Kael Rocha, Gonzaga Melo, Danilo Leite, João Neto e Dra Katiuscia Barbosa.
Público-Alvo: Público Geral
Carga Horária: 40 horas
Pedro Aguiar Neto e Ademar Parente Alencar
Público-Alvo: Público Geral
Carga Horária: 8 horas
Paulo Ricardo Vieira da Silva
Resumo: A ovinocaprinocultura vem crescendo em todo o Nordeste, independentemente de seu objetivo, seja ele carne, leite ou peles, que associados ou não contribuem para o desenvolvimento econômico da região. No Nordeste a ovinocaprinocultura consolidou-se como arranjo produtivo e social, pois os rebanhos fornecem carne e leite de ótima qualidade, por um custo baixo em relação a outras culturas de produção de carne, trazendo alternativas alimentares para milhares de sertanejos. Isso só ocorre porque os caprinos e ovinos apresentam uma capacidade de adaptação ao ecossistema da caatinga. Com a importação de animais com uma genética superior a ovinocaprinocultura do Brasil enfrentou mudanças nas diretrizes dos sistemas de criação e na finalidade deste animais, passando agora a ser uma atividade mais comercial-industrial do que de subsistência. Partido desse pressuposto a uma necessidade de reflexos sobre o manejo reprodutivo e nutricional desses animais tendo em vista aumentar a sua produção a partir de praticas de manejo. O sucesso dos sistemas de produção ovina e caprina esta ligada diretamente a eficácia do manejo reprodutivo e nutricional de um rebanho, são necessárias praticas de manejo reprodutivo e nutricionais adequadas, as quais serão trabalhadas neste minicurso. As principais praticas de manejo reprodutivo estão inseridas em diversos aspectos como a alimentação, o sistema de acasalamento, a seleção de animais geneticamente superiores e as biotécnicas da reprodução.
Mini-CV: Graduando em Zootecnia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, foi secretário do centro acadêmico do curso de bacharelado em Zootecnia do IFCE campus Crato, foi bolsista no programa institucional de bolsas de iniciação científica-PIBIC, e integrante dos grupos de pesquisa sobre biotecnologias da reprodução do IFCE campus Crato e G-PASF (grupo em pastagem e forragicultura) possui experiência na área de pastagem e forragicultura, atualmente é vice-presidente do Centro Acadêmico do curso de bacharelado em Zootecnia do IFCE campus Crato e bolsista de iniciação cientifica da CNPq.
Público-Alvo: Alunos de Curso Técnico, Alunos de Graduação, Público Geral
Pré-requisitos: O participante deve estar de calça e sapato fechado para participar deste minicurso.
Carga Horária: 8 horas
Marcus Roberto Goes Ferreira Costa
Resumo: O minicurso Nutrição de Bovinos à Pasto irá abordar o manejo nutricional que deve ser adotado pelo produtor desde o manejo de sua pastagem até a suplementação mineral de seus rebanhos.
Mini-CV: Engenheiro Agrônomo, Mestre em Zootecnia com ênfase em Forragicultura e Nutrição Animal, Doutor em Zootecnia com ênfase em Nutrição de Ruminantes.
Público-Alvo: Público Geral
Carga Horária: 8 horas
José Lopes Viana Neto
Resumo: O Minicurso aborda as novas tecnologias de cultivo da palma forrageira e destaca sua importância como reserva estratégica de alimentos para as criações no semi-árido nordestino. O curso destaca ainda, as características morfofisiológicas da palma forrageira, as cultivares mais utilizadas, sua resposta ao uso de irrigação e o metodo de propagação por fragmentação. Serão apresentados ainda nesse minicurso, os resultados de pesquisas recentes sobre o cultivo de palma forrageira em região semiárida.
Mini-CV: José Lopes Viana Neto: Engº Agrônomo – UFC, Dr. Zootecnia - UFV - Sub-área Forragicultura.
Público-Alvo: Alunos de Curso Técnico, Alunos de Graduação, Alunos de Pós-Graduação, Público Geral.
Carga Horária: 8 horas
Erllens Éder Silva, Sueli de Oliveira Lima e Epitácio Felizardo Bento
Resumo: Os produtores rurais da região SAB precisa se adequar a realidade para a produção animal. Dentre as adequações o uso estratégico de alimentos para a produção de ruminantes no SAB deve ser fundamental. Ao longo dos dias do ano a vegetação da caatinga deixa suas folhas cairem devido a falta de água (caducifólia), o que logo ocorrerá a falta de alimentos para a produção animal. Desta forma alguns questionamentos são preponderantes: 1. Como manter o rebanho de animais ruminantes no SAB? 2. Quais as estrategias alimentares para as condições do SAB? 3. O que é silagem? 4. Como produzir silagem? 5. Quais as espécies podem ser utilizadas na confecção de silagem? 6. Como quantificar a produção? 7. E como atingir seus objetivos quanto a alimentação animal?
Mini-CV: Dr. em Agronomia e prof. IFCE; graduanda em Zootecnia.
Público-Alvo: Alunos de Curso Técnico, Alunos de Graduação, Alunos de Pós-Graduação, Público Geral
Carga Horária: 8 horas
Maria Regiane Alexandre Freire e Antônia Sionaria
Resumo: O curso terá como objetivo de promover conhecimento específico do sistema de criação de aves semi-intensivo.
Mini-CV: Maria Regiane Alexandre Freire, Antônia Sionaria, atualmente graduandas em zootecnia.
Público-Alvo: Público Geral
Carga Horária: 4 horas.
Erllens Éder Silva, Antônio Sérgio Felipe de Carvalho e Sueli de Oliveira Lima
Resumo: Os produtores rurais da região SAB precisa se adequar a realidade para a produção animal. Dentre as adequações o uso estratégico de alimentos para a produção de ruminantes no SAB deve ser fundamental. Ao longo dos dias do ano a vegetação da caatinga deixa suas folhas cairem devido a falta de água (caducifólia), o que logo ocorrerá a falta de alimentos para a produção animal. Desta forma alguns questionamentos são preponderantes: 1. Como manter o rebanho de animais ruminantes no SAB? 2. Quais as estrategias alimentares para as condições do SAB? 3. O que é feno e fenação? 4. Como produzir feno? 5. Quais as espécies podem ser utilizadas na confecção de feno? 6. Como quantificar a produção? 7. E como atingir seus objetivos quanto a alimentação animal?
Mini-CV: Prof. IFCE e Dr. em Agronomia
Público-Alvo: Alunos de Curso Técnico, Alunos de Graduação, Alunos de Pós-Graduação, Público Geral.
Carga Horária: 4 horas
Erllens Éder Silva, Sâmio Saraiva Tavares
Resumo: A produção de FORRAGEM HIDROPÔNICA é uma tecnologia de produção de VOLUMOSO PARA A ALIMENTAÇÃ ANIMAL, que se destaca por apresentar vantagens como ciclo curto, produçãp contínua fora de época, sem riscos climáticos, aplicado em qualquer estaçã do ano, em qualquer propriedade rural, adequada a várias espécies forrageiras, baixo consumo de água, produtividade elevada, não usa agrotóxico e sem investimentos em maquinário. Pode ser adminiatrada aos rebanhos em sua totalidade (sementes, folhas, raíz, caule e substrato). Muito palatável e de fácil aceitação animal. Pode compreender a oferta total ou parcial de volumosos para os ruminantes. A escassez de água no planeta e o aumento da poluição, nos faz a voltar para os olhas para a forma de produção vegetal (devido a relação de água consumida pelo ciclo de produção, que varia de 2 a 4L.m2.dia.
Mini-CV: Prof. IFCE e Dr. em Agronomia; Estudante do curso de Bacharel em Zootecnia
Público-Alvo: Alunos de Curso Técnico, Alunos de Graduação, Alunos de Pós-Graduação, Público Geral
Carga Horária: 4 horas