PORTFÓLIO JORNALÍSTICO:
DO RELEASE À NOTÍCIA
PORTFÓLIO JORNALÍSTICO:
DO RELEASE À NOTÍCIA
Luiz Bragança de Pina
Redator | Jornalista | Professor (Cinema)
lcbpina@gmail.com
(43) 9.9674-1409
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/luizbragancadepina/
SOBRE MIM COMO REDATOR
Atuo como redator com experiência em reescrita jornalística de releases (muitos deles promocionais) e materiais institucionais para circulação nos países de língua portuguesa, com foco no Brasil e em Portugal. No desk editorial, entrego textos claros, objetivos e adequados aos critérios do jornalismo.
Meu trabalho consiste na organização da informação, construção e correção de leads, adequação da linguagem ao público e ao país de destino, eliminação de excessos institucionais e padronização editorial. Sigo a norma culta do português do Brasil (língua com a qual trabalho e aprimoro as edições dos textos), preservando o português de Portugal quando o contexto ou a fonte assim exigem.
Ao longo da minha atuação, desenvolvi especialidade em reescrita, voltada à clareza, neutralidade editorial e fluidez textual. Atuo em diferentes editorias, lidando com fluxo regular de produção. Tenho especial afinidade com textos de temática cultural, esportiva e política. Busco sempre entregar textos prontos para publicação, alinhados aos critérios editoriais e à credibilidade do veículo ou da agência.
Áreas de atuação:
Cultura: música, cinema, artes e eventos.
Literatura: festivais literários, lançamentos, escritores.
Educação: projetos escolares, iniciativas educacionais e conteúdos acadêmicos.
Esportes: competições, atletas e eventos.
Política: cobertura institucional e eventos públicos.
Religião e comunidade: eventos e projetos sociais.
Os textos a seguir foram produzidos a partir de releases institucionais, no contexto de atuação como redator, sem autonomia para apuração externa. A proposta foi reescrever o material com critérios jornalísticos (clareza, hierarquia da informação, centralidade do lead e contenção institucional), respeitando os limites do conteúdo original e a autoria das falas.
O objetivo foi entregar matérias informativas publicáveis, sem simular reportagens nem atribuir aos textos um grau de independência editorial incompatível com o processo real de produção.
CULTURA
Biblioteca Nacional Brasil-Palestina
Animação "Viana – A Lenda dos Corações de Ouro
Lei de Incentivo à Cultura RJ
Livraria Letras Lavadas (Galiza e Madeira)
RELEASE ORIGINAL | Fundação Biblioteca Nacional
Bibliotecas nacionais do Brasil e da Palestina firmam protocolo histórico
Acordo é o primeiro da Biblioteca Nacional Palestina com uma instituição estrangeira
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) – vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) – firmou, na manhã desta quarta-feira, um Protocolo de Intenções histórico junto à Biblioteca Nacional Palestina, localizada em Ramallah, na Cisjordânia. Este é o primeiro acordo firmado entre a BN Palestina e uma instituição estrangeira. A assinatura ocorreu na manhã desta quarta-feira, de forma remota, com as participações do embaixador brasileiro no Escritório de Representação na Cisjordânia, João Marcelo Queiroz Soares, do presidente da FBN, Marco Lucchesi, e do ministro e diretor da Biblioteca Nacional Palestina, Marwan Awartani.
Durante a reunião, os participantes se comunicaram em inglês e árabe. Marco Lucchesi dedicou o encontro aos escritores Mahmud Daruish e Milton Hatoum, que representam “essa ponte, em termos literários e culturais, entre o Brasil e a Palestina”. Segundo Lucchesi, ao ser informado sobre a assinatura do acordo, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, exclamou: “incrível!”.
A partir do Protocolo de Intenções, as bibliotecas promoverão o intercâmbio de informações e experiências no âmbito da Ciência da Informação e áreas afins, bem como a troca de acervos, a colaboração em projetos de pesquisa, conferências e visitas técnicas, entre outros tópicos.
“A assinatura do Protocolo de Intenções entre as bibliotecas nacionais do Brasil e da Palestina reveste-se de um grande valor humanitário. Manifestamos ao ministro e diretor da biblioteca Palestina, Marwan Awartani, nosso desejo de ajudarmos no âmbito da preservação e conservação do patrimônio bibliográfico. Não vamos abrir mão da cultura da Paz”, afirma o presidente da FBN, Marco Lucchesi.
Doação de livros
A aproximação inicial entre as bibliotecas nacionais se deu em junho deste ano, quando a FBN enviou a primeira remessa de livros de autores brasileiros traduzidos para o árabe - por meio do Programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no Exterior - como doação para o acervo da Biblioteca Palestina, para universidades e centros culturais. O contato foi intermediado pelo embaixador João Marcelo Queiroz Soares.
Até o momento, foram enviadas três remessas de livros que incluem autores como Machado de Assis, Marina Colasanti, Graça Aranha, Patrícia Melo e Itamar Vieira Junior, entre outros. Também foram doados volumes de um dicionário árabe-português e de uma edição trilíngue árabe-português-espanhol do livro “Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali”, de Paulo Daniel Elias Farah e Al-Baghdadi - uma edição conjunta da FBN, da Biblioteca Nacional da Argélia e das Bibliotecas Nacional e Ayacucho, da Venezuela.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Bibliotecas nacionais do Brasil e da Palestina firmam acordo histórico
É a primeira vez que a Biblioteca Nacional Palestina firma esse tipo de acordo, com a intenção de promover a troca de acervos, informações e experiências em áreas científicas
O embaixador João Marcelo Queiroz Soares (esq.) e o diretor da Biblioteca Nacional Palestina, Marwan Awartani, durante assinatura remota do acordo; na tela, o presidente da FBN, Marco Lucchesi. Foto: divulgação
Na manhã de quarta-feira, 12 de novembro, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e a Biblioteca Nacional Palestina, em Ramallah, na Cisjordânia, firmaram remotamente um acordo histórico. Trata-se do primeiro acordo firmado por uma biblioteca palestina com outra instituição similar e estrangeira.
A comunicação em inglês e árabe durante a reunião foi estabelecida entre o embaixador brasileiro no Escritório de Representação na Cisjordânia, João Marcelo Queiroz Soares, o presidente da FBN, Marco Lucchesi, e o ministro e diretor da Biblioteca Nacional Palestina, Marwan Awartani. Marco Lucchesi dedicou o encontro aos escritores Mahmud Daruish e Milton Hatoum, que, em termos literários e culturais, constroem “essa ponte” entre o Brasil e a Palestina.
O Protocolo de Intenções entre os envolvidos estabelece a promoção e o intercâmbio de informações e experiências na “Ciência da Informação e áreas afins, bem como a troca de acervos, a colaboração em projetos de pesquisa, conferências e visitas técnicas, entre outros tópicos”.
As conversas sobre o acordo, intermediado pelo embaixador João Marcelo Queiroz Soares, iniciaram-se em junho deste ano. Na ocasião, a FBN doou à Biblioteca Palestina, a universidades e a centros culturais a primeira remessa de livros de autores brasileiros traduzidos para o árabe, por meio do Programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no Exterior.
Até o momento, foram enviadas três remessas de livros, entre os quais alguns nomes consagrados da literatura brasileira: Machado de Assis, Graça Aranha e Marina Colasanti. As doações também incluem volumes de um dicionário árabe-português e uma edição trilíngue (árabe-português-espanhol) do livro “Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali”, produzida em parceria pela FBN, Biblioteca Nacional da Argélia e Bibliotecas Nacional e Ayacucho, da Venezuela.
“A assinatura do Protocolo de Intenções entre as bibliotecas nacionais do Brasil e da Palestina reveste-se de um grande valor humanitário. Manifestamos ao ministro e diretor da biblioteca Palestina, Marwan Awartani, nosso desejo de ajudarmos no âmbito da preservação e conservação do patrimônio bibliográfico. Não vamos abrir mão da cultura da Paz”, afirmou o presidente da FBN, Marco Lucchesi, que revelou a reação do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, ao receber a mensagem sobre a assinatura do acordo: “incrível!”.
RELEASE ORIGINAL | Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Viana do Castelo
Filme de animação Viana – A Lenda dos Corações de Ouro quer levar tradições vianenses ao mundo
O Teatro Municipal de Viana do Castelo acolheu, esta quinta-feira, um evento de apresentação do teaser do filme de animação Viana – A Lenda dos Corações de Ouro, momento que contou com apresentação de Pêpê Rapazote e Ana Guedes Rodrigues, e com a presença de Diogo Piçarra, Cuca Roseta, Contraponto, entre muitos mais.
No evento de apresentação, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, garantiu que “esta é uma iniciativa que assenta muito no que é a nossa matriz cultural, a nossa identidade, que pega numa história de Viana e em elementos fundamentais, nomeadamente as nossas mordomas e, através dessas personagens, que têm uma dimensão e um significado absolutamente histórico e coletivo, constrói uma lenda”.
O autarca refere que esta é uma iniciativa “à escala global”, “que não é para ficar entre muros, mas sim para projetar a nossa cidade, o nosso património, a nossa identidade, os nossos valores culturais”, pelo que o Município apoia “de forma convicta e consistente” este projeto para que o mesmo “tenha sucesso”.
“Estou expectante, acredito mesmo nesta iniciativa como uma ação de marketing territorial, de promoção da nossa identidade, do nosso património material e imaterial, nomeadamente o nosso património edificado. É uma história que incorpora as nossas tradições, mas também incorpora os nossos ícones, as nossas praças, os nossos monumentos, as nossas praças”, assumiu Luís Nobre.
Rui Miranda, produtor e cofundador da Watermelon Productions, revelou que “o amor por Viana” inspirou este projeto que iniciou há 5 anos, envolvendo cerca de 200 pessoas e culminando com 68 cenários que têm a capital do Alto Minho como fonte de inspiração.
O responsável indicou que o filme conta com 850 páginas escritas, 2.250 sequências e que será lançado em português e inglês, estando a ser preparados eventos de lançamento não só em Viana do Castelo, mas também em Londres e Nova Iorque. A produção deverá estar concluída em março de 2026, com antestreia prevista para o verão do próximo ano, também no Teatro Municipal Sá de Miranda.
Já Rodrigo Carvalho, realizador, destacou a “generosidade” e a “tradição” do povo português como caraterísticas que serviram de base a esta grandiosa produção. “O Coração de Ouro, símbolo português, motivou esta história” que conta com argumento de João Ramos e Henrique Silva.
Recorde-se que a Câmara Municipal de Viana do Castelo garantiu a estreia mundial do filme de animação Viana – A Lenda dos Corações de Ouro na cidade. Com vozes de Daniela Melchior (Ana), Luke Newton (Thomas) e Pêpê Rapazote (Don Florentin, General), o filme de animação português mistura aventura, comédia, romance e música é inspirado na lenda de amor de Viana do Castelo.
O filme é produzido por Rui Lima Miranda, com produção executiva de André Picado e direção de Rodrigo Carvalho. O ator inglês Luke Newton, conhecido pela participação na série Bridgerton, da Netflix, foi o escolhido para dar voz a Thomas, um artesão de guitarras portuguesas que se apaixona pela princesa Ana, personagem interpretada por Daniela Melchior.
O Protocolo de Cooperação e Apoio Financeiro entre o Município de Viana do Castelo e a Watermelon Productions Lda., aprovado em janeiro de 2024, refere que a empresa é “a maior produtora de animação portuguesa” e que está a produzir “um filme de animação 3D inspirado nas tradições, arquitetura e costumes de Viana do Castelo, para crianças e famílias”, contando “com um elenco internacional de atores premiados e com enorme popularidade”.
“A história remete para o norte de um Portugal medieval, onde a bela Ana apaixona-se pelo pobre artesão Thomas. A história de um amor impossível, por causa do pai dela que exige que os pretendentes da sua filha apresentem uma joia como prova de nobreza. Mas o jovem casal recusa-se a desistir. Com a ajuda dos fiéis companheiros, da generosidade das mulheres da cidade e do talento de um misterioso joalheiro, Ana e Thomas enfrentarão muitos desafios por amor, incluindo o poderoso e malvado duque de Aragão”, refere a sinopse.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Prévia da animação “Viana – A Lenda dos Corações de Ouro” é apresentada em Viana do Castelo
Inspirada numa lenda de amor da cidade, a animação será concluída em março de 2026, com estreia mundial em Viana do Castelo e sessões em Londres e Nova Iorque
Autoridades e criadores participaram da apresentação do teaser de “Viana – A Lenda dos Corações de Ouro”. Foto: divulgação
A prévia da animação portuguesa “Viana – A Lenda dos Corações de Ouro” foi apresentada na noite de quinta-feira, 23 de outubro, no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo. Inspirada na lenda de amor local, a história narra o romance impossível entre Ana e o artesão Thomas. O conflito se estabelece quando o pai dela exige dos pretendentes da sua filha apresentem uma joia como prova de nobreza. Daí, a história se aprofunda com os aliados do casal e um malvado antagonista.
A trama se passa no período medieval, no norte de Portugal, e parte de um argumento escrito por João Ramos e Henrique Silva, tendo como motivação “O Coração de Ouro”, símbolo português. De acordo com o diretor, Rodrigo Carvalho, as tradições vianenses marcadas pela “generosidade” e a “tradição” do povo português serviram de base à produção.
O produtor e cofundador da Watermelon Productions, Rui Miranda, contou que a animação, inspirada na capital do Alto Minho, é uma realização de “amor por Viana”. Iniciada há cinco anos, teve a participação de aproximadamente 200 pessoas, com 68 cenários montados para ambientar uma história de 850 páginas escritas, que resultou em 2.250 sequências.
Com prazo de conclusão em março de 2026, a animação congrega os gêneros aventura, comédia, romance e música. As vozes das personagens são de Daniela Melchior (Ana), Luke Newton (Thomas) e Pêpê Rapazote (Don Florentin, General).
O lançamento em português e inglês será no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, e depois Londres e Nova Iorque. Em janeiro de 2024, foi aprovado o protocolo de cooperação e apoio financeiro entre o município e a Watermelon Productions Lda.
Durante a apresentação, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre frisou que animação é uma “matriz cultural” da cidade, incorporando “ícones, praças e monumentos”.
RELEASE ORIGINAL | Governo do Estado do Rio de Janeiro - Núcleo de Imprensa
Lei Estadual de Incentivo à Cultura já movimentou R$ 125 milhões em 2025
Mais de 80 projetos foram contemplados em 2025; inscrições permanecem abertas até 30 de novembro
Potente mecanismo de fomento às atividades culturais em solo fluminense, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura já injetou mais de R$ 125 milhões na economia do estado neste ano. O sistema de inscrições será fechado no próximo dia 30 de novembro e só reabre em março de 2026, por isso, produtores e empresas do ramo têm até o fim deste mês para inscrever seus projetos e buscar a captação de recursos ainda em 2025.
O programa do Governo do Estado é gerido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SececRJ) e funciona através da concessão de benefício fiscal para empresas contribuintes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), garantindo a reversão da renúncia dos valores em financiamento à arte fluminense.
— Mais de R$ 125 milhões aplicados em cultura significam oportunidades reais para artistas, produtores e comunidades em todo o estado. Queremos ver ainda mais projetos inscritos, fortalecendo esse ciclo que movimenta a economia criativa fluminense. O Rio de Janeiro pulsa cultura, e o nosso papel é garantir que esse talento continue transformando vidas — afirmou o governador Cláudio Castro.
Neste ano, mais de 80 projetos já foram contemplados, alcançando cerca de 50 cidades diferentes, nas dez regiões, do interior à capital.
— A cultura do Estado é democrática, acessível e plural. E esse tem sido o legado do Governo do Rio de Janeiro, cuja missão é fortalecer a cadeia produtiva cultural em todas as regiões fluminenses, garantindo o acesso aos recursos da pasta e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Rio — ressalta a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
A Lei de Incentivo patrocina projetos de diferentes áreas culturais, como Acervo e Patrimônio Histórico Cultural, Artes Plásticas e Artesanais, Cinema, Vídeo e Fotografia, Folclore e Ecologia, Gastronomia, Informação e Documentação, Literatura, Música e Dança, Teatro e Circo.
Conheça a Lei
O Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura, de que tratam as Leis nº 7035/2015 e nº 8266/2018, refere-se à promoção de projetos culturais por meio da renúncia fiscal de até 3% do valor do ICMS pago pelas empresas contribuintes. O mecanismo permite que até 100% do projeto seja patrocinado por este tipo de recurso.
O processo foi modernizado e amplificado a partir de 2020, quando a Sececrj criou uma nova plataforma para atender os proponentes e as empresas patrocinadoras: o Sistema Desenvolve Cultura, que fica aberto de março a novembro. A mudança agilizou e facilitou a dinâmica de relacionamento entre sociedade civil, empresas privadas e poder público, permitindo que o benefício fiscal chegasse a novos lugares.
Acesse o Desenvolve Cultura em: http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/
VERSÃO JORNALÍSTICA
Inscrições de projetos culturais no estado do Rio de Janeiro vão até 30 de novembro
Amparado pela legislação, programa de incentivo à cultura já movimentou R$ 125 milhões em 2025 e beneficiou mais de 80 projetos em diferentes cidades, do interior à capital
Programa de incentivo à cultura do Rio recebe inscrições até 30 de novembro. Foto: GovRJ
As inscrições para o Programa Estadual de Fomento à Cultura, amparado pelas Leis nº 7.035/2015 e nº 8.266/2018, permanecem abertas. Produtores e empresas do setor têm até o dia 30 de novembro para inscrever seus projetos e buscar a captação de recursos ainda em 2025. A reabertura está prevista para março de 2026.
Gerido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ), o programa, que já movimentou R$ 125 milhões em 2025 na economia do estado, visa à concessão de benefício fiscal para empresas contribuintes de até 3% do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O mecanismo permite que até 100% do projeto seja patrocinado por esse tipo de recurso.
Mais de 80 projetos foram contemplados em aproximadamente 50 cidades, localizadas em dez regiões (do interior à capital), abrangendo diferentes áreas culturais: acervo e patrimônio histórico cultural, artes plásticas e artesanais, cinema, vídeo e fotografia, folclore e ecologia, gastronomia, informação e documentação, literatura, música e dança, teatro e circo.
“A cultura do Estado é democrática, acessível e plural. E esse tem sido o legado do Governo do Rio de Janeiro, cuja missão é fortalecer a cadeia produtiva cultural em todas as regiões fluminenses, garantindo o acesso aos recursos da pasta e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Rio”, disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
O governador Cláudio Castro ressaltou a necessidade de “mais projetos inscritos” para fortalecer “a economia criativa fluminense”.
As inscrições podem ser feitas no site http://cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura/inscricao/. A plataforma digital, criada em 2020, facilitou o acesso de produtores culturais de todo o estado ao programa.
RELEASE ORIGINAL | Gabinete de Comunicação da Letras Lavadas — Editora & Livraria
Livraria Letras Lavadas recebe Galiza e Madeira em tarde de presença cultural
No próximo dia 22 de outubro, a Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada, acolhe dois momentos culturais que cruzam fronteiras e reafirmam o papel da livraria como espaço de encontro e transmissão inter-regional de património literário, histórico e cultural. A Galiza e a Madeira estarão em destaque, com propostas que convocam a poesia, a história e a memória.
Às 15h00, o artista galego Juan Carballo apresenta Portugalego, uma digressão poética e musical que celebra as afinidades entre galegos e portugueses. A sessão combina poemas de autores como Miguel Torga, Manuel Alegre, Florbela Espanca, Manuel María e Celso Emilio Ferreiro, entre outros, num gesto fronteiriço que atravessa línguas, territórios e afetos. Juan Carballo, voz relevante da cena literária galega, tem publicado poemários e discos, e realizado recitais em diversos países. Lidera o grupo Juan Carballo & Os Imperfectos e fundou recentemente A Banda do Poeta, com músicos de Coimbra.
Às 18h00, Graça Alves apresenta a obra Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração, escrita por Cláudia Faria, que documenta a vida e o legado de uma figura central na história social e cultural da Madeira. De origem britânica, Elisabeth Dickinson Phelps chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo marido, Joseph Phelps, herdeiro da firma Phelps Page & Co., com interesses comerciais na ilha. Instalada no Funchal, integra-se no círculo britânico residente e, a partir dessa posição, desenvolve uma ação marcante no plano social e cultural. Fundou uma escola para raparigas, promoveu excursões e iniciativas ambientais, e viveu mais de quatro décadas entre o Funchal e Londres, sempre com a Madeira como lugar de pertença.
Do gesto poético à memória histórica, a tarde de 22 de outubro na Letras Lavadas será marcada por dois encontros que reafirmam o papel da cultura como território comum.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Galiza e Madeira são protagonistas de encontro cultural em Ponta Delgada
Juan Carballo apresentou autores “Portugalego”, e Graça Alves sobre Elisabeth Phelps
Juan Carballo e Graça Alves foram convidados pela Livraria Letras Lavadas para falar sobre a cultura da Galiza e da Madeira. Foto: divulgação/Letras Lavadas
A Livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada, recebeu na tarde de quinta-feira, 22 de outubro, o músico e poeta galego Juan Carballo e a investigadora madeirense Graça Alves. Os encontros reafirmaram o papel da cultura galega e madeirense na identidade lusófona, por meio de autores da “Portugalego” e da obra dedicada a Elisabeth Dickinson Phelps.
No primeiro encontro, realizado às 15h, Carballo fez uma digressão poética e musical entre galegos e portugueses, com poemas de Miguel Torga, Manuel Alegre, Florbela Espanca, Manuel María e Celso Emilio Ferreiro, entre outros.
Em comunicado da livraria, Carballo é um destacado autor da literatura galega, com publicações de poemários e discos. Ele realizou recitais em diversos países e lidera o grupo “Juan Carballo & Os Imperfectos” e fundou recentemente “A Banda do Poeta”, com músicos de Coimbra.
Às 18h, Graça Alves apresentou a obra “Elisabeth Phelps — Com a Madeira no Coração”, escrita por Cláudia Faria, sobre a vida e o legado de Elisabeth Phelps na Madeira, onde chegou em 1819, vindo da Inglaterra, acompanhada pelo marido, Joseph Phelps, que tinha interesses comerciais na ilha. Instalou-se no Funchal, desenvolvendo ações sociais e culturais; entre suas iniciativas, fundou uma escola para moças, promoveu excursões e defendeu o meio ambiente.
LITERATURA
Prêmio Juca Pato para Sueli Carneiro
Prêmio Caminhos de Literatura 2025
Lançamento "Hotel Timor"
Lançamento em Paris do livro “Monumentos ao Emigrante”
RELEASE ORIGINAL | Imprensa Flipetrópolis
Sueli Carneiro receberá, no 2º. Flipetrópolis, o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano em cerimônia histórica
O Festival Literário Internacional de Petrópolis – Flipetrópolis realiza sua segunda edição entre os dias 27 a 30 de novembro, no Palácio de Cristal, com entrada gratuita. O ponto alto do Festival acontece na sexta-feira, 28 de novembro, às 21h, quando as duas últimas ganhadoras, Míriam Leitão (2024) e Conceição Evaristo (2023) vão entregar o Troféu do Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano à pensadora Sueli Carneiro, uma das vozes mais potentes e influentes do pensamento negro e feminista no Brasil.
Realizado graças à Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, o 2.º Flipetrópolis tem o Patrocínio Máster da GE Aerospace e o apoio da Zeiss, da Caixa, da Academia Petropolitana de Letras, do Ipeafro e da Prefeitura de Petrópolis. Todas as atividades são gratuitas, acessíveis, com Libras, audiodescrição e transmissão on-line via Youtube @flipetropolis.
A cerimônia será marcada por um encontro simbólico entre gerações de intelectuais brasileiras, reunindo Míriam Leitão e Conceição Evaristo — as duas últimas vencedoras do prêmio — que farão a entrega do troféu à Intelectual do Ano de 2025, Sueli Carneiro. A solenidade contará com a presença de Ricardo Ramos Filho, presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), e da diretoria da instituição, que fará as honras da casa. A oradora oficial da noite será a jornalista Flávia Oliveira, que fará um discurso em tributo à trajetória e à contribuição intelectual e política de Sueli Carneiro.
Criado em 1962, o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano reconhece personalidades cuja produção intelectual se alia ao compromisso com as grandes questões humanas, sociais e culturais do país. Já receberam o título nomes como Ariano Suassuna, Carlos Drummond de Andrade, Darcy Ribeiro, Frei Betto, Fernando Henrique Cardoso, Ziraldo, Raduan Nassar e Fernando Morais. Com a escolha de Sueli Carneiro, o prêmio reafirma sua missão de celebrar pensadores e criadores que unem reflexão crítica, compromisso ético e ação transformadora — marcas indissociáveis da obra e da vida da fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra.
O 2º Flipetrópolis tem curadoria nacional de Sérgio Abranches e Afonso Borges, e curadoria local de Marcelo Fernandes e Luis Gustavo Grandinetti, ambos membros da Academia Petropolitana de Letras (APL). O Festival transforma a cidade serrana em um polo de celebração da literatura, da arte e do pensamento contemporâneo, conectando autores, leitores e pesquisadores em torno do livro e da palavra.
Serviço:
2º Flipetrópolis – Festival Literário Internacional de Petrópolis
Data: 27 a 30 de novembro de 2025
Local: Palácio de Cristal – Petrópolis /RJ
Entrada gratuita
Mais informações: @flipetropolis
VERSÃO JORNALÍSTICA
Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano 2025 será entregue a Sueli Carneiro
Criado em 1962, o prêmio é concedido a personalidades que desenvolveram trabalhos com temáticas humanas, sociais e culturais
Sueli Carneiro, premiada neste ano, é cofundadora do Geledés (Instituto da Mulher Negra). Foto: Marcus Steinmayer
A segunda edição do Festival Literário Internacional de Petrópolis (Flipetrópolis) será realizada de 27 a 30 de novembro na cidade serrana do estado do Rio de Janeiro. O ponto alto, considerado pelos organizadores como histórico, é a cerimônia para a entrega do Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano à escritora, ativista e filósofa Sueli Carneiro, que acontece na sexta-feira, 28, às 21h, no Palácio de Cristal. A entrada é gratuita.
O cerimonial de premiação terá a presença do presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), Ricardo Ramos Filho, e das duas últimas vencedoras do prêmio, a jornalista Míriam Leitão e a escritora Conceição Evaristo, que farão a entrega do troféu.
Sueli Carneiro é cofundadora do Geledés (Instituto da Mulher Negra), atualmente é coordenadora executiva da área de Memória, Justiça e Reparação e responsável pela incidência nacional e internacional na luta contra o sexismo e o racismo.
A oradora oficial da noite será a jornalista Flávia Oliveira, que discursará em tributo à trajetória e à contribuição intelectual e política de Sueli Carneiro, destacada pela comissão organizadora do evento como uma das vozes mais influentes do pensamento negro e feminista no Brasil.
Criado em 1962, o Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano reconhece personalidades cuja produção intelectual une as grandes questões humanas, sociais e culturais do país. Já receberam o prêmio nomes destacados da intelectualidade brasileira, como Ariano Suassuna, Carlos Drummond de Andrade e Darcy Ribeiro.
A curadoria nacional do Festival é de Sérgio Abranches e Afonso Borges, e local de Marcelo Fernandes e Luis Gustavo Grandinetti, ambos membros da Academia Petropolitana de Letras (APL).
O Festival, patrocinado pela GE Aerospace, com incentivos fiscais da Lei Rouanet, tem o apoio da Academia Petropolitana de Letras e da Prefeitura de Petrópolis.
RELEASE ORIGINAL | Caminhos da Palavra
Prêmio Caminhos de Literatura 2025
Com idealização e curadoria de Henrique Rodrigues, segunda edição do concurso destinado a revelar talentos anuncia a obra vencedora. Autora do romance Gaiolas de concreto armado, a escritora e advogada mineira Paula Novais concorreu com mais de 200 escritores estreantes e irá publicar seu livro de estreia pelas editoras Dublinense e Kacimbo
Eleita por um júri especializado, a obra será publicada no primeiro semestre de 2026. Paula participará da Fliporto em novembro e já tem convite para participar do Flipoços quando o livro sair. O prêmio ainda inclui uma mentoria sobre carreira e mercado literário
É grande a expectativa para o resultado do Prêmio Caminhos de Literatura, criado em 2024 pelo escritor e gestor cultural Henrique Rodrigues. O romance vencedor da primeira edição, “mãezinha”, da escritora e médica paraense Izabella Cristo, vem recebendo grande acolhida de crítica e de vendas.
O livro Gaiolas de concreto armado, da escritora e advogada Paula Novais, nascida em Minas Gerais e radicada no Rio de Janeiro, foi eleito melhor romance de estreia pela comissão avaliadora formada por Airton Souza e Cintia Moscovich, que analisou as 20 obras pré-selecionadas pelas subcomissões do prêmio. Divididas em duplas de trabalho, as subcomissões foram constituídas por Marcela Dantés, Rodrigo Casarin, Débora Ferraz e Tiago Germano.
A obra vencedora, que acompanha o drama do luto gerado pela pandemia e o encontro intergeracional de duas mulheres, será publicada pelas editoras Dublinense (no Brasil) e Kacimbo (em Angola) no primeiro semestre de 2026. Antes disso, porém, a autora participará, no dia 15 de novembro, da Fliporto, em Recife. A mesa terá a presença de Henrique Rodrigues e Airton Souza, representando o júri.
Em maio de 2026, está também confirmada a participação da autora no Flipoços, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Além disso, Paula receberá uma mentoria sobre carreira e mercado literário coordenada por Rodrigues.
“‘A língua estende-nos pão e água, aquece-nos com o seu corpo, sem olhar as escaras na nossa pele. Quando damos conta, estamos sozinhos nesse país onde a água para matar a sede se vende a troco de sangue.’ Penso que essa passagem da escritora Djaimilia Pereira de Almeida — que anotei enquanto escrevia Gaiolas de concreto armado — explica um pouco da minha imensa alegria, ao saber que havia sido escolhida pelo júri do Prêmio Caminhos. Me sinto muito honrada de agora fazer parte do percurso corajoso da premiação, tão importante para os escritores em busca de uma primeira oportunidade e para a literatura brasileira.”, celebra Paula.
Autor de mais de 20 livros, curador do Prêmio Pallas e um dos idealizadores do Prêmio Sesc de Literatura, Henrique Rodrigues criou o Prêmio Caminhos de Literatura guiado por quatro pilares: a qualidade literária do texto, o ineditismo da autora ou do autor e da obra, a lisura no processo de seleção, além do gênero literário – restrito aos romances.
Promovido de forma independente, Rodrigues celebra o resultado da segunda edição. Para 2025, ele confirma a renovação da parceria com a Dublinense e com a Kacimbo.
“Esse resultado é magnífico, porque os jurados selecionaram a obra pelo critério da qualidade literária, sem nenhum favorecimento ou olhar cerceador para qualquer conteúdo ou temática. O romance de Paula Novais é incrivelmente bem escrito, com técnica de quem conhece o ofício da escrita e tem olhar sensível para a nossa história recente. E fico especialmente feliz pela descoberta de mais uma mulher, contribuindo para minimizar a desigualdade de gênero que existe no meio editorial.”, aponta Rodrigues.
Já com o livro em mãos, a Dublinense traz em seu catálogo nomes relevantes da literatura brasileira contemporânea, como Natalia Borges Polesso, Carol Bensimon, Julia Dantas e Rogério Pereira. Com penetração nacional, a editora pagará à autora vencedora um adiantamento de R$ 5 mil e começa agora o trabalho de edição da obra.
Depois do sucesso de mãezinha, recebemos com muita alegria a notícia de mais uma voz feminina a ganhar espaço pela potência da sua literatura, explica Rodrigo Rosp, editor da Dublinense.
“A editora Kacimbo congratula o Instituto Caminhos pelo veredicto, e espera que, para a premiada Paula Novais, publicar em Angola seja uma parte bonita e cultural desta iniciativa.”, revela Ondjaki, que faz parte do conselho editorial da Kacimbo.
Responsáveis pelo veredicto final, Airton Souza e Cintia Moscovich avaliaram as 20 obras pré-selecionadas e destacaram a diversidade temática das obras selecionadas. Sobre o romance vencedor, eles foram unânimes: “Gaiolas de concreto armado tem um trabalho com a linguagem que atravessa o nosso tempo. Uma narrativa que fascina porque escancara feridas abertas que atravessam a história brasileira, sobretudo, marcada pelas violências contra as mulheres. E, por conta disso, é um romance essencial, porque traz em seu enredo uma história coletiva em nome da vida.”, destaca Airton Souza. “Gaiolas de concreto armado é um livro marcado pela sabedoria de quem sabe narrar. Cru, forte e denso: as cenas de abuso sexual, embora cruéis, são necessárias e convincentes, plenas daquela violência que as mulheres escondem, mas que precisa ser escancarada e escancarada até não mais existir. Uma obra bela e triste.”, completa Cintia Moscovich.
Bibliodiversidade e exposição nacional
Um dos idealizadores do Prêmio Sesc de Literatura, reconhecido celeiro de novos talentos, Rodrigues se viu em 2023 no centro de uma polêmica envolvendo a censura do romance premiado pela instituição, de onde foi desligado. Preocupado com o cerceamento da liberdade artística e diante de poucas iniciativas que fomentam novos talentos literários, organizou o Prêmio Caminhos de Literatura buscando dar sua contribuição para democratizar o acesso às práticas de escrita e leitura. Com o sucesso do projeto, foi criado o Instituto Caminhos da Palavra, que realiza diversos projetos de incentivo à leitura, envolvendo desde oficinas de criação literária a palestras com distribuição de livros em escolas públicas, em parceria com as maiores editoras do país.
“Precisamos educar (ou reeducar) as pessoas pela liberdade de criação e sobre as possibilidades que a expressão literária suscita. Vivemos num período em que posturas censoras têm tentado cercear a literatura. Se isso ocorre em obras já publicadas de autores conhecidos, um prêmio para inéditos precisa garantir a liberdade expressiva dos participantes, o que é uma diretriz do Prêmio Caminhos. E seguimos no nosso Instituto com diferentes projetos e novas parcerias para 2026, considerando a pluralidade das nossas manifestações.”, avalia Rodrigues.
Serviço Prêmio Caminhos de Literatura: site: www.premiocaminhos.com.br
Sobre Paula Novais, autora vencedora do Prêmio Caminhos de Literatura 2025: Paula Novais é escritora e advogada. Graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, é natural de Minas Gerais e vive no Rio de Janeiro. Foi premiada pela UBE – União Brasileira de Escritores nos concursos Anna Maria Martins (contos) e Ruth Guimarães (crônicas). Em 2022, publicou seu primeiro livro (“Ambidestria” - contos) pela Editora Urutau.
Sinopse o romance Gaiolas de concreto armado:
Copacabana, 2020-2022. Em Gaiolas de concreto armado, acompanhamos os acontecimentos pelo olhar de Nerissa, uma jovem que tem sua vida arruinada pela pandemia, vivendo com ela o luto pela perda da mãe, a derrocada de suas poucas oportunidades, a dificuldade de encontrar um lugar de pertencimento no Rio de Janeiro, cidade pela qual ela cultiva um amor triste e desencantado. O livro também conta a história da amizade entre Nerissa e Alzira, sua vizinha no turbulento edifício onde vivem. É desse encontro – entre duas mulheres de gerações e origens tão diversas – que surgirão novas possibilidades de leitura do mundo contemporâneo e do resgate de registros que dormitavam na memória de Alzira, alguns desde o golpe de 1964. Paulatinamente unidas por suas solidões privadas, ambas perceberão que o tempo é uma via onde podemos transitar por meio da memória. E que o passado, uma vez revisitado e recontado a partir do presente, não só pode ser revisto, como também modificado.
Sobre o curador:
Henrique Rodrigues nasceu no subúrbio do Rio de Janeiro/RJ, em 1975. É doutor em Letras pela Puc-Rio e curador de programações literárias. Foi um dos idealizadores do Prêmio Sesc de Literatura, do circuito nacional Arte da Palavra e outros projetos. Publicou 26 livros, entre poesia, crônica, romance, infantil e juvenil, tendo sido finalista do Prêmio Jabuti duas vezes. Seu romance O próximo da fila (Record) foi adotado em escolas de todo o país e publicado na França. É curador do Prêmio Pallas de Literatura e colunista do portal PublishNews, onde escreve sobre a vida literária.
Sobre a Editora Dublinense:
Fundada em 2009, em Porto Alegre, a Dublinense se notabiliza pela publicação de ficção literária de excelência, em edições cuidadas em todos os detalhes. Apresenta para os leitores sempre obras que conversem com temas relevantes do nosso tempo, através de vozes diversas do exterior e da nova literatura nacional. A editora tem em seu catálogo autores internacionais consagrados, tais como Afonso Cruz, Buchi Emecheta, Paulina Chiziane, Jacqueline Harpman, Sandra Cisneros e Eva Baltasar, e autores brasileiros premiados, como Natalia Borges Polesso, Julia Dantas, Carol Bensimon, Rogério Pereira, Henrique Schneider e Altair Martins.
Sobre a Editora Kacimbo:
Fundada em 2020, a editora angolana pretende, bem como a nossa livraria, trabalhar primeiro com autores africanos e, ainda, com (todas) as “geografias da língua portuguesa”. Daremos prioridade aos autores angolanos, à colaboração com editoras a autores africanos, aos países que mais dialogam conosco culturalmente, mas em busca de novas pontes com a vizinhança do nosso país. Fazemos um forte investimento na divulgação da literatura infantojuvenil do continente africano, arriscando na tradução de autores africanos (de outras línguas) para a língua portuguesa de Angola.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Paula Novais vence o concurso literário ‘Prêmio Caminhos de Literatura 2025’
Com uma protagonista feminina, o romance “Gaiolas de Concreto Armado” foi destacado pelas qualidades técnicas e por mostrar as violências contra as mulheres
Paula Novais, autora de “Gaiolas de Concreto Armado”, que será publicado pela Dublinense no Brasil e em Angola pela Kacimbo. Foto: Valéria Vieira
O romance “Gaiolas de Concreto Armado”, da escritora e advogada mineira Paula Novais, foi o vencedor da segunda edição do “Prêmio Caminhos de Literatura 2025”. A autora concorreu com mais de 200 escritores estreantes e faturou um prêmio de R$ 5 mil, uma mentoria sobre carreira e mercado literário e o direito de publicação no primeiro semestre de 2026 no Brasil pela editora Dublinense e em Angola pela Kacimbo.
A obra foi considerada pela comissão avaliadora, formada por Airton Souza e Cintia Moscovich, como o melhor romance de estreia do concurso. Na etapa de pré-seleção, 20 livros foram escolhidos por subcomissões, divididas em duplas de trabalho, formadas por Marcela Dantés, Rodrigo Casarin, Débora Ferraz e Tiago Germano.
Ao falar sobre o prêmio, Novais citou a seguinte passagem da escritora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida: “A língua estende-nos pão e água, aquece-nos com o seu corpo, sem olhar as escaras na nossa pele. Quando damos conta, estamos sozinhos nesse país onde a água para matar a sede se vende a troco de sangue”.
“Penso que essa passagem [...], que anotei enquanto escrevia Gaiolas de Concreto Armado, explica um pouco da minha imensa alegria ao saber que havia sido escolhida pelo júri do Prêmio Caminhos. Me sinto muito honrada de agora fazer parte do percurso corajoso da premiação, tão importante para os escritores em busca de uma primeira oportunidade e para a literatura brasileira”, revelou a escritora, que nasceu em Minas Gerais e hoje vive no Rio de Janeiro.
O enredo, que se passa em Copacabana entre os anos 2020 e 2022, é centrado em Nerissa, uma jovem cuja vida foi arruinada pela pandemia, após a morte da mãe, a perda das poucas oportunidades e a dificuldade de encontrar um lugar de pertencimento no Rio de Janeiro, cidade pela qual ela cultiva um amor triste e desencantado. No desenrolar da trama, duas pessoas de origens e gerações diversas, que vivem em um turbulento edifício, são marcadas por memórias, como as de Alzira, referentes ao período do golpe de 1964. Aos poucos, a amizade entre Nerissa e Alzira, unidas por suas solidões privadas, leva-as a perceber que o passado, uma vez revisitado e recontado a partir do presente, não só pode ser revisto, como também modificado.
Souza destacou que o romance vencedor “tem um trabalho com a linguagem que atravessa o nosso tempo. Uma narrativa que fascina porque escancara feridas abertas que atravessam a história brasileira, sobretudo, marcada pelas violências contra as mulheres. E, por conta disso, é um romance essencial, porque traz em seu enredo uma história coletiva em nome da vida”.
“Gaiolas de concreto armado é um livro marcado pela sabedoria de quem sabe narrar. Cru, forte e denso: as cenas de abuso sexual, embora cruéis, são necessárias e convincentes, plenas daquela violência que as mulheres escondem, mas que precisa ser escancarada e escancarada até não mais existir. Uma obra bela e triste”, frisou Moscovich.
O escritor Henrique Rodrigues, idealizador e curador do Prêmio Caminhos de Literatura, criado em 2024, considerou o resultado “magnífico” devido à qualidade literária da obra e, sobretudo, por não ter “nenhum favorecimento ou olhar cerceador para qualquer conteúdo ou temática”. “O romance de Paula Novais é incrivelmente bem escrito, com técnica de quem conhece o ofício da escrita e tem olhar sensível para a nossa história recente. E fico especialmente feliz pela descoberta de mais uma mulher, contribuindo para minimizar a desigualdade de gênero que existe no meio editorial”, completou Rodrigues.
O editor da Dublinense, Rodrigo Rosp, também destacou a voz feminina presente na obra. “Depois do sucesso de mãezinha, recebemos com muita alegria a notícia de mais uma voz feminina a ganhar espaço pela potência da sua literatura”.
“A editora Kacimbo congratula o Instituto Caminhos pelo veredicto, e espera que, para a premiada Paula Novais, publicar em Angola seja uma parte bonita e cultural desta iniciativa”, disse Ondjaki, integrante do conselho editorial da Kacimbo.
A escritora, que publicou seu primeiro livro em 2022 e conquistou prêmios nos gêneros conto e crônica, participará da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), em Recife, no dia 15 de novembro. Ela também foi convidada para o Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), em Minas Gerais, que acontecerá em 2026.
RELEASE ORIGINAL | Anabela Carvalho Assessora de Comunicação
Lançamento do livro “Hotel Timor” na UCCLA
Vai ter lugar, no dia 15 de novembro, às 15 horas, o lançamento do romance “Hotel Timor” de Luís Cardoso, no auditório da UCCLA.
O livro tem a chancela da editora The Poets and Dragons Society.
O evento contará com a leitura de alguns excertos do livro, música e algumas surpresas!
Sinopse:
No coração de Díli, debruçado sobre um mar que guarda mais silêncios do que ondas, ergue-se o Hotel Timor. O edifício é mais do que um lugar de passagem: é testemunha de uma história que resiste ao tempo. Entre Lisboa e Timor, entre a partida e o regresso impossível, este romance habita a fronteira do exílio. As personagens movem-se como viajantes perdidos, estrangeiros na sua própria terra, seres que procuram redenção na lembrança e tropeçam na ferida ainda aberta da História. Amores interrompidos, destinos fragmentados, cartas nunca enviadas, vozes que regressam na madrugada: tudo converge na atmosfera rarefeita do hotel, metáfora de um país e de uma identidade suspensa entre a ruína e a esperança. Com uma escrita densa, melódica e por vezes cruel, o autor ergue uma narrativa que é ao mesmo tempo íntima e coletiva. Hotel Timor fala da dor e da resistência, do esquecimento e da memória, do peso das ausências e da obstinação em continuar a viver, mesmo quando tudo em redor ameaça desaparecer. Ler este livro é entrar num espaço onde a literatura se torna morada de sombras, mas também de claridade inesperada - um lugar onde a palavra resiste, como último refúgio contra a perda.
Biografia:
Luís Cardoso nasceu em Kailako, uma vila no interior de Timor-Leste. Estudou na ilha de Ataúro e nos colégios missionários de Soibada e de Fuiloro, no seminário dos jesuítas em Dare e no Liceu Dr. Francisco Machado, em Díli. Mais tarde, já em Portugal, licenciou-se em Silvicultura no Instituto Superior de Agronomia de Lisboa e realizou uma Pós-Graduação em Direito e Política do Ambiente, na Universidade Lusófona.
Desempenhou as funções de Representante do Conselho Nacional da Resistência Maubere, em Portugal.
É autor dos romances: Crónica de Uma Travessia (1997); Olhos de Coruja Olhos de Gato Bravo (2002); A Última Morte do Coronel Santiago (2003); Requiem para o Navegador Solitário (2007); O Ano em que Pigafetta completou a circum-navegação (2013); Para onde vão os gatos quando morrem? (2017); e o Plantador de Abóboras (2020). Este último romance foi galardoado com o Prémio Oceanos 2021.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Novo romance de Luís Cardoso é lançado em Lisboa
Nascido em Timor-Leste em 1958, o premiado escritor timorense participou do lançamento de “Hotel Timor” na UCCLA
Capa do romance “Hotel Timor”, editado pela The Poets and Dragons Society. Foto: divulgação
O escritor timorense Luís Cardoso, que conquistou o “Prémio Oceanos 2021” com o romance “O Plantador de Abóboras” (2020), lançou no dia 15 de novembro no auditório da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), em Lisboa, o romance “Hotel Timor”, editado pela The Poets and Dragons Society.
Ambientada em Díli, capital do Timor-Leste, a história se passa no Hotel Timor, metáfora de um país e de uma identidade suspensa entre a ruína e a esperança. O autor descreve a dor e a resistência, o esquecimento e a memória, o peso das ausências e a obstinação das personagens em continuar a viver, mesmo quando tudo em redor ameaça desaparecer.
Cardoso nasceu em Kailako, uma vila no interior de Timor-Leste, em 1958, e ainda jovem foi estudar em Lisboa, onde vive desde 1975.
RELEASE ORIGINAL | Enviado pelo autor Daniel Bastos
Daniel Bastos apresentou livro “Monumentos ao Emigrante” em Paris, com a presença do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
Mesa da sessão de apresentação do livro “Monumentos ao Emigrante” em Paris (Da dir. para a esq.: o historiador da diáspora Daniel Bastos, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e o Diretor da Casa de Portugal André de Gouveia, João Costa Ferreira. Foto:
No passado sábado (15 de novembro), o historiador da diáspora Daniel Bastos apresentou na capital francesa, o livro “Monumentos ao Emigrante – Uma Homenagem à História da Emigração Portuguesa”.
A obra, concebida em parceria com o fotógrafo Luís Carvalhido, assente no levantamento dos Monumentos de Homenagem ao Emigrante existentes em todos os distritos de Portugal continental, e regiões autónomas da Madeira e dos Açores, foi apresentada na Casa de Portugal André de Gouveia, na Cidade Internacional Universitária de Paris.
A sessão de apresentação, que esteve a cargo de João Costa Ferreira, Diretor da Casa de Portugal da Cité Internationale Universitaire de Paris, acolheu vários emigrantes e forças vivas da comunidade luso-francesa, e contou com a presença do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e da Cônsul Geral Adjunta de Portugal em Paris, Mafalda Paiva de Oliveira.
No decurso da apresentação do livro, que percorre todas as regiões de Portugal, onde existem mais de uma centena de monumentos, como bustos, estátuas ou memoriais dedicados ao Emigrante, e que constituem uma relevante fonte material para a compreensão da diáspora lusa espalhada pelos quatro cantos do mundo. O responsável pela “Maison du Portugal, um espaço incontornável da portugalidade na capital francesa, salientou que “ao folhear as páginas deste livro, monumento após monumento, sinto uma enorme nostalgia, não pelas pessoas que não conheci, mas pelos entes e pelas terras que deixaram na procura de uma vida melhor”.
Por seu lado, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, que marcou presença na sessão de apresentação em Paris e integrou a mesa de honra, reconheceu o trabalho de Daniel Bastos em prol “da história e memória da emigração portuguesa”. Recordando as suas ligações familiares à emigração portuguesa para França “a salto”, o governante que detém a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, destacou “a humildade e força estratégica da diáspora”, através da dinamização “do empreendedorismo, da solidariedade, da cultura e língua portuguesa nos quatro cantos do mundo”.
Refira-se que a sessão de apresentação desta história concisa e ilustrada da emigração portuguesa, uma edição bilingue (português e inglês) com tradução de Paulo Teixeira, prefácio do filósofo e escritor Onésimo Teotónio Almeida, e posfácio da socióloga das migrações, Maria Beatriz Rocha-Trindade. Constituiu um reconhecimento à comunidade portuguesa em França, a mais numerosa das comunidades lusas na Europa, e uma das principais comunidades estrangeiras estabelecidas no território gaulês, rondando um milhão de pessoas.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Daniel Bastos lança “Monumentos ao Emigrante” em Paris
Lançamento é um reconhecimento à comunidade portuguesa na França, com quase um milhão de pessoas
O diretor da Casa de Portugal, André de Gouveia, João Costa Ferreira; o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa (no centro); e o historiador Daniel Bastos. Foto: divulgação
O historiador da diáspora, Daniel Bastos, participou de um evento realizado no sábado, 15 de novembro, na Casa de Portugal André de Gouveia, em Paris, para promover o seu novo livro, “Monumentos ao Emigrante — Uma Homenagem à História da Emigração Portuguesa”, em parceria com o fotógrafo Luís Carvalhido. O lançamento é um reconhecimento à comunidade portuguesa na França, a mais numerosa da Europa, com quase um milhão de pessoas.
A obra, editada em português e inglês, com tradução de Paulo Teixeira, traz ilustrações de mais de uma centena de monumentos em homenagem ao emigrante existentes em todos os distritos de Portugal continental, regiões autónomas da Madeira e dos Açores. O prefácio é do filósofo e escritor Onésimo Teotónio Almeida, e o posfácio, da socióloga das migrações Maria Beatriz Rocha-Trindade.
João Costa Ferreira, diretor da Casa de Portugal André Gouveia, na Cité Internationale Universitaire de Paris, durante a apresentação do livro, revelou: “Ao folhear as páginas, monumento após monumento, sinto uma enorme nostalgia, não pelas pessoas que não conheci, mas pelos entes e pelas terras que deixaram na procura de uma vida melhor”.
Durante a sessão de apresentação, Ferreira estava à mesa de honra, acompanhado por Bastos e pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa. Estiveram presentes na sessão a cônsul-geral adjunta de Portugal em Paris, Mafalda Paiva de Oliveira, e vários emigrantes da comunidade luso-francesa.
Sousa reconheceu no livro “a humildade e força estratégica da diáspora” por meio “do empreendedorismo, da solidariedade, da cultura e língua portuguesa nos quatro cantos do mundo”.
TECNOLOGIA/INOVAÇÃO
Pavilhão Brasil no Web Summit Lisboa
RELEASE ORIGINAL | AR COMUNICAÇÃO: Hérica Marmo
Pavilhão Brasil projeta inovação verde no Web Summit Lisboa 2025
Com matriz limpa e startups em ascensão, Sebrae e ApexBrasil impulsionam modelos de negócios sustentáveis no maior evento de inovação de Portugal
Os presidentes da Apex e do Sebrae posam com as startups da missão brasileira
O Pavilhão Brasil foi inaugurado nesta terça-feira (11), em Lisboa, marcando a presença brasileira no Web Summit 2025 com um recado claro: o país quer se firmar como referência global em clima e desenvolvimento sustentável. A cerimônia, que reuniu autoridades brasileiras e portuguesas, destacou a aposta do Sebrae e da ApexBrasil em modelos econômicos de baixo carbono em um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo. A iniciativa reforça o movimento do Brasil para ampliar sua atuação no ecossistema internacional de inovação, especialmente no ano em que o país sedia a COP30.
Durante a abertura, o presidente do Sebrae, Décio Lima, destacou que o Brasil é o único país com 87% de sua matriz energética considerada limpa, diferencial que ganha ainda mais peso no atual cenário de transição ecológica. “Precisamos mudar nossas cabeças e criar uma startup de consciência nacional, que conceba o Brasil como o país criativo que somos, com biodiversidade única e potencial enorme. O Brasil mostra ao mundo sua capacidade, com inflação controlada e pleno emprego. Somos uma escola para salvar o planeta. Mantivemos vivas nossas florestas, nossos rios e nossa natureza, enquanto muitos lugares seguiram outro caminho. Podemos provar que uma economia sustentável é possível”, afirmou.
O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, chamou atenção para a conexão entre a COP30 e o Web Summit, reforçando que inovação é uma ferramenta decisiva no enfrentamento da crise climática. “Foi bom ver o Brasil na COP30, porque essa agenda está no centro do debate global. Inovar ajuda a enfrentar a crise climática. Há muita gente aqui trabalhando por um planeta melhor, por uma sociedade melhor, e isso tem tudo a ver com os novos tempos que vivemos”, avaliou.
Delegação recorde e foco em soluções sustentáveis
O Pavilhão Brasil reúne cerca de 380 startups, a maior delegação já organizada para o Web Summit, com destaque para soluções da bioeconomia, tecnologias voltadas ao uso sustentável da Amazônia, além de iniciativas em saúde digital, educação, agronegócio sustentável, turismo e economia criativa. “Nós estamos falando de quase 400 startups. Essa presença no Web Summit 2025 traduz o sentimento que o presidente Lula quer ver no país: o Brasil de novo no mundo”, afirmou Viana.
O espaço brasileiro foi estruturado com uma área dedicada a conteúdos, rodas de conversa e networking, e outra focada na exposição e demonstração de tecnologias nacionais. A programação inclui encontros entre startups e investidores internacionais, pitches de produtos e serviços com potencial de escala global e a presença de hubs e parceiros estratégicos que representam a diversidade do ecossistema de inovação do país. A iniciativa é realizada em parceria pelo Sebrae, ApexBrasil e Anprotec, com apoio da Embaixada do Brasil em Portugal.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Inauguração do Pavilhão Brasil no Web Summit Lisboa 2025 apresenta tecnologias voltadas para o desenvolvimento sustentável
Cerca de 380 startups, a maior delegação já organizada para o Web Summit, marcaram presença no evento, onde apresentaram soluções baseadas em inovação tecnológica para uso na biodiversidade
Os presidentes da Apex, Jorge Viana, e do Sebrae, Décio Lima, inauguraram o Pavilhão Brasil. Foto: divulgação
A presença brasileira no Web Summit 2025, um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo, foi marcada pela inauguração do Pavilhão Brasil na terça-feira, 11 de novembro, em Lisboa, com a missão de firmar o país como referência global em clima e desenvolvimento sustentável. A iniciativa visa ampliar a atuação do Brasil no ecossistema internacional de inovação, especialmente no ano em que o país sedia a COP30.
O Pavilhão Brasil reuniu cerca de 380 startups: a maior delegação já organizada para o Web Summit, onde foram apresentadas soluções de bioeconomia, tecnologias voltadas ao uso sustentável da Amazônia, além de iniciativas em saúde digital, educação, agronegócio sustentável, turismo e economia criativa. O espaço, dividido em duas áreas, teve rodas de conversa e networking, além de uma área dedicada à exposição e demonstração de tecnologias nacionais.
A programação também incluiu encontros entre startups e investidores internacionais, além da presença de hubs e parceiros estratégicos que representam a diversidade do ecossistema de inovação do país. A iniciativa é uma parceria do Sebrae, da ApexBrasil e da Anprotec, com apoio da Embaixada do Brasil em Portugal.
Durante a cerimônia de abertura, que reuniu autoridades brasileiras e portuguesas, os presidentes da Apex, Jorge Viana, e do Sebrae, Décio Lima, fizeram discursos.
“Precisamos mudar nossas cabeças e criar uma startup de consciência nacional, que conceba o Brasil como o país criativo que somos, com biodiversidade única e potencial enorme. O Brasil mostra ao mundo sua capacidade, com inflação controlada e pleno emprego. Somos uma escola para salvar o planeta. Mantivemos vivas nossas florestas, nossos rios e nossa natureza, enquanto muitos lugares seguiram outro caminho. Podemos provar que uma economia sustentável é possível”, afirmou Lima, que destacou Brasil como o único país com 87% de sua matriz energética considerada limpa, para ele um diferencial no atual cenário de transição ecológica.
“Foi bom ver o Brasil na COP30, porque essa agenda está no centro do debate global. Inovar ajuda a enfrentar a crise climática. Há muita gente aqui trabalhando por um planeta melhor, por uma sociedade melhor, e isso tem tudo a ver com os novos tempos que vivemos”, avaliou Viana.
DESENVOLVIMENTO PESSOAL/FILOSOFIA
Clube dos Estóicos (Porto)
RELEASE ORIGINAL | Stoicenet
Porto, Portugal – Press Release de 13 novembro de 2025
O Clube dos Estóicos da Stoicnet.pt anuncia a sua terceira e última Imersão Estóica de 2024, um evento exclusivo que terá lugar no prestigiado Hotel Altis Porto 5 estrelas. Após edições de grande sucesso em Alphaville (São Paulo, Brasil) e num jantar-palestra memorável nas Grutas de Mira de Aires, esta edição de encerramento promete uma experiência transformadora, aliando desenvolvimento pessoal a uma celebração de natal e final de ano com propósito.
O evento, intitulado "Jantar Estóico Natalício & Becoming Experience", foi desenhado não só para indivíduos em busca de crescimento e inspiração, mas também como uma alternativa sofisticada e com significado para os tradicionais jantares de Natal de empresas.
O ponto alto da noite será a Cerimónia "Becoming Experience", um momento imersivo e simbólico que convida os participantes a refletir sobre o ano que termina e a definir intenções claras para 2025, fortalecendo o compromisso com o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
A imersão celebrará também um marco literário importante: o lançamento da 3ª edição do livro "Mudamos pelo que fazemos", um bestseller em Portugal em 2 anos, e a apresentação da tão aguardada edição em inglês, "We Change by What We Do", que marca a entrada da obra no mercado internacional.
"Numa época de balanços e novos começos, esta imersão é mais do que um evento; é um ponto de viragem", afirma o Prof Doutor Ivandro Soares Monteiro, fundador do Clube dos Estóicos e autor do livro. "Queremos oferecer um espaço onde indivíduos e equipas possam redefinir o sucesso e o bem-estar, trocando a agitação por clareza e propósito. A cerimónia 'Becoming Experience' simboliza precisamente isso: a capacidade de mudarmos através das nossas ações conscientes."
Este evento representa uma oportunidade única de networking, aprendizagem e celebração num ambiente de excelência, encerrando o ano com uma chave de ouro, tanto para particulares, como para jantares de empresas, tendo os bilhetes à venda com o parceiro Ticketline.
Detalhes do Evento:
Evento: 3ª Imersão Estóica do Ano – Jantar Natalício & Becoming Experience
Data: Sexta, 28 de Novembro 2025 - das 18h às 23h
Local: Hotel Altis Porto 5*, Porto, Portugal
Página Oficial do Evento: https://stoicnet.pt/imersao_estoica_becoming/
Venda de Bilhetes: Ticketline - https://v2.ticketline.pt/events/jantar-estoico-natalicio-becoming-experience
Sobre o Clube dos Estóicos: O Clube dos Estóicos, uma iniciativa da Stoicnet.pt, marcas e projectos fundados pela EME Saúde, sendo uma comunidade em crescimento com ciência e Estoicismo moderno em língua portuguesa. Através de eventos, mentorias e conteúdos, promove a aplicação da filosofia estóica adaptada aos tempos atuais, para uma vida com mais serenidade, propósito e resiliência no século XXI. A Eme Saúde (www.emesaude.pt), fundada em 2011 é a empresa por detrás das marcas registadas "API Academia de Psicoterapia Interpessoal" (www.academiatip.com), "Clube dos Estóicos" e "Stoicnet" (www.stoicnet.pt), sendo o Prof Doutor Ivandro Soares Monteiro ainda Associate Partner & Head da Unidade de Consultoria Comportamental da Crowe Portugal.
VERSÃO JORNALÍSTICA
Clube dos Estóicos encerra 2025 com jantar e lançamento de livro no Porto
Evento será realizado no dia 28 de novembro com lançamento do livro “Mudamos pelo que fazemos”
O “Jantar Natalício & Becoming Experience”, terceira e última Imersão de 2025 do Clube dos Estóicos, a ser realizado das 18h às 23h no dia 28 de novembro no Hotel Altis, no Porto, propõe levar os participantes a refletir sobre o ano que termina e a definir suas intenções para 2026, com foco no desenvolvimento pessoal e profissional.
A Stoicnet.pt, organizadora do evento inspirado nos tradicionais jantares corporativos de Natal, informa que haverá o lançamento da terceira edição do livro de Ivandro Soares Monteiro, “Mudamos pelo que fazemos”, e a apresentação da edição em inglês: We Change by What We Do.
“Numa época de balanços e novos começos, esta imersão é mais do que um evento; é um ponto de viragem. Queremos oferecer um espaço onde indivíduos e equipas possam redefinir o sucesso e o bem-estar, trocando a agitação por clareza e propósito. A cerimónia ‘Becoming Experience’ simboliza precisamente isso: a capacidade de mudarmos através das nossas ações conscientes”, observou Monteiro, fundador do Clube dos Estóicos.
Interessados no jantar podem comprar os bilhetes no Ticketline: https://v2.ticketline.pt/events/jantar-estoico-natalicio-becoming-experience
HARD NEWS | SEGURANÇA PÚBLICA
10.Transferência de líderes do Comando Vermelho para presídios federais
RELEASE ORIGINAL | Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro
Governo do Estado do Rio transfere sete líderes do Comando Vermelho com penas que somam mais de 428 anos para presídios federais
Ação reforça o combate ao crime organizado e o isolamento de lideranças criminosas
O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap-RJ), realiza, na manhã desta quarta-feira (12/11), a transferência de sete presos que exercem liderança dentro do Comando Vermelho para presídios federais de segurança máxima, após decisão da Vara de Execuções Penais (VEP).
A operação é uma ação coordenada entre o Governo do Estado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (por meio da Senappen) e as forças de segurança estaduais. O transporte dos presos é realizado sob forte esquema de segurança, conduzido pelo Serviço de Operações Especiais (SOE), pelo Grupo de Intervenção Tática (GIT) e pela Divisão de Busca e Recaptura (Recap) — todos grupamentos da Seap — desde a Penitenciária Laércio da Costa Peregrino (Bangu 1), unidade de segurança máxima, até o Aeroporto Internacional do Galeão, de onde seguiram em aeronave da Polícia Federal com destino aos presídios federais.
Todos os transferidos possuem condenações relacionadas ao tráfico de drogas e foram incluídos no sistema federal em cumprimento à Lei nº 11.671/2008, que regulamenta a transferência de presos de alta periculosidade.
— A transferência dessas lideranças criminosas reflete o nosso compromisso com o fortalecimento das políticas de segurança pública e com a adoção de medidas concretas para interromper a atuação de organizações criminosas a partir do sistema prisional. É uma ação estratégica para preservar a ordem pública e assegurar a tranquilidade da população fluminense — afirmou o governador Cláudio Castro.
A secretária de Administração Penitenciária, Maria Rosa Nebel, explicou que a operação faz parte das medidas da Operação Contenção:
— A ação é conduzida de forma técnica e integrada pela Secretaria de Administração Penitenciária, garantindo o equilíbrio do sistema prisional e a segurança da população fluminense. Essa integração das forças de segurança é fundamental para preservar a estabilidade do sistema e reforçar a presença do Estado — destacou a secretária Maria Rosa Nebel.
Os sete presos transferidos, que juntos somam 428 anos, 6 meses e 21 dias de condenação, são:
• Arnaldo da Silva Dias (“Naldinho”) – 81 anos, 4 meses e 20 dias
• Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça de Sabão”) – 60 anos, 4 meses e 4 dias
• Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”) – 100 anos, 10 meses e 15 dias
• Fabrício de Melo de Jesus (“Bicinho”) – 65 anos, 8 meses e 26 dias
• Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”) – 35 anos, 5 meses e 26 dias
• Alexander de Jesus Carlos (“Choque”) – 34 anos e 6 meses
• Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”) – 50 anos, 2 meses e 20 dias
VERSÃO JORNALÍSTICA
Sete líderes do Comando Vermelho são transferidos para presídios federais
Condenados receberam penas que somam mais de 428 anos em presídios de segurança máxima
Presos formam fila na penitenciária de segurança máxima Bangu 1. Foto: Seap/Rogério Santana/Eliane Carvalho
Após decisão da Vara de Execuções Penais (VEP), a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap-RJ) transferiu na manhã de quarta-feira, 12 de novembro, para presídios federais de segurança máxima, sete membros que exerciam liderança no Comando Vermelho, a maior facção criminosa do estado. As medidas fazem parte da Operação Contenção.
Com condenações relacionadas ao tráfico de drogas, os presos foram incluídos no sistema federal em cumprimento à Lei nº 11.671/2008, que regulamenta a transferência de presos de alta periculosidade.
Os sete presos são Arnaldo da Silva Dias (“Naldinho”) – 81 anos, 4 meses e 20 dias; Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça de Sabão”) – 60 anos, 4 meses e 4 dias; Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”) – 100 anos, 10 meses e 15 dias; Fabrício de Melo de Jesus (“Bicinho”) – 65 anos, 8 meses e 26 dias; Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”) – 35 anos, 5 meses e 26 dias; Alexander de Jesus Carlos (“Choque”) – 34 anos e 6 meses e Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”) – 50 anos, 2 meses e 20 dias. Juntos, as penas somam 428 anos de prisão.
Os grupamentos da Seap responsáveis pelo transporte foram o Serviço de Operações Especiais (SOE), pelo Grupo de Intervenção Tática (GIT) e pela Divisão de Busca e Recaptura (Recap). O comboio policial saiu da unidade de segurança máxima Bangu 1 (Penitenciária Laércio da Costa Peregrino) até o Aeroporto Internacional do Galeão, de onde seguiram em avião da Polícia Federal com destino aos presídios federais.
Segundo a secretária de Administração Penitenciária, Maria Rosa Nebel, a operação foi “conduzida de forma técnica e integrada” para garantir o “equilíbrio do sistema prisional e a segurança da população fluminense”.
O governador Cláudio Castro disse que a transferência dos criminosos interrompe “a atuação de organizações criminosas a partir do sistema prisional”.
A operação foi coordenada entre o Governo do Estado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, e as forças de segurança estaduais.
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