Então, se prepara! Vou apresentar para você uma lista de 5 sites onde você encontrará para leitura, milhares de títulos sobre assuntos diversos, e o melhor, sem gastar um centavo.
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► Conheça 5 Sites Para Ler Livros Grátis Legalmente! Em alguns, também é possível fazer download de ebooks gratuitos em diversos formatos: PDF, ePub e Mobi.
Lista de 5 sites confiáveis e muito fáceis de serem utilizados.
1) A primeira opção é o site da AMAZON, nele você encontra uma infinidade de LIVROS GRÁTIS no formato ebooks para ler diretamente no seu computador, smartphone ou no seu KINDLE, basta clicar e se deliciar com as leituras. Há também muitas OFERTAS DE LIVROS digitais com preços bem acessíveis, corre lá para conferir.
2) A segunda dica é no site ou aplicativo da GOOGLE PLAY, nele você encontra, além de livros, filmes e aplicativos. A plataforma funciona por meio de assinatura, mas ao digitar grátis no campo de buscas, aparecerá vários títulos que você poderá acessar sem gastar nada \o/.
3) A terceira alternativa é o site BAIXELIVROS , é uma biblioteca virtual que oferece leituras de obras clássicas, nele você encontrará livros de domínio público, a proposta é fomentar um maior relacionamento entre leitor e autor, aluno e professor, servindo inclusive como uma rede social acadêmica. Outra informação bem importante é a possibilidade de você conseguir publicar seus livros diretamente no site, e eles não cobram nenhuma taxas de publicação, e você pode optar por disponibilizar o seu material de modo integral ou parcial, a fim de divulgar o seu trabalho para que seja conhecido por mais pessoas. Outra função bem legal é a de poder compartilhar esses títulos diretamente do site para as suas redes sociais. Todas as funcionalidades oferecidas não violam os direitos autorais ou de privacidade de outras pessoas.
4) A quarta dica é o site FREE-EBOOKS, nele você encontrará ótimos livros de todos os gêneros e de forma totalmente gratuita, sempre que precisar e com leitura ilimitada. Esta plataforma também oferece a oportunidade de publicação de seus livros. Vale a pena conferir.
5) A quinta e última indicação é a plataforma SCRIBD, ao se registrar e criar uma conta, você poderá encontrar documentos compartilhados por todos os usuários, além de poder compartilhar as suas próprias criações e publicações. Nela você encontrará uma biblioteca com títulos do mundo todo, nos formatos de livros, audiolivros e revistas. Ao se registrar na plataforma, você pode usufruir de um período de 30 dias grátis de leitura ilimitada como teste de assinatura, e indicando amigos, você poderá ganhar mais 30 dias grátis por cada amigo que se registrar no SCRIBD, e seu amigo ganha 60 dias grátis. Com a assinatura você terá acesso ilimitado* a livros, audiolivros e documentos por apenas R$ 27,99/mês. (*Para mais informações, veja as regras no site: nossas Perguntas Frequentes).
Indicação bônus:
6) A última sugestão é a Livraria do Senado que além que oferecer vários títulos com preços módicos, ainda fornece à disposição dos usuários, muitos livros digitais com acesso e download de forma gratuita. São clássicos de vários gêneros literários e legislações a disposição de qualquer cidadão que queira formação de gastos e sem infligir as leis de direitos autorais.
Você sabia que aproximadamente 95% dos brasileiros dizem não saber matemática?!
Muitos consideram a matemática uma das disciplinas mais difíceis de serem aprendidas na escola. Por ela ser chamada de Rainha das ciências, isso não deveria ocorrer, não é mesmo? E ao contrário, deveria ser a matéria mais aprendida nas escolas, tendo em vista que, ela é ensinada desde os primeiros anos de uma criança na escola, até o último ano do ensino médio, ou seja, nossos alunos passam mais de 12 anos nas escolas em todas as etapas e saem sem compreender satisfatoriamente sobre a matemática.
A matemática tem sua história associada a descoberta e desenvolvimento da ciência de modo geral, e por meio dela, outras ciências também puderam ser exploradas, assim como, a física, a química, e até a escrita, tem sua origem com a descoberta dos números, ou da necessidade de fazer registros das coisas da vida de uma pessoa na antiguidade.
Um caminho muito legal e que pode despertar em você a curiosidade, e até mesmo, quebrar o bloqueio com a matéria da matemática, é começar aprendendo a história da matemática, como ela foi descoberta ou criada, há duas correntes quanto a isso, mas não vamos falar disso agora. Para te ajudar a enxergar a matemática de uma forma muito mais leve e com sentido, te apresento dois documentários que narram sobre esse caminho histórico dos números, desde a antiguidade e até os tempos atuais, citando inclusive, os nomes dos principais estudiosos de cada período. Os vídeos ficarão anexos neste news latter para que você possa acessar facilmente no meu canal do YouTube. Só te peço uma mãozinha, a de se inscrever e curtir para ajudar o canal a crescer e propagar mais conhecimento por aí.
No meu canal, além dos conteúdos sobre a história da matemática, você também encontrará material sobre outros assuntos que também podem ser do seu interesse, além de aulas que te ajudará a aprender a matéria por um caminho bem descomplicado.
Uma outra forma, é por meio da leitura de livros, não precisa ser um livro técnico, mas um de literatura, que vai introduzindo o tema da matemática ao seu conhecimento, assim quando você for estudar a parte técnica, ficará muito mais fácil de aprender, pois você não começará a fazer cálculos do nada. Você terá formado um conhecimento prévio sobre a matemática e criado uma cultura sobre ela.
Para ajudar nesta missão de deixar o conhecimento da matemática mais acessível a todos, deixo como material para fins didáticos, a indicação do livro O Homem que Calculava, tenho certeza que mudará sua forma de enxergar a matemática.
Espero ter contribuído um pouquinho para o seu aprendizado, para encontrar mais conteúdos como esse, você também poderá acessar as minhas outras contas de redes sociais como YouTube.
Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas.
Fonte: Livraria Travessa.
Zygmunt Bauman (Poznań, Polônia, 19 de novembro de 1925 – Leeds, Reino Unido, 9 de janeiro de 2017[2]) foi um sociólogo e filósofo polonês, professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman faleceu em janeiro de 2017, aos 91 anos. Suas mais de 50 obras e diversos artigos se dedicam a temas como o consumismo, a globalização e as transformações nas relações humanas.
pós-modernidade é a própria vontade de liberdade individual, princípio que se opõe diretamente à segurança projetada em torno de uma vida estável. Bauman entende que na modernidade sólida os conceitos, ideias e estruturas sociais eram mais rígidos e inflexíveis.
Após ter servido durante a Segunda Guerra Mundial, Bauman fez parte do Partido Comunista Polaco e anos mais tarde se formou em sociologia. Como professor na Universidade de Varsóvia, teve alguns de seus livros e artigos censurados e acabou afastado em 1968.
Após sofrer perseguições antissemitas na Polônia, partiu para a Grã-Bretanha e trabalhou como professor titular da Universidade de Leeds. De todas as suas contribuições, a obra Modernidade e Holocausto talvez tenha sido a mais emblemática e lhe rendeu, em 1989, o Prêmio Europeu Amalfi de Sociologia e Ciências Sociais.
A seus postos, Aliança Rebelde! 🎙
Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar sobre os conceitos presentes na obra Modernidade e Holocausto, de Zygmunt Bauman, que nos auxiliam a compreender não só o Holocausto, como também a sociedade moderna. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana Zygmunt Bauman em homenagem ao aniversário desse sociólogo que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala do Bauman desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ele ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Bauman!!
Bom, acho que todas iremos concordar que Modernidade e Holocausto é um dos livros mais famosos de Bauman, apesar de ele ser reconhecido pela sequência de líquidos: Modernidade líquida, Amor líquido, Medo líquido, Tempos líquidos. Vamos falar aqui hoje sobre alguns dos conceitos que perpassam essa obra, pensando sobretudo nas continuidades do Holocausto presentes na sociedade moderna, ou seja, os elementos que tornaram possível esse "genocídio com propósito" que ainda estão vivos na nossa sociedade até os dias atuais. Esse é um episódio que vai conversar bastante com o nosso episódio sobre o conceito de banalidade do mal em Hannah Arendt justamente porque Bauman tem uma perspectiva similar a da filósofa: o que tornou o Holocausto possível foram homens racionais que transformaram o extermínio em uma técnica, com a produção social da distância e a divisão do trabalho, aliados a um senso fortíssimo de autopreservação. Prepara que vem muita fritação por aí!
O episódio pode ser ouvido pelos principais agregadores e pelo nosso site. Lembrando que todos os livros e referências bibliográficas mencionados em todos os episódios estarão especificados nos posts do nosso site!
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Site: https://www.nepatufmg.com/
Contato: nepat.ufmg@gmail.com
Para definir as condições da pós-modernidade e discutir as transformações do mundo moderno nos últimos tempos, o sociólogo sempre preferiu usar o termo “modernidade líquida”, por considerar “pós-modernidade” um conceito ideológico.
Bauman escolhe o “líquido” como metáfora para ilustrar o estado dessas mudanças: facilmente adaptáveis, fáceis de serem moldadas e capazes de manter suas propriedades originais. As formas de vida moderna, segundo ele, se assemelham pela vulnerabilidade e fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito tempo, o que reforça esse estado temporário das relações sociais.
Bauman observa que o século 20 sofreu uma passagem da sociedade de produção para a sociedade de consumo. Com isso, também passamos pelo processo de fragmentação da vida humana e deixamos de pensar em termos de comunidade — a qual nação, grupos ou movimento político pertencemos. A identidade pessoal, após essa transformação, restringiu o significado e propósito da vida e da felicidade a tudo aquilo que acontece com cada pessoa individualmente.
“A ideia de progresso foi transferida da ideia de melhoria partilhada para a de sobrevivência do indivíduo”, resumiu o sociólogo em entrevista para a Revista Cult. “O progresso é pensado não mais a partir do contexto de um desejo de corrida para a frente, mas em conexão com o esforço desesperado para se manter na corrida.”
"Transformações sociais, culturais e políticas associadas à passagem do estágio "sólido" para o estágio "líquido" da modernidade, o afastamento da nova elite (localmente estabelecida, mas globalmente orientada e apenas ligada de forma distante ao lugar em que se instalou) de seu antigo compromisso com a população local e a resultante brecha espiritual/ comunicacional."
- Zygmunt Bauman, em "Tempos líquidos". Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007, p. 84.
Papel do Sociologia
"[…] Tomar distância, tomar tempo – a fim de separar o destino e a fatalidade, de emancipar o destino da fatalidade, de torná-lo livre para confrontar a fatalidade e desafiá-la: essa é a vocação da sociologia. E é o que os sociólogos pode fazer caso de esforcem consciente, deliberada e honestamente para refundir a vocação a que atendem – sua fatalidade – em seu destino."
– Zygmunt Bauman, trecho do livro "Modernidade líquida". [tradução Plinio Dentzien]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2001.
Bauman recebeu os prêmios Amalfi (1989), por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (1998), pelo conjunto de sua obra.
2009: Revista Cult n°138. Entrevista com Zygmunt Bauman, por Dennis de Oliveira.
2009: O Globo. Zigmunt Bauman: 'Estamos constantemente correndo atrás. O que ninguém sabe é correndo atrás de quê', por Karla Monteiro.
2010: Istoé 24.09.10. Zygmunt Bauman: 'Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar', por Adriana Prado.
2011: O Globo n°138. 'Foi um motim de consumidores excluídos', diz sociólogo Zygmunt Bauman, por Fernando Duarte.
2011: A aflição de uma vida líquida, Revista Filosofia Ciência & Vida n.58, 2011, por Renato Nunes Bittencourt
2015: Comunicação Líquida, Observatório da Imprensa / Revista da Comunicação Empresarial n. 835, por Nara Almeida.
2016: Sociedade, Linguagem e Modernidade Líquida[10], Revista Diálogo Educacional, n. 47, vol. 16, por Léo Peruzzo Júnior.
Livros sobre Zigmunt Bauman
SILVA, Paulo Fernando da.. Conceito de ética na contemporaneidade segundo Bauman. São Paulo: FEU - Fundação Editora Unesp); Cultura Acadêmica, 2013.
OBRA DE ZYGMUNT BAUMAN PUBLICADA NO BRASIL
:: Ética pós-moderna, de Zygmunt Bauman. [tradução João Rezende Costa]. 1ª ed., São Paulo: Paulus Editora, 1997.
:: Modernidade e holocausto, de Zygmunt Bauman. [tradução Marcus Antunes Penchel]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1998.
:: Modernidade e ambivalência, de Zygmunt Bauman. [tradução Marcus Antunes Penchel]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
:: Globalização: as consequências humanas, de Zygmunt Bauman. [tradução Marcus Penchel]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
:: O mal-estar da pós-modernidade, de Zygmunt Bauman. [tradução Cláudia Martinelli Gama e Mauro Gama]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1999. Disponível em pdf no link. (acessado em 13.9.2015).
:: Em busca da política, de Zygmunt Bauman. [tradução Marcus Antunes Penchel]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Zahar, 2000. Disponível em pdf no link. (acessado em 13.9.2015).
:: Modernidade líquida, de Zygmunt Bauman. [tradução Plinio Dentzien]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2001.
:: Comunidade: a busca por segurança no mundo atual, de Zygmunt Bauman. [tradução Plinio Dentzien]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2003.
:: Amor líquido, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2004.
:: Vidas desperdiçadas, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2005.
:: Identidade, de Zygmunt Bauman. (Entrevista a Benedetto Vecchi).. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2005.
:: Europa - uma aventura inacabada, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2005.
:: Vida líquida, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2007.
:: Tempos líquidos, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2007.
:: Medo líquido, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2008.
:: Vida para consumo, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2008.
:: A sociedade individualizada - vidas contadas e histórias vividas, de Zygmunt Bauman. [tradução José Gradel]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2008.
:: Confiança e medo na cidade, de Zygmunt Bauman. [tradução Eliana Aguiar]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2009.
Zigmunt Bauman - foto: (...)
:: A arte da vida, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2009.
:: Capitalismo parasitário, de Zygmunt Bauman. [tradução Eliana Aguiar]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2010.
:: Legisladores e interpretes, de Zygmunt Bauman. [tradução Renato Aguiar]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2010.
:: A ética é possível num mundo de consumidores?, de Zygmunt Bauman. [tradução Alexandre Vieira Werneck]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2010.
:: Aprendendo a pensar com a sociologia, de Zygmunt Bauman e Tim May. [tradução
Alexandre Vieira Werneck]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2010.
:: A vida a crédito, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2010.
:: Bauman sobre Bauman, de Zygmunt Bauman. (Biografia).. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2011.
:: Vida em fragmentos - sobre a ética pós-moderna, de Zygmunt Bauman.[tradução Alexandre Vieira Werneck]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2011.
:: 44 cartas do mundo líquido moderno, de Zygmunt Bauman. [tradução Vera Pereira]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2011.
:: Ensaios sobre o conceito de cultura, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2012.
:: A cultura no mundo líquido moderno, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2012.
:: Isto não é um diário, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2012.
:: Sobre a educação e juventude, de Zygmunt Bauman. (Conversas com Riccardo Mazzeo).. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2013.
:: Danos colaterais - desigualdades sociais numa era global, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2013.
:: Vigilância líquida, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2014.
:: Cegueira moral: a perda da sensibilidade na modernidade líquida, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2014.
:: A riqueza de poucos beneficia todos nós?, de Zygmunt Bauman. [tradução Renato Aguiar]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2014.
:: Para que serve a sociologia?, de Zygmunt Bauman. [tradução Carlos Alberto Medeiros]. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2015.
Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske