Psicóloga | CRP 06/46084
Ainda me deparo com pessoas que acreditam que psicoterapia é luxo ou indicada para casos de distúrbios mentais, porém, ela trata inúmeras questões, como, patologias, dificuldade de aprendizagem ou a necessidade de autoconhecimento.
Vivemos num mundo acelerado e muitas vezes nos perdemos neste ritmo maluco, desencadeando uma série de pensamentos negativos que acometem a saúde física e mental.
Com a psicoterapia você consegue aliviar o sofrimento, ansiedade, angústia, depressão ou outros aspectos que te incomodam.
Quando nos conhecemos melhor, detectamos a origem das emoções indesejadas, possibilitando enfrentá-las.
Não deixe chegar ao limite, busque auxílio.
Você sente que sua cabeça é bombardeada constantemente por pensamentos negativos que te fazem perder a capacidade de sentir prazer na vida, de programar e planejar o futuro, trabalhar e se socializar?
É possível tratar essas dores e sintomas que te paralisam, com técnicas psicoterapêuticas práticas, tornando sua vida leve produtiva e prazerosa.
Solidão: Ato de estar sozinho sem escolha, associada a dor e tristeza.
Geralmente se refere a um sentimento de isolamento e desconexão social. A solidão é preocupante, faz com que a pessoa sinta não pertencer a este mundo. Este sentimento dói na alma e pode desencadear depressão ou ansiedade.
As intervenções psicoterapêuticas ajudam na detecção dos pensamentos negativos, a corrigi-los e a superar os sintomas desagradáveis, proporcionando o alívio e o controle da vida.
Solitude: Ato de estar sozinho por vontade própria.
É a capacidade de desfrutar da sua própria companhia de forma tranquila e positiva, sem se sentir solitário. É importante cultivar a solitude para o bem-estar emocional, enquanto a solidão pode ser prejudicial.
Depende de como se interpreta o pensamento frente a uma determinada situação.
O medo é um mecanismo de defesa, o instinto de sobrevivência. Mesmo as pessoas consideradas corajosas sentem medo, porém, é necessário saber detectar, controlar e manejá-lo para superar os obstáculos.
Ele pode paralisar ou servir como mola propulsora para a resolução de um problema.
Vamos entender e aprender a lidar com este sentimento usando-o a nosso favor?
Como enfrentar o medo?
A psicoterapia ajuda a reinterpretar a realidade que está ao seu redor, gerando o medo, e a detectar se a ameaça é real ou se está sofrendo por antecipação.
Um dos fatores que influenciam na tomada de decisão é a crença: quais os medos, pensamentos e inseguranças envolvidas neste processo.
Muitas vezes a pessoa foca no emocional, medo de errar, de se arrepender e sofrer com estes pensamentos em vez de pensar de forma racional, ou seja, no que de pior poderia acontecer.
Analise, pondere os prós e contras, vantagens e desvantagens e considere o que for melhor para você - Lembre-se: só não erra quem não faz.
Vamos entender o que acontece neste processo, como sair dele, como tomar decisões de forma segura e sem ressentimentos?
A psicoterapia te ajuda a se fortalecer e a se sentir-se segura para que não tome decisões de maneira impulsiva, e sim, analisada.
Conceito de depressão de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde)
É um transtorno comum, mas sério, que interfere na vida diária, capacidade de trabalhar, dormir, estudar, comer e aproveitar a vida. É causada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.
Como reconhecer a depressão?
Sentimento de tristeza em grande parte do tempo e por um longo período.
Falta de concentração, baixa energia, perda de apetite, fadiga e sonolência.
Comprometimento da autoestima e autoconfiança.
Não sente prazer pela vida e não visualiza o futuro.
Caracteriza-se por um distúrbio neurológico e se manifesta na infância.
Como reconhecer os sinais:
Desatenção
Hiperatividade/Inquietação
Impulsividade
Dificuldade de organização e planejamento
Realizar tarefas por um longo período
Alternar atividades
Tratamento
Medicamentoso e psicoterapêutico
Com técnicas práticas de psicoterapia, a pessoa desenvolve a capacidade de concentração, de alternar as atividades e de permanecer um período maior nelas.
A falta de estímulo pode potencializar os sintomas ou desencadear outros
Não deixe chegar ao limite, busque auxílio.