Augusto dos Anjos, brasileiro, apenas uma obra publicada por volta de 1912, única conhecida. Desvalorizado em sua época e pouco lembrado hoje em dia. Sua poética é dura, pessimista, vocábulos ricos em conceitos científicos, químicos e elementos naturais.
Alberto Caeiro, alter ego - comummente chamado de Heterônimo - de Fernando Pessoa. Para cada um que vivia nele, criou características: este é simplista, volta-se para a vida e sua pureza, extremamente objetivo: as coisas são assim, pois assim são. Ano dos poemas são distintos.
Uma breve leitura feita por mim a baixo.