Informações sobre queimadas no Brasil
Conforme a última atualização do Monitor de secas, enquanto em outros estados a seca tem se intensificado, Rondônia, com o registro de chuvas, passa pelo período de forma mais branda. O Boletim de monitoramento de eventos hidrometeorológicos críticos do estado de Rondônia, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), aponta que os níveis dos rios, apesar de estarem reduzindo no período, se mantêm acima da cota de atenção para déficit hídrico. As condições climáticas mais favoráveis no estado são combinadas ao trabalho do governo de Rondônia, antecipado e intensificado para ajudar a população a passar bem por essa temporada.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a educação ambiental é fortalecida em uma ação conjunta do CBMRO, Sedam e parceiros. As estratégias adotadas envolvem governança, educação ambiental e operação combativa. O governo de Rondônia criou o Comitê Permanente de Gestão para Adaptação e Enfrentamento às Mudanças Climáticas, em outubro de 2024. E, ainda em outubro, iniciou o planejamento das ações preventivas e combativas.
Em apenas seis dias, o Brasil já registrou cerca de 900 focos de queimadas. O número, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), é maior do que todos os focos computados nos 31 dias de janeiro dos anos de 2000 e 2001, quando foram registrados 778 e 547 focos, respectivamente.
Entre 1985 e 2024, 69,5% da área queimada no Brasil ocorreu em vegetação nativa (514 milhões de hectares). No ano de 2024 esse percentual subiu para 72,7% (21,8 milhões de hectares). Em 2024, a vegetação nativa mais afetada foi a florestal, com 7,7 milhões de hectares – extensão 287% superior à média histórica.24 de jun. de 2025
O mês de janeiro registrou uma disparada nos registros de fogo em todo brasil. De acordo com o Monitor do Fogo, plataforma da Iniciativa MapBiomas que monitora a situação dos incêndios e queimadas em todo o território brasileiro, mais de 1 milhão de hectares (ha) foram consumidos pelo fogo no último mês, uma área equivalente a dez vezes o estado de Sergipe.
A temporada de queimadas no Brasil acontece entre os meses de junho e outubro. Nesse período, os biomas do país se tornam o centro das atenções. Entretanto, o destaque não é para a beleza e diversidade da fauna e flora, mas para os impactos negativos decorrentes das inúmeras queimadas. Segundos dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial), o Brasil é o país da América Latina com mais registros de focos de incêndio no meio ambiente em 2020, totalizando quase 100 mil até o início de setembro. Com o alerta vermelho ligado, os especialistas se preocupam com os impactos dessas queimadas para a natureza.
Em apenas seis dias, o Brasil já registrou cerca de 900 focos de queimadas. O número, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), é maior do que todos os focos computados nos 31 dias de janeiro dos anos de 2000 e 2001, quando foram registrados 778 e 547 focos, respectivamente.
Entre 1985 e 2024, 69,5% da área queimada no Brasil ocorreu em vegetação nativa (514 milhões de hectares). No ano de 2024 esse percentual subiu para 72,7% (21,8 milhões de hectares). Em 2024, a vegetação nativa mais afetada foi a florestal, com 7,7 milhões de hectares – extensão 287% superior à média histórica.24 de jun. de 2025.
O mês de janeiro registrou uma disparada nos registros de fogo em todo brasil. De acordo com o Monitor do Fogo, plataforma da Iniciativa MapBiomas que monitora a situação dos incêndios e queimadas em todo o território brasileiro, mais de 1 milhão de hectares (ha) foram consumidos pelo fogo no último mês, uma área equivalente a dez vezes o estado de Sergipe.
A temporada de queimadas no Brasil acontece entre os meses de junho e outubro. Nesse período, os biomas do país se tornam o centro das atenções. Entretanto, o destaque não é para a beleza e diversidade da fauna e flora, mas para os impactos negativos decorrentes das inúmeras queimadas. Segundos dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial), o Brasil é o país da América Latina com mais registros de focos de incêndio no meio ambiente em 2020, totalizando quase 100 mil até o início de setembro. Com o alerta vermelho ligado, os especialistas se preocupam com os impactos dessas queimadas para a natureza.
As queimadas são causadas pela ação humana, como a limpeza de terrenos para a agropecuária, o desmatamento para exploração de madeira e garimpo, a queima de lixo e até fogueiras mal apagadas. Embora fenómenos naturais como raios também possam iniciar incêndios, eles são uma causa minoritária em comparação com os incêndios provocados pelo homem.
Em geral, existem muito mais prejuízos do que benefícios das queimadas na natureza, os benefícios acontecem porque as cinzas obtêm vários nutrientes (cálcio, fósforo, magnésio, entre outros) que ajudam na fertilização do solo e no crescimento de plantas.
A melhor solução para evitar queimadas é a prevenção. Conscientizar a população pela cobrança intensa das instituições de controle e combate a queimadas ilegais é um dever de todos. Conversar com as crianças sobre os perigos que as brincadeiras com o fogo podem provocar também pode ser eficaz para evitar acidentes no futuro.
As queimadas seguem ameaçando a segurança nas rodovias por conta de focos regionais, apesar da queda na média histórica. É o que aponta um levantamento divulgado pelo Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinasc), profissionais que estão o tempo todo nas estradas.
O Brasil registrou em julho e agosto de 2025 os menores índices de queimadas dos últimos anos. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), julho apresentou queda de 56,8% no número de focos de incêndio e redução de 61% nas áreas queimadas em comparação ao mesmo período de 2024. Foram 9.713 focos em julho de 2025, contra 22.487 em julho do ano anterior.
Os incêndios florestais no Brasil em 2024 atingiram mais de 29,7 milhões hectares de janeiro a novembro, afetando sobretudo áreas úmidas tropicais no Pantanal brasileiro, Cerrado e a Amazônia. Segundo dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o número de incêndios desde o início de 2024 até 10 de junho apresentou um aumento de 935% em relação ao mesmo período de 2023, com 1 315 incêndios registrados, contra 127 em 2023.
A área queimada de janeiro a novembro foi 90% maior que o mesmo período em 2023. Os incêndios ganharam as manchetes de jornais no Brasil e no mundo, em 24 de agosto de 2024, com uma série coordenada de incêndios criminosos.
Os números são provenientes do sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Os resultados foram apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA) em 6 de agosto.
Assim, no total, julho terminou com 9713 focos de incêndio, em comparação com os 22.487 de 2024. A área afetada passou de 1,8 milhão de hectares para 726.000 hectares. Isso evidencia o impacto das políticas de prevenção e combate ao fogo.
Neste sábado (13), 11 focos de incêndio ainda estavam ativos. A operação para combater as chamas também mobilizou a Defesa Civil estadual, o Corpo de Bombeiros, brigadistas e equipes da Fundação Florestal. Os focos ativos ainda estão sendo monitorados.