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O cantor Leonardo Gonçalves continua provocando reações diversas no meio cristão, após não apenas declarar o seu apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como à integrar o grupo de artistas que está militando em favor do líder esquerdista.
Recentemente, por exemplo, lado a outros cantores como Kleber Lucas e Clovis Pinho, o músico gravou a música “Messias”, que faz uma crítica velada ao atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL).
Para a cantora evangélica Dayane Damasceno, a postura de Leonardo Gonçalves não condiz com o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. A artista também criticou a militância de pastores como Ricardo Gondim e Ariovaldo Ramos, ambos apoiadores da campanha de Lula.
Em sua conta no Instagram, Dayane postou um vídeo de Gonçalves cantando em um evento com Lula e outras personalidades do mundo político, além lideranças religiosas. Ela citou a passagem de Gálatas 1:6-8 para legendar a publicação.
“Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho”, diz um trecho do versículo, que continua:
“O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!”
Dayane Damasceno questionou qual tipo de amor Leonardo Gonçalves e outros nomes do meio cristão estariam defendendo em nome da esquerda política, argumentando que, em sua opinião, a intenção seria a legitimação do pecado.
A cantora lembrou de polêmicas envolvendo a vida das personalidades citadas para argumentar que a identificação dessas pessoas com as pautas da esquerda também teria algum tipo de interesse pessoal, o qual vai de encontro aos ensinamentos bíblicos.
Essa não é a primeira vez que Dayane Damasceno faz críticas a famosos do meio cristão. No ano passado, ela viralizou nas redes sociais ao dizer que nos bastidores do mundo gospel há muita coisa errada, condenando o que chamou de “mundanismo” e “mercantilismo” da fé.
“É por isso que existe cantor, grupo, banda, músicos, sem caráter algum cristão. Estão aí, contaminando o corpo de Cristo, influenciando os seus filhos, os nossos jovens, trazendo o mundanismo para a Igreja, o secularismo para a Igreja”, declarou. Assista o vídeo, abaixo:
Fonte: Gospel +
O pastor André Valadão publicou, em suas redes sociais, um vídeo de retratação após ser censurado pelo Tribunal Superior Eleitoral, em despacho assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, sobre críticas feitas ao ex-presidente Lula (PT) por declarações feitas por ele no passado.
Valadão, que declarou voto na reeleição do presidente Bolsonaro (PL), vinha publicando vídeos com críticas ao histórico posicionamento de Lula em defesa da legalização do aborto, da descriminalização da maconha e também de uma mudança na abordagem da Polícia contra ladrões que furtam celulares “para tomar uma cervejinha”.
“Dias atrás eu recebi uma intimação em minha residência do TSE, através do senhor Alexandre de Moraes, e eu venho me declarar, a partir dessa intimação, dizendo que o Lula não é a favor do aborto, Lula não é a favor da descriminalização das drogas, Lula não é a favor de liberar pequenos furtos”, introduz André Valadão.
O vídeo, gravado em um ambiente escuro, dá o tom da censura, sem mencioná-la diretamente. O pastor da Lagoinha Orlando Church observa, em seguida, que seus comentários sobre eventuais crimes também foram alvo do despacho do TSE:
“Os trombadinhas entrarão nas suas casas, roubarão suas TVs, roubarão seu celular, você correrá risco de vida e nada acontecerá com eles. Lula não é a favor, literalmente, de colocar uma regulação na mídia onde você vai perder o poder de expressar a sua opinião, expressar o seu culto. É isso. Deus abençoe o Brasil”, finalizou.
A situação de exploração vivida pelas crianças da região Norte do Brasil, denunciada pela pastora Damares Alves, foi comentada por um missionário que atua em projetos humanitários voltado para crianças, e confirmada por ele.
O missionário Max Dacampo, integrante da ONG Jethro International, que realiza um trabalho com ribeirinhos, confirmou o relato da ex-ministra afirmando que suas experiências no campo missionário condizem com o cenário descrito por Damares:
“Muitas pessoas vieram me perguntar sobre o vídeo da Damares, se aquilo era verdade. Eu estive na Turquia trabalhando com crianças refugiadas da guerra da Síria, eu vi e ouvi coisas terríveis, que nem vou falar aqui. Depois da Turquia eu fui para Brumadinho, depois do rompimento da barragem, onde fiquei três anos. Eu vi e ouvi histórias que nem podem passar pela cabeça de vocês”, introduziu, indicando que o cenário de exploração infantil não é restrito à região Norte do Brasil.
Ele descreveu detalhes cruéis de coisas que testemunhou: “Eu vi e ouvi histórias sobre crianças do Amazonas terríveis. Histórias de crianças que fazem sexo oral por 5 reais. Por que você nunca ouviu falar disso? Porque você não levanta a bunda da cadeira da sua igreja para saber o que está acontecendo lá fora”, desabafou.
Dacampo acrescentou que há possibilidade de o cenário ser mudado, mas depende de ação de pessoas indignadas: “O que mais me dói o coração é saber que tem muita gente que pode ajudar e fazer a diferença, mas não faz nada”.
O relato de Damares Alves, pode despertar a igreja para se unir e agir, segundo Dacampo: “Sabe qual é o seu chamado? O que te causa indignação. Se isso não te causou indignação, se você não chorou vendo esse vídeo, você não ama ninguém”.
“Somos agentes de Cristo na terra, é nossa obrigação lutar contra as injustiças e ajustar o que está errado. Chegou a hora da gente se unir e apoiar os missionários que estão no campo, abandonados, trabalhando com as crianças”, finalizou.
A repercussão da denúncia da pastora e ex-ministra levou a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e o Ministério Público Federal do Pará (MPF) a solicitar que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) informe todas as denúncias recebidas pela pasta, em trâmite ou não, nos últimos sete anos.
Segundo informações da Gazeta do Povo, o MMFDH esclareceu em nota que as declarações da ex-ministra são fundamentadas em numerosos inquéritos instaurados para apurar fatos gravíssimos praticados contra crianças e adolescentes no país, e acrescentou que o programa “Abrace o Marajó” foi criado justamente como resposta à vulnerabilidade social, econômica e ambiental, e que desde 2020 cerca de R$ 950 milhões foram investidos em iniciativas para o desenvolvimento econômico e social do arquipélago: “Esta pasta tem total ciência da gravidade do problema e age diuturnamente para combater essa e outras práticas criminosas”.
Oremos pelas nossas crianças!