você sabia? O pré-sal está entre as descobertas mais importantes em todo o mundo na última década e coloca o Brasil em uma posição estratégica frente à grande demanda de energia mundial. Formando uma das várias camadas rochosas do subsolo marinho, ele é uma área de reservas petrolíferas que fica debaixo de uma profunda camada de sal e é chamado de pré-sal, em razão da escala de tempo geológica, ou seja, o tempo de formação do petróleo.
Desafios: seu acesso não é tão fácil assim. Existem vários obstáculos para chegar à reserva: A profundidade em que ele se encontra (mais de 7 mil metros); o sal, que a três ou quatro mil metros de profundidade se comporta como um material viscoso e instável; exige um alto custo pelo desenvolvimento de tecnologias e complexidade do acesso; o petróleo ferve dentro das rochas e é preciso mantê-lo aquecido, pois a queda de temperatura induz a formação de coágulos que entopem os dutos.
Benefícios: Apesar disso, o pré-sal é considerado diferente dos demais por ser leve e de baixa densidade. Fora isso, consegue conservar a qualidade do petróleo, o que o faz ficar muito mais fácil de ser refinado, além de produzir mais derivados finos. Outro fator importante é que possui menos enxofre, logo, polui menos e é mais valorizado no comércio mundial.
No quesito econômico, avalia-se que tenha entre 70 e 100 bilhões de barris equivalentes de petróleo e gás natural mineral, o que pode trazer um grande lucro ao país, gerando riquezas, empregos e um maior poder político ao Brasil.
Exploração: Hoje, a Petrobras é a principal responsável pela exploração da camada de pré-sal no Brasil. Mas, isso não significa que a empresa tenha posse do petróleo encontrado. Pela lei brasileira, a União é dona das reservas minerais encontradas em solo ou subsolo brasileiro. Em vista disso, é ela que pode conceder para empresas o direito de extrair esses bens minerais, em troca de pagamentos – o chamado contrato de cessão onerosa. O marco legal (lei 12.351), que definiu a Petrobras como operadora única em 2010, também definiu o regime de partilha como forma de exploração das reservas de pré-sal e criou a Pré-sal Petróleo (PPSA) para administrar a exploração."
fonte: Panorama Offshore
Você sabia que o Brasil é o maior produtor de GLP da América Latina?
"Não é segredo que o Brasil é cheio de riquezas, principalmente as naturais. Vindas do solo, ar, luz, água e muitas outras, elas são também fontes de energia. A produção de GLP é uma delas. Pois, o resultado final do gás LP é um derivado da mistura com outros gases retirados do gás natural, petróleo ou xisto.
O Brasil contém grande reserva de petróleo. O país é o 15° na lista de nações com mais reserva de petróleo no mundo. De acordo com dados da CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, são 12,7 bilhões de barris.
E, por isso, o Brasil toma uma posição importante no cenário mundial, sendo o país que mais produz GLP na América do Sul e Central. Essa situação tem ainda mais destaque quando o mercado está se mantendo aquecido mesmo durante a pandemia no pais. Segundo a Petrobrás, a produção de GLP está sendo ampliada na refinaria Reduc, em Duque de Caxias (RJ). A produção na unidade bateu o recorde de entrega de GLP pelo segundo mês consecutivo em abril.
A Reduc, no mês passado, vendeu mais de 90 mil toneladas de GLP. Foram produzidas 102 toneladas a mais do produto por dia em relação a março. Com isso, a refinaria rompeu sua marca média de 3 mil toneladas diárias, o que representou um aumento de 3,5% na entrega diária.
A refinaria, portanto, se consolidou como o principal ponto de fornecimento de gás de cozinha do Brasil. Com isso, o GLP vem se mantendo aquecido, na contramão da queda de demanda por combustíveis."
Por Wolney Pereira.
Fonte: https://gaslogbr.com.br/brasil-maior-produtor-de-glp-da-america-latina/
O governo e os moradores de Maurício, país no Oceano Índico, estão em uma corrida contra o tempo para salvar a ilha de um desastre ecológico que pode ser causado por um navio-petroleiro encalhado desde julho no seu litoral.
O navio MV Wakashio, de bandeira japonesa, encalhou em Pointe D'Esny, que é um conhecido refúgio de vida silvestre e zonas úmidas de importância internacional, não muito distante de uma ilha famosa por seus recifes de corais. O turismo é parte crucial da economia.
Se estima que o barco contenha 4 mil toneladas de petróleo bruto, sendo que mil deles já foram derramados nas cristalinas águas do Oceano Índico. O premiê de Maurício, Pravind Jugnauth, declarou estado de emergência e solicitou ajuda da França, antiga metrópole que colonizou a ilha, para auxiliar na limpeza.
A população local está engajada em conter os danos de qualquer maneira.
Sua principal estratégia é armar barreiras absorventes com sacos entrelaçados cheios de palha, cana e... cabelo humano. O cabelo humano não absorve a água, mas apenas óleos. Por isso os mauricianos começaram a colher grandes quantidades para lutar contra o derramamento.
Romina Tello, fundadora da agência ecoturística Mauritius Conscious, confirmou à agência de notícias Reuters que "existe uma grande campanha em toda a ilha para se juntar cabelo".
Por toda a ilha, os salões de beleza estão oferecendo descontos ou até cortes gratuitos para os moradores que doarem seus cabelos. Os estrangeiros também estão se mobilizando para ajudar.
Um grupo de voluntários se dedica a colocar o cabelo, junto com a palha e a cana, nos sacos, que são cilindros flutuantes usados para conter o petróleo na superfície da água.
Centros de mergulho, pescadores e outros moradores participam das operações de limpeza e fornecem comida ou estadia para os voluntários. Fonte: G1 globo #petroleum #vocesabiaspe #spefmu #spe #petroleum #oil #geooilgas
Você sabia? As reservas comerciais de petróleo nos Estados Unidos caíram pela quinta semana consecutiva, de acordo com um relatório divulgado na quarta-feira pela Agência de Informação de Energia (EIA).
As reservas de petróleo bruto caíram 4,7 milhões de barris (mb) para 507,8 mb na semana encerrada em 21 de agosto, após a queda de cerca de 24 milhões de barris nas quatro semanas anteriores. Os analistas esperavam uma queda de 2,6 MB. As reservas estratégicas, por sua vez, caíram 1,8 mb.
A produção de petróleo dos EUA aumentou, entretanto, para uma medida de 10,8 MB por dia (mbd).
A produção, que atingiu 13,1 milhões de barris por dia em março, caiu com a queda dos preços devido ao menor consumo decorrente da pandemia do coronavírus.
As refinarias operaram com 82% de sua capacidade, pouco mais que os 80,9% da semana anterior.
Em Cushing, Oklahoma, onde estão localizados os reservatórios para armazenar o petróleo referenciado pelo WTI, cotado em Nova York, as reservas caíram 300.000 barris para 52,4 mb.
As exportações aumentaram 2,14 para 3,36 mbd, enquanto as importações aubiram de 5,73 mbd para 5,92 mbd. Para muitos estudiosos e membros de universidades acham Os Estados Unidos o maior produtor mas isso hoje em dia não é mais tanta verdade.
Fonte: portal do petróleo #vocesabia #spefmu #EuaQuedadepetroleo #spe
Você sabia? Devido a pandemia causada pelo novo coronavírus ter gerado uma baixa significativa do preço do barril de petróleo desde março deste ano, as principais bacias petrolíferas do Brasil – Macaé e Campos, zeraram o recebimento de repasse de participações especiais previstas para um trimestre nos royalties.
Petrobras é acionada por depositar de forma irregular toneladas de equipamentos e tubulações de plataformas de petróleo na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. Historicamente os municípios do norte fluminense foram grandes beneficiários de recursos fiscais provenientes da exploração do petróleo justamente por se situarem em área de confrontação com a Bacia de Campos que – antes da descoberta do pré-sal – era a principal fronteira de produção de hidrocarbonetos do Brasil.
A Bacia de Campos é formada por campos de petróleo maduros, que naturalmente vão perdendo seu vigor de produção. Diante da nova realidade, as chances de que Campos dos Goytacazes e Macaé voltem ao posto de grandes beneficiários das participações especiais, hoje ocupado por Maricá e Niterói, é remota, uma vez que, atualmente não há investimentos que promovam a recuperação dos campos maduros, ou exploração de novas áreas na bacia, tornando pouco provável que a produção volte a crescer de forma a gerar arrecadação de participação especial significativa. #spe #spenews #spevocesabia #novidades.
você sabia? De acordo com comunicado nesta segunda-feira (28), a Petrobras deverá gastar aproximadamente 6 bilhões de dólares em plano de descomissionamento de plataformas, gasodutos submarinos e poços offshore. Esse custo é estimado de projetos em andamento desses ativos até 2024. Neste ano de 2020, o custo previsto era de 500 milhões de dólares. O custo total deverá aumentar para 2,3 bilhões de dólares no próximo ano. Em 2022 e 2023, a Petrobras deverá gastar a cada ano 1,1 bilhão de dólares, e outros 1 bilhão em 2024.
A estatal afirmou também que estima a entrada de 1 bilhão de dólares em caixa por desinvestimentos em 2020, depois de ter recebido 14,4 bilhões de dólares no ano passado. O termo é definido pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) da seguinte forma: “Descomissionamento é o conjunto de ações legais, procedimentos técnicos e de engenharia aplicados de forma integrada a um sistema Offshore visando assegurar que sua desativação ou cessação de produção atinjam as condições de segurança, condições de preservação ambiental, confiabilidade e rastreabilidade de informações e documentos”.
O projeto de descomissionamento de uma plataforma envolve uma série de profissionais atuantes nas áreas, a exemplo das engenheiras civil, marítima e naval, além de gerenciamento de projetos, topografia, profissionais nas diversas áreas dedicadas ao meio ambiente, gerenciamento de resíduos, reciclagem, catering e apoio marítimo.
Segundo a consultoria Wood Mackenzie, o mercado de descomissionamento pode atrair de US$90 bilhões a US$100 bilhões nos próximos 10 anos. O Brasil, até pelas características de nossas plataformas nas quais 45% tem mais de 25 anos, pode girar US$9 bilhões nos próximos 10 anos. E tudo isso abre uma oportunidade de atuação econômica. #vocesabia #spefmu #spebrasil