O mercado de tablets intermediários ganhou um competidor de peso com o lançamento do Samsung Galaxy Tab A9+. Se você busca um dispositivo que equilibra produtividade, estudos e lazer sem custar uma fortuna, este modelo promete ser a escolha ideal. Mas será que os 4GB de RAM dão conta do recado em 2025? E a bateria, realmente aguenta um dia inteiro de uso intenso?
Neste artigo, mergulhamos nas especificações técnicas e nos testes reais de performance para entregar a resposta definitiva.
A primeira coisa que chama a atenção no Samsung Tab A9+ é a sua tela. Com 11 polegadas e resolução WUXGA ($1920 \times 1200$), a Samsung conseguiu entregar um painel imersivo. Diferente de modelos anteriores da linha A, este dispositivo conta com uma taxa de atualização de 90Hz.
Na prática, isso significa que a navegação pelos menus, o scroll em redes sociais e a fluidez em jogos leves são notavelmente superiores. As cores são vibrantes e o brilho de 480 nits permite uma visualização confortável mesmo em ambientes mais claros, embora sofra um pouco sob luz solar direta intensa.
Para acompanhar a tela grande, a Samsung incluiu quatro alto-falantes com suporte a Dolby Atmos. A experiência sonora é espacial e rica, tornando-o um dos melhores tablets da categoria para assistir filmes e séries sem a necessidade obrigatória de fones de ouvido.
Sob o capô, o Tab A9+ traz o processador Qualcomm Snapdragon 695. Este chipset é conhecido por sua eficiência energética e suporte à conectividade 5G (na versão compatível). No entanto, a grande dúvida dos usuários gira em torno da memória RAM de 4GB.
Uma das maiores surpresas deste modelo é o suporte ao Samsung DeX. Pela primeira vez na linha A, você pode transformar a interface do tablet em algo muito próximo de um notebook. Nos nossos testes:
Navegação: Com até 10 abas abertas no Chrome, o desempenho permanece estável.
Documentos: Editar planilhas e textos enquanto ouve música no Spotify funciona perfeitamente.
Limitações: O gargalo dos 4GB aparece ao tentar alternar rapidamente entre jogos pesados e apps de edição de vídeo. O sistema pode fechar apps em segundo plano para liberar memória.
Se você pretende usar o tablet para jogar, é importante alinhar as expectativas. O Snapdragon 695 não é um processador gamer de topo, mas entrega resultados honestos:
Free Fire e Roblox: Rodam com fluidez máxima e gráficos no alto, aproveitando bem os 90Hz da tela.
Genshin Impact: O jogo roda, mas exige configurações gráficas no "Baixo" ou "Médio" para manter uma taxa de quadros estável (30-40 FPS).
Asphalt 9: A experiência é muito satisfatória, com poucos engasgos em cenas de muita colisão.
O ponto positivo aqui é a dissipação de calor. Mesmo após 1 hora de jogatina, o tablet mantém uma temperatura confortável, sem sofrer o temido thermal throttling (queda de desempenho por calor).
A bateria de 7.040 mAh parece padrão no papel, mas como ela se comporta na vida real? Realizamos três tipos de testes para verificar a autonomia:
Com o brilho em 50% e Wi-Fi ligado, o Tab A9+ consumiu cerca de 8% a 10% de bateria por hora. Isso garante aproximadamente 10 a 11 horas de tela ligada ininterruptas, ideal para viagens longas.
Alternando entre Samsung Notes, PDF, navegação e reuniões no Zoom, a bateria durou tranquilamente um dia de trabalho de 8 horas, chegando ao final da tarde com cerca de 30% de carga.
O gerenciamento de energia em repouso é excelente. Deixamos o tablet parado por 12 horas e a bateria caiu apenas 2%, mostrando que o software One UI está bem otimizado.
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Tablets não são feitos para fotografia profissional, e o Tab A9+ segue essa regra. Ele possui uma câmera traseira de 8MP e uma frontal de 5MP.
Câmera Frontal: Localizada na lateral (ideal para modo paisagem), ela é perfeita para videochamadas e aulas online. A qualidade é suficiente para o Google Meet ou Teams, mas sofre em ambientes com pouca luz.
Conectividade: Além do Wi-Fi de banda dupla, o modelo oferece Bluetooth 5.1 e entrada para cartão MicroSD de até 1TB, o que compensa os 64GB de armazenamento interno base.
Se você possui um Tab A8, a mudança para o A9+ é brutal. O ganho de performance com o Snapdragon 695 e a fluidez da tela de 90Hz justificam o investimento. No entanto, se você já possui um modelo da linha S (como o S6 Lite), a troca só vale a pena se você prioriza o tamanho da tela e o Modo DeX, já que perde a compatibilidade nativa com a S-Pen (caneta ativa).
Tela de 11" com 90Hz (excelente fluidez).
Quatro alto-falantes potentes.
Suporte ao Modo DeX.
Design fino e leve (apenas 6.9mm de espessura).
Carregamento de 15W é lento para uma bateria desse tamanho (quase 3h para carga total).
Não acompanha S-Pen na caixa.
4GB de RAM pode ser limitado para usuários "heavy users".
O Samsung Galaxy Tab A9+ se consolida como o melhor tablet "pau para toda obra" na faixa de preço intermediária. Ele brilha no consumo de mídia e em tarefas de escritório/estudos. Para quem busca um dispositivo para crianças ou para substituir o notebook em tarefas leves, ele é imbatível.
Se você é um designer profissional ou editor de vídeo, talvez precise olhar para a linha Tab S9, mas para 90% dos usuários, o A9+ entrega mais do que o esperado.
Ele não possui suporte à tecnologia Wacom da S-Pen original da Samsung, mas funciona perfeitamente com canetas capacitivas universais para assinaturas e toques básicos.
Sim! Diferente de muitos smartphones modernos, o Tab A9+ mantém a entrada P2 (3.5mm), o que é uma excelente notícia para estudantes.
A principal diferença é a bandeja de chip. A versão 5G permite usar dados móveis e fazer chamadas, enquanto a Wi-Fi depende exclusivamente de redes sem fio externas.
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