...eu vou acreditar que, se você chegou até aqui, já deve ter percebido a minha paixão pela música, certo? Pois bem, apesar desse meu trabalho como cantor, cancionista e compositor ser bem recente, não é de hoje que carrego esse desejo de fazer música. Vou te contar do inicio:
Foto de Rodrigo Stark: Recém nascido.
Eu nasci em Taguatinga, uma cidade satélite do DF. Meus pais se mudaram para uma cidade vizinha chamada Ceilândia quando eu tinha apenas dois meses, e por lá eu cresci e vivi até minha maioridade.
O bairro que fui criado, chamado Setor O, foi importante por conta da proximidade com a família e dos amigos da vizinhança. Por ser uma cidade formada por nordestinos em sua grande maioria, os nossos vizinhos eram muito sociáveis e conviviam todos na rua, seja jogando dominó, no boteco, na venda, e claro, a criançada toda brincava e aprontava.
Com a convivência vinham também as mais diversas músicas, sejam as que faziam sucesso na época ou as que mais causavam nostalgia e encanto. Na minha casa tocava de tudo, MPB, Brega, Rock anos 80, pop... meu pai e meus tios ouviam muito sertanejo, aquele que chamamos hoje de modão. Era o que mais tocava nas casas e nos bares que eles frequentavam e eu ia junto para brincar e ouvir todos os sucessos.
Foto de Rodrigo Stark: Eu criança no centro, à esquerda meu tio Carlos e à direita Daniel, irmão do Chico Rey e Paraná.
Desde muito novo eu já prestava muita atenção nas músicas, aquelas tocadas nas rádios, na TV, nos churrascos com a família, na escola. Me recordo até hoje de tentar decorar as letras e cantar junto com a música.
Foto de Rodrigo Stark: Começando no violão.
Não venho de uma família de músicos, nunca convivi muito com as pessoas do meio, ainda assim sempre carreguei essa vontade louca de fazer música, ainda sem saber muito bem como seguir esse caminho, mas nunca deixei de querer trilhá-lo.
Na adolescência veio mais um passo importante, a partir de um violão DiGiorgio Estudante nº14, que ganhei dos meus pais no meu aniversário de 14 anos. Nascia ali uma nova forma de ver e sentir a música, não apenas decorando letras e viajando nos arranjos. Agora eu podia fazer com minhas mãos o ritmo, a harmonia e a melodia. Passei a reproduzir músicas que gostava e outras que faziam sucesso.
Uma época em que eu e meus amigos ouviamos Legião Urbana, referência aqui no DF e no Brasil. Era também as canções que as garotas "paqueras" mais curtiam, um incentivo extra para aprender a tocar!
Lembro a dificuldade que era fazer os acordes simples. Quando vi que o segredo era a prática, fui avançando até fazer minhas primeiras apresentações caseiras. Sim, até para praticar eu fazia bem baixinho, até estar pronto para mostrar.
Foto de Rodrigo Stark: Cantando com amigos e familiares.
Claro que o leque de ritmos e gêneros musicais aumentou muito nessa fase, desde as bandas e músicos de Brasília até o Rock Nacional, como Paralamas do Sucesso, Titãs, Capital Inicial, Skank.
Foto de Rodrigo Stark: Apresentação Voz e Violão.
Daí passei a conhecer mais as icônicas bandas de Rock, além do pop que eu já ouvia. Beatles, Pink Floyd, Led Zeppelin, Queen, foram algumas das várias que explodiram minha cabeça de adolescente e me fizeram querer tocar e cantar mais e mais.
Eu sempre fui muito tímido na minha juventude, porém quando eu toquei para amigos e familiares algumas vezes, percebi um fenômeno inexplicável. Eu não tinha timidez para tocar e cantar, me sentia super à vontade. Me apresentei depois em alguns eventos e essa verdade era mais clara. Como se ali fosse o meu lugar.
Aprendi muitas músicas dos outros, ainda sem saber que o principal desafio ainda estava por vir: "O desejo de compor minhas próprias canções".
Foto de Rodrigo Stark: Ensaio.
Foi a partir de 2017 que decidi de uma vez por todas a trilhar o caminho da música, me cadastrando no ECAD, fazendo uma carteirinha de compositor, estudando e pesquisando muito todas as etapas e processos no mercado da música independente.
Foto de Rodrigo Stark: Apresentação evento cultural.
Em 2020 abri uma microempresa individual (MEI) e registrei a marca Rodrigo Stark para iniciar o trabalho oficialmente. Mas daí, no mesmo período, veio a Pandemia, atrasando e alterando tudo.
Então chegamos em 2026, e o que me aguarda nessa trajetória é um mistério. O meu desejo e insistência em lançar novas músicas e o tão sonhado Álbum de lançamento ainda está de pé. Estou me esforçando dia-a-dia para que isso aconteça. E, caso você chegou até aqui nessa biografia, percebeu que até este site é uma vitória e um passo a mais na vida profissional de um artista.
Vamos ver o que nos aguarda. Sim, eu disse "nos", pois toda essa construção criativa na música é para você apreciar, curtir, se emocionar. Espero que goste e, quem sabe, muito em breve, nos encontremos em algum show por aí!