Vicente começou fazendo curtas em Super-8 em Brasília quando tinha 12 anos de idade. Ele estudou Economia (UFRJ) e Cinema (UFF) e fez seu primeiro longa em 1999.
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As revistas Screen International e Filmmaker listaram Vicente Amorim como um dos diretores independentes mais importantes da atualidade.
Seus filmes, vencedores de vários prêmios e presentes em diversos festivais internacionais (entre eles San Sebastian, Rotterdam, New Directors/New Films, MoMA/NY, Toronto, Montreal, Havana, Roma e Karlovy Vary), foram exibidos comercialmente no mundo inteiro, além de somarem 22 indicações na Academia Brasileira de Cinema. Vicente dirigiu cinco curtas e mais de 500 comerciais e as séries “A Justiceira”, para TV Globo, e “Copa Hotel”, “As Canalhas” e “Espinosa”, com Domingos Montagner, para o GNT. Em TV seu trabalho mais recente é a série policial "A Divisão" (que será também um longa), para a Globoplay e GloboSat, em pós-produção.
Vicente dirigiu oito longas: "A Divisão", em pós-produção, sobre a onda de sequestros que abalou o Rio nos anos 90; “Motorrad”, único filme brasileiro em Toronto em 2017, vencedor do Rio Fantastik Festival e chamado pelo site TNC de "uma máquina assassina de alta potência"; “Irmã Dulce” (2014), com Bianca Comparato; a coprodução nipo-brasileira “Corações Sujos” (2012), vencedor de vários prêmios internacionais; a produção anglo-germânica “Um Homem Bom” (2009), com Viggo Mortensen, presente nos festivais de Toronto, Roma e Chicago; “Rio, Eu te Amo” (2013), codirigido com Fernando Meirelles, Paolo Sorrentino e mais oito dos diretores mais importantes do mundo; “O Caminho das Nuvens” (2003), com Wagner Moura; e o doc “2000 Nordestes” (2001), premiado pela UNESCO. “Um Homem Bom” foi incluído nas lista de melhores filmes do mundo em 2008 pela The Hollywood Reporter e pelo lendário crítico Rex Reed (NY Observer).