CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI
12/08 - 19h - SERGIO AMADEU - Sérgio Amadeu da Silveira é graduado em Ciências Sociais (1989), mestre (2000) e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2005). É professor associado da Universidade Federal do ABC (UFABC). Integra o Comitê Científico Deliberativo da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber) e é membro do Conselho Gestor da Internet no Brasil. Pesquisa as implicações tecnopolíticas dos sistemas algorítmicos, as relações entre comunicação e tecnologia, as sociedades de controle e de privacidade e as práticas colaborativas na internet.
Autor do livro "Crítica de la Energia Política". Doutorando em Economia Política Mundial (UFABC). É engenheiro elétrico pela Universidade Nacional de Rio Cuarto (Córdoba, Argentina) e mestre em Gestão Energética pela Universidade Nacional de Lanús (Buenos Aires).
Mestre em Informática e trabalhadora da área de Dados. Atua também como educadora popular de ensino de tecnologia pelo Núcleo de Tecnologia do MTST.
Pesquisador de Economia Política Digital e Tecnopolítica e especialista em Infraestruturas da IA, Cadeias Produtivas e Impacto Socioambiental.
13/08 - 19h - VERONIKA GIMENES, hacker, travesti e transfeminina, com atuação fundamentada nas tradições afro-brasileiras, feministas, queer, decoloniais e anticapitalistas. Lidera o Código Não Binário e coordena projetos que compreendem a tecnologia como infraestrutura política. Seu trabalho inclui a primeira ação civil pública do Brasil contra as Big Techs por violência de gênero facilitada pela tecnologia, além de um conjunto de ferramentas jurídicas e políticas desenvolvido a partir desse caso. É coapresentadora do podcast nacional LGBTQIA+ "Entre Amigues". Desenvolve infraestruturas digitais voltadas ao enfrentamento do poder das plataformas e dos discursos de ódio. Também desenvolve a TybyrIA, uma inteligência artificial treinada para identificar discursos de ódio anti-LGBTQIA+ em português brasileiro. Trata-se do primeiro modelo brasileiro de IA voltado especificamente para essa finalidade e de um dos primeiros modelos de código aberto desse tipo no mundo. O projeto foi construído a partir do primeiro conjunto de dados aberto em português brasileiro dedicado a discursos de ódio anti-LGBTQIA+, composto por mais de 12 mil comentários anotados.
Cientista Política. Doutora e Mestra em Ciências Sociais pela PUC-SP. Coordenadora da graduação em Sociologia e Política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Professora de graduação e de pós-graduação de mesma instituição, onde também atua como coordenadora da Comissão de Pesquisa e da Comissão Própria de Avaliação (CPA). Também na FESPSP coordena, juntamente com discentes, do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Tecnologias Digitais na Sociedade (GETS).Pesquisadora do NEAMP (Núcleo de Estudo em Arte, Mídia e Política) da PUC-SP e do Observa (Observatório de Conflitos Online) da UFABC.Tem se dedicado aos temas: comunicação política; desinformação; discurso político; campanha eleitoral; democracia e autoritarismo.
Filósofa e doutora em Filosofia pela USP (2010), com pós-doutorado em Teoria Literária pela UNICAMP (2014). Professora associada da UFABC. Atua em Teoria Crítica (Escola de Frankfurt). Estética, Filosofia da Arte, Walter Benjamin, e estudos de gênero, raça e decolonialidade. Membro do GT Filosofia e Gênero da ANPOF, da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas e da Rede de Pesquisa Nexos: Teoria Crítica e Pesquisa Interdisciplinar.
Mestranda na Universidade Federal do ABC (UFABC) e pesquisadora na área de Inteligência Artificial e Gênero. Coordena o Grupo de Estudos sobre Gênero e Tecnologia da UFABC e possui mais de dez anos de experiência no mercado de tecnologia, atuando com questões relacionadas a gênero.
14/08 - 19h - MARIA CARLOTTO - Professora da UFABC, onde atua no Bacharelado em Ciências e Humanidades (BCH), no Bacharelado em Relações Internacionais (BRI) e no Programa de Pós-graduação em Economia Política Mundial da Universidade Federal do ABC (UFABC), assumindo sua coordenação em 2024. Atualmente, integra o Grupo de Estudos e Pesquisa Science in Circulation, ligado ao Instituto de Estudos Avançados e Cultura da UNIFESP, uma Rede de Pesquisa que reúne pesquisadores nacionais e estrangeiros, de diferentes disciplinas, que estudam circulação internacional de conhecimento. Na UFABC, coordena o grupo Neoliberalismo, Democracia e Mudança Estrutural do Espaço Intelectual Brasileiro, que investiga os efeitos políticos da democratização das universidades no Brasil e, recentemente, assumiu a coordenação de um projeto que pretende pensar a relação entre Inteligência artificial, autonomia das mulheres e combate à violência de gênero nas redes. É bolsista produtividade do CNPq, presidenta da Associação de docentes da UFABC e membro do Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo.
Tiago Brandão (n. 1982) é formado em História, Mestre e Doutor em História Contemporânea, pela Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH, Portugal). Tem experiência nas áreas de História Contemporânea e Políticas Públicas, com ênfase em políticas científicas, estudos de inovação e análise e avaliação de políticas públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação. É atualmente Professor Visitante (estrangeiro) do Bacharelado de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC) e pesquisador do grupo de pesquisa História, Territórios e Comunidades (HTC) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH). Atua também, desde 2021, como Docente Externo credenciado do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade (CAPES Conceito 6) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Seu curriculum regista livros publicados, artigos e capítulos peer review, sobre história das políticas científicas, estudos críticos de inovação, história dos conceitos e das ideias em Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI), sobre o caso português e apoiando-se também no estudo comparado destes processos históricos, nomeadamente em países do mundo Iberoamericano. Tem também atuado no Brasil, tanto ao nível da docência universitária e estudos pós-graduados como publicando em colaboração com autores brasileiros e latino-americanos. Foi PI de um Grupo Português para uma Rede CyTED: PCyT-Lab ''STI Policy Laboratory: Transferable models at the local scale'' (https://www.cyted.org/es/pyct-lab) e, desde janeiro 2024, integra a rede CyTED ''Cambiar la evaluación: transformación inclusiva de la investigación en Iberoamérica'' (Referência: 624RT0160), https://cyted.org/EVINC.
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1997), mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é professor Titular da Universidade Federal do ABC, atuando no programa de pós-graduação em Ciências Humanas e Sociais da UFABC e na graduação dos Bacharelados Interdiciplinares da UFABC e no Bacharelado em Políticas Públcias. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Tecnologias Digitais e Política, atuando principalmente nos seguintes temas: internet, democracia, conflitos online, campanhas digitasi, políticas públicas, marketing político, ciberativismo e cultura digital. Coordandor do Grupo de Pesquisa OBSERVA (Observatório de Conflitos Onliner). É pesquisador do Instituto Nacional em Ciência e Tecnologias de Democracia Digital - INCT.DD, do Núcleo de Estudos Pós graduados em Ciências Sociais da PUCSP (NEAMP) e do Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC (LabLivre).
Ergon Cugler é graduado e pós-graduado pela USP, mestre pela FGV e especialista pela Universidade de Barcelona. É a primeira pessoa autista a se tornar Conselheiro da Presidência da República. Autor dos livros “IA Cracia", “O fim da realidade” e "Soberania digital", é pesquisador do CNPq e professor do programa de pós-graduação da FESPSP.