vamos aprender política? deixarei materiais GRATUIDOS para você aprender de uma por vez por todas.
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Liberal.
Defende um Estado maior, que tenha o papel de fazer da sociedade um lugar de oportunidades iguais para todos.
Luta por maior regulamentação e impostos sobre as empresas.
Igualdade de renda, maiores taxas de imposto sobre os ricos, gastos governamentais em programas sociais e infraestrutura, mais regulamentação nos negócios.
A esquerda espera que o governo garanta o bem-estar social, e por isso os seus gastos são altos.
Gerada a partir de impostos proporcionais sobre os ricos para criar igualdade de renda.
Acredita que o acesso aos cuidados de saúde é um dos direitos fundamentais a todos os cidadãos e deve ser garantido pelo Estado.
Geralmente a favor de políticas de planejamento familiar, legalização do aborto e da pesquisa com células-tronco.
Geralmente apoiam o casamento homossexual e as leis contra a discriminação.
A favor do desarmamento.
PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB.
Albert Einstein, Chico Buarque, Karl Marx.
Prefere um Estado menor, a fim de permitir espaço para a iniciativa individual.
Luta por maior regulamentação e impostos sobre as empresas.
Redução dos impostos e menor regulamentação das empresas, redução do gasto público.
Defende a redução de gastos do governo e de seus programas assistencialistas
A direita acredita que aqueles que têm capacidade e privilégios para ganhar devem ser livres para fazê-lo.
Se opõe à expansão de programas de saúde do governo e a deixa para a iniciativa privada.
Geralmente contra o aborto e contra a pesquisa com células-tronco.
Em geral é oposto ao casamento homossexual.
A favor da liberação do porte de armas.
PP, DEM, PR, PSC, PEN.
Margareth Thatcher, Adam Smith.
Centro: visão política que acredita em aspectos da direita e da esquerda. São contra todos os extremos e não se consideram capitalistas nem comunistas. Buscam um equilíbrio para a desigualdade social, mas não são contrários a hierarquia;
Partidos Políticos: PTN, PMDB, PSL, PRB, PSD;
Centro-direita: surgem de uma direita moderada, com ênfase na democracia cristã. Têm os mesmos ideais da direita, mas são mais complacentes em questões relacionadas aos direitos sociais e à igualdade de oportunidades. Isto os torna, em certo nível, mais flexíveis a políticas voltadas ao assistencialismo e ao papel do estado na sociedade. Aceitam pequenas regulações de mercado pelo estado e limitam bens controlados, como saúde, educação e segurança. Acreditam que o ser humano possa mudar a sua condição por meio do esforço próprio, desde posição social até orientação sexual;
Partidos Políticos: DEM, PSC, PR, PTdoB, PSDC;
Imprensa: Estado de São Paulo, O Globo;
Centro-esquerda: acreditam nos ideais do socialismo, mas são mais favoráveis a uma economia de mercado, sendo complacentes ao sistema capitalista. Buscam uma transformação moderada e pacifica do estado tornando a sociedade mais igualitária. Tentam, pelas leis,diminuir as injustiças sociais – assistencialismo. São compostos por socialdemocratas, ambientalistas e ativistas dos direitos civis/humanos. Apesar de um grande número destes serem defensores dos direitos humanos, é necessário salientar que a esquerda não é mais humanizada do que a direita, mas sim, menos religiosa – o que a faz dar maior apoio às minorias;
Partidos Políticos: PV, PDT, PTB, PSDB, PMN e PT (este último se afastou dos ideais da esquerda);
A ideologia defende uma menor participação do governo na sociedade, deixando que o próprio mercado dite suas regras.
A direita defende uma maior responsabilidade individual das pessoas e autonomia das empresas, com menos impostos e regulamentação.
A ideologia de esquerda defende que o governo deve garantir o bem dos cidadãos. Para isso, ele deve ser grande e forte, controlando todos os setores da sociedade, regulando as empresas e cobrando impostos.
Suas ideias são inspiradas no socialismo e no comunismo.
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A Formação e o Sentido do Brasil: para poder entender, principalmente, o cenário político brasileiro, é importante aprender sobre as raízes da formação do país. Através do estudo da miscigenação e das interações culturais, é possível compreender o surgimento da identidade nacional e estar mais preparado para lidar com as diferenças.
Hannah Arendt foi uma filósofa política que passou pelos horrores da perseguição nazista, por ser de origem judaica, e seus trabalhos mais conhecidos são baseados no estudo do totalitarismo. Nesse livro, a autora cria uma profunda discussão e estimula a reflexão sobre o que é política, desde suas estruturas iniciais e qual influência ela tem sobre a vida humana.
esse exemplar reúne diversos conceitos para explicar como a política funciona, desde os tempos mais antigos em países como a Grécia e a China, e porque essa parte da estrutura social está tão ligada ao homem.
se você quer entender o que é democracia e como ela funciona, esse livro é ideal! Por meio de uma explicação clara e simples, é possível aprender mais sobre o regime no qual os cidadãos devem ter participação igualitária e são representados por um líder, que é escolhido pela maioria em uma votação.
para ter uma visão ampla sobre a hierarquia de poder e das desigualdades, assim como dos processos políticos, é essencial entender que existe uma estrutura social baseada em classes sociais. Com esse livro, você vai poder saber um pouco mais sobre o assunto sem complicações.
O Príncipe (em italiano, Il Principe) é um livro escrito por Nicolau Maquiavel em 1513, cuja primeira edição foi publicada postumamente em 1532. Trata-se de um dos tratados políticos mais fundamentais elaborados pelo pensamento humano, e que tem papel crucial na construção do conceito de Estado como modernamente conhecemos.
O livro está para além de seu tempo histórico e presente nas mesas, nas tribunas e nos foros de discussão em todos os tempos. Reafirmá-lo é um truísmo, mas com ele também ressurge sempre a pergunta - qual a sua atualidade? Pergunta que cada época fez nos seus termos e que, com razão, podemos propor novamente.
A obra trata da Proclamação da República e fecha uma trilogia iniciada com '1808', sobre a fuga da corte portuguesa de Dom João para Rio de Janeiro, e continuada com '1822', sobre a Independência do Brasil. Com 24 capítulos ilustrados, '1889' busca contribuir para a compreensão de um dos períodos mais controversos da história do país, em um relato que procura explicar não só os acontecimentos que levaram à queda da monarquia, em 1889, mas também outros episódios da história brasileira como a Guerra do Paraguai e o movimento abolicionista.
Como avaliar as enormes transformações pelas quais o Brasil passou ao longo da última década? O país foi palco de profundas mudanças desde que elegeu o Partido dos Trabalhadores.
Escrito no século XVII na Inglaterra, O leviatã trata de um tema importante dentro da política: o contrato social. Composto em meio ao caos social da Inglaterra, atravessada por anos de Guerra Civil e problemas políticos que a originaram e que eram originados dela, Hobbes propôs um governo soberano.
Tocqueville era um monarquista convicto, ele mesmo um aristocrata. Depois de um longo período na América do Norte, ele descreve o novo sistema que surge na então jovem nação chamada Estados Unidos da América no início do século XIX, opinando sobre suas características, vantagens e desvantagens.
Se você é de direita no Brasil de 2016, uma palavra provavelmente está no top 3 de pecados políticos: comunismo. Chega a ser irônico, porém, o que se põe como o termo em comentários de redes sociais, memes políticos – a nova base do embasamento político da classe média em geral –, na Veja. Nessa obra curta, Marx expõe a visão política do que é o comunismo, suas razões de ser e por quais meios agir.
“O homem nasceu livre e é preso por tudo a sua volta”, inicia, em livre tradução, Rousseau em seu O contrato social. Partindo do mesmo pressuposto de Hobbes e outros, o autor suíço aponta que o problema não é o homem, e sim a sociedade na qual vive. Esta o obriga a se degenerar. Claro, a complexidade desse resumo, assim como dos outros, não chega às obras de fato. No entanto, é interessante ver uma ideia ser discutida a partir de outro de ponto de vista (social, histórico e político) e notar quais são as implicações na política apresentada por ambos.
Mesmo sendo uma obra mais voltada à economia do que à política, não deixa de ser interessante de ver como Adam Smith, ao analisar e projetar o nascente capitalismo, percebeu, e até mesmo apontou, a sua interdependência com a política, os problemas dessa relação incestuosa e as consequências negativas para um e outro quando o contato feito foca apenas a vantagem individual. É incrível, mesmo irônico, como muitos liberais se cegam a estes apontamentos, muito claros para quem a obra, e não percebam que a base do que viria a ser o pensamento marxista já estava lá.