Dr. Laerte Ferreira (Lapig/UFG)
Dr. Alexandre Pinto (UFS)
Resumo: Foram elencados alguns dos desafios encontrados ao utilizar modelo baseado em processos para a compreensão dos efeitos de mudanças do uso da terra na ciclagem do carbono.
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Dr. Claudinei Santos (Lapig/UFG)
Resumo: Serão apresentados a estratégia, infraestrutura computacional e conjunto de scripts na linguagem R, desenvolvidos para automatizar o processo de calibração e validação do modelo Century, bem como para seu uso no estudo da dinâmica do carbono em escalas regionais.
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Dr. Carlos Tornquist (UFRGS)
Resumo: Será apresentada uma síntese dos trabalhos desde início dos anos 2000, com ênfase nas demandas atuais.
Dr. Fernando Fernandes (Embrapa Pantanal)
Resumo: Serão apresentados exemplos de utilização do modelo Century na simulação da dinâmica do carbono em sistemas de produção dos biomas Cerrado e Pantanal no estado de MS, apresentando as adaptações e desafios e relacionados a sua utilização em regiões tropicais.
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Mudanças nos estoques de C do solo em agroecossistemas no Brasil
Dr. Stoécio Maia (IFAL)
Resumo: Serão apresentados resultados dos efeitos de diferentes mudanças de uso da terra e sistemas de manejo, como por exemplo, plantio direto, cultivo convencional, pastagens em diferentes status nos estoques de C do solo no Brasil. Tais resultados foram obtidos por meio da derivação de fatores de mudança do C do solo de acordo com a metodologia adotada pelo IPCC. Serão apresentados também, resultados de um trabalho com o Century sobre dinâmica do C em sistemas agrícolas no semiárido brasileiro.
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Dr. Rômulo Meneses (UFPE)
Resumo: Relato sobre os esforços para compreender as relações entre o uso da terra e os estoques e fluxos de carbono por pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa na região nordeste do Brasil. No âmbito desta iniciativa estão sendo gerados produtos e atividades como banco de dados e de amostras, modelagem ambiental, medição de fluxos de carbono utilizando torres e estabelecimento de parcelas permanentes de estudo. Abordaremos também as perspectivas futuras de estudos sobre ciclagem biogeoquímica no nordeste.
Estimação da dinâmica do carbono no solo no nível de agregação de estabelecimento rural: determinação ou enigma; simulação ou dissimulação?
Dr. Luis Barioni (Embrapa Informática Agropecuária)
Resumo: A ascensão de mercados que reconheçam créditos relacionados às variações dos estoques de carbono origina enormes desafios científicos e tecnológicos associados à construção de protocolos suficientemente acurados e econômicos para a estimação da dinâmica do carbono no solo em estabelecimentos rurais. A integração de dados de coletas de campo, de laboratório, de sensoriamento remoto e de simulações computacionais são elementos centrais no desenvolvimento desses protocolos. Nesse contexto, serão apresentados alguns desafios, ideias e experiências iniciais na construção de um protocolo para estimação da dinâmica de carbono do solo no projeto Carbono +.
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Dr. Leandro Parente (OpenGeoHub)
Resumo: Serão apresentadas as características relacionadas a abrangência e detalhamento espaço-temporal das principais bases de dados climáticas globais, e regionais. Adicionalmente, uma visão da geração e disponibilização dessas bases, e principais aplicações atuais em que têm sido empregadas.
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Dr. Alessandro Samuel Rosa (UTFP)
Resumo: Dados pedológicos são necessários para compreendermos a dinâmica do carbono no território brasileiro. Isso é especialmente importante porque o solo é o maior compartimento terrestre de carbono. Recentemente, iniciativas internacionais como o SoilGrids, contando com colaboradores locais, iniciaram a produzir mapas globais de propriedades do solo para diversas profundidades e resoluções espaciais. Graças a esses mapas, novos e avançados estudos da dinâmica do carbono têm sido possíveis. Contudo, pouco se sabe sobre o quão bem esses mapas globais representam o solo de um determinado território nacional. Nesta palestra, discutiremos sobre as limitações do SoilGrids250m 2.0 (https://soilgrids.org/) como modelo do solo brasileiro. Para isso, apresentaremos resultados da validação estatística dos mapas globais (0-20 cm) usando dados externos obtidos do Repositório Brasileiro Livre para Dados Abertos do Solo (https://www.pedometria.org/febr/).
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