"O RECOMEÇO DO COMEÇO"
Todo projeto tem aquele momento em que planejamento precisa encontrar realidade.
Para Rodrigo Stark e a Art in Rod Music, esse momento se chama O Corre.
O Corre é a fase de colocar a mão na massa: conhecer a cena, encontrar pessoas, descobrir espaços, desenvolver os primeiros formatos de apresentação, testar repertórios, buscar oportunidades e transformar experiência prática em conhecimento.
É uma construção independente.
DIY.
De garagem.
Na raça.
Mas com um objetivo profissional muito claro: começar com aquilo que temos para construir, passo a passo, aquilo que queremos ter.
Esta página não funciona como currículo ou apresentação institucional do artista.
Ela é um registro público do processo de construção do projeto "O Corre".
O QUE É “O CORRE”
O Corre é um projeto de desenvolvimento prático da primeira fase de apresentações ao vivo de Rodrigo Stark.
Em vez de esperar que toda a estrutura ideal esteja pronta para somente então começar, decidimos inverter a lógica:
começar para construir a estrutura.
Isso significa pesquisar casas e eventos, conhecer artistas, frequentar a cena, estabelecer relações, desenvolver repertório, experimentar formatos de apresentação e buscar as primeiras oportunidades reais de palco.
Cada experiência será também uma oportunidade de aprendizado.
Um show não termina quando Rodrigo deixa o palco.
Depois dele ficam informações, relações, erros, acertos e conhecimento que podem tornar o próximo melhor.
Por isso, O Corre funciona como um laboratório no mundo real.
Fazer. Aprender. Aperfeiçoar. Fazer melhor.
Por que “O Corre”?
Porque não começamos com uma grande estrutura de investidores esperando para colocar uma operação na rua.
Começamos como grande parte da música independente sempre começou:
fazendo acontecer.
Pesquisando.
Conversando.
Batendo perna.
Conhecendo gente.
Encontrando soluções.
Trabalhando com os recursos disponíveis.
Contratando profissionais quando necessário.
Errando quando for inevitável.
Corrigindo quando for possível.
E aprendendo sempre.
O espírito é DIY, mas DIY não significa fazer de qualquer jeito.
O objetivo de O Corre é justamente usar essa experiência inicial para construir processos cada vez mais profissionais para Rodrigo Stark e para a Art in Rod Music.
Antes do palco, existe a cena
O Corre não começa procurando simplesmente uma lista de lugares onde Rodrigo possa tocar.
Começa conhecendo o território.
Casas de shows.
Artistas.
Bandas.
Produtores.
Projetos culturais.
Festivais.
Públicos.
Regiões.
Pessoas.
Iniciativas como o Mapa da Música Autoral, de Alexandre Bazzan, ajudaram a ampliar essa descoberta e mostraram algo fundamental: existem muitas cenas acontecendo simultaneamente, construídas diariamente por artistas, espaços, produtores e pessoas que acreditam na circulação da música autoral.
Queremos conhecê-las.
Frequentá-las.
Aprender com elas.
E, quando houver espaço, fazer parte delas.
O objetivo não é simplesmente encontrar onde tocar.
É descobrir onde nossa música pode criar relações
O que estamos construindo
O Corre começa pequeno deliberadamente.
Nesta primeira fase, estamos trabalhando para desenvolver:
Pesquisa da cena
Mapeamento de casas, artistas, eventos, iniciativas e oportunidades.
Relacionamentos
Aproximação verdadeira com pessoas que movimentam a música e a cultura.
Repertório
Construção das primeiras apresentações combinando a obra autoral de Rodrigo Stark com músicas que fazem parte de suas influências e referências.
Experiência de palco
Cada apresentação ajuda a desenvolver performance, comunicação, repertório e relação com diferentes públicos.
Estrutura profissional
Aprendizado prático sobre produção, músicos, equipamentos, logística, contratos, custos, cachês e tudo aquilo que existe antes e depois de um show.
Público
Conhecer pessoas presencialmente e permitir que novas pessoas conheçam a obra de Rodrigo.
Conhecimento
Registrar aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e aquilo que precisa ser melhorado.
Os primeiros corres
O projeto será organizado em movimentos.
Cada Corre poderá nascer de uma pesquisa, uma oportunidade, uma descoberta ou uma necessidade específica desta fase.
O CORRE 001 — Mapa da Música Autoral
O primeiro movimento começou com uma descoberta.
Ao conhecer o projeto Mapa da Música Autoral, Rodrigo encontrou uma iniciativa dedicada a mapear artistas e espaços que movimentam diferentes cenas independentes pelo Brasil.
A partir daí começou uma aproximação baseada não somente na procura por casas de shows, mas no desejo de conhecer melhor as pessoas, artistas e espaços que formam essas cenas.
O Distrito Federal tornou-se naturalmente nosso primeiro território de pesquisa.
É onde estamos.
É onde O Corre começa.
Mas não necessariamente onde terminará.
O CORRE 002 — Mapa Geral para Stark no DF
Em preparação.
Paralelamente ao estudo relacionado ao Mapa da Música Autoral, estamos construindo nosso próprio levantamento de oportunidades para Rodrigo Stark no Distrito Federal.
Aqui a pergunta muda.
Não procuramos apenas espaços relacionados à música autoral.
Procuramos entender:
Onde Rodrigo pode começar?
Casas.
Eventos.
Festivais.
Projetos.
Participações.
Convites.
Substituições.
Pequenos palcos.
Oportunidades inesperadas.
Tudo aquilo que possa proporcionar experiência verdadeira, relacionamento com público e desenvolvimento profissional pode entrar no radar.
O caminho até os grandes palcos
O Corre não é o modelo definitivo de apresentações de Rodrigo Stark.
Ele existe justamente para ajudar a construí-lo.
A experiência acumulada nesta fase deverá contribuir para desenvolver diferentes formatos de show, desde estruturas menores e flexíveis até apresentações maiores com banda completa e capacidade de circulação e turnês.
Cada pequeno palco pode ensinar algo necessário para chegar ao grande.
Por isso não desprezamos o começo.
Estamos estudando através dele.
Diário do Corre
Esta página também será um registro vivo dessa construção.
Aqui poderão aparecer novas pesquisas, movimentos, experiências, apresentações, bastidores e aprendizados conforme O Corre avançar.
Não pretendemos publicar apenas aquilo que der certo.
Erros fazem parte.
Mudanças de direção também.
Algumas ideias poderão funcionar.
Outras serão abandonadas.
Algumas portas poderão abrir.
Outras permanecerão fechadas.
Tudo isso faz parte de construir alguma coisa de verdade.
Em movimento
O Corre 001 — Mapa da Música Autoral
Em andamento.
O Corre 002 — Mapa Geral para Stark no DF
Em preparação.
Primeiras apresentações
Em construção.
Próximos movimentos
Conforme a estrada revelar.
Uma história sendo registrada enquanto acontece
Talvez, no futuro, O Corre seja lembrado simplesmente como aquela primeira fase.
Talvez suas histórias virem vídeos.
Talvez episódios.
Talvez um documentário.
Talvez um livro.
Não sabemos.
E não precisamos saber agora.
O importante é que decidimos registrar o caminho enquanto ele ainda está acontecendo.
Porque, se algum dia existirem grandes palcos, turnês, equipes maiores e uma estrutura consolidada, queremos poder olhar para trás e lembrar das casas pequenas, das primeiras conversas, dos primeiros contratos, das primeiras viagens, das primeiras pessoas que acreditaram e de tudo aquilo que precisou acontecer antes.
Este é o registro desse começo.
Ou melhor:
deste recomeço do começo.
O Corre começou.
— Rodrigo Stark