Nossa história
Nossa história
A história do nosso projeto começa muito antes de sua criação. Em 2011, após deixar o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), o professor João Roberto Lopes fundou, juntamente com outros ex-ibaseanos, o Instituto Mais Democracia (IMD). A instituição foi pioneira em revelar quem estava por trás dos grandes grupos privados do país por meio da criação, em 2013, do portal "Quem são os proprietários do Brasil?", desenvolvido em parceria com a Cooperativa EITA (Educação, Informação, Tecnologia para a Autogestão). O portal já utilizava a análise de redes como base de suas pesquisas. Mais tarde, no mesmo ano, já como professor da UNIRIO, João Roberto também fundou o grupo de pesquisa que deu origem ao projeto atual, com o objetivo de levar à universidade o debate sobre os “proprietários do Brasil”.
Durante os primeiros anos, o ECOPOL trabalhou lado a lado com o Instituto Mais Democracia, desenvolvendo, em 2018, a pesquisa "Quem são os proprietários do saneamento?", lançada durante o Fórum Alternativo Mundial da Água, em Brasília. Além disso, foram realizados trabalhos em parceria com o Departamento de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora, com foco na relação entre o BNDES e a Fibria, e, uma pesquisa conjunta com a Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, voltada à investigação dos proprietários da educação e da cultura no estado. O ECOPOL também integra o Núcleo de Estudos e Pesquisa em Lutas Sociais (NELUTAS), desde a sua fundação em 2014, consolidando-se como uma das principais frentes de estudo sobre o tema na universidade, ao lado do NAJUP Amarildo de Souza e do DIGNA - Direitos Humanos e Gênero.
Atualmente
Com uma nova formação, o ECOPOL segue aprofundando sua atuação na agenda do saneamento, com uma pesquisa recentemente finalizada em parceria com a ENSP/FIOCRUZ, voltada à análise da rede de acionistas e dirigentes das maiores concessionárias de saneamento do Brasil, com atenção especial ao estado do Rio de Janeiro. Como em todas as outras pesquisas, em que a extensão universitária sempre pautou o ECOPOL, atuamos hoje na Rede de Vigilância Popular em Saneamento e Saúde, na defesa do direito humano à água e ao saneamento. Além disso, o projeto desenvolve pesquisas em outras áreas, como educação, políticas urbanas, financeirização de políticas sociais, BNDES e redes corporativas no setor de petróleo. Atualmente, o ECOPOL participa também da Pós-Graduação em Ciência Política (PPGCP), tanto no ensino quanto na pesquisa. Cada vez mais, o nosso projeto promove rodas de conversa sobre os temas estudados pelo grupo, fortalecendo o diálogo e a troca de conhecimentos. A mais recente delas teve como tema a autonomia do Banco Central.
© 2026 ECOPOL. Todos os direitos reservados.