Para quem continua com crises mesmo usando o tratamento da forma correta.
São medicamentos injetáveis, aplicados sob a pele em intervalos de duas a oito semanas, que bloqueiam pontos específicos da inflamação que causa a doença. Não são corticoide nem quimioterapia. Eles se somam ao tratamento que você já usa, não o substituem.
Crises de asma frequentes, mesmo usando a bombinha de manutenção todos os dias e da forma correta
Dois ou mais ciclos de corticoide em comprimido ou injeção no último ano, ou uso contínuo
Idas ao pronto-socorro ou internação por asma
Falta de ar, tosse ou chiado que atrapalham o sono, o trabalho ou a atividade física, apesar do tratamento
Pólipos nasais que voltam depois da cirurgia, com nariz entupido e perda do olfato
DPOC com crises repetidas, mesmo com o tratamento inalatório completo
Ter um desses sinais não significa que você precisa de imunobiológico. Significa que vale uma avaliação.
Asma grave, alérgica ou eosinofílica
Rinossinusite crônica com pólipos nasais
DPOC com inflamação eosinofílica e crises frequentes
Dermatite atópica moderada a grave
Esofagite eosinofílica
Essas doenças têm em comum um mesmo tipo de inflamação e muitas vezes aparecem juntas na mesma pessoa. Nas doenças de pele e do esôfago, a indicação é feita em conjunto com o especialista da área.
Confirmo o diagnóstico e reviso o tratamento atual: remédios, doses e a técnica de uso da bombinha.
Investigo o que pode estar atrapalhando o controle, como rinite, refluxo, cigarro e exposição a poeira ou mofo.
Peço exames que mostram o tipo de inflamação: hemograma, IgE, teste alérgico, FeNO e espirometria.
Se houver indicação, após um seguimento rigoroso do tratamento, escolho com você o imunobiológico adequado. Cada um age em um ponto diferente da inflamação, e a escolha depende dos exames e das outras doenças que você tem.
São medicamentos de alto custo. Na maioria dos casos, o acesso é por um destes caminhos:
Plano de saúde: os planos regulamentados pela ANS têm cobertura obrigatória para algumas indicações, como a asma grave, quando o paciente cumpre os critérios definidos pela agência.
SUS: o Ministério da Saúde prevê imunobiológicos para asma grave em protocolo próprio. O pedido é feito na farmácia de medicamentos especializados do estado (alto custo), com formulários e exames.
As regras e a lista de doenças cobertas mudam com o tempo, e nem toda indicação tem cobertura. Na consulta, eu explico qual caminho se aplica ao seu caso.
Quando há indicação, eu preparo o relatório médico, os formulários e a relação de exames exigidos para o pedido ao plano de saúde ou ao SUS, e acompanho o processo com você.
Hoje acompanho no consultório mais de 100 pacientes em uso de imunobiológicos, com acesso por diferentes vias.
As aplicações seguem um calendário definido para cada medicamento. Nos retornos, avalio as crises, os sintomas, a função pulmonar e a necessidade de corticoide. O objetivo é reduzir as crises e o uso de corticoide. A resposta varia de pessoa para pessoa; se o resultado não for o esperado, eu reavalio o tratamento.
Atendimento particular e por convênios, incluindo Unimed Goiânia e Unimed intercâmbio. Agende pelo WhatsApp (62) 98334-0720, de segunda a sexta, das 08h às 16h.