NOTAS:
Se o campo magnético na sala de aula for suficientemente grande para ativar o 'Cronómetro magnético', deverá alterar-se o 'Limiar' para um valor superior, sem, no entanto, ultrapassar o valor do campo magnético criado pelo íman utilizado na experiência. Use como referência o valor do campo magnético apresentado no separador CONFIGURAÇÕES.
Defina o intervalo mínimo para um valor que, por exemplo, a mesma passagem do íman não acione o cronómetro mais do que uma vez.
O íman deve passar junto ao telemóvel para que os dados sejam registados corretamente.
Não exponha o telemóvel a campos magnéticos fortes, pois isso poderá danificá-lo e, especialmente, afetar a função da bússola. Valores compreendidos entre 100 µT e 1000 µT seriam ideais.
Prenda um íman ao pêndulo e coloque o telemóvel numa superfície de modo a que o íman passe sobre o magnetómetro do telemóvel quando o pêndulo estiver na posição vertical.
Coloque o corpo sobre uma placa disposta horizontalmente sobre uma mesa.
Aumente, gradualmente, a inclinação da placa até que o corpo esteja na iminência de se mover.
O coeficiente de atrito estático entre o par de superfícies é igual à tangente do ângulo que a placa forma, nesse instante, com o plano horizontal da mesa.
(Adaptação da atividade laboratorial do 10.º ano — AL 1.2: Movimento vertical de queda e de ressalto de uma bola)
Objetivo: Determinação experimental do coeficiente de restituição numa colisão vertical entre uma bola e uma superfície rígida, com base nos tempos de queda e de ressalto.
Sugestão: Comparar o coeficiente de restituição na colisão de uma mesma bola com diferentes superfícies, ou de bolas diferentes na mesma superfície, a partir dos declives das retas de regressão de gráficos do tempo de ressalto em função do tempo de queda. Deduzir uma expressão que traduza uma relação linear entre o tempo de ressalto e o tempo de queda, em que o coeficiente de restituição corresponde à constante de proporcionalidade.
Procedimento: Deixar cair uma bola de uma determinada altura. A aplicação utiliza o ‘Cronómetro Acústico’, para medir o intervalo de tempo entre colisões sucessivas, da bola com a superfície, até um máximo de cinco.
Desafio: Determinar o coeficiente de restituição dos materiais em colisão a partir do declive da reta do gráfico do tempo de ressalto em função do tempo de queda. Em seguida, calcular a altura inicial de onde a bola foi largada e comparar o valor obtido com o valor previamente medido com uma fita métrica. Considerar o módulo da aceleração gravítica (nesta experiência, a aplicação assume, por defeito, o valor 9,80 m/s2) e admitir que a resistência do ar é desprezável.
NOTAS:
O telemóvel deve estar o mais próximo possível da zona de impacto, para que os dados sejam registados convenientemente.
Para a realização desta experiência, em geral, não é necessário alterar as configurações da aplicação. No entanto, caso seja necessário, ajuste o valor do limiar de modo a que este seja superior à intensidade do ruído ambiente, mas inferior à intensidade do som do disparo (poderá utilizar a experiência 'Osciloscópio de som' como referência). Além disso, defina o intervalo mínimo para um valor que, por exemplo, impeça que o eco acione o cronómetro.
A pressão atmosférica diminui com a altitude porque a quantidade de ar acima de um determinado ponto vai diminuindo.
Como o ar tem massa, exerce uma força (peso) sobre as camadas inferiores, originando pressão.
A aplicação mede a pressão atmosférica com o sensor barométrico do telemóvel e, assumindo um valor de referência ao nível médio do mar (por defeito, 1013,25 hPa), calcula a altitude recorrendo a um modelo da variação da pressão com a altura.