicar esse paradoxo.
Uma pesquisa recente mostra que muitos profissionais estão vivendo um efeito inesperado da inteligência artificial: em vez de aliviar a carga de trabalho, ela está elevando a régua das entregas.
A lógica parece simples: Se antes um relatório levava um dia inteiro para ser feito, agora pode ficar pronto em duas horas.
O problema é que ninguém diz:
"Ótimo, então aproveite o resto do dia."
Na prática, o pensamento costuma ser outro:
"Se você consegue fazer quatro vezes mais rápido, por que não entregar quatro vezes mais?"
É o paradoxo da produtividade. A tecnologia reduz o tempo por tarefa, mas aumenta o volume esperado de trabalho.
Resultado? A IA deixa de ser uma ferramenta de alívio e passa a ser um acelerador da pressão. O burnout não nasce porque a IA trabalha demais.
Nasce porque nós transformamos cada ganho de eficiência em mais uma obrigação.
Ao mesmo tempo em que empresas buscam produtividade, as gigantes da tecnologia continuam disputando quem constrói a infraestrutura mais poderosa do planeta.
O exemplo mais recente veio do ecossistema de Elon Musk.
A corrida pela inteligência artificial já não depende apenas de bons modelos. Ela exige data centers gigantescos, energia em escala, chips de última geração e investimentos bilionários. O custo para permanecer na fronteira tecnológica nunca foi tão alto.
Existe uma ironia interessante aqui.
Para que uma IA responda em poucos segundos, existe uma quantidade quase invisível de dinheiro, energia e infraestrutura trabalhando nos bastidores.
Quando usamos um chatbot para escrever um e-mail ou resumir uma reunião, parece tudo muito simples.
Mas, por trás dessa simplicidade, existe uma das maiores corridas por capital da história da tecnologia.
Estamos entrando em uma era em que inteligência artificial também será uma disputa por recursos.
Quem tiver infraestrutura terá vantagem.
Quem depender apenas da tecnologia dos outros precisará aprender a extrair o máximo valor dela.
De um lado, empresas investindo bilhões para tornar a IA mais poderosa.
Do outro, profissionais tentando acompanhar um ritmo de trabalho cada vez mais intenso.
As duas notícias falam sobre velocidade.
Mas velocidade, sozinha, nunca foi sinônimo de progresso.
Se cada minuto economizado vira apenas mais uma tarefa na agenda, a tecnologia deixa de ampliar nossa capacidade e passa a ampliar nossa ansiedade.
Talvez a pergunta mais importante da IA não seja:
"O que ela consegue fazer?"
Mas sim:
"O que nós escolhemos fazer com o tempo que ela nos devolve?"
Porque produtividade sem intenção vira apenas ocupação.
Esta semana, experimente usar a IA para eliminar uma tarefa repetitiva.
Mas faça um acordo consigo mesmo: Não use o tempo economizado para colocar mais uma demanda na agenda.
Use esse espaço para pensar melhor.
Ler. Conversar com um cliente. Criar uma ideia nova.
Ou simplesmente respirar.
A maior vantagem competitiva da IA talvez não seja fazer mais.
Seja permitir que a gente volte a fazer melhor.
Essencialismo — Greg McKeown
Um livro que desafia a lógica de fazer cada vez mais. Em um mundo acelerado pela IA, talvez a habilidade mais valiosa seja escolher o que realmente merece nossa atenção.
Her (Ela)
Muito além de uma história sobre inteligência artificial, o filme provoca uma reflexão sobre nossa relação com a tecnologia, produtividade, conexão humana e o espaço que damos às máquinas em nossas vidas.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
Muita gente acredita que vender mais depende apenas de atrair novos clientes.
Mas existe uma pergunta ainda mais importante:
Quando o cliente chega, ele encontra facilmente o que procura?
Uma loja organizada não melhora apenas a aparência. Ela melhora a experiência, reduz dúvidas e aumenta as chances de conversão.
Por isso, hoje vamos falar sobre três áreas que merecem atenção especial dentro da Suri Shop.
Imagine entrar em uma loja física sem placa, sem organização e sem identidade visual.
Provavelmente você sairia em poucos segundos.
No ambiente digital acontece exatamente a mesma coisa.
Manter as informações da sua loja atualizadas, com identidade visual alinhada e uma apresentação clara ajuda a transmitir confiança para quem está comprando pela primeira vez.
A primeira impressão continua sendo uma das etapas mais importantes da venda.
Quando todos os produtos ficam misturados, o cliente precisa trabalhar para encontrar o que procura.
E quanto mais esforço ele faz, maior a chance de desistir.
Categorias bem definidas funcionam como corredores de uma loja física.
Elas orientam a navegação, facilitam a busca por produtos específicos e tornam a experiência muito mais agradável.
Se você vende diferentes linhas de produtos, vale revisar se suas categorias continuam fazendo sentido para o comportamento atual dos seus clientes.
Fotos, descrições, preços e informações completas não são detalhes.
São argumentos de venda.
Muitas vezes o cliente toma sua decisão sem fazer uma única pergunta.
Ele analisa as informações disponíveis e decide se confia ou não naquela compra.
Por isso, manter o catálogo atualizado é uma das ações mais simples e mais eficientes para aumentar as conversões.
Quanto mais claro for o cadastro do produto, menor será a insegurança do cliente durante a compra.
Antes de investir mais em divulgação, vale fazer uma pergunta:
Sua loja está preparada para converter quem já está chegando?
Porque vender mais nem sempre significa atrair mais visitantes.
Às vezes, significa apenas facilitar o caminho para quem já quer comprar.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
Imagine a seguinte situação:
Um cliente vê um anúncio da sua empresa no Instagram, clica no WhatsApp para tirar uma dúvida, conversa com um atendente, compra um produto, recebe suporte alguns dias depois e, meses mais tarde, volta para fazer uma nova compra.
Parece uma jornada comum.
O problema é que, em muitas empresas, cada uma dessas etapas acontece em um lugar diferente.
O marketing não sabe o que o cliente comprou.
O vendedor não sabe qual foi a última reclamação.
O atendimento não conhece o histórico da negociação.
E o pós-venda trabalha sem contexto.
O resultado? O cliente precisa repetir a mesma história várias vezes.
As Jornadas Contínuas surgem para resolver exatamente esse problema.
A ideia é simples: fazer com que toda a experiência do cliente aconteça em uma única conversa, preservando histórico, contexto e relacionamento do início ao fim.
Em vez de processos separados, a empresa passa a trabalhar uma jornada integrada dentro do WhatsApp.
O modelo é estruturado em quatro ações principais:
Atrair clientes
Vender
Cuidar
Reativar
Ou seja, não basta apenas gerar vendas. É preciso acompanhar toda a relação com o cliente.
Uma dúvida comum é:
"Preciso transformar toda a operação de uma vez?"
A resposta é não.
O framework das Jornadas Contínuas foi criado para ser implementado em etapas.
O primeiro passo é centralizar as conversas.
Depois vem a automação do atendimento com IA.
Na sequência, a empresa pode estruturar vendas dentro do WhatsApp com catálogo, carrinho e pagamento.
Só então entra a aceleração da aquisição de clientes por meio de campanhas e anúncios.
Essa lógica ajuda a construir uma operação mais organizada antes de buscar escala.
Muitas empresas utilizam apenas um chatbot para tudo.
Mas as Jornadas Contínuas trabalham com agentes especializados para diferentes momentos da jornada.
Existem agentes focados em atração, vendas, pagamento, logística, reativação, atendimento e outras funções. Cada um atua com objetivos específicos, mas todos compartilham o contexto da conversa.
Na prática, isso significa menos repetições para o cliente e mais eficiência para a operação.
Muitas empresas acreditam que o problema está na falta de vendas.
Mas, em diversos casos, o verdadeiro desafio está na desconexão entre os processos.
Quando marketing, vendas, atendimento e pós-venda trabalham como partes isoladas, a experiência do cliente também se torna fragmentada.
As Jornadas Contínuas propõem justamente o contrário: transformar vários pontos de contato em uma única conversa contínua.
E talvez essa seja uma das maiores oportunidades para quem quer vender mais sem necessariamente investir mais.
Faça um exercício simples:
Escolha um cliente recente e tente mapear sua jornada completa.
Ele passou por quantos canais?
Precisou repetir informações?
Mudou de atendente várias vezes?
Quanto mais interrupções existirem nesse caminho, maior é a oportunidade de criar uma experiência mais fluida.
E é exatamente aí que começam as Jornadas Contínuas.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
"As pessoas raramente contam para os amigos sobre um produto. Mas costumam contar sobre uma experiência."
Mais de cinquenta anos depois de sua formação, o ABBA continua atraindo multidões. Em Estocolmo, na Suécia, o Museu do ABBA recebe centenas de milhares de visitantes todos os anos, transformando a nostalgia em um negócio extremamente bem-sucedido.
À primeira vista, pode parecer que as pessoas visitam o local para conhecer a trajetória da banda, ver figurinos antigos ou encontrar objetos históricos. Mas o verdadeiro motivo é outro.
As pessoas vão até lá para viver uma experiência.
O museu foi projetado para que os visitantes cantem, interajam, revivam memórias e se conectem emocionalmente com uma época que marcou suas vidas. O ingresso não dá acesso apenas a uma exposição. Ele oferece a oportunidade de sentir novamente algo que parecia guardado no passado.
E essa talvez seja uma das maiores lições para o varejo atual.
😊 Nem sempre a venda acontece por causa do produto
Durante muito tempo, empresas acreditaram que o principal fator de decisão era o produto em si.
Ter mais opções, melhores preços ou mais funcionalidades era suficiente para conquistar clientes.
Mas o mercado mudou.
Hoje, a maioria dos consumidores consegue comparar preços em poucos segundos, encontrar alternativas rapidamente e receber produtos sem sair de casa.
Nesse cenário, surge uma pergunta importante:
O que faz uma marca permanecer na memória quando existem tantas opções disponíveis?
A resposta, muitas vezes, está na experiência.
Recentemente, um artigo publicado pelo NeoFeed trouxe uma reflexão interessante: humor também é investimento.
E não porque uma piada vai aumentar as vendas da noite para o dia.
Mas porque emoções positivas criam conexões.
Uma comunicação leve, um atendimento acolhedor, uma mensagem bem construída ou uma experiência inesperada ajudam a transformar uma simples transação em algo memorável.
As pessoas podem esquecer um desconto recebido há seis meses.
Mas costumam lembrar de uma experiência que as fez sorrir.
🛒 A economia das emoções já começou
O sucesso do Museu do ABBA mostra que as pessoas estão cada vez mais dispostas a investir em experiências, histórias e conexões emocionais.
O varejo segue exatamente a mesma direção.
Não é por acaso que cafeterias criam ambientes instagramáveis, que livrarias promovem eventos culturais, que restaurantes investem em apresentações diferenciadas e que marcas constroem comunidades ao redor de seus produtos.
O objetivo não é apenas vender.
É criar lembranças.
Porque quando um cliente cria uma memória positiva associada a uma marca, a relação deixa de ser baseada apenas em preço.
Ela passa a ser baseada em valor percebido.
💡 O insight para levar hoje
Toda empresa deveria se perguntar:
Além do produto, o que o cliente leva consigo após uma compra?
Se a resposta for apenas o item adquirido, existe espaço para evoluir.
Mas se a resposta envolver sentimentos como confiança, diversão, acolhimento ou pertencimento, existe algo muito mais valioso sendo construído: uma marca que será lembrada.
No fim das contas, produtos podem ser copiados.
Experiências marcantes, não.
🎬 Dica de Filme
A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
Mais do que uma história sobre doces, o filme mostra como experiências memoráveis conseguem transformar algo comum em algo extraordinário.
📚 Dica de Livro
A Economia da Experiência — B. Joseph Pine II e James H. Gilmore
Uma leitura essencial para entender por que consumidores estão cada vez mais buscando experiências e como empresas podem criar valor muito além dos produtos que vendem.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
Imagine a seguinte cena:
🏗️ Brasília levou 4 anos para ser construída.
👷 Cerca de 60 mil trabalhadores participaram da obra.
🤖 Agora imagine 5 milhões de robôs humanoides trabalhando 24 horas por dia.
Segundo a visão apresentada por Elon Musk, isso seria suficiente para construir uma cidade como Brasília em menos de uma semana.
A Tesla deixou de se enxergar apenas como uma montadora de carros. Sua nova aposta é um futuro de "abundância incrível" — expressão que virou até pedido oficial de registro da marca "Amazing Abundance".
A ideia é ambiciosa: usar IA, robótica e automação para reduzir drasticamente o custo de bens e serviços, tornando tudo mais acessível.
Entre os projetos estão:
Robôs humanoides para tarefas domésticas, segurança e atendimento.
Chips próprios para inteligência artificial e processamento de dados.
Ecossistema de robotáxis com gestão automatizada de frotas.
Rede de energia integrada conectando carros, casas e sistemas solares.
Produtos de consumo que vão de mochilas a miniaturas de carros.
O tamanho da aposta
A Tesla pretende investir mais de US$ 25 bilhões em 2026.
Grande parte do valor de mercado da empresa agora depende do sucesso dessa estratégia de robótica e direção autônoma.
Enquanto isso, Hollywood vive uma discussão curiosa.
A franquia Toy Story — pioneira em revolucionar a animação com tecnologia — agora se depara com um cenário em que a própria tecnologia pode se tornar uma ameaça criativa.
O debate em torno de Toy Story 5 reflete um questionamento cada vez mais presente: até onde a inteligência artificial deve participar da criação artística?
A mesma IA que promete construir cidades, dirigir carros e atender clientes também levanta dúvidas sobre originalidade, autoria e o papel humano na criatividade.
Se robôs puderem construir cidades, dirigir carros e cuidar de tarefas do dia a dia, qual será o diferencial das pessoas?
Talvez a resposta esteja menos em competir com as máquinas e mais em desenvolver aquilo que elas ainda não conseguem replicar totalmente: criatividade, empatia, estratégia e relacionamento humano. O futuro pode ser abundante em tecnologia, mas continuará precisando de pessoas capazes de dar sentido a ela.
E você, acredita que estamos caminhando para uma era de abundância ou para um mundo ainda mais dependente da tecnologia?
Wall-E (2008)
Dir. Andrew Stanton
Uma história sobre um futuro em que a humanidade depende totalmente da tecnologia, mas que ainda encontra espaço para curiosidade, afeto e recomeço.
Apesar do cenário futurista, o tom é leve, visualmente bonito e emocionalmente otimista. O foco não é o medo da tecnologia, mas a possibilidade de redirecionar o futuro quando ainda há consciência e sensibilidade.
Life 3.0 — Max Tegmark
Um dos livros mais importantes sobre o futuro da inteligência artificial.
Ele explora como a IA pode impactar trabalho, economia, sociedade e até o conceito de humanidade, dependendo de como for desenvolvida e governada.
Bom dia, comunidade Suri!
“Quando o catálogo está organizado, o cliente encontra mais rápido, decide melhor e compra com menos atrito.”
No Suri Shop, o catálogo é a vitrine da operação. É nele que seus produtos aparecem para representantes, clientes e parceiros de compra. Um catálogo bem configurado reduz dúvidas, melhora a navegação e aumenta a chance de conversão.
O que é o catálogo no Suri Shop?
É a estrutura onde você organiza os produtos que serão exibidos no canal de vendas. A configuração envolve categorias, disponibilidade, informações do produto e a forma como os itens aparecem para o comprador.
Checklist rápido (5 minutos)
Os produtos principais aparecem na categoria correta?
As imagens estão atualizadas e com boa resolução?
Há itens descontinuados ainda visíveis?
Os nomes seguem um padrão único (marca + linha + volume, por exemplo)?
Os preços e regras comerciais refletem a política atual?
Erros comuns que travam vendas
Produto duplicado em categorias diferentes com nomes distintos.
Imagem genérica para itens visualmente parecidos.
Categoria “Outros” concentrando grande parte do mix.
SKU ativo sem estoque ou sem política comercial válida.
Descrição longa demais, escondendo o atributo realmente decisivo para a compra.
Boa prática para atacado e distribuição
Em operações com mix grande, a navegação costuma funcionar melhor quando a primeira divisão é por categoria de produto (bebidas, limpeza, higiene, mercearia etc.) e a segunda por linha, marca ou embalagem. Isso reduz o número de cliques até o pedido e facilita a recompra recorrente.
Próximo passo sugerido
Reserve 30 minutos esta semana para revisar apenas os mais vendidos. Em muitos casos, corrigir categoria, imagem e disponibilidade desses itens já melhora significativamente a experiência de compra e reduz chamados comerciais.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
Você já tentou enviar uma mensagem para um cliente e recebeu um aviso informando que a conversa estava fora da janela de atendimento?
Se isso já aconteceu com você, não se preocupe. Hoje vamos descomplicar um dos temas que mais geram dúvidas no WhatsApp API: as Mensagens Template e a sessão de 24 horas.
Sempre que um cliente envia uma mensagem para sua empresa, é aberta uma janela de atendimento de 24 horas.
Durante esse período, sua equipe pode responder livremente utilizando mensagens normais, sem necessidade de aprovação prévia do WhatsApp.
Mas atenção: quando essas 24 horas terminam, a conversa é encerrada automaticamente pelo WhatsApp.
E aí surge a pergunta:
Como entrar em contato novamente com esse cliente?
A resposta é simples: utilizando uma Mensagem Template.
As Mensagens Template são modelos de mensagens previamente aprovados pela Meta para iniciar ou retomar uma conversa com um cliente fora da janela de 24 horas.
Elas são muito utilizadas para:
✅ Confirmação de pedidos
✅ Avisos de entrega
✅ Cobranças e lembretes
✅ Campanhas promocionais
✅ Atualizações importantes para clientes
Após o cliente responder à mensagem template, uma nova janela de 24 horas é aberta e a conversa volta a funcionar normalmente.
Sim!
Toda mensagem template precisa estar vinculada a uma categoria definida pela Meta.
As principais são:
📢 Marketing
Mensagens promocionais, ofertas, lançamentos e campanhas.
🔔 Utilidade
Atualizações sobre pedidos, pagamentos, entregas e informações relevantes para o cliente.
🔐 Autenticação
Envio de códigos de verificação e validação de acesso.
Mesmo que uma mensagem seja criada em determinada categoria, a Meta pode revisar e entender que ela se encaixa melhor em outra classificação.
Esse processo é chamado de recategorização.
Por isso, é importante que o conteúdo enviado seja coerente com o objetivo da categoria escolhida, evitando reprovações ou alterações automáticas.
✔️ Utilize mensagens claras e objetivas.
✔️ Escolha a categoria correta antes de enviar para aprovação.
✔️ Evite conteúdos promocionais em templates classificados como Utilidade.
✔️ Revise seus templates periodicamente.
✔️ Sempre acompanhe o status de aprovação dentro da plataforma.
Se o cliente falou com você nas últimas 24 horas, sua equipe pode responder normalmente.
Se a janela expirou, será necessário utilizar uma Mensagem Template aprovada pela Meta para retomar o contato.
Entender essa regra ajuda a evitar bloqueios, melhora a experiência do cliente e garante que sua comunicação continue funcionando da forma correta.
💡 Dica Suri: Se você realiza campanhas, cobranças ou notificações recorrentes, vale a pena revisar seus templates e conferir se todos estão categorizados corretamente.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
"Quando o produto é parecido, a experiência vira o diferencial."
O Brasil é conhecido mundialmente pelo café. Ainda assim, uma das marcas de café mais famosas da Colômbia decidiu apostar justamente aqui para expandir seus negócios: a Juan Valdez. A marca chegou ao país com uma proposta que vai muito além de vender café. Ela quer vender experiência, origem e conexão com a marca.
Mas o que isso ensina para o varejo?
Café é café? Nem sempre.
A Juan Valdez construiu sua reputação transformando a história dos produtores colombianos em parte da experiência de compra. O consumidor não leva apenas uma bebida. Ele leva uma narrativa, uma cultura e uma identidade.
No varejo, a lógica é a mesma.
Quando duas lojas vendem produtos semelhantes, vence aquela que cria uma experiência mais memorável.
A estratégia da marca aposta em ambientes acolhedores, atendimento próximo e um posicionamento que valoriza a origem do produto. A proposta é fazer com que o momento do consumo seja tão importante quanto o próprio café.
E isso vale para qualquer segmento:
✅ Lojas de moda podem contar a história das peças.
✅ Mercados podem destacar a origem dos produtos.
✅ Restaurantes podem transformar refeições em experiências.
✅ Pequenos negócios podem criar conexões mais humanas com seus clientes.
O consumidor atual tem acesso a milhares de opções. O que faz alguém voltar não é apenas o produto.
É a sensação que a marca deixa.
Enquanto muitos negócios competem apenas por preço, as marcas que crescem estão investindo em relacionamento, identidade e experiência.
E talvez essa seja a principal lição da chegada de uma marca colombiana ao maior produtor de café do mundo: quem cria valor emocional consegue encontrar espaço até nos mercados mais competitivos.
Pergunte para si mesmo:
O que meu cliente leva além do produto quando compra da minha empresa?
Se a resposta for apenas "o produto", talvez exista uma grande oportunidade de crescimento escondida na experiência.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
"Nem toda tarefa pode ser automatizada. E nem todo profissional pode ser substituído."
Nos últimos anos, vimos inúmeras notícias sobre empresas investindo pesado em Inteligência Artificial e reduzindo equipes em busca de mais eficiência. Mas uma nova tendência está chamando atenção do mercado: algumas dessas empresas estão recontratando profissionais que haviam sido substituídos pela IA.
O fenômeno já ganhou até um nome: Efeito Bumerangue da IA.
Segundo uma pesquisa analisada pela Fast Company, quase um terço dos gestores entrevistados afirmou que sua empresa eliminou cargos por acreditar que a IA e a automação seriam suficientes para absorver aquelas atividades. O problema? Em muitos casos, a realidade foi diferente da expectativa.
As principais razões para a recontratação foram:
✅ Necessidade de conhecimento de negócio e contexto da empresa.
✅ Supervisão humana para validar resultados.
✅ Ganhos de produtividade menores do que o esperado.
✅ Aumento da demanda operacional.
✅ Necessidade de relacionamento e tomada de decisão humana.
A Inteligência Artificial é excelente para:
Automatizar tarefas repetitivas.
Organizar informações.
Gerar resumos.
Apoiar análises.
Aumentar a produtividade das equipes.
Mas existe uma diferença importante entre apoiar o trabalho humano e substituí-lo completamente.
Em áreas como atendimento, Customer Success, vendas, gestão de relacionamento e suporte, fatores como empatia, negociação, interpretação de contexto e construção de confiança continuam sendo diferenciais humanos.
As organizações que estão obtendo melhores resultados não são necessariamente as que substituem pessoas por IA.
São aquelas que conseguem combinar:
🤖 Tecnologia para acelerar processos.
👥 Pessoas para interpretar, decidir e criar relacionamentos.
A própria pesquisa mostra que muitas empresas estão revisando sua estratégia e deixando de pensar em "cortar funções" para começar a "redesenhar funções", utilizando a IA como apoio e não como substituição total.
Se você trabalha com atendimento, vendas, suporte ou gestão de clientes, a pergunta talvez não seja:
"A IA vai me substituir?"
Mas sim:
"Como posso usar a IA para me tornar ainda mais produtivo?"
Os profissionais que aprenderem a trabalhar junto da tecnologia terão uma vantagem competitiva cada vez maior.
Use a IA para automatizar tarefas operacionais e ganhar tempo. Use esse tempo para fazer aquilo que nenhuma ferramenta consegue replicar completamente: criar conexões, entender pessoas e tomar decisões estratégicas.
Porque, no fim das contas, os melhores resultados continuam acontecendo quando tecnologia e pessoas trabalham juntas.
Olá, comunidade Suri! ☀️
"Os clientes não querem mais trocar de tela para comprar. Eles querem resolver tudo no mesmo lugar onde já estão conversando."
Se há alguns anos o WhatsApp era visto apenas como um canal de comunicação, hoje ele se tornou um dos principais pontos de venda para empresas que buscam mais praticidade, velocidade e conversão.
E faz sentido.
O consumidor moderno quer uma experiência simples. Ele não quer navegar por vários sistemas, preencher formulários extensos ou ser redirecionado para diferentes plataformas até concluir uma compra.
É exatamente por isso que o conceito de Chat Commerce tem crescido tanto.
O Suri Shop transforma o WhatsApp em uma verdadeira loja digital, permitindo que empresas vendam produtos diretamente dentro da conversa com seus clientes.
Na prática, o cliente consegue:
✅ Consultar produtos
✅ Navegar por categorias
✅ Adicionar itens ao carrinho
✅ Finalizar pedidos
✅ Realizar pagamentos
Tudo sem sair do WhatsApp.
Um dos maiores desafios das vendas online é a perda de clientes durante a jornada de compra.
Muitas vezes o consumidor demonstra interesse, adiciona produtos ao carrinho e acaba desistindo antes da finalização.
Por isso, recursos como recuperação automática de carrinho e acompanhamento do status dos pedidos fazem tanta diferença no resultado final.
Quando a experiência é mais fluida, a chance de conversão aumenta.
Outro diferencial está na combinação entre automação e atendimento humano.
A inteligência artificial pode conduzir grande parte do processo de compra, responder dúvidas frequentes e auxiliar na escolha de produtos. Quando necessário, um atendente assume a conversa e continua o atendimento sem perder o histórico do cliente.
Isso permite escalar operações sem abrir mão da proximidade que o WhatsApp oferece.
Um catálogo bem estruturado também faz toda a diferença.
Dentro do Suri Shop, é possível organizar produtos por categorias, criar coleções, configurar descontos e manter a experiência de compra mais intuitiva para os clientes.
Quanto mais fácil for encontrar um produto, maior tende a ser o volume de vendas.
Atrair > Vender > Cuidar > Reativar.
Esse é o melhor fluxo que você pode seguir, uma jornada contínua.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
"Quando tudo parece urgente, normalmente o problema não é a demanda. É a falta de organização."
Você já passou pela situação de precisar encontrar rapidamente um cliente, uma negociação ou um atendimento antigo e perder vários minutos procurando informações?
Esse cenário é mais comum do que parece.
À medida que uma operação cresce, o volume de mensagens aumenta, mais atendentes entram na rotina e acompanhar cada cliente se torna um desafio. É nesse momento que a organização deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.
Muitas empresas acreditam que um bom atendimento depende apenas de responder rápido.
Mas a experiência do cliente também está ligada à capacidade de entender quem ele é, qual foi seu histórico de contato e em que etapa da jornada ele está.
Quando essas informações ficam espalhadas ou dependem apenas da memória da equipe, o risco de retrabalho aumenta.
Uma das formas mais simples de organizar uma operação é através das Tags.
Ao categorizar contatos por perfil, interesse, status de negociação ou qualquer outra informação relevante, a equipe ganha mais agilidade para localizar clientes e entender rapidamente o contexto de cada atendimento.
Imagine alguns exemplos:
🏷️ Cliente VIP
🏷️ Aguardando retorno
🏷️ Interessado em integração
🏷️ Pós-venda
🏷️ Financeiro
Com poucos cliques, o histórico fica muito mais fácil de consultar e acompanhar.
Outro recurso importante é a Carteira de Clientes.
Ela permite direcionar determinados contatos para departamentos ou agentes específicos. Na prática, sempre que aquele cliente entrar em contato novamente, o atendimento pode seguir para o responsável já definido.
O resultado?
Menos repetição de informações.
Mais proximidade.
Mais relacionamento.
E uma experiência muito mais personalizada.
Dentro da plataforma, as conversas transitam entre filas específicas, como "Esperando Atendimento", "Em Atendimento" e "Automático". Isso ajuda a equipe a visualizar prioridades e acompanhar cada interação de forma estruturada.
Quando cada conversa tem um lugar definido, fica mais fácil evitar atendimentos esquecidos, mensagens sem resposta e gargalos operacionais.
Se a resposta for "não", talvez seja hora de investir mais na organização das conversas.
Porque atender bem não é apenas responder rápido.
É garantir que cada cliente seja reconhecido, acompanhado e atendido com contexto.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
Junho reserva duas datas que costumam movimentar bares, restaurantes, lojas e operações de varejo em todo o país: o Dia dos Namorados (12 de junho) e o jogo do Brasil no dia 13.
E quando o fluxo aumenta, uma verdade aparece rapidamente:
"Não é o aumento da demanda que gera problemas. É a falta de preparação para recebê-la."
Por isso, mais do que criar promoções, é fundamental organizar a operação para aproveitar o momento sem gerar atrasos, filas, erros ou perda de oportunidades.
Nada frustra mais um cliente do que encontrar uma promoção e descobrir que o produto acabou.
Antes das datas:
✅ Confira os itens mais vendidos;
✅ Faça uma previsão de demanda;
✅ Verifique insumos, embalagens e materiais de apoio;
✅ Garanta reposição rápida dos produtos estratégicos.
Para bares e restaurantes, vale atenção especial aos itens que costumam ter maior saída durante transmissões esportivas, como bebidas, petiscos e combos promocionais.
Quando o movimento aumenta, mensagens também aumentam.
Clientes perguntam sobre:
Reservas;
Horários de funcionamento;
Entregas;
Promoções;
Disponibilidade de produtos.
Ter um atendimento organizado evita que oportunidades sejam perdidas.
Algumas boas práticas:
✔️ Utilize respostas rápidas para perguntas frequentes;
✔️ Separe atendimentos por assunto;
✔️ Defina responsáveis por cada canal;
✔️ Monitore conversas que ainda aguardam retorno.
Lembre-se: quem responde primeiro costuma vender primeiro.
Em períodos de grande movimento, promoções muito complexas podem gerar dúvidas tanto para a equipe quanto para os clientes.
Prefira:
❤️ Combos para casais;
❤️ Kits presenteáveis;
❤️ Promoções de segunda compra;
❤️ Benefícios para reservas antecipadas;
❤️ Combos especiais para assistir ao jogo.
Quanto mais clara for a oferta, maior a chance de conversão.
Uma reunião rápida antes do início da ação pode evitar diversos problemas.
Compartilhe:
Objetivos da campanha;
Regras das promoções;
Horários especiais;
Fluxo de atendimento;
Procedimentos para situações de alta demanda.
Quando todos sabem o que fazer, a experiência do cliente melhora significativamente.
Não espere o fim da campanha para descobrir o que funcionou.
Durante os dias de maior movimento, acompanhe:
📈 Volume de vendas;
📈 Produtos mais procurados;
📈 Tempo médio de atendimento;
📈 Taxa de conversão das campanhas;
📈 Principais dúvidas dos clientes.
Esses dados ajudam a fazer ajustes rápidos e aproveitar melhor cada oportunidade.
O Dia dos Namorados e os eventos esportivos não representam apenas aumento de vendas.
São oportunidades para criar experiências positivas, fortalecer o relacionamento com os clientes e gerar novas compras no futuro.
Quem se organiza antes consegue atender melhor, vender mais e transformar datas sazonais em resultados consistentes.
🎬 Filme da semana:
Questão de Tempo
Uma história emocionante sobre valorizar os momentos, as conexões e as pessoas ao nosso redor. Uma ótima lembrança de que experiências marcantes costumam gerar mais impacto do que grandes gestos.
📚 Livro da semana:
A Estratégia do Oceano Azul
O livro mostra como encontrar oportunidades onde a concorrência é menor e como criar valor de forma diferenciada. Uma leitura interessante para quem quer aproveitar datas sazonais para se destacar no mercado em vez de disputar apenas por preço.
Olá, comunidade Suri! 🚀
"A tecnologia mais poderosa não é aquela que faz tudo sozinha. É aquela que permite que pessoas façam o que antes parecia impossível."
Durante muito tempo, quando falávamos de Inteligência Artificial, imaginávamos apenas assistentes virtuais, automação de tarefas ou geração de conteúdo. Mas os avanços mais recentes mostram que estamos entrando em uma nova fase: a IA está ajudando a devolver movimentos a pacientes tetraplégicos e acelerando a criação de vacinas capazes de enfrentar futuras pandemias.
O que isso tem a ver com o seu negócio?
Muito mais do que parece.
A startup chinesa Neuracle Technology recebeu autorização para comercializar o NEO, um dispositivo de interface cérebro-computador (BCI) desenvolvido em parceria com a Universidade Tsinghua.
O sistema funciona captando sinais neurais, traduzindo-os em comandos digitais e permitindo que pacientes com limitações motoras realizem movimentos novamente por meio de dispositivos robóticos.
O caso que mais chamou atenção foi o de um homem tetraplégico há seis anos que, após onze meses utilizando a tecnologia, conseguiu escrever o próprio nome.
Mais do que um avanço médico, essa inovação mostra um princípio importante:
💡 As tecnologias mais transformadoras não são aquelas que substituem pessoas, mas aquelas que ampliam capacidades humanas.
Enquanto isso, pesquisadores da Universidade de Cambridge deram outro passo impressionante.
Utilizando Inteligência Artificial, a equipe desenvolveu um componente vacinal capaz de reconhecer diferentes variantes e mutações de coronavírus, incluindo possíveis versões futuras.
Em vez de esperar uma nova mutação surgir para depois criar uma resposta, a IA analisou dezenas de códigos genéticos e projetou um antígeno capaz de preparar o sistema imunológico para múltiplos cenários.
Os primeiros testes já começaram e novos estudos estão em andamento.
A mensagem é clara:
📈 A IA não está apenas acelerando processos. Ela está ajudando cientistas a resolver problemas que antes pareciam impossíveis.
Mesmo que sua empresa não esteja desenvolvendo chips cerebrais ou vacinas, existem lições valiosas nesses dois exemplos.
Os pesquisadores não esperaram a próxima mutação acontecer.
Eles analisaram padrões para prever cenários futuros.
Nas empresas, isso significa:
✅ Antecipar demandas dos clientes
✅ Identificar riscos antes que virem problemas
✅ Tomar decisões baseadas em dados, não apenas em intuição
O sucesso do NEO veio porque ele reduziu riscos e simplificou processos regulatórios.
Muitas vezes, inovar não significa criar algo mais complexo.
Significa criar algo mais simples, seguro e eficiente.
Pergunte-se:
👉 O que pode ser simplificado na experiência do seu cliente?
Os dois casos têm algo em comum: a tecnologia foi criada para ampliar capacidades humanas.
O mesmo vale para as empresas.
A melhor aplicação da IA não é substituir equipes, mas permitir que elas sejam mais estratégicas, criativas e produtivas.
Autor: Klaus Schwab
A obra explica como tecnologias como inteligência artificial, biotecnologia, computação avançada e automação estão remodelando mercados, profissões e a sociedade.
Uma leitura essencial para entender por que inovações como as que vimos acima não são tendências passageiras, mas parte de uma transformação estrutural do mundo.
O filme conta a história de Alan Turing, matemático considerado um dos pais da computação moderna.
Além de mostrar a origem de conceitos que influenciam a IA atual, a obra reforça uma lição importante: grandes avanços tecnológicos nascem quando criatividade, ciência e coragem trabalham juntas.
Olá, comunidade Suri! ☀️
“Quando o sistema conversa entre si, a operação deixa de apagar incêndios e começa a crescer com estratégia.”
Se você usa o Winthor para gerenciar sua operação de atacado ou distribuição, temos uma excelente notícia para o seu negócio.
Na quinta-feira dia 28 de maio, realizamos o webinar “Conheça a integração Winthor e Suri Shop”, um encontro prático criado para mostrar como simplificar sua operação comercial e transformar o WhatsApp em um canal de vendas ainda mais estratégico para o B2B.
Mas antes de falarmos da integração, vale responder uma pergunta importante:
ERP significa Enterprise Resource Planning ou Planejamento de Recursos Empresariais.
Na prática, ele funciona como o “cérebro” da operação. É o sistema responsável por centralizar informações de estoque, vendas, pedidos, financeiro, logística e cadastro de produtos, fazendo com que todos os setores conversem entre si em tempo real.
E quando falamos em atacado e distribuição, o TOTVS Winthor é uma das principais referências do mercado.
É ele quem gerencia todo o backoffice da operação: desde a entrada de mercadorias até o processamento dos pedidos e controle comercial.
Quem trabalha com vendas para empresas sabe que existe uma dor recorrente no mercado:
Sincronização de produtos
Atualização de preços
Controle de estoque
Integração de pedidos
Dependência de integradores externos
Custos adicionais para manter sistemas funcionando juntos
Muitas empresas precisavam cadastrar informações no ERP, depois repetir o processo na plataforma de vendas, exportar planilhas ou depender de integrações complexas.
E isso gera retrabalho, falhas operacionais e perda de eficiência.
Pensando justamente nessa dor, desenvolvemos a integração nativa entre Winthor + Suri Shop.
A proposta é simples: transformar a operação em algo muito mais fluido, automatizado e integrado.
Tudo funciona no modelo Plug & Play: você acessa a aba de aplicativos da Suri Shop, realiza a configuração de quatro informações básicas e pronto, a sincronização começa automaticamente.
Produtos, categorias, descrições e informações já vêm integrados diretamente do Winthor, sem necessidade de recadastro manual.
Alterou preço ou tabela promocional no ERP? A mudança é refletida automaticamente na Suri Shop.
Acabe com o problema de vender produtos indisponíveis. O saldo de estoque é atualizado automaticamente entre os sistemas.
O cliente realiza toda a jornada de compra pelo WhatsApp e, automaticamente, o pedido já aparece dentro dos sistemas integrados.
Mais agilidade para o comercial. Mais controle para a operação.
Hoje, tanto para o empresário quanto para o cliente, o WhatsApp já se consolidou como um dos canais mais eficientes para fechar negócios.
E no B2B isso se torna ainda mais importante: o atendimento precisa ser rápido, consultivo e integrado ao restante da operação.
Com a integração entre Suri Shop e Winthor, o vendedor consegue manter a experiência comercial fluida sem perder controle operacional.
Estamos expandindo nosso ecossistema de integrações para tornar a operação dos nossos parceiros cada vez mais conectada.
Novas integrações chegando:
Consico
TOTVS Moda
Varejo Online
Plug Em Too
A ideia é simples: menos fricção operacional e mais vendas acontecendo.
A integração Winthor + Suri Shop já está disponível na nossa aba de aplicativos.
Se você busca uma operação mais integrada, escalável e preparada para vender pelo WhatsApp com eficiência, esse é o momento de dar o próximo passo.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Processos consistentes constroem negócios consistentes.” — James Clear
O Descomplica Suri chegou com mais uma dose de conhecimento prático para ajudar sua operação a rodar com mais segurança, estabilidade e eficiência.
Vamos falar sobre Coexistence. E se essa foi a modalidade escolhida para sua operação, alguns cuidados são fundamentais para evitar instabilidades, bloqueios e dores de cabeça, principalmente em períodos de maior volume.
Vamos aos pontos principais? 👇
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📌 Mantenha uma base saudável e responsiva
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Evite insistir em contatos que não retornam suas tentativas de interação.
Mais do que volume, o que importa é qualidade de base. Leads frios aumentam riscos e reduzem performance.
Priorize contatos com:
• Interação recente
• Consentimento válido
• Histórico positivo de engajamento
Foco em quem realmente quer ouvir sua marca.
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📌 Aqueça sua base antes de vender
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Antes de campanhas promocionais, trabalhe o reengajamento da sua base.
Mensagens leves e estratégicas ajudam a recuperar contatos e melhorar taxas de resposta.
Dica prática: E-mail marketing com botão direcionando para o WhatsApp é uma ótima forma de reativar conversas de maneira natural.
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📌 Garanta estabilidade na integração
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Pequenos cuidados fazem diferença na continuidade da operação:
• Mantenha o WhatsApp Business atualizado
• Evite versões beta
• Deixe o aparelho sempre online
• Garanta internet estável
• Verifique permissões em segundo plano
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📌 Atenção à janela de 24 horas
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Evite enviar mensagens diretamente pelo celular tentando contornar regras da API.
Esse comportamento aumenta significativamente o risco de bloqueios e inconsistências na operação.
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📌 Pós-restrição: vá com calma
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Caso o número sofra algum bloqueio:
• Evite campanhas em massa por até 7 dias
• Retome os envios gradualmente
• Priorize contatos mais engajados
Mesmo que bloqueios sejam processos exclusivos da Meta, seguir essas boas práticas reduz significativamente os riscos.
No final, operações saudáveis não dependem apenas de volume. Dependem de consistência, relacionamento e estratégia.
Bom dia, comunidade! ☀️
“O consumo mudou: hoje as pessoas não compram apenas produtos, compram sensação, rotina e pertencimento.”
Durante muito tempo, produtos de autocuidado eram vistos apenas como itens básicos do dia a dia. Shampoo, sabonete, hidratante e desodorante ocupavam uma missão simples dentro do varejo: reposição.
Mas isso mudou.
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Uma tendência cada vez mais forte está transformando o varejo: o consumidor deixou de buscar apenas necessidade e passou a procurar experiência, bem-estar e sensação de recompensa na rotina.
Produtos antes considerados “simples” agora carregam valor emocional.
Óleos capilares, finalizadores, fragrâncias premium, máscaras faciais, produtos de skincare e itens de bem-estar estão ganhando espaço nas gôndolas e aumentando o ticket médio das lojas.
O movimento é tão forte que categorias antes concentradas em farmácias e perfumarias começaram a migrar para supermercados e varejos alimentares.
Na prática, o varejo percebeu uma mudança importante:
o cliente não quer apenas comprar rápido.
Ele quer sentir que está cuidando de si mesmo.
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O conceito de wellness deixou de ser nicho e virou estratégia.
Hoje, o consumidor valoriza:
praticidade;
conveniência;
sensação de conforto;
experiências sensoriais;
produtos que tragam bem-estar físico e emocional.
Isso explica por que até categorias de limpeza doméstica passaram por uma transformação. Fragrâncias premium e produtos mais sofisticados começaram a gerar conexão emocional com o consumidor.
A lógica mudou: antes o produto precisava apenas funcionar.
Agora ele também precisa fazer o cliente “sentir”.
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O crescimento do autocuidado abre espaço para estratégias muito mais inteligentes dentro das lojas. Algumas delas já aparecem com força em grandes varejistas:
Produtos de autocuidado funcionam melhor quando estão conectados a experiências.
Não é apenas expor um hidratante.
É criar a sensação de:
relaxamento;
cuidado;
conforto;
rotina saudável.
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As categorias de beleza e bem-estar crescem muito através de compras por impulso. Displays, ilhas, kits e pontos extras aumentam a conversão e percepção de valor.
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O consumidor não compra mais apenas “o básico”.
Ele adiciona etapas:
shampoo + óleo capilar;
sabonete + hidratante;
limpeza + aromatizador;
skincare completo.
Isso aumenta o ticket médio e a recorrência.
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O novo varejo de beleza mistura experiência, conveniência e sensorialidade. Algumas lojas já operam quase como hubs de autocuidado.
O consumidor quer:
experimentar;
descobrir;
sentir;
se conectar com marcas.
E isso vale tanto para grandes redes quanto para pequenos negócios.
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O autocuidado deixou de ser tendência passageira.
Ele virou comportamento de consumo.
As marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva não apenas pelo produto, mas pela experiência que conseguem construir ao redor dele.
Porque no fim, muitas vezes o cliente não está comprando somente um creme, um óleo ou uma fragrância.
Ele está comprando a sensação de desacelerar por alguns minutos em meio à correria do dia.
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📚 Livro: O Jeito Disney de Encantar os Clientes
Uma leitura sobre experiência, percepção de valor e como transformar pequenos detalhes em conexão emocional com o consumidor.
🎬 Filme: The Intern
O filme mostra como relacionamento humano, cuidado e experiência continuam sendo diferenciais mesmo em mercados cada vez mais modernos e acelerados.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Tecnologia inteligente não substitui relacionamento. Ela potencializa experiências.”
Você teria um chip de memória? Ou você acha que dá conta de se lembrar da sua vida inteira somente com a sua intuição?
Nesse caso você ainda pode utilizar a sua intuição, porque ainda não estamos vivendo o filme The Host, estamos falando de um chip para que a IA funcione melhor.
Você já tinha ouvido falar sobre?
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Quando pensamos em inteligência artificial, normalmente imaginamos ferramentas como chats inteligentes, geração de imagens ou automações. Mas a verdadeira disputa bilionária da tecnologia está acontecendo nos bastidores: dentro dos data centers e dos chips de memória.
Empresas como Micron Technology e SK hynix passaram a ganhar ainda mais protagonismo porque a IA moderna depende de uma quantidade gigantesca de memória para funcionar.
E não estamos falando de pouca coisa.
Modelos de IA processam bilhões de dados em segundos, analisam padrões, geram respostas em tempo real e precisam “lembrar” de contextos inteiros durante uma conversa. Tudo isso exige velocidade absurda de processamento e memórias especializadas, como as HBMs (High Bandwidth Memory).
Hoje, o gargalo da IA não é apenas criar sistemas inteligentes. O desafio é conseguir alimentar os processadores com dados rápido o suficiente para que a experiência continue fluida.
Enquanto muita gente acredita que a revolução da IA acontece apenas nos aplicativos, a verdadeira transformação está acontecendo dentro da infraestrutura tecnológica que sustenta tudo isso.
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Ao mesmo tempo em que empresas investem bilhões em IA, um movimento curioso começa a crescer: a rejeição do público ao uso exagerado da tecnologia como estratégia de marketing.
Uma matéria recente mostrou que muitas marcas começaram a perceber um desgaste na relação com consumidores quando a IA aparece mais como “moda” do que como solução real.
Na prática, o cliente não quer saber se foi uma IA ou uma pessoa que resolveu o problema.
Ele quer:
rapidez;
clareza;
personalização;
eficiência;
sensação de cuidado.
Quando a tecnologia gera respostas frias, processos confusos ou atendimentos engessados, a experiência deixa de parecer inteligente e passa a parecer distante.
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A IA pode melhorar MUITO a experiência do consumidor — desde que seja usada como apoio e não como barreira. Algumas empresas já estão adotando práticas simples que fazem diferença no relacionamento:
Mensagens extremamente robóticas cansam rápido. Ajustar tom de voz, contexto e linguagem faz o cliente sentir que existe atenção real naquela conversa.
Um dos maiores erros é “prender” o cliente dentro da IA sem possibilidade de falar com alguém. A tecnologia precisa agilizar o caminho, não bloquear soluções.
A melhor IA é aquela que ajuda a entender comportamento, histórico e necessidade do cliente para tornar a experiência mais relevante.
A IA funciona muito bem para:
organizar informações;
acelerar respostas;
gerar insights;
automatizar tarefas repetitivas.
Mas conexão emocional, negociação e confiança ainda continuam extremamente humanas.
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A corrida da IA não será vencida apenas por quem tiver os chips mais rápidos ou os modelos mais avançados.
As empresas que realmente vão se destacar serão aquelas que conseguirem equilibrar:
inteligência;
experiência;
personalização;
e relacionamento humano.
Porque no fim, o cliente não quer sentir que está falando com uma máquina. Ele quer sentir que foi entendido.
📚 Livro: Homo Deus
Uma reflexão sobre como tecnologia, dados e inteligência artificial estão transformando a sociedade, os negócios e até a forma como os humanos tomam decisões.
🎬 Filme: Ex Machina
O filme aborda os limites entre inteligência artificial, consciência e comportamento humano, trazendo uma visão provocativa sobre confiança, tecnologia e relações no futuro.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Não basta vender uma vez. O objetivo é fazer o cliente querer voltar.” — Philip Kotler
Atrair > Vender > Cuidar > Reativar.
Esses deveriam ser os pilares de toda empresa que deseja crescer de forma consistente e transformar clientes em recorrência. Porque vender uma vez é importante. Fazer a venda voltar a acontecer é o que constrói um negócio forte.
E quando falamos sobre relacionamento, velocidade e conversão, existe um canal que hoje se tornou indispensável: o WhatsApp.
Na edição de hoje da Suri Shop, vamos falar sobre como melhorar suas vendas dentro do WhatsApp e transformar conversas em oportunidades reais de negócio.
Existem três pontos fundamentais para aumentar sua performance com clientes:
• Alcance
Estar onde o seu cliente já está. Hoje, o WhatsApp é o maior canal de comunicação do Brasil e se tornou um dos principais ambientes de venda do mercado.
• Preferência
O consumidor quer rapidez, praticidade e atendimento personalizado. Ele espera que sua empresa entenda o que ele procura antes mesmo da compra acontecer.
• Eficiência
Quanto mais fácil for a jornada, maior a chance da venda acontecer. Respostas rápidas, recuperação de carrinhos e relacionamento contínuo fazem diferença direta no faturamento.
Hoje, vender fora do WhatsApp enquanto o seu concorrente vende dentro dele pode representar custo e perda de oportunidade para o seu negócio.
Muitos já sabem que o Suri Shop se tornou um dos principais meios de venda dentro do WhatsApp. E por isso, queremos compartilhar algumas dicas práticas para ajudar você a aumentar sua conversão e transformar carrinhos parados em vendas concluídas.
• Facilite a decisão: Evite mensagens longas demais. Seja direto, mostre opções claras e facilite o caminho até o pagamento.
• Continue presente depois da venda: Pós-venda também vende. Um acompanhamento simples pode gerar recompra, indicação e fidelização.
• Use prova social: Clientes gostam de segurança. Compartilhe avaliações, fotos reais e feedbacks de quem já comprou.
• Recupere carrinhos parados: Muitas vendas não foram perdidas. Só foram esquecidas. Uma mensagem simples pode trazer o cliente de volta:
“Oi! Vi que você não finalizou seu pedido. Posso te ajudar em algo?”
Mas existe um ponto importante: não existe venda sem relacionamento.
Clientes compram de empresas que acompanham, se comunicam e permanecem presentes mesmo depois da compra.
Porque no final, vender não é apenas sobre produto. É sobre conexão.
[Intermediário] Recuperação de carrinho VTEX e Shopify e cupons personalizados: aumente sua convers - 2026/02/10 13:43 GMT-03:00 - Recording
https://drive.google.com/file/d/1c6gg6aK_JOhhJqFNxv07Y4ALNyNLnDg8/view
[Webinar] Alavancando suas vendas com o módulo campanhas - 2025/12/11 10:24 GMT-03:00 - Recording
https://drive.google.com/file/d/1CxMRw4fTmY82O4a01_DD_R04rVGfHmKw/view
Bom dia, Comunidade Suri!
“Automação sem estratégia gera bloqueios. Automação com inteligência gera crescimento.”
Muitas empresas ainda acreditam que o risco de bloqueio no WhatsApp depende apenas do segmento em que atuam. Mas a verdade é outra: a Meta não analisa somente o seu nicho, ela avalia principalmente o seu caso de uso.
Isso significa que até empresas totalmente legítimas podem sofrer restrições caso utilizem estratégias de envio consideradas inadequadas pela plataforma.
Por isso, entender como a Meta classifica os níveis de risco da sua operação deixou de ser opcional, virou parte essencial da estratégia.
São segmentos com uso amplamente aceito pela plataforma e comunicação considerada saudável, como:
Moda;
Varejo;
Educação;
Serviços profissionais;
E-commerce em geral.
Mesmo nesses casos, excesso de mensagens, listas frias ou baixa qualidade nos envios podem gerar penalizações.
Alguns setores dependem diretamente da forma como a comunicação acontece e, muitas vezes, exigem licenças ou cuidados específicos.
Entre eles:
Saúde;
Farmácia;
Financeiro;
Advocacia.
Nesses casos, o conteúdo da mensagem, a promessa feita ao usuário e até a frequência dos disparos podem impactar diretamente a saúde do número.
Existem também segmentos que entram em conflito direto com as políticas da Meta e possuem grande chance de restrição ou bloqueio.
Alguns exemplos são:
Cobranças agressivas;
Apostas;
Criptomoedas;
Comércio de armas;
Conteúdo adulto.
E aqui existe um ponto importante: essas diretrizes pertencem exclusivamente à Meta. A Suri não possui qualquer controle sobre as políticas aplicadas pela plataforma.
Inclusive, determinadas práticas podem ser sinalizadas a qualquer momento dependendo da abordagem utilizada, como promoções de bebidas alcoólicas, comunicações de cobrança ou mensagens excessivamente comerciais.
No final, tudo se resume à intenção da mensagem e à experiência que ela gera para quem recebe.
Um exemplo simples é o mercado pet.
Um pet shop tradicional, serviços de banho e tosa ou planos de saúde para animais normalmente operam sem problemas dentro da plataforma.
Mas, se esse mesmo negócio utilizar o WhatsApp para vender animais vivos, a operação pode ser bloqueada por violar as políticas da Meta.
Ou seja: o risco não está apenas no segmento, mas no tipo de comunicação realizada.
Outro fator extremamente perigoso é o envio para listas frias.
Comprar bases de contatos pode parecer um atalho rápido, mas normalmente resulta em denúncias, queda de qualidade e restrições no número.
O crescimento saudável acontece quando sua empresa constrói a própria audiência através de:
anúncios;
conteúdos;
materiais ricos;
relacionamento;
captação com consentimento.
Quanto maior o engajamento da sua base, mais forte e segura sua operação se torna.
Manter a qualidade do seu número não serve apenas para evitar bloqueios.
É isso que garante entregabilidade, relacionamento, recorrência e crescimento sustentável da sua operação no WhatsApp.
A estratégia certa conecta a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo.
Se você quer estruturar uma estratégia de envios mais segura e eficiente para sua empresa, nosso time pode ajudar.
Fale com a Suri:
https://api.whatsapp.com/send/?phone=558540427062
Como verificar a saúde do seu número:
https://docs.google.com/presentation/d/1vyLjsC2tLU3uexRUUObbGd_djl4HoDW5/edit?usp=sharing
Como realizar envios com eficiência:
https://docs.google.com/presentation/d/11n_lTtFATMGBzFar7bZYWm18KpdqF9a1/edit?usp=sharing
Guia de segmentos sensíveis:
https://docs.google.com/presentation/d/19moDhBxk7JsryP7YGf2xaq0P86JBnDqK_5JhV9Puu4Q/edit?usp=sharing
Bom dia, comunidade Suri!
“Grandes eventos não movimentam apenas audiência. Eles movimentam o comportamento de consumo.”
O menino Ney na copa do Mundo virou evento de consumo e o varejo já percebeu isso.
A convocação mais comentada dos últimos tempos colocou mais uma vez o futebol no centro das conversas. E, gostando ou não das escolhas, existe um fato impossível de ignorar: quando a Copa começa, o consumo acelera.
O varejo de moda, por exemplo, já registrou crescimento de 47% nas vendas de itens oficiais da seleção brasileira após a convocação.
Mas existe uma mudança importante acontecendo no comportamento do consumidor.
Antigamente, produtos oficiais dominavam completamente o mercado pela diferença gritante de qualidade comparado aos itens paralelos.
Hoje, a lógica mudou.
O consumidor continua buscando qualidade, mas o fator “preço compatível com o bolso” ganhou ainda mais peso na decisão de compra.
E não foi só o consumo que mudou.
A forma de assistir também mudou.
Durante muitos anos, a Globo concentrava praticamente toda a audiência da Copa do Mundo. Agora, o cenário é completamente diferente.
Streaming, plataformas digitais e transmissões simultâneas transformaram a experiência.
E isso impacta diretamente o varejo.
A nova geração acompanha não apenas a seleção brasileira, mas praticamente todos os jogos. Existe uma conexão global com os jogadores e seleções que ultrapassa fronteiras.
Hoje, um jogo entre Coreia do Sul e República Tcheca às 23h consegue mobilizar audiência, engajamento e consumo.
E os números mostram o tamanho da oportunidade:
Segundo levantamentos recentes:
60% dos consumidores pretendem comprar produtos ou contratar serviços durante a Copa;
Isso representa cerca de 99,2 milhões de brasileiros consumindo por influência direta do evento;
O ticket médio estimado para gastos extras na Copa 2026 é de R$ 619;
Entre consumidores das classes A e B, esse valor pode chegar a R$ 784.
E aqui está o ponto mais importante:
O dinheiro não será gasto apenas com produtos da Copa.
Ele será dividido entre: moda, delivery, alimentação, bebidas, bares, lazer e tecnologia,
Ou seja: mesmo quem não vende produtos relacionados ao futebol pode aproveitar a movimentação.
Como aumentar suas vendas durante a Copa, mesmo sem vender itens esportivos
1. Entre no contexto do cliente
Você não precisa vender camisa da seleção.
Você precisa conversar com o momento que o cliente está vivendo.
Exemplos:
promoções nos dias de jogos;
campanhas temáticas;
cupons-relâmpago durante partidas;
“desconto se o Brasil ganhar”;
kits para assistir aos jogos.
O varejo que entra na conversa vende mais.
2. Use o horário dos jogos a seu favor
Os horários da Copa mudam completamente o comportamento de consumo.
Jogos à noite aumentam:
pedidos por delivery;
compras rápidas;
consumo por impulso;
permanência online.
Jogos durante o expediente aumentam:
consumo em bares;
compras antecipadas;
buscas rápidas no celular.
Quem se antecipa no timing ganha atenção antes da concorrência.
3. Crie sensação de ocasião
Copa do Mundo é o evento. E eventos aceleram a decisão de compra.
Você pode usar:
edição limitada;
combos especiais;
brindes temporários;
campanhas com prazo curto;
contagem regressiva.
Consumidores compram mais rápido quando sentem urgência emocional.
4. Transforme venda em experiência
As marcas que mais crescem durante grandes eventos normalmente não são as que mais anunciam.
São as que conseguem gerar experiência.
Uma mensagem criativa no WhatsApp, um pós-venda divertido ou uma campanha interativa pode gerar muito mais resultado do que apenas desconto.
5. Use o WhatsApp de forma estratégica
Durante a Copa, a atenção do consumidor fica extremamente disputada.
Por isso:
mensagens precisam ser rápidas;
campanhas precisam ser segmentadas;
ofertas precisam ser objetivas.
Quem exagera nos disparos perde atenção.
Quem personaliza ganha conversão.
A Copa aumenta vendas, mas também aumenta a concorrência.
E isso significa que as marcas que melhor aproveitarem comportamento, timing e relacionamento serão as que realmente vão capturar resultados.
No fim, a Copa movimenta mais do que torcidas. Ela movimenta consumo, emoção e oportunidade.
📚 Livro da semana: A Lógica do Consumo
Uma leitura excelente para entender como emoções, hábitos e estímulos invisíveis influenciam decisões de compra.
🎬 Filme da semana: Air
Um filme sobre estratégia, posicionamento de marca e como grandes movimentos culturais conseguem transformar mercados inteiros.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Os dados enxergam padrões que a emoção normalmente ignora.”
A convocação da Seleção Brasileira feita por Carlo Ancelotti abriu uma discussão curiosa nos últimos dias: e se uma inteligência artificial fosse responsável por escolher os jogadores?
A provocação surgiu após uma matéria da Fast Company Brasil, mostrando como modelos de IA já conseguem analisar desempenho, histórico físico, regularidade e encaixe tático para apoiar decisões no futebol.
E talvez o mais interessante não seja descobrir se a IA convocaria melhor que o treinador, mas perceber como ela toma decisões.
Enquanto a maioria das pessoas analisa jogadores baseado em memória, emoção ou identificação, a IA observa contexto, frequência, desempenho recente e impacto coletivo.
Ela não “torce”. Ela compara padrões.
E isso se conecta muito com o momento atual das empresas.
Porque muitas operações ainda funcionam como torcida: tomam decisões pelo que parece certo, pelo que sempre foi feito ou pelo que funcionou no passado.
Enquanto isso, empresas mais avançadas já estão usando IA para identificar tendências antes da concorrência perceber, prever comportamento de compra e até entender quais clientes possuem maior chance de cancelar ou comprar novamente.
No varejo, por exemplo, a diferença competitiva começa a aparecer justamente na capacidade de interpretar dados com velocidade.
A IA não elimina a experiência humana. Ela elimina parte do ruído.
Ela ajuda líderes a perceberem coisas que normalmente passariam despercebidas:
produtos que estão perdendo relevância;
campanhas que parecem boas, mas performam mal;
clientes com sinais silenciosos de abandono;
oportunidades escondidas no comportamento de compra.
E talvez esse seja o ponto mais importante dessa discussão toda.
No futuro, as empresas que mais vão crescer provavelmente não serão as que possuem mais informação.
Serão as que conseguem transformar informação em decisão rápida.
Porque hoje o mercado já não recompensa apenas quem sabe muito. Ele recompensa quem consegue reagir rápido ao que os dados mostram.
INSIGHT PRÁTICO PARA SUA OPERAÇÃO:
Essa semana, observe quantas decisões da sua empresa ainda acontecem apenas por percepção.
Depois pergunte:
“Se eu analisasse os dados antes de decidir, eu faria exatamente a mesma escolha ou eu seria melhor que o Carlo Anceloti?”
Livro da semana:
Moneyball
Uma leitura sobre como dados e análise estatística transformaram completamente a forma de montar equipes esportivas — e como decisões baseadas em informação podem vencer tradição e opinião.
Filme da semana:
Moneyball
O clássico que mostra como análise de dados mudou o baseball e criou uma nova mentalidade competitiva. Uma ótima analogia para o momento atual da IA nas empresas.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Automação boa é aquela que continua parecendo humana.” — Satya Nadella
As notificações da sua loja não precisam ser apenas informativas.
Elas também podem reforçar experiência, confiança e relacionamento com o cliente.
E é exatamente isso que a nova funcionalidade de Modelos de Mensagens do Suri Shop permite fazer.
Agora, clientes do Suri Shop conseguem configurar templates personalizados para notificações automáticas enviadas diretamente pelo WhatsApp.
Na prática, isso significa mais padronização, mais automação e uma comunicação muito mais profissional durante toda a jornada de compra.
Os templates podem ser utilizados em fluxos automáticos como:
• notificação de status de compra;
• confirmação de pedido PDV;
• atualizações automáticas de pedidos.
A configuração acontece de forma simples em:
Shop → Preferências → Modelos de Mensagens
Mas antes de ativar no Shop, existe uma etapa importante:
O template precisa ser criado primeiro no canal do WhatsApp e seguir os critérios obrigatórios da Meta.
Só depois disso ele poderá ser selecionado dentro da plataforma.
O fluxo funciona assim:
Cliente cria o template no WhatsApp
↓
Template é aprovado/disponibilizado
↓
Cliente acessa o Suri Shop
↓
Seleciona o modelo compatível
↓
O sistema passa a utilizar o template automaticamente
E aqui entra um ponto importante:
Automação não é apenas sobre velocidade.
É sobre manter consistência na experiência do cliente.
Porque quando uma loja automatiza comunicação da forma certa, ela reduz ruído, melhora acompanhamento de pedidos e aumenta a percepção de organização e confiança na marca.
Para notificações de status de compra, existem algumas regras obrigatórias:
o template deve conter exatamente 2 parâmetros;
não pode possuir botões;
precisa estar em uma categoria compatível.
As categorias permitidas são:
• Utilidade;
• Marketing.
A recomendação principal é utilizar a categoria Utilidade, garantindo melhor aderência ao tipo de comunicação.
No fim, cada mensagem enviada também faz parte da experiência de compra.
E empresas que entendem isso transformam notificações simples em relacionamento contínuo.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Quando as pessoas se conectam emocionalmente com uma marca, elas permanecem.” Howard Schultz
Se você ainda vê campanhas no WhatsApp apenas como “envio em massa”, talvez esteja explorando só uma parte do potencial da ferramenta.
Hoje, campanhas não servem apenas para mandar mensagens.
Servem para criar relacionamento em escala.
Com a funcionalidade de campanhas da Suri, sua empresa consegue enviar mensagens personalizadas para múltiplos contatos usando templates aprovados pela Meta e listas organizadas de clientes.
Mas o diferencial não está apenas no envio. Está no que acontece depois da resposta.
Na Suri, é possível:
• personalizar mensagens;
• direcionar clientes para fluxos automáticos;
• encaminhar atendimentos para setores específicos;
• aplicar tags e segmentações;
• acompanhar entregas e respostas em tempo real.
Ou seja: a campanha não termina quando a mensagem é enviada. Ela continua na experiência do cliente.
E isso muda completamente o resultado.
Porque empresas que usam WhatsApp apenas para promoção entram na mesma disputa de atenção de todo mundo.
Já empresas que conectam campanhas, automação e atendimento conseguem construir jornadas muito mais inteligentes:
• recuperação de clientes;
• follow-up automático;
• incentivo à recompra;
• lembretes personalizados;
• campanhas segmentadas;
• relacionamento contínuo.
E aqui está o ponto principal:
Campanhas boas não são as que enviam mais mensagens. São as que geram mais conexão.
Porque, no fim, WhatsApp não é só um canal de envio. É um canal de relacionamento contínuo.
O varejo não disputa mais preço
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Seu maior concorrente não é quem vende o mesmo produto. É quem resolve o problema melhor.” — Jeff Bezos
Na edição de hoje: A sua qualidade ou a sua experiência
Durante anos, o varejo brasileiro acreditou que competir no digital era uma questão de presença.
Ter aplicativo, e-commerce, entrega rápida e campanhas promocionais parecia suficiente.
Mas os números mais recentes mostram que a disputa mudou de nível.
Segundo pesquisa da CNDL e SPC Brasil, os marketplaces nacionais perderam 18 pontos percentuais de participação em apenas um ano, enquanto plataformas internacionais seguem avançando no comportamento do consumidor brasileiro.
Hoje, marketplaces estrangeiros como Shopee e Shein já aparecem entre os principais canais de compra dos consumidores brasileiros.
E o mais interessante é que essa mudança não acontece apenas por preço.
Claro: o custo ainda pesa, mas a pesquisa mostra que os consumidores também valorizam variedade, conveniência, experiência de navegação, percepção de oferta e velocidade de descoberta de produtos.
Na prática, o consumidor atual não compara mais apenas “quem vende mais barato”.
Ele compara:
• quem facilita mais;
• quem entretém melhor;
• quem entrega mais rápido;
• quem recomenda melhor;
• e quem transforma compra em experiência contínua.
E talvez seja exatamente aí que muitos varejistas nacionais estejam perdendo espaço.
Porque enquanto parte do mercado ainda opera o digital como extensão da loja física, os marketplaces internacionais operam como plataformas de comportamento.
Tudo é pensado para aumentar recorrência: notificações, gamificação, ofertas personalizadas, lives, cupons, algoritmos de recomendação e jornadas desenhadas para manter o consumidor dentro do aplicativo o maior tempo possível.
O resultado aparece no hábito de compra.
Hoje, 71% dos consumidores brasileiros compram online pelo menos uma vez por mês. Além disso, aplicativos e redes sociais passaram a ocupar um papel cada vez mais forte na decisão de compra.
O varejo deixou de disputar apenas atenção. Agora disputa frequência.
Por isso, talvez a maior ameaça para o varejo tradicional não seja exatamente a entrada das plataformas internacionais.
É continuar tratando e-commerce apenas como operação.
Porque as empresas que mais crescem hoje entendem que vender online não significa só disponibilizar produtos.
Significa criar um ecossistema onde o consumidor queira voltar todos os dias, mesmo quando ele ainda não decidiu comprar nada.
🎬 Filme da semana: The Social Dilemma
Uma reflexão sobre como plataformas digitais disputam atenção, comportamento e recorrência dos usuários.
📚 Livro da semana: A Cauda Longa
Um clássico para entender como tecnologia, comportamento e variedade mudaram completamente a lógica do consumo digital.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
A China já transformou IA em infraestrutura. E muitas empresas ainda tratam como experimento.
“Em tempos de mudança rápida, experiência pode ser sua maior limitação.” — Reed Hastings
Durante muito tempo, a discussão sobre IA ficou presa em uma pergunta:
“Qual empresa tem o modelo mais avançado?”
Mas o jogo começou a mudar.
Enquanto grande parte do mercado ainda debate ferramentas, produtividade e prompts, a China já está entrando em outra fase: a da adoção massiva.
Hoje, centenas de milhões de pessoas usam IA generativa no cotidiano. Não como novidade. Não como tendência. Mas como parte natural da rotina.
A IA já aparece em aplicativos de transporte, plataformas de delivery, marketplaces, educação, atendimento, finanças e serviços públicos.
Em muitos casos, o usuário sequer percebe que está usando IA — porque ela deixou de ser “a ferramenta” e passou a ser a camada invisível da experiência.
E talvez esse seja o ponto mais importante dessa movimentação:
A China não está competindo apenas por tecnologia. Está competindo por velocidade de integração.
Enquanto muitas empresas no Ocidente continuam tentando descobrir “onde encaixar IA”, o mercado chinês já está construindo ecossistemas inteiros baseados nela.
Isso muda completamente a lógica.
Porque a vantagem competitiva não vem mais só do acesso à IA. Ela vem da capacidade de transformar IA em comportamento, processo e escala.
E é justamente aí que muitas empresas ainda estão travando.
Segundo análises recentes, cerca de 95% dos projetos pilotos de IA generativa não conseguem gerar impacto relevante dentro das organizações.
E o motivo, na maioria das vezes, não é a qualidade da tecnologia. É a forma como ela está sendo implementada.
Grande parte das empresas ainda usa IA como uma camada separada da operação:
• uma ferramenta para testar;
• um chatbot isolado;
• um assistente para tarefas pontuais;
• ou uma iniciativa distante do fluxo real do negócio.
Só que IA não gera transformação quando funciona como acessório.
Ela gera transformação quando entende contexto, acessa informação, participa da operação e ajuda a acelerar decisões reais.
A diferença parece pequena. Mas muda tudo.
Projetos de inovação normalmente vivem em teste. Infraestrutura muda comportamento.
E as empresas que entenderem isso primeiro provavelmente serão as que conseguirão transformar IA em vantagem competitiva real, não apenas em discurso de mercado.
Porque no fim, o mercado não vai separar empresas entre “quem usa IA” e “quem não usa”.
Vai separar empresas entre as que conseguiram integrar IA ao negócio… e as que ficaram apenas experimentando.
🎬 Filme da semana: Her
Um olhar sobre como a inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a fazer parte do comportamento humano e das relações.
📚 Livro da semana: A Quarta Revolução Industrial
Uma leitura sobre como tecnologias emergentes estão deixando de ser tendência para se tornarem infraestrutura da sociedade e dos negócios.
Bom dia, comunidade Suri!
“Pare de vender. Comece a ajudar.” — Zig Ziglar
Na edição de hoje: Venda assistida vs. venda consultiva: onde a IA entra e onde o humano ainda decide.
No varejo, ainda existe uma confusão comum: tratar venda assistida e venda consultiva como se fossem a mesma coisa. Não são.
E entender essa diferença muda completamente a forma como você estrutura atendimento, fluxos e o uso de IA.
Venda assistida é suporte à decisão.
O cliente já chega com uma intenção mais clara, ele sabe mais ou menos o que quer.
O papel do atendimento (ou da IA) é facilitar esse caminho.
Exemplo simples:
“Quero um tênis de corrida.”
Aqui, o fluxo pode seguir assim:
IA pergunta faixa de preço
Sugere modelos
Mostra diferenciais (leveza, amortecimento, durabilidade)
Responde dúvidas rápidas (entrega, troca, numeração)
Nesse cenário, a IA resolve grande parte da jornada.
O humano entra, quando entra, para finalizar, não para descobrir.
Agora, a venda consultiva é outra lógica.
Venda consultiva é construção da decisão.
O cliente até pode chegar com uma ideia, mas ela não está madura.
O foco aqui não é o produto, é o contexto.
Exemplo:
“Quero um tênis de corrida.”
Mas o fluxo muda completamente:
“Você corre em rua ou esteira?”
“Com que frequência?”
“Já teve alguma lesão?”
“Busca performance ou conforto?”
Percebe?
Aqui, o objetivo não é mostrar opções, é entender o cenário para recomendar melhor.
E isso muda tudo.
Como isso entra na prática dentro de um fluxo
Um bom fluxo não trata todos os clientes iguais. Ele identifica em qual momento o cliente está e adapta o caminho.
Exemplo de estrutura inteligente:
Entrada (IA)
A IA identifica intenção:
“Você já sabe o que procura ou quer ajuda para escolher?”
Se for venda assistida:
Fluxo mais direto:
categoria → filtro → recomendação → dúvidas → finalização
Se for venda consultiva:
Fluxo guiado:
perguntas de contexto
identificação de necessidade
sugestão personalizada
encaminhamento para humano (com histórico)
Muitas operações usam IA só como FAQ melhorado.
Automatizam respostas, mas não estruturam decisão.
Resultado: ganham eficiência… mas não aumentam valor, com o suri shop assistant isso muda de forma.
Você ainda consegue verificar como estão as métricas dos seus atendentes e como eles estão performando dentro do portal Suri.
Página principal → Vendas → Pedidos por agente.
No cenário atual, o jogo não é escolher entre uma ou outra, é saber onde cada uma entra e usar a IA para potencializar as duas.
Porque enquanto a tecnologia acelera o processo,o diferencial continua sendo quem consegue entender melhor o cliente.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“O maior problema da comunicação é a ilusão de que ela aconteceu.” — George Bernard Shaw
Hoje é dia de novidade prática, daquelas que você abre e já entende como usar.
A Suri agora conta com duas evoluções importantes para o dia a dia da operação:
👉 Painel de Atendimento em Tempo Real
👉 Novo Chat Interno
Agora você tem uma visão completa da operação acontecendo ao vivo.
Painel de Atendimento em Tempo Real.
Na prática, isso significa:
acompanhar atendimentos em andamento
visualizar status dos agentes
identificar gargalos rapidamente
tomar decisão sem depender de relatório
Ou seja: menos “achismo” e mais ação em tempo real.
Como acessar:
Entre em contato com o time da Suri para ativação
Acesse: Conversas > Atendimentos
Comunicação entre times, sem sair da plataforma.
Novo Chat Interno.
Sabe quando você precisa:
falar com outro time
alinhar um atendimento
tirar uma dúvida rápida
Agora dá pra fazer tudo isso dentro da Suri.
Sem trocar de ferramenta. Sem perder o contexto.
Como acessar:
Solicite ativação com o time Suri
Acesse: Conversas > Chat Interno
💡 Por que isso importa?
Porque atendimento não é só responder cliente.
É:
ter visão da operação
tomar decisão rápido
e alinhar equipe sem ruído
Com essas duas novidades, você ganha:
👉 mais controle
👉 mais velocidade
👉 mais eficiência
No fim, é simples: quanto menos fricção interna, melhor a experiência do cliente.
E agora, você resolve isso sem sair da Suri.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“As pessoas não querem comprar produtos. Elas querem resolver problemas e viver experiências.” — Theodore Levitt
Na edição de hoje: o que o Dia das Mães e o Met Gala têm em comum?
Mais do que estética ou ocasião, eles mostram uma mudança clara no comportamento de consumo.
Por muito tempo, o presente foi sobre o produto: roupas, perfumes, itens de beleza.
Mas esse cenário está mudando.
Hoje, cresce a busca por experiências: restaurantes, cafés, spas, viagens.
E não é só percepção.
Segundo a McKinsey & Company, consumidores, principalmente das novas gerações, estão priorizando cada vez mais gastos com experiências, associando esse tipo de consumo a maior satisfação e valor percebido.
Além disso, dados do Google mostram que buscas relacionadas a “experiências” e “presentes diferentes” aumentam significativamente em datas sazonais como o Dia das Mães.
Ou seja: não é tendência isolada. É mudança de comportamento.
O que está por trás disso?
Busca por conexão e significado
Valorização de tempo e presença
Saturação de produtos “mais do mesmo”
Influência de redes sociais (momentos compartilháveis)
Eventos como o Met Gala reforçam exatamente isso: menos sobre o item em si, mais sobre a experiência, o contexto e a memória gerada.
E o varejo já está sentindo esse movimento.
O que isso muda na prática para o varejo?
Não é sobre parar de vender produto. É sobre mudar a forma como ele é percebido.
Alguns caminhos claros:
Transformar produto em experiência
(ex: não vender café, vender o momento do café)
Criar ofertas combinadas
(produto + experiência + contexto)
Trabalhar narrativa
(o porquê aquele presente faz sentido, não só o preço)
Facilitar a decisão
(principalmente em datas como Dia das Mães, onde o cliente busca praticidade)
E pra trazer isso pra prática 👇
Um dos nossos cases, o Café Orfeu, trabalha exatamente essa lógica: produto + experiência.
E conseguimos um cupom exclusivo para a comunidade Suri.
Pedido mínimo de R$80,00, você ganha 12%off com o cupom: SURI12
No fim, o ponto é simples: o cliente não deixou de comprar. Ele só passou a exigir mais significado no que compra.
E a pergunta que fica é: se o comportamento mudou… a sua forma de vender acompanhou?
Dica de leitura
A Experiência Starbucks, de Joseph Michelli
Um ótimo exemplo de como transformar produto em experiência, e experiência em marca.
Dica de filme
Chef
Uma história sobre como conexão e autenticidade podem ser mais valiosas do que o produto em si.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“Seu maior concorrente não é quem vende o mesmo produto. É quem resolve o problema melhor.” — Jeff Bezos
Na edição de hoje: você usaria a Amazon para operar o seu negócio?
Pode parecer exagero… mas essa pergunta começa a fazer cada vez mais sentido.
A Amazon acaba de lançar o Amazon Supply Chain Services (ASCS), e esse movimento vai muito além de logística.
O que a Amazon fez (de forma simples)
A Amazon pegou tudo aquilo que construiu ao longo dos anos, sua estrutura logística completa, e abriu para o mercado.
Na prática, isso significa que uma empresa agora pode usar desde armazenagem até entrega final, passando por transporte e distribuição, sem precisar montar essa operação internamente.
E tem um detalhe importante: você não precisa vender dentro da Amazon para usar isso.
O mercado reagiu rápido
O impacto foi quase imediato.
Empresas tradicionais de logística, como a FedEx e a UPS, tiveram quedas relevantes após o anúncio.
Ao mesmo tempo, grandes marcas globais começaram a se aproximar da solução, mostrando que o movimento não é só teórico, ele já está sendo adotado.
O que mudou na prática
Até aqui, estruturar uma operação logística era um processo fragmentado.
Uma empresa precisava lidar com vários fornecedores diferentes, integrar sistemas e coordenar toda essa cadeia.
Agora, esse cenário começa a mudar.
Em vez de montar tudo do zero, surge a possibilidade de centralizar a operação em um único parceiro, com escala, tecnologia e padronização.
E é isso que torna esse movimento tão relevante.
Por que isso muda o jogo
Logística sempre foi uma das partes mais complexas do varejo. Não só pelo custo, mas pela dificuldade de escalar com eficiência.
Quando uma empresa como a Amazon transforma isso em serviço, ela reduz essa barreira.
Na prática, isso significa:
menos necessidade de estrutura própria
mais velocidade para operar
menos complexidade no dia a dia
E, principalmente, muda onde está a vantagem competitiva.
Antes, ter estrutura era diferencial. Agora, usar bem a estrutura disponível passa a ser o que separa quem cresce de quem fica para trás.
No fim, não é só sobre logística.
É sobre como grandes empresas estão transformando operação em produto.
E a pergunta que fica é simples: o seu negócio ainda está tentando construir tudo… ou já entendeu o valor de plugar no que já está pronto?
Dica de leitura
The Everything Store, de Brad Stone
Pra entender como a Amazon construiu a base que hoje está sendo vendida como serviço.
Dica de filme
Fome de Poder (The Founder)
Uma boa aula sobre como transformar operação em escala — e escala em modelo de negócio.
Agora o Suri Shop tem mais uma novidade: Sugestões da Loja.
Com essa funcionalidade, você cria listas estratégicas de produtos para organizar sua vitrine de forma mais inteligente ajudando o cliente a navegar, escolher e comprar com mais facilidade.
E aqui está o ponto principal:
👉 você não só exibe produtos
👉 você direciona a decisão de compra
No ambiente digital, o cliente nem sempre sabe exatamente o que quer.
Quando ele encontra uma loja organizada, com sugestões claras, a experiência muda:
ele entende melhor as opções
explora mais produtos
e decide com mais segurança
Resultado?
Mais engajamento e mais chances de conversão.
As Sugestões da Loja funcionam como vitrines dentro do seu catálogo.
Você pode usar para:
🎁 datas especiais (ex: Dia das Mães)
🔥 produtos mais vendidos
💰 itens estratégicos ou com maior margem
🆕 lançamentos
🧩 combinações de produtos
Ou seja: você passa a mostrar o que faz sentido, não só o que está disponível.
Criar sua sugestão é simples:
Acesse o catálogo
Crie uma lista de sugestões (nome + descrição + imagem)
Adicione os produtos
Pronto, sua vitrine inteligente já está ativa.
Seja específico na criação das listas.
Em vez de algo genérico como: “Produtos variados”
Prefira:
“Presentes até R$150”
“Essenciais do mês”
“Combos para começar”
Quanto mais claro, mais fácil para o cliente decidir.
Pequenos ajustes na forma como você apresenta seus produtos fazem grande diferença.
Com Sugestões da Loja, você:
reduz indecisão
aumenta o ticket médio
melhora a jornada de compra
E transforma sua vitrine em uma ferramenta ativa de venda.
Se você ainda vê fluxos como “menu de botões”… você está usando só parte do potencial da Suri.
Fluxo não é só automação. É estratégia de conversa.
Na prática, é ele que define:
como o cliente entra
como navega
e se resolve ou abandona
👉 Um bom fluxo não organiza atendimento, ele direciona comportamento.
Fluxos são caminhos de conversa.
Eles começam com um gatilho (o cliente dizendo algo, um anúncio ou integração)
e seguem com ações (respostas, botões, capturas, etc).
E aqui vai o ponto-chave: o fluxo começa com o cliente, não com você.
A Suri usa PLN (linguagem natural), então o cliente pode falar de várias formas:
“quanto custa?”
“valor?”
“preço do plano?”
Tudo pode cair no mesmo fluxo.
👉 Quanto melhor o treino de frases, melhor a resposta
👉 Frases muito parecidas em fluxos diferentes geram confusão
Criar fluxo pensando:
“O que eu quero mostrar?”
O certo é:
“O que o cliente precisa resolver?”
Fluxos mal feitos:
viram labirinto
travam o cliente
aumentam abandono
Simples e direto:
Entrada clara → o cliente entende onde está
Direcionamento → poucas opções
Captura → coleta o essencial
Saída → resolve, vende ou transfere
Crie intenções, não menus
(“quero comprar”, “quero suporte”)
Use poucos botões
(menos opção = mais decisão)
Evite becos sem saída
(deixe o fluxo redirecionar)
Use o resgate
(traga o cliente de volta)
Adapte por canal
(WhatsApp ≠ Instagram ≠ Webchat)
Tenha um responsável
(alguém precisa cuidar do fluxo)
Fluxo bom nem parece fluxo.
A conversa flui, o cliente resolve
e a experiência funciona.
E o impacto é direto:
mais conversão
menos esforço do time
melhor experiência
Fluxo não é só automação.
É o caminho do cliente dentro da sua marca.
A pergunta não é:
“Meu fluxo funciona?”
É:
👉 “Meu cliente resolve ou tenta escapar dele?”
O varejo mudou. E “O Diabo Veste Prada” também.
Quem não assistiu O Diabo Veste Prada há 20 anos, provavelmente assistiu em algum momento da vida.
E agora, com a sequência em alta, o filme volta a movimentar mais do que a moda, ele reacende uma discussão importante sobre comportamento, influência e, principalmente, consumo.
Mas tem uma diferença essencial: o mundo mudou e o varejo também.
No primeiro filme, as tendências nasciam em ambientes altamente centralizados: revistas, editores, grandes marcas.
Hoje, esse poder foi descentralizado.
A era digital redesenhou completamente a forma como as pessoas:
compram
pesquisam
descobrem tendências
constroem opinião
O que antes estava nas mãos de poucos, agora vive em um fluxo constante de informação.
No Brasil, isso fica ainda mais evidente: são milhões de criadores de conteúdo ativos e um mercado de influência que movimenta bilhões todos os anos.
Marketplaces, redes sociais e buscadores deixaram de ser apenas canais, eles se tornaram vitrines vivas.
E nessas vitrines, a disputa não é só por preço ou qualidade.
É por atenção.
Marcas competem por espaço em um feed que nunca para, e nesse cenário, visibilidade virou estratégia.
No filme original, a protagonista enfrenta o desafio de se adaptar a um ambiente exigente e em constante mudança.
No varejo, o paralelo é direto.
Acompanhar tendências é necessário, mas segui-las sem critério pode diluir identidade.
E hoje, com a velocidade do digital, esse risco é ainda maior.
O setor sempre se reinventou:
a manufatura trouxe escala
a web consolidou o e-commerce
o mobile transformou conveniência em expectativa
Mas agora existe uma mudança mais profunda.
A inteligência artificial não impacta só a operação ou a experiência. Ela começa a influenciar diretamente a decisão de compra.
Os números ajudam a entender essa virada.
Segundo a ABComm, o e-commerce brasileiro saiu de R$ 126,45 bilhões em 2020 para R$ 204,27 bilhões em 2024.
Mais do que crescimento, isso mostra uma mudança estrutural: O digital não é mais um complemento. Ele é o centro.
Existe uma diferença importante no comportamento do consumidor:
Compra com intenção
Quando o cliente já sabe o que quer. Ele busca rapidez, objetividade e eficiência.
Compra consultiva
Quando existe dúvida, exploração ou até uma necessidade ainda mal definida.
Essa diferença sempre existiu. O que muda agora é o papel da IA.
A inteligência artificial começa a atuar exatamente entre a intenção e a decisão.
Ela ajuda a:
interpretar necessidades
reduzir complexidade
comparar alternativas
aumentar a segurança da escolha
Esse movimento já tem nome: agentic commerce.
E as projeções mostram o tamanho dessa transformação:
Entre US$ 900 bilhões e US$ 1 trilhão no varejo B2C dos EUA até 2030
Globalmente, algo entre US$ 3 trilhões e US$ 5 trilhões
“O Diabo Veste Prada” sempre foi sobre influência.
Antes, ela era definida por poucos. Hoje, ela é construída por muitos e mediada por tecnologia.
O varejo continua sendo sobre desejo, contexto e percepção, mas agora, tudo isso acontece em tempo real.
E quem entende esse novo fluxo não só acompanha o mercado, ajuda a definir para onde ele vai.
IA não é só tecnologia. É desenvolvimento humano.
Se, em plena era da IA, você ainda limita o uso dessas ferramentas na sua empresa, vale um alerta importante: você pode estar limitando também o desenvolvimento das pessoas.
Um estudo conduzido pela Fractl, a pedido do American College of Education (ACE), ouviu mais de mil trabalhadores nos Estados Unidos que utilizam IA no dia a dia e os dados mostram uma mudança clara de comportamento:
48% buscaram cursos ou treinamentos após contato com temas sugeridos pela IA
80% continuaram aprendendo depois desse primeiro contato
A leitura é simples: a IA não está substituindo o aprendizado, ela está despertando curiosidade.
E curiosidade, dentro de uma empresa, é ativo estratégico.
Durante muito tempo, o aprendizado corporativo foi linear: cursos obrigatórios, trilhas fechadas, conteúdos definidos pela empresa.
Com a IA, isso muda.
O colaborador passa a explorar temas de forma mais orgânica, quase como uma jornada própria. Ele pergunta, testa, descobre, aprofunda muitas vezes sem perceber que está “aprendendo”.
Isso cria um novo tipo de profissional: mais autônomo, mais curioso e com repertório mais diverso.
Mas isso só acontece se o acesso for incentivado, não bloqueado.
Existe um movimento acontecendo (e pouco falado): empresas que restringem o uso de IA por medo, seja de segurança, produtividade ou controle.
O problema é que, ao fazer isso, elas não estão só evitando riscos…estão criando um gap competitivo.
Enquanto alguns times usam IA para aprender mais rápido, testar ideias e ganhar eficiência, outros continuam presos em processos mais lentos e, principalmente, menos exploratórios.
No médio prazo, isso não impacta só a operação. Impacta a mentalidade.
Aqui entra um ponto essencial: usar IA não é terceirizar o cérebro.
Antes de automatizar qualquer processo, vale a pergunta: isso precisa de IA ou precisa de reflexão?
A tecnologia acelera respostas, mas a qualidade da resposta ainda depende da qualidade da pergunta.
E boas perguntas continuam sendo humanas.
Existe um mito de que a inovação vai vir totalmente da tecnologia, mas na prática, as melhores ideias ainda surgem nos espaços mais simples:
uma conversa sem pauta
um café despretensioso
uma troca sincera sobre a semana
Os holandeses têm um conceito para isso: Nikson, a arte de não fazer nada, só que juntos.
No contexto corporativo, isso pode parecer improdutivo, mas na verdade, é o espaço onde as conexões acontecem.
E sem conexão, não existe criatividade com ou sem IA.
Se antes a liderança era responsável por direcionar tarefas, agora ela também precisa direcionar mentalidade.
Algumas provocações importantes:
Seu time tem liberdade para explorar IA ou só usa quando é “permitido”?
Existe incentivo ao aprendizado contínuo ou apenas cobrança por entrega?
O erro faz parte do processo ou ainda é penalizado?
Empresas que evoluem com IA não são só as que adotam ferramentas. São as que criam um ambiente seguro para explorar o novo.
A IA não cria do zero. Ela potencializa o que você leva até ela.
Ela não sente, não experimenta, não vive. Mas você sim.
E é justamente por isso que o protagonismo continua sendo humano.
Nós criamos a IA e isso significa que o poder continua sendo nosso: usar a tecnologia como ferramenta de evolução, não como substituição.
O porque ele precisaria ter o suri shop, o que mudaria na empresa dele, como ele pode ser diferente dos normais.
Na edição de hoje, um ponto simples — mas que muda tudo: o lugar onde você vende importa tanto quanto o que você vende.
A maioria das empresas ainda trata o WhatsApp como canal de atendimento.
Mas o comportamento do cliente já mudou.
Hoje, ele:
pergunta
compara
decide
e quer comprar
Tudo dentro da conversa.
O problema é que, sem estrutura, isso vira um fluxo quebrado:
link pra site, redirecionamento, fricção… e venda perdida.
O Suri Shop transforma o WhatsApp em uma loja completa.
Do primeiro “oi” até o pagamento.
Com ele, você tem:
catálogo dentro da conversa
carrinho de compra integrado
pagamento direto no WhatsApp
atendimento com IA 24h
Ou seja: a conversa vira conversão.
Não é só uma ferramenta. É uma mudança de operação.
Com o Suri Shop:
você deixa de depender de horário → vende 24h com IA
reduz etapas → menos cliques, mais conversão
organiza o atendimento → tudo centralizado em um único lugar
recupera vendas perdidas → com carrinho abandonado automatizado
E o impacto é direto: empresas chegam a automatizar até 75% das vendas e aumentar significativamente a conversão.
Quem ainda vê o WhatsApp como suporte…
está atrasado.
Hoje, ele é:
canal de venda
canal de relacionamento
canal de crescimento
E o Suri Shop é o que conecta tudo isso.
“A Experiência do Cliente na Era Digital” — um convite para entender por que empresas que simplificam a jornada saem na frente.
Atender bem não é só responder rápido. É organizar, direcionar e dar continuidade.
Dentro da Suri, o atendimento deixa de ser um fluxo caótico de mensagens e passa a ser uma operação estruturada, onde cada conversa tem contexto, dono e histórico.
Carteira de clientes: cada contato no lugar certo
Tudo começa pela organização.
Na Suri, você pode definir uma carteira de clientes, direcionando cada contato para um agente ou departamento específico. Isso garante que, sempre que o cliente entrar em contato, ele seja atendido pela pessoa certa, sem ruído e sem retrabalho.
Na prática, isso significa:
mais agilidade no atendimento
mais personalização
e menos clientes “perdidos” no caminho
Mudança de status: clareza em tempo real
Outro ponto que muda o jogo é a visualização dos atendimentos.
As conversas são organizadas em colunas que mostram exatamente em que etapa cada cliente está:
esperando atendimento
em atendimento
ou no automático com o robô
Esse simples controle evita gargalos, melhora a gestão do time e garante que ninguém fique sem resposta.
Atendimento do jeito do cliente (texto, áudio e mais)
Hoje, o cliente não quer se adaptar ao atendimento, ele quer ser atendido do jeito dele.
E aqui entra um diferencial forte: a Suri permite interações com:
mensagens de texto
áudios
imagens e arquivos
Inclusive, a própria IA entende áudios e imagens, interpreta o contexto e responde de forma inteligente, mantendo a fluidez da conversa.
Ou seja: não importa como o cliente chega, a experiência continua natural.
Mais contexto, menos retrabalho
O envio de arquivos e informações dentro da conversa transforma o atendimento em algo muito mais completo.
Em vez de trocas fragmentadas, o histórico fica centralizado, facilitando:
resolução mais rápida
continuidade entre atendentes
e decisões mais assertivas
No fim, é sobre experiência
A tecnologia organiza, automatiza e acelera.
Mas o que realmente muda o jogo é o impacto disso no cliente.
Quando existe:
contexto
continuidade
e fluidez
O atendimento deixa de ser uma obrigação… e passa a ser uma experiência.
Dica da semana
Nunca Divida a Diferença — Chris Voss
Uma leitura prática sobre comunicação, escuta e condução de conversas. Porque no fim, seja com IA ou humano, o bom atendimento é aquele que sabe ouvir e responder da forma certa.
A Fórmula 1 não é só velocidade, é visibilidade em escala global.
Com cerca de 800 milhões de fãs e um calendário que atravessa Europa, Américas, Oriente Médio, Ásia e Oceania, a F1 se consolidou como uma das plataformas mais poderosas de exposição para marcas em todas as grandes economias do mundo.
Mas o que realmente torna esse território tão estratégico vai além da audiência.
A Fórmula 1 está no cruzamento entre engenharia de ponta, decisões em tempo real e performance extrema. É um ambiente onde precisão, velocidade e inovação não são diferenciais, são exigências. E é exatamente por isso que marcas orientadas a resultado encontram ali um encaixe tão natural.
Estar na F1 não garante relevância. O que define o sucesso é o alinhamento.
Marcas que conseguem extrair valor real desse ecossistema são aquelas que entendem profundamente sua própria identidade e fazem as perguntas certas:
A base de fãs da equipe conversa com o público da marca?
Os valores são compatíveis, qualidade, ambição, inovação, performance?
Quando essa conexão é genuína, a parceria deixa de parecer publicidade e passa a ser coerência de posicionamento. Quando não é, vira apenas exposição vazia.
Outro ponto crítico está na execução.
A presença na F1 só gera impacto quando é ativada de forma estratégica. Isso significa transformar a parceria em ações reais, seja em marketing, vendas, atração de talentos ou relacionamento com executivos.
O mesmo vale para momentos de alta atenção. Quando um piloto domina manchetes ou viraliza nas redes, as marcas associadas entram naturalmente no radar. Mas capturar esse valor exige preparo e intenção.
Mais do que um patrocínio, a Fórmula 1 mostra que marcas fortes são construídas com:
consistência
posicionamento claro
e visão de longo prazo
Não se trata de uma ação pontual, mas de um investimento contínuo, alinhado a objetivos de negócio bem definidos.
No varejo, a lógica é a mesma: não basta estar presente, é preciso fazer sentido, gerar conexão e sustentar valor ao longo do tempo.
A Estratégia do Oceano Azul — W. Chan Kim e Renée Mauborgne
Uma leitura essencial para quem quer entender como marcas deixam de competir por atenção e passam a criar novos espaços de valor.
Ninguém estava preparado para o que aconteceu em Pequim neste fim de semana.
Um robô humanoide não apenas participou da meia maratona, ele venceu. E não foi uma vitória qualquer. Ele completou os 21 km em 50 minutos e 26 segundos, um ritmo que não só impressiona, mas ultrapassa com folga o nível de atletas de elite.
O mais curioso é a velocidade dessa evolução.
O mesmo robô, desenvolvido pela Honor, havia completado essa mesma prova no ano passado em 2h40. Em apenas 12 meses, saiu de um desempenho iniciante para algo que já não cabe mais na comparação confortável com humanos.
Mas o ponto aqui não é corrida. É capacidade.
Esse tipo de resistência física, estabilidade e consistência sob esforço extremo sinaliza algo maior: robôs estão se aproximando rapidamente de cenários reais, logística pesada, ambientes hostis e operações de risco.
Quando uma máquina sustenta esse nível de impacto, ela deixa de ser experimento e começa a se tornar ferramenta.
Ainda assim, a evolução não é uniforme.
Outros robôs também participaram da prova, e alguns sequer conseguiram terminar. A elite tecnológica avança rápido, o restante ainda tropeça.
Enquanto isso, em outro canto do mundo, um problema diferente cresce na mesma velocidade.
Mais da metade do tráfego online já não vem de humanos. E com a expansão da inteligência artificial, a tendência é que esse número só aumente.
Em breve, estaremos convivendo com bilhões de agentes digitais operando nas mesmas plataformas que nós.
Plataformas como Tinder já sentem esse impacto de forma direta, com uma presença significativa de bots e golpes cada vez mais sofisticados.
Ao mesmo tempo, o Zoom enfrenta um avanço acelerado dos deepfakes, vídeos falsos que imitam pessoas reais com um nível de precisão cada vez mais convincente.
Isso transforma uma pergunta básica da internet:
Como provar que você é humano?
A resposta que começa a ganhar espaço é tão direta quanto controversa: olhar para os seus olhos.
A World, co-fundada por Sam Altman, propõe um sistema em que a íris se torna prova de humanidade.
Um escaneamento gera um código único, o chamado World ID, que não revela sua identidade, mas confirma que existe uma pessoa real por trás daquela presença digital.
A lógica muda completamente.
Em vez de validar documentos, valida a existência.
E isso já não é só teoria. Milhões de pessoas passaram por esse processo, utilizando essa identidade digital em centenas de milhões de interações ao redor do mundo.
No fim, os dois movimentos — o robô que corre como um humano e a internet que exige prova de humanidade — apontam para a mesma direção.
A linha entre humano e máquina não está apenas mais fina.
Ela está sendo redesenhada.
E, talvez pela primeira vez, o ser humano esteja deixando de ser algo óbvio…
para se tornar algo que precisa ser comprovado.
21 Lições para o Século 21”, de Yuval Noah Harari, uma leitura que ajuda a entender por que o futuro já está acontecendo mais rápido do que parece.
Bom dia, comunidade Suri.
“A qualidade nunca é um acidente; é sempre o resultado de um esforço inteligente.” — John Ruskin
Na edição de hoje: Logistica com API
Hoje, a Suri já oferece diferentes formas de evoluir a sua logística, como vimos na edição anterior.
link aqui: https://app.rdstation.com.br/emails/preview?email_id=22299282
Mas agora vamos um passo além: como transformar a sua entrega em uma verdadeira estratégia de vendas?
Porque a verdade é simples: entregar bem não é só sobre levar o produto até o cliente… é sobre como essa experiência impacta a percepção da sua marca.
E é aqui que entra a integração via API.
Você já ouviu falar?
A integração via API permite que sistemas diferentes “conversem” entre si, automatizando processos e conectando informações em tempo real. Na prática, isso significa menos operação manual, mais agilidade e uma experiência muito mais fluida para o seu cliente.
Ou seja: o que antes era apenas uma entrega, agora se transforma em eficiência, escala e profissionalismo.
E o melhor, tudo isso acontece de forma simples, integrada e inteligente.
Agora, com as próximas imagens, você vai visualizar exatamente como essa integração funciona dentro da Suri 👇
Agora que você viu na prática como a integração via API funciona dentro da Suri, fica mais claro: não se trata apenas de logística, é sobre evolução.
Quando você automatiza processos e conecta seus sistemas, ganha tempo, reduz erros e entrega uma experiência muito mais profissional para o seu cliente.
E vale um ponto importante: para realizar essa integração, é necessário contar com um programador ou um time de TI, que vai garantir que tudo funcione de forma correta e integrada ao seu sistema.
Mas o investimento compensa e muito.
E no fim do dia, é isso que diferencia: quem apenas entrega, de quem realmente conquista.
A Suri está aqui para simplificar esse caminho e ajudar você a transformar cada entrega em uma oportunidade de crescer.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais! ☕✨
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
"Se você cuidar bem dos seus clientes, eles cuidarão do seu negócio." — Richard Branson
Se você atende por WhatsApp ou chat, a Área de Conversas da Suri é o seu centro de comando. É onde o "oi, tudo bem?" deixa de ser apenas uma mensagem e se transforma em faturamento.
Aqui, a gente não fala só de responder pessoas; falamos de centralizar, organizar e converter.
Não é apenas um chat, é produtividade pura. Dentro da plataforma, você tem:
Visão 360°: Todas as mensagens em uma única tela.
Memória de Elefante: Histórico completo de cada cliente (nunca mais pergunte "o que combinamos mesmo?").
Adeus, Caos: Contatos segmentados e organizados por prioridade.
Velocidade Máxima: Agilidade que o cliente moderno exige.
Você é o mestre da sua operação. Na Suri, você pode:
Editar ou apagar mensagens (erros acontecem, a gente ajuda a consertar).
Arquivar o que já foi resolvido para manter o foco no que importa.
Bloquear ou excluir contatos indesejados e manter a casa limpa.
Dica de Ouro: Um atendimento organizado não é luxo, é construção de confiança.
No WhatsApp, o tempo é dinheiro (literalmente).
Janela Livre: Você tem até 24 horas para conversar sem restrições após a mensagem do cliente.
Pós-Prazo: Passou disso? Só via templates aprovados.
Estratégia: Responder rápido não é apenas "ser educado", é garantir que o lead não esfrie e a concorrência não chegue primeiro.
A área de Conversas não serve apenas para tirar dúvidas. Use-a para:
Derrubar Objeções: Sinta o tom do cliente e contorne as barreiras na hora.
Follow-up Ativo: Retome contatos que esfriaram e traga-os de volta para o funil.
Relacionamento: Transforme um atendimento comum em uma experiência memorável.
Lembre-se: Quem conversa melhor, vende muito mais.
A funcionalidade de Conversas é sua aliada para:
Organizar o fluxo de demanda.
Acelerar o tempo de resposta.
Rastrear o histórico de cada cliente.
Converter curiosos em compradores.
Se você ainda não utiliza 100% dessas ferramentas, hoje é o dia perfeito para começar a explorar.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais! ☕✨
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“O segredo do varejo não é vender mais produtos, é criar hábitos de consumo.” — Jeff Bezos
Na edição de hoje: Do zero ao bilhão e o que o varejo pode aprender com isso
Em um mercado onde marcas levam anos para escalar, a Grüns fez história: saiu do zero e atingiu valuation bilionário em apenas 32 meses, sendo adquirida pela Unilever.
Para comparar: outras marcas do mesmo segmento demoraram quase uma década (ou mais) para chegar lá.
Mas aqui não foi sorte. Foi estratégia e, principalmente, execução focada em comportamento de consumo.
Tudo começou com um insight simples, mas poderoso.
O fundador Chad Janis percebeu um problema clássico: suplementos são funcionais, mas pouco agradáveis.
A solução? Unir nutrição com experiência. Transformar algo “necessário” em algo desejável.
E aqui está o primeiro aprendizado para o varejo:
👉 produto bom resolve um problema, produto vencedor cria hábito.
Desde o início, o modelo foi pensado para recorrência. Nada de depender de compras pontuais, a estratégia foi clara: tornar a assinatura mensal o caminho mais lógico.
Resultado? Mais de 1 milhão de assinantes ativos e uma receita previsível, algo que todo varejo busca, mas poucos estruturam desde o começo.
Na aquisição de clientes, a marca jogou o jogo moderno: dados + criatividade.
Investimento pesado em mídia digital (Meta e Google)
Regra simples: LTV pelo menos 3x maior que o CAC
Mais de 600 variações de anúncios
Funis hipersegmentados por dor real do consumidor
Não era sobre vender “gomas”. Era sobre vender solução para inchaço, energia, foco, bem-estar.
👉 No varejo de hoje, quem fala com todo mundo, não vende para ninguém.
Outro movimento inteligente foi o uso massivo de microinfluenciadores. Uma comunidade de centenas de milhares de criadores ajudou a construir prova social e escala com um modelo que mistura relacionamento e performance.
E mais: conteúdo antes da conversão. Educar antes de vender.
Quando a operação ficou sólida, veio a expansão.
A marca saiu do digital e conquistou o físico, com presença em grandes varejistas e uma mudança estratégica de branding.
A embalagem, que começou simples, foi redesenhada para competir na prateleira.
👉 Porque no varejo físico, quem não chama atenção, não existe.
O resultado final? Uma operação multicanal, rentável, com portfólio expandido e escala industrial pronta para atrair gigantes.
E aí veio o cheque: cerca de US$ 1,2 bilhão da Unilever.
No fim, essa história não é só sobre uma marca que cresceu rápido.
É sobre um novo manual do varejo:
Comece pelo comportamento, não pelo produto
Construa recorrência desde o dia 1
Use dados para escalar, mas emoção para converter
E trate experiência como diferencial competitivo
Porque no novo varejo, ganhar não é vender mais uma vez.
É fazer o cliente voltar, sem precisar pensar tanto.
Para quem quer aprofundar esse novo varejo baseado em comportamento e conexão, a indicação é Isso é Marketing - Seth Godin.
A obra mostra que vender hoje não é sobre empurrar produtos, é sobre entender pessoas, criar significado e construir relações que fazem o cliente voltar.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“A tecnologia não é boa nem má, e tampouco neutra.” — Melvin Kranzberg
Na edição de hoje: Fé x IA + o próximo movimento da Apple
A inteligência artificial já entrou em praticamente todas as áreas da vida e agora começa a tocar em uma das mais sensíveis: a espiritualidade.
A chamada “corrida do ouro” da IA baseada na fé cresce rapidamente, impulsionada pelo sucesso de chatbots que oferecem desde aconselhamento emocional até companhia. Nesse cenário, surgem ferramentas que prometem orientação espiritual personalizada, aproximando tecnologia e religião de um jeito nunca visto antes.
Mas junto com a curiosidade, vêm os questionamentos.
O engenheiro cristão Cameron Pak propõe critérios importantes para esse tipo de tecnologia: transparência total sobre ser uma IA e compromisso de não distorcer textos sagrados. Para ele, há limites claros, uma IA pode simular respostas, mas não substitui a experiência espiritual real. Como ele mesmo destaca: ela não pode orar por você.
Já Peter Hershock, da Humane AI Initiative, vê potencial, mas faz um alerta importante. Na visão budista, o esforço faz parte essencial da jornada espiritual. Se a IA promete “atalhos” para evolução pessoal, isso pode enfraquecer justamente o processo que dá sentido à prática.
Enquanto isso, experiências práticas levantam novos sinais de alerta. O podcaster Graham Martin testou aplicativos como o “Text With Jesus” e se surpreendeu com a qualidade das respostas, mas ficou desconfortável ao ver a IA incentivando upgrades pagos. A preocupação é clara: até que ponto fé e monetização devem se misturar?
No fundo, a discussão vai além da tecnologia. Estamos falando de confiança, autoridade e da forma como as pessoas constroem significado.
E enquanto alguns conversam com um “Jesus digital”, a Apple avança em outra direção, mais prática, mas igualmente transformadora.
A empresa planeja lançar uma nova geração de óculos inteligentes com IA integrada: capazes de tirar fotos, gravar vídeos, atender chamadas, reproduzir música e interagir com o usuário sem o uso das mãos.
Diferente de concorrentes como Meta Platforms (em parceria com a EssilorLuxottica) e iniciativas envolvendo Google e Samsung, a Apple quer manter tudo dentro do seu próprio ecossistema.
O plano? Apresentar os primeiros modelos em breve e iniciar as vendas até 2027, possivelmente acompanhados de novos AirPods e outros dispositivos voltados para IA no dia a dia.
No fim, a pergunta que fica é simples: até onde queremos que a inteligência artificial participe daquilo que é mais humano?
Se você quer entender melhor esse momento em que a IA começa a influenciar até áreas sensíveis como fé, comportamento e decisões humanas, vale a leitura de Descomplicando a Inteligência Artificial - Gustavo Fosse
O livro traz uma visão clara e atual sobre como a tecnologia está saindo do campo técnico e entrando no nosso dia a dia, muitas vezes de formas que a gente nem percebe.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri!
“A qualidade nunca é um acidente; é sempre o resultado de um esforço inteligente.” — John Ruskin
Na edição de hoje: Logística que vende (ou faz perder venda)
Você pode ter o melhor produto, o melhor preço e até o melhor atendimento…
mas se a entrega falha, a experiência quebra.
E no cenário atual, a logística deixou de ser bastidor — virou parte central da venda.
Dentro do Suri Shop, esse ponto é mais simples (e estratégico) do que parece: no momento de configurar sua loja, você define como o produto chega até o cliente — e isso impacta diretamente na conversão.
A lógica é clara: quanto mais fácil e transparente for a entrega, maior a chance da compra acontecer.
Hoje, o Suri permite que você trabalhe com dois modelos principais:
Entrega (delivery) → ideal para quem busca conveniência e agilidade
Retirada (pick-up) → reduz custos e pode acelerar o processo para o cliente
E aqui está o ponto que muita gente ainda não percebe:
logística não é só operação — é estratégia de venda.
A experiência de compra no WhatsApp já é naturalmente mais simples.
Quando você reduz ainda mais o atrito na entrega, o resultado aparece:
menos abandono de carrinho 👉 quanto custa
mais confiança na compra 👉 como recebe
aumento no ticket médio 👉 quando recebe
E isso, hoje, vale tanto quanto o produto em si.
No fim, a pergunta não é mais só “o cliente vai comprar?”
Mas sim: “ele consegue receber do jeito mais fácil possível?”
Porque no novo varejo… quem facilita o caminho, fecha a venda.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri!
“A simplicidade é o último grau de sofisticação.” — Leonardo da Vinci
Na edição de hoje, vamos falar sobre algo que parece técnico… mas que, na prática, é o que separa um atendimento comum de uma operação que realmente escala: as habilidades.
Se você ainda vê a Suri só como um chatbot, talvez esteja deixando dinheiro na mesa.
As habilidades são, basicamente, os “superpoderes” da sua operação dentro do WhatsApp.
Elas são responsáveis por automatizar, organizar e dar inteligência ao atendimento — transformando conversas em processos estratégicos.
Dentro desse ecossistema, você tem recursos como:
Suri Assistant (IA generativa)
Encerramento automático
Horários de atendimento
Pesquisa de satisfação
Distribuição de atendimento
Ou seja: não é só responder ao cliente… é estruturar uma máquina de atendimento e vendas.
A grande virada está no uso da IA.
A Suri não só responde, ela entende o contexto, aprende com interações e conduz o cliente até a compra. Isso significa atendimento ativo, personalizado e disponível 24/7.
Um ponto de atenção: a Suri Assistant não é programada para realizar vendas, apenas para interações relacionadas a processos fixos da empresa.
Na prática?
Você deixa de depender 100% do time humano fora dos horários de trabalho e passa a operar com escala, sem perder qualidade.
Para ativar a Suri Assistant em sua plataforma, é necessário verificar junto ao time de Suporte se o seu plano já possui essa funcionalidade ou se é necessária a sua atualização.
As habilidades também resolvem um problema clássico: o caos no atendimento.
Com distribuição automática, horários definidos e encerramentos inteligentes, você evita:
Leads esquecidos;
Conversas abertas sem retorno;
Sobrecarga no time.
E ganha algo muito mais valioso: controle da operação.
Outro ponto forte é a capacidade de ouvir o cliente.
Com pesquisa de satisfação integrada, você transforma cada atendimento em aprendizado, ajustando processos, melhorando a experiência e aumentando a retenção.
Porque vender uma vez é bom.
Mas criar recorrência é o que constrói crescimento.
Quando você ativa as habilidades certas, sua operação deixa de ser reativa e passa a ser estratégica.
Você não está mais apenas respondendo mensagens.
Você está criando um sistema que:
atende sozinho;
organiza demandas;
aprende com o cliente;
e vende todos os dias.
Se você quer crescer sem aumentar proporcionalmente o time, o caminho não é trabalhar mais… é ativar as habilidades certas.
Você sabia?
Empresas que usam automação com IA no WhatsApp conseguem automatizar grande parte dos atendimentos e ainda aumentar a conversão, justamente porque conseguem responder mais rápido, com contexto e consistência.
No fim do dia, não é sobre ter mais pessoas atendendo. É sobre ter um sistema melhor funcionando.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri!
“Somos o que fazemos repetidamente.” Aristóteles
Na edição de hoje: Arroz preto x arroz vermelho
Que o arroz parboilizado não é a opção mais nutritiva, muita gente já sabe. Ainda assim, o custo-benefício sempre fez ele ganhar espaço nas prateleiras e na mesa do brasileiro.
Mas esse cenário está mudando. Hoje, além do preço, o consumidor também começa a olhar com mais atenção para a qualidade nutricional, e é aí que novas variedades entram em destaque.
A variedade do arroz nunca esteve tão em alta. Arroz branco, preto, vermelho, selvagem, jasmine e grãos variados começam a ganhar espaço ao ampliar não só o valor nutricional, mas também a experiência no prato.
Embora o arroz branco ainda lidere o consumo no Brasil, essas novas opções vêm conquistando uma fatia crescente de mercado, impulsionadas por uma mudança clara no comportamento: comer melhor, sem abrir mão do prazer.
A nutricionista Dra. Aline Maldonado explica como essas variedades podem contribuir para uma alimentação mais equilibrada e completa:
“Os arrozes pigmentados, como o preto e o vermelho, concentram antioxidantes que atuam na proteção das células contra o estresse oxidativo. Esses compostos estão associados à redução de processos inflamatórios e ao suporte à saúde cardiovascular.”
“O arroz selvagem e os arrozes menos refinados preservam estruturas do grão que concentram fibras, vitaminas e minerais. Esses nutrientes desempenham papel fundamental na saúde intestinal, na sensação de saciedade e no controle glicêmico.”
“Por ser um grão de fácil digestão e boa fonte de energia, o arroz jasmine pode ser utilizado em diferentes contextos alimentares, desde refeições do cotidiano até preparações mais elaboradas.”
Agora vem o ponto-chave:
Como transformar essa tendência em oportunidade para o seu negócio?
A cultura da alimentação saudável não é mais nicho, é o comportamento. E quem souber traduzir isso em experiência, vende mais.
Posicionamento por ocasião
Não venda só o arroz, venda o momento:
Arroz preto como opção para pratos mais sofisticados
Arroz vermelho para o dia a dia saudável
Jasmine para refeições rápidas e aromáticas
Estratégia de mix de produto
Crie combinações que facilitem a escolha do cliente:
Kits semanais de arrozes especiais
Opção de substituição no cardápio (troque o arroz branco por versões mais nutritivas)
Destaque esses produtos como uma “linha saudável”
Ideia de campanha pronta
Traga isso para a prática com uma comunicação simples e direta:
“Semana dos arrozes especiais: mais sabor, mais nutrição no seu prato”
“Troque o básico pelo inteligente: descubra novos tipos de arroz”
No fim, não é só sobre arroz.
É sobre como pequenas mudanças no básico podem gerar grandes percepções de valor.
E no mercado de hoje, quem agrega valor… sai na frente.
O consumo de alimentos saudáveis segue em crescimento, impulsionado principalmente por consumidores entre 25 e 45 anos;
A experiência de compra tem pesado tanto quanto o preço, consumidores querem entender o que estão consumindo;
Pequenas mudanças no cardápio já impactam diretamente o ticket médio e a percepção de valor.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri!
“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.” Charles Darwin
Na edição de hoje: bye bye open IA x Mulheres 50+
Quem aqui nunca ouviu falar do ChatGPT provavelmente está vivendo cronicamente offline há um tempo. Mas hoje o papo é sobre uma outra IA que vem crescendo rápido e acabou de dar um passo gigante nessa corrida.
Vamos direto ao ponto: a disputa pelo topo da inteligência artificial está cada vez mais acirrada e alguns players já começam a ultrapassar expectativas em escala e faturamento.
A Anthropic, avaliada em cerca de US$ 380 bilhões, acaba de adquirir a Coefficient Bio por US$ 400 milhões. Um detalhe impressionante: a startup tem apenas 8 meses de vida e uma equipe de cerca de 10 pessoas.
A Coefficient Bio utiliza IA para acelerar pesquisas científicas e a descoberta de novos medicamentos, uma proposta que se encaixa perfeitamente no projeto “Claude for Life Sciences”, iniciativa da Anthropic voltada ao uso de IA na ciência.
A ideia é integrar o time da startup a essa frente, ajudando a expandir o uso do Claude no meio científico assim como já aconteceu no universo tech.
Mas essa corrida está longe de ter um único líder.
A OpenAI, em parceria com empresas farmacêuticas, também está avançando na área da saúde, com planos ambiciosos de acelerar a descoberta de vacinas, inclusive contra diferentes tipos de câncer.
Agora, um ponto importante talvez o mais relevante dessa transformação toda:
Na era da IA, os profissionais mais valiosos não são apenas aqueles que acumulam conhecimento, mas os que conseguem se atualizar constantemente.
Mulheres com mais de 50 anos que passaram por transições de carreira ou precisaram se reinventar ao longo da vida frequentemente desenvolvem uma habilidade essencial: aprender, desaprender e reaprender. Adaptabilidade virou ativo estratégico.
A IA já é excelente em gerar textos, resumir informações e automatizar tarefas cognitivas. Mas organizações não crescem só com informação, elas crescem com discernimento.
Interpretar contextos, tomar decisões complexas, equilibrar riscos e antecipar consequências continuam sendo habilidades profundamente humanas.
E, à medida que o trabalho se torna mais digital, híbrido e dinâmico, cresce também a demanda por pessoas capazes de gerar confiança, resolver conflitos e manter equipes alinhadas.
No fim, a tecnologia evolui rápido, mas são as pessoas que determinam o impacto real dela.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
No BOLETIM DE VENDAS de hoje, vamos falar sobre um ponto essencial para qualquer operação: pagamentos no Suri Shop.
Se o seu fluxo está bem estruturado, mas o pagamento não está claro ou otimizado… você está literalmente deixando dinheiro na mesa.
Não adianta ter um fluxo bem estruturado, um atendimento redondinho e um cliente interessado… se na hora de pagar o processo não for simples. É nesse momento que muita venda se perde.
Dentro do Suri Shop, o provedor de pagamento é o que permite transformar interesse em venda de forma automática. É ele que conecta o seu fluxo à finalização da compra, possibilitando que o cliente receba o link e conclua o pagamento ali mesmo, sem complicação.
Por que isso é tão importante?
Um pagamento bem configurado permite que você:
Venda 24h por dia, sem depender de atendimento humano
Reduza fricção na jornada do cliente
Aumente sua taxa de conversão
Quanto mais simples for o processo de pagamento, maior a chance do cliente finalizar a compra.
Você pode inserir o pagamento diretamente no seu fluxo, por exemplo:
Cliente demonstra interesse no produto
Fluxo coleta as informações necessárias
Você envia o link de pagamento
Após o pagamento → direciona para confirmação ou entrega
Deixe claro o que o cliente está pagando
Evite excesso de etapas antes do pagamento
Sempre valide se o link está funcionando
Use mensagens objetivas na hora da cobrança
Exemplo:
“Perfeito! Para finalizar sua compra, é só realizar o pagamento no link abaixo”
Não trate o pagamento como “última etapa” — trate como parte da experiência.
Um fluxo bem pensado + pagamento simples = mais vendas sem esforço.
Se o seu fluxo já está rodando, esse é o próximo nível: automatizar o recebimento.
Bom dia, comunidade Suri!
No Descomplica de hoje, vamos falar sobre um dos temas mais temidos (mas que na prática é muito mais simples do que parece): Fluxo.
Muita gente acha que fluxo é algo complexo, mas a verdade é que ele só precisa de uma coisa para funcionar bem: estrutura e clareza.
E antes de tudo, é importante entender um ponto essencial:
👉 Fluxo e assistente virtual não são a mesma coisa.
O fluxo define os caminhos (botões, etapas e direcionamentos), enquanto a assistente atua dentro dele, conduzindo a conversa.
Todo fluxo precisa de um ponto inicial e geralmente ele começa com um boas-vindas bem estruturado.
A partir daí, você vai construindo etapas como:
Coleta de dados (nome, e-mail, etc.)
Identificação da necessidade do cliente
Direcionamento (suporte, compra, informações…)
Dica prática: sempre colete as informações uma por vez, isso melhora muito a experiência e aumenta a taxa de resposta.
Depois de estruturar o fluxo, você pode ativar a assistente nos pontos estratégicos.
Ela vai ser responsável por:
Entender o que o cliente precisa
Buscar respostas na base de conhecimento
Coletar dados importantes
Direcionar para o atendimento humano quando necessário
Alguns pontos são fundamentais para um fluxo funcionar bem:
Tenha instruções claras para a assistente
Defina quando deve haver transferência para um humano
Evite fluxos complexos logo no início
Sempre pense no objetivo final do atendimento
Exemplo:
Se o cliente pedir valores ou quiser comprar → já é um sinal claro de direcionamento para atendimento humano.
Fluxo não precisa ser perfeito, ele precisa funcionar e evoluir.
Comece simples, valide e vá ajustando com base no comportamento dos seus clientes.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura.” - Chimamanda Ngozi Adichie
Na edição de hoje: A moda transforma × A mulher redefine o varejo
A moda não está apenas acompanhando a evolução do varejo, ela está puxando essa transformação.
Já falamos por aqui sobre o avanço do modelo híbrido, mas ver isso acontecendo na prática é outro nível. A Dafiti é um bom exemplo desse movimento.
Desde 2024, a empresa vem reorganizando sua operação logística, centralizando processos para ganhar eficiência e melhorar a experiência do cliente com entregas mais rápidas, previsíveis e seguras.
Mas o ponto mais interessante está no modelo de negócio.
Hoje, a Dafiti funciona como um grande hub digital de moda, reunindo marcas que:
não têm operação física
ou buscam mais visibilidade
Na prática, ela se posiciona de forma semelhante à Amazon: uma plataforma que concentra oferta, aumenta competitividade e pressiona preços para baixo.
E isso impacta diretamente o poder de compra.
Comprar dentro da Dafiti, muitas vezes, sai mais barato do que em lojas com presença física consolidada — e o motivo é claro: estrutura + escala + estratégia de preço.
Além disso, entra um elemento-chave: o “Clube Dafiti”, que funciona como um programa de fidelidade com lógica de ofertas recorrentes, incentivando frequência e percepção de vantagem constante.
O que estamos vendo é um varejo cada vez mais orientado por:
conveniência
preço
recorrência
experiência
Mas existe uma força ainda mais determinante nesse cenário: quem está decidindo o consumo.
O varejo brasileiro está passando por uma transformação profunda e as mulheres seguem no centro desse movimento. Dados da Nielsen indicam que elas influenciam cerca de 80% das decisões de compra no mundo, o que mostra que esse papel não é recente, mas vem se consolidando e ganhando novas camadas.
Com as mudanças no comportamento de consumo, essa influência ficou ainda mais sofisticada. Hoje, a decisão de compra passa por mais critérios: não é só preço ou necessidade imediata, mas também qualidade, origem e valores por trás da marca. O consumo começa a refletir identidade.
No varejo sustentável, por exemplo, práticas como:
uso de matérias-primas responsáveis
redução de resíduos
embalagens recicláveis
diversidade e inclusão já não são diferenciais, são o mínimo esperado.
Marcas que não demonstram responsabilidade, seja ambiental, social ou até na forma como se comunicam, começam a perder relevância.
Como resume a especialista em comportamento do consumidor Isabela Baracat: “O consumo se tornou relacional. O cliente busca confiança, respeito e identificação. Quando há consistência, a fidelização é natural.”
Esse movimento favorece:
negócios locais
economia circular
marcas com posicionamento claro e transparente.
E reforça algo importante: a experiência não termina na compra. Atendimento, comunicação e pós-venda passam a ser parte central da percepção de valor.
No fim, a mensagem é direta:
Para o varejo, não é mais sobre se adaptar.
É sobre entrar no jogo ou ficar para trás.
Bom dia, comunidade Suri! ☀️
“A tecnologia só é poderosa quando amplia o que nos torna humanos.” - Fei-Fei Li
Na edição de hoje: Para que cérebro se tem IA × TikTok, a nova Netflix?
Até onde a inteligência artificial pode chegar?
A Meta apresentou recentemente o TRIBE v2 (TRImodal Brain Encoder), um modelo de IA que tenta prever como o cérebro humano reage a estímulos do mundo real como vídeos, sons e linguagem.
Na prática, ele cruza diferentes tipos de informação ao mesmo tempo: o que você vê, ouve e lê. A partir disso, cria uma espécie de “mapa” que estima como regiões do cérebro responderiam a essas experiências. É um avanço importante porque deixa de olhar dados isolados e passa a trabalhar com a complexidade real da percepção humana.
Mas vale o ponto: isso ainda está longe de ser uma leitura da mente.
O modelo se baseia em dados como fMRI (ressonância magnética funcional), que têm limitações como ruído, atraso e baixa precisão. Ou seja, o TRIBE v2 trabalha com aproximações estatísticas, não com interpretações exatas do cérebro.
Ainda não lemos pensamentos. Mas estamos, sem dúvida, mais próximos de entender padrões de comportamento.
E enquanto a IA tenta decifrar o cérebro humano, do outro lado da tela ela já está moldando o que consumimos.
O TikTok vem se consolidando como uma nova forma de entretenimento seriado. A plataforma já testa formatos mais longos e sequenciais e até registrou o termo “TikTok Drama”.
Na prática, estamos vendo o surgimento de uma nova lógica de consumo: histórias curtas, episódicas, pensadas para retenção. Quase uma Netflix fragmentada, adaptada ao scroll.
Parte desses conteúdos já nasce com ajuda de IA, seja no roteiro, na edição ou até na criação dos próprios personagens. Em alguns casos, tudo é gerado artificialmente. Em outros, humanos apenas seguem uma estética que imita esse estilo mais “estranho” e hipnótico que viraliza.
E é aí que a linha começa a ficar borrada.
Dá pra perceber alguns sinais, movimentos levemente travados, vozes perfeitas demais, roteiros repetitivos ou personagens irreais. Mas a verdade é que isso está ficando cada vez menos óbvio.
A IA não só está criando conteúdo. Ela está ensinando o próprio formato do que prende atenção.
No fim, essas duas pontas se encontram.
De um lado, modelos tentando entender como pensamos.
Do outro, algoritmos cada vez melhores em influenciar o que sentimos e assistimos.
A pergunta deixa de ser só tecnológica e passa a ser comportamental:
se a IA aprende com o nosso cérebro,
até onde o nosso cérebro começa a aprender com a IA?
Bom dia, Comunidade Suri.
Começamos mais uma semana com um lembrete simples e poderoso:
disciplina é fazer bem feito, mesmo quando ninguém está olhando.
E hoje, na nossa News da Semana, o destaque vai para um recurso que pode transformar sua vitrine em poucos minutos: Coleções.
Por que usar coleções no seu e-commerce?
As coleções funcionam como categorias inteligentes que organizam seus produtos de forma estratégica. Isso facilita a navegação, melhora a experiência do cliente e aumenta as chances de venda.
Você pode criar coleções com base em:
🔸 Sazonalidade – campanhas, datas especiais e períodos do ano
🔸 Estilo – minimalista, moderno, casual, entre outros
🔸 Público – nichos e perfis específicos de clientes
🔸 Promoções – descontos, ofertas e condições especiais
O resultado?
Uma vitrine mais organizada, atrativa e com maior potencial de engajamento. Pensando em cada detalhe, a Suri preparou um calendário com as principais datas do ano para te apoiar nesse momento.
Calendário anual.
Como criar sua coleção:
Shop > Catálogo > Coleções > Adicionar coleção
→ Nomeie sua coleção
→ (Opcional) Adicione uma descrição
→ Inclua os produtos
Como exibir na vitrine:
Shop > Preferências > Personalização da Vitrine
→ Selecione a coleção
→ Salve
Descubra mais sobre a jornada.
Em poucos cliques, você renova sua loja e melhora a experiência do seu cliente.
O simples faz a diferença.
Acesse seu Suri Shop e comece hoje mesmo.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, Comunidade Suri.
Complicar é fácil. Tornar simples é o que gera escala.
E hoje a gente vai direto ao ponto em algo que impacta todo mundo: atendimento.
Sabe quando você tenta enviar uma mensagem para um cliente e simplesmente… não vai?
Dá erro, não entrega, e parece que não faz sentido.
Isso tem nome: engajamento saudável.
Na prática, funciona assim: alguns números são classificados pela Meta como “inconsistentes”. Isso acontece quando a pessoa começa a ignorar repetidamente mensagens de empresas, bancos, lojas, serviços, etc.
Resultado: suas mensagens param de chegar.
Mas é aqui que entra o jogo estratégico.
Para destravar esse primeiro contato, existe um tipo específico de comunicação: mensagens de utilidade.
Elas são pensadas para informar, não para vender.
Exemplo simples:
“Seu pedido já saiu para entrega. Código de rastreio: 15698.”
Percebe a diferença?
Não exige resposta. Não força interação. Só entrega valor.
Já mensagens como:
“Podemos continuar nossa conversa?”
“Posso te ajudar em algo mais?”
são classificadas como marketing, e dependem de engajamento do cliente para performar bem.
Outro ponto que muita gente ignora: nenhuma mensagem nasce pronta para envio.
Antes de chegar no cliente, ela passa por aprovação da Meta.
Você cria o modelo → envia → e aguarda validação.
E aqui vão alguns cuidados que fazem diferença:
Mensagem de utilidade não pode ter emoji
Evite variáveis coladas (ex: {{nome}}{{pedido}})
Não termine a mensagem com variável
Nada de “enter duplo”
Títulos muito parecidos com outros podem ser reprovados
Um detalhe simples que ajuda muito: use exemplos reais dentro da mensagem.
Se a variável é nome, escreva como se fosse real:
“Maria Eduarda”, não só {{nome}}.
Criar essas mensagens é simples:
Configurações → Modelo de mensagem → + novo modelo de mensagem.
Você sugere a categoria, mas quem dá a palavra final é a Meta.
O prazo de aprovação pode chegar a 72h, passando desse prazo requer apoio do suporte.
No fim, o atendimento eficiente não está só no que você fala, mas em como, quando e por que a mensagem chega.
E quando isso fica claro, o que parecia erro vira estratégia.
Se quiser se aprofundar e treinar seu time, a gente vai abordar tudo no webinar do dia 07 de abril sobre agentes.
[Básico] Formação de Agentes Suri: capacitação estratégica para uso da plataforma
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, Comunidade Suri.
Insight bom é aquele que vira ação.
Na edição de hoje: cerveja do bem x mulheres no topo.
Cerveja é uma das bebidas mais consumidas do mundo, isso não é novidade. Mesmo quem não gosta, provavelmente já experimentou “só um golinho” para entender o hype.
Mas o comportamento do consumidor mudou.
Hoje, saúde e bem-estar deixaram de ser tendência e viraram estilo de vida. E isso está impactando diretamente até mercados tradicionais como o de bebidas alcoólicas.
No Brasil, as cervejas de baixa caloria estão deixando de ser nicho e ganhando escala, influenciando desde a indústria até o varejo. Esse movimento acompanha uma onda global: segundo o Global Wellness Institute, o mercado de bem-estar já movimenta cerca de US$ 5,6 trilhões.
Como resume Jussara Calife, do Grupo Heineken:
“Saúde e bem-estar não são mais só estética, fazem parte da rotina.”
Para o varejo, a leitura é direta. Não se trata apenas de ampliar o portfólio, mas de reposicionar a categoria, criando novas oportunidades dentro da loja. Entre os principais impactos:
novas estratégias de valor
mais conveniência
experiências diferentes no ponto de venda
E já que cerveja boa combina com bons encontros… melhor ainda quando vem com impacto positivo.
A Shopee, em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME), lançou a 2ª edição do Mulher do Ano Shopee, iniciativa que fortalece o empreendedorismo feminino no e-commerce brasileiro.
As inscrições vão até 10 de abril e o programa oferece desde consultoria até incentivos financeiros para impulsionar negócios liderados por mulheres.
Clique para saber mais informações.
Hoje, inclusive, 51% dos vendedores ativos da plataforma já são mulheres, um dado que mostra como esse movimento já é realidade, não apenas discurso.
O projeto se divide em duas frentes principais:
“Servimos”, voltado para impacto social
“Vamos mais rápido”, focado em crescimento e performance
Mais do que números ou categorias, o que chama atenção aqui é o movimento por trás. Mulheres criando, escalando e, principalmente, abrindo caminho para outras mulheres crescerem também.
No fim, fica um ponto importante: empresas que evoluem junto com o comportamento das pessoas não apenas acompanham o mercado, elas ajudam a moldar o que vem depois.
E isso vale tanto para uma cerveja mais leve… quanto para um ecossistema mais forte.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri.
Até robô vai virar CEO agora?
Na edição de hoje: IA x HUMANO.
O Mark Zuckerberg está testando um agente de IA para ajudá-lo na tomada de decisões dentro da Meta. Mesmo sendo um dos homens mais ricos do mundo, ele continua buscando evoluir e a ideia é usar tecnologia para enxergar o que, sozinho, talvez ele não consiga hoje.
Vale lembrar: Zuck é um dos poucos fundadores que permaneceram como CEO desde o zero. Saindo de 0 receita e 0 funcionários para uma empresa com cerca de US$ 165 bilhões e mais de 79 mil colaboradores, mantendo ainda uma fatia relevante e o controle do negócio.
Esse novo projeto é mais um movimento que reforça o retorno da empresa ao centro da inovação em IA. Nas redes sociais, já estão chamando esse “assistente” de Agentberg, ainda não é um nome oficial, mas já está gerando expectativa.
Agora fica a reflexão: Será que estamos caminhando para empresas com menos humanos?
Ou a IA vem para potencializar o trabalho, criando uma parceria mais inteligente?
E isso não para por aí…
A transformação já está acontecendo em outros setores como na indústria automotiva.
Os carros estão virando verdadeiros “computadores sobre rodas”. Com IA, eles passam a:
Prever riscos antes mesmo de acontecerem
Detectar pedestres até no escuro (com sensores térmicos)
Entender o comportamento de ciclistas e motoristas
Calcular autonomia com até 96% de precisão, considerando clima, trânsito e seu estilo de direção
Além disso, sistemas mais avançados já monitoram:
Seu nível de atenção
Sinais de cansaço
Até sua voz para identificar distração
Sim, é um pouco assustador…
Mas também é um lembrete poderoso:
No fim do dia, a tecnologia não substitui o humano, ela protege, amplia e nos faz tomar decisões melhores.
E talvez esse seja o verdadeiro ponto: não é sobre substituir pessoas, mas sobre aumentar nossa capacidade de agir com inteligência.
O futuro não é homem vs máquina.
É homem + máquina.
E ele já começou.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri.
Pequenas melhorias diárias constroem grandes resultados.
E, no varejo, isso aparece nos detalhes.
No Suri Shop de hoje, vamos direto ao ponto:
Se o seu catálogo é sua vitrine, os descontos são o convite para entrar.
E em um período como o Mês do Consumidor, esse convite precisa ser ainda mais atrativo.
Porque no fim, existe uma pergunta simples: o que o cliente mais gosta?
Desconto bem feito.
Mas não é qualquer desconto.
É aquele que:
chama atenção;
gera urgência;
e faz o cliente tomar decisão.
Como ativar descontos no seu Suri Shop
A boa notícia é que fazer isso é mais simples do que parece e pode virar parte da sua estratégia todo mês.
Dentro do Suri Shop, você consegue criar diferentes tipos de campanhas, como:
desconto direto em produtos;
promoções do tipo “compre e leve mais”;
redução no valor total do pedido;
ou até frete grátis.
Tudo depende do comportamento do seu cliente e do que faz mais sentido para o seu negócio.
Na prática, funciona assim
Em poucos passos, você já coloca sua campanha no ar:
Você acessa o catálogo, entra na aba de descontos e escolhe o tipo de promoção que quer criar.
Depois disso, é só definir os detalhes: valor, condições, período e produtos participantes.
Em poucos minutos, o desconto está ativo.
Sem complexidade. Sem fricção.
O que isso muda no seu resultado?
Descontos bem aplicados não só aumentam vendas.
Eles:
ajudam a girar estoque;
incentivam recompra;
e fortalecem o relacionamento com o cliente.
E mais importante: fazem seu catálogo trabalhar por você.
Mais do que ferramenta, estratégia
Aqui na Suri, a ideia não é só te dar um recurso, é te ajudar a usar melhor cada oportunidade de venda.
Se quiser dar o próximo passo, temos duas formações que vão direto ao ponto:
📌 [Intermediário] Campanhas Direcionadas + Estilização de Catálogo
Aprenda a conectar tráfego com um catálogo que realmente converte.
Veja a gravação para não perder.
📌 Webinar: WhatsApp para datas sazonais (como Dia das Mães)
Entenda as métricas e a estratégia por trás das campanhas que performam.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri.
“Simplicidade não é reduzir, é esclarecer.”
Então vamos direto ao ponto: descomplicar.
Se tem uma funcionalidade no sistema que pode transformar sua operação e às vezes é subutilizada: são as tags.
Simples, mas poderosas.
No dia a dia, é comum ver atendimentos se perderem no meio do fluxo: leads misturados, conversas sem organização, dificuldade para acompanhar o que está acontecendo.
E é exatamente aí que entram as tags.
Elas funcionam como um sistema de organização inteligente dentro da sua operação. Com poucos cliques, você consegue classificar, separar e direcionar cada contato da forma certa.
Na prática, você pode usar tags para:
organizar sua linha de atendimento;
identificar novos leads;
separar clientes por tipo ou interesse;
direcionar contatos para carteiras específicas de agentes e entre outras utilizações.
Alguns exemplos simples, mas que podem ajudar: Cliente com interesse no produto x; Cliente crítico; Cliente Ouvidoria; Estratégia para venda; Novo Lead; Cliente recorrente.
Tudo isso de forma visual, rápida e sem complicação. Sempre bom mapear o desafio e evitar fricção.
Saiba como criar as suas próprias tags.
Mais do que organizar, as tags ajudam a dar ritmo à sua estratégia.
Elas tornam o atendimento mais fluido, evitam perda de oportunidades e permitem que você tenha mais controle sobre cada etapa da jornada do cliente.
No fim, não é só sobre marcar contatos. É sobre ganhar clareza, agilidade e eficiência no seu dia a dia.
E quando tudo flui melhor por dentro, o resultado aparece por fora.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri.
“Em tempos de mudança, quem aprende herdará a terra.” - Eric Hoffer
E talvez nunca essa frase tenha feito tanto sentido no varejo quanto agora.
Na edição de hoje: Varejo híbrido + guerra no delivery.
Nos últimos anos, a forma como consumimos mudou, mas o mais interessante é como ela mudou. Não foi uma substituição do físico pelo digital. Foi uma fusão.
O chamado varejo híbrido deixou de ser tendência e virou comportamento.
Hoje, o consumidor não pensa mais em canais. Ele pensa em conveniência. Em um momento, ele quer sentir o produto, conversar com alguém, experimentar. No outro, ele quer comparar preços em segundos, ler avaliações e decidir com mais segurança.
É por isso que a jornada de compra já não é linear. Ela começa no digital, vai para o físico e muitas vezes termina novamente no digital, ou o contrário.
Uma pesquisa recente mostra exatamente isso: as pessoas esperam encontrar o mesmo produto, com a mesma consistência, independentemente do canal. E mais do que isso querem liberdade para transitar entre eles sem atrito.
O varejo, claro, já percebeu.
Para não perder vendas no meio do caminho, muitas empresas estão adaptando suas operações. Vendedores em loja já finalizam compras online para clientes. Estoques começam a se integrar. A experiência deixa de ser separada e passa a ser contínua.
No fim, não é mais sobre onde a venda acontece, mas sobre não perder o cliente em nenhum ponto da jornada.
E enquanto o comportamento do consumidor evolui, a disputa entre plataformas também está esquentando.
A chegada da 99Food no Ceará é um exemplo claro disso, com investimento superior a R$ 100 milhões na capital. A operação começou em Fortaleza em março de 2026, já dentro de um plano maior de expansão que pretende levar a plataforma a dezenas de cidades pelo país.
A empresa não entrou devagar. Entrou para ganhar espaço.
Com frete grátis (ou quase isso), descontos agressivos e incentivos fortes para parceiros, a estratégia foi direta: atrair rápido, crescer rápido e se posicionar antes da concorrência reagir. Em alguns casos, restaurantes chegam a operar sem comissão no início, enquanto entregadores são atraídos por ganhos que podem alcançar até R$ 400,00 por dia em campanhas iniciais.
O resultado veio na mesma velocidade.
A operação já estreou com números expressivos, registrando um dos maiores volumes iniciais de acessos e pedidos no país. E não demorou para expandir além da capital, alcançando regiões metropolitanas.
Esse tipo de movimento raramente acontece sem impacto.
Quando um novo concorrente entra com força, o mercado inteiro se mexe. Plataformas já consolidadas tendem a reagir seja com promoções, melhorias na experiência ou condições mais competitivas.
E, no meio dessa disputa, quem sai ganhando costuma ser o usuário.
No fim das contas, os dois movimentos o varejo híbrido e a nova ofensiva no delivery apontam para a mesma direção:
mais poder nas mãos do consumidor;
mais pressão por eficiência nas empresas;
e um mercado cada vez mais dinâmico.
Se você trabalha com varejo, tecnologia ou consumo, vale prestar atenção: Essas mudanças não são pontuais, elas estão redesenhando o jogo.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Bom dia, comunidade Suri.
“O futuro não é sobre tecnologia, é sobre como usamos ela.”
E, no consumo, isso já está acontecendo.
A forma como compramos está mudando e talvez você ainda não tenha percebido o quanto.
Hoje, cerca de 40% dos brasileiros já aceitariam que a IA faça compras por eles. Mas existe um porém importante: confiança. Ao mesmo tempo, 95% ainda não acreditam que seus dados estão totalmente seguros.
Esse contraste revela algo maior.
O consumidor está pronto para avançar, mas ainda está segurando o freio.
Na prática, a inteligência artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta de apoio e começando a ocupar um papel mais ativo na decisão.
Antes, ela ajudava a comparar. Agora, começa a escolher.
Esse movimento muda completamente a lógica da jornada de compra. Não é só sobre experiência, é sobre quem toma a decisão final.
Como explica Kenneth Corrêa, especialista em dados e professor da Fundação Getulio Vargas:
“Estamos vivendo a transição do consumidor reativo para o consumidor assistido. A IA não apenas apoia a decisão, ela começa a tomá-la.”
E isso cria um novo desafio para as marcas: não basta mais convencer pessoas, agora é preciso ser escolhido por algoritmos.
Os sinais dessa mudança já aparecem no comportamento.
Cerca de 32,3% dos usuários dizem que reduziram buscas no Google depois de começarem a usar ferramentas de IA.
Ou seja: a descoberta está mudando de lugar.
A IA já participa da jornada muito antes da compra, muitas vezes sem que o consumidor perceba.
Ela recomenda, filtra, prioriza. Na prática, funciona como um “curador invisível”.
Para Thiago da Mata, CEO da Kwara, esse movimento segue a mesma lógica das redes sociais:
“Você não precisa mais buscar o que quer. O sistema aprende seus padrões e entrega o que é relevante, assim como o TikTok fez com conteúdo.”
Agora, esse modelo está chegando ao varejo.
Os benefícios são claros:
mais agilidade
melhores comparações
decisões mais informadas
Não à toa, 96,5% dos usuários já reconhecem ganhos ao usar IA na jornada de compra.
Mas existe um ponto de tensão: utilidade vs confiança
A tecnologia avança rápido. A segurança percebida, nem tanto.
E é exatamente nesse espaço que o mercado vai se diferenciar.
No fim, a mudança é simples e profunda:
A comparação deixa de ser manual e passa a ser automática.
O esforço diminui.
A exigência aumenta.
E o espaço para promessas vazias… desaparece.
Se você trabalha com varejo, tecnologia ou consumo, vale prestar atenção: não estamos falando de tendência, estamos falando de transição.
Nos vemos na próxima edição e não esqueça da sua boa xícara de chá ou café. Até mais!
Olá, Parceiro Suri! Tudo bem por aí?
Seu catálogo é a sua vitrine digital, e a primeira impressão é a que fica. Na edição de hoje, vamos mergulhar no menu "Preferências". Mais do que apenas apertar botões, hoje você vai aprender a alinhar a identidade visual da sua marca com a experiência de compra do seu cliente.
Logo de Impacto: Use o formato 240x60 (PNG transparente). Uma logo nítida reforça o profissionalismo.
Cores Estratégicas:
Cor Primária: É a cor da ação! Ela aparecerá no botão + e no carrinho. Escolha uma cor que se destaque.
Cor Secundária: O detalhe que guia. Ela marca as categorias selecionadas, facilitando a navegação.
O cliente não pode ter dúvidas na hora de escolher. No menu de preferências, você domina a ordem das coisas:
Coleções: Exiba apenas o que faz sentido para sua estratégia atual.
Priorização: Coloque suas categorias "carro-chefe" no topo. Facilite o caminho até o checkout!
Configurar os tempos de espera é crucial para não perder vendas e não travar seu estoque.
Ação - O que acontece? - Por que usar?
Recuperação de Pedido - Lembrete de inatividade - Resgata o cliente que se distraiu durante a escolha.
Recuperação de Pagamento - Notificação de PIX/Cartão pendente - O empurrãozinho final para concluir a transação.
Cancelamento Automático - O pedido expira e libera o estoque - Evita que produtos fiquem "presos" sem venda real.
Dica Pedagógica: Cuidado com tempos muito curtos! Dê fôlego para o cliente decidir, mas não deixe o estoque parado por horas em dias de grande movimento.
A Suri não entrega apenas a ferramenta, entregamos a estratégia. Garanta sua vaga em nossas próximas formações ao vivo:
[Intermediário] Campanhas Direcionadas + Estilização de Catálogo
Foco em como unir o tráfego das campanhas com um layout impecável.
Webinar: Como estruturar campanhas de WhatsApp para dia das mães e datas sazonais
Aprenda a métrica por trás do sucesso.
Boas configurações e excelentes vendas!
Bom dia, comunidade Suri Shop!☀️
O cardápio da nossa newsletter de hoje está especial.
Vamos abrir a caixa preta da nova precificação da Meta, mas pode respirar fundo, pois estamos aqui justamente para te preparar para essa mudança. Você também vai descobrir exatamente o que o seu cliente exige na hora de ser atendido por uma IA e, para fechar com chave de ouro, temos uma oportunidade incrível de um evento totalmente gratuito em parceria com a Meta.
Já prepare a sua xícara de café e uma ótima leitura.
Prepara a estratégia, porque a nova precificação do WhatsApp está chegando.
A partir do dia 1º de outubro, a Meta vai começar a cobrar pelas mensagens de serviço, ou seja, aquelas respostas que a sua empresa dá ao cliente dentro da janela de 24 horas.
Todo mundo está correndo para arrumar a casa e os números explicam o motivo. O Chat Commerce Report 2026 revelou que uma conversa com inteligência artificial custa quatro vezes menos que o atendimento humano. E tem mais: a IA recupera 25% dos carrinhos abandonados, enquanto o atendimento tradicional fica na casa dos 20%.
O que isso significa na prática? Que é o momento exato para você limpar a poeira da sua base de conhecimento, revisar seus comandos e ajustar tudo para fazer a economia acontecer.
Uma dica de ouro é treinar a sua IA para fazer um combo logo no início, pedindo todas as informações necessárias em uma única mensagem antes de seguir com o atendimento.
Outra saída inteligente é limitar o número máximo de interações. O truque de mestre não é virar uma máquina de respostas curtas, mas sim entregar exatamente o que o cliente precisa com o menor número de mensagens possível.
Todo mundo sai ganhando, porque não existe nada melhor do que um atendimento rápido, direto e que resolve o problema.
Precisa de ajuda para otimizar? Fala com a Suri
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RECORTE
Sou completamente viciada nessa música.
Livros que todo mundo deveria ler pelo menos uma vez na vida.
Esse jogo é o puro suco da rivalidade. Começa inocente e termina com amizades sendo colocadas à prova.
Se veio a música, é claro que o filme não podia ficar de fora.
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Adoção de IA pelo consumidor brasileiro está crescendo
Segundo o Consumer Pulse 2026, da Bain & Company a inteligência artificial já é a nova parceira de compras de 77% dos brasileiros. E se você quiser visualizar o rosto desse consumidor, os números entregam o perfil exato.
Quem lidera esse movimento é o público de alta renda, batendo a marca de 88%.
A galera da Geração Z vem colada com 82% e as mulheres marcam forte presença com 77%.
Diante de todos esses dados, fica a grande pergunta: como você está usando a IA para facilitar de verdade a vida do seu cliente?
Pare e pense um pouco se você já deixou alguma venda escapar simplesmente por não oferecer as facilidades que acabamos de ver. Colocar isso na balança não é mais um luxo, é uma necessidade absoluta para quem quer acompanhar o ritmo e as exigências desse novo perfil de consumidor.
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Na edição de hoje, abordaremos um recurso estratégico para a aquisição e o relacionamento com sua base de clientes: as campanhas.
As campanhas oferecem suporte na comunicação em massa com seu público. Este recurso, disponível em todos os planos, permite que sua empresa consiga:
Informar clientes sobre novos lançamentos;
Comunicar promoções e ofertas;
Divulgar eventos, formações e materiais ricos.
É importante ressaltar que o consumo da sua mensageria é contabilizado a partir da mensagem entregue. Portanto, planeje seus envios com cautela para não ultrapassar o volume contratado mensalmente.
Caso a opção de campanhas não esteja visível ou habilitada para o seu usuário, é necessário solicitar a ativação. Lembramos que o acesso ao módulo é restrito a perfis de Gerentes e Administradores.
Para falar com o Suporte: Acesse este link
Para entender seu consumo atual: Confira o passo a passo aqui
O ponto fundamental para a criação de uma campanha eficiente é a elaboração do template. É necessário definir a estratégia de conteúdo antes da configuração técnica.
Redação estratégica: Escreva de forma atrativa e direta. A primeira mensagem define se o cliente continuará a interação.
Interação via botões: Sempre que possível, utilize botões de “tenho interesse” ou “não receber mais”. Isso gera engajamento e permite que você utilize tags para mapear perfis.
Saúde do número: Ao retirar da lista aqueles que não têm interesse na comunicação, você evita bloqueios e denúncias que podem prejudicar a saúde do seu número perante a Meta.
Automação de saída: Crie um fluxo de campanha que adicione uma tag de exclusão. Ao configurar o comportamento dos botões, direcione o usuário para esse fluxo e use essa tag como filtro nas próximas campanhas. Isso evita gastos desnecessários com quem já solicitou a saída.
Conversão: Os clientes que demonstrarem interesse podem ser direcionados automaticamente para a fila do setor responsável ou para um fluxo específico de interessados.
Não recomendamos o uso do canal de coexistence para a realização de disparos. A melhor forma de realizar campanhas é através da conexão direta, o que reduz significativamente o risco de banimentos equivocados pela plataforma da Meta.
Para visualizar o tutorial completo sobre como realizar o procedimento, acesse: Guia de Configuração de Campanhas
Mas não se preocupe! Temos uma formação ideal para te ajudar com a estruturação de suas campanhas.
Olá, cliente Suri. Vamos para mais uma edição do Varejo Agora?
Nesta edição, analisamos o perfil do consumidor em 2026, focando nas atualizações sobre inadimplência e nas novas preferências de pagamento.
O cenário da inadimplência no Brasil Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indicam que a inadimplência em fevereiro de 2026 atingiu 73,7 mil milhões de consumidores. Este número representa 44,11% da população adulta brasileira, um crescimento de 0,71% em comparação ao mês anterior. Este ciclo impacta diretamente a economia, uma vez que o consumidor inadimplente perde poder de compra e reduz a sua participação no mercado.
A maior concentração de devedores está na faixa entre 30 e 39 anos, somando 18,01 milhões de pessoas. Isto significa que mais de metade (53,12%) da população nesta idade está negativada. Compreender estas limitações é fundamental para planear os próximos passos do seu negócio. Aceda ao artigo completo aqui
A consolidação do PIX e do QR Code O PIX consolidou-se como o protagonista absoluto, sendo utilizado por 80% dos consumidores como principal meio de pagamento. A rapidez e a praticidade são os maiores atrativos (69%), mas o ecossistema já evolui para funções complexas, como o PIX Parcelado (utilizado por 38%) e o agendamento de contas (36%).
Outra modalidade em ascensão é o QR Code, já utilizado por 86% dos consumidores. Os principais motivos são a agilidade (54%) e a eliminação de erros na digitação de chaves (44%). Saiba mais sobre meios de pagamento
Gestão em épocas de pico no varejo A revista Fast Company reuniu recomendações essenciais para a organização de datas sazonais, como a Páscoa e o Dia das Mães:
Analise o histórico de vendas para prever a procura.
Revise o stock e alinhe os prazos com fornecedores antecipadamente.
Monitorize o fluxo de caixa com rigor.
Otimize a logística para garantir a qualidade da entrega mesmo com alta demanda.
Olá! Bem-vindo a mais uma edição da IA em Foco. Hoje, mergulhamos no impacto da Inteligência Artificial na educação brasileira e as ferramentas essenciais para análise de dados este ano.
Nesta segunda-feira (16), o Conselho Nacional de Educação (CNE) vota a regulamentação do uso da IA no Brasil. As diretrizes abrangem desde a educação básica até o ensino superior, buscando estabelecer limites éticos e pedagógicos.
O professor Daniel Cara (USP) alerta para um ponto crítico: a IA na produção de materiais didáticos. Segundo ele, conteúdos gerados sem curadoria podem conter ambiguidades e erros que comprometem a solidez do aprendizado.
"A IA deve ser uma ferramenta sempre pilotada por uma figura humana."
Essa visão é endossada por Fernando Wolff (CEO da Tech for Humans), que destaca que o valor real da tecnologia está em liberar o humano para a estratégia e a criatividade. "A IA não diminui a relevância das pessoas; ela as potencializa", afirma.
Alessandro Tomazela, diretor global de TI da Braskem, aponta as plataformas que se consolidaram como referência em análise assistida:
Microsoft Copilot: Mestre na automação operacional (consultas SQL, dashboards automáticos e resumos corporativos).
ChatGPT & Google Gemini: Aliados poderosos para análise exploratória, ideação e simulações de cenários.
Claude.AI: A escolha ideal para síntese de relatórios complexos e revisão de documentos estratégicos com alta precisão textual.
O Carnaval passou e o ano, para o varejo, engata agora a quinta marcha. Março não é apenas mais um mês no calendário; é um ponto de virada estratégico onde o comportamento de compra se intensifica.
Mas a pergunta de ouro é: sua operação está pronta para transformar esse tráfego em lucro real, ou você ainda está perdendo vendas por falta de agilidade?
Para vencer em março, precisamos dividir o mês em dois tempos de ataque:
1ª Quinzena (Impacto e Fidelização): * Dia da Mulher (08/03): Foco em reconhecimento e conexão emocional.
Dia do Consumidor (15/03): O "Black Friday do primeiro semestre". Hora de descontos agressivos e foco total em retenção.
2ª Quinzena (Transição e Antecipação):
É o momento de girar o estoque e preparar o terreno para a Páscoa, criando o desejo antecipado no seu público.
Ter uma campanha brilhante não adianta se a jornada de compra for complexa. Imagine-se no lugar do seu cliente: você recebe uma oferta incrível, mas na hora de comprar, encontra fricção, demora ou um catálogo desatualizado. Frustrante, não?
Com o Suri Shop, você unifica essa experiência:
Centralização: Campanhas de marketing que levam direto ao produto.
Fluidez: O cliente escolhe, tira dúvidas e fecha o pedido em um único fluxo.
Conversão: Menos cliques entre o interesse e o pagamento significam mais dinheiro no bolso.
Sua Trilha de Sucesso (Prepare-se com a gente!)
Não queremos apenas entregar a ferramenta; queremos que você seja um mestre na estratégia. Por isso, preparamos dois materiais fundamentais:
Webinar: Passo a Passo de Campanhas de Março
Aprenda a configurar suas ações sazonais do zero e não perca nenhum detalhe técnico.
Formação Exclusiva: Catálogo e Jornada de Vendas
Descubra como cruzar suas campanhas com o Suri Shop para criar uma jornada de vendas sem atritos.
Vamos transformar Março no seu melhor mês de vendas até agora?
Boas vendas,
Equipe Suri
Você já tentou enviar um template pela Suri e a entrega não foi concluída? No Descomplica Suri de hoje, vamos descobrir os motivos por trás desses erros e como resolver cada um deles.
A Meta possui um conjunto de boas práticas para garantir que as mensagens sejam claras, éticas e alinhadas às suas políticas. É essencial compreender o que motivou a falha no envio para que você saiba exatamente como proceder e manter a conversa com seu cliente ativa.
Falha de Engajamento Saudável Essa falha ocorre quando a Meta identifica que o número do cliente não costuma interagir com mensagens de marketing enviadas via API. Para preservar a reputação do seu número, a Meta restringe o envio desse tipo de conteúdo para determinados perfis. Nesses casos, a orientação é criar e enviar um template da categoria Utilidades, que se adequa melhor ao perfil de interação identificado.
Texto do template muito longo O limite permitido pela API da Meta é de 1024 caracteres. Se o seu texto ultrapassar essa marca, o envio será bloqueado. Para solucionar, basta ajustar o conteúdo para que ele fique dentro do limite exigido e tentar o reenvio.
Parâmetro inválido ou erro de digitação Este erro geralmente acontece quando existem espaços múltiplos ou caracteres não suportados nos campos editáveis do template. Certifique-se de preencher as variáveis sem deixar campos vazios ou com espaçamentos excessivos antes de tentar novamente.
Erro desconhecido ou instabilidade técnica A mensagem "Algo deu errado" costuma indicar uma instabilidade momentânea na Meta. O mesmo se aplica ao aviso de "Serviço temporariamente indisponível", que aponta sobrecarga nos servidores da API. Em ambas as situações, o procedimento correto é aguardar alguns minutos e realizar uma nova tentativa.
Com o domínio dessas informações, você conseguirá se comunicar com sua base de clientes de forma muito mais eficiente e sem transtornos.
Por falar em comunicação fluida, temos um convite especial: inscreva-se em nosso webinar para aperfeiçoar suas estratégias de marketing.
Até a próxima newsletter!
Robôs e inteligência artificial transformam o varejo brasileiro
Ir às compras deixou de ser uma tarefa exclusivamente humana. O Magazine Luiza tornou-se o pioneiro entre os varejistas brasileiros ao operar agentes de inteligência artificial, lançando a tecnologia em fase beta no final do ano passado. O serviço foi expandido para uma base de 30 milhões de clientes por meio do WhatsApp, utilizando a Lu como a principal articuladora da conversa.
A influenciadora virtual é a responsável por divulgar ofertas personalizadas, baseadas em produtos do próprio Magalu e de vendedores do marketplace. A interação ocorre de forma fluida por texto, voz ou imagens, permitindo que o pagamento via Pix ou cartão de crédito seja realizado dentro do próprio chat.
De acordo com Brunno Saura, diretor-geral de vendas do PayPal no Brasil, o setor passará por uma grande transformação. Ele destaca que os vendedores precisarão alimentar a inteligência artificial estrategicamente para posicionar bem seus produtos nas buscas, enfrentando o desafio de se comunicar melhor e vender mais através de assistentes virtuais.
Dia do Consumidor: a importância do cuidado além da venda
O varejo nacional vive uma contradição curiosa. Embora o consumidor esteja mais empoderado do que nunca, com acesso rápido a preços e avaliações pelo smartphone, as empresas ainda enfrentam dificuldades em manter a proximidade após a conclusão do negócio.
O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, funciona como um convite para o mercado refletir sobre a gestão do relacionamento com quem já é cliente. Marcas que investem em processos claros e tecnologia de integração conseguem transformar o pós-venda em um ciclo virtuoso, onde o atendimento de qualidade gera defensores da
marca e aumenta a confiança para futuras compras.
Prepare sua estratégia com a Suri
O time da Suri acompanha de perto essas tendências e preparou um conteúdo exclusivo para você não ficar para trás. Convidamos você para o nosso webinar focado em inovação e resultados.
Faça sua inscrição agora mesmo e potencialize suas estratégias para as datas sazonais.
Olá, cliente Suri! Seja bem-vindo(a) a mais uma edição do IA em Foco.
Hoje, vamos mergulhar em duas ferramentas poderosas. Uma para organizar o seu mundo de informações e outra para garantir que o seu cliente seja atendido com a perfeição que ele merece. Vamos lá?
Imagine ter um assistente que leu todos os seus manuais, PDFs e anotações e sabe exatamente onde está cada detalhe. Esse é o NotebookLM, a ferramenta do Google Labs que utiliza o Gemini para transformar seus documentos em uma conversa inteligente.
Especialista Particular: Ao fazer o upload das suas fontes, a IA não busca respostas na internet genérica, mas sim nos seus dados. Ela vira uma expert no seu negócio.
Resumo em Áudio: O recurso queridinho do momento! Com um clique, você transforma textos densos em uma discussão em áudio envolvente (estilo podcast), ideal para consumir conteúdo enquanto faz outras tarefas.
Estudo e Organização: Use para resumir processos complexos, tirar dúvidas rápidas sobre projetos ou compartilhar pastas de aprendizado com sua equipe.
Dica de Ouro: Use a versão gratuita para treinar novos colaboradores. Suba os manuais da empresa e peça para eles "entrevistarem" a IA. É o jeito mais rápido de aprender!
Agora, vamos falar de "casa". Para que a sua IA Suri brilhe no atendimento, precisamos alinhar a expectativa com a configuração.
Muitas pessoas confundem, mas o segredo está na união:
O Fluxo (Botões/Caminhos): É o esqueleto, a estrutura lógica.
A Assistente Virtual (IA): É a voz, o cérebro que atua dentro desses caminhos.
Para que ela funcione bem, o Prompt (instrução por texto) precisa ser impecável. Divida suas instruções em:
Contexto e Persona: Quem é ela? (Ex: "Você é a assistente da Loja X, amigável e educada").
Regras de Ouro: "Peça um dado de cada vez", "Sempre use o nome do cliente".
Critérios de Transferência: Quando o humano deve entrar? (Ex: Dúvidas técnicas profundas ou quando o cliente mostra intenção real de compra após passar o CPF).
A IA só é boa se a fonte de dados for rica. Não esqueça de alimentar o sistema com:
FAQs atualizados.
Scripts de sucesso do seu melhor vendedor.
Manuais e Políticas da empresa.
Muitos clientes perguntam: “Minha IA deve dar preços?” Nossa recomendação é a precisão. Em vez de deixar a IA digitar valores que podem mudar, configure-a para direcionar o cliente ao catálogo de produtos. Assim, ele vê o preço em tempo real, direto do sistema, evitando qualquer divergência ou erro de interpretação.
Quer refinar as instruções da sua assistente? Use este especialista em prompts para criar comandos perfeitos:
Vamos para mais uma semana de novidades e boas práticas?
O boletim de hoje é dedicado a quem faz a Suri acontecer todos os dias: os operadores. São vocês que estão na linha de frente, transformando cada conversa em oportunidade de relacionamento, venda e fidelização.
Atender não é apenas iniciar e encerrar chamados. É construir experiência. E, olhando para as tendências do varejo em 2026, a experiência do cliente segue como um dos principais diferenciais competitivos. Por isso, reunimos orientações práticas para elevar ainda mais o nível do seu atendimento na plataforma.
Gestão de filas: organização que gera resultado
Entender e priorizar corretamente as filas é o primeiro passo para manter eficiência e qualidade.
Fila “Esperando”
Aqui estão os clientes aguardando o primeiro contato da equipe. É a porta de entrada do atendimento e exige prioridade máxima.
Boas práticas:
Seu objetivo número um é não deixar ninguém esperando. Fila zerada significa agilidade e cuidado.
O tempo até a primeira resposta é o indicador que mais impacta a percepção de qualidade. Responder rápido faz toda a diferença.
Priorize sempre essa fila. Em períodos de pico, organize turnos e distribua o time para manter cobertura total.
Fila “Em Atendimento”
São clientes que já estão em contato com você. O foco aqui é resolver a demanda com eficiência e evitar acúmulo.
Boas práticas:
Revise diariamente conversas já finalizadas ou inativas há muito tempo e encerre os chamados.
Manter a fila limpa melhora seu foco, organiza sua visualização e garante métricas mais precisas.
Combine prazos de retorno com o cliente e utilize lembretes. Antes de sair da conversa, registre sempre os próximos passos.
Fila “Automático”
Reúne clientes que estão interagindo com o chatbot ou chamados já encerrados.
Boas práticas:
Não é prioridade para operadores humanos.
O sistema gerencia automaticamente esses contatos.
Consulte apenas quando necessário, por exemplo, para validar transbordos do bot.
Checklist estratégico para um atendimento de excelência
Além da gestão de filas, alguns cuidados fortalecem sua operação e geram inteligência para o negócio:
Atribuir motivo de atendimento
Classifique corretamente cada chamado. Sem isso, relatórios ficam incompletos e a gestão perde dados estratégicos.
Adicionar tags relevantes
Identifique perfis e contextos importantes, como “VIP” ou “Crítico”. Isso facilita segmentações futuras e campanhas mais assertivas. Se faltar uma tag, solicite ao administrador.
Incluir contexto em transferências
Ao transferir um atendimento, deixe um resumo claro do que já foi tratado. Isso agiliza a continuidade e evita que o cliente repita informações.
Com essas práticas, você mantém a base organizada, fortalece a análise de dados e, principalmente, entrega uma experiência consistente e profissional.
Quer se aprofundar?
Temos uma formação exclusiva e gratuita para você:
Formação de Agentes Suri
Capacitação estratégica para uso da plataforma
Data: 03 de março
Horário: 14h às 15h
Nível: Básico
Inscreva-se pelo link:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdGBuowWuf_n8LEybzri1nKDuur8X1iYckk-F3vuY5NVcxLbQ/viewform
Esperamos você para evoluirmos juntos o padrão de atendimento da sua operação.
Até a próxima.
Olá, cliente Suri!
A edição de hoje da nossa newsletter carrega um entusiasmo especial. O varejo brasileiro está quebrando recordes de comportamento e tecnologia, e nós estamos exatamente no epicentro dessa transformação.
Prepare o café e confira os destaques que estão moldando o mercado agora:
Segundo o estudo “Panorama E-commerce” da Visa Conecta, 79% das transações online já são feitas via smartphone.
O ponto de atenção: Apesar da preferência pelo celular, o consumidor odeia fricção.
O "sai e entra" de aplicativos para pagar com Pix ainda é um gargalo.
87% dos clientes buscam pagamentos em segundos.
70% aceitariam vincular dados bancários à loja para compras futuras mais fluidas.
O insight: Se o seu cliente já está no celular, a venda precisa acontecer onde ele se sente confortável, sem interrupções.
Pela primeira vez na história do Brasil, um carro elétrico assumiu o topo do ranking de vendas para pessoas físicas. O BYD Dolphin Mini provou que o consumidor de varejo está pronto para adotar novas tecnologias de ponta quando a proposta de valor é clara.
Isso reforça que o varejo atual não é mais sobre "esperar o cliente", mas sobre oferecer inovação acessível e sustentável.
Temos o orgulho de anunciar: A TOTVS concluiu a aquisição da Suri.
Unimos a inteligência e a agilidade da Suri com a robustez da maior empresa de tecnologia do Brasil. Nosso foco é transformar o WhatsApp em uma máquina de vendas imbatível, integrando tudo o que o varejo moderno exige:
IA Generativa de ponta: Atendimento humanizado e automatizado no WhatsApp.
Ecossistema Integrado: Conexão nativa entre CRM, ERP e plataformas de e-commerce.
Fim da fricção: Jornadas de compra contínuas, do marketing ao pagamento.
Escala: Mais investimento para levar sua operação ao próximo nível.
Continuamos com o mesmo time e a mesma paixão, mas agora com o motor da TOTVS para acelerar seus resultados.
👉 Saiba todos os detalhes dessa união aqui
Até a próxima semana, com mais insights sobre o varejo brasileiro!
Leia mais em:
Olá, clientes Suri.
Vamos juntos recapitular as principais notícias de IA da semana?
Uso da IA no Maranhão
A transformação digital deixou de ser uma promessa de futuro para se tornar o alicerce da gestão pública eficiente.
Um exemplo notável desse movimento ocorre no Governo do Maranhão, que, por intermédio da Secretaria de Estado da Administração (Sead) e da Secretaria Adjunta de Licitações e Compras Estratégicas (Salic), implementou um novo Sistema Integrado de Compras Públicas.
Mais do que uma simples atualização de software, a iniciativa adota a computação em nuvem para alinhar o estado à Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021). O diferencial pedagógico aqui é a integração da Inteligência Artificial (IA) não apenas como acessório, mas como suporte crítico à tomada de decisão. Da elaboração de Estudos Técnicos Preliminares à análise preditiva de riscos contratuais, a automação passa a garantir maior segurança jurídica e agilidade aos processos estaduais.
Essa movimentação governamental é um reflexo direto de uma tendência global que atinge o mercado de trabalho. Se o setor público se moderniza, o profissional que o opera precisa acompanhar o ritmo. Dados da plataforma Quero Bolsa indicam que a procura por formações voltadas à IA cresceu 95% em janeiro de 2026, comparado ao mesmo período do ano anterior.
A estatística conversa diretamente com as projeções do McKinsey Global Institute, que aponta que a IA generativa pode automatizar até 30% das horas trabalhadas na economia global até 2030.
No entanto, o tom aqui não deve ser de substituição, mas de evolução. O domínio dessas ferramentas é, hoje, um passaporte para a segurança profissional. O surgimento de carreiras como engenharia de prompt e consultoria de implementação de IA prova que a tecnologia não elimina o trabalho humano, mas o desloca para funções de maior valor estratégico.
Para quem deseja iniciar ou aprofundar essa jornada de capacitação, surge a dúvida inevitável: qual ferramenta escolher? Como temos acompanhado, o mercado é liderado pelo ChatGPT e pelo Gemini. Embora ambos compartilhem uma base sólida de recursos, como interação por voz, análise de imagens e geração de códigos, as nuances técnicas podem ditar qual deles melhor se adapta à sua rotina.
O ChatGPT se destaca pela versatilidade multimodal, sendo uma escolha robusta para quem necessita de análise de vídeo em tempo real e pesquisas aprofundadas com ferramentas externas. Por outro lado, o Gemini, do Google, leva vantagem na integração nativa com o ecossistema que muitos de nós já utilizamos diariamente, além de oferecer uma das maiores janelas de contexto do mercado. Isso significa que ele possui uma capacidade superior para processar volumes massivos de dados em uma única sessão.
A escolha entre um ou outro depende, essencialmente, da complexidade do seu fluxo de trabalho. No fim do dia, a melhor ferramenta é aquela que se torna invisível enquanto potencializa seus resultados.
E você, já decidiu qual dessas tecnologias mais agregou valor ao seu cotidiano nesta semana?
Na próxima edição, daremos continuidade a esse panorama tecnológico. Até breve.